Após uma semana turbulenta em que articulou para se manter no cargo, Bebianno decidiu, após uma conversa dura com o presidente Jair Bolsonaro, deixar o governo. Ele recusou o convite para ocupar a diretoria de uma estatal ou um cargo menor na estrutura federal. Em um diálogo tenso, com ataques de ambos os lados, o ministro teria dito que a oferta era uma demonstração de “ingratidão”.
“A lealdade constrói pontes indestrutíveis nas relações humanas. E repare: quando perdemos por ser leal, mantemos viva nossa honra”, diz o trecho da mensagem.

Sem mencionar o presidente Bolsonaro em nenhum ou fazer qualquer comentário, a postagem diz que a lealdade “conduz os passos das pessoas que jamais irão se perder do caminho”, “nas turbulências” e “circunstâncias.”

“Uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”, encerra o texto.

A aliados, Bebianno confessou estar “decepcionado” com o capitão, como sempre chamou o presidente. Classificou o episódio como um “tiro na nunca de um comandante em seu soldado.”

Eleitor de Bolsonaro, Bebianno se aproximou do então deputado federal por intermédio do engenheiro Carlos Favoretto. Na época, se ofereceu para assumir a defesa de Bolsonaro em algumas ações e ganhou a confiança da família. Outsider na política, foi Bebianno que articulou a manobra que tirou Bolsonaro do Patriota e viabilizou sua candiatura pelo PSL.

Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro.

A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira. A declaração foi dada para negar que ele não estava protagonizando a crise.

Todas as pesquisas que perguntam à população brasileira sobre o que deveria ser urgentemente corrigido vêm sendo desprezadas, mas é nelas que o Presidente Jair Bolsonaro deveria concentrar seus esforços para resolver os problemas que realmente incomodam a unanimidade dos habitantes do País. Jair Bolsonaro deve prestar atenção nos dados abaixo transcritos e fazer os necessários acertos nesses itens, sempre lembrando que a área com pior avaliação é a de impostos. A carga tributária brasileira sempre é desaprovada por maioria de nossa população, seguida pelas áreas de saúde e segurança pública . JUROS DE AGIOTA – As altas taxas de juros cobradas nos empréstimos também são motivo de profundo descontentamento para aqueles que necessitam de capital para investir em empresas ou mesmo para equilibrar o orçamento doméstico.
Ao assumir a presidência do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) disse na noite deste sábado (2) que a Casa vai enfrentar as reformas e negou que haverá revanchismo com Renan Calheiros (MDB-AL), que abandonou a eleição e obteve apenas 5 votos. Davi Alcolumbre recebeu 42 dos 77 votos. “Espero e confio que possamos entregar esta Casa, ao fim deste biênio que se inicia, com o país retomando os trilhos do desenvolvimento e da prosperidade, enfrentando as reformas complexas que, com urgência, nosso país reclama”, afirmou Davi, acenando positivamente à agenda econômica do governo Jair Bolsonaro que o apoiou. Além da atuação explícita do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, declarou voto em Davi.
Nos seus áureos tempos de humorista na TV Globo, o multimídia Jô Soares criou um personagem muito interessante, que caía na lábia de qualquer político que lhe contava uma história, quebrava a cara e depois encerrava o quadro com o seguinte bordão, olhando para a câmera de TV: “E eu acreditei!!!”. Milhões de eleitores e muitos auxiliares diretos, ministros e amigos de Jair Bolsonaro estão na mesma situação. Acreditaram na severa pregação do candidato contra a corrupção na política e agora estão perplexos com o rumo dos acontecimentos. Entre os importantes personagens que foram surpreendidos com o caso de Flávio Bolsonaro estão o ex-juiz Sérgio Moro, a advogada Janaina Paschoal, o general Augusto Heleno e o vice Hamilton Mourão. BAIXO ASTRAL – O clima no Planalto está sufocante. Ninguém quer se meter no assunto, mas fica difícil tirar o corpo fora, porque o assédio da imprensa é absurdo. Na última terça-feira, dia 15, antes do novo escândalo, o ministro Sergio Moro deu longa entrevista à Globonews e falou até sobre o caso de Queiroz, sempre saindo pela tangente, ao repetir a justificativa de Bolsonaro pai. Mas agora esse comportamento não é mais admissível e os jornalistas não aceitarão evasivas. Moro vai ter de fugir dos jornalistas;
Ele venceu. E vai governar o Brasil de 01.01.2019 a 31.12.2022. Venceu, não por ser um fenômeno. Muito menos, mito. Fenômeno e mito são dons, são atributos de ordem transcendental. Gandhi, Mandela, Luther King, Chaplin, Joana D’Arc, Chopin, Mozart, Liszt, Bach, entre outros, e cada um no cumprimento de sua missão, é que foram fenômenos, mitos, gênios. Eram iluminados. Marcaram épocas. São imortais. Já Bolsonaro, não. Quando é chamado de “mito” por seus correligionários, a adjetivação está fora da realidade. É alegoria. Não traduz um fato concreto, histórico, científico ou filosófico a ele atribuído. UM MEDICAMENTO – Bolsonaro é um anti-histamínico para eliminar a cor vermelha que lambuzaram a Bandeira Nacional, para fazer sumir a vermelhidão da pele, acabar com as coceiras, os edemas e outras alergias mais. Bolsonaro também é um antibiótico contra infecções por microorganismos e bactérias resistentes. Bolsonaro é medicamento novo. Vai ser testado. Pode até curar. O tratamento é de longa duração. A dosagem precisa ser pesada, forte, ininterrupta, porque o doente chamado Brasil está duramente enfermo. Agoniza no CTI. Ainda não morreu. Se encontra entubado, mas há esperança de cura.
31
maio

§ § Espaço Web § ” Dieta da Alma “

Postado às 22:00 Hs

Esta força de vontade deve emergir da própria alma e será produzida pela certeza de que é preciso ser feliz. Minha dieta está baseada na eliminação de cinco sentimentos que, enquanto estiverem em nós, produzem uma espécie de “lixo ” interior: orgulho – inveja – amargura – vingança – ódio.

Toda pessoa orgulhosa é doente e não se dá conta disso. O orgulho, via de regra, conduz ao isolamento social e se fundamenta numa grande ilusão, a de querer ser aquilo que se é. Todo orgulhoso termina a vida frustrado e só.

Eliminando o orgulho, você libera outros sentimentos que tornarão sua vida bem melhor. A inveja é sempre um atestado de incompetência, além de ser pobreza de espírito. É também a revelação de um péssimo caráter.

O invejoso tem um sorriso falso, tem uma mente doente e geralmente contamina outras pessoas, destruindo amizades e relacionamentos. É bom a gente ver também o sucesso dos outros e ajudá-los em suas conquistas, pois neste mundo de Deus, há espaço para todos. O invejoso é um fraco.

Toda pessoa amargurada vive sempre com a alma sangrando por dentro, gotejando lágrimas de um eterno sofrer. A amargura, quando cria raízes no coração, produz o ressentimento, o desencantamento da vida, a tristeza contínua que logo é refletida através de um olhar distante e sem brilho, pelo sorriso vazio ou pelo coração fechado para o amor.

O ódio é o câncer da alma! A vida é um dom de Deus. Viver bem é uma necessidade e também um desafio. Cuide de seu corpo, elimine tudo que lhe faz mal, mas cuide também de sua vida interior eliminando as ” toxinas”  e as ” gorduras” da alma; elas adoecem as emoções, deformam a estética de nossa interioridade e produzem muitos males ao longo da vida.

Fonte: Edilson Silva

23
maio

Opinião: Gasolina no incêndio

Postado às 13:00 Hs

 Por CARLOS BRICKMANN 

Michel Temer já sabia que ganhar as eleições seria tarefa impossível. E, com a parada dos caminhões e a alta do combustível, é bom nem falar em votos. Não é por falta de erros que Temer está em baixa. Mas cai até quando não é sua culpa. A alta do diesel e da gasolina tem vários pais. E uma mãe.

A mãe é Dilma: ao segurar o preço dos combustíveis no país abaixo do custo do petróleo, quebrou as usinas de álcool e endividou a Petrobras. Hoje, a Petrobras vende combustíveis a preços que cobrem o custo do petróleo, do prejuízo que teve, dos juros que paga. O preço varia dia a dia, conforme a cotação do petróleo. Em 12 meses, a gasolina subiu 17,96% (a inflação esteve por volta de 2%). Aí aparece o primeiro pai da alta: o dono dos postos, Quando a Petrobras baixa o preço (e isso aconteceu algumas vezes), o posto o segura lá em cima. Concorrência entre postos? Então tá!

E vai subir mais: o dólar se valoriza e o petróleo marcha para US$ 90 o barril. É o outro pai da crise: a Venezuela já reduziu a produção à metade, por desorganização. O Irã está mais preocupado em mandar na Síria e sofre com as sanções americanas. Menos petróleo, mais preço. Há quem estime que a gasolina chegue a R$ 5,10 se câmbio e petróleo mantiverem o rumo.

Outro pai é o Governo, em todos os níveis: os vários impostos são mais de 40% do preço do litro. Resultado: o litro, para os americanos, custa menos de R$ 2; no Brasil, o custo é de R$ 4,75. E Temer paga em votos.

 

Três líderes do PDT usam uma frase atribuída à principal liderança histórica da legenda, o ex-governador Leonel Brizola, para justificar a rota traçada pelo presidenciável Ciro Gomes de consolidar primeiro alianças à esquerda para depois buscar o centrão: “Na carroceria do caminhão cabe todo mundo, mas na boleia só quem se confia”. Com a cotação cada vez melhor nas bolsas de apostas após a inelegibilidade e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro tem o desejo de ter um empresário como candidato a vice, imitando a dobradinha Lula-José Alencar. Além disso, pretende ter a seu lado um partido que lhe permita transitar mais ao centro, como o PP, do seu amigo e xará Ciro Nogueira. Mas tal passo só será dado depois que consolidar apoios tidos como fundamentais na esquerda, especialmente PSB e PC do B, isolando o PT. — Nossa prioridade absoluta é o fechamento com o PSB. Avançou bem. Como temos afinidade muito grande e uma relação histórica, facilita muito. Mas vai depender muito da configuração dos palanques regionais — afirma Carlos Lupi, presidente do PDT.

Via  O Tempo /Agência Estado

O pré-candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, rebateu críticas de não ter participado de um ato político em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última segunda-feira no Rio de Janeiro. “Não sou puxadinho do PT e não serei jamais. Nos últimos 16 anos eu apoiei o Lula sem faltar um dia. Eles que façam dessa história o que eles quiserem fazer”, disse. Perguntado por jornalistas se poderia ser o candidato apoiado pelo PT nas eleições presidenciais deste ano, Ciro avaliou que não é provável, porque a natureza do Partido dos Trabalhadores é de ter sempre um representante da legenda para o pleito.

SERIEDADE E DIÁLOGO -Para Ciro, é preciso resgatar a serenidade na política e o diálogo, a fim de acabar com a polarização nacional nesta área. “As instituições brasileiras já estão em frangalhos. Há um quadro generalizado de anarquia no País, que se caracteriza por votações exóticas do Judiciário, por opiniões absolutamente ilegais e arbitrárias de comandantes das Forças Armadas e a desobediência de parte dos políticos da lei e das regras”, apontou.

Ele defendeu sua candidatura a presidente da República e apontou que é preciso “desratizar” o País, numa referência ao fim da impunidade de atos de corrupção no setor público.

CONTRA O GENERAL – Ciro criticou os comentários do comandante do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que na terça-feira fez uma postagem de “repúdio à impunidade” antes da votação do STF sobre habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Imagino que o general comandante do Exército quis expressar por sua própria boca, o que é impertinente, a tentativa que a cadeia de comando permaneça íntegra sob sua liderança. Ele falando subordina todos os outros pelo seu comando”, disse. “É ruim que uma República a essa altura como a nossa ainda tenha que ouvir pito público de militar. Isso é coisa que ficou para republica de banana nos anos 1960.”

DESEQUILÍBRIO – Na avaliação de Ciro Gomes, os cidadãos no Brasil, em geral, não se consideram protegidos pela Justiça. “Há um notório desequilíbrio entre aquilo que amargamente se imputa ao Lula nos prazos tão ágeis quanto se estão impondo, e aquilo que se faz à corrupção notória de certos figurões do PSDB. O País inteiro sente e eu sinto a mesma coisa.”

Ele afirmou que os brasileiros devem acompanhar o debate político no País e expressar suas opiniões de forma pacífica pelas redes sociais. “Vá às manifestações que forem corretas de ir, mas não se precipite porque o mundo político não merece que ninguém morra por si”, destacou. “O mundo político é assim mesmo É feito de contradições e no fundo a gente acaba achando uma saída”, ressaltou.

JOAQUIM BARBOSA – Ciro Gomes avaliou com ironia a participação do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa nas eleições presidenciais deste ano. “Quando a gente começa a ver juiz dando entrevista demais, se exibindo de mais, a gente já sabe que o que ele quer é entrar para a política. Isso é uma impertinência, mas seja bem-vindo.”

O pré-candidato à presidência do PDT apontou que a insistência do PT em manter a candidatura ao Palácio do Planalto de Lula pode trazer incertezas políticas ao País. “Gera uma instabilidade grave na sociedade brasileira, e, portanto, também em um dos seus aspectos que é a vida econômica.” Ele fez os comentários depois de participar da Brazil Conference 2018, realizada em Harvard e MIIT.

Por José Antonio Perez Jr.

Só quero ver quem sairá vencedor nas eleições presidenciais de outubro e com que promessas se elegerá. Tempos ainda mais difíceis virão. Estamos vivendo o fim de um ciclo. Antes da calmaria, viveremos o caos. Não importa quem vença em outubro, com o sistema que temos vai continuar havendo o toma lá dá cá com o Congresso para aprovar o que for. Antes a compra dos parlamentares era com verbas orçamentárias e cargos por quatro anos de aprovações, mas de uns tempos para cá cada votação é uma negociação.

Com um sistema extremamente pulverizado e dezenas de partidos políticos, ninguém se elege presidente da República com maioria no Congresso para aprovar matérias constitucionais. Ninguém, mesmo!

MEIRELLES E TEMER – Depois que o banqueiro Henrique Meirelles voltou dos Estados Unidos e, caindo de “paraquedas”, foi o deputado federal mais votado por Goiás, parei de duvidar das forças da mídia e do dinheiro. Se a maior empresa de TV do Brasil, o mercado financeiro e os “barões” da Avenida Paulista quiserem, acho que o Meirelles tem grandes chances em outubro.

Quanto a Temer, está jogando todas as cartas para não ter que se mudar para Curitiba no ano que vem. Se o povo não cercar o Supremo Tribunal Federal exigindo justiça, a prisão em segunda instância será derrubada e Temer (além de tantos outros) ficará impune com ou sem reeleição!

O que se esperar de uma Suprema Corte escolhida a dedo por políticos, tendo o Brasil uma classe política do mais baixo nível cultural, intelectual e moral? Pior que nada! Só as piores coisas possíveis. Eles não podem ser Excelências, os ministros são apenas Excrescências!

Vivemos momentos de desvarios, insensatez. Mas é necessário. Faz parte da evolução civilizatória uma trajetória de altos e baixos, ápices e decadências. O diagnóstico de fim de era tem sintomas historicamente visíveis: promiscuidade sexual, abuso de bebidas e drogas, perda de autoridade e liderança por corrupção e compadrio, desigualdade social, para ficar entre as principais. Descremos na política, na Justiça, nos sistemas sociais e econômicos. Falta de fé e de crença uns nos outros faz desabar a estrutura social. NADA A TEMER – Por isso, não há nada a temer. Somos privilegiados construtores de uma história que daqui a séculos será estudado como uma das fases mais importantes da civilização: a era da tecnologia, da inteligência artificial, da robotização em seres humanos que foram regredindo no afeto, animalizando, sentindo ódio por questões de cor, religiosas, de origem racial, nível social.

O presidente Michel Temer negou nesta sexta-feira, em entrevista ao programa RedeTV News, ter desistido da reforma da Previdência e que tenha “jogado a toalha” em relação ao tema. “Eu nem peguei a toalha ainda, imagine jogá-la. Pelo contrário”, afirmou Temer. Ele ressaltou, porém, que a reforma não pode ser discutida o ano todo e que a intenção do governo é votá-la na Câmara, ao menos em primeiro turno, ainda neste mês.

Ele procurou mostrar otimismo com a contagem de votos, muito semelhante à do relator da reforma na Câmara dos Deputado Arthur Maia (PPS-BA). “Temos hoje, contabilizados, 271 votos. Faltam aí uns 30 e poucos, 40 votos. Nós estamos avançando. O presidente [da Câmara] Rodrigo Maia está ajudando muitíssimo, e estamos trabalhando quase no corpo a corpo. E quando tivermos os 308 votos, vamos colocar para votar”. disse Temer.

Eleições

O presidente também foi questionado sobre uma possível candidatura à reeleição. Ele disse que a questão será avaliada pelo seu partido, o MDB, em junho. Temer, no entanto, sugeriu a presença de um candidato para defender as ações de seu governo e criticou as inúmeras pré-candidaturas ao cargo atualmente ocupado por ele.

“Tem que ter um candidato que defenda o legado do governo. Vou ficar de olho nisso. […] O ideal seria ter um candidato com estas posições, alguém que diga: ‘vou destruir tudo que o Temer fez’ e outro que diga: ‘vou manter e continuar o que o Temer fez’. Seria útil para o país”.Ao ser perguntado se o tucano Geraldo Alckmin, atual governador de São Paulo, seria o representante das ações do seu governo, ele evitou responder. “Só me perguntem em junho.”

Em entrevista neste sábado ao programa “Café com Política”, da Rádio Super Notícia FM, de Belo Horizonte, a pré-candidata à presidência da República Marina Silva (Rede) defendeu que o PT, PSDB, PMDB e DEM não participem das próximas eleições e tirem “quatro anos sabáticos”. — O PT, PSDB, PMDB, DEM, eles precisam de uns quatro anos sabáticos, se reencontrar com as bases e reler seus programas. Foram partidos que deram uma grande contribuição para a sociedade, mas eles se perderam. Se perderam no projeto de poder pelo poder, no projeto da eleição pela eleição. Deixaram de discutir os rumos da nação. E agora, a sociedade brasileira deve fazer um grande favor para eles: dar um sabático de quatro anos para que o país possa, em novas bases, dar um passo à frente – afirmou Marina à rádio.

O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou que o decreto de indulto natalino e comutação de penas assinado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, é ‘um feirão de natal para corruptos’.

Segundo Deltan, ‘agora, corruptos no Brasil cumprirão apenas 1/5 da pena e serão completamente indultados (perdoados), como regra geral’. O procurador afirma que, ao editar o decreto, o presidente ‘prepara uma saída para si (se condenado) e para outros réus da Lava Jato’.

O decreto de indulto ignorou a manifestação da do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, do Ministério Público, da força-tarefa da Lava Jato e da Transparência Internacional. Todos se manifestaram contra aplicação do indulto ao crime de corrupção”, afirmou. Deltan explica que ‘não só a manifestação foi ignorada, mas a decisão do presidente foi no sentido contrário: antes corruptos precisavam cumprir apenas 1/4 da pena’.

“Ah, e é claro: pelo decreto de indulto, quem tem mais de 70 anos cumpre menos pena ainda!!”, anota. O coordenador da Lava Jato ainda parabeniza ironicamente o peemedebista.

“Meus parabéns pela ótima mensagem que o Planalto passa à população sobre sua atitude diante da corrupção. Não poderia ser mais claro”, constata. “Agora, irrisórios 1/5. É um feirão de Natal para corruptos: pratique corrupção e arque com só 20% das consequências – isso quando pagar pelo crime, porque a regra é a impunidade”. O procurador ainda afirma que ‘tem gente em outros Poderes que neste final de ano está passando a mesma mensagem’.

Fonte: Estadão

Como dizia Francisco Milani, vamos deixar de chorumelas. Queremos saber se será preciso aparecer uma criança para dizer novamente que o rei está nu, à moda do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen? Ou se finalmente alguém vai perceber que o ministro Gilmar Mendes não está no domínio integral de suas faculdades mentais e precisa ser submetido a uma junta médica, com a maior urgência? Porque o fato concreto é que, nitidamente, o ministro Gilmar Mendes perdeu as estribeiras. Além de atuar exoticamente no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral, tomando estranhas decisões monocráticas e contribuindo em julgamentos para libertar criminosos notórios, como José Dirceu
03
dez

Eleições 2018

Postado às 17:30 Hs

 

Médico afirma que Fátima Bezerra governando o Estado seria como um meteoro caindo no RN

Em face dos índices apresentados nas últimas pesquisas para o governo do Estado do Rio Grande do Norte, onde aparece a senadora Fátima Bezerra (PT) em primeiro lugar, comentou o pré-candidato Paulo Campos, nessa semana em Natal, durante o encontro do Ágape no Iate Clube:

“O Rio Grande do Norte sendo governado pelo PT, na figura da senadora Fátima Bezerra, seria como um meteoro caindo em nosso Estado, provocando um efeito cataclísmico”. O grupo Ágape, que é composto por médicos, advogados, empresários e professores universitários da cidade de Natal, discutiu sobre diversos assuntos relacionados à gestão política no Estado.

Segundo Paulo Campos, a crise enfrentada pelo Rio Grande do Norte pode ser sanada através de um planejamento eficiente, oriundo de um gestor desvinculado de influências políticas. Paulo Campos é médico, advogado, oficial da reserva e empresário, sendo atual pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte pelo partido Livres, renovação do Partido Social Liberal (PSL).

 

Via Suébster Neri

A Câmara dos Deputados e o Senado devem discutir pautas polêmicas nesta semana, como a que proíbe o aborto em todas as circunstâncias, a que libera o porte de arma e a proposta que acaba com o foro privilegiado. Os deputados também devem retomar, no plenário, a análise de projetos na área de segurança pública, como o que prevê aumento de pena para o crime de estupro coletivo. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, pode ser votado projeto que legaliza os jogos de azar. E o relator de um texto que libera o porte de arma pretende fazer a leitura de seu parecer favorável à proposta.
11
nov

A crise desfaz o ninho tucano

Postado às 11:50 Hs

A destituição do senador Tasso Jereissati (CE) da presidência do PSDB, nesta quinta, mostra como a crise vai dissolvendo as principais agremiações brasileiras. A intervenção violenta de Aécio Neves (PSDB -MG) indica que a cizânia na nação tucana, onde os tapas costumam ser de pelica, é profunda. Divididos entre os que desejam permanecer e os que precisam, por razões sobretudo eleitorais, sair do governo, os peessedebistas pagam agora o preço de ter aderido ao golpe parlamentar. É curioso, contudo, que a ala hoje mais bem aninhada nos braços do poder federal seja a que mais hesitou em aderir ao impedimento golpista de Dilma Rousseff. O ex-governador mineiro apostou, quase até o último momento, na possibilidade de novas eleições serem determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
fev 17
domingo
15 46
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
35 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5762010 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram