Neste domingo(12) comemoramos a Páscoa cristã que celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

Tradição do Ovo

A tradição dos ovos e coelhos de Páscoa, sinônimo de renascimento e fertilidade, ganha cada vez mais adeptos em todo o mundo, para a alegria das crianças, que são os que mais aproveitam os doces.

Segundo a Enciclopédia Católica, este costume pode ter sua origem numa “grande quantidade de costumes pagãos, que eram realizados no retorno da primavera (no hemisfério norte) e se introduziram na Páscoa. O ovo representa a vida que germina no começo da primavera”.