30
jun

Devem se afastar…

Postado às 11:51 Hs

Via Diário do Poder 

As emissoras de rádio e TV que transmitem programas apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições municipais de 2020 devem afastar esses profissionais de suas funções, a partir desta terça-feira 30 de junho.  O lembrete é da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV.

A proibição está na Lei das Eleições (9.504/1997), que prevê ainda, em caso de descumprimento, a imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura do profissional que for escolhido na convenção partidária.

A ABERT ressalta que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18 – que prevê o adiamento da data de realização das eleições municipais deste ano, alteração do calendário eleitoral e da data de afastamento do pré-candidato apresentador – ainda está em tramitação no Congresso Nacional, e, enquanto a matéria não for aprovada, todas as datas permanecem mantidas e devem ser respeitadas pelos radiodifusores.

O gerente jurídico da ABERT, Rodolfo Salema, esclarece que, apesar da aprovação da PEC nº 18 no Senado Federal, a proposta ainda deve ser aprovada na Câmara dos Deputados em dois turnos de votação antes da promulgação e formalização das mudanças no calendário eleitoral. “Enquanto não são definidas as novas datas das eleições, os radiodifusores devem observar e seguir o calendário em vigor, para evitar penalidades”, alerta Salema.

A ABERT informará as emissoras assim que houver qualquer mudança no calendário eleitoral.

A operação da Polícia Federal nesta quarta-feira (27), referente à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros da Corte, teve como alvo uma série de políticos, principalmente entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Entre os investigados estão os deputados federais Bia Kicis (PSL-DF), Daniel Silveira (PSL-RJ), Carla Zambelli (PSL-SP), Felipe Barros (PSL-PR), Geraldo Junio do Amaral (PSL-MG) e Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), além dos deputados estaduais Douglas Garcia (PSL-SP) e Paulo Gil Diniz (PSL-SP). No Twitter, Zambelli afirmou que a operação é “ilegal e inconstitucional” e deve ser repudiada por quem respeita a legislação brasileira. “Toda pessoa que respeite a lei tem a OBRIGAÇÃO DE REPUDIAR essas buscas no âmbito de um inquérito ILEGAL E INCONSTITUCIONAL, sem fato determinado e já arquivado pela PGR” escreveu a deputada na conta que mantém na rede social.
24
Maio

Festa de Sant’Ana de Caicó 2020

Postado às 13:15 Hs

Por Suébster Neri 

A Celebração acontece há mais de 272 anos no sertão do Seridó e é considerada patrimônio cultural brasileiro. Esse ano, com a pandemia do coronavírus, a Festa de Sant’Ana de Caicó adaptará sua programação para garantir que a população participe de forma virtual.

“As celebrações acontecerão com a igreja fechada e com transmissões ao vivo por rádio, TV e internet. A Paróquia e a Diocese tem a prudência de evitar aglomerações, sem risco à saúde dos fiéis”, explica padre Alcivan Tadeus, pároco de Sant’Ana de Caicó.

A Festa de Sant’Ana 2020 acontecerá de 22 de julho a 02 de agosto e já tem tema definido: “a Fé na Divina Eucaristia e a devoção à Sant’Ana nos fazem fortes na tribulação”.

Outra inovação será a Peregrinação Virtual de Sant’Ana junto às Famílias, que começa no próximo dia 01 de junho, pelo Instagram @catedraldesantana.

“A Catedral vai se multiplicar em muitas, espalhadas pelo Seridó e pelo Brasil a fora. Em família, vamos rezar e festejar Sant’Ana com o mesmo entusiasmo”, reforçou padre Alcivan.

O Facebook anunciou, hoje, que o WhatsApp atingiu a marca dos 2 bilhões de usuários. Lançado em 2009, o aplicativo é o segundo da companhia a alcançar o feito – a plataforma criada por Mark Zuckerberg fez o mesmo em 2017; já o Instagram, de propriedade da mesma empresa, contabiliza 1,1 bilhão. A conquista acontece pouco menos de três anos após a barreira do primeiro bilhão ser superada, e também representa um crescimento impressionante de 500 milhões de novos usuários em um curto espaço de tempo.

Na postagem onde comemora o marco, a empresa reafirmou a necessidade de trabalhar por uma criptografia forte para proteger a privacidade de tantos usuários. “Sabemos que quanto mais nos conectamos, mais precisamos nos proteger”, afirmou o WhatsApp, por meio do comunicado, acrescentando que “todas as mensagens enviadas pelo aplicativo são protegidas por criptografia de ponta a ponta, que atua como um bloqueio digital (…), ajudando a proteger contra hackers e criminosos”.

Na semana passada, as organizações de proteção à infância de uma dezena de países pediram ao Facebook para interromper seus planos de fortalecer a criptografia em suas plataformas on-line, alegando que permitiria que potenciais predadores agissem livremente. O tipo de criptografia que o WhatsApp usa impede que as forças de segurança acessem os dados dos usuários em muitos casos, mesmo com ordem judicial.

Veja 

 

 

Em transmissão ao vivo no Facebook ocorrida na noite desta quinta-feira, 9, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que no Brasil “faltam ainda uma reforma administrativa e uma reforma tributária”, que viriam na sequência da aprovação da reforma da Previdência Social, ocorrida no fim de 2019.

Sem falar em datas para envio das reformas, Bolsonaro disse que deve fazer na próxima terça-feira, 14, a primeira reunião de 2020 com sua equipe ministerial.

Cheque especial

Na transmissão online, o presidente celebrou a queda dos juros do cheque especial, em vigor desde segunda-feira, 6. Bolsonaro disse que a queda na modalidade de crédito se deve ao novo parâmetro estabelecido pela Caixa Econômica Federal (CEF), que limitou a 5% os juros mensais do cheque especial.

“Sabe por que os juros ao mês do cheque especial passaram de 13% para 8%? Porque a Caixa passou para 5%. Então o Pedro Guimarães está de parabéns”, disse ele, citando o atual presidente do banco estatal.

Segundo o presidente da República, Guimarães teria lhe dito que “está estudando para ver se diminui esse percentual”, e citou a taxa básica de juros, atualmente em 4,5%, como referencial para os juros do cheque especial.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, dia 24, pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 51% dos brasileiros que usam WhatsApp desistiram de fazer um comentário ou compartilhar algum conteúdo sobre política para evitar brigas com a família ou com os amigos. A pesquisa mostrou ainda que 27% saíram de algum grupo para não discutir, e 19% deixaram de seguir ou bloquearam o perfil de um amigo, familiar ou mesmo de uma empresa por discordar de suas posições políticas. AFINIDADES – O levantamento aponta que 16% entraram em algum grupo em redes sociais para discutir e divulgar ideias políticas parecidas com a sua, e 14% mudaram a foto do perfil para apoiar alguma causa política.
08
set

Novas tecnologias…

Postado às 21:14 Hs

Somos a geração da transição. Nascemos num mundo, vivemos em outro e provavelmente morreremos num planeta bem diferente do que conhecemos. Basta lembrarmos que há menos de uma década, consumíamos conteúdo que meia dúzia de pessoas das emissoras de TV decidiam por nós. Hoje na internet, decidimos o que queremos, na hora que desejamos, na hora em que decidimos e quantas vezes quisermos. Além disso, comentamos, criticamos, aplaudimos e compartilhamos o conteúdo para os nossos amigos, o que nos tornou o editor chefe das informações que circulam pela WEB.

Estamos em tempo de mudanças. Quem não perceber, vai ficar para trás. Isso significa uma enorme oportunidade para os que desejam encontrar o seu espaço, lançar novos empreendimentos e se lançarem em novos mercados. Como alguém já disse, em tempos de mudanças, enquanto uns choram outros vendem lenços.

Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana – e, por isso, são considerados analfabetos funcionais.

Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf).

O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.

As redes sociais estão prejudicando a saúde mental dos jovens, revelou um estudo realizado pela University College London e Imperial College no Reino Unido. A pesquisa contou com a participação de 10 mil pessoas, entre os 13 e os 16 anos, e concluiu que – com a consulta de redes como o Facebook, o Instagram e o Snapchat – o risco de problemas de saúde mental aumenta devido aos seus ‘efeitos secundários’. Há uma ligação “significativa” entre as crianças que consultam as redes sociais mais de três vezes por dia e aquelas que, mais tarde, revelam sofrer de stress psicológico. De acordo com a Sky News, os pesquisadores concluíram que este problema não é um resultado direto de ‘ir’ às redes mas está sim associado aos efeitos ligados a este hábito.

A 5ª Vara Cível de Mossoró condenou o Facebook a excluir um perfil falso e a pagar a quantia de R$ 6 mil de indenização a uma moradora da cidade. Para o relator, desembargador Vivaldo Pinheiro, o perfil falso fez “uso indevido da imagem da apelada para contatar homens, com intuito claramente sexual, demonstrando promiscuidade, e causando macula a imagem da requerente, que inclusive chegou a ser abordada da rua pelo nome de ‘Camila’ [que era usado no perfil] o que lhe causou grande constrangimento”, comentou.

De acordo com o relator, a inércia do Facebook fez com que as imagens da vítima continuassem na rede social sendo veiculada em perfis falsos, sendo retiradas somente após determinação judicial. Assim, entendeu por configurada a conduta ilícita da empresa, ao manter o perfil falso na rede social, mesmo após a denúncia feita pela vítima e por terceiros.

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (17), o lançamento de um recurso polêmico e que pode alterar a dinâmica da rede social: trata-se do Hide Replies (ou Ocultar Respostas, em português), que oferece aos usuários a capacidade de recuperar o controle sobre uma conversa iniciada por eles, ocultando qualquer resposta que possa ser considerada não relevante ao tema discutido em uma thread. E isso inclui, claro, ofensas por parte de outros participantes.

No Twitter, e em outras redes sociais, uma conversa saudável pode ser facilmente interrompida por pessoas que não contribuem de maneira positiva para o debate. E isso pode ser feito por meio de comentários impróprios, rudes ou mesmo com ofensas. Os administradores de um perfil podem, claro, silenciar, bloquear ou banir os agressores, mas isso não remove os comentários da visão dos outros participantes. E é aí que a função de ocultar as respostas no Twitter pode ser eficaz.

No entanto, o recurso não funciona como um botão de exclusão. As respostas ocultadas não são removidas do Twitter por completo, mas, sim, colocadas atrás de um ícone (veja na imagem abaixo). Se as pessoas quiserem ver esse material, podem pressionar esse símbolo para visualizar.

O Instagram vai remover o número total de curtidas em fotos e visualizações de vídeos no feed e no perfil de usuários brasileiros, a partir desta quarta-feira (17). A ação faz parte de um teste da empresa no país. Segundo a rede social, o principal objetivo “é garantir que usuários se concentrem mais nas fotos e nos vídeos do que na quantidade de curtidas que recebem”.

Com a mudança, somente o dono do perfil terá acesso aos números totais das publicações. Em nota, a empresa afirmou querer criar um ambiente no qual as pessoas deixem de se sentir em uma competição. A expectativa é que uma mudança desse tipo possa ajudar usuários a se importar menos com as curtidas e mais com as histórias. A alteração será incorporada de forma gradativa nos aparelhos de todos os usuários brasileiros, conforme o aplicativo seja atualizado.

O Projeto de extensão “Inclusão Digital para Idosos”, do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), vai iniciar seu período de inscrições para novas turmas no dia 1º de abril. A iniciativa se constitui em um curso gratuito para pessoas com mais de 60 anos de idade que queiram aprender a utilizar ferramentas de informática do dia-a-dia, como redes sociais, aplicativos de mobilidade e e-mail. Para realizar a inscrição, o interessado deve comparecer, a partir da próxima segunda-feira, à secretaria do curso de Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), na sala B116 do IMD

Por Pedro do Coutto

No momento em que governo Bolsonaro estuda uma nova forma de comunicação do governo, tem que ser levar em conta a influência das redes sociais, espaço luminoso da internet. Aliás, como destacou O Globo na edição de ontem, em reportagem não assinada, o Palácio do Planalto já acompanha com grande interesse as tendências colocadas nas redes sociais.

O Globo citou vários exemplos, o último dos quais culminou com o recuo do ministro Sérgio Moro no episódio da anulação da escolha de Ilona Szabó para suplente de um conselho consultivo voltado para a política criminal. Choveu forte na Esplanada dos Ministérios em Brasília e o ministro Sérgio Moro voltou atrás diante das manifestações contrárias a Ilona.

ERRO TÁTICO – Pessoalmente penso que o titular da Justiça não deveria ter recuado. Certamente, o que não foi ainda publicado na imprensa deve ter sido resultado de manifestação do presidente Jair Bolsonaro. No artigo de ontem, lembrei o recuo de Vargas em 1953, no episódio da reação militar a presença de João Goulart no Ministério do Trabalho.

Posso acrescentar hoje outra decisão que o presidente Vargas, na década de 40, quando deixou de chamar o embaixador Oswaldo Aranha nos Estados Unidos para participar do encontro com Roosevelt na cidade de Natal. Já se evidenciava a realizações de eleições em 1945 e Vargas, que amava o poder, sentia que a candidatura Aranha crescia no país. Vargas, que era ditador desde 37 queria habilitar sua candidatura às urnas de dezembro de 45.

MAIS ADIANTE – Não terminou aí a manobra para afastar Aranha. Mais perto do pleito, Vargas recusou-se a homologar uma indicação de Aranha para um cargo no Itamaraty. Aranha então exonerou-se, e Vargas seria deposto a 29 de outubro, praticamente pouco mais de um mês para a redemocratização nas urnas.

Os jornais então se libertaram assim da absurda censura que desabava sobre a imprensa. Hoje, além da televisão, jornais impressos e do rádio, existe um novo poderoso meio que a opinião pública encontrou para se manifestar. Trata-se das redes sociais, cuja importância é cada vez maior. A vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 foi uma consequência direta da utilização do meio rápido e livre que emoldura a internet.

Por isso, o setor de comunicação no Palácio do Planalto terá que levar em conta, além dos meios tradicionais, o novo horizonte que surge e crescerá cada vez mais rapidamente.

Via  Folha

A televisão é o veículo usado por mais eleitores para se informar sobre candidatos à Presidência da República. Segundo o Datafolha, 35% diz ver programas jornalísticos das emissoras para ver notícias sobre a eleição. A pesquisa deu 12 opções de fonte de informação aos entrevistados. Eles foram questionados sobre quais era mais importante para eles terem notícias sobre a campanha eleitoral para a Presidência da República.

Além dos que dizem optar pela TV, outros 28% afirmaram que se informam com o horário eleitoral exibido na TV, 22%, com notícias em sites de jornais ou de revistas e 21%, via notícias no Facebook.

OUTROS INDICADORES – Com índices mais baixos, aparecem: site do candidato (16%), notícias no WhatsApp (11%), programas jornalísticos no rádio (10%), jornais impressos (9%), horário eleitoral no rádio (7%), notícias no Instagram (5%), notícias em revistas impressas (4%) e notícias no Twitter (3%). Uma parcela de 6% não se informa por nenhum desses meios, 3% não buscam informações sobre os candidatos e 2% não opinaram.

A pesquisa foi feita no dia 10 de setembro de 2018, com 2.804 entrevistas presenciais, em 197 municípios, com eleitores de todas as regiões do país. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

O uso de celular em sala de aula gera polêmica. Por um lado, há quem defenda que o aparelho não deva ser proibido no ambiente escolar, por outro há os que argumentam pela restrição absoluta ou parcial. Qual seria então o melhor caminho a ser adotado? Para a pedagoga Renata Wele, diretora do Instituto Educacional DóRéMí (IED), a solução está no diálogo entre pais, alunos e educadores. “Na nossa escola, por exemplo, não é proibido, no entanto trabalhamos os pais no sentido de como as crianças podem utilizar o celular de forma que não as prejudique, colocando-o, por exemplo.
27
ago

Apoio

Postado às 12:07 Hs

Inscrições para três modalidades de ingresso na Inova Metrópole já podem ser feitas. Uma ideia na cabeça e uma incubadora de empresas à disposição. Essa é a proposta da nova modalidade de edital da Inova Metrópole, que está com inscrições abertas até o próximo dia 14 de setembro, voltadas para empreeendedores em potencial que tenham um projeto de produto ou serviço inovador na área de Tecnologia da Informação, mesmo que ainda não tenha desenvolvido um protótipo. Os empreendedores que ingressarem por meio desse edital na Inova, incubadora de empresas do Instituto Metrópole Digital (IMD), irão fazer parte do Programa Acelera Inova. Mas outros dois editais também estão com inscrições abertas, um deles para voltado para a pré-incubação de empresas e outro para a incubação.
Na disputa eleitoral em curso, que esquenta a partir do dia 31 com propaganda em rádio e televisão, “não dá pra pensar numa estratégia eficiente sem o WhatsApp. E não vai existir a tal separação entre propaganda na TV e as redes digitais”. Esse desenho de campanha é do analista eleitoral Mauricio Moura, do grupo IdeiaBigData. “Vai ser uma batalha entre o celular e a televisão”, resume, nesta entrevista a Gabriel Manzano. Moura é um dos pioneiros, no País, do uso do chamado microtargeting eleitoral – a análise das pesquisas a partir de segmentos, como o evangélico, o feminino, o de alta renda – que implantou por aqui em 2010. Economista e pesquisador de políticas públicas na George Washington University e em Harvard, autor de livros e ensaios sobre a área, ele aplicou essa técnica nas eleições de Colômbia, Chile, Peru e México. O microtargeting “permite o uso eficaz da inteligência nas campanhas”. Com ele, o candidato “pode direcionar recursos para os nichos onde tem, de fato, potencial de votos”. A seguir, trechos da conversa.
jul 2
quinta-feira
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