23
jan

Um bom inverno

Postado às 10:20 Hs

Permanência do La Niña no Oceano pode garantir bom inverno no semiárido Potiguar

A previsão de permanência do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico pelo menos até meados de 2018, associado com a melhora nas condições da temperatura superficial das águas do Oceano Atlântico sul, indicam uma tendência de chuvas de normal a acima do normal para o período chuvoso no semiárido potiguar, que vai de fevereiro a abril de 2018, nesse período chove em média de 500mm a 600mm, principalmente nas regiões Oeste e Central.

Análise das condições climáticas atuais e previsão de chuva para fevereiro, março e abril de 2018 no RN

O Mês de dezembro de 2017 apresentou uma característica pluviométrica inerente ao clima semiárido, que é alta variabilidade temporal e principalmente espacial na ocorrência das chuvas. Em algumas regiões ocorrendo chuvas e outras, sem chuvas. Esse comportamento resulta da atuação de sistemas meteorológicos transientes de difícil previsibilidade como é o caso dos Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VCANS) e Frentes Frias, comuns atuar sobre a região nesta época do ano.

Todos nós na expectativa… Aguardemos !

22
jan

Boas chuvas…

Postado às 19:00 Hs

Meteorologistas apontam chuvas acima da média para o semiárido potiguar

A previsão de permanência do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, associado com a melhora nas condições da temperatura superficial das águas do Oceano Atlântico sul, indicam uma tendência de chuvas de normal a acima do normal para o período chuvoso no semiárido potiguar, que vai de fevereiro a abril de 2018. Nesta época chove em média de 500mm a 600mm, principalmente nas regiões Oeste e Central.

A conclusão foi divulgada durante a realização em Fortaleza/ CE do XX Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Essa informação é de extrema importância não só para o seguimento agropecuário, mas para toda economia do Rio Grande do Norte, já que 93% do território potiguar está no semiárido. Os potiguares têm enfrentado uma seca severa que resultou nos esvaziamento de reservatórios importantes para o abastecimento da população.

O fim de semana foi de chuva em pelo menos 96 municípios do Rio Grande do Norte, a maior parte deles na região Oeste – uma das que mais sofre com a seca. A estiagem, que já dura seis anos consecutivos, é considerada a mais severa de todos os tempos no estado.

Em Ipanguaçu, onde mais choveu, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou 117,5 milímetros. Em Assu, na mesma região, as chuvas também passaram dos 100 milímetros. Lá, houve enxurrada e parte do calçamento de uma rua foi levada pela força das águas.

O Rio Grande do Norte deverá receber chuvas com maior distribuição temporal e espacial a partir desta sexta (19) até a quarta-feira (24), atingindo várias regiões do Estado de uma só vez. A informação é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn). De acordo com a previsão, o interior deverá ter chuvas mais intensas, enquanto no litoral as precipitações devem acontecer de forma espaçada e durante a madrugada e manhã.

Segundo Gilmar Bristot, chefe de meteorologia da Emparn, o fato se deve à dissipação do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que estava incidindo na região sem permitir a formação de nuvens de chuva. “A partir de quinta-feira o VCAN já deve começar a se dissipar, dando uma condição melhor para a formação das nuvens de chuva, permitindo que haja precipitações de maior intensidade e abrangendo mais áreas”, disse.

Com a previsão de chuvas, a esperança é que o cenário de seca se altere. “Para encher os nossos reservatórios, as chuvas previstas tem que cair no Alto Oeste e na Bacia Piranhas-Açu. Como agora, as precipitações devem ocorrer de forma mais distribuída espacialmente, é provável que a situação melhore um pouco”, afirmou Gilmar Bristot.

15
jan

Registro

Postado às 15:21 Hs

O fim de semana foi de chuva em pelo menos 30 municípios do Rio Grande do Norte, a maior parte deles na região Oeste – uma das que mais sofre com a seca. A estiagem, que já dura seis anos consecutivos, é considerada a mais severa de todos os tempos no estado.
De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), que registrou as chuvas entre as 7h da sexta-feira (12) e as 7h desta segunda (15), a maior precipitação foi em Umarizal, com 25 milímetros.
Também choveu em outras regiões do estado.

Confira a lista:

Região Oeste


Umarizal: 25mm
Assu: 17mm
Baraúna: 16,9mm
Viçosa: 15mm
Itaú: 13,9mm
Ipanguaçu: 9,4mm
Portalegre: 4,8mm
Frutuoso Gomes: 3mm
Janduís: 3mm
Carnaubais: 2,5mm
Alto do Rodrigues: 2,3mm
São Rafael: 1,7mm
São Francisco do Oeste 0,8mm
Região Central
São José do Seridó: 12mm
Caicó: 3,1mm
Cruzeta: 2,9mm
São Fernando: 1,2mm
Região Agreste

João Câmara: 11mm
Bento Fernandes: 4mm
Monte Alegre: 4mm
Bom Jesus: 3,4mm
Vera Cruz: 3,2mm
Nova Cruz: 2mm
Região Leste
Maxaranguape: 7,5mm
Extremoz: 6,6mm
Natal: 6,5mm
Ceará-Mirim: 6,4mm
Senador Georgino Avelino: 5,2mm
Goianinha: 3,5mm
Montanhas: 1,3mm
 
Seca histórica

Dos 167 municípios potiguares, 153 estão em estado de emergência por causa da seca. Atualmente, 16 cidades estão em situação de colapso no abastecimento d’água e outras 82 em sistema de rodízio.
As chuvas deste início de ano em quase todo o país podem trazer um alívio na conta de luz. Com os reservatórios mais cheios, o governo já começou a reduzir a geração de energia das termelétricas, que é bem mais cara. No Sudeste e no Centro-Oeste, onde estão as hidrelétricas mais importantes, os reservatórios tiveram o pior nível no mês de dezembro desde 2014. Graças às chuvas dos últimos dias, eles começam a se recuperar.
O período chuvoso de 2018 no Ceará deve ser longo e com precipitações acima da média, segundo prognóstico feito pelo “profeta da chuva” Josué Viana. Ele faz parte de um grupo de pessoas que fazem previsões com base em elementos da natureza. “Vai ser uma surpresa pra todo mundo, pois vamos ter um inverno inesperado e sair da seca depois de seis anos”, comentou. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) ainda não divulgou o prognóstico de chuva oficial de 2018. Para o profeta, o período chuvoso deste ano será como o de 2005, ano em que o estado registrou boas chuvas. Além disso, conforme Josué Viana, o Ceará terá as chuvas prolongadas, indo até o início de agosto. “Vamos ter um inverno com muita chuva, como há anos não vemos. Teremos um inverno indo até agosto, com chuvas fortes e até raios. Vai ser parecido com as experiências que aconteceram em 2005 e também em 2008. Nesses anos eu previ muita chuva e aconteceu”, afirmou.
11
jan

Registro de chuvas

Postado às 13:32 Hs

As chuvas chegaram em  quase todas as áreas do Estado. O município de Carnaubais foi o que registrou maior precipitação de chuva nas últimas horas. A precipitação foi de  111 mm

Confira os demais índices nos municípios:

Carnaubais (Emater) – 111,3mm
Tibau (Prefeitura) – 87,5mm
Alto do Rodrigues (Diba/Baixo Açu) – 59,5mm
Grossos – 48,5mm
Areia Branca (Emater) – 43mm
Assu(Particular) – 38mm
Assu (Emater/St. Casa Forte) – 37,3mm
Ipanguaçu (Emater) – 25,7mm
Mossoró (Prefeitura) – 17,8mm
Baraúna (Emater) – 16,3mm
Gov. Dix-sept Rosado (Particular) – 10,3mm
Itajá (Emater) – 9mm
São Rafael (Particular) – 6,4mm
Paraú (Prefeitura) – 5,7mm
Messias Targino (Prefeitura) – 4,6mm
São Rafael (Emater) – 2,8mm
Janduis (Emater) – 2mm
Rafael Godeiro (Emater) – 0,7mm
Upanema (Prefeitura) – 0,4mm
Apodi (Base Física Emparn) – 0,3mm
Ipanguaçu (Base Física da Emparn) – 0,3mm

Região Central

Pedra Preta (Emater) – 10mm
Angicos (Prefeitura) – 5,5mm
Santana do Matos (Emater) 5,5mm
Fernando Pedroza (Emater) – 2,3mm
São Fernando (Emater) – 2,1mm

Região Agreste

Monte Alegre (Emater) – 19mm
Santo Antonio (Emater) – 15,7mm
Vera Cruz (Emater) – 9,4mm
Serrinha (Emater) – 7,2mm
Bento Fernandes (Riacho dos Paus-part.) – 6mm
São Paulo do Potengi (Emater) – 6mm
Boa Saúde (Emater) – 5,9mm
Sitio Novo (Prefeitura) – 4,5mm
Bom Jesus (Particular) – 2,7mm
Ielmo Marinho (Prefeitura) – 2mm
Monte das Gameleiras (Emater) – 2mm
Tangará (Emater) – 2mm
São Tomé (Emater) – 1,6mm

Região Leste

Senador Georgino Avelino (Particular) – 49,3mm
Extremoz (Emater) – 36,1mm
Taipú (Particular) – 33,5mm
Ceara Mirim (Prefeitura) – 28,8mm
Natal – 25,2mm
Parnamirim (Base Física Da Emparn) – 17,3mm
São Gonçalo do Amarante (Base Física da Emparn) – 13,5mm
Montanhas (Prefeitura) – 12,7mm
Baia Formosa (Destilaria Vale Verde) – 12,3mm
Canguaretama (Emater/barra De Cunhau) – 11,1mm
Maxaranguape (Particular) – 4,5mm
Pureza (Emater) – 3,9mm

Em Mossoró as precipitações aconteceram no final da tarde, início da noite para a alegria de muitos.

08
jan

Registro

Postado às 17:17 Hs

Potiguares registram chuvas de granizo durante o primeiro fim de semana de 2018

O ano começou animador para a população do interior do Rio Grande do Norte, que enfrenta seis anos de estiagem. No primeiro final de semana do ano, houve registro de chuva em várias cidades do estado e, em alguns dos municípios, em pleno semiárido nordestino, gelo caiu do céu. A população de Itajá e de Triunfo Potiguar, ambos na região Oeste, registrou a chuva de granizo.

Nas redes sociais, também circulam vídeos da chuva em municípios como Campo Grande, Alto do Rodrigues, Angicos, São Rafael e Fernando Pedroza.

Segundo o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), Gilmar Bristot, a formação de granizo é rara na região equatorial. Porém, ela ocorre quando as nuvens ficam muito grandes, com alto nível de condensação e atingem grau zero. “As gotas caem em sentido vertical, ultrapassam o nível de congelamento, ganha peso e precipita”, explica. .

Ainda de acordo com ele, a formação de granizo não tem como ser prevista nem é registrada pelos aparelhos meteorológicos, porém argumenta que as redes sociais facilitaram o compartilhamento de vídeos e fotos desse tipo de chuva.

A Emparn registrou chuvas em 29 postos pluviométricos entre a manhã de sexta-feira (5) e desta segunda-feira (8). A maior precipitação foi em Campo Grande com 43,5 milímetros de chuvas.

O verão – que começa hoje (21) – promete ter um regime de chuva regular na maior parte do país, sem grandes extremos como secas ou enchentes.

A previsão é do meteorologista Luiz Cavalcanti, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Brasília. “A perspectiva é de muitas chuvas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e particularmente na Região Sul. É um período que, essencialmente, é muito chuvoso. Estamos com chuvas bem marcantes e a tendência é que o verão permaneça como está terminando a primavera, com muita chuva nessas regiões”, disse.

Segundo o meteorologista, o fenômeno conhecido como La Niña, quando ocorre o resfriamento das águas do Oceano Pacífico, este ano é predominante, mas com pouca intensidade, o que deve contribuir para garantir uma normalidade climática no Brasil. Inclusive, haverá chuva no semi-árido do Nordeste, que sofre com seca há cinco anos.

“O La Niña tem se manifestado, mas com intensidade fraca, e a tendência é que neste verão seja o fenômeno predominante. Em função do La Niña, a gente prevê chuvas no semi-árido já a partir de dezembro. Já temos bastante chuvas no sul do Maranhão e do Piauí. Nas partes oeste e norte da Bahia e em algumas regiões do Ceará, Pernambuco e Paraíba já ocorreram chuvas. Isto é prenúncio de que teremos uma estação diferente do que foi nos últimos cinco anos, que foi de muito seca”, afirmou Cavalcanti.

Agência Brasil

A Secretaria da Agricultura da Pecuária e da Pesca – SAPE, através da EMPARN, realizou nesta terça-feira (19), no auditório da Emater-RN, a apresentação com os prognósticos de chuvas para o ano de 2018. A apresentação foi realizada pelo servidor e meteorologista da Emparn Gilmar Bistrot, que apresentou e esclareceu sobre a influência de cada fator que contribui para a produção de chuvas sobre o semiárido nordestino e em particular sobre o Rio Grande do Norte. “Sendo mantidas essas condições existe uma forte tendência de que as chuvas em 2018 fiquem acima da média” concluiu Bistrot.

Os meses de dezembro, janeiro e fevereiro antecedem o período chuvoso principal no semiárido potiguar. É a chamada pré-estação chuvosa. Os especialistas consideram que é difícil prever o comportamento dos sistemas meteorológicos que costumam atuar durante essa época (vórtices ciclônicos de ar superior, frentes frias e linhas de instabilidade).

Porém a Emater aponta que a previsão para a segunda quinzena de dezembro é de chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com intensidade variando entre 10mm e 40mm. Em janeiro, a climatologia mostra um aumento de chuvas, principalmente nas regiões Oeste e Seridó, com valores que variam entre 20mm e 80mm. Para fevereiro, as chuvas apresentam acumulados maiores nas regiões Oeste, Vale do Assú e Seridó Ocidental, com valores acima de 100mm.

15
dez

Bom inverno

Postado às 20:21 Hs

Emparn vai divulgar análises semanais sobre o inverno, mas, perspectivas são boas.

Na terça-feira (19), Gilmar Bristot, Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, vai repassar para a imprensa e demais interessados no tema, os detalhes da análise sobre a quadra chuvosa para 2018. Será às 9h, no auditório da Emater – Centro Administrativo em Natal.

A Emparn já adiantou que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro antecedem o período chuvoso principal no semiárido potiguar. É a chamada pré-estação chuvosa. Os sistemas meteorológicos que costumam atuar durante essa época (vórtices ciclônicos de ar superior, frentes frias e linhas de instabilidade) são considerados de baixa previsibilidade. Por causa dessa dificuldade na previsão a longo prazo, as informações sobre ocorrência de chuvas serão analisadas semanalmente.

Nesta segunda quinzena de dezembro, a presença de instabilidades deve ocasionar chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com intensidade variando entre 10mm e 40mm. Em janeiro, a climatologia mostra um aumento de chuvas, principalmente nas regiões Oeste e Seridó, com valores que variam entre 20mm e 80mm. Para fevereiro, as chuvas apresentam acumulados maiores nas regiões Oeste, Vale do Assú e Seridó Ocidental, com valores acima de 100mm.

Para o período chuvoso de 2018, que deverá começar entre o fim de fevereiro e início de março, as primeiras análises mostram que existe uma forte tendência de chuvas próximas da normalidade climatológica, com índices variando entre 800mm e 1000mm, no total, dependendo da região.

05
dez

E as chuvas vem aí…

Postado às 16:20 Hs

Final de ano tende a ser chuvoso no Rio Grande do Norte, prevê Emparn. As previsões meteorológicas apontam que a segunda quinzena do mês de dezembro deverá ser chuvosa no Rio Grande do Norte. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), as boas chuvas que são aguardadas entre os estados da Bahia e do Piauí neste mesmo período podem amenizar a situação de seca intensa que vem sendo causada há anos pela estiagem em cidades da região Oeste, Seridó e Alto Oeste potiguar.
O Rio Grande do Norte experimenta tendência de fim da seca e chuvas acima da média em 2018. A previsão é do PhD em Meteorologia Luiz Carlos Molion, feita no II Fórum das Águas, realizado nesta quinta-feira (30), em Apodi. A estimativa do pesquisador, referência internacional em meteorologia, é que as chuvas no Estado sejam até 15% acima da média, no próximo ano. O prognóstico de Molion não segue modelos climáticos, ao contrário de previsões mais usuais. “São ineficientes e cenários fictícios”, argumenta. Sua conclusão, sustenta, é embasada em cenários de similaridade, obtidos em dados pluviométrios dos últimos cem anos, que indicam semelhança com 1998 a 2001. Naqueles anos, o Rio Grande do Norte também saiu de grave estiagem para boas chuvas.
28
nov

Bom presságio…chuvas

Postado às 12:49 Hs

O volume de chuvas aumentará em 2018, segundo os meteorologistas, o ciclo de seis anos seguidos de seca severa para o semiárido do Nordeste está encerrado e não deverá se repetir nos próximos dez anos. O prognóstico do meteorologista Gilmar Bistrot (Emparn) à reportagem da Tribuna do Norte é corroborado por Luiz Carlos Baldicero Molion, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas. As análises apontam para um inverno que varia de normal e acima da média em 2018, abrindo uma possível sequência de nove anos com baixa possibilidade de secas repetidas. Fenômeno La Niña deverá se manter até meados de 2018. O gerente de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Britot, analisando as condições meteorológicas, com as chuvas e o vento forte que estão ocorrendo em parte do Nordeste, prevê a permanência do fenômeno La Ninã, até meados de 2018. Nas análises das imagens dos satélites meteorológicos, destaca que “no monitoramento das Oscilações 30-60 dias (onda planetária que circula o planeta na faixa equatorial de oeste para leste causando instabilidades na fase positiva), mostra que possivelmente em meados de dezembro essa oscilação estará com sua fase positiva sobre o nordeste brasileiro e com isso aumentando as condições de ocorrência de chuvas mais significativas”.
O gerente de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Britot, analisando as condições meteorológicas, com as chuvas e o vento forte que estão ocorrendo em parte do Nordeste, prevê a permanência do fenômeno La Ninã, até meados de 2018. Nas análises das imagens dos satélites meteorológicos, destaca que “no monitoramento das Oscilações 30-60 dias (onda planetária que circula o planeta na faixa equatorial de oeste para leste causando instabilidades na fase positiva), mostra que possivelmente em meados de dezembro essa oscilação estará com sua fase positiva sobre o nordeste brasileiro e com isso aumentando as condições de ocorrência de chuvas mais significativas”. Acrescenta o meteorologista que a ocorrência de chuva no Nordeste no período de fevereiro a maio, depende de vários fatores, entre eles as condições dos oceanos Pacífico e Atlântico e a Atividade Solar. “Hoje, analisando as condições atuais temos o Oceano Pacífico, a previsão é de ser favorável em 2018.
30
maio

Instabilidade

Postado às 11:05 Hs

Emparn prevê chuvas para os próximos dias.

As instabilidades oceânicas, os ventos úmidos e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) vão provocar mais chuvas no Rio Grande do Norte nos próximos dias.

De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), as precipitações devem ocorrer com intensidade maior nas regiões Leste e Agreste até por volta da quinta-feira, 1º de junho.

Das 7h do dia 26 às 7h desta segunda-feira, dia 29 de maio, os pluviômetros monitorados pela EMPARN em todo o estado registraram chuvas em 51 postos.

 

08
maio

Elas estão de volta…

Postado às 18:28 Hs

Emparn prevê chuvas para os próximos dias.

Com a instabilidade oceânica do leste e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), está prevendo mais chuvas em quase todo o Rio Grande do Norte, pelo menos até a próxima quinta-feira (11). As ocorrências estarão concentradas, principalmente, nas regiões Agreste e Leste, por ser um período típico de chuvas que se prolonga até julho. Ao todo, foram 50 pluviômetros com registros de chuvas.

Da manhã de sexta-feira (5) até a manhã desta segunda-feira (8), foram registradas boas chuvas em vários municípios. O boletim pluviométrico apurou que as precipitações mais fortes caíram nos municípios de Senador Georgino Avelino, 109,6 milímetros(mm); Extremoz, 104,7mm; Parnamirim (Base Física da EMPARN), 82,0mm e Natal, 75,2mm.

Choveu ainda no Oeste em Apodi, 23,0 mm; Serrinha dos Pintos, 10mm; Janduís, 3,8mm e também nos municípios de São Francisco do Oeste, Assu, Severiano Melo, Jucurutu, São Rafael, Campo Grande, Olho D’Agua dos Borges e Felipe Guerra. No Seridó, choveu em Carnaúba dos Dantas, 32,7mm; São Vicente, 23,5mm; Caicó (Açude Mundo Novo-EMPARN), 12,0mm; Florânia, 10,5mm e ainda em São Fernando.

No Agreste e no Leste, choveu em Boa Saúde, 39,2mm; Santo Antonio, 22,8mm; Nova Cruz, 18,0mm, Rui Barbosa, 15,9mm; Santa Maria, 15,0mm e São Pedro, 13,5mm. Choveu ainda em Bento Fernandes, São Tomé, Bom Jesus, Tangará, Taipu, Ceará- Mirim, Canguaretama, Espírito Santo, São José de Mipibu, Maxaranguape, São Gonçalo do Amarante Goianinha e Montanhas.

jan 23
terça-feira
22 52
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
25 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5648619 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram