09
jan

Charge: Nas redes…

Postado às 9:34 Hs

Charge do Duke

07
jan

Charge: E haja tédio…

Postado às 8:50 Hs

Charge do Duke

02
jan

Charge: Climão eleitoral

Postado às 20:05 Hs

CHARGE DO SPONHOLZ

31
dez

Charge: Um novo tempo que chega…

Postado às 16:56 Hs

Charge do Duke

25
dez

§ § Espaço Web § Para descontrair…

Postado às 23:00 Hs

FRASES ANÔNIMAS BEM-HUMORADAS
“Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.”

“Não tenha medo de pensar diferente dos outros. Tenha medo de pensar igual e descobrir que estão todos errados.”

“A vida é muito curta para fazermos tantas coisas que não gostamos e gostarmos de tantas coisas que não fazemos.”

“Algumas vezes, é preciso coragem para falar; outras vezes é preciso coragem para não dizer nada.”

“Iniciar um novo caminho assusta, mas depois de um tempo percebemos que era mais perigoso permanecer parado.”

“Vivemos na terra onde se cochicha o elogio e se berra o insulto.”

“Nessas de uma mão lava a outra, sempre quando chega minha vez a água acaba.”

“A zona de conforto é um lugar maravilhoso, pena que nada cresce lá…”

“Na vida nada acontece por acaso: quando achamos que perdemos algo, ganhamos outro. Mas só percebemos isso quando este algo deixou de ter importância.”

“Há momentos onde o silêncio é tão importante que, só em falar nele, transgredimos o seu intento!”

“Quem chega ao fundo do poço precisa lembrar que o fundo é o melhor lugar do poço para se tomar impulso.”

“Talvez, o interessante da vida, seja saber que não sabemos absolutamente nada, e que muito provavelmente, nem tenhamos tempo para entender tudo.”

“Ter ansiedade não é querer passar a carroça na frente dos bois. Ter ansiedade é pegar os bois, a carroça, colocar tudo nas costas e sair correndo na ilusão de chegar mais rápido.”

“Tentar adquirir experiência apenas com teoria é como matar a fome tão somente lendo o cardápio.”

“A vida é irônica. É necessário tristeza para saber o que é felicidade, barulho para apreciar o silêncio, e ausência para valorizar a presença. “

“Depressão é quando você não liga muito para nada. Ansiedade é quando você liga muito para tudo. Inferno é quando você vive os dois.”

“Tirando minha condição física, psicológica, o estresse e a falta de dinheiro… nunca estive tão bem!.”

“A felicidade é uma lasanha, quanto mais você abre o forno, mais ela demora a ficar pronta. Desista da ansiedade e deixe cozinhar.”

“Em vez de se perguntar por que as mesmas coisas sempre acontecem com você, pergunte-se por que você sempre escolhe os mesmos caminhos.”

“Quando você se sentir sozinho… lembre-se, que há milhões de bactérias que vivem em seu corpo, e para elas, você é o mundo!”

 

Autor : Aristeu Bezerra

25
dez

Charge: Jesus ou Papai Noel ?

Postado às 11:32 Hs

Foto: Reprodução/TV Globo

A humorista Zilda Cardoso, que interpretou a personagem Dona Catifunda nos programas Escolinha do Professor Raimundo (Globo) e A Praça É Nossa (SBT), morreu hoje, aos 83 anos, em São Paulo.

A VEJA, o investigador que realizou a perícia, Luiz Carlos Vegi, do 77º Distrito Policial, em Santa Cecília, afirmou que Zilda sofreu uma morte natural enquanto dormia. Apesar de não apresentar problemas de saúde, a atriz fumava três maços de cigarro por dia e teve um mal súbito há alguns meses. O fato de ela fumar, porém, não apresenta necessariamente relação com a morte, ressalta Vegi.

Zilda não tinha parentes próximos e morava sozinha em um apartamento na capital paulista. A diarista da comediante encontrou o corpo da atriz ao chegar para o trabalho de manhã.

Trajetória

Zilda Cardoso nasceu no dia 04 de janeiro de 1936 e ficou conhecida por sua personagem “Catifunda”, uma moradora de rua debochada que fumava charuto e tinha um sotaque forte paulistano.

A primeira vez que apareceu como Catifunda foi no programa humorístico O riso é o limite, em 1961, na TV Rio, logo depois foi chamada por Manuel de Nóbrega para a Praça da Alegria na TV Record. Depois vieram outros programas como A Praça é nossa, Os Trapalhões, Praça Brasil, Estados Anísios de Chico City e onde ela ganhou fama: Escolinha do Professor Raimundo. “Saravá, perfessor”, como ficou nacionalmente conhecido o bordão de Zilda quando Raimundo a chamava.

19
dez

Charge: Em outros natais…

Postado às 10:35 Hs

Charge do Duke

18
dez

Charge: Pobre Brasil…

Postado às 9:54 Hs

Arquivo do Google

17
dez

Charge: O liseu continua…

Postado às 10:42 Hs

Charge do Duke

Charge do Duke

14
dez

Charge: Na espera de dias melhores…

Postado às 12:51 Hs

Charge do Duke

11
dez

Charge: Contra liseu… Eita !

Postado às 20:58 Hs

Charge do Duke

09
dez

Charge: Sem clima

Postado às 17:00 Hs

Charge do Duke

08
dez

Charge: Brasil sem jeito !

Postado às 11:34 Hs

Charge reproduzida do site Charge Online

05
dez

§ § Espaço Web § Os Numerais

Postado às 22:05 Hs

 

Dizem por aí que o sete é o número preferido de Deus. Como a Skol, ele desce redondo. Daí o Senhor ter criado o mundo em sete dias, ter dado sete cores ao arco-íris, ter definido sete sacramentos, ter fixado sete pecados capitais, ter ditado sete virtudes, ter aberto sete chacras no corpo humano, ter dado sete vidas ao gato.

Na Bíblia, o sete é grande vedete. Sete foram os pãezinhos que Jesus multiplicou pra dar comida à multidão. Depois do banquete, sobraram sete cestos cheinhos. Cristo expulsou sete demônios do corpo de Maria Madalena. Sete pessoas foram as únicas que se salvaram com Noé das águas do dilúvio. Sete é a metáfora do incontável:

Pedro queria saber o limite do perdão. Aproximou-se de Cristo e perguntou:

– Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?

Respondeu Jesus:

– Não te digo até sete vezes, mas até 70 vezes sete.

Tão sagrada criatura pertence ao clã dos numerais. Tratar bem os membros da família agrada a Deus e aos homens. Mas nem todos são tementes ao Todo-Poderoso. Há os pecadores. Eis os atos que entristecem o Senhor e enchem o diabo de alegria.

Zero à esquerda

Zero à esquerda? É nulidade. Poupe tempo e espaço. Em datas, em vez de 05.04.2010, escreva 5.4.10 ou 5.4.2010. Viu? A informação não perde nada. A mesma economia vale para escrita de numerais em geral: Em vez de havia 02 pessoas na sala, fique com havia 2 pessoas na sala. Por quê? Você não diz havia zero duas pessoas na sala.

Eu sozinho

Catorze alterna com quatorze. Mas cinquenta é única. Xô, cincoenta!

Bruxaria

Os numerais são mágicos. Número determinado vira indeterminado. É o caso do “até 70 vezes 7″ bíblico. Cristo não quis dizer 490 vezes, mas infinitas vezes. É o caso, também, do cardinal mil. Desde os começos da língua, ele se presta pra expressar indeterminação exagerada. Olho vivo. Ele não tem plural: Em abril, chuvas mil. Fez promessas mil durante a campanha. Apresentou propostas mil pra vender o produto.

Primeirão

Não caia no simplismo. O primeiro dia do mês tem privilégios. Só ele é ordinal. Os demais embarcam na canoa do cardinal: Primeiro de janeiro abre as portas do ano-novo. Os gregos não tinham o 1º dia do mês. Viajou no dia 2.

Alergia

Há numerais que sofrem de alergia. Um deles é dois. Ele não tolera o pronome todos. Todos os dois? Saia de perto. É espirro pra todos os lados. Diga os dois ou ambos.

Outro é o ordinal. Com os números que indicam ordem, o hífen não tem vez. Escreva sem medo de errar: décimo primeiro, quinquagésimo quarto, milésimo trigésimo segundo.

Sem pedigree

Numeral pertence às espécies vira-latas. Sem privilégios, concorda com o nome a que se refere (dois livros, duas cadeiras, trezentos carros, trezentas casas). Moleza? É. Mas muitos bobeiam. Dizem “trezentos e quarenta e uma declarações”. Ops! Fazem o trabalho pela metade. Como não existe meia gravidez, não existe meia concordância. Demos ao trezentos o que é do trezentos. Assim: trezentas e quarenta e uma declarações.

Milhar, milhão & cia. são machinhos e não abrem. Os distraídos se esquecem do sexo da moçada. Quando seguidos de nome feminino, não dá outra. Travestem os coitados. Dizem “duas milhões de pessoas” ou “foram liberadas milhões de moedas”. Viu? É a receita do cruz-credo. Respeito é bom e a turma do milhão adora: dois milhões de pessoas, foram liberados milhões de moedas.

Pegadinha

A vírgula joga no time dos gozadores. Adora pegadinhas. Quando o desavisado cai na cilada, ela, morrendo de rir, sai cantando o tal enganei o bobo na casca do ovo. Contra a sabida, só há uma saída — a atenção plena. Concorde com o número que vem antes da vírgula: 1,2 milhão; 0,4 bilhão; 13,5 milhões.

Fonte:Dad Squarisi

02
dez

Charge: Eita Brasil…até quando sem rumo

Postado às 10:15 Hs

Charge reproduzida do Arquivo Google

01
dez

Charge: Pobre Brasil…sem jeito !

Postado às 10:59 Hs

Charge do Duke

jan 19
domingo
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Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

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