Com a taxa básica de juros em novo piso histórico – 4,5% ao ano –, a rentabilidade da caderneta de poupança passou a perder para a inflação projetada para os próximos 12 meses. Ou seja, o investimento mais popular do Brasil deve ser ainda menos atrativo em 2020.
Segundo a regra em vigor desde 2012, quando a Selic está abaixo de 8,5%, a correção anual da caderneta de poupança é limitada a um percentual equivalente a 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, que está em zero desde 2017).
Cálculo da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) mostra que, com a Selic a 4,5% ao ano, a poupança passou a render apenas 0,26% ao mês e 3,15% ano ano, deixando de ser capaz de proteger o valor aplicado nesta modalidade das perdas inflacionárias projetadas para 2020.

Quase 90% dos brasileiros pretendem usar o 13º salário para quitar dívidas. Segundo uma pequisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), 87% dos entrevistados darão este destino aos recursos – uma fatia um pouco maior que no ano passado, quando esse percentual ficou em 86%.

“Isto demonstra que a redução da atividade econômica, desemprego maior, taxas de juros elevadas aumentaram o endividamento dos consumidores”, aponta a entidade em nota. Há dez anos, a fatia dos entrevistados que pretendiam usar o 13º para pagar dívidas era de 64%.

Com tantos brasileiros usando o dinheiro para pagar dívidas, os presentes deste fim de ano devem ficar magros. Só 5% dos entrevistados disseram que pretendem usar parte do 13º para comprar presentes. Outros 2% pretendem usar o dinheiro para pagar as despesas de começo de ano, enquanto outros 2% pretendem poupar parte do que sobrará.

A Anefac aponta ainda que 1% quer usar parte dos recursos para compra e reforma da casa, e que 3% já receberam parte ou todo o 13º ao longo do ano, ou fizeram empréstimos em antecipação.

Dívidas e presentes

Entre as dívidas que os brasileiros pretendem pagar com o 13º, as principais são aquelas com cheque especial (45%), cartão de crédito (49%) e financiamento bancário em atraso (3%). Já os principais presentes que devem receber os recursos são roupas (64%), bens diversos (55%), celulares (53%) e brinquedos (36%). A pesquisa foi realizada junto a 1.130 consumidores de todas as classes sociais durante o mês de outubro.

G1

27
nov

Circulando

Postado às 16:11 Hs

Primeira parcela do 13º deve ser paga até dia 30

 

Os trabalhadores com carteira assinada devem receber a primeira parcela do 13º salário até o final deste mês e, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a maioria pretende utilizar o benefício para quitar dívidas.

Especialistas apontam que essa é uma das saídas mais aconselháveis, mas lembram que as pessoas devem se preparar para outras despesas e evitar um novo endividamento. Segundo o Ministério do Trabalho, mais de 83 milhões de brasileiros devem receber o 13º salário neste ano, o que irá injetar mais de R$ 200 bilhões na economia. Os dados incluem os empregados com carteira assinada e os aposentados e pensionistas, que também têm direito ao benefício.

02
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 21:03 Hs

* * * Esse fechamento de bancos postais dos Correios no RN e em todo o Brasil é só mais uma prova de que a estatal, aparelhada diversas vezes para desviar dinheiro público, está quebrada, causa prejuízos e presta péssimo serviço à população. Já passou da hora de privatizar os Correios. Não precisa nem vender. Se der de graça, o Brasil ainda sai no lucro. * * *

* * * Chapa congestionada: O PSDB vai para as eleições de 2018 com cinco deputados estaduais: Ezequiel Ferreira, Márcia Maia, José Dias, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho. Comenta-se que, nesta conta, alguém vai sobrar. Ninguém sabe quem. Mas, é possível palpitar. Pobre RN ! * * *

* * * O consumo das famílias e o setor de serviços impulsionaram o crescimento de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre. A liberação do saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a inflação mais baixa e a leve redução do desemprego permitiram que o comércio se expandisse, depois de nove trimestres consecutivos de queda. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo das famílias aumentou 1,4%, com movimentação de R$ 1,02 trilhão no período. * * *

* * * As sucessivas quedas dos juros básicos da economia chegarão, nesta semana, ao bolso de quem investe na mais tradicional aplicação financeira do país. A redução esperada da taxa Selic para abaixo de 8,5% ao ano nesta quarta-feira (6) diminuirá os rendimentos da poupança. No entanto, a caderneta continuará um dos investimentos mais atrativos.Tradicionalmente, a Anefac faz simulações em que compara o rendimento da poupança com o dos fundos de investimento, que diversificam as aplicações, mas cobram Imposto de Renda de 15% a 22,5% e taxa de administração.

03
abr

Valendo

Postado às 0:50 Hs

Novas regras para cartão de crédito começam a valer segunda-feira. A partir de abril, os consumidores que não conseguirem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só poderão ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, entrará em vigor nesta segunda-feira, 3. A medida consta da reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Os bancos tiveram pouco mais de dois meses para se adaptarem à nova regra, que obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que cobra taxas menores, os clientes que não conseguirem quitar o rotativo do cartão de crédito nos primeiros 30 dias. Durante esse período de quase dois meses, os bancos definiram as novas taxas para o crédito parcelado. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a medida tem o potencial de reduzir pela metade os gastos com juros em 12 meses.

Os juros do rotativo do cartão de crédito serão “reduzidos pela metade”, anunciou o presidente Michel Temer nesta quinta-feira (22). O anúncio foi feito em café da manhã com jornalistas. Há uma semana, o presidente já havia afirmado que o governo estudava formas de baixar os juros do cartão, mas ainda não havia anunciado o tamanho do corte esperado.

Juros do cartão estão entre os mais altos

Os juros médios do cartão de crédito estão entre os mais altos do mercado. A taxa chegou a 459,53% ao ano em novembro, segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Os juros do rotativo do cartão de crédito são cobrados quando o cliente não paga o valor total da fatura. Atualmente, o cliente tem a opção de pagar apenas uma parte do valor da fatura, o chamado valor mínimo (15%) e deixar o saldo restante para o próximo mês. Essa operação é chamada crédito rotativo.

Essa operação, ao lado do uso do cheque especial, envolve a cobrança dos juros mais altos do mercado. Por esse motivo, deve ser sempre evitada. Os juros são definidos pela instituição financeira e cobrados sobre a quantia que deixou de ser paga.

O governo vem anunciando propostas para tentar estimular a economia e tirar o país da crise. Muitas dessas medidas ainda estão em estudo e não têm prazo determinado para entrar em vigor. O desempenho da economia continuou ruim no segundo semestre deste ano, o que colocou em xeque o otimismo visto com a mudança de governo (Michel Temer assumiu interinamente a Presidência em 12 de maio).

 

As taxas médias de juros das operações de crédito aumentaram em julho, chegando à sétima elevação no ano, de acordo com a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Para pessoa física, a taxa de juros média apresentou elevação de 0,03 ponto percentual no mês (3,85 pontos percentuais no ano), passando de 8,06% ao mês em junho para 8,09% ao mês em julho. Trata-se da maior taxa de juros desde setembro de 2003. Das seis linhas de crédito pesquisadas, o cartão de crédito rotativo manteve sua taxa de juros no mês, enquanto os juros do comércio e o empréstimo pessoal em bancos registraram reduções.

O cheque especial, o CDC-bancos – financiamento de automóveis e o empréstimo pessoal em financeiras tiveram taxas de juros elevadas no mês. Para pessoa jurídica, das três linhas de crédito pesquisadas, todas foram elevadas no período. A taxa de juros média geral apresentou elevação de 0,09 ponto percentual no mês, aumentando de 4,63% ao mês em junho para 4,72% ao mês em julho. Esta foi a maior taxa de juros desde agosto de 2003. Considerando as elevações da taxa básica de juros promovidas pelo Banco Central desde março de 2013, houve elevação de 7 pontos percentuais da Selic (elevação de 96,55%) de 7,25% ao ano em março de 2013 para 14,25% ao ano em julho deste ano.

No período, a taxa de juros média para pessoa física cresceu 66,38 pontos percentuais (elevação de 75,46%), passando de 87,97% ao ano em março de 2013 para 154,35% ao ano em julho de 2016. Nas operações de crédito para pessoa jurídica, houve aumento de 30,34 pontos percentuais (elevação de 69,62%), elevando de 43,58% ao ano em março de 2013 para 73,92% ao ano em julho deste ano. (Política Livre)

26
mar

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 13:19 Hs

* * * Crise estica prazo de prestações para até 72 meses… Diante da queda nas vendas do comércio, os prazos médios de financiamento para compra veículos e outros bens duráveis voltaram a ser alongados em fevereiro, retomando os níveis de um ano atrás. Ao esticar prazos, lojas, bancos e financeiras tentam driblar a crise e “encaixar” a prestação na renda do brasileiro, que anda cada vez mais ameaçada pelo aumento da inflação e do desemprego. Depois de quase 12 meses estacionado, o aumento de prazo de pagamento apareceu pela primeira vez nos resultados na pesquisa de fevereiro sobre as condições de crédito, da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Contabilidade e Administração (Anefac). O prazo médio para compra de veículos, que ficou na faixa 36 meses ou três anos entre março do ano passado e janeiro deste ano, subiu para 40 vezes no mês passado. É uma volta para o mesmo nível de um ano atrás.* * *

* * * O sorteio do concurso 1.803 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 9 milhões para quem acertar as seis dezenas hoje (26). O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília), em Canela (RS). De acordo com a Caixa Econômica Federal, se um apostador levar o prêmio sozinho e aplicá-lo integralmente na poupança, receberá cerca de R$ 57 mil por mês em rendimentos. Caso prefira, poderá adquirir 15 imóveis no valor de R$ 600 mil cada, ou montar uma frota de 60 carros de luxo. A aposta mínima custa R$ 3,50. * * *

* * * O feriado da Páscoa é prolongado em dois dias para o Judiciário brasileiro. Ao contrário do que acontece com a maioria da população, que só poderá relaxar a partir desta sexta-feira (25), a folga dessa esfera do Poder começou na quarta-feira (23). O custo dos dias não trabalhados não é barato: R$ 525,1 milhões. O orçamento total previsto para o Judiciário em 2016 soma R$ 38,4 bilhões, isto é, R$ 105 milhões por dia. O levantamento do Contas Abertas leva em consideração as dotações de recursos federais autorizadas para o Supremo Tribunal Federal (STF), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Justiça Federal, a Justiça Militar, a Justiça Eleitoral, a Justiça do Trabalho, a Justiça do Distrito Federal e o Conselho Nacional de Justiça neste ano. A Lei 5.010, de 1966, baixada durante a ditadura militar, dá à Justiça Federal e aos tribunais superiores feriados extras, além dos oficiais. São eles: o intervalo entre 20 de dezembro e 6 de janeiro; a Semana Santa mais longa; carnaval com a segunda-feira enforcada; o 11 de agosto, em que se comemora a fundação dos cursos jurídicos; 1º e 2 de novembro, dias de Todos os Santos e de Finados; e o 8 de dezembro, o Dia da Justiça.  Os sete dias de folga do Supremo Tribunal Federal (STF) custam R$ 10,6 milhões aos cofres públicos. As sessões só serão retomadas normalmente na semana que vem. O trabalho, é claro, ficará ainda mais acumulado. Existem hoje na fila de julgamentos do plenário 763 processos. Ao todo, são 55.583 processos no tribunal aguardando solução.  * * *

 Os consumidores enfrentaram em 2015 um forte aumento dos preços, principalmente os administrados pelo governo, como energia elétrica, gasolina, gás, transporte público e alimentos. Com esta alta, a inflação deve superar dois dígitos este ano, o que não acontecia desde 2002, quando ficou em 12,53%. A previsão do Banco Central (BC) é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegue a 10,8%, em 2015. Além do reajuste nos preços administrados e de alimentos, a inflação em 2015 foi impactada também pela inflação no setor de serviços, e pela alta do dólar.

O diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) Miguel de Oliveira lembrou que a inflação alta ocorre em ambiente de retração da economia e do emprego. “É um conjunto de fatores: inflação alta, juros altos, desemprego e inadimplência crescendo. Então é um quadro extremamente desfavorável ao consumidor”, destacou. Para 2016, a expectativa é de inflação menor, mas ainda alta. Para o diretor da Anefac, a inflação em 2016 deve ficar em 6,9%. O BC projeta 6,2%.

Em 2015, o processo de ajuste de preços administrados, represado anteriormente pelo governo, foi mais intenso e mais longo do que esperado pelo BC. Já o aumento dos preços de alimentos foi influenciado pela alta do dólar e por condições climáticas adversas.

Fonte: Agência Brasil

11
maio

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 20:30 Hs

* * * Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) aprovou por unanimidade a data e aprova as instruções para a realização de novas eleições para os cargos de prefeito e vice-prefeito dos municípios de Carnaubais e Luiz Gomes, respectivamente. As eleições serão realizadas no próximo dia cinco de julho, estarão aptos a votar os eleitores constantes do cadastro eleitoral em situação regular, com domicílio eleitoral nos respectivos municípios até cento e 151 dias antes da data marcada para as novas eleições. * * *

* * * O Tesouro Nacional depositou nas contas das prefeituras do Rio Grande do Norte R$ 124 milhões. O valor se refere à primeira cota do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de maio. Em relação ao mês anterior, quando o repasse foi de R$ 81,45 milhões, houve aumento de 52,2%. Em relação a maio do ano passado, no entanto, queda de 11,8%. Esses R$ 124 milhões são para os chamados “municípios do interior”. Não inclui Natal, tendo em vista que o repasse para as capitais obedece a outros critérios. Os municípios 0,6, que são os de população até 10.188 habitantes, receberam, brutos, sem os descontos da Educação, Saúde, Previdência Social e Pasep, R$ 436.127. * * *

* * * Os juros do cartão de crédito subiram de 12,02% ao mês em março para 12,48% ao mês em abril, o que significa uma taxa de 295,48% ao ano, de acordo com um levantamento divulgado nesta segunda-feira (11) pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).O cartão de crédito é a categoria com os maiores juros entre as seis modalidades pesquisadas pela Anefac para pessoas físicas. Em seguida, aparece o cheque especial, com taxa de 9,74% ao mês, e 205% ao ano. Os juros de empréstimos pessoais cobrados por financeiras chegam a 7,54% por mês e 139,24% ao ano, em média; os de empréstimos pessoais cobrados por bancos são de 4% ao mês e 60,1% ao ano. * * *

* * * As vendas do comércio para o Dia das Mães recuaram 1,2% em comparação a 2014, em todo o Brasil. É o primeiro recuo das vendas para a data desde 2008, quando o indicador foi criado. Em valores, o recuo representa uma perda de R$ 7 bilhões em relação ao ano passado.O movimento das vendas no Dia as Mães segue a tendência de desaceleração do varejo como um todo e antecipa um ano de menor crescimento para o comércio. Diante do cenário econômico incerto, do mercado de trabalho desaquecendo e da perda de poder aquisitivo, uma retomada de confiança dos consumidores ainda parece distante para movimentar a economia e as vendas do varejo.  * * *

15
nov

Finalmente !!!

Postado às 17:20 Hs

Olhe aí as coisas melhorando…

A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade ( Anefac) calculou que, pela primeira vez em 17 anos, os juros do cartão de crédito rotativo ficaram abaixo de 10% ao mês por conta da redução de 9,99% nas taxas do cartão, em outubro. Essa foi a menor taxa de juros da série histórica, iniciada a partir de 1995. No mês passado, a taxa de juros do cartão de crédito caiu para 9,37% ao mês, frente aos 10,41% registrados em setembro.

A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,31 ponto percentual no mês, passando de 5,81% em setembro para 5,50% em outubro. Em nota, distribuída nesta quinta-feira, a Anefac avalia que as taxas de juros poderão continuar caindo nos próximos meses por causa da melhora da economia e devido à maior competição no sistema financeiro após os bancos públicos baixarem suas taxas de juros. Segundo a Anefac, a expectativa de redução dos índices de inadimplência no segundo semestre deve dar suporte adicional a essa tendência.

Todas as seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas pela instituição registraram queda nas taxas de juros em outubro. A taxa média recuou 0,31 ponto porcentual no mês (6,81 pontos porcentuais em doze meses), passando de 5,81% ao mês em setembro para 5,50% em outubro. Foi, também, a menor taxa da série histórica.

Esperamos que em breve diminua ainda mais.

24
out

Pagando contas

Postado às 17:20 Hs

Já tem destino certo quanto começar a sair…

Cerca de 61% dos consumidores do país vão utilizar o dinheiro do 13º salário para pagar dívidas, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Em nota, a Anefac afirma que “isto demonstra que a redução da atividade econômica e inflação mais elevada aumentaram o endividamento dos consumidores”. Entre os endividados, mais de 70% dos entrevistados alegaram que as dívidas do cartão de crédito e do cheque especial são as que mais pesam no bolso. A pesquisa mostra, ainda, que 16% dos consumidores vão usar o 13º para comprar presentes.

Este resultado representa uma redução de 5,88% em relação ao ano passado. Entre os que vão comprar presentes, 76% pretendem gastar no máximo R$ 500. Em 2011, esse índice era de 72%. A maioria, ou 80% destes consumidores, disse que deverá usar o cartão de crédito como uma das formas de pagamento das compras. Produtos eletrônicos, celulares e roupas estarão entre os presentes mais comprados, segundo a pesquisa. Além de pagar dívidas e comprar presentes, muitos consumidores disseram também que vão usa o 13º salário no pagamento das contas que aparecem no começo do ano, como IPVA, IPTU e material escolar. Essa foi a resposta dada por 12% dos entrevistados. O percentual de consumidores que pretende guardar o dinheiro recebido é de apenas 3%, segundo a Anefac.

16
out

Em queda…

Postado às 10:15 Hs

A taxa de juros cobrada sobre a rolagem da dívida nos cartões de crédito caiu, em média, 2,62% em setembro sobre agosto, passando de 10,69% para 10,41% ao mês. Foi o primeiro recuo dos últimos 33 meses. Ainda assim, os consumidores que entram no sistema rotativo pagam, em média, ao ano, 228,17% de correção sobre o valor principal do débito. Os dados são da Pesquisa de Juros da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), que também indicou queda na taxa de juros de outras modalidades de crédito. A projeção da entidade são novas reduções nos meses subsequentes. Entre as justificativas da Anefac, estão a melhoria da economia, com um ambiente de maior competição entre as instituições bancárias e redução do nível de inadimplência.
05
jul

Poupança bate recorde

Postado às 19:46 Hs

Esse primeiro semestre de 2012 mostrou um novo recorde na caderneta de poupança. Segundo o Banco Central, no período os depósitos superaram as retiradas em R$ 14,85 bilhões, o maior valor registrado para um primeiro semestre. O recorde batido foi o de 2010, onde a renda líquida registrada para os primeiros seis meses era de R$ 12,24 bilhões. O Banco Central começou sua série de históricos para a poupança em 1995. O resultado desse primeiro semestre bateu o resultado de todo o ano passado, quando o investimento alcançou R$ 14,18 bilhões.

A maior parte dos ingressos na cardeneta vieram após as mudanças nas regras que foram anunciadas pelo governo federal em 3 de maio. Do total de R$ 14,85 bilhões de ingressos, R$9,6 bilhões foram registrados após a alteração. De acordo com as novas regras, a poupança passou a ser atrelada aos juros básicos da economia, rendendo 70% da aplicação, mais Taxa Referencial.

Poupança ainda é atraente. De acordo com o levantamento da Associação Nacional de Executivo de Finanças, Administração e Contabilidade, (Anefac), mesmo com a alteração das normas, mesmo com a redução do rendimento da poupança quando a taxa Selic recuou para 8,5% ao anos, a caderneta continua se destacando dos fundos de renda fixa por não ser taxada com Imposto de Renda e não ter taxa de administração.

13
jun

Tudo continua como antes

Postado às 22:18 Hs

É isso mesmo…

O consumidor que atrasa o pagamento da fatura do cartão de crédito paga os mesmos juros há dois anos e três meses, apesar de a taxa básica (Selic) e de outras modalidades de juros terem caído neste período.

Segundo levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média de juros cobrada do consumidor em maio foi de 6,18% ao mês.

É a menor taxa registrada desde que a pesquisa começou a ser feita, em 1995.Apesar da queda média, os juros cobrados no rotativo do cartão de crédito não tiveram redução. O rotativo é o limite usado quando o consumidor deixa de pagar a fatura integralmente ou em parte.

 

Desde fevereiro de 2010, a taxa cobrada no rotativo do cartão de crédito é de 10,69% mensais, o que representa 238,30% anuais, segundo os dados da Anefac.Nem as constantes quedas da Selic (taxa básica de juros) nem as reduções promovidas pelos bancos públicos e privados nas últimas semanas resultaram, ainda, no corte dos juros do crédito rotativo.

 

Um estudo divulgado no começo do ano pela associação de consumidores Proteste mostrou que, entre sete países pesquisados, o Brasil apresentava os juros do cartão mais altos. A taxa cobrada no país é maior do que a de Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e México.A taxa cobrada no Brasil é quase cinco vezes maior do que a da Argentina, que aparece em segundo lugar nesse ranking. Lá, os juros chegam a 50% ao ano.

05
fev

Juros dos cartões continuam nas alturas…

Postado às 12:20 Hs

Apesar dos esforços do governo, os juros dos cartões de crédito não baixam para o consumidor. Levantamento da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) comprova que o último corte da taxa básica de juros (Selic), em janeiro, de 0,5 ponto percentual, nem sequer mexeu com a indústria do dinheiro de plástico, que continua a cobrar, em média, 11% ao mês. “O efeito, se houver, será muito pequeno”, diz Miguel Ribeiro Oliveira, vice-presidente da entidade.

A situação desagrada a presidente da República, Dilma Rousseff, que já ordenou aos ministérios da Justiça e da Fazenda, além do Banco Central, que adotem medidas para coibir os abusos. A resposta, no entanto, ainda não veio. O BC ajudou pouco. Obrigou os bancos a reduzirem o número de tarifas e a dar transparência a elas. Mas acabou recuando no sentido de evitar o endividamento excessivo. Depois de tudo planejado, desistiu de aumentar o índice mínimo da fatura a ser pago no vencimento para 20%, a partir de 1° de dezembro de 2011. Manteve a parcela mínima do rotativo em 15%, a despeito das críticas dos órgãos de Proteção de Defesa do Consumidor (Procons).

À Fazenda, Dilma requisitou um estudo sobre o assunto, indicando a melhor forma de livrar o consumidor das garras das administradoras e dos bancoss. Até o fechamento desta edição, o Correio não recebeu retorno sobre o andamento do trabalho. O silêncio do governo só estimula que o Brasil continue a ter os cartões de crédito com os juros mais altos da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela) e do México, conforme ranking elaborado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste).

17
jan

Cai juros da pessoa física…

Postado às 15:18 Hs

Deu na Folha Online:

A redução da taxa básica de juros de novembro e o afrouxamento das medidas de contenção do crédito no final do ano passado surtiram efeito no custo para financiamento dos consumidores.

A taxa de juros média para pessoa física atingiu em novembro o menor nível desde 1995, segundo levantamento da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Cinco das seis linhas de crédito pesquisadas pela associação caíram de novembro para dezembro. Apenas a taxa para o cartão de crédito não foi reduzida, ficando estável em 10,69% ao mês.

A maior redução foi apurada no empréstimo pessoal. O custo para esse tipo de operação ficou 4,1% mais baixo de novembro para dezembro.A taxa média para pessoa física ficou em 6,58% em dezembro, um recuo de 1,35% em relação ao nível registrado em novembro. Esse valor representa uma taxa de 114,84% ao ano.

No ano, o custo médio para financiamento de pessoa física caiu 4,28% — 5,13 pontos percentuais –, apesar de uma elevação da taxa básica de juros de 0,25 pontos percentuais.

PESSOAS JURÍDICAS

As taxas de juros para as empresas também caíram em dezembro. O índice médio ficou em 3,87% ao mês, ou 57,72% ao ano, no menor patamar desde fevereiro do ano passado.

A associação espera novas quedas no custo do crédito, já que a expectativa é de novos cortes na taxa básica de juros.

Veja as taxas para pessoa física:

LINHA DE CRÉDITO TAXA MÊS / TAXA ANO
Juros comércio 5,36% 87,12%
Cartão de crédito 10,69% 238,30%
Cheque especial 8,36% 162,08%
CDC – bancos 2,18% 29,54%
Empréstimo pessoal-bancos 4,21% 64,03%
Empréstimo pessoal-financeiras 8,66% 170,92%
TAXA MÉDIA 6,58% 114,84%

Deu na Agência Brasil

A taxa média de juros cobrados em operações de crédito para pessoas físicas atingiu, em dezembro do ano passado, a menor variação desde 1995. O índice ficou em 6,58%, o que representa uma redução de 0,09 ponto percentual sobre a variação de novembro (6,67%). No ano, as pessoas físicas que tomaram empréstimo pagaram juros de 114,84%, taxa que é 2,18 pontos percentuais menor do que a do acumulado de 2011 até novembro (117,2%).

Os dados são de pesquisa feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). No comparativo com dezembro de 2010, quando o juro anual ficou em 119,97%, a queda foi de 4,28%,

Entre as seis linhas de crédito para pessoas físicas consideradas pelo indicador, apenas os juros do cartão de crédito foram mantidos estáveis em 10,69% ao mês. Todos os demais itens – cheque especial, empréstimos em bancos, empréstimos em financeiras, comércio e crédito direto ao consumidor (CDC) – tiveram redução em suas taxas.

O juro médio pago pelas empresas apresentou queda ainda mais expressiva, com redução de 3,01% no mês, passando de 3,98%, em novembro, para 3,87% em dezembro. Na taxa anual, houve retração de 3,67% e o indicador caiu de 59,92% para 57,72 %, ao ano, de um mês para o outro. Já no comparativo com dezembro de 2010, quando o índice ficou em 56,45% ao ano, houve elevação de 2,25% na taxa.

Astrês linhas de crédito pesquisadas apresentaram queda e a mais expressiva, de 5,73%, foi constatada nos descontos de duplicatas com os juros passando de 3,14% ao mês para 2,96%. No ano, a variação alcançou 41,51% ante 44,92% do mesmo período do ano anterior.

Pelas previsões da Anefac, os juros deverão continuar caindo, nos próximos meses. O vice-presidente da entidade, Miguel de Oliveira, justificou que, por um lado, o Ministério da Fazenda vem tomando medidas “para evitar uma desaceleração forte em nossa economia” e, por outro, o Banco Central tem sinalizado a possibilidade de ser mantida uma trajetória de queda da taxa básica de juros, a Selic, que passou de 10,75%, em dezembro de 2010, para 11%, em dezembro de 2011, com um aumento de 2,33%.

Amanhã (17), o Comitê de Política Monetária (Copom) faz a primeira reunião do ano de 2012, quando avaliará se altera a Selic, que está em 11%. As expectativas do mercado apontam para uma queda de 0,5 ponto percentual. Caso essa queda se concretize, será a quarta consecutiva.

jun 6
sábado
11 10
ENQUETE

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