Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

A disponibilidade dos smartphones e a necessidade de ter acesso a determinados serviços têm contribuído para o aumento do índice de contratações por meio de aplicativos. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 51% dos internautas fizeram compras em app nos últimos 12 meses. Entre jovens de 18 a 34 anos, o índice chega a 60%. Facilidade de acesso ao celular é o principal motivo para 52% dos internautas. Destes, 55% eram do sexo feminino e 54% pertenciam a uma das classes C, D e E.

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

As redes sociais e blogs são utilizados como fonte principal de informação sobre os candidatos por 26% dos eleitores. Mas apenas 5% as utilizam como fontes exclusivas. Dos que recorrem a esses meios para se informar, mesmo em conjunto com outros veículos de comunicação, 25% confessam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% sempre verificam e 29% verificam às vezes. É o que revela a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Eleições 2018, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e realizada em parceria com o Ibope.

Para tomar a decisão em quem votar, 84% dos eleitores afirmaram ainda que vão se informar pela imprensa (TV, rádio, jornais, revistas e sites de notícias). O levantamento revelou que, dos que utilizam as redes sociais para se informar, mesmo que em conjunto com outros veículos, 25% declararam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% disseram que sempre verificam e 29% que verificam às vezes.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 21 e 24 de junho e foi divulgada no Portal da CNI no último dia 02 de agosto.

Com informações da Agência CNI de Notícias

04
jul

Novas tecnologias…

Postado às 11:14 Hs

Somos a geração da transição. Nascemos num mundo, vivemos em outro e provavelmente morreremos num planeta bem diferente do que conhecemos. Basta lembrarmos que há menos de uma década, consumíamos conteúdo que meia dúzia de pessoas das emissoras de TV decidiam por nós. Hoje na internet, decidimos o que queremos, na hora que desejamos, na hora em que decidimos e quantas vezes quisermos. Além disso, comentamos, criticamos, aplaudimos e compartilhamos o conteúdo para os nossos amigos, o que nos tornou o editor chefe das informações que circulam pela WEB.

Estamos em tempo de mudanças. Quem não perceber, vai ficar para trás. Isso significa uma enorme oportunidade para os que desejam encontrar o seu espaço, lançar novos empreendimentos e se lançarem em novos mercados. Como alguém já disse, em tempos de mudanças, enquanto uns choram outros vendem lenços.

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma fonte importante de acesso a notícias. Contudo, esta tendência começa a mudar. A conclusão é do Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais conceituados do mundo. O estudo, divulgado nesta semana, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

Segundo a pesquisa, o índice de pessoas que se informam pelas redes sociais caiu em diversos mercados importantes, como Estados Unidos (6%), Reino Unido e França. “Quase a totalidade disso se deve à diminuição da busca, publicação e compartilhamento de notícias do Facebook”, analisam os autores. Apesar disso, a rede social ainda é a mais utilizada para ler notícias (36%), seguida de Whatsapp (15%), Twitter (11%), FB Messenger (8%) e Instagram (6%).

18
abr

Pacotes

Postado às 19:44 Hs

Internet Fibra Óptica da TCM lança hoje novo produto, o TCM UP

Cada vez mais conectada às novas tecnologias e ao universo digital, a TV Cabo Mossoró lança hoje mais um produto para atender ao consumidor de banda larga. A Internet Fibra Óptica apresenta um novo jeito de navegar e ver TV através do TCM UP. O produto está vinculado diretamente à assinatura da Internet Fibra Óptica da TCM e traz como principal novidade, além de qualidade de banda larga, aplicativos para que você possa ver TV no celular, tablet e demais dispositivos. Ao assinar o plano a partir de 25mb, o internauta ganhará os aplicativos do Esporte Interativo Plus, Cartoon Network Já! (CN Já!), Watch ESPN e TCM Play.

No caso do TCM Play, além de poder ver o conteúdo do Canal TCM 10 HD, mais de 40 canais estarão disponíveis para que o navegante possa assisti-los em tempo real. Além do aplicativo, a assinatura da internet Fibra Óptica brinda o assinante com o Wi-Fi. Para ter acesso apenas ao Canal 10, o aplicativo gratuito que qualquer pessoa poderá baixar passa a se chamar TCM 10 Play e pode ser acessado sem cadastro a partir de qualquer internet.

Quem já é assinante da Internet Fibra Óptica da TCM a partir de 25mb também ganhará os aplicativos do TCM UP, basta solicitar a Central de Atendimento. E para quem já é assinante da TV Cabo Mossoró no combo (TV + Internet Fibra Óptica) os aplicativos poderão ser baixados, contratando o plano de aplicativo “Play Compacto”, com os Apps TCM Play, EI Plus e CN JÁ! por R$ 9,90 mensais, ou o plano de aplicativo “Play Premium”, com os Apps TCM Play, EI Plus, CN JÁ! e Watch ESPN por R$ 11,90 mensais.

Em um mundo cada vez mais conectado e vigiado, o que comunicamos em mídias sociais deixou de ser preocupação apenas de personalidades públicas para exigir a atenção de profissionais de todas as áreas, dos mais diversos ramos de atividade. Com as redes digitais, cada pessoa passou a produzir conteúdo de divulgação do que faz, pensa e gosta, e, na maioria das vezes, não há como limitar compartilhamentos, impressão e reprodução. E a atenção e cuidado com esse conteúdo é fundamental para a construção da imagem pública e profissional que cada um de nós deseja para se posicionar no mercado. Um dos primeiros aspectos que mostra como há necessidade de dar atenção à forma como nos comunicamos é constatar que hoje praticamente não existe mais privacidade. O que colocamos nas redes, seja em conversas em grupos, comentários em mídias sociais, postagens, fotos, passou a ter um alcance quase ilimitado. Você tem refletido, por exemplo, sobre a quantidade de informações de sua vida pessoal que está à disposição de pessoas desconhecidas no Facebook, no Instagram? Qual o grau de intimidade, de confiança, que você tem com as pessoas que lhe seguem? Confia nelas como seus amigos? Gostaria que soubessem, por exemplo, aonde você mora? Quando a gente pensa nisso, percebe o quanto vulnerável pode ser o universo das mídias.
11
abr

Em Natal

Postado às 9:08 Hs

Imagine assistir uma corrida de insetos robotizados, torcer em uma batalha de drones ou mesmo acompanhar ao vivo o lançamento de um foguete, com direito a escuta das comunicações de rádio entre operadores e contagem regressiva para o lance. Isso e muito mais é o que milhares de pessoas podem experimentar na primeira edição da Campus Party no Rio Grande do Norte, de 11 a 15 de abril de 2018 no Centro de Convenções. O evento, uma parceria inédita do Governo do Estado com o Instituto Campus Party, terá duração de cinco dias, com atividades ininterruptas movidas a internet de 20 gigabit que totalizarão em 250 horas de conteúdo. A feira acontece em três áreas: Open Campus, espaço gratuito e aberto ao público; Arena, que abriga as palestras principais; e Camping, que reúne as barracas dos ‘campuseiros’, participantes que pagam ingresso para participar 24 horas da programação. O estande do Governo do RN na feira promete atrair público com surpresas na área de tecnologia.
Tenho escutado, com frequência, amigos e parentes dizerem que “estão dando um tempo para as redes sociais”. Cansaram de administrar a vida real mais a virtual. Cansaram de consumir conteúdos de maneira frenética e não saber o que fazer com eles. Não percebemos o quanto estamos rodeados por informações a todo minuto. As atualizações não param no celular com e-mails, mensagem de voz, imagens, ao mesmo tempo em que desempenhamos as tarefas cotidianas como trabalhar, dirigir, estudar. Como o nosso cérebro aguenta? Estamos cegos com tanto conteúdo! Em vez de nos ajudar, ficamos perdidos, atônitos. Perdemos a concentração, a memória e o foco. Estamos numa camada superficial com pouca interpretação. Vivemos ansiosos, com hábitos imediatistas, sem paciência para esperar por um segundo. Dados recentes mostram que 88% dos brasileiros assistem a TV e navegam na internet ao mesmo tempo, segundo o Ibope. O smartphone é o dispositivo mais usado (65%), seguido pelo computador (28%) e pelo tablet (8%).

Via Agência Brasil

Notícias consideradas falsas se espalham mais facilmente na internet do que textos verdadeiros. A conclusão foi de um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), instituição de ensino reconhecida mundialmente pela qualidade de cursos de ciências exatas e de áreas vinculadas à tecnologia.

Os pesquisadores Soroush Vosoughi, Deb Roy e Sinan Aral analisaram 126 mil mensagens (não apenas notícias jornalísticas) divulgadas na rede social Twitter entre 2006 e 2017. No total, 3 milhões de pessoas publicaram ou compartilharam essas histórias 4,5 milhões de vezes. O caráter verdadeiro ou falso dos conteúdos foi definido a partir de análises realizadas por seis instituições profissionais de checagem de fatos.

Os autores estimaram que uma mensagem falsa tem 70% mais chances de ser retransmitida (retuitada, no jargão da rede social) do que uma verdadeira. As principais mensagens falsas analisadas chegaram a ser disseminadas com profundidade oito vezes maior do que as verdadeiras. O conceito de profundidade foi usado pelos autores para medir a difusão por meio dos retuítes (quando um usuário compartilha aquela publicação em sua rede).

O alcance também é maior. Enquanto os conteúdos verdadeiros em geral chegam a 1.000 pessoas, as principais mensagens falsas são lidas por até 100.000 pessoas. Esse aspecto faz com que a própria dinâmica de “viralização” seja mais potente, uma vez que a difusão é “pessoa a pessoa”, e não por meio de menos fontes com mais seguidores (como matérias verdadeiras de contas de grandes veículos na Internet).

01
mar

Internet Para Todos

Postado às 13:36 Hs

Prazo para adesão ao programa Internet Para Todos vai até o dia 5 de março

Até o dia 5 de março as prefeituras podem fazer a inscrição, enviando e-mail para internetparatodos@mctic.gov.br. Até esta quarta-feira (28), 30 municípios potiguares haviam concluído o processo.

“Os municípios que quiserem receber as antenas de comunicação ainda no primeiro semestre, precisam se inscrever logo. O contrato será assinado no dia 12 de março”, reforça Fábio Faria, relembrando a importância do programa.

O ‘Internet Para Todos’ é um programa federal que vai levar internet banda larga gratuita às escolas públicas e hospitais, e a preço reduzido às zonas rurais que ainda não contam com o serviço, democratizando o acesso à informação.

“É um dos maiores investimentos que o governo federal está fazendo: R$ 3 bilhões no programa do satélite que vai permitir conectar todas as localidades”, afirma Kassab.Os municípios que tiverem dúvidas sobre o programa podem entrar em contato pelo (61) 2027-6932

27
dez

Informes

Postado às 8:20 Hs

Lei traz novas regras para compra de produtos pela internet
Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico,. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, o preço dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho 12.

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

Apesar da avalanche que redes sociais representam na disseminação de informações políticas, estudo do banco suíço Credit Suisse sobre as perspectivas para o Brasil em 2018 mostra que a televisão é, de longe, a principal fonte de informação sobre política para 69% da população. Sites de notícias ficam em segundo lugar, com influência sobre 24% da população, e 22% preferem obter notícias políticas nas redes sociais.

Em 5º lugar, o rádio é o veículo usado por 17% dos eleitores para se informar, ficando atrás dos jornais (19%).

Entre as redes sociais a mais utilizada para acesso a notícias políticas é o Facebook, disparado em 1º lugar: 77% dos usuários.

O WhatsApp, considerado a menos regulada das redes sociais, é também a segunda mais influente em notícias políticas: 48% usam.

Por Cláudio Humberto

Levamos milênios para desenvolver a lógica. Séculos para aprimorá-la. Porém, apenas três décadas para torná-la artificial. Ficamos viciados na inteligência artificial, prisioneiros da cognição eletrônica. Não precisamos memorizar coisas banais como números de celulares de mãe ou namoradas, arquivar dados, abrir um dicionário para compreender uma nova palavra ou pesquisar numa biblioteca um novo saber. Basta um movimento mágico e temos nosso totem do saber, o onipresente e onisciente Google. É médico, professor, cientista, inventor, tradutor, guia, mestre, o que nós acomodados usuários quisermos. Seria um deus, se não fosse o maior lobo em pele de cordeiro. Sabe tudo de mim, de você, de todos nós. Falso ou verdadeiro, inventado ou historiado, invade minha privacidade sem ao menos pedir licença. Tem a chave de todos meus cômodos e, se deixar, indica até onde encontrar minha alma gêmea.
A conta no Twitter do Palácio do Planalto divulgou, por engano, que o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MT) tomaria posse na Secretaria de Governo nesta quarta-feira, na mesma cerimônia em que Alexandre Baldy (Sem partido-TO) viria a assumir o Ministério das Cidades. Auxiliares do Presidente Michel Temer chegaram a confirmar que Marun seria o substituto de Antonio Imabasshy (PSDB-BA), mas depois o Planalto negou a informação. A “demissão” de Imbassahy pelo Twitter levou a um movimento de solidariedade entre os tucanos governistas, que ameaçaram tirar o apoio a reforma da Previdência e boicotar o jantar que será realizado na noite desta quarta no Palácio do Jaburu para amarrar o apoio a votação da matéria. Até o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, teria anunciado disposição de repensar sua permanência no governo em desagravo a Imbassahy. Após o anúncio, Imbassahy trocou vários telefonemas com os colegas da Câmara, aquela altura revoltados.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, hoje, um serviço de atendimento ao eleitor por meio da conta do tribunal no Twitter.

Ao clicar na opção de enviar mensagem direta para o TSE, as opções de serviços surgirão na tela. O cidadão poderá, por exemplo, consultar locais de votação, imprimir o documento de quitação eleitoral, tirar dúvidas com o TSE e acessar a página de perguntas e respostas mais frequentes sobre eleições. Para isso, é necessário ter uma conta no Twitter

De acordo com o tribunal, a ferramenta segue a tendência da Justiça Eleitoral de informatizar o processo ligado às eleições e dar mais agilidade no atendimento ao cidadão.Ainda segundo o TSE, novas funções de atendimento via Twitter vão ser disponibilizadas a partir do início de 2018.

Com o crescente número de crianças usando ou expostas nas redes sociais o comportamento online também deve ter a supervisão e cuidado dos pais. A psicóloga, Luiza Domingos Peres em entrevista à Rádio Aparecida apontou alguns cuidados que os pais devem ter quando o filho usa a rede social. A primeira orientação é sobre a criança ter um perfil em alguma rede social, segundo Luzia é preciso ter cautela, mas quando a criança usa a rede social é necessário a supervisão dos pais. “…não é aconselhável que uma criança tenha uma rede social antes dos 10 anos de idade…” “A criança tem que estar numa idade em que já consiga entenda os riscos quando explicados e as regras sociais aplicadas não só nas redes sociais, mas na sociedade no geral, essas regras a criança vai entendendo naturalmente quando entra no período escolar entre os 6 e 7 anos
ago 20
segunda-feira
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