O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica potiguar.

Segundo os dados apresentados no Relatório da Situação Volumétrica dos Principais Reservatórios Potiguares divulgado nesta segunda-feira (20) a barragem Marechal Dutra, também conhecida por Gargalheiras, recebeu 3.274.877 m³ com as recentes chuvas, o que corresponde a 7.37% da capacidade total do manancial que é de 44.421.480,38 m³. No último relatório divulgado no dia 15 de janeiro o Gargalheiras estava seco e desde 2014 o reservatório não atingia o atual volume acumulado.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do Estado, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, atualmente está acumulando 545.117.848 m³, o que corresponde a 22,97% da sua capacidade total. Para efeito comparativo, no mesmo período de janeiro de 2019, o acumulado da barragem era de 488.983.467 m³, o que correspondia a 20,37% da capacidade total do manancial.

Já a barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior reservatório do Estado com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente acumula 112.309.805 m³, em termos percentuais, 18,73% da capacidade máxima do manancial. No início de 2019, a barragem estava acumulando 133.033.498 m³, percentualmente, 22,18% do volume total de acumulação do reservatório.

O açude Umari, com capacidade para 292.813.650 m³, atualmente está acumulando 84.495.083 m³, percentualmente, 28,86% do volume total do reservatório. No mesmo período do ano passado o manancial acumulava 101.217.140 m³, percentualmente, 34,57% da capacidade total do reservatório.

O acumulado total das reservas hídricas superficiais do Estado atualmente é de 969.501.102 m³, percentualmente, 22,15% da capacidade total das bacias estaduais que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período de janeiro do ano passado as reservas superficiais do RN acumulavam 948.744.506 m³, percentualmente, 21,67% da sua capacidade total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 11 estão com volumes inferiores a 10%, considerado nível de alerta, percentualmente, o número corresponde a 23,40% dos mananciais monitorados. Já os secos são 7, percentualmente, 14,89% dos reservatórios monitorados. Em janeiro de 2019 os mananciais com menos de 10% acumulados eram 9, percentualmente, 19,14% dos reservatórios monitorados. Já os secos eram 8, percentualmente, 17,02% dos mananciais monitorados.

O Rio Grande do Norte continua recebendo chuvas com grandes volumes. Entre a sexta-feira (17) e a segunda (20), o estado chegou a registrar chuvas acumuladas de até 130 milímetros. As regiões Leste e Agreste potiguares receberam os maiores volumes. Os dados são da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Norte (Emparn).

O munícipio que recebeu 130 mm de chuva foi Baía Formosa, no litoral Leste. Já o segundo maior foi Lagoa de Pedras, no Agreste, com 72,4mm. Natal atingiu 53,6mm.

Confira o volume de chuvas no fim de semana, por região:

Leste Potiguar

Baía Formosa – 130,0 mm

Espirito Santo – 71,0 mm

Ceará-Mirim – 57,0 mm

Extremoz – 56,2 mm

Natal – 53,6 mm

Montanhas – 36,4 mm

Canguaretama – 35,2 mm

Parnamirim – 33,6 mm

Oeste Potiguar

Caraúbas – 59,5 mm

Alto Do Rodrigues – 35,0 mm

Upanema – 30,7 mm

Carnaubais – 25,0 mm

Campo Grande – 11,6 mm

São Francisco do Oeste – 10,5 mm

Tenente Ananias – 9,0 mm

São Rafael – 8,5 mm

Assu – 5,2 mm

Janduis – 5,0 mm

Ipanguaçu – 4,0 mm

Portalegre – 3,0 mm

Jucurutu – 2,0 mm

Apodi – 1,1 mm

Central Potiguar

Carnaúba dos Dantas – 68,0 mm

Currais Novos – 64,7 mm

Cerro Corá – 39,0 mm

Acari – 38,3 mm

Bodó – 25,0 mm

Caiçara do Rio dos Ventos – 25,0 mm

Jardim de Angicos – 21,0 mm

São Vicente – 20,8 mm

Santana do Matos – 18,1 mm

São José do Seridó – 18,0 mm

Florânia – 14,0 mm

Guamaré – 8,0 mm

Cruzeta – 6,7 mm

Caicó – 6,4 mm

Macau – 6,0 mm

Jardim do Seridó – 4,7 mm

São Bento do Norte – 4,0 mm

Lajes – 2,3 mm

Angicos – 1,4 mm

Pedro Avelino – 1,2 mm

Serra Negra do Norte – 1,1 mm

Agreste Potiguar

Lagoa de Pedras – 72,4 mm

Sitio Novo – 58,0 mm

Coronel Ezequiel – 56,0 mm

Monte Alegre – 53,0 mm

São Paulo do Potengi – 50,0 mm

Vera Cruz – 47,2 mm

Santa Cruz – 42,8 mm

Bom Jesus – 42,3 mm

Barcelona – 40,0 mm

Bento Fernandes – 30,0 mm

Rui Barbosa – 29,3 mm

Tangará – 29,0 mm

São Tomé – 28,6 mm

Santo Antonio – 24,1 mm

João Câmara – 21,5 mm

São Pedro – 21,0 mm

Santa Maria – 13,0 mm

Monte das Gameleiras – 10,0 mm

17
jan

Alerta de chuvas

Postado às 18:26 Hs

Pelo menos 73 municípios potiguares, dentre eles, a capital potiguar, foram comunicados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de alerta de chuva com “perigo potencial”, que vale das 10h desta sexta-feira (17) às 9h deste sábado (18). Além do Rio Grande do Norte, cidades no Piauí e Ceará foram avisadas de previsão de volume de 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 mm/dia, e ventos intensos de 40 a 60 km/h. O Inmet, por outro lado, destaca o baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. Em caso de rajadas de vento, orienta a população que não se abrigue debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Outra recomendação é evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Após as chuvas da última semana, bem distribuídas nas regiões do Rio Grande do Norte, a análise semanal do clima e do tempo, elaborada pela Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), indica céu nublado com possibilidade de chuvas espalhadas pelo interior durante a semana e com intensidades maiores no final de semana (18 e 19) na região Leste do Estado.

“No interior, mesmo com índices que superaram os 100 milímetros (mm) em alguns municípios, as chuvas favoreceram a retomada das pastagens nativas e começo no armazenamento de água em alguns reservatórios do Estado. No caso da capital, Natal, as chuvas causaram grandes transtornos em vários pontos devido à falta de estrutura para escoamento das águas”, avaliou o chefe da Unidade, Gilmar Bristot.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) permanece próxima ao litoral nordestino e associada as águas superficiais mais aquecidas no Oceano Atlântico, favorecem a ocorrência das chuvas. As temperaturas, segundo Bristot, tanto as máximas como as mínimas deverão se manter próximas das normais para o período. “Na capital, a temperatura deve variar entre a mínima de 24º C e a máxima de 32º C. Para o interior nas regiões serranas, a mínima poderá chegar a 22ºC e a máxima ultrapassar 35ºC”, disse.

Para esta semana as previsões são as seguintes: nesta segunda-feira, (13), com céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com possíveis pancadas de chuvas nas regiões Oeste e Litoral Leste. terça-feira (14), céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com pancadas de chuvas nas regiões Oeste, Costa Branca e Litoral Leste. A quarta-feira (15/01) também será de céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado com pancadas de chuvas no Oeste, Costa Branca e Litoral Leste. A quinta-feira (16) deverá ter céu parcialmente nublado em todo o Estado com pancadas de chuvas nas regiões Oeste, Vale do Assú e litoral Leste. A sexta-feira (17/01) será de céu parcialmente nublado em todo o Estado com pancadas de chuvas em todo o Estado. Sábado e o domingo (18 e 19) deverá ser de céu parcialmente nublado em todo o Estado com pancadas de chuvas em todo o Estado. Possibilidade de chuvas fortes durante a noite de sábado no setor Leste do Estado. No domingo (19/01) possibilidade de chuvas fortes durante a madrugada e na manhã setor Leste do Estado.

Fonte: Blog do BG

10
jan

Previsão

Postado às 21:10 Hs

O tempo deve ficar parcialmente nublado, com possibilidade de pancadas de chuva branda tanto no interior quanto no litoral potiguar, de acordo com o meteorologista da Empresa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Gilmar Bristot.

Segundo ele, no litoral, as chuvas podem se concentrar no início da manhã e à noite. Já no interior do Estado, as precipitações podem ocorrer no período da tarde e à noite. A previsão é para os próximos três dias

Gilmar Bristot explicou que as maiores concentrações estão previstas para acontecer em Mossoró e na região do Alto Oeste. “Serão pancadas de chuvas, especialmente no interior do Estado, mas nada como aconteceu esta semana”, esclareceu.

O meteorologista explicou ainda que as últimas chuvas foram provocadas pelo Vórtice Ciclônico de Ar Superior. “Nós observamos a atuação de alguns pulsos da Zona de Convergência Intertropical, ou seja, a circulação do vento está favorecendo a aproximação da zona de convergência e produzindo essas chuvas”, justificou.

09
jan

Chuvas no RN

Postado às 13:48 Hs

As chuvas deverão continuar a cair no Rio Grande do Norte a durante os próximos dias. Os ventos, em altos níveis da atmosfera, sobre a parte central da América do Sul seguem intensos e, associados com a formação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e ao aquecimento das temperaturas do oceano Atlântico favorecem a ocorrência das chuvas.

“As chuvas mais intensas que caíram nesta madrugada (09), ocorreram de modo bem distribuído nas diversas regiões do RN, especialmente nos municípios próximos ao leito do rio Potengi. No litoral ocorreram descarregas elétricas. As chuvas mais intensas devem migrar para o interior a partir de hoje”, analisou o chefe da Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot.

Os próximos dias, de acordo com a previsão, o potiguar terá dias nublados com pancadas de chuva ao amanhecer e anoitecer no litoral leste, e no interior do estado as chuvas deverão ocorrer durante as tardes e as noites.

Boletim diário

O município de Barcelona (Agreste), foi o que registrou o maior volume de chuvas com 157,7 milímetros (mm), seguido por Ceará Mirim (Leste), com 140mm, das 7h da manhã de ontem (08) até às 07h da manhã de hoje (09). Natal registrou 59,9mm e Mossoró, 6,7mm, Caicó: 73 mm,Coronel João Pessoa: 127 mm e Upanema: 91 mm.

O boletim completo pode ser acessado por meio do site emparn.rn.gov.br, aba Meteorologia.

Balanço das chuvas

A primeira semana de 2020 já registrou chuvas acima de 100 mm, como no município de Luis Gomes, com 114 mm. “Seguindo esta tendência, em 2020 devemos ter um inverno melhor no interior do RN, mas ainda dentro da média histórica”, considerou Bristot.

A expectativa dos meteorologistas é que a chuva acumulada no período de janeiro a março registre, no Oeste, 390,7mm; Região Central, 307,0mm; Agreste, 234,8mm e Leste 319,0mm.

08
jan

Registros

Postado às 14:10 Hs

O Boletim Pluviométrico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) divulgou os locais que registraram chuvas nas últimas 24 horas.

Na região Oeste, destaque para 42 milímetros em Carnaubais; na região Central, São Bento do Norte com 85 milímetros, Lajes(60 mm) e Macau(56,8) foram as cidades mais banhadas; na região Agreste, Santa Cruz registrou 76 mm.

No Leste potiguar, Natal registrou 28,6 milímetros, com Extremoz alcançando 37,9 na região. Veja outros municípios:

OESTE POTIGUAR

Carnaubais(Emater) 42,0
Ipanguaçu(Base Fisica Da Emparn) 25,7
Parau(Prefeitura) 22,3
São Francisco do Oeste(Prefeitura) 14,0
Portalegre(Particular) 13,0
Assu(Emater/st. Casa Forte) 11,0
Ipanguaçu(Emater) 10,3
Martins(Particular) 8,7
Coronel João Pessoa(Emater) 4,0
Upanema(Prefeitura) 1,4
Apodi(Prefeitura) 1,0

CENTRAL POTIGUAR

São Bento do Norte(Prefeitura) 85,0
Lajes(Prefeitura) 60,0
Macau(Posto Nosso Barco) 56,8
Guamaré(Lagoa Doce) 37,0
São Fernando(Emater) 33,5
Jardim de Piranhas(Prefeitura) 16,4
Angicos(Prefeitura) 14,7
Parelhas(Emater) 12,8
Fernando Pedroza(Emater) 12,5
Jardim de Angicos(Emater) 6,2
Macau(Defesa Civil (ex-emater)) 6,1
Lajes(Olho D´água Dois Irmaos) 3,2
Carnaúba dos Dantas(Emater) 2,3
Pedro Avelino(Particular) 2,3
Pedro Avelino(Base Física Da Emparn) 1,0

AGRESTE POTIGUAR

Santa Cruz(Emater) 76,0
São Bento Do Trairi(Prefeitura) 45,0
Coronel Ezequiel(Particular) 38,5
Monte Das Gameleiras(Emater) 30,0
Parazinho(Emater – Ex-particular) 15,6
Barcelona(Particular) 11,0
Sitio Novo(Prefeitura) 9,5
São Paulo Do Potengi(Emater) 5,0
João Câmara(Centro Saúde) 4,6
Campo Redondo(Policia Rodoviária) 4,5
Tangara(Emater) 2,4

LESTE POTIGUAR

Extremoz(Emater) 37,9
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 28,8
Natal 28,6
Pureza(Emater) 26,4
Pedra Grande(Emater) 19,0
São Gonçalo do Amarante(Base Física Da Emparn) 0,3

A análise do comportamento climático para esta semana indica a possibilidade de chuvas mais intensas a partir de amanhã (09), devido a intensificação dos ventos em altos níveis da atmosfera sobre parte central da América do Sul associado com a formação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) sobre o Nordeste Brasileiro.  O chefe da unidade de meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot alerta que, “essas chuvas deverão atingir mais as Regiões Oeste e Central do RN e as temperaturas, tanto as máximas como as mínimas deverão se manter próximo das normais, variando na capital entre 24º C e 32º C. Para o interior nas regiões serranas, as mínimas poderão chegar a 22ºC e as máximas ultrapassar os 35 ºC”.

As chuvas que têm ocorrido desde a segunda-feira (30) em alguns municípios das regiões Oeste e Seridó do Rio Grande do Norte devem persistir durante a primeira semana de janeiro, segundo o serviço de meteorologia da Emparn. As precipitações ocorrem antes do início do inverno — oficialmente começa apenas em março no semiárido —, e têm influência da atuação do vórtice ciclônico e da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Os meteorologistas acreditam em maiores precipitações durante a época de chuva deste ano. Açudes como os de Barragem de Pau dos Ferros, Tourão em Patu e Dourados em Currais Novos estão secos. A expectativa é que as chuvas deste ano ultrapasse o volume morto destes reservatórios que servem à região.

A atuação conjunta desses dois fenômenos é responsável pelas fortes chuvas em algumas regiões dos estados vizinhos — Ceará, Maranhão, Piauí, oeste de Pernambuco e Paraíba, e boa parte do semiárido do Rio Grande do Norte. As temperaturas acima do normal, no Oceano Atlântico, é outro fator, com liberação de mais umidade para “alimentar” o vórtice ciclônico.

“O normal é que um vórtice ciclônico atue por três ou quatro dias, dependendo das condições atmosféricas e, às vezes nessa época do ano, pode ter interação com a Zona de Convergência, o que está previsto para os próximos dias. Isso é que deve proporcionar a permanência dessas chuvas para o interior do Estado e também no litoral”, afirma o gerente de meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

01
jan

Continuam…

Postado às 23:15 Hs

Chuvas devem continuar na primeira semana de janeiro, diz Emparn

As chuvas que têm ocorrido desde a segunda-feira (30) em alguns municípios das regiões Oeste e Seridó do Rio Grande do Norte devem persistir durante a primeira semana de janeiro, segundo o serviço de meteorologia da Emparn. As precipitações ocorrem antes do início do inverno — oficialmente começa apenas em março no semiárido —, e têm influência da atuação do vórtice ciclônico e da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

A atuação conjunta desses dois fenômenos é responsável pelas fortes chuvas em algumas regiões dos estados vizinhos — Ceará, Maranhão, Piauí, oeste de Pernambuco e Paraíba, e boa parte do semiárido do Rio Grande do Norte. As temperaturas acima do normal, no Oceano Atlântico, é outro fator, com liberação de mais umidade para “alimentar” o vórtice ciclônico

Aguardemos…

O inverno no semiárido potiguar só começa, oficialmente, em março próximo. Contudo, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), as chuvas que caem desde à véspera de fim de ano no Interior do Estado deverão continuar nesta primeira semana de 2020, devido à influência do vórtice ciclônico e da zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Confira os primeiros registros de chuvas na região do Alto Oeste potiguar durante a passagem de ano:

Alexandria – 100 mm

José da Penha – 70 mm

Viçosa – 55 mm

Riacho da Cruz – 50 mm

Encanto – 27 mm

Luis Gomes – 120 mm

Marcelino Vieira – 45 mm

Severiano Melo – 120 mm

Portalegre – 150 mm

Parelhas (zona rural) – 50 mm

Rodolfo Fernandes – 60 mm

Taboleiro Grande – 60 mm

Mossoró, Tibau e Areia Branca também tiveram boas chuvas na noite e madrugada de hoje. O ano de 2020 começou trazendo muita alegria aos sertanejos.

Grandes áreas de instabilidade se formaram sobre o Nordeste do Brasil por causa da intensificação da ZCIT e da influência da circulação dos ventos de um VCAN. Nuvens muito carregadas cresceram em vários locais e provocaram chuva forte e volumosa.

Na tarde do dia 31 de dezembro de 2019, raios eram detectados até em áreas do sertão do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do Ceará, situação que não é comum no fim de dezembro, que ainda é época de predomínio de tempo seco por quase todo o Nordeste

As áreas de instabilidade da ZCIT e geradas pela circulação do VCAN vão ficar vários dias sobre o Nordeste do Brasil. Os primeiros dias de 2020 serão com tempo instável, com pancadas de chuva frequentes em todos os estados.

Para esta quarta-feira, 1 de janeiro, a previsão é de muitas nuvens e chuva no interior e no litoral de todos os estados. Há risco de raios e de chuva moderada a forte em todos estados.

A partir da quinta-feira, 2 de janeiro, e até o domingo, 5, as áreas de instabilidade enfraquecem sobre o leste do Nordeste fazendo com que o sol e o tempo seco voltem a predominar gradualmente sobre Sergipe, Alagoas, o centro-leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte.

Os estados da Bahia e do Maranhão receberam grandes volumes de chuva entre os dias 30 e 31 de dezembro de 2019, superando 70 mm em 24 horas em algumas localidades.  Conde, na Bahia, teve o maior volume de chuva no Brasil entre estes dias, segundo o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia

Entre aproximadamente 15 horas do dia 30 e 15 horas do dia 31 de dezembro de 2019, medições do CEMADEN – Centro Nacional de Monitoramento e Desastres Naturais – indicaram mais de 100 mm acumulados em locais da Bahia e do Maranho.

30
dez

Previsão

Postado às 20:44 Hs

A previsão do tempo para esta terça-feira (31) indica possibilidade de chuvas para este révellion. Segundo o site Climatempo, a variação da temperatura máxima chega a 31ºC em Natal e 37ºC em Mossoró, no Oeste potiguar, nesta terça.

O site informou que a manhã do último dia do ano em Natal deve ser de sol. À tarde e à noite, no entanto, há 90% de chance pancadas de chuva que podem chegar a 8 mm. A temperatura mais alta é esperada para às 12h. A umidade do ar varia entre 54% e 71%. O sol deve nascer às 5h10 e se pôr às 17h37 no último dia de 2019 na capital potiguar.

Em Mossoró, no Oeste potiguar, o tempo previsto é de sol com aumento de nuvens durante a manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite. A amplitude térmica será maior: a mínima prevista é de 23ºC e a máxima 37ºC, que será atingida por volta do meio-dia.

De acordo com o Climatempo, há 80% de possibilidade de chuva no último dia do ano na cidade. A umidade do ar varia entre 47% e 93%. O sol nasce às 5h19 e se põe às 17h44.

Ainda segundo o Climatempo, as possibilidades de chuva aumentam devido à influência de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que pode provocar pancadas de chuva em toda a região Nordeste.

 

24
dez

Previsão de chuvas : Hoje e amanhã

Postado às 10:04 Hs

No Rio Grande do Norte, a véspera e o dia de Natal podem ser de pancadas de chuvas no litoral e no interior, de acordo com o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Gilmar Bristot.

Segundo ele, um sistema de Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN) atua sobre nuvens da região Nordeste. O sistema é o responsável por provocar pancadas de chuva em qualquer área dessa porção do país. As chuvas podem ocorrer na terça-feira, 24, e também na quarta-feira, 25.

Segundo o Clima Tempo, as temperaturas máximas para os próximos dias em Natal devem ficar em torno dos 31°C. À exceção, até o final do ano, é a previsão para a próxima sexta-feira, 27, quando os termômetros deverão marcar 32°C.

Nesta terça-feira, 24, ainda de acordo com o serviço de meteorologia, a possibilidade de chover na capital fica em torno de 60%. O volume de chuvas previsto é de 10 mm. Para o dia 25, a chance de chover é a mesma desta terça-feira. No entanto, o volume esperado é menor, 8mm

O verão na região Nordeste começa no próximo domingo (22), 22, a 01h19 minutos, precisamente. A análise do comportamento climático desta estação 2019/2020, segundo o chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot, é de temperaturas mais altas e o início na ocorrência das chuvas (pré-estação chuvosa nos meses de janeiro e fevereiro).

Na capital potiguar as temperaturas mínimas devem variar entre 24ºC a 26ºC e as máximas entre 32ºC a 33ºC. No interior, dependendo da região, nas áreas de serra, por exemplo, as temperaturas mínimas devem ficar entre 20ºC a 23ºC, e as máximas entre 35ºC a 38ºC. Para as demais regiões, os termômetros devem registrar mínimas entre 24ºC a 26ºC e máximas acima dos 36ºC.

Bristot destaca que a análise das condições oceânicas/atmosféricas mostra que o Verão não será influenciado por nenhum fenômeno de escala global, como, por exemplo, EL NIÑO ou LA NIÑA. “A circulação dos ventos sobre a região Nordeste será normal. A única anomalia observada nas últimas semanas está relacionada com as águas superficiais do Oceano Atlântico, na faixa equatorial, onde os valores estão acima do normal. Ou seja, as águas estão mais quentes e como consequências, além da umidade maior ao longo da faixa litorânea leste (Grande Natal), que poderá aumentar a sensação térmica, pode também, com a presença de sistemas de instabilidades, ocasionarem pancadas de chuvas com intensidades moderada a forte, tanto no interior como na capital”.

Está prevista a ocorrência de chuvas durante o verão, causadas por sistemas meteorológicos transientes (Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCAS) e restos de Frentes Frias. Lembra Bristot que, “como são sistemas de baixa previsibilidade climática (longo prazo), fica difícil de informar quando, como e onde essas chuvas irão ocorrer durantes os meses de janeiro e fevereiro”. Pela climatologia, temos a seguinte distribuição na ocorrência de chuvas durante o verão 2019/2020. Oeste: 314,3mm; Central: 247,5mm; Agreste: 188,6mm; Leste: 254,3

O verão começa no próximo domingo (22). A análise do comportamento climático desta estação 2019/2020, segundo o chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot é de temperaturas mais altas e o início na ocorrência das chuvas (pré-estação chuvosa nos meses de janeiro e fevereiro).

Na capital potiguar as temperaturas mínimas devem variar entre 24ºC a 26ºC e as máximas entre 32ºC a 33ºC. No interior, dependendo da região, nas áreas de serra, por exemplo, as temperaturas mínimas devem ficar entre 20ºC a 23ºC, e as máximas entre 35ºC a 38ºC. Para as demais regiões, os termômetros devem registrar mínimas entre 24ºC a 26ºC e máximas acima dos 36ºC.

De janeiro a março de 2020, o Rio Grande do Norte deverá registrar ocorrência de chuvas dentro da média histórica. A previsão foi discutida durante encontro climático com meteorologistas do Nordeste realizado semana passada em Campina Grande/PB, onde os especialistas fizeram a primeira previsão climática para 2020 para a região.

As condições oceânicas e atmosféricas indicam uma configuração de neutralidade com relação ao fenômeno El Niño, na região equatorial do Oceano Pacífico. Para o RN, de janeiro a março de 2020, o chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN), Gilmar Bristot, que participou da reunião, explica que a atual configuração oceânico-atmosférica global, bem como os modelos de previsão climática, dinâmicos e estatísticos, “indicam a tendência das chuvas ocorrerem dentro da média histórica na região semiárida potiguar, incluindo aí as regiões Oeste, Seridó, Central e Agreste do estado”.

Em termos numéricos, estima-se que os totais pluviométricos acumulados no período de janeiro a março deverão oscilar próximo à média histórica, de acordo com a seguinte descrição: no Oeste, 390,7 milímetros (mm); Região Central, 307,0mm; Agreste, 234,8mm e Leste 319,0mm.

Segundo Bristot, nos meses de janeiro e fevereiro é normal ocorrer maior variabilidade temporal e especial das chuvas, com prováveis eventos significativos como chuvas fortes em determinadas áreas, devido aos tipos de sistemas meteorológicos atuantes, como por exemplo os Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis (VCAN), sobre o Nordeste do Brasil. Sendo assim, adianta Bristot, “é de fundamental importância o contínuo monitoramento das condições oceânicas e atmosféricas globais e o acompanhamento das previsões do diária e semanais”.

17
dez

Informes

Postado às 22:47 Hs

Com o objetivo de garantir maior segurança nos voos e entender melhor como os fenômenos meteorológicos podem influenciar a pilotagem de aeronaves, um grupo de estudantes do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET) da UFRN está trabalhando na análise de desastres aéreos com causas atmosféricas. A equipe, formada por alunos do curso de Meteorologia e de CeT, é coordenada pelo professor David Mendes, do Departamento de Ciências Atmosféricas e Climáticas da UFRN.   “33% dos acidentes aéreos têm alguma causa meteorológica. Essa é a única causa de acidentes que o ser humano não consegue mudar, ou seja, ele não tem interferência sobre isso”, explica o professor David. Nesse cenário, entender melhor a relação entre condições atmosféricas e a aviação pode ajudar a evitar desastres e a salvar vidas.
27
nov

2020: RN terá verão mais quente

Postado às 8:59 Hs

Com temperaturas máximas até três graus Celsius acima da média para o mês de outubro, os norte-rio-grandenses devem enfrentar um verão mais quente do que em 2018, apesar da expectativa de chuvas dentro da média para o período. De acordo com o professor Cristiano Prestrelo, do departamento de meteorologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o aumento na média das temperaturas máximas é uma tendência que vem sendo observada em todo Nordeste. “Temos observado essas variações não apenas em termos de ano, como mês a mês. Ter anos subsequentes cada vez mais quentes em relação a médias climatológicas anteriores vem sendo uma constante”, explica o professor, especialista em variabilidade climática.
jan 21
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