Via Blog da Andréia Sadi

O presidente Michel Temer chamou, hoje, no Palácio do Planalto, o ministro Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e o ex-senador José Anibal para discutir a situação dos tucanos no governo após a demissão de Bruno Araújo do Ministério das Cidades.

Imbassahy e Anibal são do PSDB. O senador Romero Jucá, que é presidente do PMDB, também foi chamado ao Palácio do Planalto.

Segundo um auxiliar do presidente, essa ala tucana composta pela dupla tenta, junto ao presidente, uma solução para evitar o desembarque completo do partido do governo. Araújo precipitou o movimento nesta segunda-feira: pediu demissão do ministério das Cidades.

Interlocutores do presidente afirmaram ao blog que a demissão pegou o governo de surpresa principalmente porque, segundo estes aliados de Temer, Araujo teria combinado que, se o PSDB saísse do governo, o desembarque seria em conjunto com Imbassahy e Aloysio Nunes (Relações Exteriores), mas o ex-ministro das Cidades antecipou seu movimento.

O PMDB elegeu um alvo para suas críticas à condução da articulação política no Planalto: o ministro Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), do PSDB. A atuação dele foi alvo de pesada censura durante almoço que contou com cerca de 15 peemedebistas, na quarta (23). Deputados da sigla dirão ao governo, na próxima semana, que não aceitarão mais dialogar com o tucano. A ofensiva fortalece grupo de dirigentes do centrão que cobra há semanas uma substituição na pasta.

Os peemedebistas reclamam que os ministérios destinados ao partido não têm capilaridade e estão com recursos contingenciados. Assim como o centrão, a sigla sonha com o comando do Ministério das Cidades, hoje sob a batuta do tucano Bruno Araújo.

O presidente Michel Temer, porém, não dá nenhum sinal de que pretenda tocar em Imbassahy ou Araújo. Ele discutiu o descontentamento do próprio partido na manhã desta sexta (25) e montou um plano para atender as demandas.  (Painel – Folha de S.Paulo)

03
fev

PSDB ganha mais espaço no governo

Postado às 1:27 Hs

PSDB ganha mais espaço no governo e Moreira Franco vira ministro

Na contramão do plano de enxugar a máquina pública, o presidente Michel Temer recriou o Ministério dos Direitos Humanos e a Secretaria Geral da Presidência da República, que abrigará o ministro Moreira Franco, um dos seus principais conselheiros ao lado do ministro Eliseu Padilha (Casa Civil). Citado em delação de executivo da Odebrecht na Lava Jato, terá agora status de ministro e passará a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal se for denunciado pelo Ministério Público.

Moreira Franco é hoje secretário-executivo do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI), um cargo sem peso político, apesar da importância na recuperação da infraestrutura de transportes do país. Ele foi o coordenador do grupo de economistas que elaboraram o programa “Uma ponte para o futuro”, que marcou a dissidência de Temer em relação ao governo Dilma Rousseff, ainda em 2015. Entre outras funções administrativas, a Secretaria Geral vai abrigar a Secretaria de Comunicação.

A ministra dos Diretos Humanos será Luislinda Valois, do PSDB, que ocupava a Secretaria de Igualdade Racial. Os tucanos ganham ainda mais força com a nomeação do deputado federal Antônio Imbassahy para a Secretaria de Governo, que ficou vaga com a saída de Geddel Vieira Lima. Ele fará a articulação política do governo.

O Ministério da Justiça passará a ser da Justiça e da Segurança Pública, atendendo à pressão de deputados conservadores. As modificações fazem parte da reforma administrativa prometida para o início deste ano. A posse nos novos ministros ocorre nesta sexta-feira no Palácio do Planalto.

Fonte: Congresso em Foco

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O presidente Michel Temer escolheu o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), para assumir uma turbinada Secretaria de Governo. O anúncio do tucano para a pasta, que será reformulada com o ganho de novas atribuições, deverá ocorrer até no máximo a segunda-feira. A troca na Secretaria de Governo foi antecipada pela Coluna do Estadão e em reportagens do Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Imbassahy vai substituir no cargo o também baiano Geddel Vieira Lima, amigo de Temer, que pedira demissão há duas semanas após ser acusado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de ter pressionado para rever uma decisão que embargava um empreendimento imobiliário em que o ex-titular da Secretaria de Governo tinha cargo. A ampliação do espaço do PSDB – que receberá o quarto ministério na Esplanada dos Ministérios – visa a aumentar o protagonismo do partido nas decisões de governo, inclusive com a busca de ações de reanimação para a economia brasileira. A primeira conversa do aumento da participação do PSDB ocorreu no dia da queda de Geddel, quando Temer almoçou com a cúpula do PSDB
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