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Os dados mais recentes da Pnad Contínua, divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE, mostram que a o acesso à tecnologia móvel avança mais rápido do que a universalização do saneamento básico. Em 2016, enquanto 92,3% ou 63,8 milhões dos lares brasileiros tinham pelo menos um morador com telefone celular, apenas 66% ou 45,6 milhões de famílias tinham sua rede geral ou fossa ligada à rede, ou seja, contavam com tratamento de esgoto. Ainda de acordo com a pesquisa, 29,7% das famílias tinha fossa, mas ela não era ligada à rede.
Dos 13 milhões de brasileiros desempregados no terceiro trimestre deste ano, 8,3 milhões (63,7%) eram pretos ou pardos. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupação dessa parcela da população ficou em 14,6%, enquanto a da população branca ficou em 9,9%. “As pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho, desde a inserção a depois de se inserir. São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. A situação de desemprego dos pretos e pardos contrasta com os números do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, esta parcela da população representa mais da metade dos trabalhadores brasileiros (53%). Mesmo sendo maioria na força de trabalho, a proporção de pretos e pardos ocupados (52,3%) foi menor que a da população branca (56,5%) no terceiro trimestre
06
nov

Subida

Postado às 22:16 Hs

Nordeste é responsável pela geração de 86,2% dos empregos formais do País.

O Nordeste gerou 86,2% do total de empregos formais criados no País em setembro, segundo levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), a partir de dados do Ministério do Trabalho. Foram formados 26.644 postos de trabalho ao longo do mês na Região, mais que o dobro do número apresentado no Sul (+10.534) e bem acima do resultado do Norte (+5.349), que também obtiveram saldo positivo.

De acordo com a avaliação do Etene, órgão de estudos do Banco do Nordeste, setembro foi o quinto mês consecutivo com saldo positivo no Nordeste. Os números foram impulsionados pelos resultados da Indústria de Transformação (+ 18.566 postos), Agropecuária (+6.772) e Comércio (+3.626). A Agropecuária, especificamente, obteve resultado positivo na Região, enquanto apresentou redução de vagas em todas as outras regiões do País.

As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A análise do Etene está disponível no site do Banco do Nordeste, no endereço www.bnb.gov.br/diario-economico-2017.

Âmbito Nacional

Em todo o Brasil, foi registrada a criação de 34.392 postos de trabalho, um aumento de 0,09% em relação ao mês anterior. As regiões Sudeste (-8.987) e Centro-Oeste (-2.148) puxaram a baixa no estoque de empregos formais, com saldo negativo, na comparação entre admitidos e desligados.

Indústria de Transformação (+25.684), Comércio (+15.040), Serviços (+3.743) e Construção Civil (+380), foram os segmentos de destaque no País. Por outro lado, o fim da safra de algumas culturas levou à baixa do número de empregos na Agropecuária (-8.372).

Serviços Industriais de Utilidade Pública (-1.246) e Administração Pública (-704) também apresentaram resultado negativo no período.

05
nov

Os estados mais violentos do Brasil

Postado às 11:44 Hs

EXAME – Valéria Bretas

Dados do 11º Anuário de Segurança Pública, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Públicae divulgados nesta semana, revelam que 2016 foi o ano mais violento da história do Brasil: 61,6 mil pessoas foram assassinadas no ano passado.

Para se ter uma boa ideia, o número de assassinatos cometidos no Brasil em 2016 foi equivalente às mortes provocadas pelas bombas atômicas que dizimaram a cidade de Nagasaki, em 1945, no Japão.

Os estados brasileiros que registraram as maiores taxas por esse tipo de crime foram Sergipe (64 mortos para cada 100 mil pessoas), Rio Grande do Norte (56,9 mortos para cada 100 mil pessoas) e Alagoas (55,9 mortos para cada 100 mil pessoas).

Já a Bahia lidera em números absolutos: 7.110 pessoas foram mortas no ano passado. Rio de Janeiro e São Paulo aparecem em seguida com 6,2 e 4,9 mil assassinatos registrados ao longo do ano, respectivamente.

Veja o ranking dos estados mais violentos do Brasil:

Ranking Estado Taxa de mortes violentas (por 100 mil habitantes) Número absoluto Variação % (2015-2016)
Sergipe 64,0 1449 11,54
Rio Grande do Norte 56,9 1976 17,98
Alagoas 55,9 1877 3,26
Pará 50,9 4209 10,27
Amapá 49,6 388 52,10
Pernambuco (5) 47,6 4479 14,37
Bahia 46,5 7110 12,80
Goiás 43,8 2934 -5,15
Ceará 39,8 3566 -14,23
10º Rio de Janeiro 37,6 6262 24,34
11º Mato Grosso (5) 35,5 1172 -5,56
12º Maranhão 33,7 2342 1,98
13º Paraíba (5) 33,1 1322 -12,58
14º Rondônia (5) 32,8 586 6,96
15º Espírito Santo 32,6 1296 -12,33
16º Rio Grande do Sul (5) 31,2 3518 8,51
17º Acre (5) 29,8 243 2,17
18º Amazonas 29,4 1177 -19,95
19º Tocantins 27,1 415 3,84
20º Paraná 25,9 2914 1,88
21º Mato Grosso do Sul (5) (6) 22,7 608 0,16
22º Distrito Federal 22,1 659 -7,03
23º Piauí (5) 21,9 704 4,34
24º Minas Gerais (5) 20,7 4348 -0,41
25º Roraima 19,8 102 -1,67
26º Santa Catarina 15,0 1038 4,95
27º São Paulo 11,0 4925 -5,96

O Brasil caiu para a 90ª posição em ranking do Fórum Econômico Mundial que analisa a igualdade entre homens e mulheres em 144 países. No ano passado, o Brasil ficou no 79º lugar. Em 2015, havia ficado na 85ª posição. Na primeira edição da pesquisa, feira em 2006, o Brasil estava em 67º.

Segundo o relatório Global Gender Gap Report 2017, divulgado nesta quinta-feira (2), apesar de igualdade de condições nos indicadores de saúde e educação e de “modestas melhorias” em termos de paridade econômica, as mulheres brasileiras ainda enfrentam acentuada discrepância em representatividade política, o que empurra o índice do Brasil para baixo. Mais especificamente, as brasileiras sofrem com baixa participação em ministérios e no Legislativo, e salários mais baixos. No subíndice “Empoderamento Político”, o Brasil caiu da 86ª posição para 110ª. Dos 513 deputados federais, apenas 51 são mulheres (10% do total). No Senado, elas representam 13 das 81 cadeiras (16%). Já no governo do presidente Michel Temer, somente 2 dos 28 ministérios são ocupados por mulheres (7%).

Segundo o relatório, a renda média da mulher corresponde a 58% da recebida pelo homem – mesmo percentual registrado no ano passado. A média salarial em 2017 é estimada em US$ 11.132 (R$ 36.330) para mulheres e US$ 19.260 (R$ 62.860) para homens. Na saúde e na educação, as brasileiras têm melhores indicadores. Para cada estudante homem do ensino superior brasileiro, elas ocupam 1,4 vaga. Já a expectativa de vida feminina é de 67,8 anos, frente a 63,1 anos da masculina.

O Brasil é o pior colocado entre as economias do continente, atrás da Argentina (33º), Colômbia (36º), Peru (48º), Uruguai (56º), Chile (63º) e México (81º). Entre os 20 mais bem posicionados, há apenas dois representantes latinos: Nicarágua, em 6º lugar, e Bolívia, em 17º lugar.

Fonte: G1 – Darlan Alvarenga

30
out

Triste realidade

Postado às 18:44 Hs

Brasil tem recorde de assassinatos, com 171 mortes por dia.

O Brasil registrou 61.619 mortes violentas intencionais, como assassinatos, em 2016, maior volume absoluto já registrada no País. São 171 casos por dia e um crescimento de 3,8% em relação a 2015, chegando a uma taxa de 29,9 por 100 mil habitantes. Os dados divulgados nesta segunda-feira, 30, são do 11° anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“É como se o Brasil sofresse um ataque de bomba atômica por ano. São dados impressionantes, que reforçam a necessidade de mudanças urgentes na maneira como fazemos políticas de segurança pública no Brasil. Não é possível aceitar que a sociedade conviva com esse nível de violência letal”, diz Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum.

As maiores taxas foram registradas em Sergipe (64 a cada 100 mil habitantes), Rio Grande do Norte (56,9) e Alagoas (55,9). O número de policiais mortos em confronto teve alta de 17,5% com 437 assassinatos no período. Por outro lado, 4.324 pessoas foram mortas em decorrência de intervenções de policiais, crescimento de 25,8% em relação a 2015. Desse total, 81,9% têm entre 12 e 29 anos, e 76,2% são negros.

O mesmo relatório mostra que o crime de latrocínio subiu 57,8% no País entre 2010 e o ano passado, quando houve 2,5 mil registros ou sete casos por dia. A análise do Fórum, que reúne números oficiais, é a mais relevante do setor. A organização reúne pesquisadores e policiais no debate de políticas públicas.

 

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública que o crime de carro roubado está em alta no Brasil, que teve média de um roubo ou furto de veículo por minuto em 2016. Foram 557 mil no ano passado, segundo informações da Folha de São Paulo. Natal é a quinta colocada no ranking com 980 em furtos e roubos de veículos .

Significa um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, de acordo com informações de 25 Estados e do DF (o levantamento exclui apenas o Acre, que não enviou dados). E 41% dos crimes estão concentrados nas capitais. Considerando a soma de furtos e roubos de veículos proporcionalmente à frota de cada Estado, o Rio é campeão, com taxa de 916,7 crimes do tipo por 100 mil carros –em números absolutos, 58,5 mil casos. Goiás é o segundo.

Já entre as capitais, ganha Porto Alegre, com 1.446 furtos e roubos por 100 mil. A cidade de São Paulo ocupa o terceiro lugar nesse tipo de crime proporcionalmente ao tamanho da frota. Em números absolutos, no entanto, só a capital paulista concentrou 15% das ocorrências no país, com 226 roubos ou furtos por dia. O Estado de São Paulo, que ocupa a sexta posição na lista proporcional, tem 34% dos crimes

dinheiro
O segundo repasse do Fundo de participação dos Municípios (FPM) do mês será 14,05% menor do que o valor repassado em 2016, considerando os efeitos da inflação. A estimativa de redução é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que prevê transferência de R$ 631.492.264,38 nesta sexta-feira, 20 de outubro, com a retenção constitucional do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Sem esse desconto, o montante a ser partilhado dentre as Prefeituras será de R$ 789.365.330,48.

O Boletim dos Pequenos Negócios, divulgado esta semana pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, também trata do saldo de empregos com carteira assinada no estado. A análise do Sebrae mostra que o RN começa a dar sinais de recuperação.

Em agosto, foi registrada a criação de 3.241 postos de trabalho formal, no Rio Grande do Norte, número que resulta em saldo de 613 novos empregos quando somados os resultados dos oito primeiros meses de 2017 com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse é o primeiro resultado positivo do ano, revertendo os números negativos de 2015 e 2016. O Caged ainda mostra saldo negativo quando considerados os últimos 12 meses, pois, nesse período, foram extintas 2.157 vagas.

O boletim também verifica a situação da arrecadação do principal imposto para os cofres do estado. O ICMS arrecadado pelo Rio Grande do Norte nos primeiros nove meses de cada ano, no período de 2013 a 2017, aproximou-se dos R$ 3,7 bilhões, com crescimento nominal de 3,8% no último período em relação ao anterior, e de 28,4% durante toda a série. Considerando que a inflação calculada pelo INPC (FGV) entre setembro de 2013 e setembro de 2017 foi de 30,3%, nota-se que os recursos arrecadados, embora crescentes, não acompanham a desvalorização da moeda.

Um terço das cerca de 17 milhões de companhias em atividade no Brasil passam por problemas financeiros. O dado faz parte de estudo da Serasa que analisou 150 variáveis de todas as companhias ativas no Brasil. As empresas foram agrupadas em sete categorias e 54 subgrupos, segundo análises estatísticas que permitiram encontrar características comuns entre elas.

A Serasa avaliou critérios como idade, porte, endereço, experiência dos sócios, capital social, número de funcionários, pontualidade de pagamento, uso de crédito, entre outros. As companhias incluídas no grupo das que passam por problemas têm risco de crédito médio e alto ou débitos em atraso.

A maior parte delas é formada por microempresas (com faturamento de até R$ 360 mil ao ano) com problemas financeiros, que representam 6,33% do total de empresas do país. A Serasa também apontou que 2,63% das companhias brasileiras são microempresas em alto risco.

O Brasil não tem conseguido colocar todos os jovens na escola e, mantendo o ritmo de expansão da escolaridade dos últimos 15 anos, levaria 200 anos para universalizar o atendimento. Dados de 2015, os mais recentes disponíveis, mostram que 22% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola. O índice é similar ao registrado em 2000, quando eram 25%, segundo estudo do economista Ricardo Paes de Barros.

Na comparação internacional, o Brasil vem perdendo posições. Enquanto na virada do milênio 43% dos países tinham resultados melhores que o Brasil, atualmente mais de 55% encontram-se nessa situação. Ou seja: têm um percentual menor de jovens fora da escola.

Essa faixa etária é a ideal para o ensino médio, etapa considerada um dos maiores gargalos da educação brasileira. Mas 56% dos jovens de 15 a 17 anos hoje na escola estão atrasados, ainda no ensino fundamental. Além disso, mais da metade dos que já abandonaram o fizeram antes de chegar ao ensino médio.

O estudo faz um balanço da realidade dos jovens que perdem o engajamento da escola e joga luz aos motivos, além de refletir sobre os custos para a sociedade.

Fonte:  Folha de São Paulo.

13
out

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 11:00 Hs

  • O horário de verão de 2017 começa na primeira hora do próximo domingo. À meia-noite de amanhã, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem adiantar o relógio em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e vigora até 18 de fevereiro do ano que vem.
  • O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, revelou, ontem, que a estimativa do Governo para o crescimento do PIB em 2018 é de 2%, com viés de alta e pode “até chegar a 3%.” “O nosso cenário base que ainda está no Orçamento é um crescimento de 2% em 2018, mas já existem diversos analistas e economistas com previsões de crescimento maiores, até de 3% ou mais no ano que vem”, disse o ministro. “Eu chamaria de um cenário otimista, mas é um cenário possível.”
  • Estudo coordenado pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) aponta que o Brasil alcançou a marca de 3,65 adolescentes entre 12 e 18 anos assassinados para cada grupo de mil jovens. O número é o mais alto desde que começou a ser medido, em 2005. O IHA (Índice de Homicídios na Adolescência) engloba os 300 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes e se baseia nos dados do ano de 2014 do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde. O trabalho é uma parceria com o Ministério dos Direitos Humanos do Brasil, o Observatório de Favelas e o Laboratório de Análise da Violência, da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). O Rio Grande do Norte ficou em quinto lugar na ‘matança’.
  • Temendo ser vaiado nas celebrações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, o presidente Michel Temer decidiu enviar como representante na solenidade o ministro-chefe da Secretaria de Governo, ministro Antonio Imbassahy. Avaliação feita por interlocutores do próprio Temer no final da tarde desta quinta-feira, é que foi a decisão correta depois que políticos foram vaiados durante a celebração quando anunciados ao microfone. “A reação seria muito maior se Temer estivesse presente. Num momento de impopularidade alta, tudo que o presidente não precisava era ser vaiado em Aparecida”.
  • No jogo de cartas marcadas que se estabeleceu entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal, o próximo lance executado no plenário do Senado. Diante da submissão do Supremo, os senadores decidirão se as sanções cautelares impostas a Aécio Neves devem ou não ser mantidas. Não é preciso ser vidente para prever o resultado: suspenso pela Primeira Turma do Supremo, o senador tucano terá o mandato restituído pelos colegas. É possível antever os discursos. Estalando de pureza moral, personagens como Renan Calheiros e Romero Jucá dirão que defendem acima de tudo a Constituição, não Aécio Neves, um senador que pediu e recebeu R$ 2 milhões a um corruptor. Dedicarão meia dúzia de desaforos ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. O líder tucano Paulo Bauer afagará Aécio com sua retórica. O ruim de tudo isso é odor. Mas é possível enxergar um lado bom, mesmo que seja necessário procurar um pouco. O bom é que você ficará sabendo qual é o tamanho da bancada do atraso no Senado. É a maior agremiação da Casa. Reúne a banda que deseja salvar Aécio e o bloco que quer salvar o próprio pescoço. Convém imprimir a lista de votação. Depois que o Supremo virou ex-Supremo, não resta ao brasileiro senão fazer justiça com o próprio dedo, na urna eletrônica.
  • Em propaganda partidária centrada no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT defendeu na noite desta quinta (12) que ele sofre perseguição política e que querem “impedir a sua candidatura em 2018”. No fim da peça de dez minutos, Lula fala que “é hora de reconstruir nossa democracia elegendo diretamente um novo presidente”. “Nós, brasileiros, somos capazes e vamos dar a volta por cima, mas isso não se faz tirando direitos, cortando aposentadoria nem vendendo o país”, diz. Antes da fala do ex-presidente, a publicidade exalta programas criados nos governos petistas, como o Bolsa Família e o Mais Médicos, e diz que a gestão Temer é um “retrocesso” e “quem mais perdeu com o golpe [como o partido chama o impeachment de Dilma Rousseff] são os brasileiros”.

Reportagem publicada hoje no jornal O Estado de São Paulo mostra que a cidade de Mossoró é a nona mais violenta do país para os jovens.

Em sete anos, 43 mil adolescentes devem ser vítimas de homicídio no País. Por dia, a média será de 16 assassinados (com idades de 12 a 18 anos) entre 2015 e 2021 se mantidos os atuais índices de violência. Homens, mostram as estatísticas, têm 13,5 mais risco de serem vítimas do que as mulheres. O perigo para os jovens negros é 2,8 vezes maior na comparação com os brancos.

Isso é o que revela um levantamento feito pelo Unicef, braço das Nações Unidas para a infância, Secretaria dos Direitos Humanos, o Observatório das Favelas e o Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). A estimativa é baseada no Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), que cruza dados oficiais e considera mortes de jovens por homicídio em 300 municípios com população acima de 100 mil habitantes.

Entre os estados, o Rio Grande do Norte ocupa o quinto lugar onde mais se mataram adolescentes. O índice é de 7,40 a cada grupo de mil jovens. Ceará (8,71), Alagoas (8,18) e Espírito Santo (7,79) são os Estados onde mais se matam adolescentes. Na outra ponta, com menos mortos, estão São Paulo (1,57), Roraima (1,40) e Santa Catarina (0,93).

O Nordeste é a que detém o IHA mais alto entre todas, de 6,5 adolescentes assassinados por grupo de mil, nos municípios com mais de 100 mil habitantes. O índice mais baixo entre as regiões é o do Sul, de 2,3. O Sudeste chega a 2,8, seguido pelo Norte, de 3,3, e pelo Centro-Oeste, de 3,9.

Fonte: Anna Ruth Dantas

Por Francisco Vieira

Diariamente morrem mais de 190 pessoas assassinadas no Brasil. É como se caísse um avião ou ocorresse um atentado terrorista por dia!!! O atual comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse em entrevista que, das pessoas que somem no Brasil anualmente, 20 mil jamais reaparecem. Há quem desapareça de casa por não suportar a família, por um amor proibido etc., mas grande parte desses sumiços podem ser mortes não contadas como homicídios ou se trata de abduções feitas por discos voadores. Dizem que os Estados Unidos são um país violento. Mas, em comparação com o Brasil, chega a ser humilhante. Em dados de 2016, temos os Estados Unidos com 5,4 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto o Brasil já está com 32,4 homicídios. Ou seja, para chegarmos ao nível de violência dos Estados Unidos, teremos que melhorar muito a nossa segurança pública.

 AMOR AOS EUA – Vejam o exemplo do ex-governador do Distrito Federal, o petista e ex-comunista(?) Agnelo Queiroz. Quando deixou o cargo, em 2014, foi direto para os Estados Unidos, passar seis meses por lá, praticando o inglês e manuseando a “moeda capitalista” no país mais amaldiçoado pelo partido dele. Por que não foi para a Venezuela, para encher os bolsos de Bolívar, ou para a China, praticar o Mandarim?  Olhem também o desarmamentista Fernando Henrique Cardoso. Vive por lá! E todos os governantes entreguistas sempre fizeram questão e pedir a bênção ao patrão, lá na matriz, inclusive o Lula…

DESARMAMENTO – Recentemente a Tribuna da Internet criticou a insanidade da permissão para compra e venda de armas de qualquer tipo nos Estados Unidos, mas defendeu o direito de todo homem de bem possuir um revólver para defender sua casa e sua família. Nos EUA, pode tudo. Aqui no Brasil, não pode nada. O meio termo seria uma postura muito mais lógica. Como todos sabem, o equilíbrio está no meio. É uma proposta perfeita. Ninguém poderia dizer que comprou uma metralhadora para se proteger. Só os traficantes brasileiros é que usam esse tipo de arma, cujo porte deveria ser considerado crime gravíssimo. Até agora, Jair Bolsonaro é o único candidato que defende o direito de o cidadão ter uma arma. Vai ganhar muitos votos com isso.

Via G1

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação positiva de 0,16% no mês de setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a inflação oficial do país foi de 0,19%.

No ano, o índice acumula 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual período do ano passado, sendo o menor acumulado em um mês de setembro desde 1998, quando a inflação ficou em 1,42%. Nos últimos doze meses, o IPCA ficou em 2,54%, resultado superior aos 2,46% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Categorias

A maior alta do mês foi do grupo transportes, com variação de 0,79%. Os combustíveis tiveram a maior influência, com alta de 1,91%. O litro da gasolina ficou, em média, 2,22% mais caro de agosto para setembro. Já as passagens aéreas, tiveram variação positiva de 21,90%. O grupo alimentação e bebidas recuou pelo quinto mês seguido. Em setembro, a queda foi de 0,41%, com destaque para o consumo em casa, que teve retração de 0,74%. Já a alimentação fora de casa subiu 0,18%.

No grupo habitação (-0,12%), teve destaque a conta de luz, que ficou 2,48% mais barata. Segundo o IBGE, a maior influência veio da mudança para a bandeira tarifária amarela a partir de 1º de setembro, representando uma cobrança adicional de R$ 0,02 a cada Kwh consumido. Em agosto, a bandeira vigente era a vermelha, mais cara.

Cálculo do IPCA

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e abrange famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, em 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços no período de 30 de agosto a 27 de setembro (referência) com os preços ventre 1º de agosto a 29 de agosto de 2017.

INPC tem deflação

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa de 0,02% em setembro, a menor para setembro desde 1998, quando houve queda de 0,31%. No ano, o acumulado foi de 1,24%, bem abaixo dos 6,18% em igual período do ano passado. Já nos últimos 12 meses, o índice recuou para 1,63%, ficando abaixo do 1,73% nos 12 meses imediatamente anteriores. Segundo o IBGE, as variações acumuladas no ano e em 12 meses são as menores para um mês de setembro desde o início do Plano Real.

Para o Senado, a disputa pelas duas vagas reservadas ao RN promete ser bastante equilibrada. De acordo com os números da SETA, apesar de Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM) aparecerem na liderança, há um quadro de empate técnico com a postulação de Zenaide Maia (PR).

Na espontânea, como primeira escolha aparecerem Garibaldi (5,7%), Agripino (4,7%) e Zenaide (2,7%). A senadora Fátima Bezerra que não disputa também aparece com 3,5%. Como segunda opção de senador, aparecem novamente Garibaldi (2,2%), Agripino (2%) e Zenaide.

Na estimulada, o cenário se repete tanto na ordem, quanto na diferença mínima dentro da margem de erro. Como primeira opção aparecem Garibaldi (16,6%), Agripino (14,1%) e Zenaide (12,5%). Como segunda, novamente Garibaldi (5%), Agripino (5%) e Zenaide (3,2%).

A pesquisa do Instituto Seta, a pedido do Blog do BG, foi realizada entre os dias 17 e 19 de setembro, em 49 municípios do Rio Grande do Norte, com 1.100 entrevistas. Ela foi calculada com grau de confiabilidade de 95% e com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.

Por Clodoeudes Fernandes

O Blog do BG, em parceria com o Instituto SETA, divulgou mais uma rodada de pesquisas sobre o cenário eleitoral no Rio Grande do Norte com vistas ao pleito eleitoral de 2018.  No levantamento divulgado, nesta quinta-feira (05), os números revelam que o governador Robinson Faria (PSD) ainda possui capital eleitoral para enfrentar a eleição do próximo ano em pé de igualdade com sua principal adversária, a senadora Fátima Bezerra (PT), e até com uma certa folga em relação ao terceiro colocado, no caso, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT).

Na sondagem estimulada (aquela em que os entrevistados têm acesso aos nomes) quem lidera é Fátima Bezerra com 22,5%. Logo em seguida vem Robinson Faria com 15,9%. Eles são seguidos por Carlos Eduardo Alves (9,4%), Jaime Calado (2,9%) e, em último, Cláudio Santos (1,5%).

Na aferição espontânea (aquela em que o entrevistado diz o primeiro nome que lhe vem à cabeça), surpreendentemente, Robinson aparece em primeiro com 7,5% das intenções de voto, à frente de Fátima com 6,3% e Carlos Eduardo com 1,8%. Os demais citados não somaram 1%, cada.

Todavia, quanto à avaliação que o povo potiguar faz das ações do atual governo, há um índice alto de reprovação. Do total de entrevistados, apenas 2,5% considera o Governo ótimo. 13,4% avaliam a gestão como boa, 22,2% como regular, 22,4% como ruim e 39,5% como péssimo. Apesar disso, muitos entendem que os números da pesquisa SETA revelaram que Robinson Faria ainda tem grandes chances de reverter o quadro, caso coloque a máquina administrativa para funcionar institucionalmente, além da esfera política.

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Via Folha de São Paulo

Pré-candidato à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (PSC) se consolida em segmentos do eleitorado tradicionalmente ocupados pelo PSDB e atrai eleitores com perfil semelhante àqueles que declaram voto no prefeito paulistano, João Doria.

A última pesquisa Datafolha mostrou que os entrevistados que têm preferência por Bolsonaro e Doria têm características semelhantes de renda e escolaridade, por exemplo. Entre os eleitores de Bolsonaro, 32% têm renda inferior a dois salários mínimos, 46% recebem de dois a cinco e 15% recebem de cinco a dez salários. No eleitorado de Doria, essa distribuição é de 31%, 39% e 21%, respectivamente.

Esse perfil contrasta com as características dos entrevistados que dizem votar no outro potencial candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB, o governador Geraldo Alckmin. Seus eleitores se concentram na faixa de renda mais baixa (43%).Bolsonaro e Doria têm ainda entre seus eleitores uma proporção maior de entrevistados com curso superior: 26% e 34%, respectivamente. Apenas 19% dos potenciais votos de Alckmin vêm de eleitores dessa faixa de escolaridade.

Nesses segmentos, Alckmin tem um eleitorado com perfil mais parecido com o de Marina Silva. A ex-senadora também tem 19% de seus votos entre eleitores com ensino superior e obtém metade de seu apoio entre eleitores de baixa renda.

A semelhança de perfil pode ter impacto na possível migração de votos entre primeiro e segundo turnos das próximas eleições. Em um segundo turno contra Lula, Doria atrairia 59% dos eleitores de Bolsonaro, enquanto Alckmin receberia 50% dos votos dados ao deputado do PSC no primeiro turno. Mais eleitores de Bolsonaro optariam por votar em branco ou nulo caso Alckmin vá ao segundo turno contra Lula.

BOLSONARO E MARINA

Bolsonaro e Marina invadiram espaços que o PSDB ocupou nas últimas eleições – entre eleitores mais escolarizados, com renda mais alta e que se opõem ao PT. A ex-senadora, da Rede, e o deputado, do PSC, concentram metade dos eleitores que rejeitam o ex-presidente Lula, segundo a última pesquisa Datafolha.

Entre os entrevistados que dizem não votar em Lula “de jeito nenhum”, Bolsonaro teria 33% dos votos e Marina, 19%. O governador Geraldo Alckmin chega a 13% nesse segmento e 21% dos eleitores dizem que votariam em branco ou nulo. Se o candidato do PSDB apresentado aos entrevistados é João Doria, Bolsonaro teria 30% no grupo que rejeita Lula, e Marina chegaria a 20%. Doria apareceria com 14% e outros 20% votariam em branco ou nulo.

O desempenho de Doria é semelhante ao de Alckmin nessa faixa, apesar do discurso fortemente antipetista adotado pelo prefeito de São Paulo. Bolsonaro atrai mais que o dobro dos eleitores de Doria nesse segmento.

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