15
fev

Redução

Postado às 23:10 Hs

Polícia Rodoviária Federal encerrou, na meia-noite de quarta-feira de cinzas (14/2), a Operação Carnaval 2018. Durante o período do carnaval, a fiscalização e o policiamento nas rodovias federais contou com efetivo extra. Policiais que trabalham administrativamente foram remanejados para compor equipes operacionais, aumentando, assim, a percepção de segurança de quem transitava pelas vias federais. Durante a operação, a PRF realizou ações educativas com o objetivo de sensibilizar motoristas e passageiros em viagem durante o feriadão para os cuidados com a segurança do trânsito. Um total de 740 pessoas foram sensibilizadas através da ação do Cinema Rodoviário e abordagens educativas em unidades operacionais da PRF.
O Rio Grande do Norte conseguiu arrecadar em 2017 mais de R$ 5 bilhões com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O valor é 5,1% maior que o arrecadado no ano anterior, quando o estado atingiu a arrecadação desse imposto da ordem de R$ 4,7 bilhões, aumento superior à inflação medida no período, que foi de 2,95%. Nos últimos cinco anos, o recolhimento de ICMS teve um crescimento nominal de 27,4%, de acordo com informações do Portal da Transparência. A análise da arrecadação de ICMS é um dos destaques da 30ª edição do Boletim dos Pequenos Negócios, que foi divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Sebrae RN.

PRF registra 249 acidentes graves no carnaval com 87 mortos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 249 acidentes graves e 87 óbitos nas rodovias federais desde a última sexta-feira (9). O balanço parcial da Operação Carnaval 2018 foi divulgado nesta quarta-feira (14) pelo órgão. Os números são menores que os do ano passado, quando foram registrados 309 acidentes graves e 131 óbitos até a terça-feira de Carnaval.

A operação segue até a meia-noite de hoje com o reforço de policiamento em trechos e horários críticos nas rodovias federais, aqueles que registram maior incidência de acidentes e de flagrantes de condutas irregulares. O balanço final da Operação Carnaval será divulgado amanhã (15).

Até 0h de ontem (13), as equipes da PRF fiscalizaram 144 mil veículos, com o objetivo de verificar as principais condutas irregulares – ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, mistura álcool e direção, e falta de equipamentos de segurança. Foram autuados 1.497 motoristas por embriaguez ao volante, número 22% menor do que no mesmo período do ano passado, quando foram flagrados 1.914 motoristas embriagados até a terça-feira de Carnaval.

07
fev

Registro

Postado às 12:24 Hs

Brasil confirma 353 casos e 98 mortes por febre amarela desde julho de 2017.

Balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (7) atualiza em 353 o número de casos confirmados de febre amarela e em 98 os óbitos provocados pela doença entre 1º de julho de 2017 e 6 de fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, foram confirmados 509 casos e 159 óbitos.

De acordo com o boletim, foram notificados em todo o país 1.286 casos suspeitos de febre amarela, sendo que 510 foram descartados e 423 permanecem em investigação.

“Os informes de febre amarela seguem, desde o ano passado, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Dessa forma, o período para a análise considera de 1º de julho a 30 de junho de cada ano”, informou a pasta.

Transmissão

Por meio de nota, o ministério reforçou que não há registro confirmado de febre amarela urbana no país, mas destacou que o caso da doença identificado em São Bernardo do Campo (SP) está sendo investigado por uma equipe da secretaria Estadual de Saúde.

“Deve ser observado que o paciente mora na região urbana e possivelmente trabalha na área rural. Qualquer afirmação antes da conclusão do trabalho é precipitada. É importante informar que São Bernardo do Campo (SP) é uma das 77 cidades dos três estados do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia) incluídas na campanha de fracionamento da vacina de febre amarela.”

Agência Brasil

06
fev

Informes

Postado às 10:00 Hs

Acidentes nas rodovias federais caíram 7,5%
Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apontam que, no ano passado, foram registrados 89,3 mil acidentes graves, que resultaram na morte de 6,2 mil pessoas e deixaram 83,9 mil feridos. Em 2016, todos os índices foram maiores: 96,5 mil acidentes (+7,5%); 6,4 mil mortos (+2,7%); e 87 mil feridos (+3,5%).

O principal problema dos viajantes, segundo a PRF, foi a falta de atenção. Estima-se que essa tenha sido a causa de 34,4 mil acidentes e da morte de 1,8 mil pessoas no ano passado. A imprudência também foi um problema: mais de 2,3 milhões de pessoas foram autuadas por velocidade superior à permitida em mais de 20%. Esse índice também apresentou redução de 12,5% na comparação com 2016.

A segunda infração mais cometida de acordo com os registros da polícia rodoviária foi “em movimento de dia, deixar de manter acesa luz baixa nas rodovias”, com mais de 905,6 mil motoristas autuados. Cerca de 500 mil motoristas foram autuados por transitar em velocidade de 20% a 50% maior que a permitida. No total, foram 5,8 milhões de infrações autuadas e, nesse caso, houve crescimento de 4,8%.

Pouco mais de um mês depois de reduzir os juros básicos para o menor nível da história, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) faz a primeira reunião de 2018 esta semana para definir os rumos da Taxa Selic. A expectativa de instituições financeiras é que os juros caiam de 7% para 6,75% ao ano.

Se a expectativa se confirmar, será o 11º corte seguido na taxa básica. Em dezembro, o Copom reduziu, por unanimidade, a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% para 7% ao ano, o menor nível da história.

Anteriormente, o recorde inferior da taxa Selic havia sido registrado de outubro de 2012 a abril de 2013, quando a taxa ficou em 7,25% ao ano. Em seguida, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015, patamar mantido nos meses seguintes. Somente em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva/Ideia Big Data, divulgada nesta sexta-feira, dia 2, aponta que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país. O levantamento ainda aponta que 95% dos entrevistados afirmam que os atuais políticos não são transparentes, e 89% acreditam que os políticos não se preparam para desempenhar bem seu mandato. PRÓPRIO INTERESSE – De acordo com a pesquisa, em geral, a percepção dos brasileiros é que políticos pensam mais nos seus interesses do que nas necessidades da população: 94% afirmam que os políticos estão mais preocupados em se manter no poder do que governar, e 89% acreditam que os políticos não pensam na população para tomar decisões. Ao mesmo tempo, 93% dos entrevistados afirmam que é preciso formar novas lideranças políticas para mudar o país, e 88% acham que deveria haver mais espaço para cidadãos comuns se candidatarem. Apesar disso, 80% das pessoas afirmam que nunca pensaram em se candidatar em uma eleição.
Em busca de melhorar sua imagem, o presidente Michel Temer espera que a melhora da economia leve a taxa de desemprego neste ano a um dígito, terminando 2018 abaixo dos 10%. No ano passado, apesar do início de recuperação da atividade econômica, o desemprego encerrou 2017 numa taxa elevada: 12,7% na média anual e 11,8% no último trimestre. Segundo a equipe de Temer, a taxa de desemprego em 2018 pode fechar o ano um pouco acima de 9%
Uma pesquisa inédita feito pela Ideia Big Data para o Brazil Institute do Wilson Center, aponta um descrédito da população brasileira com o Congresso, a falta de interesse com o Legislativo e expectativas de poucas mudanças com as eleições de novembro. O levantamento aponta que 72% dos eleitores escolheram temas relacionados à honestidade como prioridade na hora de votar em seus deputados e senadores. “Trabalho há quinze anos com pesquisas de opinião e nunca vi uma liderança tão forte de temas relacionados à honestidade na cabeça dos eleitores”, afirmou Maurício Moura, presidente da Ideia Big Data. O levantamento foi feito com 5.003 pessoas em 37 cidades brasileiras entre os dias 9 e 13 de janeiro e será base para um debate que o Brazil Institute promove na manhã desta quarta-feira, dia 17, no Wilson Center com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Que candidato em campanha terá peito para defender o governo Temer? Uma pesquisa do Ibope feita entre 9 e 17 de dezembro nas dez maiores capitais do Brasil, com usuários de internet das classes A, B e C revela que Temer será um fardo de uma tonelada para se carregar: 90% disseram que não votariam num “candidato que defenda o governo Temer” (5% responderam que “sim”).

Em relação à corrupção, o eleitorado confirma um poderoso mau humor com o governo: 42% e 44% avaliam que o nível de corrupção do governo Temer é igual ou maior do que o registrado nos governos Lula e Dilma. Magros 8% dos entrevistados consideram que hoje a roubalheira diminuiu.

Rodrigo Oliveira / Site do Sindifisco

Apesar de a inflação oficial do ano passado ter encerrado no menor índice desde 1998 – o IPCA fechou em 2,95% –, a defasagem da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) não para de aumentar. Está em 88,40%, conforme estudo do Sindifisco Nacional. O levantamento preenche o período de 1996 até agora.

“Ao se apossar daquilo que não tem direito, o governo achata a renda do trabalhador. Obriga-o a pagar mais imposto, dinheiro que poderia ser mais bem aplicado – na poupança, no aprimoramento da formação educacional, no consumo etc.”, criticou Cláudio Damasceno, presidente do Sindifisco Nacional.

Se a faixa de isenção atual chega aos contribuintes que ganham até R$ 1.903,98, se fosse corrigida livraria todo assalariado que ganha até R$ 3.556,56 de reter imposto na fonte. Representa dizer que essa diferença de R$ 1.652,58 pune as camadas de mais baixa renda. É importante lembrar também que a tabela do IRPF não vem sendo reajustada.

PAGA-SE MAIS – Isso, porém, não afeta somente o trabalhador de menor salário. Todas as demais faixas obrigam o contribuinte a pagar mais imposto de renda do que deveria. E piora à medida que os descontos permitidos no IR também são menores. O desconto por dependente, por exemplo, de R$ 189,59/mês (R$ 2.275,08 anual), deveria ser R$ 357,19/mês (R$ 4.286,28 anual). Com educação, se corrigido chegaria a R$ 6.709,90, mas, pela tabela de 2017, o teto foi de R$ 3.561,50.

“O prejuízo do contribuinte não ficou maior porque o IPCA de 2017 foi um dos mais baixos em quase 20 anos”, alertou Damasceno. O estudo também está disponível no site www.sindifisconacional.org.br.

Blog do Fausto Macedo

A Polícia Federal bateu seu recorde histórico de apreensões de cocaína e maconha em 2017. Por meio de operações das Delegacias de Repressão a Entorpecentes e do Grupo Especial de Investigações Sensíveis (GISE), a PF tirou de circulação 44,7 toneladas de cocaína e 313 toneladas de maconha. Os números são parte do balanço da Coordenação-Geral de Polícia de Repressão a Drogas (CGPRE).

Embora o número de operações especiais tenha diminuído no ano, 80 em 2017 e 121 em 2016, a quantidade de drogas apreendidas representa um recorde dentro da série histórica aferida desde 1995.

O valor de bens apreendidos também superou o ano de 2014, que detinha o recorde com R$ 323 milhões, e alcançou a cifra R$ 591,4 milhões em bens apreendidos pelas ações da PF.

A crise de segurança, que levou 2.800 militares das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança Pública ao Rio Grande do Norte, agravou a criminalidade no Estado no final de 2017. No entanto, não é de hoje que a violência se tornou rotina na Grande Natal, alcançando níveis ainda mais altos após o aquartelamento de PMs.

No ano passado, as 12 cidades que compõem a região metropolitana de Natal atingiram índices de assassinatos que superam taxas de homicídios no país mais violento do mundo e até mesmo em zona de guerra, como a Síria.

A cidade de Extremoz, conhecida por belas praias como Genipabu, registrou a maior a taxa de homicídios no RN em 2017: 233 por 100 mil habitantes. No triste ranking da violência, Ceará-Mirim surge logo em seguida, com taxa de 196 assassinatos.

Os dados são do Obvio (Observatório da Violência Letal Intencional), ligado à Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi Árido), que computa os crimes a partir de fontes oficiais.

A situação na região metropolitana elevou a taxa de homicídios em todo o Estado.

O Rio Grande do Norte encerrou 2017 com 2.408 homicídios –67 por cada 100 mil habitantes. Desde os anos 70 até 2016, é a segunda maior taxa já vista em um Estado, perdendo apenas para Alagoas, em 2011, quando houve índice de 71 por 100 mil.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fechou em 2017 com alta acumulada de 2,95%, resultado 3,34 pontos percentuais inferior aos 6,29% de 2016. É o menor número desde a taxa de 1998 quando ficou em 1,65%.

Os dados foram divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, em dezembro, o IPCA fechou em 0,44%, ficando 0,16 ponto percentual acima do resultado de novembro (0,28%). Essa foi a maior variação mensal de 2017. Em 2016, o IPCA de dezembro atingiu 0,3%.

O Índice de Satisfação com a Vida, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), constatou que a população mais satisfeita com a vida reside nos municípios do interior do país. Foi lá onde se atingiu maior pontuação, 66,9 pontos, de uma escala de 0 a 100. Os menos satisfeitos são os que vivem nas periferias, 62 pontos. A pontuação obtida por residentes nas capitais ficou em 64,7 pontos.

Também é no interior onde se tem menos medo de perder o emprego, segundo o Índice de Medo do Desemprego. Lá o índice registrado ficou em 64,5 pontos, enquanto nas capitais e periferias esse índice ficou em 67,5 pontos.

O brasileiro estava com menos medo de perder o emprego em dezembro do que em setembro de 2017. No entanto, segundo o Índice de Medo do Desemprego e o Índice de Satisfação com a Vida, divulgados nesta sexta-feira (5) pela CNI, o brasileiro está mais preocupado com essa possibilidade, se comparado a dezembro de 2016.

O percentual de famílias brasileiras com dívidas fechou 2017 em 62,2%, acima dos 59% de 2016. Os dados, registrados em dezembro, são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada hoje (5) no Rio de Janeiro.

As famílias inadimplentes, isto é, com dívidas ou contas em atraso, ficaram em 25,7% em dezembro, acima dos 24% de dezembro de 2016. Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso ficou em 9,7%, acima dos 9,1% de dezembro de 2016.

A proporção de famílias que disseram estar muito endividadas ficou em 14,6%, mesmo resultado de dezembro de 2016. O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 64,3 dias em dezembro de 2017, superior aos 63,8 dias do mesmo período do ano anterior.

Para 76,7% das famílias que possuem dívidas, o cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, seguido de carnês (17,5%) e financiamento de carro (10,9%).

04
jan

Cidades tranquilas do RN…

Postado às 19:57 Hs

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesed) divulgou na tarde desta quarta-feira, 3, Relatório Estatístico Crimes Violentos Letais Intencionais referente ao ano de 2017. Segundo o estudo, 37 municípios do Rio Grande do Norte não registraram morte violenta. O número representa 22% das 167 cidades do estado.

De acordo com a Sesed, foram considerados cinco pontos para a elaboração do levantamento, com todas tendo o mesmo peso no resultado final. Os pontos são 1) Conceito de homicídio utilizado, 2) Informações disponíveis sobre os casos (variáveis), 3) Informações perdidas/não preenchidas (casos sem informação), 4) Convergência entre as fontes (saúde x segurança) e, 5) Transparência.

Pelos números da secretaria, o RN teve 2.383 homicídios em 2017. Em relação a 2016, houve aumento de 20,6%. No ano retrasado foram registradas 1.980 mortes violentas, segundo o órgão. Natal, com 595, e Mossoró, com 249 homicídios, foram as cidades com mais violentas em 2017 no Rio Grande do Norte.

Cidades em que não houve homicídios no RN em 2017:

– Taboleiro Grande

– Francisco Dantas

– Pilões

– Almino Afonso

– Tenente Ananias

– Riacho de Santana

– José da Penha

– Major Sales

– Paraná

– São Fernando

– Cruzeta

– São José do Seridó

– Serra Negra do Norte

– São João do Sabugi

– Ipueira

– Ouro Branco

– Santana do Seridó

– Santana do Matos

– Lagoa Nova

– Bodó

– Fernando Pedroza

– Lajes

– Galinhos

– Caiçara do Norte

– Bento Fernandes

– Riachuelo

– Ruy Barbosa

– Lagoa de Velhos

– Sítio Novo

– Lajes Pintadas

– Campo Redondo

– Senador Elói de Souza

– São Bento do Trairi

– Serra de São Bento

– Lagoa de Pedras

– Jundiá

– Senador Georgino Avelino

A Polícia Rodoviária Federal encerrou a meia-noite desta segunda-feira (01), a Operação Ano Novo. De 29/12/17 à 01/01/18 foram registrados nas rodovias federais do Rio Grande do Norte um total de 18 acidentes, 26 feridos e uma morte.

Durante esse período foram fiscalizados 651 veículos e 665 pessoas. 429 motoristas foram submetidos ao teste de bafômetro, dos quais 14 foram autuados por dirigir sob efeito de bebida alcoólica. Outros 395 condutores foram multados por cometerem infrações diversas, sendo 81 multas só por ultrapassagens indevidas.

Outros 504 veículos tiveram suas imagens captadas pelos radares portáteis, por transitarem com excesso de velocidade. Oito pessoas foram presas por crimes diversos, das quais três pela prática de assaltos. Quatro veículos foram recuperados durante o feriado. Na Operação Ano Novo do ano passado (2016/2017), foi contabilizados nas BRs do RN, um total de 25 acidentes que resultou em 23 pessoas feridas e seis pessoas mortas. Comparando-se com o mesmo período deste ano, verifica-se uma redução significativa no número de acidentes e principalmente no número de mortes.

Portanto, o feriadão de ano novo(2017/2018) foi bem menos violento nas rodovias federais do nosso Estado. Essa redução se deve, principalmente, a uma fiscalização mais intensiva e mais rigorosa por parte da PRF. PRF segurança com cidadania

Núcleo de Comunicação Social da PRF/RN

fev 19
segunda-feira
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