O presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020, Yoshiro Mori, declarou no dia (28) à Nippon Television, que as competições devem ocorrer entre junho e setembro de 2021, tendo em vista que os eventos são sempre durante o  verão.

Esta estação no Japão vai de 21 de junho a 23 de setembro. Mori deu a declaração um dia após parte da imprensa japonesa levantar a possibilidade de a Olimpíada ser realizada na primavera, em abril.

No dia (24), dia do anúncio do adiamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos em função da pandemia do novo coronavírus, o Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou nota afirmando que as competições acontecerão até o verão, ou seja, o primeiro semestre também estaria incluído no período.

“Nas atuais circunstâncias, e com base nas informações fornecidas hoje pela OMS [Organização Mundial da Saúde], o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da XXXII Olimpíada de Tóquio devem ser remarcados para uma data posterior a 2020, mas o mais tardar no verão de 2021, para proteger a saúde dos atletas, todos os envolvidos nos Jogos Olímpicos e na comunidade internacional,” disse.

O chefe do comitê ainda citou que os jogos em abril seriam mais difíceis no que diz respeito à organização do evento, como por exemplo, o recrutamento de voluntários e recepção de torneios classificatórios, que servem como testes.

O evento acontece  23 de jul. de 2021 a 8 de ago. de 2021.

Agência de Notícias.

O diretor-executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou nesta segunda-feira (30) que a transmissão do novo coronavírus em várias partes do mundo está “passando das ruas” para “dentro das famílias”. A entidade reforçou a necessidade de isolamento social nos países que têm transmissão comunitária e da realização de testes para todos os casos suspeitos.

Ryan alertou que é preciso frear a velocidade das novas infecções “isolando e testando cada suspeito, e colocando em quarentena todos os casos”. Segundo ele, também é necessário que todos aqueles que tiveram contato com os infectados fiquem em quarentena em casa.

A OMS alertou, ainda, para o crescimento de mortes evitáveis nos sistemas de saúde que foram atingidos pela pandemia do coronavírus. A organização tem pedido, desde fevereiro, que os países afetados pela Covid-19 testem todos os suspeitos e adotem medidas de isolamento social para ganhar tempo e fortalecer seus respectivos sistemas de saúde.

Garantia de bem-estar de quem perdeu renda

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, ressaltou que, mesmo com as medidas de isolamento, os “governos precisam garantir o bem-estar das pessoas que perderam sua renda e precisam desesperadamente de comida, saneamento e outros serviços essenciais”.

Ghebreyesus também pediu que “os governos mantenham seu povo informado sobre a duração prevista das medidas e forneçam apoio a idosos, refugiados e outros grupos vulneráveis.”

Aumento das mortes evitáveis

O diretor-geral também alertou nesta segunda que a Covid-19 está afetando todo o sistema de saúde e os doentes que dependem dele. “Surtos anteriores demonstraram que, quando os sistemas de saúde são sobrecarregados, as mortes devido a condições evitáveis e tratáveis pela vacina aumentam drasticamente.”

Tedros pediu que os países continuem campanhas de vacinação, serviços de pré-natal e atendimentos da saúde da família.

“Mesmo estando em meio a uma crise, os serviços essenciais de saúde devem continuar. Os bebês ainda estão nascendo, as vacinas ainda precisam ser entregues e as pessoas ainda precisam de tratamento que salva vidas para uma série de outras doenças”, disse o diretor-geral.

Com G1

Atitude inédita permite que mais de 1,3 bilhão de católicos obtenham a indulgência plenária, ou seja, o perdão de seus pecados, em meio a medidas de confinamento que afetam mais de 3 bilhões de pessoas.

O Papa Francisco rezou nesta sexta-feira (27) sozinho diante da imensa praça de São Pedro vazia e deu a bênção e a indulgência plenária ao mundo pela pandemia de coronavírus que o assola. Não há registro de gesto semelhante na história do Vaticano.

Foi um ritual inédito, durante o qual ele deu a bênção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo) a todos os fiéis. A bênção permite que mais de 1,3 bilhão de católicos obtenham a indulgência plenária, ou seja, o perdão de seus pecados, em um momento tão difícil, com medidas de confinamento que afetam mais de 3 bilhões de pessoas.

A bênção extraordinária Urbi et Orbi é a mesma que os pontífices costumam transmitir apenas em 25 de dezembro e no domingo de Páscoa, datas em que se lembra o nascimento e a morte de Jesus. A imagem do chefe da Igreja católica orando sozinho diante da imensa esplanada pelo fim da guerra contra um inimigo invisível é quase cinematográfica.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, mandou uma resposta direta ao presidente Jair Bolsonaro, que insistiu em qualificar o coronavírus como uma “gripezinha”. Questionado pela coluna sobre qual mensagem ele passaria para o presidente brasileiro, o africano que lidera a agência de Saúde foi claro em contestar sua posição

“Em muitos países, as UTIs estão lotadas e essa é uma doença muito séria”, declarou Tedros. O tom usado pelo presidente Jair Bolsonaro em sua mensagem ao país na noite de terça-feira sobre o coronavírus deixou entidades internacionais perplexas e preocupadas com o destino de milhares de pessoas.

Em sua fala, Bolsonaro questionou alguns dos pilares martelados desde janeiro pela OMS para tentar frear a pandemia. Ele colocou em xeque o distanciamento social e o fechamento de escolas. Mas, acima de tudo, deu a impressão de que a doença apenas atinge os mais velhos, algo que a OMS tem alertado que não é o caso.

Há poucas semanas, Tedros Adhanom Ghebreyesus chegou a dizer que vender tal percepção de que se trata de um doença que mata apenas idosos – mesmo que fosse verdade – representa a “falência moral” da sociedade.

24
mar

Olimpíada de Tóquio é adiada

Postado às 11:58 Hs

O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido. As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

De acordo com a agência Reuters, ele afirmou que o COI “apoiou 100%” a proposta. Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactaram a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori. Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK. Na era modera, os Jogos Olímpicos já foram cancelados em quatro ocasiões: 1916, 1940 e 1940.

G1

16
mar

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 17:16 Hs

* * * Para amenizar os efeitos negativos da pandemia do coronavírus no emprego e na renda, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou que seus cinco maiores bancos associados decidiram atender pedidos de prorrogação, por 60 dias, dos vencimentos de dívidas de clientes pessoas físicas e jurídicas, estas envolvendo micro e pequenas empresas, para contratos vigentes em dia e limitados aos valores já utilizados. * * *

* * * Acompanhando a situação do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e tomando como base as orientações de especialistas, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) publica, nesta segunda-feira, 16, a Portaria Covid-19. Com vigência de 60 dias e condicionada à manutenção da situação de Emergência de Saúde Pública, o documento contém orientações sobre as atividades acadêmicas e administrativas da comunidade universitária. Durante reunião com os diretores de centro, instituto e unidade acadêmica especializada da UFRN, o reitor José Daniel Diniz Melo explicou que a Portaria foi elaborada sob a orientação do Comitê Covid-19 da UFRN. Para este momento, a instituição mantém as atividades universitárias, porém estabelece medidas e orientações, que podem sofrer alterações conforme a avaliação do grupo de especialistas em saúde. * * *

A União Europeia determinou nesta segunda-feira (16) o fechamento de todas as fronteiras para viagens não essenciais por 30 dias, como uma medida de controlar o coronavírus. A presidente do bloco, Ursula von der Leyen disse também que o prazo pode se estender por mais que 30 dias caso seja necessário. A decisão foi tomada depois que diversos países do bloco, como Itália, Espanha, Alemanha, França, Portugal, Polônia, Grécia e Bulgária fecharam fronteiras e/ou restringiram o acesso de turistas aos países. Viagens entre a União Europeia e o Reino Unido, que deixou o bloco no começo no dia 31 de janeiro, serão permitidas até o plano ser finalizado na terça-feira (17), disse a presidente. A Europa se tornou o epicentro da crise, que começou em Wuhan, na China, depois que o país asiático conseguiu controlar o número de novos contágios. A Itália se tornou o país mais atingido, com mais de 24 mil casos e 1,8 mil mortes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia para o Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, nesta quarta-feira (11). Casos, mortes e números de países atingidos devem aumentar, disse a organização. Segundo a OMS, uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença. É um termo usado com mais frequência em referência à gripe e geralmente indica que uma epidemia se espalhou para dois ou mais continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. A questão da gravidade da doença não entra na definição estrita da OMS de uma pandemia — apenas a disseminação –, embora a organização possa levar em consideração o ônus geral da doença para a população antes de declarar uma pandemia.
Interessados em intensificar a parceria econômica entre Brasil e Estados Unidos, os presidentes Jair Bolsonaro e Donaldo Trump instruíram seus negociadores a aprofundar as discussões prévias à possível assinatura de um pacote bilateral de comércio. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores. Segundo a pasta, a intenção é que um acordo seja assinado ainda neste ano. Bolsonaro e Trump se reuniram na noite deste sábado (7), durante um jantar em um resort pertencente ao próprio chefe do Executivo norte-americano, localizado em Palm Beach, na Flórida. Acompanhados por membros da equipe de governo, assessores e jornalistas, os dois políticos conversaram sobre alguns temas de interesse dos dois países, como os potenciais benefícios da ampliação das relações econômicas bilaterais.
28
fev

OMS eleva risco da epidemia de coronavírus

Postado às 17:45 Hs

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para “muito alto”, o maior possível, o risco mundial da epidemia de Covid-19, a infecção causada pelo novo coronavírus. Hoje, a agência de Saúde da ONU disse que há, além de China, casos registrados da doença em outros 49 países.

“Nossos epidemiologistas têm monitorado o avanço da doença constantemente”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em coletiva. “Agora aumentamos nossa avaliação do risco de propagação e do risco de impacto do Covid-19 para ‘muito alto’ em um nível global”.

Os especialistas da entidade afirmaram que não declarariam uma pandemia da doença.

 

 

Por Jorge Béja

Presidente Jair Bolsonaro, o senhor está coberto de razão quando diz que só não manda um avião da FAB ir buscar os brasileiros que estão na China porque, no regresso ao Brasil, eles serão obrigados a ficar em “quarentena” numa base militar. E essa “reclusão forçada”, esse “segregamento compulsório”, seria facilmente derrubado pela Justiça com um habeas corpus e todos seriam liberados.

Além disso, o senhor disse que o presidente poderia  responder por crime de responsabilidade, caso adotasse a medida sem prévia existência de lei autorizadora.

ESTADO DE DIREITO – Em primeiro lugar, louva-se sua preocupação com o Estado Democrático de Direito. No mais, é verdade, presidente. Para submetê-los à “quarentena” exigiria a existência de uma lei especifica para não caracterizar a violação do direito de ir, vir e ficar.

Mas aqui vai uma sugestão, presidente. Se os brasileiros que estão na China e querem retornar ao Brasil assinarem,  antes do embarque, de livre e espontânea vontade, uma declaração irrevogável e irretratável, de que, ao desembarcarem no Brasil, aceitam ficar em “quarentena” numa base militar, pelo tempo que o governo brasileiro fixar e, na mesma declaração, expressarem, também, a renúncia de impetração de habeas corpus, por eles próprios ou por terceiros a favor deles, apresentado à Justiça, tanto é o suficiente para que o governo brasileiro vá buscá-los de volta ao país.

ACIMA DA LEI – Nesse caso, presidente, a declaração assinada substitui a existência de lei. É a manifestação da vontade que está acima de lei inexistente. A declaração passa a ser a lei.

Situação excepcional demanda solução também excepcional e especial. E esta é uma solução jurídica, legal, inadiável, urgente e de enorme alcance em defesa da saúde e da vida dos brasileiros que estão na China.

O Ministério da Saúde atualizou em 16 o número de casos considerados suspeitos de coronavírus no país. Segundo balanço divulgado às 12h de hoje (1º), já foram descartados outros dez casos. As informações são da Agência Brasil.

A unidade federativa que apresenta maior número de casos suspeitos é São Paulo, com 8 ocorrências. Duas suspeitas já foram descartadas no estado. O Rio Grande do Sul registra, neste momento, 4 casos suspeitos; outros três já foram descartados.

Em Santa Catarina, até o momento, já foram levantadas 2 suspeitas; dois outros casos foram descartados. A lista inclui ainda o Paraná e o Ceará, com um caso suspeito em cada.

O presidente Jair Bolsonaro descarta, até o momento, a possibilidade de enviar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) à China a fim de trazer ao País brasileiros que estejam na região de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus. Nos bastidores, fontes do governo alegam problemas diplomáticos, jurídicos e orçamentários para tomar a ação e, principalmente, a falta de uma legislação específica para lidar com casos que recomendariam a adoção de quarentena. Atualmente, o Brasil não dispõe de nenhuma lei sobre o assunto. Todos os cenários e possibilidades são avaliados diariamente pelo Palácio do Planalto e pelo gabinete de crise montado no Ministério da Saúde. Autoridades do governo reconhecem inclusive, que esta postura preliminar, de não enviar aeronaves para buscar brasileiros, pode ser revista se houver algum dado novo.

Via Agência Brasil

A economia brasileira está preparada para enfrentar uma possível crise por conta dos efeitos da epidemia de coronavírus na China. A avaliação é do secretário de Comércio Exterior e Relações Internacionais, Marcos Troyjo, que participou de um debate sobre os rumos do Brasil, ontem, no Rio.

“Nós estamos acompanhando com bastante atenção, porque é natural que haja uma preocupação quanto aos rumos da economia mundial e queremos entender qual a dimensão dessa ameaça. No entanto, no Brasil a gente está bem preparado, nós temos diversificação das nossas exportações, da nossa corrente de comércio”, disse Troyjo.

Para o secretário, é natural que quando um fator acomete a segunda maior economia do mundo isso traga impacto nas várias dimensões da atividade econômica. Porém, ele disse ter segurança de que as autoridades chinesas estão tomando todas as medidas cabíveis para que isso seja controlado e não seja um peso na atividade econômica global.

“Até o presente, nós não temos sinalização de nossas exportações que estejam sofrendo qualquer tipo de impacto mais significativo por conta disso. Vai depender muito da evolução, e isso não diz respeito só ao Brasil, mas a todos os países que fazem negócios com a China. Hoje, de cada dez países do mundo, sete tem a China como principal parceiro comercial”, disse.

Troyjo disse que o governo vem fazendo vários estudos sobre os possíveis impactos, caso haja um alastramento do coronavírus no mundo, mas demonstrou confiança de que a economia brasileira está forte. “Nós fazemos vários estudos. Temos uma ideia bastante clara do que isso possa significar para a corrente de comércio brasileira. A própria força da economia brasileira mostra que temos condições de absorver algum choque negativo que venha de fora”.

Brexit

O secretário falou também sobre o Brexit, processo de desligamento do Reino Unido da União Européia. Segundo ele, é interesse do Brasil estabelecer acordos comerciais com os britânicos.

“Nós temos conversado com os nossos colegas britânicos e temos todo o interesse em avançar em acordos comerciais com o Reino Unido pós-Brexit. Uma das prioridades do governo Bolsonaro é a multiplicação de acordos comerciais e um parceiro tradicional como os britânicos, sem dúvida alguma, poderiam constituir um grande destino ampliado para as exportações do Brasil. Os britânicos são um dos menos protecionistas. Nós vamos atrás de um acordo comercial com o Reino Unido”, disse Troyjo.

O Brasil continua com 9 casos suspeitos do novo coronavírus 2019 n-CoV e em seis estados. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (30) em entrevista coletiva no Ministério da Saúde, em Brasília. De acordo com a pasta, houve 43 notificações ao todo e nenhum caso confirmado ou classificado como provável. Os dados são referentes ao período de 18 a 30 de janeiro de 2020. O novo vírus infectou 7,8 mil, matou 170 na China e chegou a outros 18 países.

Os casos suspeitos foram registrados em Minas Gerais (1), Rio de Janeiro (1), Rio Grande do Sul (2), São Paulo (3), Paraná (1) e Ceará (1). No balanço anterior, divulgado nesta quarta-feira (29), o Ministério da Saúde também havia citado nove casos suspeitos em seis estados.

A suspeita de contaminação por coronavírus em uma jovem de 22 anos, em Minas Gerais, levou o Ministério da Saúde a subir o nível de alerta do país para “perigo iminente” nesta terça-feira.

O Centro de Operações de Emergência (COE), acionado pelo ministério desde o início da crise, classifica os riscos em três níveis, em linha com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo o Ministério postou numa rede social, o estado de saúde da paciente é considerado “bom” e que ela está em “isolamento”.De 3 a 27 de janeiro, o Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional analisou 7063 rumores, sendo que 127 exigiram verificação por meio de exames.  “Não há evidências de que o vírus está circulando no Brasil”, informou o ministro em coletiva de imprensa

O primeiro é o nível de alerta, porque havia casos acontecendo em outros países, mas a transmissão estava concentrada na China. O nível dois (“perigo iminente”) se inicia a partir da identificação de um caso suspeito que se enquadre na definição estabelecida pelo protocolo da OMS. Esse é o caso da paciente em Minas Gerais, que viajou à Wuhan, epicentro da crise na China.

A partir da confirmação de um caso da doença, o país entra no terceiro nível, e o governo declara emergência em saúde pública de importância nacional.

A aspiração ao apoio dos Estados Unidos à entrada integral do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) gerou grande frustração depois da visita do presidente Bolsonaro e grande comitiva à Casa Branca, em março do ano passado, no terceiro mês de seu mandato, quando ficou explícita a intenção brasileira de demonstrar uma proximidade pessoal com Trump que não havia. Bolsonaro retornou confiante no aval imediato de Trump à promoção do Brasil na instituição que congrega as economias mais desenvolvidas, e de que o país participa lateralmente. No fim de agosto, a frustração foi acrescida do apoio formal do governo Trump apenas à entrada de Argentina e Romênia na entidade. À época, a reafirmação da Casa Branca de que continuava a desejar a entrada do Brasil na Organização pareceu formalismo diplomático.
25
jan

Melão potiguar será exportado para China

Postado às 18:10 Hs

A Aduana chinesa (GACC), órgão responsável pela sanidade vegetal e animal) publicou nesta quinta-feira (22) autorização para a importação de melão do Brasil. Hoje, segundo o Presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcellos, só o melão gera mais de 40 mil empregos e a expectativa é que sejam criados 10 mil empregos diretos e milhares indiretos nos próximos três anos.

“A expectativa é muito positiva. A China produz 20 vezes mais melão que o Brasil. E se a gente pensar que podemos pegar 10% desse mercado, já teremos que triplicar a nossa área. Então, nós temos condições de durante os próximos 5 anos, dobrar essa geração de emprego”, destacou Luiz Roberto.

Presidente da Frente Parlamentar da Fruticultura, na Câmara Federal, o deputado Beto Rosado (PP) esteve em Xangai, na China, ao lado da ministra da Agricultura Tereza Cristina e comitiva brasileira, onde participou das tratativas do acordo de comercialização do melão brasileiro para o oriente. O acordo entre Brasil e China foi fechado em novembro.

“Fico imensamente feliz de ter participado ativamente na realização de um sonho de mais 15 anos dos potiguares que agora tornou-se realidade”, alegrou-se Beto com a notícia.

25
jan

Brasil e Índia assinam acordos e parcerias

Postado às 11:47 Hs

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram acordos de parcerias entre os dois países nas áreas de segurança cibernética, biocombustíveis e ciência. Os atos foram formalizados em cerimônia na manhã deste sábado (25), em Nova Déli. Os governos assinaram 15 acordos de cooperação. Entre eles, parcerias para ampliar investimentos e intensificar o uso e a produção de bioenergia e combustíveis como etanol, biodiesel, bioquerosene e biogás. Um outro ato também incentiva a exploração de petróleo e gás entre os dois países. Antes da viagem à Índia, onde fica até segunda-feira (26), Bolsonaro falou sobre o interesse em ver a Índia utilizar mais etanol em seus combustíveis. Na área de cibersegurança, Índia e Brasil se comprometeram a estreitar a troca de informações sobre o tema, respeitando as leis de cada país.
abr 4
sábado
13 06
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
19 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5819592 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram