Neste domingo, 13, às 5h da manhã em Brasília (10h em Roma), a soteropolitana Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, conhecida como Irmã Dulce, torna-se a primeira santa nascida no Brasil reconhecida pela Igreja Católica. Ela se torna a Santa Dulce dos Pobres. A canonização ocorre nove anos após o colegiado de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos, da Cúria Romana, atestar o primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce descrito no processo de beatificação da religiosa iniciado pela Arquidiocese de São Salvador da Bahia. A decisão do colegiado é baseada em avaliação de peritos de saber científico (como médicos) e teólogos. O milagre que levou à beatificação foi a intercessão da freira, a pedido de orações de um padre, para salvar a vida de uma mulher que deu à luz a um menino e estava desenganada por causa de uma hemorragia depois do parto, que os médicos não conseguiam conter. O caso ocorreu nove anos após a morte de Irmã Dulce (2001), em uma cidade do interior de Sergipe.
O governo brasileiro soube há um mês que os EUA enviaram uma carta à OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico) apoiando o ingresso apenas da Argentina e da Romênia na entidade. E procurou na época o governo americano para ter explicações. A equipe de Jair Bolsonaro trabalhava até então com a possibilidade de os EUA formalizarem, ainda neste ano, apoio para a entrada dos países na seguinte ordem: Argentina e Romênia em 2019, Brasil em maio de 2020 e Peru em dezembro, e a Bulgária, em maio de 2021.

Via Folha

Relatório da Desigualdade Global, da Escola de Economia de Paris, divulgado pela Folha de S.Paulo, revela que o Brasil, empatado com o Qatar, é o pais de maior fosso social entre ricos e pobres. Segundo o estudo, 1% da população (cerca de 1,4 milhão de pessoas) concentra 28,3% dos rendimentos no país, com média de ganhos de R$ 140 mil por mês.

De outro lado, os 50% mais pobres (71,2 milhões de pessoas) ficam com 13,9% – que representa menos da metade do 1% mais rico. Essa parcela tem, em média, ganhos de R$ 1,2 mil mensais.

OUTROS PAÍSES – Depois do Brasil e do Qatar, onde o 1% detém 29% da renda, os países que lideram a lista são Chile, Líbano, Emirados Árabes e Iraque.

O relatório mostra ainda que durante os governos petistas, entre 2001 e 2015 – com dois mandatos de Lula e um mandato de Dilma Rousseff, que foi derrubada por um golpe em 2016, após reeleição -, os mais pobres tiveram o maior ganho, de 71,5%, em suas rendas.

No mesmo período, os mais 10% mais ricos viram sua renda crescer 60% e a classe média – que representa cercade 40% da população – teve aumento de 44% nos rendimentos.

SEMPRE EM ALTA – Entre 2014 e 2019 – segundo dados da FGV Social, a partir dos microdados da PNADC -, apenas os mais ricos (2,5%) e os muitos ricos (1%), que representam 10% e 1% da população, respectivamente, viram a renda aumentar.

Nesse período, a classe média teve redução de 4,2% nos rendimentos, enquanto os 50% mais pobres perderam 17,1% da sua renda.

A mudança na legislação para autorizar até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil, despertou o interesse das companhias aéreas de baixo custo, conhecidas como low cost em operar em voos internacionais no país. Por operar com baixo custo e cobrar menos pelo preço das passagens, essas empresas costumam cobrar por serviços como despacho de mala, marcação de assentos. Em geral, elas também não oferecem alimentação nos voos, nem totens com impressoras nos aeroportos para o viajante retirar seu bilhete de viagem.
O presidente Jair Bolsonaro disse que o discurso feito na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, na manhã desta terça-feira, dia 24, “não foi agressivo”.  “Foi um discurso bastante objetivo e contundente, não foi agressivo, eu estava buscando restabelecer a verdade das questões que estamos sendo acusados no Brasil”, disse Bolsonaro a jornalistas. A jornalistas, o presidente brasileiro disse que não citou diretamente o presidente da França, Emmanuel Macron. “Eu não citei o nome do Macron, nem da Angela Merkel (chanceler da Alemanha), citei a França e a Alemanha como países que mais de 50% do seu território é usado na agricultura, no Brasil é apenas 8 (%), tá ok?”

O presidente da República, Jair Bolsonaro, transmitiu oficialmente o cargo ao vice-presidente Hamilton Mourão, nesta segunda-feira (23), para seguir viagem à Assembleia Geral da ONU.

Como praxe, o Brasil abre o evento, que será sediado em Nova York, nos Estados Unidos. Bolsonaro faz nesta terça-feira (23) um discurso na abertura do evento, com o objetivo de reduzir os danos na imagem do Brasil após os embates diplomáticos em torno da questão de queimadas na Amazônia.

O avião com a comitiva presidencial partiu da Base Aérea de Brasília por volta das 7h e a chegada está prevista para as 14h55. O retorno ao Brasil está previsto para quarta-feira (25), porém, pode ser antecipado para terça à noite.

Inicialmente, a viagem previa ainda uma ida ao Texas, onde Bolsonaro se encontraria com empresários, mas esse trecho foi cancelado da agenda. Reuniões bilaterais programadas também foram suspensas, informa o site UOL.

O presidente Jair Bolsonaro viajará nesta semana a Nova York (EUA) para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Será a estreia de Bolsonaro no encontro que reúne chefes de Estado, de governo e chanceleres. O presidente tem dito que em seu discurso, marcado para terça-feira (24), fará uma defesa do que chama de “soberania nacional” e da atuação do governo brasileiro na Amazônia. Na sexta-feira (20), em uma breve conversa com jornalistas na entrada da residência oficial do Palácio da Alvorada, o presidente disse que seus antecessores, quando iam à ONU, “falavam e não diziam nada”. “Eu ouvi pronunciamentos anteriores de outros chefes de Estado do Brasil”, afirmou Bolsonaro. “No passado, tinha muita… Falava, falava, falava e não dizia nada. Temos que falar do patriotismo nosso, da questão da soberania, do que o Brasil representa para o mundo”, completou o presidente.
O Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) é uma realização da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK). O evento é anual e acontece alternadamente no Brasil e na Alemanha, com o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica. O EEBA reúne autoridades governamentais e lideranças empresariais para discutir a ampliação de investimentos e novas formas de cooperação. Veja íntegra do discurso da governadora: Bom dia a todos e todas que visitam o Rio Grande do Norte, por ocasião do 37º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Nossas boas vindas e nosso agradecimento pela oportunidade do nosso Estado sediar, pela primeira vez, um encontro que já acontece há 37 anos. Nosso agradecimento, também, pela oportunidade de troca e de estreitamento de laços com esse país que é um modelo de desenvolvimento industrial, inovação tecnológica e democracia para o mundo. Quero cumprimentar Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Dieter Kempf, presidente da Federação das Indústrias Alemãs (BDI); Amaro Sales, presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN); Kenneth Nóbrega, Secretário de Negociações Bilaterais no Oriente Médio, Europa e África, do Ministério das Relações Exteriores (MRE); Thomas Bareiss, Secretário do Ministério de Economia e Energia (BMWI); e o General Amilton Mourão, Vice-presidente da República do Brasil; senhoras e senhores aqui presentes.

Por Carlos Newton

Trata-se de um analista político e sociológico fora de série, que faz carreira no Judiciário e jamais esquece de acompanhar a evolução social do país, que muitas se reduz e até entra em fase de retrocesso. Todo artigo do desembargador Pedro Valls Feu Rosa viraliza e faz sucesso no Brasil todo. O mais recente foi publicado nesta segunda-feira pelo importante site “Diário do Poder”, dos jornalistas Cláudio Humberto e Teresa Barros. Nele, o desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo mostra que o Brasil já é o país mais desnacionalizado do planeta e ainda vai pior, porque o ministro Paulo Guedes e o presidente Bolsonaro pretendem vender tudo o que nos restou.

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O BRASIL PRECISA PENSAR
Pedro Valls Feu Rosa

O Brasil é um país abençoado. Chega a ser difícil imaginar uma benesse que não tenhamos em abundância. Seja no campo das riquezas minerais, seja no da agricultura, somos um país fabuloso.

Mas nossa riqueza não é apenas material – é também humana. Temos um dos bons povos do planeta, reconhecidamente criativo, esforçado, afável e solidário.

Finalmente, temos também um importante legado de riqueza espiritual. Não somos um povo violento, amante das guerras e das invasões.

COMBINAÇÃO – Foi graças à combinação de todos esses fatores que nossos ancestrais conseguiram contornar ameaças as mais sérias, no mais das vezes fruto da cobiça de povos estrangeiros, entregando às gerações contemporâneas um país digno de orgulho.

E eis que, em nossa era, iniciamos um processo, ainda sem data prevista para acabar, de destruição lenta, quase que imperceptível, mas progressiva e constante, da tão bela Pátria que recebemos.

Nossos contemporâneos, permitam-me falar assim, praticamente iniciaram este processo quando, ao longo de diversos governos, optaram pelo transporte rodoviário em um país de dimensões continentais.

TUDO ERRADO – As consequências desta opção das gerações contemporâneas são gravíssimas. Começo pelo custo deste transporte, todo ele fornecido por empresas estrangeiras aqui instaladas. Em seguida, chego ao desperdício causado por sua ineficiência – estima-se, por exemplo, que 15% de nossa safra sejam perdidas por conta da inexistência de uma rede de transportes eficiente.

Mas a bondade das gerações atuais para com o capitalismo estrangeiro não parou aí. Seguiu firme, promovendo uma segunda “abertura dos portos” – esta última, entretanto, de resultados calamitosos para um país que pretende se desenvolver.

Em verdade, o processo de desnacionalização da economia que se promoveu no nosso país, até onde pesquisei, não encontra paralelo no planeta!

MULTINACIONAIS -Nos últimos anos, incríveis 60% das empresas brasileiras negociadas foram parar nas mãos de estrangeiros. Foi assim que chegamos ao insólito país cujos habitantes compram de empresas estrangeiras aqui instaladas.o leite de suas próprias vacas, a água mineral de suas próprias nascentes e a maioria dos produtos de sua própria terra.

Da indústria alimentícia à mineração, da comunicação à siderurgia, dos transportes à energia, o que o Brasil possuía de melhor foi vendido a grupos estrangeiros. Um país não pode se desenvolver verdadeiramente sob tais condições.

ACREDITE SE QUISER – Parece incrível, mas vergonhosamente empresas estrangeiras já são responsáveis por 70% de nossas exportações de soja, 15% das de laranja, 13% de frango, 6,5% de açúcar e álcool e 30% das de café! Isto já sangra o Brasil em mais de US$ 12 bilhões a cada ano, só a título de remessa de lucros.

Diante desta vergonha, fico a temer pela cobrança das gerações seguintes, que estão por receber de nossas mãos um país loteado, retalhado, quase que vendido.

Não se diga, cinicamente, em nossa defesa, que a culpa foi do povo. Jamais. Este está lá, padecendo nas íngremes encostas dos nossos morros, trabalhando de sol a sol, semeando e colhendo quase sempre sem apoio algum. Está lá nas fábricas e no comércio, cumprindo com o seu dever.

NOSSA CULPA – Este povo humilde, se algo der errado, terá sido vítima, jamais culpado. A culpa tem sido, é e será nossa. Nós, autoridades, empresários e formadores de opinião somos os responsáveis. Que tal pensarmos um pouco sobre isso? Afinal, como dizia Pascal, “pensar faz a grandeza do homem”.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, hoje, que um dos seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) viajarão para os Estados Unidos, onde terão um encontro com o presidente Donald Trump. Ele fez a afirmação em discurso no Palácio do Planalto, durante cerimônia de lançamento de um programa para enfrentamento de crimes violentos. De acordo com o deputado Eduardo Bolsonaro, ele e o ministro viajam hoje para se encontrar com Trump amanhã. O parlamentar disse que deverá tratar na reunião da recente reunião de cúpula do G7, da preservação da Amazônia e de relações comerciais.

A diretoria da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou nesta terça-feira (27) o pedido da subsidiária argentina da JetSmart a operar no Brasil. A low cost, que pertence ao fundo norte-americano Índigo Partners, pretende ofertar rotas internacionais partindo da Argentina.

A empresa é a 4ª low cost a receber aval da agência reguladora para operar no país. A europeia Norwegian, a chilena Sky Airlines e a argentina Flybondi têm autorização para voar.

Segundo a agência reguladora, o interesse deve-se às mudanças das regras relacionadas à franquia de bagagem. Pelas regras vigentes desde 2017, as companhias aéreas podem cobrar pelo despacho de malas.

A Agência Espacial Americana (Nasa) afirma que esta é a pior temporada de queimadas desde 2010. Segundo dados do Inpe, de janeiro a agosto, os satélites registraram o maior número de queimadas desde 2013. E jamais houve pressão internacional tão intensa. No dia do início da reunião de cúpula do G7, em Biarritz, na França, jornais franceses e o italiano La Reppublica destacaram os incêndios em suas capas. O encontro termina nesta segunda-feira. O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, defendeu, neste sábado (24/8), a ratificação do acordo entre a União Europeia (UE) e o Mercosul, mas ressalvou que, em razão das queimadas na Amazônia, e da postura do presidente Jair Bolsonaro, a conclusão do acordo pode não ocorrer de forma harmoniosa. Ele falou sobre o assunto durante entrevista coletiva antes do início da cúpula do G7, em Biarritz, na França.

Por Mathias Alencastro / Folha

A cúpula do G20, em junho, tinha sido um pesadelo para Emmanuel Macron. Isolado e diminuído, ele parecia incapaz de impedir os ataques dos governantes iliberais à ordem internacional. Algo urgente tinha de ser feito. Às vésperas do brexit, ponto de virada da nova era dos extremos, a França não podia perder o controle da narrativa.

Na tentativa de quebrar a polarização entre democracias liberais e regimes iliberais, Macron tentou, nas semanas que separaram a cimeira do G20 em Osaka e a do G7 em Biarritz, abrir um canal de comunicação com Jair Bolsonaro e reatar diplomaticamente com Vladimir Putin.

JOGADA DE MESTRE – O primeiro, como todos sabemos, preferiu cortar o cabelo e fazer live nas redes sociais. O segundo topou se deslocar ao forte de Bregançon, residência oficial da presidência francesa. O presidente francês tirou lições do comportamento dos demais governantes e, na primeira oportunidade, passou o recibo com uma jogada de mestre na arena diplomática.

Por um lado, Macron decidiu intervir a favor do regresso da Rússia ao G7, uma exigência de Putin, e ignorou ostensivamente os incêndios em curso na Sibéria.

Por outro, o presidente francês mobilizou seus aliados políticos, econômicos e sociais, designou os incêndios na Amazônia como emergência mundial e elevou Bolsonaro, que o tinha humilhado algumas semanas atrás, a pária.

PRÓXIMO PASSO – Em uma semana, Macron conseguiu se reaproximar de seu principal e mais perigoso antagonista, que acusava de interferir nas eleições francesas, sem perder as suas credenciais ambientais e democráticas. Tudo isso graças à inabilidade diplomática do presidente brasileiro, o melhor inimigo que se pode desejar.

A próxima jogada do Macron, durante a reunião do G7, pode ter consequências ainda mais devastadoras para o governo brasileiro.

Ele vai colocar como condição para o regresso da Rússia à cúpula das sete principais economias do mundo a punição exemplar do governo brasileiro. Ou seja, Trump terá de escolher entre Putin e Bolsonaro na mesa de negociações.

OSTRACISMO – Se o presidente americano optar por proteger os interesses do presidente russo, Bolsonaro estaria perto da sua primeira grande conquista internacional: o título de primeiro chefe de Estado a ser ostracizado pela sua política ambiental.

Numa improvável ironia, Bolsonaro, que apostou tudo na relação com os Estados Unidos, pode acabar sendo rifado por Trump na próxima cimeira global.

12
ago

Brasil faz seu melhor Pan

Postado às 19:15 Hs

Agências de Notícias

O Brasil conquistou um lugar de honra nos Jogos Pan-Americanos realizados em Lima, no Peru, que terminaram neste domingo. As equipes brasileiras conquistaram 171 medalhas, sendo 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, na melhor campanha dos últimos 56 anos. Os Estados Unidos triunfaram na competição, com 120 medalhas de ouro. Sem surpresas, neste caso, uma vez que os americanos mantiveram a liderança nos Pan-Americanos em 16 das 18 edições da competição.

O Brasil levou aos Jogos Pan-Americanos de Lima a sua menor delegação das últimas quatro edições do evento e conseguiu fechar na segunda posição do quadro de medalhas depois 56 anos com recordes e pouco dependente de modalidades coletivas para fechar com sua maior eficiência nos últimas quatro edições. Competiram em Lima pelo Time Brasil 485 atletas, uma queda de mais de cem em relação a Toronto-2015 – evento anterior aos Jogos Olímpicos de 2016, e um número ainda menor quando comparado aos que estiveram na edição caseira do Pan, baixando 174 do total do Rio-2007.

Mesmo com as derrotas nas provas finais, a campanha do Brasil foi histórica. Com os 55 ouros, o País superou a participação em Rio 2007 em idas ao primeiro lugar do pódio.

Ao todo, foram 19 dias de jogos Pan-Americanos que desafiaram o frio e a umidade peruana. Nesse tempo, o Brasil mostrou dominância em algumas modalidades, surpreendeu em outras e também viu medalhas que pareciam quase certas escaparem. Superação e aprendizado caminham juntos em qualquer competição esportiva.

Apesar da queda na quantidade de atletas, o Brasil bateu seu recorde de medalhas com o total de 171, 30 a mais que as últimas duas edições em Guadalajara-2011 e Toronto-2015, além de superar a melhor marca que era do Rio em 14 no total. Em ouros, foram 55 no Peru, três a mais em relação ao Rio, maior resultado até então.

O Chile, que organizará os Jogos Pan-Americanos de 2023, ficou na oitava posição. Já o Peru superou todas as expectativas e também fez sua melhor participação na história, concluindo a competição no nono lugar.

país ouro/ prata/ bronze/ total

Estados Unidos

120 88 85 293

Brasil

 

55 45 71 171
  • Medalhas de ouro

    Atletismo

    • Arremesso de peso – masculino Darlan Romani

    • 400m com barreiras – masculino Alison Santos

    • 10000m – masculino Ederson Pereira

    • 4x100m – feminino

    • 4x100m – masculino

    • 3000m com obstáculos – masculino Altobeli Santos

    Badminton

    • masculino Ygor Coelho

    Basquete

    • feminino

    Boxe

    • 60kg – feminino Beatriz Ferreira

    Canoagem

    • Slalom – K1 – masculino Pedro Gonçalves

    • Slalom – C1 – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – masculino Pedro Gonçalves

    • Slalom – K1 Extreme – feminino Ana Sátila

    • Velocidade – C1 1000m – masculino Isaquias Queiroz

    Caratê

    • Até 55kg – feminino Valéria Kumizaki

    Ginástica artística

    • Equipes – masculino

    • Barra fixa – masculino Francisco Barretto

    • Individual geral e aparelhos – masculino Caio Souza

    • Cavalo com alças – masculino Francisco Barretto

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 3 aros e 2 maças – feminino

    Handebol

    • feminino

    Hipismo

    • Salto – masculino Marlon Zanotelli

    • Salto – masculino

    Judô

    • 78kg – feminino Mayra Aguiar

    • 52kg – feminino Larissa Pimenta

    • 60kg – masculino Renan Torres

    • 57kg – feminino Rafaela Silva

    • 81kg – masculino Eduardo Yudy

    Levantamento de peso

    • Acima de 109kg – masculino Fernando Reis

    Natação

    • 4x100m medley – misto

    • 4x100m livre – masculino

    • 200m borboleta – masculino Leonardo de Deus

    • 100m peito – masculino João Gomes

    • 100m livre – masculino Marcelo Chierighini

    • 200m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 1500m livre – masculino Guilherme Costa

    • 50m livre – feminino Etiene de Medeiros

    • 4x200m livre – masculino

    • 50m livre – masculino Bruno Fratus

    Natação em águas abertas

    • feminino Ana Marcela Cunha

    Patinação artística

    • feminino Bruna Wurts

    Surfe

    • Longboard – feminino Chloe Calmon

    • Stand Up Paddle – feminino Lena Guimarães

    Taekwondo

    • entre 58kg e 68kg – masculino Edival Marques – Netinho

    • entre 58kg e 68kg – feminino Milena Titoneli

    Triatlo

    • feminino Luisa Baptista

    • misto Luisa Baptista, Kauê Willy, Vittória Lopes e Manoel Messias.

    Tênis

    • Individual – masculino João Menezes

    Tênis de mesa

    • Individual – masculino Hugo Calderano

    • masculino Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi

    Vela

    • 49er – masculino Marco Grael e Gabriel Borges

    • Kite – masculino Bruno Lobo

    • RS: X – feminino Patrícia Freitas

    • 49er FX – feminino Martine Grael e Kahena Kunze

    • Sunfish – masculino Matheus Dellagnelo

  • Medalhas de prata

    Atletismo

    • Marcha 20km – masculino Caio Bonfim

    • Salto com vara – masculino Augusto Dutra

    • 200m – feminino Vitória Rosa

    • 100m – masculino Paulo André

    • 5000m – masculino Altobeli Santos

    • Arremesso de disco – feminino Andressa Morais

    Boliche

    • Individual – masculino Marcelo Suartz

    Boxe

    • 57kg – feminino Jucielen Cerqueira

    • 81kg – masculino Keno Marley

    • 75kg – masculino Hebert Sousa

    Caratê

    • Até 75kg – masculino Hernani Veríssimo

    • Até 60kg – masculino Douglas Brose

    Ciclismo

    • BMX – feminino Paola Reis

    • Mountain bike – masculino Henrique Avancini

    • BMX – masculino Anderson Ezequiel

    • Estrada – masculino Magno Nazaret

    Esgrima

    • Florete – masculino

    Ginástica artística

    • Barras paralelas – masculino Caio Souza

    • Individual geral e aparelhos – masculino Arthur Nory

    • Argolas – masculino Arthur Zanetti

    • Barra fixa – masculino Arthur Nory

    Ginástica rítmica

    • Fita – feminino Bárbara Domingos

    Hipismo

    • Completo –

    Judô

    • 66kg – masculino Daniel Cargnin

    Luta livre olímpica

    • Até 76kg – feminino Aline da Silva

    Natação

    • 100m costas – masculino Guilherme Guido

    • 800m livre – masculino Miguel Valente

    • 4x100m medley – masculino

    • 400m medley – masculino Leonardo Santos

    • 200m medley – masculino Caio Pumputis

    • 200m livre – masculino Breno Correia

    • 4x100m livre – misto

    • 4x100m livre – feminino

    • 400m livre – masculino Fernando Scheffer

    Remo

    • Dois sem – masculino Xavier Vela e Pau Vela

    Surfe

    • Stand Up Paddle – masculino Vinnicius Martins

    Taekwondo

    • até 49kg – feminino Talisca Reis

    • entre 68kg a 80kg – masculino Ícaro Martins

    Tiro com arco

    • Individual – masculino Marcus Vinicius D’Almeida

    Triatlo

    • masculino Manoel Messias

    • feminino Vittória Lopes

    Tênis de mesa

    • Equipes – feminino

    • misto Gustavo Tsuboi e Bruna Takahashi

    Vela

    • Lightning – misto

    • Laser – masculino Bruno Fontes

  • Medalhas de bronze

    Atletismo

    • Marcha 20km – feminino Erica Sena

    • 110m com barreiras – masculino Eduardo Rodrigues de Deus

    • Arremesso de disco – feminino Fernanda Martins

    • 100m – feminino Vitoria Rosa

    Badminton

    • misto Fabricio Farias e Jaqueline Lima

    • feminino Jaqueline Lima e Samia Lima

    • feminino Tamires Santos e Fabiana Silva

    • masculino Fabricio Farias e Francielton Farias

    Boxe

    • 91kg – masculino Abner Teixeira

    • 75kg – feminino Flavia Tereza

    Canoagem

    • Velocidade – K1 1000m – masculino Vagner Souta

    • Slalom – C1 – masculino Felipe Borges

    • Velocidade – K1 500m – feminino Ana Paula Vergutz

    Caratê

    • Kata equipe – masculino

    • Até 50kg – feminino Jessica de Paula

    • Kata equipe – feminino

    • Até 67kg – masculino Vinícius Figueira

    Ciclismo

    • Pista – masculino

    • Mountain bike – feminino Jaqueline Mourão

    Esgrima

    • Espada – feminino Nathalie Moellhausen

    • Florete – feminino Ana Beatriz Bulcão

    Esqui aquático

    • Wakeboard – feminino Mariana Nep

    Ginástica artística

    • Individual geral – feminino Flávia Saraiva

    • Equipes – feminino

    • Solo – feminino Flávia Saraiva

    Ginástica rítmica

    • feminino Natália Gaudio

    • feminino

    • Conjunto 5 bolas – feminino

    Handebol

    • masculino

    Hipismo

    • Completo – masculino Carlos Parro

    • Adestramento – masculino

    Judô

    • Acima de 100kg – masculino David Moura

    • Acima de 78kg – feminino Beatriz Souza

    • 63kg – feminino Aléxia Castilhos

    • 73kg – masculino Jeferson Santos

    Luta livre olímpica

    • Até 62kg – feminino Lais Nunes

    • Até 57kg – feminino Giullia Penalber

    Natação

    • 400m medley – masculino Brandonn de Almeida

    • 4x100m medley – feminino

    • 200m medley – masculino Leonardo Santos

    • 800m livre – feminino Viviane Jungblut

    • 200m livre – feminino Larissa Oliveira

    • 100m borboleta – masculino Vinicius Lanza

    • 200m costas – masculino Leonardo de Deus

    • 4x200m livre – feminino

    • 100m costas – feminino Etiene Medeiros

    • 400m livre – masculino Luiz Altamir

    • 100m livre – feminino Larissa de Oliveira

    Natação em águas abertas

    • feminino Viviane Junglbut

    Patinação artística

    • masculino Gustavo Casado

    Pelota basca

    • Fronton 36 – Mano individual – masculino Felipe Otheguy

    Pentatlo moderno

    • feminino Isabela Abreu e Priscila Oliveira

    Pólo aquático

    • masculino

    • feminino

    Remo

    • Skiff duplo – masculino

    • Skiff quádruplo – masculino

    Salto ornamental

    • 10m sincronizado – masculino Kawan Pereira e Isaac Souza

    Surfe

    • Stand Up Paddle – feminino Nicolle Pacelli

    Taekwondo

    • entre 58kg e 68kg – masculino Paulo Ricardo Souza

    • acima de 80kg – masculino Maicon Andrade

    • entre 68kg a 80kg – feminino Raiany Fidelis

    Tiro esportivo

    • Fossa olímpica – masculino Roberto Schmits

    • Pistola de ar 10m – masculino Julio Almeida

    Tênis

    • Duplas – feminino Luisa Stefani e Carol Meligeni

    Tênis de mesa

    • Equipes – masculino

    • Individual – feminino Bruna Takahashi

    • Equipes – feminino Bruna Takahashi e Jessica Yamada

    Vela

    • Snipe – misto Juliana Duque e Rafael Martins

    • Nacra 17 – misto Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino

    Vôlei

    • masculino

    Vôlei de praia

    • feminino Carol Horta e Ângela Rebouças

México

37 36 63 136

Canadá

35 64 53 152

Cuba

33 27 38 98
10
ago

Quadro de Medalhas / PAN Lima 2019

Postado às 19:41 Hs

país ouro/ prata/ bronze= total

Estados Unidos

101 83 79 263

Brasil

 

50 39 64 153
  • Medalhas de ouro
    Atletismo

    • 3000m com obstáculos – masculino Altobeli Santos

    • 400m com barreiras – masculino Alison Santos

    • Arremesso de peso – masculino Darlan Romani

    • 10000m – masculino Ederson Pereira

    • 4x100m – masculino

    • 4x100m – feminino

    Badminton

    • masculino Ygor Coelho

    Boxe

    • 60kg – feminino Beatriz Ferreira

    Canoagem

    • Velocidade – C1 1000m – masculino Isaquias Queiroz

    • Slalom – C1 – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – masculino Pedro Gonçalves

    • Slalom – K1 – masculino Pedro Gonçalves

    Ginástica artística

    • Equipes – masculino

    • Barra fixa – masculino Francisco Barretto

    • Individual geral e aparelhos – masculino Caio Souza

    • Cavalo com alças – masculino Francisco Barretto

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 3 aros e 2 maças – feminino

    Handebol

    • feminino

    Hipismo

    • Salto – masculino Marlon Zanotelli

    • Salto – masculino

    Judô

    • 57kg – feminino Rafaela Silva

    • 60kg – masculino Renan Torres

    • 52kg – feminino Larissa Pimenta

    Levantamento de peso

    • Acima de 109kg – masculino Fernando Reis

    Natação

    • 4x100m medley – misto

    • 4x100m livre – masculino

    • 4x200m livre – masculino

    • 50m livre – masculino Bruno Fratus

    • 100m livre – masculino Marcelo Chierighini

    • 200m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 50m livre – feminino Etiene de Medeiros

    • 200m borboleta – masculino Leonardo de Deus

    • 100m peito – masculino João Gomes

    Natação em águas abertas

    • feminino Ana Marcela Cunha

    Patinação artística

    • feminino Bruna Wurts

    Surfe

    • Stand Up Paddle – feminino Lena Guimarães

    • Longboard – feminino Chloe Calmon

    Taekwondo

    • entre 58kg e 68kg – masculino Edival Marques – Netinho

    • entre 58kg e 68kg – feminino Milena Titoneli

    Triatlo

    • feminino Luisa Baptista

    • misto Luisa Baptista, Kauê Willy, Vittória Lopes e Manoel Messias.

    Tênis

    • Individual – masculino João Menezes

    Tênis de mesa

    • masculino Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi

    • Individual – masculino Hugo Calderano

    Vela

    • 49er – masculino Marco Grael e Gabriel Borges

    • RS: X – feminino Patrícia Freitas

    • 49er FX – feminino Martine Grael e Kahena Kunze

    • Kite – masculino Bruno Lobo

    • Sunfish – masculino Matheus Dellagnelo

  • Medalhas de prata
    Atletismo

    • 5000m – masculino Altobeli Santos

    • Arremesso de disco – feminino Andressa Morais

    • 200m – feminino Vitória Rosa

    • 100m – masculino Paulo André

    • Salto com vara – masculino Augusto Dutra

    • Marcha 20km – masculino Caio Bonfim

    Boliche

    • Individual – masculino Marcelo Suartz

    Boxe

    • 81kg – masculino Keno Marley

    • 57kg – feminino Jucielen Cerqueira

    • 75kg – masculino Hebert Sousa

    Ciclismo

    • Mountain bike – masculino Henrique Avancini

    • BMX – masculino Anderson Ezequiel

    • Estrada – masculino Magno Nazaret

    • BMX – feminino Paola Reis

    Esgrima

    • Florete – masculino

    Ginástica artística

    • Argolas – masculino Athur Zanetti

    • Individual geral e aparelhos – masculino Arthur Nory

    • Barra fixa – masculino Arthur Nory

    • Barras paralelas – masculino Caio Souza

    Ginástica rítmica

    • Fita – feminino Bárbara Domingos

    Hipismo

    • Completo –

    Judô

    • 66kg – masculino Daniel Cargnin

    Luta livre olímpica

    • Até 76kg – feminino Aline da Silva

    Natação

    • 400m medley – masculino Leonardo Santos

    • 4x100m livre – feminino

    • 800m livre – masculino Miguel Valente

    • 400m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 200m livre – masculino Breno Correia

    • 4x100m livre – misto

    • 100m costas – masculino Guilherme Guido

    Remo

    • Dois sem – masculino Xavier Vela e Pau Vela

    Surfe

    • Stand Up Paddle – masculino Vinnicius Martins

    Taekwondo

    • até 49kg – feminino Talisca Reis

    • entre 68kg a 80kg – masculino Ícaro Martins

    Triatlo

    • feminino Vittória Lopes

    • masculino Manoel Messias

    Tênis de mesa

    • misto Gustavo Tsuboi e Bruna Takahashi

    Vela

    • Laser – masculino Bruno Fontes

    • Lightning – misto

  • Medalhas de bronze
    Atletismo

    • Marcha 20km – feminino Erica Sena

    • 110m com barreiras – masculino Eduardo Rodrigues de Deus

    • Arremesso de disco – feminino Fernanda Martins

    • 100m – feminino Vitoria Rosa

    Badminton

    • feminino Tamires Santos e Fabiana Silva

    • feminino Jaqueline Lima e Samia Lima

    • misto Fabricio Farias e Jaqueline Lima

    • masculino Fabricio Farias e Francielton Farias

    Boxe

    • 91kg – masculino Abner Teixeira

    • 75kg – feminino Flavia Tereza

    Canoagem

    • Slalom – C1 – masculino Felipe Borges

    • Velocidade – K1 500m – feminino Ana Paula Vergutz

    • Velocidade – K1 1000m – masculino Vagner Souta

    Caratê

    • Até 50kg – feminino Jessica de Paula

    • Kata equipe – feminino

    • Kata equipe – masculino

    Ciclismo

    • Pista – masculino

    • Mountain bike – feminino Jaqueline Mourão

    Esgrima

    • Florete – feminino Ana Beatriz Bulcão

    • Espada – feminino Nathalie Moellhausen

    Esqui aquático

    • Wakeboard – feminino Mariana Nep

    Ginástica artística

    • Solo – feminino Flávia Saraiva

    • Individual geral – feminino Flávia Saraiva

    • Equipes – feminino

    Ginástica rítmica

    • feminino Natália Gaudio

    • feminino

    • Conjunto 5 bolas – feminino

    Handebol

    • masculino

    Hipismo

    • Completo – masculino Carlos Parro

    • Adestramento – masculino

    Judô

    • 73kg – masculino Jeferson Santos

    Luta livre olímpica

    • Até 57kg – feminino Giullia Penalber

    • Até 62kg – feminino Lais Nunes

    Natação

    • 400m livre – masculino Luiz Altamir

    • 4x200m livre – feminino

    • 400m medley – masculino Brandonn de Almeida

    • 100m costas – feminino Etiene Medeiros

    • 200m costas – masculino Leonardo de Deus

    • 800m livre – feminino Viviane Jungblut

    • 100m livre – feminino Larissa de Oliveira

    • 100m borboleta – masculino Vinicius Lanza

    • 200m livre – feminino Larissa Oliveira

    Natação em águas abertas

    • feminino Viviane Junglbut

    Patinação artística

    • masculino Gustavo Casado

    Pelota basca

    • Fronton 36 – Mano individual – masculino Felipe Otheguy

    Pentatlo moderno

    • feminino Isabela Abreu e Priscila Oliveira

    Pólo aquático

    • feminino

    Remo

    • Skiff duplo – masculino

    • Skiff quádruplo – masculino

    Salto ornamental

    • 10m sincronizado – masculino Kawan Pereira e Isaac Souza

    Surfe

    • Stand Up Paddle – feminino Nicolle Pacelli

    Taekwondo

    • entre 68kg a 80kg – feminino Raiany Fidelis

    • entre 58kg e 68kg – masculino Paulo Ricardo Souza

    • acima de 80kg – masculino Maicon Andrade

    Tiro esportivo

    • Pistola de ar 10m – masculino Julio Almeida

    • Fossa olímpica – masculino Roberto Schmits

    Tênis

    • Duplas – feminino Luisa Stefani e Carol Meligeni

    Tênis de mesa

    • Individual – feminino Bruna Takahashi

    • Equipes – feminino Bruna Takahashi e Jessica Yamada

    • Equipes – masculino

    Vela

    • Nacra 17 – misto Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino

    • Snipe – misto Juliana Duque e Rafael Martins

    Vôlei

    • masculino

    Vôlei de praia

    • feminino Carol Horta e Ângela Rebouças

México

36 30 57 123

Canadá

33 58 48 139

Cuba

28 24 35 87
09
ago

Quadro de Medalhas / PAN Lima 2019

Postado às 20:50 Hs

país ouro/ prata/ bronze  =total

Estados Unidos

91 73 67 231

Brasil

 

41 36 57 134
  • Medalhas de ouro
    Atletismo

    • 400m com barreiras – masculino Alison Santos

    • Arremesso de peso – masculino Darlan Romani

    • 10000m – masculino Ederson Pereira

    Badminton

    • masculino Ygor Coelho

    Boxe

    • 60kg – feminino Beatriz Ferreira

    Canoagem

    • Slalom – C1 – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – masculino Pedro Gonçalves

    • Velocidade – C1 1000m – masculino Isaquias Queiroz

    • Slalom – K1 – masculino Pedro Gonçalves

    Ginástica artística

    • Barra fixa – masculino Francisco Barretto

    • Cavalo com alças – masculino Francisco Barretto

    • Individual geral e aparelhos – masculino Caio Souza

    • Equipes – masculino

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 3 aros e 2 maças – feminino

    Handebol

    • feminino

    Hipismo

    • Salto – masculino Marlon Zanotelli

    • Salto – masculino

    Judô

    • 60kg – masculino Renan Torres

    • 57kg – feminino Rafaela Silva

    • 52kg – feminino Larissa Pimenta

    Levantamento de peso

    • Acima de 109kg – masculino Fernando Reis

    Natação

    • 4x100m medley – misto

    • 100m peito – masculino João Gomes

    • 200m borboleta – masculino Leonardo de Deus

    • 4x100m livre – masculino

    • 100m livre – masculino Marcelo Chierighini

    • 200m livre – masculino Fernando Scheffer

    Natação em águas abertas

    • feminino Ana Marcela Cunha

    Patinação artística

    • feminino Bruna Wurts

    Surfe

    • Longboard – feminino Chloe Calmon

    • Stand Up Paddle – feminino Lena Guimarães

    Taekwondo

    • entre 58kg e 68kg – masculino Edival Marques – Netinho

    • entre 58kg e 68kg – feminino Milena Titoneli

    Triatlo

    • feminino Luisa Baptista

    • misto Luisa Baptista, Kauê Willy, Vittória Lopes e Manoel Messias.

    Tênis

    • Individual – masculino João Menezes

    Tênis de mesa

    • Individual – masculino Hugo Calderano

    • masculino Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi

    Vela

    • RS: X – feminino Patrícia Freitas

    • 49er – masculino Marco Grael e Gabriel Borges

  • Medalhas de prata
    Atletismo

    • 5000m – masculino Altobeli Santos

    • Marcha 20km – masculino Caio Bonfim

    • Arremesso de disco – feminino Andressa Morais

    • 200m – feminino Vitória Rosa

    • 100m – masculino Paulo André

    Boliche

    • Individual – masculino Marcelo Suartz

    Boxe

    • 81kg – masculino Keno Marley

    • 57kg – feminino Jucielen Cerqueira

    • 75kg – masculino Hebert Sousa

    Ciclismo

    • BMX – feminino Paola Reis

    • Estrada – masculino Magno Nazaret

    • BMX – masculino Anderson Ezequiel

    • Mountain bike – masculino Henrique Avancini

    Esgrima

    • Florete – masculino

    Ginástica artística

    • Barra fixa – masculino Arthur Nory

    • Barras paralelas – masculino Caio Souza

    • Argolas – masculino Athur Zanetti

    • Individual geral e aparelhos – masculino Arthur Nory

    Ginástica rítmica

    • Fita – feminino Bárbara Domingos

    Hipismo

    • Completo –

    Judô

    • 66kg – masculino Daniel Cargnin

    Luta livre olímpica

    • Até 76kg – feminino Aline da Silva

    Natação

    • 4x100m livre – misto

    • 400m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 200m livre – masculino Breno Correia

    • 4x100m livre – feminino

    • 100m costas – masculino Guilherme Guido

    • 800m livre – masculino Miguel Valente

    Remo

    • Dois sem – masculino Xavier Vela e Pau Vela

    Surfe

    • Stand Up Paddle – masculino Vinnicius Martins

    Taekwondo

    • entre 68kg a 80kg – masculino Ícaro Martins

    • até 49kg – feminino Talisca Reis

    Triatlo

    • masculino Manoel Messias

    • feminino Vittória Lopes

    Tênis de mesa

    • misto Gustavo Tsuboi e Bruna Takahashi

    Vela

    • Laser – masculino Bruno Fontes

  • Medalhas de bronze
    Atletismo

    • Marcha 20km – feminino Erica Sena

    • Arremesso de disco – feminino Fernanda Martins

    • 100m – feminino Vitoria Rosa

    Badminton

    • misto Fabricio Farias e Jaqueline Lima

    • feminino Jaqueline Lima e Samia Lima

    • feminino Tamires Santos e Fabiana Silva

    • masculino Fabricio Farias e Francielton Farias

    Boxe

    • 75kg – feminino Flavia Tereza

    • 91kg – masculino Abner Teixeira

    Canoagem

    • Velocidade – K1 1000m – masculino Vagner Souta

    • Slalom – C1 – masculino Felipe Borges

    • Velocidade – K1 500m – feminino Ana Paula Vergutz

    Caratê

    • Kata equipe – masculino

    • Kata equipe – feminino

    Ciclismo

    • Mountain bike – feminino Jaqueline Mourão

    • Pista – masculino

    Esgrima

    • Espada – feminino Nathalie Moellhausen

    • Florete – feminino Ana Beatriz Bulcão

    Esqui aquático

    • Wakeboard – feminino Mariana Nep

    Ginástica artística

    • Individual geral – feminino Flávia Saraiva

    • Solo – feminino Flávia Saraiva

    • Equipes – feminino

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 5 bolas – feminino

    • feminino Natália Gaudio

    • feminino

    Handebol

    • masculino

    Hipismo

    • Completo – masculino Carlos Parro

    • Adestramento – masculino

    Judô

    • 73kg – masculino Jeferson Santos

    Luta livre olímpica

    • Até 62kg – feminino Lais Nunes

    • Até 57kg – feminino Giullia Penalber

    Natação

    • 100m borboleta – masculino Vinicius Lanza

    • 800m livre – feminino Viviane Jungblut

    • 100m costas – feminino Etiene Medeiros

    • 100m livre – feminino Larissa de Oliveira

    • 200m costas – masculino Leonardo de Deus

    • 200m livre – feminino Larissa Oliveira

    • 400m livre – masculino Luiz Altamir

    Natação em águas abertas

    • feminino Viviane Junglbut

    Patinação artística

    • masculino Gustavo Casado

    Pelota basca

    • Fronton 36 – Mano individual – masculino Felipe Otheguy

    Pentatlo moderno

    • feminino Isabela Abreu e Priscila Oliveira

    Remo

    • Skiff duplo – masculino

    • Skiff quádruplo – masculino

    Salto ornamental

    • 10m sincronizado – masculino Kawan Pereira e Isaac Souza

    Surfe

    • Stand Up Paddle – feminino Nicolle Pacelli

    Taekwondo

    • acima de 80kg – masculino Maicon Andrade

    • entre 68kg a 80kg – feminino Raiany Fidelis

    • entre 58kg e 68kg – masculino Paulo Ricardo Souza

    Tiro esportivo

    • Pistola de ar 10m – masculino Julio Almeida

    • Fossa olímpica – masculino Roberto Schmits

    Tênis

    • Duplas – feminino Luisa Stefani e Carol Meligeni

    Tênis de mesa

    • Equipes – feminino Bruna Takahashi e Jessica Yamada

    • Individual – feminino Bruna Takahashi

    Vela

    • Nacra 17 – misto Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino

    Vôlei

    • masculino

    Vôlei de praia

    • feminino Carol Horta e Ângela Rebouças

Canadá

30 49 45 124

México

29 26 52 107

Cuba

24 17 26 67
09
ago

EUA dão sinal verde a Eduardo Bolsonaro

Postado às 11:44 Hs

O governo dos Estados Unidos já concedeu sinal verde à indicação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington, informam O Globo e a Folha a partir de relato de fontes do Itamaraty. A resposta chegou ontem.

O aceite dos EUA ao filho de Jair Bolsonaro já era esperado. Ele foi elogiado há alguns dias pelo presidente Donald Trump, a cujo governo Bolsonaro, familiares e auxiliares são pródigos em manifestações de apoio. Segundo a fonte do Globo, Trump teria enviado uma nota escrita à mão junto com o documento oficial de sinal verde dizendo que “mal pode esperar para trabalhar com Eduardo”. Agora, a indicação precisa ser formalizada junto ao Senado.

08
ago

Quadro de Medalhas / PAN Lima 2019

Postado às 22:00 Hs

país ouro prata bronze total

Estados Unidos

76 63 54 193

Brasil

 

34 26 49 109
  • Medalhas de ouro

    Atletismo

    • 400m com barreiras – masculino Alison Santos

    • Arremesso de peso – masculino Darlan Romani

    Badminton

    • masculino Ygor Coelho

    Boxe

    • 60kg – feminino Beatriz Ferreira

    Canoagem

    • Slalom – K1 – masculino Pedro Gonçalves

    • Slalom – C1 – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – feminino Ana Sátila

    • Slalom – K1 Extreme – masculino Pedro Gonçalves

    • Velocidade – C1 1000m – masculino Isaquias Queiroz

    Ginástica artística

    • Barra fixa – masculino Francisco Barretto

    • Equipes – masculino

    • Cavalo com alças – masculino Francisco Barretto

    • Individual geral e aparelhos – masculino Caio Souza

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 3 aros e 2 maças – feminino

    Handebol

    • feminino

    Hipismo

    • Salto – masculino

    Judô

    • 60kg – masculino Renan Torres

    • 52kg – feminino Larissa Pimenta

    Levantamento de peso

    • Acima de 109kg – masculino Fernando Reis

    Natação

    • 4x100m livre – masculino

    • 200m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 100m peito – masculino João Gomes

    • 200m borboleta – masculino Leonardo de Deus

    Natação em águas abertas

    • feminino Ana Marcela Cunha

    Patinação artística

    • feminino Bruna Wurts

    Surfe

    • Longboard – feminino Chloe Calmon

    • Stand Up Paddle – feminino Lena Guimarães

    Taekwondo

    • entre 58kg e 68kg – feminino Milena Titoneli

    • entre 58kg e 68kg – masculino Edival Marques – Netinho

    Triatlo

    • misto Luisa Baptista, Kauê Willy, Vittória Lopes e Manoel Messias.

    • feminino Luisa Baptista

    Tênis

    • Individual – masculino João Menezes

    Tênis de mesa

    • masculino Hugo Calderano e Gustavo Tsuboi

    • Individual – masculino Hugo Calderano

  • Medalhas de prata

    Atletismo

    • Arremesso de disco – feminino Andressa Morais

    • 100m – masculino Paulo André

    • 5000m – masculino Altobeli Santos

    • Marcha 20km – masculino Caio Bonfim

    Boliche

    • Individual – masculino Marcelo Suartz

    Boxe

    • 75kg – masculino Hebert Sousa

    • 57kg – feminino Jucielen Cerqueira

    • 81kg – masculino Keno Marley

    Ciclismo

    • Mountain bike – masculino Henrique Avancini

    • Estrada – masculino Magno Nazaret

    Ginástica artística

    • Barra fixa – masculino Arthur Nory

    • Barras paralelas – masculino Caio Souza

    • Argolas – masculino Athur Zanetti

    • Individual geral e aparelhos – masculino Arthur Nory

    Ginástica rítmica

    • Fita – feminino Bárbara Domingos

    Hipismo

    • Completo –

    Natação

    • 4x100m livre – feminino

    • 400m livre – masculino Fernando Scheffer

    • 4x100m livre – misto

    • 200m livre – masculino Breno Correia

    Surfe

    • Stand Up Paddle – masculino Vinnicius Martins

    Taekwondo

    • entre 68kg a 80kg – masculino Ícaro Martins

    • até 49kg – feminino Talisca Reis

    Triatlo

    • masculino Manoel Messias

    • feminino Vittória Lopes

    Tênis de mesa

    • misto Gustavo Tsuboi e Bruna Takahashi

  • Medalhas de bronze

    Atletismo

    • Heptatlo – feminino Vanessa Chefer

    • 100m – feminino Vitoria Rosa

    • Arremesso de disco – feminino Fernanda Martins

    • Marcha 20km – feminino Erica Sena

    Badminton

    • misto Fabricio Farias e Jaqueline Lima

    • feminino Jaqueline Lima e Samia Lima

    • feminino Tamires Santos e Fabiana Silva

    • masculino Fabricio Farias e Francielton Farias

    Boxe

    • 75kg – feminino Flavia Tereza

    • 91kg – masculino Abner Teixeira

    Canoagem

    • Slalom – C1 – masculino Felipe Borges

    • Velocidade – K1 1000m – masculino Vagner Souta

    • Velocidade – K1 500m – feminino Ana Paula Vergutz

    Ciclismo

    • Pista – masculino

    • Mountain bike – feminino Jaqueline Mourão

    Esgrima

    • Florete – feminino Ana Beatriz Bulcão

    • Espada – feminino Nathalie Moellhausen

    Esqui aquático

    • Wakeboard – feminino Mariana Nep

    Ginástica artística

    • Solo – feminino Flávia Saraiva

    • Individual geral – feminino Flávia Saraiva

    • Equipes – feminino

    Ginástica rítmica

    • Conjunto 5 bolas – feminino

    • feminino

    • feminino Natália Gaudio

    Handebol

    • masculino

    Hipismo

    • Completo – masculino Carlos Parro

    • Adestramento – masculino

    Luta livre olímpica

    • Até 57kg – feminino Giullia Penalber

    Natação

    • 100m borboleta – masculino Vinicius Lanza

    • 200m costas – masculino Leonardo de Deus

    • 200m livre – feminino Larissa Oliveira

    • 400m livre – masculino Luiz Altamir

    Natação em águas abertas

    • feminino Viviane Junglbut

    Patinação artística

    • masculino Gustavo Casado

    Pentatlo moderno

    • feminino Isabela Abreu e Priscila Oliveira

    Remo

    • Skiff duplo – masculino

    • Skiff quádruplo – masculino

    Salto ornamental

    • 10m sincronizado – masculino Kawan Pereira e Isaac Souza

    Surfe

    • Stand Up Paddle – feminino Nicolle Pacelli

    Taekwondo

    • acima de 80kg – masculino Maicon Andrade

    • entre 58kg e 68kg – masculino Paulo Ricardo Souza

    • entre 68kg a 80kg – feminino Raiany Fidelis

    Tiro esportivo

    • Pistola de ar 10m – masculino Julio Almeida

    • Fossa olímpica – masculino Roberto Schmits

    Tênis

    • Duplas – feminino Luisa Stefani e Carol Meligeni

    Tênis de mesa

    • Individual – feminino Bruna Takahashi

    • Equipes – feminino Bruna Takahashi e Jessica Yamada

    Vôlei

    • masculino

    Vôlei de praia

    • feminino Carol Horta e Ângela Rebouças

México

27 23 43 93

Canadá

25 42 41 108

Cuba

21 17 20 58
out 15
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