11
nov

Acontece

Postado às 11:45 Hs

Estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) fazem hoje (11) a segunda etapa de provas em mais de 1,7 mil municípios. Serão aplicadas questões de ciências da natureza e matemática. Para resolvê-las, os candidatos terão cinco horas, 30 minutos a menos do que no domingo passado, dia da primeira fase. Os estudantes devem estar atentos ao horário de verão. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília, que segue o horário de verão.

As provas começam a ser aplicadas às 13h30. A partir das 13h, os alunos devem estar em sala de aula e serão realizados procedimentos de segurança. O participante não poderá deixar o local de prova antes das duas primeiras horas e só poderá levar o Caderno de Questões para casa caso deixe a sala 30 minutos antes do fim da prova.

Os candidatos deverão ter em mãos um documento válido, oficial e com foto; e guardar no envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador o telefone celular e quaisquer outros equipamentos eletrônicos, que deverá ficar desligados. Os inscritos no exame devem levar também caneta de tubo transparente e tinta preta. Lápis, borracha, lapiseira e canetas sem transparência não podem ser usados no dia da prova.

O gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) até 14 de novembro. Já o resultado deverá sair no dia 18 de janeiro de 2019.

Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro aceitou, hoje, o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça.

Os dois estiveram reunidos nesta manhã no Rio de Janeiro. Moro chegou na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, um pouco antes das 9h. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças. Durante voo de Curitiba para o Rio de Janeiro, Sergio Moro afirmou à reportagem da TV Globo que não havia nada definido e que aceitar o convite para assumir o ministério dependia de agenda anticorrupção e anticrime organizado para o país.O encontro durou uma hora e meia.Ele aceitou o ministério da Justiça.

“Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, afirmou Moro.

Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

30
out

Rosalba transmite cargo para vice Nayara

Postado às 12:29 Hs

A prefeita Rosalba Ciarlini transmitiu o cargo para a vice-prefeita Nayara Gadelha na manhã desta terça (30), no Palácio da Resistência. Rosalba se afasta em função de uma colecistectomia (cirurgia de vesícula). O procedimento cirúrgico já havia sido indicado após uma série de exames. Ontem, após novos exames, houve a confirmação do diagnóstico para realização de cirurgia, tendo a prefeita decidido se submeter logo ao procedimento.

“Transmitimos o cargo com a confiança da continuidade das ações e do planejamento realizado por nossa gestão. Inclusive, com o pagamento dos salários garantido para amanhã (31), conforme calendário estabelecido e que cumprimos rigorosamente”, informou Rosalba.

A prefeita em exercício Nayara Gadelha dá continuidade a agenda administrativa com visitas de obras e serviços nos diversos bairros de Mossoró.

O Governo Robinson Faria (PSD) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (30), decreto que “dispõe sobre a atuação dos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual durante o processo de transição governamental”. O Decreto de número 28.443 de 29 de outubro.

Enseja legalmente o processo de apresentação de informações técnicas e confidenciais da gestão pública estadual para comissão designada pela governadora eleita Fátima Bezerra (PT).

O processo de transição governamental será dirigido pelo Governador do Estado, com auxílio da Secretário-Chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha.

Serão disponibilizados os seguintes documentos/informações preliminarmente, mas a comissão de transição poderá requisitar outros documentos e informações que julgar necessários:

I – Plano Plurianual (PPA);

II – Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício seguinte, contendo os Anexos de Metas Fiscais e de Riscos Fiscais;

III – Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) ou, se for o caso, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício seguinte;

IV – O mais recente Balanço Geral do Estado;

V – Demonstrativo dos saldos disponíveis transferidos do exercício findo para o exercício seguinte;

VI – Demonstrativo dos restos a pagar, distinguindo-se os empenhos liquidados/processados e os não processados referentes aos exercícios anteriores daqueles relativos ao exercício findo, com cópias dos respectivos empenhos;

VII – Demonstrativos da Dívida Fundada Interna e Externa, bem como o cronograma de pagamento para o exercício seguinte;

VIII – Relações dos documentos financeiros, decorrentes de contratos de execução de obras, consórcios, parcelamentos, convênios e outros não concluídos até o término do mandato atual;

IX – Relação dos incentivos fiscais concedidos, contendo ainda as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração;

X – Termos de ajuste de conduta firmados;

XI – Termos de gestão firmados;

XII – Relação de contratos de aluguel de bens móveis, imóveis e de serviços;

XIII – Relação atualizada dos bens móveis e imóveis que compõem o patrimônio do Poder Executivo;

XIV – Relação de almoxarifados e seus respectivos estoques;

XV – Relação e situação dos servidores, em face do seu regime jurídico e quadro de pessoal regularmente aprovado por lei, para fins de averiguação das admissões efetuadas;

XVI – Cópia dos relatórios da Lei de Responsabilidade Fiscal referentes ao exercício findo, contendo os Anexos do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do 5º bimestre e os Anexos do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do 2º quadrimestre/1º semestre, bem como cópia das atas das audiências públicas realizadas;

XVII – Relação dos precatórios;

XVIII – Relação dos programas (softwares) utilizados pela Administração Pública;

XIX – Demonstrativo das obras em andamento, com resumo dos saldos a pagar e percentual que indique o seu estágio de execução;

XX – Relatório circunstanciado da situação atuarial e patrimonial dos órgãos previdenciários.

O principal desafio do governo Jair Bolsonaro, que se inicia em 1º de janeiro de 2019, que é a reformulação da regras previdenciárias, deverá ser rediscutida a partir do ano que vem, afirmou nesta segunda-feira, 29, o deputado federal e futuro ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em entrevista à Rádio Gaúcha. “O governo Temer tem que concluir seu ciclo. Imaginamos que temos que apresentar um processo de refundação da sociedade brasileira com base macroeconômica sólida, garantindo uma Previdência segura, transparente e clara”, afirmou Lorenzoni. Para ele, a proposta que está atualmente parada no Congresso representa um “remendo” e é preciso aprovar uma proposta mais definitiva. “Não dá para ficar mexendo na vida das pessoas de cinco em cinco ano. A tendência é apresentar projeto novo da Previdência no início do ano que vem”, explicou.
Amanhã  sexta-feira (19), será realizada a primeira movimentação  da candidata Fátima Bezerra (PT) do segundo turno em Mossoró. Os apoiadores da petista devem recepcioná-la para seguirem pelas ruas da cidade, a partir das 17h.
A concentração da carreata será em frente à Cobal – na rua Marechal Deodoro, Centro.
No primeiro turno, Fátima teve 43,42% de votos em Mossoró.

Por Carlos Newton

É impressionante a mudança de rumos da política brasileira. O candidato Jair Bolsonaro (PSL), que tinha o maior índice de rejeição, não somente vai ganhar a eleição para presidente da República como também conseguirá formar uma base aliada amplamente majoritária, tanto na Câmara quanto no Senado. Portanto, terá condições ideais de governabilidade e facilmente conseguirá suportar a carga da oposição, que terá dificuldades até para formar Comissões Parlamentares de Inquérito.

O mais curioso é que Bolsonaro, que apoia o prosseguimento da Lava Jato e não aceita envolvimento com a corrupção, será apoiado pelos legendas mais comprometidas do Congresso, como PP, PSD, PMDB e PTB, vejam como é difícil que os analistas políticos estrangeiros entendam a política brasileira.

A OPOSIÇÃO – Agora, a grande dificuldade é identificar quem fará oposição ao novo governo. Além dos partidos de sempre (PT, PSOL e PCdoB), quem mais pretende enfrentar Bolsonaro?

O PROS, que apoiou o candidato do PT desde o primeiro turno, está mudando de lado. O deputado federal Eros Biondini (PROS-MG), eleito para o seu terceiro mandato, já gravou um vídeo declarando voto em Jair Bolsonaro no segundo turno da corrida presidencial. Biondini é líder católico da chamada Igreja Carismática.

Dois dias depois do primeiro turno, o PTB de Roberto Jefferson anunciou apoio a Bolsonaro. Outros partidos liberaram as bancada. O DEM está se acertando, discretamente, e o PSD já declarou apoio ao candidato favorito, pois sua característica é aderir a quem estiver no poder, não importa o partido ou a ideologia, o presidente Gilberto Kassab se mostra altamente pragmático, digamos assim.

APTO A GOVERNAR – Desde o fim da ditadura, nenhum outro presidente teve tão ampla base parlamentar. Isso significa que Bolsonaro terá facilidade para aprovar importantes mudanças. Mas nem tudo serão flores, porque haverá resistência a determinadas propostas de Paulo Guedes, que pretende transformar a Previdência num simples plano de capitalização, em que o segurado receberá frutos do que depositar.

Não será uma Previdência como a atual, que ampara o segurado e sua família em caso de doença com incapacidade temporária ou permanente. Funcionará como uma previdência privada bancária, que nada mais é do que uma aplicação financeira. Quando a pessoa se aposenta e começa a usar o dinheiro poupado, paga Imposto de Renda a cada retirada, e a poupança vai diminuindo. Se a pessoa viver muitos anos, como é moda hoje em dia, o dinheiro pode terminar antes da hora, que Deus proteja nossos velhinhos desamparados.

O prefeito de Parnamirim(Grande Natal), Rosano Taveira e 13 vereadores declararam apoio à candidatura do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo(PDT) no segundo turno. O anúncio ocorreu no bairro Cohabinal na noite de segunda-feira(15/10) também com presença do deputado estadual eleito Coronel Azevedo(PSL), representando a aliança com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL)

Carlos Eduardo, que venceu em Parnamirim no primeiro turno por diferença de 7 mil votos e quer ampliar a maioria: “Parnamirim nos deu grande vitória no primeiro turno, agora certamente ampliará em muito a diferença em nosso favor com a chegada de tantos apoios valorosos.”

Além do prefeito Taveira, anunciaram voto para Carlos Eduardo a vice-prefeita Elienai Cartaxo, Presidente da Câmara Municipal, Irani Guedes e vereadores: Abidene Salustiano, Pastor Alex, Binho de Ambrósio, Léo Lima, Thiago Cartaxo, Diniz, Betinho da Mala, Vandilma, Rogério Santiago, Jeová, Doutor Yuri e Maurício Veículos.

Nota de Roberto Jeferson, presidente nacional do PTB:

Após consultar os membros da Executiva Nacional, o Partido Trabalhista Brasileiro vem a público manifestar o seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2018.

O PTB acredita que as propostas de Bolsonaro visam um Brasil com mais empregos e melhoria de renda aos trabalhadores; com menos impostos e menos gastos públicos; e que respeite nossos municípios e nossas crianças, proporcionando a elas educação de verdade e com qualidade. Dentre outros, são projetos que objetivam um país eficiente e competitivo.

Acreditamos que Jair Bolsonaro trabalhará para que o nosso país volte aos trilhos do desenvolvimento social e econômico, e pela pacificação e união do povo brasileiro. Por essas razões, o PTB irá apoiá-lo neste segundo turno.

Por Paulo Celso Pereira / O Globo

O deputado Jair Bolsonaro chega ao segundo turno em situação numericamente muito semelhante à do ex-presidente Lula em 2006, quando, disputando a reeleição, teve 48,6% dos votos no primeiro turno. Há, no entanto, algumas diferenças. Ao contrário do que ocorria com o petista 12 anos atrás, a trajetória do candidato do PSL é claramente ascendente nas pesquisas, ainda que seus admiradores saiam frustrados por não terem conseguido encerrar a fatura neste domingo.

Por outro lado, ele terá agora que se expor e dizer claramente o que pretende fazer caso seja eleito, tarefa da qual foi dispensado no primeiro turno em função do pouco tempo de TV e do atentado que sofreu.

POLARIZAÇÃO – O segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad deve levar a uma polarização ainda maior da campanha eleitoral. As fake news divulgadas nas últimas semanas, e intensificadas neste domingo, são só o prenúncio do que pode se tornar a disputa presidencial deste ano.

A tendência é que os eleitores votem mais por rejeição a um dos nomes do que por alinhamento com o outro. Todas as pesquisas feitas nos últimos dias mostram que os índices de rejeição de ambos candidatos eram maiores do que seus apoios.

O PT, que temia uma onda de última hora de Ciro Gomes, respira aliviado e precisa se reorganizar para uma longa caminhada na nova etapa. De cara, a tendência é buscar o apoio de Ciro e de outros políticos relevantes, na tentativa de reduzir sua rejeição e se mostrar como um nome amplo.

ANTIPOLÍTICA – No campo oposto, é provável que Bolsonaro opte por seguir navegando onde é melhor: na antipolítica.

O resultado deste primeiro turno deixa claro que em nenhum momento se deu de fato uma onda relevante pró-Ciro Gomes ou em nome de outro candidato que quebrasse essa polarização. Geraldo Alckmin exibe o pior resultado da história do PSDB, o que obrigará a uma reorganização profunda do partido.

Por fim, é estarrecedor o resultado de Marina Silva. Após figurar com cerca de 20% dos votos por duas eleições seguidas, ficou atrás de nanicos João Amoêdo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles.

06
out

Cobertura

Postado às 21:54 Hs

Programação das Eleições 2018 na TCM e 95 FM começa às 8h, ao vivo.

Neste domingo de Eleições Gerais as equipes do Canal 10 da TCM (TV Cabo Mossoró) e 95 FM estarão no ar, ao vivo, a partir das 8h, em transmissão conjunta, para levar aos mossoroenses a cobertura completa do pleito com informações instantâneas do voto, especialmente em Mossoró. Mais de 80 profissionais estão escalados para a cobertura com participação de correspondentes em cidades da Região Oeste e na capital Natal. A programação especial só encerra ao término da apuração. Nos estúdios, nossos apresentadores receberão especialistas em política, equipes de reportagem vão às ruas mostrar a movimentação nas seções eleitorais, além da interação do telespectador e do ouvinte.

Interaja com a gente, enviando suas informações e vídeos pelo WhatsApp do jornalismo da TCM (84) 98802-8979 ou da 95 FM (84) 98170-9595. O Instagram @tcm10hd e facebook.com.br/tcm10hd contarão com conteúdos e informações exclusivas e em tempo real. A transmissão ocorre também pelo portal www.tcm10hd.com.br, aplicativos TCM Play e TCM 10 Play.

10
set

Disputa para Deputado Estadual / ALRN

Postado às 18:39 Hs

Os deputados Tomba Farias (1,71%), Ezequiel Ferreira (1,29%), Getúlio Rêgo (1,24%), Nelter Queiroz (1,06%) e Ivan Júnior (1%) lideram a preferência do eleitoral para deputado estadual.

Raimundo Fernandes pontuou 0,82% e Hermano Morais aparece com 0,76%. Kleber Rodrigues, Kelps Lima e Adjuto Dias têm 0,71%. Cristiane Dantas marcou 0,65%. Com 0,59% aparecem Vivaldo Costa, George Soares, Larissa Rosado e Dr. Bernardo. Já o Bispo Francisco de Assis, Terezinha Maia, Peixoto, Jacó Jácome e Mineiro pontuaram 0,53%.

Márcia Maia e Gorete aparecem com 0,41% cada. Depois delas, Francisco do PT, Souza, Jorge do Rosário e Gustavo Costa têm 0,35%. Zé Dias, Albert Dickson, Gustavo Carvalho marcam 0,29%.

Com 0,24% estão Subtenente Eliabe, Ricardo Motta, Ederlinda, Luís Carlos, Eudiane Macedo e Getúlio Batista. Nina Souza, Fernandes, Galeno, Klaus Araújo, Carlos Augusto Maia, Abidene, Geraldo Júnior, Alisson Bezerra, Sargenta Regina, Maurício Marques, Kátia Pires e Isolda marcaram 0,18%.

Capitão Galdino, Narciso Genuíno, Karla Veruska, Fernando Antônio, Zé Adécio, Jojo, Jumaria, Natália Bonavides e Ubaldo têm 0,12%.

Com 0,06% estão Coronel Azevedo, Xandão, Freire, Severino Rodrigues, Rogério Marinho, Tereza, Abraão Lincoln, Toinho do Sindicato, Getúlio, Cição Bandido, Dr. Fernando, Soneth, Mada Calado, Cleiton de Paula, Júnior Seabra, Hubson, Petras, Gustavo Fernandes, Beto Rosado, João Cabral, Carla Dickson, Francisco Medeiros, Dison, Professor Barreto, Dr. Mendes, Eraldo Maia, José Agripino, Julieta Magalhães, Dr. Daniel, Breno, Legenda do PT, Fernando Bezerra, Neto Rapadura, Cinquentinha, Gesane Marinho, Bertone, Luciano, Sandro Pimentel, Dagô, Professor Robério, Ezequiel Bezerra, Júnior Grafith, Maurício Gurgel, Professora Dalva, Michael Diniz, Assis, Isac do PT, Laura Helena, Luciana Lima e Eliú.

Os entrevistados que não souberam ou não quiseram responder são 53,82% e 19,88% afirmam que não votarão em nenhum.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

O atentado contra a vida de Jair Bolsonaro cristaliza o risco de que a eleição de outubro venha a produzir um vencedor sem escolher um presidente. Num eventual segundo turno entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, ambos terão o voto de pessoas que pensam como eles, mas serão reforçados por eleitores que não votam de jeito nenhum num ou noutro.

Nas sete últimas eleições presidenciais, já existia o voto antipetista, mas prevalecia, em graus variáveis, uma preferência pelos tucanos. Isso mudou. Muita gente poderá votar em Fernando Haddad só para não ver Bolsonaro no Planalto, ou votar no capitão reformado só para impedir a volta do PT ao poder. No meio, ficará o nada.

Preferência é uma coisa, exclusão é outra. Quando o voto de exclusão supera o de preferência, consegue-se barrar aquilo que não se quer, mas não se elege um presidente.

Por Flávio José Bortolotto

Quanto ao maior desafio brasileiro, a crescente dívida pública, da qual depende a solução de praticamente todos os problemas nacionais, os principais candidatos à Presidência se posicionaram da seguinte maneira, através de seus consultores econômicos:

FERNANDO HADDAD – Econ. Márcio Pochmann
1 Contra o Teto de Gastos Federais
2 Contra a Regra de Ouro na emissão de moeda
3 Para combater as principais despesas (Juros/Amortização, Previdência, Folha Pagamentos), quer usar 1/3 das reservas do Banco Central para ativar a economia, principalmente através de obras de infraestrutura, e com maior crescimento do PIB extrair recursos para a dívida.

JAIR BOLSONARO Economista Paulo Guedes
1 A favor do Teto de Gastos
2 A favor da Regra de Ouro
3 Reduzir a dívida pública privatizando (vendendo) de empresas estatais e imóveis federais, para arrecadar R$ 800 bilhões, e quer renegociando o perfil do resto da dívida pública. Na Previdência, a favor da reforma dialogada começando pelo funcionalismo público que entraram antes de 2003, os que tem direitos adquiridos. Na Previdência fazer transição para sistema de capitalização.

MARINA SILVA – Economista Eduardo Gianetti
1 A favor Teto de Gastos
2 A favor da Regra de Ouro
3 A favor da renegociação da dívida e das reformas da Previdência e Trabalhista com diálogo.

GERALDO ALCKMIN Economista Pérsio Árida
1 A favor do Teto de Gastos
2 A favor da Regra de Ouro
3 Zerar o déficit primário em dois anos, reativar a economia via atração de capitais do exterior, mais abertura da economia ao exterior, e com recursos do crescimento econômico e reformas, atacar as três maiores despesas (Juros/Amortização, Previdência e Folha de Pagamentos).

CIRO GOMES Economista Mauro Benevides Filho
1 Contra o Teto de Gastos
2 Contra a Regra de Ouro
3 A favor de reindustrializar o Brasil, o que é fundamental. Usar US$ 100 bilhões das Reservas do BC para pagar 12% da dívida pública, renegociar o restante alongando bastante o perfil, que hoje é de curtíssimos 5 anos. A favor da Reforma da Previdência partindo para um regime de capitalização.

HENRIQUE MEIRELLES – ex-ministro da Fazenda
1 Criador e a favor do Teto de Gastos
2 criador da favor da Regra de Ouro
3 Zerar o déficit primário em dois anos, fazer a economia crescer a uma taxa média de 4% ao ano, criando 2 milhões de empregos/ano. Recuperada a confiança com os recursos do crescimento e reformas, fazer frente às três grandes despesas públicas (Juros/Amortização, Folha de Pagamentos e Previdência). É o candidato com mais experiência, e tirou na prática o Brasil da recessão.

ORÇAMENTO – É dentro dessas principais opções que escolheremos o próximo presidente, que encontrará um Orçamento Federal 2019, votado pelo Congresso, que simplificado assim se resume:
Arrecadação Federal, R$ 1.400 bilhões; Déficit Nominal com Dívida Pública, R$ 490 bilhões; e Déficit Primário, R$ 139 bilhões.

As três maiores Despesas do Orçamento são:
Juros/Amortização da Dívida Pública, R$ 351 bilhões; Folha de pagamentos federal, R$ 322 bilhões; Previdência/Assistência Social, R$ 289 bilhões.

O presidente eleito terá que atuar principalmente sobre essas três maiores despesas, submetido às seguintes regras limitantes: Lei de Teto de Gastos Federais; Regra de Ouro (“Não se pode emitir dívida pública para pagar gastos de custeio, principalmente folha de pagamentos”); e Redução de 5% do tamanho do Estado federal.

Pense nisso, antes de escolher seu candidato à Presidência.

23
ago

Eleições 2018

Postado às 11:55 Hs

Prazo para pedir voto em trânsito acaba hoje. Os eleitores que pretendem participar das Eleições Gerais de 2018, mas que estarão fora do seu domicílio eleitoral no dia do pleito, têm até esta quinta-feira (23) para habilitar-se perante a Justiça Eleitoral para votar em trânsito. O requerimento para votar em trânsito pode ser feito para o primeiro, para o segundo ou para ambos os turnos. Contudo, essa modalidade de votação somente pode ocorrer nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores.

O vereador Rondinelli Carlos (PMN) passou a compor bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) Câmara Municipal de Mossoró.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (21), durante sessão da Câmara. O vereador explicou que o objetivo é contribuir com a atual gestão municipal.

Rondinelli afirmou que a decisão foi tomada após muita reflexão. “A cidade precisa de união e apoio para que nós continuemos este processo de busca de melhorias para Mossoró. Conheço as necessidades da cidade, principalmente da zona rural de Mossoró, e poderei contribuir significativamente para o crescimento de nossa cidade”, argumentou.

A vereadora Sandra Rosado (PSB), que também faz parte da bancada de situação, parabenizou Rondinelli Carlos. “Rondinelli demonstrou firmeza e transparência na decisão. Não é a figura da prefeita que defendemos na bancada de situação, mas o que é melhor para Mossoró”.

O líder da bancada da situação, vereador Alex Moacir (MDB), também saudou a chegada de Rondinelli Carlos ao agrupamento, e ressaltou o histórico de seriedade e compromisso do colega de Casa. “É um quadro qualificado, que vem a somar”, elogiou.

Agora, a banca governista passa a contar com 15 vereadores, contra seis da bancada oposicionista. Já o vereador João Gentil se diz independente.

Fonte: Carlos Scarlack

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.

 O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

 A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

 O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

 O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial… A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

 A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!

 E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

 A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.”

Autor desconhecido

nov 15
quinta-feira
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