04
nov

Tema

Postado às 17:41 Hs

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2018) é “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) no início da tarde deste domingo (5). Ao G1, Thiago Braga, professor e autor de redação do Colégio pH, afirmou que o tema não é um dos mais simples para os estudantes. “A princípio não me parece um tema fácil porque possibilita uma série de leituras, pode levar o aluno para uma direção diferente do que a banca quer”, afirmou ele.

“É voltado para o comportamento, não parece ligado a política, mas sim mais ligado a costumes. Depende de qual direção vai dar, dos textos dados de apoio.” Segundo Braga, vários assuntos podem ser abordados. “Os alunos podem falar sobre privacidade, sobre como hoje ela não existe mais”, disse ele. “Se você está na internet os seus dados são utilizados para que você seja conhecido e seja conduzido a determinado tipo de comportamento. isso pode ser problematico porque as pessoas acabam perdendo [a privacidade].”

24
out

Informes

Postado às 11:54 Hs

UFRN é premiada em concurso de Ciência e Tecnologia da Google

 

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi premiada na edição de 2018 do Latin American Research Awards (LARA), promovido pela empresa de tecnologia Google. O reconhecimento visa beneficiar financeiramente os pesquisadores da área tecnológica ao longo de 12 meses. O anúncio foi feito no Centro de Engenharia para a América Latina da empresa, em Belo Horizonte.

O projeto vencedor da UFRN é o único premiado da região do Norte-Nordeste e foi submetido pelo aluno de mestrado Adelson Dias de Araújo Júnior, do Programa De Pós-Graduação em Sistemas e Computação (PPGSC), orientado pelo professor Nélio Cacho, ambos do Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp).

A iniciativa, intitulada Automation of Patrol Planning by Learning from Crimes and News, tem o intuito de pesquisar e implantar um software interativo e realista para planejamento de patrulhas policiais. A solução será implementada em formato de serviço, para que possa ser utilizada pela Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) do Rio Grande do Norte. O trabalho premiado é resultado da iniciativa desenvolvida pelo projeto Smart Metropolis, do Instituto Metrópole Digital (IMD), que busca transformar Natal em uma cidade inteligente.

Por Pedro do Coutto

Os resultados das eleições do dia 07 de outubro surpreenderam observadores políticos e abriram, sem dúvida, um novo campo de análise das disputas através das urnas. O espaço tornou-se imenso na divulgação de mensagens, comentários e debates que além das telas da TV encontraram centenas e milhares de telas da internet. O fenômeno a mim transmite a sensação de ruptura com o meio de se fazer campanha até o passado recente. Descortina-se um novo espaço iluminado na busca pelo apoio popular. A mim veio a mente o filme de Stanley Kubrick, “2001 Uma Odisseia no Espaço”.

Anteriormente, as campanhas eram projetadas em diferentes planos mas com um universo muito menor daquele que foi aberto pelas redes sociais. Agora, o tempo do passado encontra-se ultrapassado pela velocidade da tecnologia que cada dia avança mais. Lá se vai o tempo dos comícios, das propagandas publicitárias, da aparição nos horários gratuitos da TV e do rádio.

NA TV E NA WEB – Na televisão, o predomínio desloca-se para os debates, pois confronto é sempre confronto e dá margem a teses diferentes, antagônicas e ideológicas. Mas no espaço da Internet destaca-se a comunicação direta que penetra nos domicílios dos eleitores, renovando questões praticamente a toda hora, e nesse jogo ficam as incertezas.

Quando se examina as votações de candidatos a deputados que oscilaram em torno de 300 mil votos, só pode haver uma explicação lógica: o poder da Internet. As mensagens implicam inclusive na trajetória de ida e vinda onde se destacam muitas opiniões diferentes mas também muitas convergentes.

É preciso que os partidos políticos deem mais atenção a esse universo que começa a ser explorado no plano político eleitoral.

MILHÕES DE POSTAGENS – Como acentuamos em artigo anterior. na reta final do primeiro turno registraram-se postagens em torno de 60 milhões de textos e imagens. Certamente reside aí o êxito de Jair Bolsonaro no primeiro turno.

É preciso levar em conta que as mensagens eletrônicas passaram a possuir uma comunicação enorme incluindo a retransmissão de postagens a favor e contra os candidatos. Esta é uma nova realidade no plano dos embates eleitorais e na propaganda de candidatos a cargos no Legislativo. Este assunto é tão amplo que merece uma reflexão mais profunda.

Voltaremos ao tema.

Por Bernardo Bittar / Correio Braziliense

Quase metade dos brasileiros não se interessa pelo horário eleitoral na televisão. Segundo especialistas, o eleitor prefere acompanhar os bastidores das campanhas e as notícias pontuais, como a impugnação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atentado a Jair Bolsonaro (PSL). Quem acompanha de fato a propaganda eleitoral no rádio e na tevê quer complementar as informações que encontra na internet. Por isso, as equipes dos candidatos à Presidência cada vez mais reforçam os times de mídias sociais.

A pesquisa Datafolha divulgada no último dia 12 mostra que 49% do eleitorado brasileiro não têm interesse pela propaganda eleitoral dos candidatos a presidente e não a acompanha. Os outros 51% representam aqueles que são extremamente interessados (18%) ou os que assistem quando já estão com a tevê ligada (32%) — 1% não opinou. Os eleitores que mais valorizam o horário eleitoral apontam preferência por Marina Silva (Rede), 47%; Geraldo Alckmin (PSDB), 43%; e Fernando Haddad (PT), 40%. Entre os apoiadores de Bolsonaro,  que tem apenas 8 segundos, o número cai para 33%.

IMPORTÂNCIA – Mais de 40% dos indecisos e 18% de quem vota em branco dizem que a programação eleitoral na tevê é muito importante para o voto. Aninho Irachande, professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB), reafirma a importância do rádio e da televisão, mas diz que elas perderam força no país. “Pessoas com acesso à informação por mecanismos mais fáceis e rápidos, como sites e o WhatsApp, preferem usar esses meios de comunicação para se inteirar do que está havendo no cenário político”, explica.

Para Irachande, integrantes das classes mais baixas têm uma resistência maior ao uso dos celulares para fins políticos. “A grande questão da internet é quando ela é usada nos smartphones ou no computador, no trabalho. Aí, a informação chega bem mais rapidamente. E você pode acompanhar apenas os temas pelos quais se interessa, muito diferente da tevê, que edita exaustivamente o material veiculado e tem uma abordagem mais abrangente”, analisa o especialista.

DESILUSÃO – Felippo Cerqueira, professor de ciência política da Universidade Estadual de Goiás (UEG), confirma a impressão geral de que rádio e tevê — meios de comunicação a que as massas têm acesso — não despertam o interesse dos mais pobres quando o assunto é campanha eleitoral. “Eles são os maiores usuários da tevê, mas querem utilizá-la para ver a novela e programas de entretenimento. Os números salientados pelas pesquisas refletem a desilusão das pessoas com a política”, detalha.

Os temas que mais sobressaem para a população durante as eleições, segundo Cerqueira, são saúde, segurança e educação. E eles podem ser mais bem detalhados em buscas na internet, inclusive, nas plataformas disponibilizadas pelos partidos. “Você enxerga gente com muito tempo de tevê, como Geraldo Alckmin (PSDB), estacionado nas pesquisas. Bolsonaro tem seu público cativo na internet. É como Marina Silva (Rede), que ganhou apenas 16 segundos na televisão e tem sua imagem mais consolidada nas redes sociais.”

João Pereira Coutinho / Folha

Todo mundo fala de “fake news”. Poucos falam de “fake readers”. E, no entanto, os segundos sempre me pareceram mais perigosos do que as primeiras. Produzir informações falsas ou conspiratórias sempre fez parte do DNA da espécie. Até Eva, que era Eva e vivia no Paraíso, não se conteve e foi um pouco “fake” com Adão no episódio da maçã.

Mas é preciso ter uma mente especial, igualmente falsa e conspiratória, para que as “fake news” possam nascer e prosperar. E, nesse quesito, há países e países.

LEVANTAMENTO – O instituto de pesquisas Ipsos Mori resolveu estudar o assunto, informa o jornal “Daily Telegraph”. Entrevistou mais de 19 mil pessoas em 27 países. E concluiu, entre outras coisas, que os “fake readers” não se distribuem democraticamente pelo mundo.

Quando falamos de “fake readers”, falamos de pessoas com uma certa “tendência” ou “susceptibilidade” para acreditar em tudo que leem. Sem duvidar, sem questionar.

Itália ou Reino Unido, dois países que conheço bem, são pouco crédulos. Entre os italianos, só 29% confessam ter sido enganados por “fake news”. Entre os britânicos, só 33%.

MOTIVOS? – Arrisco um: a desconfiança permanente que italianos e ingleses sempre manifestaram em relação ao poder. Por razões históricas ou filosóficas, ambos os povos sempre tiveram aquela centelha anarquista que permite olhar para a realidade com uma dose saudável de cepticismo.

Não é por acaso que Itália, depois da aberração fascista, tenha tido mais de 60 governos desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Há traumas que nunca se esquecem.

E não é por acaso que Inglaterra, nas palavras do historiador Élie Halévy, tenha passado por todas as revoluções —industrial, social, cultural— sem nunca ter feito a Revolução (com maiúscula).

BRASIL À FRENTE – Mas no estudo do Ipsos Mori há um país que se destaca pelo seu impressionante grau de credulidade: o Brasil, que lidera a lista. Os brasileiros, ou 62% deles, são os mais crédulos de todos (a média é 48%). Em segundo lugar, com 58%, vem a Arábia Saudita. Como explicar isso?

Eruditos apressados dirão que a culpa é da colonização (e do atraso educacional); da herança católica (e da reverência cega perante a palavra escrita); ou, então, de ninguém: se o Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de internet, é inevitável que o número de otários seja proporcional ao número de usuários.

Boa sorte nesse debate. Uma coisa é certa: se há algo que distingue o período eleitoral que o país vive é a existência de tribos —à esquerda e à direita, sem distinção— que cometem o supremo pecado em política: acreditar em políticos e batalhar obstinadamente por eles.

03
set

Informes

Postado às 12:45 Hs

Famílias que instalam kit gratuito da TV digital podem concorrer a prêmios de R$ 2 mil. A Campanha Instalação Premiada tem o objetivo de estimular as famílias a instalarem a antena digital e conversor e vivenciarem mais rápido a experiência com a TV Digital. As famílias de Mossoró que estão recebendo kits gratuitos da Seja Digital, entidade responsável pela operação do processo de migração do sinal de TV no Brasil, podem concorrer a prêmios de R$ 2 mil, em cartões pré-pagos. Para participar, as famílias devem, primeiro, verificar se têm direito ao kit distribuído pela Seja Digital, ligando gratuitamente para 147 ou acessando o site sejadigital.com.br/kit e, em caso afirmativo, realizar o agendamento, escolhendo a melhor data, horário e local para retirar os equipamentos.

O candidato a senador pela Rede de Sustentabilidade, Capital Styvenson, líder das últimas pesquisas de opinião divulgadas e registradas junto à Justiça Eleitoral, usou o seu Facebook para informar que o programa eleitoral dele será mesmo, na internet, e acrescenta: “onde vocês podem interagir e a propaganda é realmente gratuita”.

O candidato a senador Capital Styvenson, recebeu apenas cinco mil reais do fundo partidário para sua campanha. A candidata Telma Gurgel, do PSOL, recebeu R$ 2.270,00 para a disputa por uma das duas vagas no RN.

O senador e candidato a reeleição Garibaldi Alves Filho, do MDB, abocanhou um total de R$ 2 milhões. A candidata a senadora pelo PHS, Zenaide Maia, embolsou R$ 400 mil. O candidato a senador Geraldo Melo, do PSDB, recebeu doação de R$ 500 mil e o candidato a senador do Podemos Antônio Jácome, ficou com R$ 500 mil.

Ja Magnólia Figueiredo, candidata a senadora pelo Solidariedade, já tem na conta um total de R$ 180 mil.

31
ago

Dia do Blogueiro

Postado às 6:43 Hs


O Dia do Blog foi estabelecido de forma informal para o dia 31 de Agosto e consequentemente, o dia do blogueiro.

Esta data foi escolhida porque seus números 31 e 08 se assemelham com a palavra Blog.Obrigado a todos os Webleitores que nos coloca numa ótima posição no ranking do Alexa Traffic e já entre os mais acessados da querida Mossoró.

O que é Blogger?
O Blogger é uma ferramenta de Internet que ajuda você a publicar e atualizar seu blog a todo instante, de qualquer lugar do planeta, sem complicação ou programação.

O que é um weblog ou blog?
O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por pequenos parágrafos apresentados de forma cronológica. É como uma página de notícias ou um jornal que segue uma linha de tempo com um fato após o outro. O conteúdo e tema dos blogs abrange uma infinidade de assuntos que vão desde diários, piadas, links, notícias, poesia, idéias, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir.

Criar um Blog é fácil, basta se instruir através de bons tutoriais por ai e com certeza logo terás uma página na internet, para divulgar o que quiser ; mas manter um blog e dar vida a ele é difícil , pois exige de nós tempo, criatividade, conteúdo, cuidados, educação e paciência..

Com isto percebemos que tudo que fazemos nele não é para nós e sim para os que entram nele, ou seja, os nossos leitores, as pessoas que dedicam um pouquinho do seu tempo a nos prestigiar. Estamos sempre preocupados com o que vão achar, se o que postamos será bem aceito, se o nosso conteúdo foi bom, se os leitores vão gostar, criticar, etc , é algo que esta dentro da gente .

Às vezes passamos horas ali, tentando mudar algo na postagem , editando, buscando uma imagem que venha ser abraçada pelo texto, enfim, aquela ânsia de que saia tudo perfeito, e agrade os olhos de quem nos lê. Cada um com seu talento, mas todos com o mesmo objetivo, crescer na blogosfera, e levar a quem lê um pouco de nós, de nossas idéias, do que gostamos , do que é bom para nós que possa ser bom pra eles enfim, sempre aprimorando, atualizando, renovando.

Um blogueiro que se preze interage com outro , é uma via de mão dupla, sempre estão em sintonia , visitando outros, comentando nas postagens alheias, deixando sua opinião quando possível, usando de sua gentileza para com quem recebe em sua casa virtual, demonstrando interesse em aprender com seus leitores, e sempre buscando novos voos.

O mais interessante é que podemos dividir nossas opiniões mesmo que seja algo bem pessoal, que as ideias surgem nos momentos mais estranhos, e as vezes somos nossos mais fiéis admiradores. Só precisamos lembrar de nos disciplinar sempre para não passarmos o dia todos em frente ao computador, nos limitando a viver a vida real, pois de nada é saudável.

Enfim, vida de blogueiro é assim, bem divertida, com vantagens e desvantagens, oras transbordando , oras se procurando para ter algo a postar, mas tem prazer de cuidar do seu cantinho acreditando sempre em seu potencial. Blogar é fazer arte… e todo blogueiro é um artista diário….

 

Por Cecilia Sfalsin

Pelo menos 75% dos sites de compras brasileiros já emitem boletos para pagamento, possibilitando que pessoas que não têm contas bancárias possam aproveitar a comodidade do e-commerce, de acordo com dados do Sebrae. Dados da Febraban mostram ainda que no país são pagos mais de 10 milhões de boletos por dia, ou 3,7 bilhões por ano. Mesmo assim, o documento ainda não se adaptou à tela dos smarthphones, que já respondem por 41% das compras online.

Segundo o diretor do Comitê de Facilitadores da Associação de Gestão de Pagamentos Eletrônicos (Pagos), Carlos Ogata, o boleto democratiza o acesso ao comércio eletrônico porque permite que consumidores que não têm cartão de crédito paguem por suas compras. “O boleto tem um grande apelo junto aos consumidores, pois permite comprar online mesmo sem ter uma conta bancária e ainda ter descontos especiais oferecidos pelos lojistas para quem escolhe esta forma de pagamento”, disse.

Na disputa eleitoral em curso, que esquenta a partir do dia 31 com propaganda em rádio e televisão, “não dá pra pensar numa estratégia eficiente sem o WhatsApp. E não vai existir a tal separação entre propaganda na TV e as redes digitais”. Esse desenho de campanha é do analista eleitoral Mauricio Moura, do grupo IdeiaBigData. “Vai ser uma batalha entre o celular e a televisão”, resume, nesta entrevista a Gabriel Manzano. Moura é um dos pioneiros, no País, do uso do chamado microtargeting eleitoral – a análise das pesquisas a partir de segmentos, como o evangélico, o feminino, o de alta renda – que implantou por aqui em 2010. Economista e pesquisador de políticas públicas na George Washington University e em Harvard, autor de livros e ensaios sobre a área, ele aplicou essa técnica nas eleições de Colômbia, Chile, Peru e México. O microtargeting “permite o uso eficaz da inteligência nas campanhas”. Com ele, o candidato “pode direcionar recursos para os nichos onde tem, de fato, potencial de votos”. A seguir, trechos da conversa.

Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

A disponibilidade dos smartphones e a necessidade de ter acesso a determinados serviços têm contribuído para o aumento do índice de contratações por meio de aplicativos. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 51% dos internautas fizeram compras em app nos últimos 12 meses. Entre jovens de 18 a 34 anos, o índice chega a 60%. Facilidade de acesso ao celular é o principal motivo para 52% dos internautas. Destes, 55% eram do sexo feminino e 54% pertenciam a uma das classes C, D e E.

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

As redes sociais e blogs são utilizados como fonte principal de informação sobre os candidatos por 26% dos eleitores. Mas apenas 5% as utilizam como fontes exclusivas. Dos que recorrem a esses meios para se informar, mesmo em conjunto com outros veículos de comunicação, 25% confessam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% sempre verificam e 29% verificam às vezes. É o que revela a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Eleições 2018, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e realizada em parceria com o Ibope.

Para tomar a decisão em quem votar, 84% dos eleitores afirmaram ainda que vão se informar pela imprensa (TV, rádio, jornais, revistas e sites de notícias). O levantamento revelou que, dos que utilizam as redes sociais para se informar, mesmo que em conjunto com outros veículos, 25% declararam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% disseram que sempre verificam e 29% que verificam às vezes.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 21 e 24 de junho e foi divulgada no Portal da CNI no último dia 02 de agosto.

Com informações da Agência CNI de Notícias

23
jul

De volta…

Postado às 8:57 Hs

Bom poder estar de volta… Devagar mais em frente !

Mais uma etapa vencida,graças à Deus. Cirurgia realizada com sucesso apesar da complexidade segundo o médico Márcio Florêncio do Hospital Brasileiro da Visão e sua equipe. Não podia deixar de agradecer primeiramente ao Senhor nosso pai e a todos que por mim se preocuparam.
Ainda em recuperação mas o que foi possível foi realizado. O tratamento continua…
Obrigado pelas bênçãos e orações imprescindíveis neste momento, que foram muitas.

Fé sempre !

O Facebook e o Google assinaram nesta quinta-feira, 28, um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a disseminação de notícias falsas (“fake news”) na próxima campanha eleitoral. O memorando de entendimento, obtido pelo Broadcast Político, , serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, prevê que as empresas se comprometerão, em consonância com as normas internacionais de direitos humanos e boas práticas da indústria, “a combater a desinformação gerada por terceiros”.

O texto também prevê que Facebook e Google apoiarão “a prevenção de práticas maliciosas de desinformação, projetos de fomento à educação digital e iniciativas que promovam o jornalismo de qualidade”. A formalização do memorando de entendimento foi antecipada pela Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo.

O presidente do TSE, ministro Luiz Fux, participou nesta manhã de solenidade no TSE para assinar o memorando com as plataformas digitais. A iniciativa é similar a um acordo de colaboração acertado no início deste mês entre a Corte Eleitoral e dez partidos políticos para a “manutenção de um ambiente eleitoral imune de disseminação de notícias falsas”.

18
jun

Consulta

Postado às 11:21 Hs

Resultado do Sisu pode ser consultado pela internet.
O Ministério da Educação (MEC) liberou o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o programa oferece 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior em todo o país. O resultado pode ser consultado na página do programa na internet.

Os estudantes selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 22 e 28 de junho. Aqueles que não foram selecionados poderão participar da lista de espera que estará aberta de 22 a 27 de junho. A convocação dos candidatos em lista de espera será de 3 de julho a 21 de agosto.

As vagas foram oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de Educação Tecnológica, 27 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia e 30 universidades.

Agência Brasil

dez 12
quarta-feira
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