14
jan

Registros

Postado às 17:11 Hs

Ao longo de 2018, o Rio Grande do Norte registrou média de 766,3 milímetros de chuvas – o que é 7% abaixo do volume esperado para o período de um ano no estado – 847,4 milímetros. Ainda assim, a situação foi bem melhor que os últimos sete anos, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14) pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn).

O boletim pluviométrico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte registrou chuvas em 61 municípios do Estado neste fim de semana. Na região Oeste, foram registradas as maiorias pancadas de chuvas:  Campo Grande(76,2mm) e Jucurutu(54,5mm).

Na capital potiguar, pancadas de chuvas foram registradas no fim da manhã desta segunda-feira(14) e início de tarde.

Segundo a Emparn, em vinte e cinco municípios, já choveu o volume esperado para todo o mês de janeiro. Veja algumas cidades fora Campo Grande e Jucurutu, que mais registraram chuvas no período de 11 a 14 de janeiro.

Touros (86 mm)

Major Sales (54,5mm)

São Rafael(44mm)

Martins (40 mm)

Apodi (34,3mm)

Tenente Ananias (31,5mm)

Dr. Severiano (27,1mm)

Itaú (18mm)

Pau dos Ferros (17mm)

Serrinha dos Pintos (16mm)

Caraúbas (13,5mm)

Ipanguaçu (12,1mm)

No fim de semana ocorreram chuvas em outros  municípios : Currais Novos, Mossoró,Baraúna, Tibau, Grossos e Felipe Guerra.

14
jan

Esperanças

Postado às 12:06 Hs

Balanço da EMPARN mostra que 2018 foi o mais chuvoso dos últimos 7 anos; janeiro tem previsão de mais chuvas no Estado.


Na análise da chuva acumulada no ano de 2018, quando comparada com a média climatológica anual, que é de 847,4 milímetros, é observado um desvio percentual negativo de -7,0 %, isto é, choveu um pouco abaixo da média esperada. Mesmo assim a situação é bem melhor que os últimos anos, comparando com o balanço anual de chuvas em 2017 quando a média registrada foi de 630,5 milímetros, choveu -27,4% abaixo da média anual para o Estado que é de 847,4mm. O ano termina confirmando que depois de 6 anos consecutivos de seca severa, a situação começou a mudar, já no primeiro semestre de 2018, que compreende o período chuvoso no semiárido potiguar (fevereiro a maio), os dados divulgados pela Emparn mostrou que o volume registrado 734,6mm, ficou bem próximo do que costuma chover, quando a média é de 758mm, choveu apenas 2,2% abaixo da média para o período.

Em 2018, o Litoral, foi a região onde o choveu menos, comparando com a média que costuma chover durante todo o ano. Como mostra o quadro abaixo, a média anual no Litoral Leste é de 1246,3 milímetros e choveu 1060,0 mm (-14,9%).

Previsão para janeiro de 2019 é de chuva.

O ano de 2019 começou com a presença do Fenômeno EL NIÑO fraco a moderado no Oceano Pacífico, e com tendência de apresentar uma diminuição na sua intensidade nos próximos meses. Esse comportamento, El Niño Fraco, é favorável a ocorrência de chuvas na região Nordeste do Brasil para o período de fevereiro a maio de 2019. No caso do restante do mês de janeiro e fevereiro, as previsões indicam que as chuvas deverão continuar com grande variabilidade temporal e espacial, uma vez que o sistema meteorológico que atua nessa época do ano, o Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), apresenta esse comportamento, além de ser de baixa previsibilidade.

Além disso a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principal sistema meteorológico que provoca chuva no sertão nordestino, já está atuando em conjunto com o Vórtice Ciclônico. Esse ano Zona de Convergência Intertropical, começou a atuar com antecedência, já que normalmente começa a atuar, provocando boas chuvas, a partir do segundo semestre de fevereiro.

Dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) apontam que a chuva deve continuar em todas as regiões do estado. Um monitoramento da Empresa apontou que ontem choveu em todo o RN, com mais intensidade nas regiões Oeste, em que o município de Riacho de Santana teve 62 mm e Central, onde Caicó registrou 50 mm. As chuvas são geradas por um Vórtice Ciclônico, sistema meteorológico que vem atuando há alguns dias
07
jan

Previsões

Postado às 13:19 Hs

A incerteza sobre a previsão de chuvas para o primeiro semestre no semiárido nordestino ainda permanece por parte dos meteorologistas. Ainda não existe data prevista para encontro dos meteorologistas sobre as primeiras previsões para este ano que se inicia. Mesmo com o otimismo pelo meteorologista Luiz Carlos Molion, aposentado pela Universidade Federal de Alagoas (UFA), ao afirmar que, de acordo com o método de previsão por similaridade, 2019 será um ano de inverno favorável na Paraíba e Rio Grande do Norte, outros meteorologistas do Nordeste se mostram cautelosos sobre o assunto.

E para o verão que está chegando, a tendência é que as temperaturas fiquem um pouco acima do normal, pois a estação se inicia sob os efeitos do Fenômeno El NiÑO (águas mais aquecidas no Oceano Pacífico Equatorial). Essa condição presente, causa a formação de uma massa de ar quente sobre a região Nordeste, diminuído a circulação dos ventos e impedindo a formação de chuvas. Outra condição que irá contribuir para uma sensação térmica de mais calor, é uma maior concentração de umidade ao longo da faixa litorânea do Nordeste, uma vez que as águas superficiais do Oceano Atlântico estão e devem permanecer mais aquecidas nos próximos meses, liberando mais umidade para atmosfera e como os ventos deverão estar mais fracos, essa umidade permanecerá sobre a região contribuindo para o aumento da sensação térmica.

No interior, quente por natureza do clima semiárido as condições não deverão apresentar mudanças significativas nas temperaturas máximas e mínimas, devendo ter um comportamento próximo da normalidade, muito quente durante o dia e condições mais amenas durante a noite.

Previsão Climática para os próximos meses

Nos meses que compõem o verão (dezembro, janeiro e fevereiro), ocorrem as chuvas da pré-estação chuvosa, que derivam da presença de sistemas meteorológicos transientes (frentes frias e vórtices ciclônicos de ar superior). Esses sistemas são de difícil previsibilidade e dificulta estabelecer um comportamento para a chuva nesse período, mas normalmente em Natal temos valores médios de 15,5mm para dezembro, o mês nem acabou e já choveu 66 milímetros; 35,6mm para janeiro e 90,0mm para fevereiro. No interior as chuvas médias para esse período os valores variam muito de acordo com a região, por influência do relevo. Normalmente os valores de chuva apresenta valores baixos em dezembro (variando de 10mm a 15mm), média já ultrapassada em muitos municípios potiguares neste dezembro de 2018.

Para janeiro os valores variam entre 20,0mm a 70mm, aumentando um pouco em fevereiro para valores médios variando entre 50mm a 110mm. Para a estação que se inicia agora, segundo Gilmar Bristot, é esperado que tenhamos ocorrência de chuvas próximo da normalidade, não descartando a ocorrência de veranicos (períodos superiores a 10 dias sem chuva), e ocorrência de chuvas intensas ocasionas por vórtices ciclônicos de ar superior, comuns de atuarem nessa época.

21
dez

Chegou o verão…

Postado às 12:46 Hs

O verão no Hemisfério Sul começa oficialmente às 20h22 de hoje (21) e vai até 20 de março de 2019. O período, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), se caracteriza pela elevação da temperatura e dias mais longos que as noites, além de mudanças rápidas nas condições de tempo, como chuva forte, queda de granizo, vento com intensidade variando de moderada a forte e descargas elétricas.

Nessa estação, segundo o Inmet, a chuva é frequente em praticamente todo o país, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste. Os maiores volumes de precipitação são esperados para o sudeste do Amazonas e o norte de Mato Grosso, entre os meses de dezembro e fevereiro.

Os dias de intenso de calor darão uma breve aliviada nesta semana com a formação de nuvens chuvosas, baixando a temperatura e diminuindo a sensação de fritura embaixo do sol. É o que destaca Gilmar Bistrot, do setor de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). “As águas estão mais quentes, fazendo com que a umidade chegue a 85%. Nesta semana, as chuvas começam a cair em Natal”, disse Bistrot.

De acordo com o meteorologista, quando os ventos ficam mais fracos a umidade retém o calor – justamente o que está acontecendo agora. O excesso de umidade faz com que o corpo fique com a pele pegajosa e os ventos fracos fazem com que a sensação térmica aumente em cerca de três graus. “Hoje, estamos com uma temperatura média de 32 graus, embora o calor seja de 35 graus. A partir desta semana a temperatura ficará mais amena com a chegada das chuvas, que não serão fortes, mas cairão em horários distintos, refrescando os dias”, explicou.

Gimar Bistrot disse, ainda, que as temperaturas mínimas – normalmente em 25 graus – estão muito altas, fazendo com que as noites sejam mais difíceis de dormir e antes das 9h da manhã os termômetros já marquem 27 graus.

Bistrot ressaltou que essa umidade começará a ir embora, fazendo com que a velocidade do vento aumente e traga as chuvas. Contudo, ele deixou claro que a partir do dia 21 – com a chegada oficial do verão – as máximas vão subir e chegarão aos 33 graus. Serão as consequências do fenômeno El Niño – o aquecimento das águas do pacífico, com mais ênfase da costa do Peru e cuja secura desemboca na região Nordeste, ou seja, uma massa de ar quente com alta pressão. O verão também terá chuvas em janeiro, mas o sol escaldante vai predominar.

08
dez

Bem acima do normal

Postado às 18:29 Hs

Volume de chuva das últimas 48h é maior que média de dezembro. Nesses últimos dias está sendo observada a ocorrência de chuvas de forma isoladas nas diversas regiões do Estado, resultado da atuação do sistema meteorológico transiente, típico para a época, conhecido como Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCAS). Esse sistema, teve origem com a presença de uma frente fria sobre o sul da região Nordeste, forçando o ar a ter uma configuração ciclônica, o que causa instabilidades na borda esquerda do sistema, favorecendo a ocorrência de chuvas.
27
nov

Lá em cima

Postado às 12:16 Hs

Chuvas e altas temperaturas devem continuar nos próximos dias, diz Emparn.

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) divulgou balanço informando que, nos últimos dias, tem ocorrido sobre o estado potiguar pancadas de chuvas decorrentes de instabilidades ocasionadas pela presença de um sistema frontal (Frente Fria), sobre o estado da Bahia.

De acordo com Emparn, esse sistema meteorológico deverá manter seu deslocamento em direção à faixa equatorial, bem como as condições de chuvas para o final de novembro e início de dezembro em todas as regiões potiguares.

Com relação às temperaturas, como o início da estação do verão está se aproximando (21 de dezembro), elas deverão apresentar valores ligeiramente acima do normal, com máximas variando entre 31 a 32ºC no início da estação para a Grande Natal.

Devido à aproximação da capital à região oceânica, com umidade do ar acima de 75%, a sensação térmica será de mais calor, e esse valor poderá chegar a 3oºC. Segundo a Emparn, ainda não é possível determinar como será o comportamento das chuvas para o período chuvoso de 2019 (fevereiro a maio), pois as variáveis atmosféricas e oceânicas ainda não determinaram seu comportamento.

24
nov

Registros

Postado às 20:34 Hs

Choveu ontem (23) no interior do Rio Grande do Norte. Essas chuvas são consideradas por especialistas atípicas para o período. Mas, pode ser um ensaio. As ocorrências foram registradas nas regiões do Vale do Assu e no Médio Oeste.

Confira os registros

São Rafael: 30,6 mm
Campo Grande: 26,8 mm
Major Sales: 11 mm
José da Penha: 9,8 mm
Caraúbas: 2,8 mm
Itajá: 1,0 mm

Ocorreram precipitações também em Carnáuba dos Dantas, Angicos e Martins sem confirmação da quantidade exata.

As expectativas para 2019 são das melhores…aguardemos mais !

21
nov

2019…Ano bom

Postado às 19:44 Hs

Meteorologista prevê que 2019 será um ano de boas chuvas para a PB e RN

Com quase meio século de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista Luiz Carlos Molion, aposentado pela Universidade Federal de Alagoas, afirma que, de acordo com o método de previsão por similaridade, 2019 será um ano de inverno favorável na Paraíba, embora o Sertão do Estado ainda possa sofrer com uma redução nas precipitações, de 15 a 20% abaixo da média histórica.

“Tenho notado que as frentes frias estão chegando até a região equatorial e, nessas circunstâncias, há tendências de se ter na Paraíba e no Rio Grande do Norte chuvas na média ou até acima do normal. Eu diria que 2019 não deve ser um ano muito crítico, nada parecido com o que já passamos em 2015, 2016 e 2017, que foi o período mais seco dos últimos 20 anos”, afirma Molion.

O meteorologista prevê ainda que 2020 seja o ano de “salvação da lavoura”, pois embora 2018 e 2019 sejam anos chuvosos, a seca que perdurou por mais de seis anos deixou resquícios na maior parte dos reservatórios do Estado.

O Ministério da Integração Nacional, por meio de Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, reconheceu, em decorrência da seca, a situação de emergência em 147 municípios do Rio Grande do Norte – o que representa 88% dos municípios potiguares. No estado, faz 7 anos que as chuvas estão abaixo da média histórica.
O reconhecimento foi formalizado por meio de portaria publicada na edição desta quarta-feira (17) do Diário Oficial da União.

As inscrições para o Jovem Aprendiz dos Correios 2018 foram reabertas nesta quinta-feira (21) e o prazo final agora é 28 de junho. O programa oferecerá aos jovens formação de Assistente Administrativo e Assistente de Logística, com oferta de 4.983 vagas em todo o país. Ainda haverá formação de cadastro reserva.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter entre 14 e 22 anos completos, exceto se pessoa com deficiência, que não tem limite de idade e estar matriculado na escola e cursando, no mínimo, o 9º ano do ensino fundamental.

A seleção será simplificada, realizada por meio de comprovação de requisitos referentes a renda familiar, aprovação escolar, série atual e participação em projetos sociais, a partir de pontuação detalhada no edital.

O Rio Grande do Norte registra um mês de abril dos mais chuvosos da década, de acordo com a análise pluviométrica da Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), em abril deste ano a média de chuva no Estado foi de 208 milímetros, 45,5% acima da média para o mês que é de 143mm.

Nas regiões Central e Oeste, essa média foi ainda maior. Na região Central a média para o mês de abril é de 127mm, este ano choveu 224,7mm, 76,1% acima da média. Já na região Oeste, a média esperada para abril é de 165,5mm, em 2018 choveu 266,7mm, 61,2% acima da média.

Acumulado Anual (janeiro a abril de 2018)

Na análise da chuva acumulada no ano de 2018, até o mês de abril, quando comparada como valor climatológico para o período de janeiro a abril, apresenta um desvio positivo climatológico de 33,5%, ou seja, choveu 33,5% acima da média esperada, conforme as previsões divulgadas pelo Núcleo de Meteorologia do Nordeste, em fevereiro deste ano.

Previsão para maio de 2018

De acordo com o setor de meteorologia da EMPARN, maio deverá ter chuvas acima da média, que é de 84mm para o mês inteiro. Segundo o meteorologista Gilmar Bristot, as condições oceânicas e atmosféricas continuam favoráveis a ocorrência de um bom volume de chuva, mesmo o mês tendo começado com um bloqueio, mas que não deve ser tão intenso como o que ocorreu em março, quando ficou 2 semanas sem chuva no Estado.

No primeiro dia de maio já houve registro de boas chuvas na região Oeste potiguar. Desde a manhã de segunda-feira (30), até a manhã de hoje, 02 de maio, a Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registrou chuvas em 84 postos pluviométricos monitorados diariamente, em todas as regiões do Estado.

O acumulado de chuvas mais significativo ocorreu em Portalegre, com 74,1 milímetros (mm); Messias Targino, 68,5mm; Frutuoso Gomes, 64,0mm; Lucrecia, 58,0mm, entre outros municípios da mesorregião Oeste. O boletim completo está disponível em nossa página: www.emparn.rn.gov.br

24
abr

Abril molhado

Postado às 21:03 Hs

Reservatórios continuam aumentando volume de água
Os números do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN) mostram que além da situação da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, que se encontra com volume de 643,21 milhões de metros cúbicos, que correspondem a 26,8% do volume total, que é de 2,4 bilhões de metros cúbicos, outros reservatórios importantes estão aumentando suas reservas.
A Barragem de Santa Cruz do Apodi está com volume atual de 167.271.860 de metros cúbicos, que correspondem a 27,89% do volume total do reservatório, que possui capacidade para 599.712.000 de metros cúbicos.
Já a barragem de Umari, em Upanema, está com volume atual de 113.692.325 de metros cúbicos, correspondentes a 38,83% do volume do manancial, que possui capacidade para 292.813.650 de metros cúbicos.
Ainda de acordo com o Igarn, oito reservatórios continuam com volume morto; quatro estão secos e sete reservatórios estão cheios.
O último que sangrou foi o reservatório Brejo em Olho D’água do Borges, que possui volume total de 6.450.554 de metros cúbicos.
Os outros cheios são: Apanha-Peixe, em Caraúbas; Santo Antônio de Caraúbas, em Caraúbas; Encanto, no município de Encanto; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; Beldroega, em Paraú; e Pataxó, em Ipanguaçu.

As chuvas estão mantendo a regularidade, principalmente no sertão potiguar, após seis anos consecutivos de seca. No fim de semana, da manhã de sexta-feira até a manhã de hoje (23), a Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) registrou precipitações em 105 pluviômetros acompanhados diariamente pela equipe da meteorologia, nas mesorregiões do Estado, com destaque para o Oeste.

Choveu mais forte em Carnaubais 89,4 milímetros (mm); Caraúbas,72,5mm; Alto do Rodrigues – DIBA, 65,0 (mm); Campo Grande, 64,2mm; Paraú, 60,6mm.

Na mesorregião Central choveu em Caicó, 66,8mm e São João do Sabugi, 60mm. No Agreste e Leste as chuvas mais fortes ocorreram em Bento Fernandes, 35mm e Georgino Avelino, 22,9mm, respectivamente.

Previsão

A zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua atuando sobre a região Nordeste. O que é bom, principalmente para a o sertão nordestino, porque a ZCIT é o principal sistema que provoca boas chuvas nesta época do ano na região Nordeste. A previsão para as próximas 24 horas é de céu parcialmente nublado e chuva em todas as regiões do Estado. No site da EMPARN, estão disponíveis o Boletim Chuvas e a previsão .www.emparn.rn.gov.br

Boa notícia para o estado: tem chovido acima do esperado no Rio Grande do Norte. A Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) elaborou um relatório com as informações pluviométricas no estado, desde 1º de janeiro de 2018 até ontem (18).

O levantamento revelou que o acumulado ficou 22,3% acima da média, apesar do veranico (período sem chuva) prolongado de março. A média utilizada para o estudo, segundo o chefe da unidade, Gilmar Bristot, refere-se aos dados coletados, no período de 2003 a 2016, dos postos pluviométricos com mais de 30 anos acompanhados pela Emparn.

A pesquisa foi realizada mês a mês e por mesorregião do Estado, em fevereiro, na sede da Emparn, no bairro do Jiqui, em Parnamirim. O estudo confirma as previsões dos meteorologistas do Nordeste e de várias instituições e órgãos nacionais: as chuvas estão acima da média em várias regiões do Rio Grande do Norte e do Nordeste, principalmente no semiárido, que atravessava seis anos consecutivos de estiagem.

O retorno das chuvas ao interior do Estado continua propiciando melhora das reservas hídricas potiguares. O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta segunda-feira (9), indica a saída de alguns reservatórios do chamado volume morto e também uma redução dos mananciais secos. Dos 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Igarn, atualmente, 15 estão em volume morto, em termos percentuais 31,91% dos mananciais monitorados. Em termos comparativos, no último relatório, divulgado no dia 2 de abril, os reservatórios em volume morto eram 19, o que representava 40,42% do total de mananciais monitorados. Já os reservatórios que ainda se encontram secos são 6, em termos percentuais, 12,76%. No dia 2 de abril, 11 reservatórios ainda estavam sem águas, o que representava 23,40% dos açudes potiguares monitorados. Os açudes, Flechas, em José da Penha; Lucrécia, no município de Lucrécia; Brejo, em Olho d’Água dos Borges; Santa Cruz do Trairi e Inharé, ambos em Santa Cruz; foram os açudes que estavam secos e receberam recarga.
jan 16
quarta-feira
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