Por Leticia Fernandes e Eduardo Barretto /O Globo

Com a expectativa de superar a votação da denúncia da Procuradoria-Geral da República ainda em outubro, a equipe de comunicação do presidente Michel Temer vai tentar, a partir de novembro, “repaginar” a imagem do peemedebista, recordista de rejeição. A “narrativa” passaria de um presidente “reformista” para o “transformador”. A comunicação do governo deve buscar “traduzir” as ações de Temer para a sociedade, na tentativa de melhorar os índices de popularidade do governo, hoje nos 3%, o menor índice desde a ditadura militar.

Uma das ideias é criar uma espécie de “Plano Temer”, uma compilação de feitos do governo na área econômica e a promoção de medidas que virão no próximo ano. Se for mesmo aprovada, a reforma da Previdência seria um dos fios condutores do plano, que ainda está em fase de elaboração. Na sexta-feira, no Rio, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou que a reforma será “menor do que o governo imaginava”.

NOVO PLANO REAL – O marqueteiro do presidente, Elsinho Mouco, tenta construir um discurso de que a guinada de Temer seria comparável à criação do Plano Real, lançado em 1994, e ao Plano Marshall — plano econômico criado no pós-Segunda Guerra Mundial para recuperar os principais países capitalistas afetados pela guerra.

“Vamos construir um compilado de ações do governo, que eu, por enquanto, batizei de Plano Temer. A ideia é ter o tamanho de um Plano Real, ser um Plano Marshall moderno” — disse o marqueteiro. Uma das principais dificuldades, segundo Mouco, é melhorar a imagem junto aos internautas que acessam o Portal Brasil, site do governo federal, que ainda é diariamente alvejado por comentários negativos sobre a gestão Temer.

VOMITAÇO – O marqueteiro, responsável pelo monitoramento das redes do Palácio do Planalto, diz que, dos 11 milhões de acessos totais ao portal, 7 milhões são de militantes do PT. De cada dez acessos ao Portal Brasil, seis ainda são de opositores. Nas redes sociais, uma das estratégias frequentes é o “vomitaço”, uma repetição orquestrada de bonequinhos vomitando. Para minimizar a repercussão negativa, esses comentários são recorrentemente deletados: “Temos que mudar esse algoritmo, diminuir essa onda de petistas”.

AVALIAÇÃO PÉSSIMA – Logo que assumiu a Presidência, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o governo já tinha uma das piores avaliações desde o fim da ditadura: 13%, segundo o Ibope, aproximando-se dos momentos mais críticos da petista e dos ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor. Na última quinta-feira, a aprovação aferida pelo instituto caiu para 3%, a mais baixa em três décadas.

Na tentativa de suavizar a imagem, Temer já distribuiu presentes de Natal para crianças no Planalto, vestiu a touca da seleção brasileira de polo aquático, lançou mão do pulôver à la João Doria, prefeito de São Paulo, e até abandonou as mesóclises em discursos ainda nos primeiros meses de governo. Contudo, a imagem ainda é negativa. No Instagram, por exemplo, o perfil de Temer não permite que internautas deixem comentários.

O presidente Michel Temer divulgou uma nota, nesta sexta-feira, para responder aos novos áudios do empresário Joesley Batista, dono da JBS, recuperados pela Polícia Federal e obtidos pela revista Veja. No documento, o presidente afirma que as acusações feitas pelos delatores contra ele são uma “grande armação” de “meliantes” que, de maneira “sórdida e torpe”, tentam desestabilizar o seu governo. O presidente também acusa membros do Ministério Público Federal (MPF) de atuarem como “integrantes da santa inquisição”. “A cada nova revelação das gravações acidentais dos delatores da JBS, demonstra-se cabalmente a grande armação urdida desde 17 de maio contra o presidente Michel Temer. De forma sórdida e torpe, um grupo de meliantes aliou-se a autoridades federais para atacar a honradez e dignidade pessoal do presidente, instabilizar o governo e tentar paralisar o processo de recuperação da economia do país”, ataca o presidente.
30
set

Charge: PSDB e PT…eita !

Postado às 12:18 Hs

Via Blog do Kennedy

O presidente Michel Temer e seus principais ministros avaliam que receberam uma boa notícia com a divulgação pela revista “Veja” de novos áudios do empresário Joesley Batista e executivos do grupo JBS. Essas novas gravações reforçariam a articulação do governo para barrar a segunda denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra o presidente da República.

As gravações enfraquecem as acusações de Janot porque mostram Joesley Batista sugerindo um eventual interesse político do então procurador-geral da República. No atual momento, isso dá mais munição aos aliados de Temer na Câmara para alegar que houve uma trama contra o presidente. Ontem, o Senado jogou a bola da crise institucional para a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia. Ela, então, devolveu a bola hoje para os senadores ao marcar para 11 de outubro o julgamento de uma ação que pede que o Legislativo seja consultado após decisões judiciais de afastamento do mandato ou de sanções cautelares a parlamentares.

Agora, caberá ao Senado aguardar essa decisão do plenário do Supremo ou tomar uma medida na próxima semana contra o veredito da Primeira Turma do tribunal que afastou Aécio Neves do mandato e determinou o recolhimento domiciliar noturno do tucano. Bombeiros estão em campo recomendando bom senso aos senadores para que esperem pela manifestação do Supremo e evitem aumentar a crise entre poderes. No entanto, há senadores que querem dar uma resposta à Primeira Turma do STF.

30
set

STF diverge sobre punição a Aécio Neves

Postado às 11:30 Hs

Após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício das funções parlamentares e colocá-lo em recolhimento domiciliar noturno, ministros da Corte divergiram sobre os efeitos práticos da decisão e a possibilidade de ela ser revista pelo Senado. Para Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, a Primeira Turma mandou prender o parlamentar sem haver nesse caso previsão legal na Constituição. Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, por outro lado, argumentaram que a medida imposta a Aécio está expressamente prevista no Código de Processo Penal como uma alternativa à prisão. Gilmar Mendes, que não participou do julgamento de Aécio porque integra a Segunda Turma, afirmou que o Senado “tem que deliberar” sobre a decisão e acrescentou que “seria bom” a discussão do tema no próprio plenário do STF. Os cinco ministros da Primeira Turma votaram para que a discussão ficasse no próprio colegiado, e não no plenário.

Preso há quase um ano, o homem que derrubou Dilma fala pela primeira vez. Ele denuncia um mercado clandestino de delações – e diz estar pronto para contar o que sabe à nova procuradora-geral da República

ÉPOCA – Diego Escosteguy

Trecho da entrevista de Eduardo Cunha, publicada em ÉPOCA desta semana:

Trezentos e quarenta e cinco dias no cárcere não quebraram Eduardo Cunha. O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro. Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme. Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos. Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha –
 Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha –
 Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha –
 Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?
Cunha –
 Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley  [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha –
 O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha –
 O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha –
 A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha –
 O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha –
 O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha –
 Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha –
 Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – 
Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.

ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – 
Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.

29
set

Informes

Postado às 23:44 Hs

TRT-RN: Servidores vão orientar público sobre uso do JTe. Servidores de Varas do Trabalho, gabinetes de desembargadores e órgãos colegiados do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), participam de um curso de capacitação sobre o aplicativo Justiça do Trabalho Eletrônica (JTe), que permite que advogados, reclamantes e empresários acompanhem o andamento de suas reclamações pelo celular. O JTe é um aplicativo com muitas funcionalidades, que permite, por exemplo, o público acompanhar a movimentação dos seus processos, acessar o histórico dessa movimentação, ver sentenças e outros documentos de cada ação e consultar notícias sobre o funcionamento da própria Justiça do Trabalho.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, confirmou, hoje, que a bandeira tarifária de outubro vai passar para vermelha patamar 2, o mais caro previsto, e a taxa extra cobrada nas contas de luz vai subir para R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

É a primeira vez desde 2015, quando o sistema de bandeiras foi criado, que a taxa extra de R$ 3,50 é cobrada. No mês de setembro, vigorou a bandeira amarela, que aplica uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores o custo da produção de energia no país. O objetivo é permitir que os consumidores adotem medidas de economia para evitar que suas contas de luz fiquem mais caras nos momentos em que esse custo está em alta.

A cor verde indica que o custo é baixo. A amarela, que ele subiu um pouco. A vermelha, patamar 1, que está alto. E a vermelha, patamar 2, que está muito alto.

29
set

Palestra

Postado às 18:43 Hs

Programação do Outubro Rosa conscientiza sobre diagnóstico precoce do câncer de mama. Na próxima quarta-feira, 4, a Associação de Apoio aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região (AAPCMR) iniciará a programação do Outubro Rosa, com uma palestra na Câmara Municipal de Areia Branca, às 9h. A atividade é voltada para servidores das Unidades Básicas de Saúde, enfermeiros e técnicos de Enfermagem, servidores da assistência social, demais profissionais da área que possam atuar como multiplicadores e para a sociedade em geral. Essa será a primeira ação externa promovida pela AAPCMR durante o Outubro Rosa.
29
set

Em debate

Postado às 13:46 Hs

Fórum vai debater futuro dos campos maduros da bacia potiguar. Apenas um dos 62 blocos de poços terrestres do Rio Grande do Norte foi arrematado durante o leilão da ANP, realizado na quarta-feira (27). Evento em Mossoró vai discutir o assunto. Dos blocos disponíveis para exploração de petróleo e gás natural na Bacia Potiguar, somente um foi arrematado pela empresa Geopark, durante a 14ª Rodada de Licitações de blocos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O leilão foi realizado nesta quarta-feira (27) no Rio de Janeiro e somou, segundo informações da agência, R$ 3,84 bilhões – o maior valor já arrecadado em leilões de concessão de áreas exploratórias. A Geopark foi a única interessada em explorar a atividade no estado e assumiu o bloco POT-T-785 com bônus de R$ 412,5 mil.
29
set

Acontece

Postado às 13:38 Hs

Cortejo da Liberdade será transmitido ao vivo pela TCM.

O Cortejo da Liberdade que marca o feriado do 30 de Setembro em Mossoró, data que celebra a abolição da escravatura na cidade, terá transmissão da TCM (TV Cabo Mossoró), a partir das 19h deste sábado, sob o comando dos apresentadores Renato Severiano e Erisberto Rêgo.

O desfile ocorrerá no Corredor Cultural Professor Antônio Gonzaga Chimbinho, na Avenida Rio Branco, saindo da Praça de Esporte e indo até a Estação das Artes Elizeu Ventania.

Serão realizados os cortejos militar, institucional, cultural e festivo.

Além do Canal TCM 10 HD, o Cortejo poderá ser visto pelo portal www.tcm10hd.com.br ou aplicativo TCM Play. Logo após o desfile, às 21h, será exibido o Première que originalmente ocupa o horário da transmissão do Cortejo.

29
set

Charge: Pobre Brasil !

Postado às 12:32 Hs

29
set

Abusiva

Postado às 12:12 Hs

TST declara greve dos Correios abusiva e determina retorno imediato ao trabalho

 

O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Emmanoel Pereira, declarou hoje (29) como abusiva a greve dos Correios, iniciada no dia 19 de setembro. Segundo o ministro, a greve foi deflagrada com a negociação ainda não encerrada, o que determinou a abusividade do movimento paredista.

Neste caso, de acordo com o magistrado, cabe aos Correios adotar as providências que entender pertinentes, conforme sua conveniência, partindo da premissa de que para tais trabalhadores não há greve, mas simplesmente ausência ao trabalho. Com a decisão, os empregados que aderiram à paralisação devem retornar aos seus postos de trabalho imediatamente. De acordo com os Correios, mais de 91 mil funcionários estão trabalhando normalmente, o que corresponde a 84,1% do total de empregados.

Agência Brasil

29
set

Autorizado

Postado às 12:10 Hs

Ministério da Educação autoriza abertura de mais 127 cursos superiores

 

O Ministério da Educação autorizou a abertura de mais 127 cursos superiores em instituições privadas de ensino superior, em 16 estados. As portarias com a autorização foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior liberou a criação de cursos na área de saúde, como farmácia, fisioterapia, radiologia e odontologia. Foram autorizados também cursos de ciências contábeis, engenharia mecânica, veterinária, engenharia química, gestão ambiental, agronomia, pedagogia, redes de computadores e outros.

As instituições autorizadas a implantar os novos cursos estão nos estados da Bahia, Paraíba, do Rio Grande do Norte, Pará, Paraná, Maranhão, Espírito Santo, Piauí, Amazonas, Ceará, de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Goiás, Santa Catarina e Tocantins.

Por Bernardo Mello Franco /Folha

José Dirceu e Antonio Palocci foram os aliados mais importantes de Lula na eleição de 2002. O primeiro montou a aliança que tirou o PT do gueto da esquerda. O segundo negociou a trégua entre o partido e o empresariado. Depois da vitória, os dois foram recompensados com os principais cargos do novo governo. Dirceu passou a pontificar na Casa Civil como um primeiro-ministro. Palocci assumiu a Fazenda com carta branca para comandar a política econômica.

No período da bonança, Lula não poupava elogios para afagá-los. O ex-líder estudantil, que pegou em armas contra a ditadura militar, virou o “capitão do time”. O médico de Ribeirão Preto, que não parecia ter intimidade com a bola, foi comparado ao craque Ronaldinho Gaúcho.

HOMENS AO MAR! – Depois viria a tempestade, e o chefe lançou os auxiliares ao mar. “Eu afastei o Zé Dirceu, afastei o Palocci, afastei outros funcionários e vou continuar afastando”, disse, durante a campanha à reeleição em 2006. Nesta terça-feira  os ex-ministros voltaram a se cruzar no noticiário. Dirceu, que cumpre prisão domiciliar, teve a pena aumentada para 30 anos de prisão. Palocci, que negocia um acordo de delação premiada, anunciou a decisão de se desfiliar do PT.

EX-SUCESSORES – Condenados por corrupção, eles escolheram caminhos opostos. Dirceu manteve o silêncio em nome da “causa”. Arrisca-se a passar o resto da vida preso, mas é tratado como herói pelos antigos companheiros. Palocci deve voltar mais cedo para casa, mas jamais se livrará da pecha de traidor.

Muito antes da Lava Jato, os dois chegaram a ser cotados para suceder Lula no Planalto. Então vieram o mensalão e o escândalo do caseiro, e a candidatura sobrou para Dilma Rousseff. Mas essa já é outra história.

Por Roberto Nascimento

A sociedade espera que a última Instância do Judiciário seja implacável contra o câncer da corrupção, que vem minando as forças vivas do país, mergulhando-o no caos da crise econômica e impedindo que haja um desenvolvimento sustentável. Como não há mais espaço para divergências oriundas de simples orgulhos e vaidades, simplesmente que se cumpra o que a sociedade deseja. A corrupção precisa te um fim, caso contrário, todos nós mergulharemos num abismo sem condições de retorno à superfície. Os poderosos têm que temer a cadeia, quando cometem seus crimes, caso contrário continuarão a delinquir como aconteceu após o vexame do Mensalão. Somente a certeza da punição faz com que o criminoso pare de rapinar os cofres da nação.

CONSEQUÊNCIAS – O assalto ao tesouro, seja pelo caixa 1, caixa 2, por fraudes as Licitações públicas, pelas taxas de obras de 10% ou mais, pelos cargos em troca de Medidas Provisórias, as isenções fiscais, os financiamentos do BNDES, do Banco do Brasil e da CEF, tudo isso e muito mais, tira dinheiro da Saúde, da Educação e da Segurança e reduz os investimentos que geram riqueza e emprego para o país.

O roubo praticado pelas elites provoca uma desesperança dos brasileiros pobres e impedem que cresçam e ajudem o país com a força de trabalho geradora de desenvolvimento. Os empresários e políticos que roubam do Estado estão, a longo prazo, destruindo o próprio Estado, matando a galinha dos ovos de ouro.

Se continuar a roubalheira que sangra o país, não haverá mais necessidade de existirem os Três Poderes, Judiciário incluso, vejam o caso emblemático da Venezuela e numa dimensão além mar, o caso do Iraque e da Síria, duas nações destruídas por erro de suas elites dirigentes.

Pensem nisso, caros senhores, na hora da leniência com àqueles que só pensam em acumular bens de toda ordem, a custa do erário público, principalmente dos mentirosos que falam uma coisa na hora de disputar o voto e depois de eleitos abandonam o eleitor, a cidade e o país. Na verdade, não são brasileiros, não passam de calabares, pois não defendem os interesses nacionais, são verdadeiros cavalos de Tróia. Por isso, merecem um tribunal Rápido e rasteiro, com direito a cárcere privado após a sentença de primeira Instância. Para crimes de corrupção e atos de violência, a celeridade no julgamento se impõe como uma medida de defesa do Estado nacional. É preciso mudar a legislação e torná-la mais rigorosa.

O deputado governista Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) foi anunciado na tarde desta quinta-feira (28) como relator, na Câmara, da segunda denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Aliado do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), Andrada, que tem 87 anos, teve a escolha comemorada por governistas e ampliou o racha interno no PSDB.

O partido se divide sobre a permanência ou não ao lado de Temer. Para aliados do presidente, o trabalho do Palácio do Planalto para reverter no Senado a decisão do Supremo Tribunal Federal que afastou Aécio do mandato será compensado com um relatório favorável de Bonifácio. “O governo queria alguém que tivesse uma capacidade técnica para fazer um relatório em cima de uma denúncia que, na minha opinião, é inócua”, afirmou o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais aliados de Temer, logo após o anúncio.

Fonte: Folha de São Paulo.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (28) que existe um “vácuo legal” em relação à situação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), afastado do cargo por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).

Para Maia, as regras sobre as medidas impostas a Aécio não são claras. “Na minha opinião há um vácuo legal. Prisão pode ser feita em flagrante delito e o Senado decide. A alternativa colocada não tem regra clara. Ou não pode, ou tem que criar solução. E a solução tem que ser pela legislação”, disse o deputado a jornalistas ao deixar o Supremo depois de reunião com a presidente da corte, Cármen Lúcia.

Por 3 votos a 2, os ministros da primeira turma do STF afastaram Aécio na terça (26) e determinaram que ele cumpra recolhimento domiciliar noturno, além de entregar o passaporte.

Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, que votaram a favor das cautelares contra o tucano, afirmam que o artigo 319 do CPP (Código de Processo Penal) permite medidas análogas à prisão, como o recolhimento domiciliar noturno. Rosa Weber acompanhou os colegas. Marco Aurélio e Alexandre de Moraes ficaram vencidos.

As informações são da Folha de São Paulo.

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