Do G1

O presidente Jair Bolsonaro disse, há pouco, que o Brasil “acompanha com bastante atenção” a situação na Venezuela. Ele também reafirmou apoio ao presidente autoproclamado do país vizinho, Juan Guaidó.

Hoje, a Venezuela amanheceu com a convocação de Guaidó para a população ir às ruas e “cessar a usurpação”, numa referência ao governo do presidente também disse que conta com apoio de militares do país.

A Venezuela vive um dia tenso com confrontos nas ruas e indefinição sobre o futuro político.

“O Brasil acompanha com bastante atenção a situação na Venezuela e reafirma o seu apoio na transição democrática que se processa no país vizinho. O Brasil está ao lado do povo da Venezuela, do presidente Juan Guaidó e da liberdade dos venezuelanos”, escreveu Bolsonaro em uma rede social.

O que aconteceu até agora

  • Presidente autoproclamado Juan Guaidó convoca população às ruas e diz ter apoio de militares
  • Presidente Nicolás Maduro afirma que conversou com todos os comandantes das chamadas Redi (Regiões de Defesa Integral) e Zodi (Zona de Defesa Integral), que, segundo ele, manifestaram “total lealdade ao povo, à Constituição e à pátria”
  • Líder da oposição Leopoldo López, que estava em prisão domiciliar após decisão sob o regime de Maduro, é liberado e vai às ruas ao lado de Guaidó
  • Diosdado Cabello, que comanda a Assembleia Constituinte pró-Maduro, convoca apoiadores do governo a se dirigirem para o Palácio presidencial de Miraflores
  • Policiais disparam bombas de gás contra manifestantes em Caracas. Segundo TV estatal, eles tentam dispersar “golpistas”
  • Ministro brasileiro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirma que o Brasil espera que militares venezuelanos apoiem a “transição democrática” no país vizinho
  • Secretário de estado dos EUA, Mike Pompeo, diz que governo norte-americano “apoia plenamente o povo venezuelano em sua busca por liberdade e democracia”.
13
mar

Em Novembro

Postado às 16:06 Hs

Pela terceira vez, o Brasil vai sediar uma Cúpula do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que está confirmada para 13 e 14 de novembro, em Brasília. Líderes e chanceleres dos cinco países participam do encontro. Em 2010, a runião ocorreu em Brasília e, em 2014, em Fortaleza. Sob a presidência rotativa do Brasil, as prioridades do Brics se concentram em acordos de cooperação em ciência, tecnologia e inovação, incentivos para a economia digital, combate aos ilícitos transnacionais e financiamentos para atividades produtivas.
10
mar

O Brasil à espera de Trump

Postado às 11:51 Hs

Por Carlos Brickman

Há forte desaceleração nos mercados internacionais, em grande parte por causa da disputa comercial entre EUA e China. As exportações chinesas caíram 20,7% em fevereiro. Esperava-se a queda, mas algo como 6%. Em dinheiro: o superávit previsto para fevereiro era de US$ 24,5 bilhões. Ficou em US$ 4,12 bilhões. Em janeiro, o superávit tinha sido de US$ 39,16 bilhões. E algo que afeta o Brasil: as importações caíram 5,2%, contra 2,5% previstos. A Bolsa de Xangai perdeu 3% em um só dia.

Nos Estados Unidos, onde a economia vive uma fase de pleno emprego (até 4% de desempregados), houve alguma criação de vagas: de 4%, o índice de desemprego caiu para 3,9%. O salário médio subiu 0,3% em fevereiro; de um ano para outro, a alta salarial foi de 3,3%, contra 3,2% de janeiro.

Não são taxas espetaculares, mas são positivas. E Trump já começa a se preparar para a reeleição. Os opositores democratas ainda não têm nomes fortes.

O estudo “Solucionar a Poluição Plástica: Transparência e Responsabilização”, feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), mostra que o Brasil é o quarto país no mundo que mais produz lixo. São 11.355.220 toneladas e apenas 1,28% de reciclagem. Só está atrás dos Estados Unidos (1º lugar), da China (2º) e da Índia (3º). No Brasil, segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular, sem tratamento e, em muitos casos, em lixões a céu aberto. Aproximadamente 7,7 milhões de toneladas de lixo são destinados a aterros sanitários. A poluição por plástico gera mais de US$ 8 bilhões de prejuízo à economia global. Levantamento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) indica que os diretamente afetados são os setores pesqueiro, de comércio marítimo e turismo.
03
mar

Ainda fechada

Postado às 18:09 Hs

O fechamento da fronteira entre Brasil e Venezuela entrou hoje (3) no décimo dia ainda sem solução à vista. O presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou no dia 21 de fevereiro o fechamento da fronteira com o Brasil. Na quarta-feira (27), o governador de Roraima, Antonio Denarium, reuniu-se com o governador do estado de Bolívar, Justo Nogueira Pietri, para discutir a reabertura da fronteira terrestre. No encontro, eles conversaram sobre tratativas comerciais que possibilitem abastecer as cidades fronteiriças de Pacaraima e Santa Elena de Uairén. Ambos demonstraram preocupação com o desabastecimento de produtos básicos para as duas regiões.

(Antonio Cruz/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu, na tarde de hoje, no Palácio do Planalto com o autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

Principal líder da oposição ao governo de Nicolás Maduro, Guaidó chegou a Brasília na madrugada desta quinta. Pela manhã, se reuniu com diplomatas de países da União Europeia.

O Brasil está entre os países que não reconhecem a legitimidade de Maduro como presidente da Venezuela. Enquanto Guaidó estava no Planalto, um grupo de pessoas protestava contra a presença do líder oposicionista venezuelano. O grupo estava na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise política, econômica e social, com a inflação acima de 1.000.000% ao ano; milhares de pessoas fugindo do país para outras regiões da América do Sul; e líderes da oposição denunciando perseguição política.

Desde janeiro, Bolsonaro considera Guaidó presidente interino do país. Parte da comunidade internacional defende a convocação de novas eleições na Venezuela.

A cerimônia do Oscar 2019 foi repleta de emoção e surpresa. Regina King venceu a categoria “Melhor Atriz Coadjuvante” pelo trabalho no longa “Se a Rua Beale Falasse”, Lady Gaga levou por “Melhor Canção Original”, Olivia Colman surpreendente levou pelo seu papel em “A Favorita” e Rami Malek ganhou como melhor ator pela interpretação de Freddie Mercury na cinebiografia “Bohemian  Rhapsody” que conta a história da banda Queen. Melhor Diretor ficou com Afonso Cuáron por ROMA.

Melhor filme ficou com Green Book. Nas categorias técnicas os destaques foram Bohemian Rhapsody e O Primeiro Homem. Melhor curta animado ficou com a curiosa história de “Bao” que foi exibido nos cinemas antes da animação Os Incríveis 2, que perdeu a estatueta para o incrível Homem Aranha no Aranha-verso.

A apresentação de “Shallow”, o medley apresentado pelo Queen e Adam Lambert, o abraço caloroso de Spike Lee e Samuel Jackson, o discurso emocionante de Olivia Colman e Rami Malek ficarão na história como momentos marcantes da noite mais especial de Hollywood. O Oscar 2019 foi repleto de diversidade, surpresa, amor e muito respeito.

Veja a lista completa de vencedores do Oscar 2019. Premiados estão em negrito:

Melhor filme
Bohemian Rhapsody
A Favorita
Green Book: O Guia
Infiltrado na Klan
Nasce uma Estrela
Pantera Negra
Roma
Vice

Melhor direção
Adam McKay (Vice)
Alfonso Cuarón (Roma)
Pawel Pawlikowski (Guerra Fria)
Spike Lee (Infiltrado na Klan)
Yorgos Lanthimos (A Favorita)

Melhor atriz
Glenn Close (A Esposa)
Lady Gaga (Nasce uma Estrela)
Melissa McCarthy (Poderia Me Perdoar?)
Olivia Colman (A Favorita)
Yalitza Aparicio (Roma)

Melhor ator
Bradley Cooper (Nasce uma Estrela)
Christian Bale (Vice)
Rami Malek (Bohemian Rhapsody)
Viggo Mortensen (Green Book: O Guia)
Willem Dafoe (No Portal da Eternidade)

Melhor atriz coadjuvante
Amy Adams (Vice)
Emma Stone (A Favorita)
Marina de Tavira (Roma)
Rachel Weisz (A Favorita)
Regina King (Se a Rua Beale Falasse)

Melhor ator coadjuvante
Adam Driver (Infiltrado na Klan)
Mahershala Ali (Green Book: O Guia)
Richard. E Grant (Poderia Me Perdoar?)
Sam Elliott (Nasce uma Estrela)
Sam Rockwell (Vice)

Melhor roteiro original
A Favorita (Deborah Davis e Tony McNamara)
First Reformed (Paul Schrader)
Green Book: O Guia (Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie e Peter Farrelly)
Roma (Alfonso Cuarón)
Vice (Adam McKay)

Melhor roteiro adaptado
A Balada de Buster Scruggs (Joel e Ethan Coen)
Infiltrado na Klan (Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee)
Nasce uma Estrela (Eric Roth, Bradley Cooper e Will Fetters)
Poderia Me Perdoar? (Nicole Holofcener e Jeff Whitty)
Se a Rua Beale Falasse (Barry Jenkins)

Melhor filme estrangeiro
Assunto de Família (Japão)
Cafarnaum (Líbano)
Guerra Fria (Polônia)
Nunca Deixe de Lembrar (Alemanha)
Roma (México)

Melhor animação
llha dos Cachorros
Os Incríveis 2
Mirai (Japão)
Homem-Aranha no Aranhaverso
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

Melhor documentário
Free Solo
Hale County This Morning, This Evening
Minding the Gap
Of Fathers and Sons (Alemanha, Catar, EUA, Holanda, Líbano, Síria)
RBG

Melhor montagem
Bohemian Rhapsody (John Ottman)
A Favorita (Yorgos Mavropsaridis)
Green Book: O Guia (Patrick J. Don Vito)
Infiltrado na Klan (Barry Alexander Brown)
Vice (Hank Corwin)

Melhor fotografia
A Favorita (Robbie Ryan)
Guerra Fria (Łukasz Żal)
Nasce uma Estrela (Matthew Libatique)
Never Look Away (Caleb Deschanel)
Roma (Alfonso Cuarón)

Melhor figurino
A Balada de Buster Scruggs (Mary Zophres)
Duas Rainhas (Alexandra Byrne)
A Favorita (Sandy Powell)
Pantera Negra (Ruth E. Carter)
O Retorno de Mary Poppins (Sandy Powell)

Melhores efeitos visuais
Vingadores: Guerra Infinita (Dan DeLeeuw, Kelly Port, Russell Earl e Dan Sudick)
Jogador Número 1 (Roger Guyett, Grady Cofer, Matthew E. Butler e David Shirk)
Christopher Robin (Christopher Lawrence, Michael Eames, Theo Jones e Chris Corbould)
O Primeiro Homem (Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm)
Solo: Uma História Star Wars (Rob Bredow, Patrick Tubach, Neal Scanlan e Dominic Tuohy)

Melhor design de produção
A Favorita (design: Fiona Crombie; decoração: Alice Felton)
Pantera Negra (design: Hannah Beachler; decoração: Jay Hart)
O Primeiro Homem (design: Nathan Crowley; decoração: Kathy Lucas)
O Retorno de Mary Poppins (design: John Myhre; decoração: Gordon Sim)
Roma (design: Eugenio Caballero; decoração: Bárbara Enríquez)

Melhor maquiagem e penteado
Border (Göran Lundström e Pamela Goldammer)
Duas Rainhas (Jenny Shircore, Marc Pilcher e Jessica Brooks)
Vice (Greg Cannom, Kate Biscoe e Patricia DeHaney)

Melhor trilha sonora
Pantera Negra (Ludwig Goransson)
Infiltrado na Klan (Terence Blanchard)
Se a Rua Beale Falasse (Nicholas Britell)
Ilha dos Cachorros (Alexandre Desplat)
O Retorno de Mary Poppins (Marc Shaiman)

Melhor canção
All the Stars (Pantera Negra) – Música de Mark Spears, Kendrick Lamar Duckworth e Anthony Tiffith; letra de Kendrick Lamar Duckworth, Anthony Tiffith e Solána Rowe
I’ll Fight (RBG) – Música e letra de Diane Warren
The Place Where Lost Things Go (O Retorno de Mary Poppins) – Música de Marc Shaiman; letra de Marc Shaiman e Scott Wittman
Shallow (Nasce uma Estrela) – Música e letra de Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt
When a Cowboy Trades His Spurs for Wings (A Balada de Buster Scruggs) – Música e letra de David Rawlings e Gillian Welch

Melhor edição de som
Bohemian Rhapsody (John Warhurst e Nina Hartstone)
Um Lugar Silencioso (Ethan Van der Ryn e Erik Aadahl)
Pantera Negra (Benjamin A. Burtt e Steve Boeddeker)
O Primeiro Homem (Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan)
Roma (Sergio Díaz e Skip Lievsay)

Melhor mixagem de som
Bohemian Rhapsody (Paul Massey, Tim Cavagin e John Casali)
Nasce uma Estrela (Tom Ozanich, Dean Zupancic, Jason Ruder e Steve Morrow)
Pantera Negra (Steve Boeddeker, Brandon Proctor e Peter Devlin)
O Primeiro Homem (Jon Taylor, Frank A. Montaño, Ai-Ling Lee e Mary H. Ellis)
Roma (Skip Lievsay, Craig Henighan e José Antonio García)

Melhor curta-metragem
Detainment
Fauve
Marguerite
Mother
Skin

Melhor curta de animação
Animal Behaviour (Canadá)
Bao
Fim de Tarde (Irlanda)
Um Pequeno Passo (EUA/China)
Weekends

Melhor curta de documentário
Absorvendo o Tabu (Period. End of Sentence.)

Black Sheep (Reino Unido)
End Game
Lifeboat
A Night at The Garden

24
fev

Oscar 2019

Postado às 18:01 Hs

Os amantes do cinema têm programação certa para a noite deste domingo (23), quando será realizada a 91ª edição do Oscar, em Los Angeles (EUA). Este ano, pela primeira vez, a premiação não terá mestre de cerimônias, por decisão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Mas os shows durante o evento estão mantidos. Sobem ao palco Queen, com Adam Lambert, Lady Gaga, Jennifer Hudson, Gillian Welch e David. Além disso, não faltarão celebridades no tapete vermelho, e aplausos para os vencedores. Os filmes ‘Roma’, de Alfonso Cuarón, e ‘A favorita’, de Yorgos Lanthimos, lideram as indicações.
21
fev

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 19:16 Hs

  • O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou, hoje, o fechamento das passagens fronteiriças entre seu país e o Brasil, ao mesmo tempo que disse estar “avaliando” um decreto similar que afete a fronteira com a Colômbia, onde também é armazenada a ajuda internacional destinada a atenuar a crise sofrida pela Venezuela.
  • A partir de hoje (21) será realizada na sede da Emparn, a II Reunião de Análise Climática para o Semiárido do Nordeste Brasileiro. A reunião vai contar com a participação de meteorologistas dos centros de pesquisa da região Nordeste e do Centro de Pesquisa Tempo e Estudos Climáticos. Durante a reunião, os meteorologistas vão analisar e discutir o comportamento das condições oceânico-atmosféricas e qual a influência delas na ocorrência de chuva no semiárido, no período de março a maio, inverno no sertão potiguar.
  • O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), iniciou, na tarde de hoje, em reunião com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil da Presidência da República), a definição das agendas legislativas que serão prioritárias para o Executivo neste início de Legislatura. Os temas serão confirmados na próxima semana, quando o líder terá reunião de trabalho com o presidente Jair Bolsonaro e os ministros Lorenzoni e Paulo Guedes (Economia). O encontro está previsto para ocorrer na próxima segunda-feira (25), em Brasília.
  • A Receita Federal declarou inapto o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de 3.309.404 empresas, que deixaram de fazer a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) por dois anos consecutivos entre 2013 e 2017. A obrigação é anual e deve indicar o recolhimento ou isenção de 11 tributos federais como Imposto de Renda, Imposto de Produtos Industrializados, Contribuição para o PIS/Pasep e a Cide-Combustível. A inaptidão do CNPJ invalida a inscrição da empresa, anula documentos fiscais, pode bloquear a movimentação de contas-correntes em bancos e responsabiliza sócios e administradores por eventuais débitos com o Fisco.
  • A decretação da perda de mandato em caso de parlamentares condenados a cumprirem pena em regime fechado por prazo superior a 120 dias é ato vinculado e declaratório da Mesa Diretora. A tese foi defendida pela procuradora-geral, Raquel Dodge, em manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria. Apresentado no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 511, o entendimento se baseia na previsão constitucional, segundo a qual, deve perder o mandato o parlamentar que se afastar por prazo superior a 120 dias (CF, artigo 55,II), assinala Raquel Dodge. Na ADPF, a Câmara requereu o afastamento de decisão da Primeira Turma do STF, que determinou a perda do mandato de Paulo Feijó (PR/RJ), condenado pelo Supremo em maio de 2017 a 12 anos de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
15
fev

Fique Sabendo

Postado às 18:53 Hs

# Arquivado

A Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, arquivou investigação envolvendo a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), o ex-governador Robinson Faria (PSD) e o deputado federal Fábio Faria (PSD). O inquérito aerquivado pela Miniatra foi referente a uma investigação por suspeita de caixa dois na campanha de 2010, quando Robinson e Fábio integraram uma aliança com Rosalba, sendo Robinson o então candidato a vice-governador.

A investigação era baseada em delação da Odebrecht. Na decisão, a Ministra seguiu o pedido da Procuradoria-Geral da República, que elencou falta de elementos para assim continuar as investigações.

# Voos mai baratos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou o funcionamento no Brasil da empresa aérea argentina de baixo custo Flybondi. A autorização foi publicada pela agência nesta sexta-feira (15) no Diário Oficial da União. Com a autorização, a Flybondi passa a ser uma das quatro empresas de baixo custo, conhecidas como low cost, que pediram para operar no Brasil.

Segundo a Anac, a autorização é para que a empresa se constitua no país e “possa oferecer serviço de transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e mala postal”. Para dar início às operações, no entanto, a empresa precisa ainda da autorização operacional.

Além da Flybondi, as outras empresas que operam na modalidade low cost que operam no país são a chilena Sky Airline, que já está operando; a também argentina Avian, subsidiaria da Avianca, que já tem autorização operacional, e a Norwegian, cujo processo de autorização operacional para voos regulares da europeia está em trâmites finais.

# Vice lider

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) foi escolhido pelo PT, por unanimidade, vice-líder da minoria no Congresso Nacional. O parlamentar foi designado ainda pelo partido para integrar como titular a Comissão Mista de Orçamento do Congresso, a mesma posição que a atual governadora Fátima Bezerra (PT) ocupava quando estava no Senado.

Jean Paul também é titular nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Infraestrutura (CI), de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

Analistas do mercado dizem que coube a Paulo Guedes a salvação do Fórum Econômico de Davos.

Ele fala exatamente o que os investidores querem ouvir e, não fossem seus discursos, o saldo da Suíça para o Brasil poderia ser negativo.

Enquanto o  plano de reestruturação da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) de Jair Bolsonaro prevê redução de 30% do quadro de cerca de 2.500 funcionários. O governo vai aproveitar o projeto de Michel Temer de fusão da NBR com a TV Brasil –juntar em um único canal a programação oficial do governo e a da TV pública.  (Folha)

Por Mariliz Pereira Jorge – Folha de S.Paulo

A cada aparição do presidente Jair Bolsonaro a impressão é que ele foi convidado para um jantar de muitos talheres e não parece à vontade ao manusear a parafernália. É garfo de peixe ou de carne? Para que tantos copos? Percebe-se o seu desconforto em situações oficiais, apesar dos quase 30 anos de vida pública.

No dia da posse, foram raros os momentos em que sorriu, sem que a tensão deixasse seu semblante. Na maior parte do tempo, franze a testa, os maxilares parecem retesados. Receio que Bolsonaro quis ser presidente, realizou seu desejo, mas, ao dar de cara com este Titanic desgovernado que é o Brasil, pensa: o que faço com esta merda? A ficha caiu e ele parece em pânico.

Era pavor o que havia em seus olhos no breve discurso em Davos e na entrevista que se seguiu. Jair acreditava que só precisava se cercar de especialistas para governar e talvez tenha percebido apenas agora que são necessários talentos que ele não tem, como gerir uma equipe, administrar crises, comunicar-se com outros líderes, e também com a população, de forma clara e assertiva.

A imagem de sujeito de hábitos simples, que lava suas roupas, recebe autoridades sem formalidade e almoça sozinho no bandejão do maior fórum econômico mundial, deixa de funcionar, mesmo entre parte de seus eleitores, quando o líder se revela raso, superficial e nervoso.

O presidente alegou cansaço e atacou a imprensa ao cancelar a entrevista coletiva que daria, nesta quarta (23). De onde eu vim, isso se chama “arregar”. Arregou diante de um oponente maior do que ele: o desafio de ser presidente.

Assessores dizem que ele não tem pregado os olhos. Desconfio que sofra de bruxismo. Será que Bolsonaro aguentará o peso da faixa presidencial durante quatro anos? Pelas bandas de cá, general Mourãoafaga a imprensa e dá um show de desenvoltura em entrevistas e em suas aparições públicas. Vai vendo

Em seu discurso inicial no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22) que “o Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comercio internacional, e abri-la é um compromisso desse governo”. A fala inicial de Bolsonaro durou menos de dez minutos. Nela, Bolsonaro também falou sobre a necessidade de “diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender e criar empregos”. “Gozamos de credibilidade para fazer as reformas que precisamos e que o mundo espera de todos nós”, disse o presidente à plateia, composta em boa parte por políticos e investidores.

Luiz Felipe Barbiéri e Guilherme Mazui  /G1

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, vai despachar no gabinete enquanto exercer a Presidência da República, segundo informação da assessoria dele. Neste domingo o presidente Jair Bolsonaro deve viajar a Davos (Suíça) para participar do Fórum Econômico Mundial.

É comum presidentes da República em exercício despacharem no gabinete do chefe do Poder Executivo, localizado no terceiro andar do Palácio do Planalto, mas sem sentar na cadeira dele.

MESA VAZIA – Isso tem acontecido, por exemplo, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e com os ex-presidentes da Corte Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

É comum, ainda, a assessoria da Presidência divulgar atos do presidente em exercício, além de fotos dele no gabinete e em compromissos oficiais. O gabinete da Vice-Presidência fica em um prédio anexo ao Palácio do Planalto.

VIAGEM MARCADA – Pela agenda prevista, Bolsonaro deve viajar para Davos na noite deste domingo (dia 20) e retornar a Brasília na sexta-feira (dia 25). O tradicional fórum, realizado nos Alpes Suíços, reúne todos os anos lideranças mundiais, políticos, banqueiros e investidores. O objetivo é discutir temas econômicos e desenvolvimento.

AGENDA DE MOURÃO – Segundo a assessoria de Mourão, durante seu período no exercício da Presidência, ele viajará terça-feira (21) ao Rio de Janeiro para participar da cerimônia de passagem de comando do Segundo Regimento de Cavalaria de Guarda (RCG). A solenidade está marcada para as 11h. O retorno a Brasília está previsto para o mesmo dia a Brasília.

Nos dias seguintes, Mourão cumprirá agendas no Planalto. Os compromissos ainda serão repassadas pelo gabinete de Bolsonaro. Ainda de acordo com a assessoria, não há previsão de despacho de nenhuma medida administrativa, como decretos e atos normativos.

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca hoje (20) às 22h para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

O presidente pode discursar na terça-feira (22), num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira (23), no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária.

Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Para quarta-feira (24), está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira (25).

Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros bilaterais com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno; e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas para não sacrificar a indústria brasileira. A diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que conterão ou reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.

Agência Brasil

Diário do Poder

Os Estados Unidos são o país que têm mais armas de fogo no mundo. Existem atualmente mais de 393 milhões de armas em circulação no país. É mais de 1,2 arma por habitante. Já no Brasil, pesquisas estimam em 17 milhões o número de armas. Isso significa oito armas por cada 100 habitantes; ou seja, menos de 0,08 arma por brasileiro. Já o número de mortes por armas de fogo são 30,8 para cada 100 mil no Brasil e apenas 12 mortes a cada 100 mil entre os norte-americanos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do site “Diário do Poder”.

O número absoluto de mortes não favorece; a população dos EUA é 50% maior que o Brasil, mas morreram 39,7 mil lá. Aqui foram 63,8 mil. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, quase dois terços das mortes nos EUA decorrem de suicídios, não assassinatos.

No Brasil, foram 63,8 mil assassinatos em 2017, segundo o Fórum de Segurança Pública, dos quais. cerca de 55 mil mortos com armas de fogo.

Na Índia são 1,3 bilhão de habitantes e 70 milhões de armas. Na China são 1,38 bilhão e 50 milhões. Somados, os dois países têm menos mortes por homicídios que o Brasil.

O Brasil foi peça-chave desta jornada, mas o capítulo mais recente se desenrola agora na Bolívia, onde Battisti foi preso neste sábado (12) por uma equipe conjunta de agentes bolivianos e italianos. Segundo o jornal italiano Corriere della Sera, ele foi detido enquanto caminhava em uma rua de Santa Cruz de la Sierra com barba postiça, óculos escuros e documento de identidade brasileiro com seu nome verdadeiro. Battisti não resistiu à prisão, confirmada por autoridades da Itália. O Brasil foi peça-chave desta jornada, mas o capítulo mais recente se desenrola agora na Bolívia, onde Battisti foi preso neste sábado (12) por uma equipe conjunta de agentes bolivianos e italianos.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos

O real é a moeda que mais se valoriza no mundo em 2019. Ao todo, a moeda brasileira já acumula uma elevação de 4,3% ante o dólar. Na sequência do real, as moedas que mais se fortaleceram foram o rublo, da Rússia (3,9%), e o rand, da África do Sul (3,6%), segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. De modo geral, em 2019, o Brasil tem sido visto com bons olhos pelo mercado financeiro.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos. Os bons números são explicados, segundo a maioria dos analistas, por fatores que ocorrem ao redor do mundo e também por medidas adotadas no próprio Brasil. Internacionalmente, há uma redução nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China e, internamente, existe uma boa expectativa com a agenda econômica do governo Jair Bolsonaro.

Isso porque o mercado financeiro vê com bons olhos as medidas anunciadas pelo novo presidente. Uma delas é a proposta de reforma da Previdência, que deve ser enviada ao Congresso Nacional já no mês de fevereiro. Como a medida é considerada fundamental para que o Brasil volte a equilibrar as contas públicas, o mercado reage positivamente à sinalização de que a proposta pode ser aprovada.

Reportagem, João Paulo Machado

maio 26
domingo
23 07
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