Politicamente, para Rodrigo Maia não interessa a hipótese de o projeto de Emenda Constitucional enviado pelo presidente Jair Bolsonaro ser aprovado integralmente, pois nesse caso o plenário da Câmara perderia força própria no plano legislativo e deixaria ainda mais a impressão de que tudo o que o Palácio do Planalto impõe é obedecido totalmente. Assim, a Câmara dos Deputados seria transformada num ramal da via em que transitam Bolsonaro e Paulo Guedes. No entanto, ao emendar a proposição o Legislativo demonstra independência e com isso, melhoraria a imagem do Parlamento junto à opinião pública.
22
maio

§ § Espaço Web § ” Dieta da Alma “

Postado às 22:00 Hs

Esta força de vontade deve emergir da própria alma e será produzida pela certeza de que é preciso ser feliz. Minha dieta está baseada na eliminação de cinco sentimentos que, enquanto estiverem em nós, produzem uma espécie de “lixo ” interior: orgulho – inveja – amargura – vingança – ódio.

Toda pessoa orgulhosa é doente e não se dá conta disso. O orgulho, via de regra, conduz ao isolamento social e se fundamenta numa grande ilusão, a de querer ser aquilo que se é. Todo orgulhoso termina a vida frustrado e só.

Eliminando o orgulho, você libera outros sentimentos que tornarão sua vida bem melhor. A inveja é sempre um atestado de incompetência, além de ser pobreza de espírito. É também a revelação de um péssimo caráter.

O invejoso tem um sorriso falso, tem uma mente doente e geralmente contamina outras pessoas, destruindo amizades e relacionamentos. É bom a gente ver também o sucesso dos outros e ajudá-los em suas conquistas, pois neste mundo de Deus, há espaço para todos. O invejoso é um fraco.

Toda pessoa amargurada vive sempre com a alma sangrando por dentro, gotejando lágrimas de um eterno sofrer. A amargura, quando cria raízes no coração, produz o ressentimento, o desencantamento da vida, a tristeza contínua que logo é refletida através de um olhar distante e sem brilho, pelo sorriso vazio ou pelo coração fechado para o amor.

O ódio é o câncer da alma! A vida é um dom de Deus. Viver bem é uma necessidade e também um desafio. Cuide de seu corpo, elimine tudo que lhe faz mal, mas cuide também de sua vida interior eliminando as ” toxinas”  e as ” gorduras” da alma; elas adoecem as emoções, deformam a estética de nossa interioridade e produzem muitos males ao longo da vida.

Fonte: Edilson Silva

19
maio

Opinião: Todos gritam, ninguém tem razão

Postado às 11:50 Hs

Coluna de Carlos Brickmann

A fala do ministro Weintraub sobre menos verbas para universidades federais foi um desastre político (embora pudesse até ser defensável). E a oposição, ainda desnorteada, ganhou fôlego para grandes manifestações. Pela educação? Não: falava-se mais em Lula Livre do que em universidades. E não ficaria bem falar no tema, quando a principal universidade pública do país, a USP, paga a dois mil servidores mais que o teto estadual, R$ 23 mil. Um professor recordista ganha R$ 60 mil mensais. E a Universidade gasta toda a verba disponível, 5% do ICMS do Estado, em pagamento de pessoal.

Idiotas úteis? Bolsonaro poderia, especialmente fora do país, controlar o vocabulário. Falar da má distribuição das verbas públicas, que privilegiam o ensino superior e esquecem o fundamental, do desperdício de promover seminário com dinheiro público sobre filosofia do sexo anal. Preferiu xingar.

O país está em crise, mas o Supremo fecha contrato para banquetes com lagosta e vinhos premiados, o Senado contrata mais assessores, a Câmara diz que tem boa vontade, mas a marcha da reforma da Previdência continua lenta. Bolsonaro discute se nazismo é de esquerda, avalia nos EUA a situação da Argentina e da Venezuela, e não mergulha na luta pela reforma. A Câmara, depois de ouvir o ministro Guedes informar que logo enviará um projeto de reforma tributária, vota nesta semana outro projeto – aliás, bem redigido, mas não é o do Governo. E os adeptos do Governo brigam uns com os outros.

O relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP), defendeu nesta noite de sexta, 17, o substitutivo elaborado por parlamentares ao texto da equipe econômica do ministro Paulo Guedes.

“Não é hora de buscar protagonismo (…) Substitutivo é uma questão de técnica legislativa”, escreveu o tucano, lembrando que “seu amigo” Arthur Maia também apresentou um substitutivo na reforma do governo Temer.

Um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo segundo informou  ao Estadão o presidente da Comissão Especial da Casa que analisa o texto, deputado Marcelo Ramos (PR-AM).

Fonte: Estadão

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tirou o corpo fora da articulação política conjunta com o governo, em um movimento que pode provocar o “tsunami” previsto na sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro. O Palácio do Planalto tem importantes matérias para aprovar — como a PEC da Previdência e a Medida Provisória 870, que trata da reforma administrativa —, que, agora, ficam com a interlocução ameaçada. Na prática, caberá ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, fazer a “contagem de votos”, ou seja, convencer os congressistas a votarem com o governo, tarefa que vinha sendo dividida com Maia. Mas não será uma tarefa simples.
Na campanha, todos os candidatos sabiam que a dívida pública era o maior problema do país, mesmo assim jamais discutiram a questão. O favorito Jair Bolsonaro (PSL) não tocava no assunto, preferiu passá-lo ao economista Paulo Guedes, que apresentou uma proposta ilusória e inalcançável. Em entrevista para a Folha, disse Guedes:  “No programa do Afif Domingos (PL) para presidente, em 1989, eu propunha privatizar tudo para zerar a dívida mobiliária, a dívida pública federal interna. […] O governo federal tem que economizar. Onde? Na dívida. Se privatizar tudo, você zera a dívida, tem muito recurso para saúde e educação. Ah, mas eu não quero privatizar tudo. Privatiza metade, então. Já baixa metade da dívida”.

Por Pedro do Coutto

A frase que está no título, penso eu, sintetiza em cores fortes a dependência política de Jair Bolsonaro ao vice-presidente da República e ao ministro Sérgio Moro, por motivos diferentes porém convergentes para a estabilidade do chefe do Executivo. Vamos por partes. A revista Veja, na edição que se encontra nas bancas, publica reportagem de Thiago Bronzatto, Marcela Mattos e Nonato Viegas, na qual destacam problemas de relacionamento entre Hamilton Mourão e os filhos do presidente da República, exponenciados pelas agressões de Olavo de Carvalho a Mourão, em particular, e aos militares de forma geral.

O conflito atingiu o que pode ser seu ponto mais alto com o que foi publicado pelos três repórteres na revista que citei há pouco. O General Hamilton Mourão disse a Bronzatto, Marcela e Renato que, se o presidente da República assim desejar, ele renuncia e vai embora para casa.

JOGADA DE MESTRE – Foi um lance de dados de grande potência, capaz de abalar a base militar sobre a qual Jair Bolsonaro montou seu governo. É claro, digo eu novamente, que Hamilton Mourão não fala só por si e também exprime pensamentos de militares que ocupam cargos no Palácio do Planalto.

Assim, se Mourão renunciasse levaria consigo os generais que despacham na Esplanada de Brasília e integram até mesmo Secretária de Comunicação do governo, para se avaliar a profundidade da presença dos militares. Na condição de porta-voz, na lógica deste caso, pode se destacar a presença de um general, num setor que deveria ser comandado por um jornalista profissional.

Mas deixemos isso para lá porque os exemplos de pessoas não habilitadas a redigir textos e destacar fotos virou uma rotina nos esquemas de poder.

PLANO INCLINADO – O fato é que o presidente Bolsonaro depende da presença a seu lado do vice Hamilton Mourão, porque sem ele o plano inclinado da estrutura do poder desequilibraria o projeto de governo.

Quanto ao ministro Sergio Moro, Jair Bolsonaro não pode prescindir de sua presença no Ministério. Personagem que tem o maior prestígio pessoal dentre os brasileiros, o ex-juiz Moro funciona como um avalista do desempenho do Executivo, alicerçado pela aura de honestidade que o ex-juiz de Curitiba reflete.

Portanto, como se constata, Mourão e Moro são dois alicerces de sustentação que asseguram, até agora, o desempenho do governo e a imagem pessoal do presidente da República. A política é assim. Qualquer movimento impreciso, ao mudar o rumo, coloca o poder em risco.

Por Francisco Bendl

Charge do Aroeira (jornal O Dia/RJ)

Quem votou em Jair Bolsonaro para tirar o PT do governo, que foi o meu caso e de muitos outros colegas na Tribuna da Internet, hoje está à vontade para criticar o governo, porque não somos seguidores do presidente, não pertencemos ao seu partido. Nossos interesses convergem para um único sentido, o bem deste País!

Sabíamos que Bolsonaro, ao assumir teria pela frente uma oposição odiosa, radical, figadal! Mas esperávamos que, tendo consciência do que lhe esperava, teria condições de contornar as dificuldades impostas por seus inimigos políticos.

DESPREPARADO – O capitão não só não estava preparado, como permitiu que surgisse uma crise interna no seu governo, justamente com seu vice. Ora, se Bolsonaro ainda não deu o ar da graça com sua administração, ainda não apresentou nenhuma medida de impacto para o povo, a não ser a insistência por uma reforma na Previdência envolta em sigilos, mistérios e falta de maiores esclarecimentos, ainda há esse problema grave entre seus irrequietos filhos e o vice-presidente, general Mourão, uma briga que é de domínio público,

Essa situação significa que o governo está atabalhoado, sem saber o que faz, à mercê das circunstâncias e não de decisões do presidente!

Não acredito que Mourão esteja agindo como sapador, minando Bolsonaro. A meu ver, a falta de experiência política do presidente e dos militares que hoje compõem o staff do Planalto é que tem conduzido a gestão para pequenas e grandes armadilhas preparadas pela mídia, em benefício da oposição.

BATENDO CABEÇA – Sem saber ao certo o contraveneno, a equipe do governo bate cabeça, anda em ziguezague, não encontra meios de se manter distante das arapucas colocadas pelo caminho.

Resultado: ou Bolsonaro reage ou estará implodindo precocemente o seu governo, além de abrir novo caminho à esquerda, que fará o que pode e o que não pode para retomar o Planalto e dele nunca mais sair!

Logo, Bolsonaro está deixando a desejar, pois fica enredado em intrigas palacianas, demonstrando que lhe falta capacidade de motivar o povo com medidas que visem o combate ao desemprego, por exemplo, mas o capitão tem fragilizado seu governo demasiadamente.

OPOSIÇÃO CRESCE – Na razão inversa dessa fraqueza do governo, fortalece-se a oposição, a esquerda e a mídia amestrada e domesticada pelo PT.

Bolsonaro deixa-se envolver em episódios tão pueris quanto perigosos, demonstrando não só ingenuidade como também falta de habilidade em se desfazer de problemas originários dentro do seu próprio governo.

E não há nada mais inflamável do que armazenar gasolina dentro da própria casa.

Para 55% dos deputados ouvidos por levantamento da XP Investimentos, o relacionamento atual da Câmara com a Presidência está ruim ou péssimo. Em fevereiro, apenas 12% dos ouvidos classificavam desta maneira. A taxa daqueles que tinham uma percepção ótima ou boa do relacionamento caiu de 57%, em fevereiro, para 16%, em abril.

Foi pequena a alteração dos que avaliam como regular, caiu um ponto porcentual no período e está em 25%. Aqueles que não souberam ou não responderam somam 3%. Foram consultado 201 deputados, entre os dias 26 de março e 4 de abril, depois porém do acirramento da crise entre o Planalto e o Congresso provocado por embates entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Aproximando-se o ciclo dos cem primeiros dias do governo Bolsonaro, já é possível constatar uma maneira de governar no mínimo heterodoxa, estimulada por embates permanentes com o uso das novas mídias sociais e baseada fundamentalmente em questões morais. Os pontos centrais, na Economia as reformas e as privatizações, na Justiça, a lei anticrime, têm atitudes dúbias por parte do presidente, cujo passado interfere nas supostas ideias atuais. Mais do que ser o presidente de todos, Bolsonaro parece pretender ser o representante de um nicho da direita radicalizada, o que já lhe valeu uma queda acentuada de popularidade, principalmente entre a classe média, que foi fundamental para sua eleição.
29
mar

Paralisia no MEC pode afetar ENEM

Postado às 15:24 Hs

A confusão no MEC pode atingir diretamente quem milhões de pessoas que vão prestar o ENEM. Isso porque as polêmicas na pasta estão inviabilizando os trabalhos da comissão criada para analisar as questões da prova. O cronograma pode atrasar porque as perguntas consideradas inadequadas pela comissão devem obrigatoriamente ter um parecer pelo responsável pela Diretoria de Avaliação de Educação Básica (Daeb), do Inep.

Contudo, O diretor Paulo Roberto Cesar Teixeira pediu demissão ontem, e ninguém foi nomeado para substituí-lo. Também seria do presidente do Inep a função de dar o parecer final para saber se as questões ficam ou não na prova. Marcus Vinicius Rodrigues, que ocupava o cargo, foi exonerado terça-feira, depois de desentendimentos com o ministro Ricardo Vélez Rodríguez, informou o Estadão.

: Agência Brasil
Por Arthur Cunha  O novo governo e a atual Legislatura do Congresso Nacional não chegaram nem aos 100 dias, mas a certeza de que o Brasil afundou ainda mais na crise é generalizada. O desgoverno, para variar, tomou conta! Vamos aos fatos. Temos um presidente que não governa; tuíta! Jair Bolsonaro passa o dia escrevendo besteira no microblog; não entende de nada – é um ser humano raso e instintivo –; arruma briga com todo mundo; cria uma cortina de fumaça para desviar de debates que precisava travar com a opinião pública. Sua popularidade derrete na mesma proporção em que crescem as cobranças legítimas por resultado. Ele foi eleito para isso. Depois de dona Dilma e seu Temer, o brasileiro não tem mais paciência.

Presidente consome capital político para pacificar divergências entre militares e grupo dos filhos.

Em pouco mais de dois meses, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) consumiu parte de seu capital político para pacificar as divergências entre as duas principais forças de seu governo, que promoveram sucessivas crises e ofuscaram a viabilidade de uma agenda positiva.nNuma ponta está uma ala mais pragmática, composta por militares e técnicos, que prega uma postura mais próxima ao “soft power”. Na outra, o grupo ideológico capitaneado por seus filhos Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e por seguidores do escritor Olavo de Carvalho.

Em meio à divergência de opiniões, ações consideradas importantes e até promessas de campanha têm sido colocadas em segundo plano —e algumas medidas relevantes perdem espaço no noticiário, sufocadas pelas crises.

A comunicação do governo é o exemplo mais evidente dessa divergência. As redes sociais do presidente, em especial o Twitter, destoam do tom dos comunicados oficiais do Palácio do Planalto.

Enquanto o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, adota uma postura apaziguadora nos pronunciamentos diários à imprensa, as postagens nas contas de Bolsonaro seguem o mesmo tom belicoso do período da campanha.

As diferenças se devem ao fato de o gabinete pessoal do presidente hoje ser controlado pelo grupo ideológico, que cuida das redes, enquanto a estrutura oficial de comunicação com a imprensa é comandada pelos militares.

Folha de São Paulo

19
fev

Oposição quer que Bebianno saia atirando

Postado às 9:02 Hs

Os líderes da oposição pressionam agora para que o agora ex-ministro Gustavo Bebianno deixe o governo atirando contra o presidente Jair Bolsonaro. Para o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), Bebianno deveria falar sobre os supostos esquemas de candidaturas laranja dentro do PSL, partido do presidente. “Bolsonaro demite Bebianno.

Nenhuma palavra sobre as outras laranjas podres, ministro do Turismo, Flávio Bolsonaro, Queiroz. Abre o bico Bebianno”, provocou Ivan.

“Achincalhado publicamente por Bolsonaro e seu filhote pitbull, Gustavo Bebianno, braço direito do presidente na campanha, se torna a primeira queda do desgoverno do capitão reformado. E a gestão não tem nem dois meses”, lembrou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Político muito experiente, o tucano Alberto Goldman avalia que Jair Bolsonaro apenas cumpriu uma formalidade hoje ao exonerar Gustavo Bebianno do Ministério da Secretaria-Geral da Presidência. Para ele, o ministro já tinha caído na semana passada quando o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, o chamou publicamente de mentiroso.

(Estadão – M.M)

 

 

Após uma semana turbulenta em que articulou para se manter no cargo, Bebianno decidiu, após uma conversa dura com o presidente Jair Bolsonaro, deixar o governo. Ele recusou o convite para ocupar a diretoria de uma estatal ou um cargo menor na estrutura federal. Em um diálogo tenso, com ataques de ambos os lados, o ministro teria dito que a oferta era uma demonstração de “ingratidão”.
“A lealdade constrói pontes indestrutíveis nas relações humanas. E repare: quando perdemos por ser leal, mantemos viva nossa honra”, diz o trecho da mensagem.

Sem mencionar o presidente Bolsonaro em nenhum ou fazer qualquer comentário, a postagem diz que a lealdade “conduz os passos das pessoas que jamais irão se perder do caminho”, “nas turbulências” e “circunstâncias.”

“Uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”, encerra o texto.

A aliados, Bebianno confessou estar “decepcionado” com o capitão, como sempre chamou o presidente. Classificou o episódio como um “tiro na nunca de um comandante em seu soldado.”

Eleitor de Bolsonaro, Bebianno se aproximou do então deputado federal por intermédio do engenheiro Carlos Favoretto. Na época, se ofereceu para assumir a defesa de Bolsonaro em algumas ações e ganhou a confiança da família. Outsider na política, foi Bebianno que articulou a manobra que tirou Bolsonaro do Patriota e viabilizou sua candiatura pelo PSL.

Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro.

A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira. A declaração foi dada para negar que ele não estava protagonizando a crise.

Todas as pesquisas que perguntam à população brasileira sobre o que deveria ser urgentemente corrigido vêm sendo desprezadas, mas é nelas que o Presidente Jair Bolsonaro deveria concentrar seus esforços para resolver os problemas que realmente incomodam a unanimidade dos habitantes do País. Jair Bolsonaro deve prestar atenção nos dados abaixo transcritos e fazer os necessários acertos nesses itens, sempre lembrando que a área com pior avaliação é a de impostos. A carga tributária brasileira sempre é desaprovada por maioria de nossa população, seguida pelas áreas de saúde e segurança pública . JUROS DE AGIOTA – As altas taxas de juros cobradas nos empréstimos também são motivo de profundo descontentamento para aqueles que necessitam de capital para investir em empresas ou mesmo para equilibrar o orçamento doméstico.
Ao assumir a presidência do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) disse na noite deste sábado (2) que a Casa vai enfrentar as reformas e negou que haverá revanchismo com Renan Calheiros (MDB-AL), que abandonou a eleição e obteve apenas 5 votos. Davi Alcolumbre recebeu 42 dos 77 votos. “Espero e confio que possamos entregar esta Casa, ao fim deste biênio que se inicia, com o país retomando os trilhos do desenvolvimento e da prosperidade, enfrentando as reformas complexas que, com urgência, nosso país reclama”, afirmou Davi, acenando positivamente à agenda econômica do governo Jair Bolsonaro que o apoiou. Além da atuação explícita do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República, declarou voto em Davi.
Nos seus áureos tempos de humorista na TV Globo, o multimídia Jô Soares criou um personagem muito interessante, que caía na lábia de qualquer político que lhe contava uma história, quebrava a cara e depois encerrava o quadro com o seguinte bordão, olhando para a câmera de TV: “E eu acreditei!!!”. Milhões de eleitores e muitos auxiliares diretos, ministros e amigos de Jair Bolsonaro estão na mesma situação. Acreditaram na severa pregação do candidato contra a corrupção na política e agora estão perplexos com o rumo dos acontecimentos. Entre os importantes personagens que foram surpreendidos com o caso de Flávio Bolsonaro estão o ex-juiz Sérgio Moro, a advogada Janaina Paschoal, o general Augusto Heleno e o vice Hamilton Mourão. BAIXO ASTRAL – O clima no Planalto está sufocante. Ninguém quer se meter no assunto, mas fica difícil tirar o corpo fora, porque o assédio da imprensa é absurdo. Na última terça-feira, dia 15, antes do novo escândalo, o ministro Sergio Moro deu longa entrevista à Globonews e falou até sobre o caso de Queiroz, sempre saindo pela tangente, ao repetir a justificativa de Bolsonaro pai. Mas agora esse comportamento não é mais admissível e os jornalistas não aceitarão evasivas. Moro vai ter de fugir dos jornalistas;
maio 25
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