08
set

Novas tecnologias…

Postado às 21:14 Hs

Somos a geração da transição. Nascemos num mundo, vivemos em outro e provavelmente morreremos num planeta bem diferente do que conhecemos. Basta lembrarmos que há menos de uma década, consumíamos conteúdo que meia dúzia de pessoas das emissoras de TV decidiam por nós. Hoje na internet, decidimos o que queremos, na hora que desejamos, na hora em que decidimos e quantas vezes quisermos. Além disso, comentamos, criticamos, aplaudimos e compartilhamos o conteúdo para os nossos amigos, o que nos tornou o editor chefe das informações que circulam pela WEB.

Estamos em tempo de mudanças. Quem não perceber, vai ficar para trás. Isso significa uma enorme oportunidade para os que desejam encontrar o seu espaço, lançar novos empreendimentos e se lançarem em novos mercados. Como alguém já disse, em tempos de mudanças, enquanto uns choram outros vendem lenços.

Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana – e, por isso, são considerados analfabetos funcionais.

Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf).

O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.

As redes sociais estão prejudicando a saúde mental dos jovens, revelou um estudo realizado pela University College London e Imperial College no Reino Unido. A pesquisa contou com a participação de 10 mil pessoas, entre os 13 e os 16 anos, e concluiu que – com a consulta de redes como o Facebook, o Instagram e o Snapchat – o risco de problemas de saúde mental aumenta devido aos seus ‘efeitos secundários’. Há uma ligação “significativa” entre as crianças que consultam as redes sociais mais de três vezes por dia e aquelas que, mais tarde, revelam sofrer de stress psicológico. De acordo com a Sky News, os pesquisadores concluíram que este problema não é um resultado direto de ‘ir’ às redes mas está sim associado aos efeitos ligados a este hábito.

A 5ª Vara Cível de Mossoró condenou o Facebook a excluir um perfil falso e a pagar a quantia de R$ 6 mil de indenização a uma moradora da cidade. Para o relator, desembargador Vivaldo Pinheiro, o perfil falso fez “uso indevido da imagem da apelada para contatar homens, com intuito claramente sexual, demonstrando promiscuidade, e causando macula a imagem da requerente, que inclusive chegou a ser abordada da rua pelo nome de ‘Camila’ [que era usado no perfil] o que lhe causou grande constrangimento”, comentou.

De acordo com o relator, a inércia do Facebook fez com que as imagens da vítima continuassem na rede social sendo veiculada em perfis falsos, sendo retiradas somente após determinação judicial. Assim, entendeu por configurada a conduta ilícita da empresa, ao manter o perfil falso na rede social, mesmo após a denúncia feita pela vítima e por terceiros.

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (17), o lançamento de um recurso polêmico e que pode alterar a dinâmica da rede social: trata-se do Hide Replies (ou Ocultar Respostas, em português), que oferece aos usuários a capacidade de recuperar o controle sobre uma conversa iniciada por eles, ocultando qualquer resposta que possa ser considerada não relevante ao tema discutido em uma thread. E isso inclui, claro, ofensas por parte de outros participantes.

No Twitter, e em outras redes sociais, uma conversa saudável pode ser facilmente interrompida por pessoas que não contribuem de maneira positiva para o debate. E isso pode ser feito por meio de comentários impróprios, rudes ou mesmo com ofensas. Os administradores de um perfil podem, claro, silenciar, bloquear ou banir os agressores, mas isso não remove os comentários da visão dos outros participantes. E é aí que a função de ocultar as respostas no Twitter pode ser eficaz.

No entanto, o recurso não funciona como um botão de exclusão. As respostas ocultadas não são removidas do Twitter por completo, mas, sim, colocadas atrás de um ícone (veja na imagem abaixo). Se as pessoas quiserem ver esse material, podem pressionar esse símbolo para visualizar.

O Instagram vai remover o número total de curtidas em fotos e visualizações de vídeos no feed e no perfil de usuários brasileiros, a partir desta quarta-feira (17). A ação faz parte de um teste da empresa no país. Segundo a rede social, o principal objetivo “é garantir que usuários se concentrem mais nas fotos e nos vídeos do que na quantidade de curtidas que recebem”.

Com a mudança, somente o dono do perfil terá acesso aos números totais das publicações. Em nota, a empresa afirmou querer criar um ambiente no qual as pessoas deixem de se sentir em uma competição. A expectativa é que uma mudança desse tipo possa ajudar usuários a se importar menos com as curtidas e mais com as histórias. A alteração será incorporada de forma gradativa nos aparelhos de todos os usuários brasileiros, conforme o aplicativo seja atualizado.

O Projeto de extensão “Inclusão Digital para Idosos”, do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), vai iniciar seu período de inscrições para novas turmas no dia 1º de abril. A iniciativa se constitui em um curso gratuito para pessoas com mais de 60 anos de idade que queiram aprender a utilizar ferramentas de informática do dia-a-dia, como redes sociais, aplicativos de mobilidade e e-mail. Para realizar a inscrição, o interessado deve comparecer, a partir da próxima segunda-feira, à secretaria do curso de Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), na sala B116 do IMD

Por Pedro do Coutto

No momento em que governo Bolsonaro estuda uma nova forma de comunicação do governo, tem que ser levar em conta a influência das redes sociais, espaço luminoso da internet. Aliás, como destacou O Globo na edição de ontem, em reportagem não assinada, o Palácio do Planalto já acompanha com grande interesse as tendências colocadas nas redes sociais.

O Globo citou vários exemplos, o último dos quais culminou com o recuo do ministro Sérgio Moro no episódio da anulação da escolha de Ilona Szabó para suplente de um conselho consultivo voltado para a política criminal. Choveu forte na Esplanada dos Ministérios em Brasília e o ministro Sérgio Moro voltou atrás diante das manifestações contrárias a Ilona.

ERRO TÁTICO – Pessoalmente penso que o titular da Justiça não deveria ter recuado. Certamente, o que não foi ainda publicado na imprensa deve ter sido resultado de manifestação do presidente Jair Bolsonaro. No artigo de ontem, lembrei o recuo de Vargas em 1953, no episódio da reação militar a presença de João Goulart no Ministério do Trabalho.

Posso acrescentar hoje outra decisão que o presidente Vargas, na década de 40, quando deixou de chamar o embaixador Oswaldo Aranha nos Estados Unidos para participar do encontro com Roosevelt na cidade de Natal. Já se evidenciava a realizações de eleições em 1945 e Vargas, que amava o poder, sentia que a candidatura Aranha crescia no país. Vargas, que era ditador desde 37 queria habilitar sua candidatura às urnas de dezembro de 45.

MAIS ADIANTE – Não terminou aí a manobra para afastar Aranha. Mais perto do pleito, Vargas recusou-se a homologar uma indicação de Aranha para um cargo no Itamaraty. Aranha então exonerou-se, e Vargas seria deposto a 29 de outubro, praticamente pouco mais de um mês para a redemocratização nas urnas.

Os jornais então se libertaram assim da absurda censura que desabava sobre a imprensa. Hoje, além da televisão, jornais impressos e do rádio, existe um novo poderoso meio que a opinião pública encontrou para se manifestar. Trata-se das redes sociais, cuja importância é cada vez maior. A vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 foi uma consequência direta da utilização do meio rápido e livre que emoldura a internet.

Por isso, o setor de comunicação no Palácio do Planalto terá que levar em conta, além dos meios tradicionais, o novo horizonte que surge e crescerá cada vez mais rapidamente.

Via  Folha

A televisão é o veículo usado por mais eleitores para se informar sobre candidatos à Presidência da República. Segundo o Datafolha, 35% diz ver programas jornalísticos das emissoras para ver notícias sobre a eleição. A pesquisa deu 12 opções de fonte de informação aos entrevistados. Eles foram questionados sobre quais era mais importante para eles terem notícias sobre a campanha eleitoral para a Presidência da República.

Além dos que dizem optar pela TV, outros 28% afirmaram que se informam com o horário eleitoral exibido na TV, 22%, com notícias em sites de jornais ou de revistas e 21%, via notícias no Facebook.

OUTROS INDICADORES – Com índices mais baixos, aparecem: site do candidato (16%), notícias no WhatsApp (11%), programas jornalísticos no rádio (10%), jornais impressos (9%), horário eleitoral no rádio (7%), notícias no Instagram (5%), notícias em revistas impressas (4%) e notícias no Twitter (3%). Uma parcela de 6% não se informa por nenhum desses meios, 3% não buscam informações sobre os candidatos e 2% não opinaram.

A pesquisa foi feita no dia 10 de setembro de 2018, com 2.804 entrevistas presenciais, em 197 municípios, com eleitores de todas as regiões do país. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

O uso de celular em sala de aula gera polêmica. Por um lado, há quem defenda que o aparelho não deva ser proibido no ambiente escolar, por outro há os que argumentam pela restrição absoluta ou parcial. Qual seria então o melhor caminho a ser adotado? Para a pedagoga Renata Wele, diretora do Instituto Educacional DóRéMí (IED), a solução está no diálogo entre pais, alunos e educadores. “Na nossa escola, por exemplo, não é proibido, no entanto trabalhamos os pais no sentido de como as crianças podem utilizar o celular de forma que não as prejudique, colocando-o, por exemplo.
27
ago

Apoio

Postado às 12:07 Hs

Inscrições para três modalidades de ingresso na Inova Metrópole já podem ser feitas. Uma ideia na cabeça e uma incubadora de empresas à disposição. Essa é a proposta da nova modalidade de edital da Inova Metrópole, que está com inscrições abertas até o próximo dia 14 de setembro, voltadas para empreeendedores em potencial que tenham um projeto de produto ou serviço inovador na área de Tecnologia da Informação, mesmo que ainda não tenha desenvolvido um protótipo. Os empreendedores que ingressarem por meio desse edital na Inova, incubadora de empresas do Instituto Metrópole Digital (IMD), irão fazer parte do Programa Acelera Inova. Mas outros dois editais também estão com inscrições abertas, um deles para voltado para a pré-incubação de empresas e outro para a incubação.
Na disputa eleitoral em curso, que esquenta a partir do dia 31 com propaganda em rádio e televisão, “não dá pra pensar numa estratégia eficiente sem o WhatsApp. E não vai existir a tal separação entre propaganda na TV e as redes digitais”. Esse desenho de campanha é do analista eleitoral Mauricio Moura, do grupo IdeiaBigData. “Vai ser uma batalha entre o celular e a televisão”, resume, nesta entrevista a Gabriel Manzano. Moura é um dos pioneiros, no País, do uso do chamado microtargeting eleitoral – a análise das pesquisas a partir de segmentos, como o evangélico, o feminino, o de alta renda – que implantou por aqui em 2010. Economista e pesquisador de políticas públicas na George Washington University e em Harvard, autor de livros e ensaios sobre a área, ele aplicou essa técnica nas eleições de Colômbia, Chile, Peru e México. O microtargeting “permite o uso eficaz da inteligência nas campanhas”. Com ele, o candidato “pode direcionar recursos para os nichos onde tem, de fato, potencial de votos”. A seguir, trechos da conversa.

Com o começo oficial da campanha eleitoral, teve início também a divulgação de publicidade voltada à disputa de outubro. Além dos tradicionais anúncios em rádio e TV, abre-se o período, de maneira inédita, para a divulgação de propaganda paga de candidatos e partidos em redes sociais.

A novidade foi introduzida pela Minireforma Eleitoral (Lei 13.488), aprovada no ano passado. A norma prevê as modalidades de impulsionamento de conteúdo (praticadas pelo Facebook, por exemplo) e de priorização paga de conteúdos em mecanismos de busca (adotada pelo Google, por exemplo).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma resolução (23.551/2017) detalhando exigências para essa modalidade de campanha. As mensagens com essa finalidade devem estar identificadas como tal, por meio da criação de selos (como no caso do Facebook) ou outras marcas. O TSE também definiu a necessidade das publicações trazerem as informações sobre o candidato ou partido, como os nomes e o CPF ou CNPJ do patrocinador daquela publicação.

A disponibilidade dos smartphones e a necessidade de ter acesso a determinados serviços têm contribuído para o aumento do índice de contratações por meio de aplicativos. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 51% dos internautas fizeram compras em app nos últimos 12 meses. Entre jovens de 18 a 34 anos, o índice chega a 60%. Facilidade de acesso ao celular é o principal motivo para 52% dos internautas. Destes, 55% eram do sexo feminino e 54% pertenciam a uma das classes C, D e E.

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

As redes sociais e blogs são utilizados como fonte principal de informação sobre os candidatos por 26% dos eleitores. Mas apenas 5% as utilizam como fontes exclusivas. Dos que recorrem a esses meios para se informar, mesmo em conjunto com outros veículos de comunicação, 25% confessam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% sempre verificam e 29% verificam às vezes. É o que revela a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Eleições 2018, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e realizada em parceria com o Ibope.

Para tomar a decisão em quem votar, 84% dos eleitores afirmaram ainda que vão se informar pela imprensa (TV, rádio, jornais, revistas e sites de notícias). O levantamento revelou que, dos que utilizam as redes sociais para se informar, mesmo que em conjunto com outros veículos, 25% declararam que raramente ou nunca verificam a veracidade das informações recebidas. Outros 46% disseram que sempre verificam e 29% que verificam às vezes.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 21 e 24 de junho e foi divulgada no Portal da CNI no último dia 02 de agosto.

Com informações da Agência CNI de Notícias

Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma fonte importante de acesso a notícias. Contudo, esta tendência começa a mudar. A conclusão é do Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais conceituados do mundo. O estudo, divulgado nesta semana, entrevistou milhares de pessoas em 37 países para entender os hábitos de consumo de jornalismo.

Segundo a pesquisa, o índice de pessoas que se informam pelas redes sociais caiu em diversos mercados importantes, como Estados Unidos (6%), Reino Unido e França. “Quase a totalidade disso se deve à diminuição da busca, publicação e compartilhamento de notícias do Facebook”, analisam os autores. Apesar disso, a rede social ainda é a mais utilizada para ler notícias (36%), seguida de Whatsapp (15%), Twitter (11%), FB Messenger (8%) e Instagram (6%).

18
abr

Pacotes

Postado às 19:44 Hs

Internet Fibra Óptica da TCM lança hoje novo produto, o TCM UP

Cada vez mais conectada às novas tecnologias e ao universo digital, a TV Cabo Mossoró lança hoje mais um produto para atender ao consumidor de banda larga. A Internet Fibra Óptica apresenta um novo jeito de navegar e ver TV através do TCM UP. O produto está vinculado diretamente à assinatura da Internet Fibra Óptica da TCM e traz como principal novidade, além de qualidade de banda larga, aplicativos para que você possa ver TV no celular, tablet e demais dispositivos. Ao assinar o plano a partir de 25mb, o internauta ganhará os aplicativos do Esporte Interativo Plus, Cartoon Network Já! (CN Já!), Watch ESPN e TCM Play.

No caso do TCM Play, além de poder ver o conteúdo do Canal TCM 10 HD, mais de 40 canais estarão disponíveis para que o navegante possa assisti-los em tempo real. Além do aplicativo, a assinatura da internet Fibra Óptica brinda o assinante com o Wi-Fi. Para ter acesso apenas ao Canal 10, o aplicativo gratuito que qualquer pessoa poderá baixar passa a se chamar TCM 10 Play e pode ser acessado sem cadastro a partir de qualquer internet.

Quem já é assinante da Internet Fibra Óptica da TCM a partir de 25mb também ganhará os aplicativos do TCM UP, basta solicitar a Central de Atendimento. E para quem já é assinante da TV Cabo Mossoró no combo (TV + Internet Fibra Óptica) os aplicativos poderão ser baixados, contratando o plano de aplicativo “Play Compacto”, com os Apps TCM Play, EI Plus e CN JÁ! por R$ 9,90 mensais, ou o plano de aplicativo “Play Premium”, com os Apps TCM Play, EI Plus, CN JÁ! e Watch ESPN por R$ 11,90 mensais.

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