13
mar

Em Novembro

Postado às 16:06 Hs

Pela terceira vez, o Brasil vai sediar uma Cúpula do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que está confirmada para 13 e 14 de novembro, em Brasília. Líderes e chanceleres dos cinco países participam do encontro. Em 2010, a runião ocorreu em Brasília e, em 2014, em Fortaleza. Sob a presidência rotativa do Brasil, as prioridades do Brics se concentram em acordos de cooperação em ciência, tecnologia e inovação, incentivos para a economia digital, combate aos ilícitos transnacionais e financiamentos para atividades produtivas.

O presidente Michel Temer disse neste sábado que em seu governo “não há nenhuma perseguição aos mais pobres”. Sua proposta de ajuste fiscal para equilibrar as contas públicas tem sido alvo de críticas por supostamente pesar justamente sobre os menos favorecidos.

Nesse momento, Temer busca aprovar no Congresso Nacional um teto de vinte anos para as despesas federais que potencialmente pode reduzir recursos para área de educação e saúde. Ao ser questionado pela BBC Brasil sobre porque o governo não discute também a alternativa de elevar impostos sobre a parcela mais rica da população, por exemplo taxando dividendos distribuídos para sócios de empresas, o presidente deixou no ar a possibilidade de adotar a medida.

“O primeiro ponto que nós cogitamos foi, precisamente, a contenção do gasto público. E essas críticas (sobre o ajuste fiscal recair sobre os mais pobres), penso eu, não tem procedência, porque na verdade nós vamos caminhar muito ainda, não sabemos o que vamos fazer no futuro”, disse. “Evidentemente, se houver a necessidade de taxar os mais ricos, e até faço um parênteses, não há nenhuma perseguição aos mais pobres”, continuou.

Para reforçar sua argumentação, Temer lembrou que após assumir a Presidência do país concedeu aumento para o benefício do Bolsa Família. Ele também destacou que seu governo está dando continuidade ao programa petista Minha Casa Minha Vida. O problema é que as construções para famílias de mais baixa renda, que recebem subsídio maior e por isso custam mais para o governo, já estavam quase paralisadas desde a administração Dilma Rousseff – e essa tendência deve continuar já que Temer mudou as regras para uso de recursos do FGTS no programa.

As declarações foram dadas durante breve coletiva de imprensa em Goa, na Índia, onde Temer participa neste fim de semana da oitava cúpula dos BRICS (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

14
jul

Made in China…

Postado às 23:06 Hs

 

Henrique Alves recebe presidente da China em visita ao Congresso nesta quarta-feira


O presidente da China, Xi Jinping, visita o Congresso Nacional nesta quarta-feira (16), após participar da 6ª Cúpula do Brics em Fortaleza. O Brics é um grupo de países em desenvolvimento formado por Brasil, China, Rússia, África do Sul e Índia.

Jinping irá ao Congresso a convite do presidente da Câmara, Henrique Alves. Em abril, uma comitiva de deputados, composta pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e mais seis parlamentares, estive na China para visita oficial de sete dias a convite do governo chinês.

No encontro com Henrique Alves, em Beijing, o presidente chinês afirmou que seu país quer estabelecer uma parceria estratégica com o Brasil que se torne um sinal especial para o mundo, ressaltou a importância dos parlamentos e disse que gostaria de falar aos parlamentares e políticos brasileiros.

Henrique Alves lembra que há uma vontade real dos dois países de estreitar relações, e a visita do presidente chinês ao Brasil é a prova desse esforço para ampliar a cooperação nas áreas econômica, acadêmica, cultural, política e de turismo.

 

Em Brasília, Xi Jinping deve inaugurar uma exposição fotográfica no Salão Verde da Câmara sobre as relações diplomáticas entre o Brasil e a China, que completam 40 anos em agosto. Às 15 horas, ele participará de sessão solene do Congresso, no Plenário Ulysses Guimarães.

A China tornou-se em 2009 o maior parceiro comercial do Brasil, ultrapassando os Estados Unidos. Em 2013, o comércio entre os dois países somou quase US$ 90 bilhões, 5,1% a mais do que no ano anterior.

O Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, e a comitiva de seis parlamentares brasileiros que estão na China conheceram nesta segunda-feira (14) projetos de mobilidade urbana desenvolvidos no país. Eles visitaram a sede da empresa China Railway Construction e se reuniram com diretores da companhia. A empresa atua na construção de ferrovias, rodovias e pontes e é a quinta maior no setor de logística da China e uma das maiores do mundo. Participaram da reunião com os parlamentares brasileiros, o presidente e o secretário do conselho de administração da empresa, Meng Fengchao e Yu Xinxi, respectivamente; e o vice-diretor do departamento internacional do grupo, Liao Jun; entre outros. No encontro, Henrique Alves afirmou que a mobilidade urbana se tornou nas últimas décadas um dos principais desafios do setor publico brasileiro. “O Brasil ainda tem, por exemplo, uma rede ferroviária muito tímida”, disse o presidente da Câmara, assinalando que os investimento nessa área têm sido uma preocupação permanente do Legislativo.
O investimento estrangeiro direto (IED) caiu 3,9% no Brasil em 2013, para 63 bilhões de dólares, informou um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) divulgado nesta terça-feira. O resultado brasileiro é o único negativo entre os países dos Brics (bloco integrado também por Rússia, Índia, China e África do Sul). Contudo, graças aos investimentos em território chinês e russo, o IED do bloco alcançou 322 bilhões de dólares, alta de 21% em relação a 2012. O governo da presidente Dilma Rousseff usou o pretexto de fomentar o investimento estrangeiro direto para justificar muitas de suas políticas protecionistas no país. Esse tipo de aporte é considerado capital “de qualidade”, que consiste em injeções diretas no setor produtivo
24
jan

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 21:17 Hs

* * * O presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp, por exemplo. Elogiou Garibaldi Alves Filho, falou bem de Walter Alves, colocou Henrique como potencial nome e, quando chegou em Fernando Bezerra, apenas o citou pela “longa experiência”. Num momento em que Henrique e Garibaldi precisam (ou pelo menos dizem que precisam) convencer os peemedebistas e os demais aliados do partido de que Fernando Bezerra é um bom nome para ser candidato ao Governo do Estado, Valdir Raupp poderia ter falado mais dele e não dado brecha para os defensores de Garibaldi, Henrique e ‘Waltinho’ reforçarem suas teses. Todo mundo já sabe que o ninho bacurau desejar uma candidatura forte, o que por enquanto Fernando Bezerra não representa. Portanto os nomes são os citados por Valdir Raupp, tá dito ! * * *

* * * A palavra “Brasil” só não rima com “tropical” por causa de uma vogal. Em todo o resto, o país é condizente com a sua classificação: quente, abafado, com um verão dos mais rigorosos. Prova disso é este forno no qual estamos vivendo nos últimos dias. Em pleno calor do Saara, é natural que a seguinte constatação surgisse: o aumento do consumo de energia no país. O calor intenso fez com que o consumo de energia elétrica batesse “apenas” dois recordes seguidos nesta semana. Nas últimas terça e quarta-feira, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) apontou, em boletim divulgado ontem, que a energia elétrica atingiu novos picos de consumo. De acordo com o relatório, o Brasil alcançou um pico de consumo de 82.306 megawatts às 15h30 da quarta-feira. A marca superou o recorde anterior, que era de 81.591 megawatts, número alcançado às 15h21 da terça-feira. Em Mossoró então…o Sol é marca maior e impiedoso.  * * *

* * * A presidente Dilma Rousseff participou pela primeira vez nesta sexta-feira do Fórum Econômico Mundial com um discurso em que ressaltou o crescimento da classe média no Brasil e o controle fiscal do governo, em meio a desconfiança do mercado internacional com o desempenho da economia brasileira. Em Davos, na Suíça, para uma plateia de líderes globais e empresários, Dilma começou criticando os economistas que apontam perda de influência do Brics – grupo de emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. “A saída definitiva da crise requer um enfoque que não preveje apenas o curto prazo”, afirmou. O argumento de Dilma passou pelo crescimento do mercado consumidor, principalmente pela ascensão social. Ela citou 42 milhões de brasileiros que passaram a ser considerados de classe média e um aumento de 78% da renda per capita em dez anos. “É apressada a tese segundo a qual as economias emergentes serão menos dinâmicas. Serão dinâmicas porque lá estão grandes oportunidades.” A presidente sublinhou a situação fiscal do Brasil – um dos principais alvos de críticas. De acordo com Dilma, o Brasil deve ter um dos menores endividamentos do mundo em 2014. Para isso, o governo vai atuar com duas estratégias principais, primeiro com controle dos gastos de todos os entes federados, e segundo com o reposicionamento dos bancos públicos para a expansão do crédito. (Terra) * * *

18
jun

Na Rússia…

Postado às 14:28 Hs

Durante reunião com a delegação parlamentar brasileira realizada na manhã desta terça-feira (18), a presidente do Conselho da Federação Russa, Valentina Matvienko, destacou o caráter estratégico das relações bilaterais e disse que a Rússia vê o Brasil como parceiro prioritário e de caráter estratégico. O Conselho da Federação corresponde ao Senado Federal. De acordo com a presidente, houve fortalecimento do diálogo nos últimos anos nos outros níveis de governo e é importante agora se intensificar esse contato também no nível interparlamentar. Matvienko defendeu ainda o envolvimento dos Legislativos nas discussões dos países do BRICS (Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), grupo de países de economia emergente. “Achamos importante continuar esse trabalho, estabelecer essa cooperação interparlamentar, sobretudo no âmbito dos países parceiros do bloco do BRICS, estabelecendo o fórum consultivo permanente entre esse países”, disse Matvienko, destacando a necessidade de contatos regulares entres os Parlamentos.
28
mar

Opinião de Dilma

Postado às 12:16 Hs

A presidente Dilma Rousseff concedeu nesta quarta-feira (27) uma entrevista à imprensa em que afirmou que “não acredita em políticas de combate à inflação que olhem a redução do crescimento econômico”. Segundo ela, essa é uma questão “datada”.

“Esse receituário que pode matar o doente, em vez de curar a doença é complicado. Vou acabar com o crescimento no país? Isso está datado. Isso eu acho que é uma política superada”, disse a presidente, em Durban, na África do Sul, após encontro de chefes de Estado dos países dos Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

“Isso não significa que o governo não esteja atento. Não só estamos atentos como acompanhamos diuturnamente a questão da inflação. Não achamos que a inflação esteja fora de controle. Pelo contrário, ela está controlada. O que há são alterações e flutuações conjunturais. Mas nós estaremos sempre atentos.”

Antes, ela fez a ressalva: “eu, geralmente, nas questões específicas de inflação, deixo para ser falado pelo ministro da Fazenda, mas vou adiantar algumas questões”. E continuou: “Eu não concordo com políticas de combate à inflação que olhem a redução do crescimento econômico. Até porque temos a contraprova dada pela realidade: tivemos um baixo crescimento no ano passado e houve um aumento de inflação porque teve um choque de oferta devido à crise, e um dos fatores é externo. Não tem nada que possamos fazer a não ser expandir a nossa produção para conter o aumento dos preços das commodities derivado da quebra de safra nos Estados Unidos.”

Fonte: IG

26
mar

@ @ É Notícia… @ @

Postado às 8:54 Hs

    • A presidenta Dilma Rousseff chegou hoje (26), por volta das 13h (8h de Brasília), a Durban, na África do Sul, onde participa da 5ª Cúpula do Brics ( bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China, África do Sul). Dilma tem reunião nesta terça-feira com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e vai ao jantar de abertura da cúpula. Participarão do encontro Dilma, Zuma, os presidente da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh. O tema da cúpula é Brics e África: Parceria para o Desenvolvimento, Integração e Industrialização. Estarão em discussão a promoção do desenvolvimento inclusivo e sustentável, a reforma das instituições de governança global, os caminhos para a paz, a segurança e a estabilidade globais. Na cúpula de Durban, a expectativa é que os mandatários aprovem a criação de uma nova instituição bancária que será alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Depois da cúpula, amanhã (27), haverá reunião dos presidentes e o primeiro-ministro indiano com líderes regionais de nações africanas para debate sobre o tema Liberando o Potencial Africano: A Cooperação entre o Brics e a África em Infraestrutura.
  • O Tribunal Regional Federal da 3.ª região cassou a decisão que mantinha em prisão domiciliar o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, de 84 anos. A quinta turma do TRF-3 determinou a volta imediata ao cárcere do ex-magistrado, que cumpria a prisão em sua casa, no bairro do Morumbi, em São Paulo, desde 2007. Segundo o advogado do ex-juiz, Francisco de Assis Pereira, Nicolau seria conduzido nesta segunda-feira, 25, para a Superintendência da Polícia Federal na capital paulista. A defesa do ex-juiz informou que irá recorrer da decisão do TRF-3. Ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região, na capital paulista, o ex-juiz foi condenado a 26 anos de prisão em maio de 2006 pelos crimes de peculato, estelionato e corrupção passiva. Ele foi acusado de ser o principal responsável pelo desvio de R$ 169,5 milhões durante a construção do Fórum Trabalhista em São Paulo. O pedido de cassação da prisão domiciliar foi interposto pelo Ministério Público Federal. O julgamento do agravo de execução penal, feito pelo MPF – divulgado nesta segunda -, foi realizado no último dia 18 de março e teve como relator o desembargador federal Luiz Stefanini.
  • A nova ameaça do regime comunista aparece em um comunicado divulgado nesta terça-feira pela agência estatal KCNA e também inclui bases da Coreia do Sul como possíveis alvos dos bombardeios norte-coreanos. “A partir de agora, as Forças Armadas colocarão em posição de combate número um todas as unidades de artilharia de longo alcance e mísseis estratégicos em preparação para possíveis ataques contra alvos na área continental dos Estados Unidos, Havaí e Guam, além de outras bases militares americanas e sul-coreanas no Pacífico”, relata a nota. As tensões na península coreana vêm crescendo desde a realização do terceiro teste nuclear de Pyongyang, em dezembro, e atingiram o nível máximo com a ampliação das sanções na ONU contra o regime comunista e o início dos exercícios militares anuais entre Washington e Seul no início do mês. Na semana passada, o regime de Kim Jong-un já havia ameaçado atacar alvos dos EUA na Ásia em resposta ao voo de bombardeiros americanos B-52 na península coreana durante as manobras militares entre Washington e Seul. Horas antes da nova ameaça de Pyongyang, a imprensa oficial do regime comunista noticiou a realização de simulações de defesa no litoral leste do país, supervisionadas pessoalmente pelo jovem ditador Kim Jong-un.
  • Há tempos que atrair novas pessoas deixou de ser a principal meta do Facebook no Brasil. Em menos de cinco anos no país, a rede social foi engolida pela ânsia dos brasileiros em se comunicar – são 67 milhões de usuários cadastrados, número que surpreende até mesmo a companhia com sede em Menlo Park, nos Estados Unidos. Agora, as meninas dos olhos são as pequenas e médias empresas (PMEs). São elas que garantirão ao Facebook, no médio prazo, boa parte do crescimento de sua receita com publicidade – além de serem poderosos veículos de engajamento de usuários. Mais do que uma rede de compartilhamento de informações, o conglomerado de Mark Zuckerberg briga para se tornar, também, uma rede de consumo. A área de Small and Medium Businesses (SMB), ou pequenas e médias empresas, na tradução literal, é a grande aposta da companhia para trazer negócios para sua rede e, mais do que tudo, sedimentar um novo hábito entre seus usuários: o consumo por meio das fan pages – seja clicando em ofertas que os remetam para outros sites ou comprando no próprio e-commerce das empresas dentro da plataforma do Facebook. Atualmente, há 15 milhões de fan pages de PMEs cadastradas no Facebook em todo o mundo – um crescimento de 13,3% em relação a dezembro e de 26,6% em relação a julho do ano passado. A empresa não divulga o faturamento desse segmento e tampouco os números locais. “O que podemos dizer é que é uma das áreas que lidera o crescimento do Facebook mundialmente”, afirma Paula Bellizia, executiva vinda da Microsoft e que está há dois meses na empresa estruturando a área de PMEs.
  • O presidente de honra do PSDB e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso reiterou, na noite desta segunda-feira (25), em São Paulo, que não se faz nada sem a unidade do partido e que o partido hoje mostra sua integridade. “Está na hora do PSDB diversificar”, enfatizou. Fernando Henrique, presente ao evento que reúne lideranças tucanas na sede estadual do partido, juntamente como senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Geraldo Alckmin, disse que tem a certeza que o mineiro é a pessoa certa para cumprir esse processo. “Queremos que o Brasil cresça, quanto mais, melhor, e nós somos melhores”, afirmou . “Estamos aqui para mostrar que o partido está unido e seguirá unido. Sabemos governar, já demos lição, agora o que o PSDB precisa é de um banho de povo”, concluiu.
21
fev

Produtividade ruim…

Postado às 9:56 Hs

O crescimento da economia do Brasil nos últimos anos não foi suficiente para a produtividade do país melhorar e igualar o desempenho conseguido por outros emergentes. De acordo com um estudo do Conference Board, a economia brasileira cresce em um ritmo mais forte do que a produção média por trabalhador.

A produtividade média do brasileiro subiu 0,4% por ano no período entre 1996 e 2005, bem abaixo do que conseguiram os outros países que formam o Bric (Rússia, China e Índia). No grupo dos emergentes avaliados pelo estudo, todos apresentaram desempenho melhor: Rússia, com expansão média da produtividade de 3,8% por ano, Índia (+4,3%) e China (+7,1%), além de México (+1,4%), Indonésia (+1,1%) e Turquia (+4,6%).

Segundo o Conference Board, a produtividade dos brasileiros melhorou entre 2006 e 2011, quando, na média, o indicador subiu anualmente 2%. Mesmo com essa reação, o ritmo continuou aquém do observado em outras grandes economias emergentes: Rússia (+3,4%), Índia (+5,9%), China (+10,4%) e Indonésia (+3,1%). O desempenho brasileiro, porém, foi melhor nesse período que o da Turquia, que cresceu média de 1% por ano, e o do México, com expansão anual de 0,5%.

No fim desse segundo período, a produtividade brasileira começou a desacelerar. Em 2011, o índice brasileiro cresceu 0,7%, abaixo da média de 5,9% dos emergentes e também inferior a todos os outros países da comparação. Em 2012, o índice teve queda de 0,3%.

                                                                                                        (Veja/Estadão Conteúdo)

26
nov

PIB muito baixo

Postado às 18:27 Hs

A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC). Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%. Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento – hoje baseada no aumento do consumo – passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.
28
jul

Vem aí desoneração…

Postado às 19:09 Hs

A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem em Londres que o Brasil não tem como ficar imune ao impacto da crise econômica mundial e anunciou que, entre agosto e setembro, adotará novas medidas econômicas, incluindo desonerações tributárias. Dilma ainda mandou um recado à indústria brasileira: para o governo manter os incentivos fiscais concedidos, é preciso que não haja demissão no momento. A Folha antecipou ontem que o governo, irritado com fechamento de vagas, mandara um recado às montadoras: ou elas revertiam o processo, ou a redução de IPI seria revista. “Nós damos incentivo para garantir o emprego”, disse a presidente em Londres. A associação dos fabricantes de veículos não se pronunciou sobre a possibilidade de perder o benefício, mas voltou a insistir no argumento de que o emprego na indústria cresceu desde janeiro deste ano. O recado que mandou às empresas sobre os incentivos fiscais, segundo a presidente, não deve ser ouvido apenas pelo setor automotivo.

“São todos, não só as montadoras, todos os setores que receberam incentivo do governo tem de saber que nós fazemos isso por um único motivo do mundo: garantir o emprego e a renda do povo brasileiro”, disse Dilma. Dois dias depois de discutir em Londres a crise internacional com o primeiro-ministro britânico, David Cameron, Dilma disse que não há como escapar das consequências do esfriamento que atinge os Estados Unidos, o Japão e os países europeus, incluindo o Reino Unido. “O Brasil não é uma ilha. Todos os países do Brics [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul] vêm sendo afetados. Não há um país que possa passar uma crise dessa sem sofrer algumas consequências”, afirmou. Dilma avisou que pretende anunciar novas medidas econômicas com foco na redução do custo do país. O governo já reduziu impostos e desonerou a folha de pagamento de setores específicos, mas, segundo Dilma, a desoneração tributária será “geral”. “O governo vai fazer uma política de investimentos na área de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias. E essa política também vai ser expressa tanto através de concessão como outros marcos regulatórios”, disse, mencionando ainda as medidas de redução do custo de energia.

Fonte: Folha Online

30
mar

O Brasil de olho no Oriente

Postado às 15:33 Hs

Em busca da ampliação das relações comerciais e econômicas, os governos do Brasil e da Índia adotaram uma parceria estratégica que engloba saúde, educação, ciência e tecnologia, defesa, agricultura, programas sociais e ambientais. No penúltimo dia de visita a Nova Delhi, na Índia, a presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (30) que o objetivo é aumentar o valor negociado de US$ 9,12 bilhões, em 2011, para US$ 15 bilhões, até 2015.

A presidente disse que Brasil e Índia passam por uma nova fase de desenvolvimento. “[Temos de lutar para] criar um corredor [de desenvolvimento] de tal forma que possamos nos orgulhar de ter iniciado uma nova era”, disse Dilma, após reunião com o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

Em seguida, Dilma acrescentou que o Brasil considera a Índia um parceiro indispensável e essencial para o futuro. “Os países emergentes são os grandes responsáveis pelo crescimento da economia mundial”, disse. “Temos muito o que dialogar nas áreas de políticas sociais e científicas.”

A presidente elogiou as pesquisas nas áreas química e de medicamentos na Índia. Ela lembrou que no Brasil o esforço é para melhorar a qualidade do atendimento da saúde pública, o que depende também da distribuição de medicamentos. Segundo Dilma, a parceria se estende ainda à venda de aeronaves comradar do Brasil para a Índia.

Dilma reiterou que no Brasil há pelo menos 33 indústrias de capital indiano. De acordo com ela, a cooperação deve reunir os setores público e privado de ambos os países. A presidente destacou que as relações entre as duas nações são antigas, remetem ao período da colonização portuguesa no Brasil.

“As cores da Índia contagiam o imaginário do Brasil”, disse a presidente, destacando que brasileiros e indianos têm várias afinidades e desafios comuns. Dilma reiterou que os dois países lutam para combater a pobreza e garantir a inclusão social dos desfavorecidos.

A presidente chegou no dia 27 à Índia onde fica até o próximo domingo (31). Dilma participou da 4ª Cúpula do Brics – bloco formado pelo Brasil, pela Rússia, Índia, China e África do Sul. Nas reuniões compareceram, além de Dilma e Singh, e os presidentes Hu Jintao (China) e Dmitri Medvedev (Rússia) e Jacob Zuma (África do Sul).

Fonte: Agência Brasil

29
mar

Reduzir impostos…

Postado às 17:16 Hs

A presidente Dilma Rousseff disse em Nova Délhi que tem consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária e que está se empenhando nesse sentido. “Tenho consciência de que o Brasil precisa reduzir a carga tributária. Farei o que for possível para reduzi-la”, disse a presidente, em entrevista em Nova Délhi, onde participa da reunião do Brics, grupo integrado pelo Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul. Ela observou, no entanto, que “há muitos aspectos na reforma tributária. “Tomamos medidas pontuais para que, no conjunto, a desoneração seja possível”, disse.

Dilma confirmou que assim que chegar ao Brasil anunciará um conjunto de medidas. “Elas (as medidas) têm por objetivo justamente assegurar, através de questões tributárias e financeiras, maior capacidade de investimento para o setor privado”, disse a presidente, que não deu mais detalhes.

Ela disse que, assim como os empresários, ela também reclama muito do sistema tributário. E admite até que, no futuro, seja possível encaminhar uma reforma global. No momento, afirmou, o governo toma medidas pontuais “que permitam que no conjunto se crie uma desoneração maior dos tributos no País”.

28
mar

Solução para a net lenta…

Postado às 15:20 Hs

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para proporcionar banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira (28) em Nova Délhi o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite. A construção e o lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, têm um custo avaliado de R$ 750 milhões.

“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros a acessar a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.

Com a China, país com o qual mantém uma intensa cooperação desde a década de 1980 — com o lançamento conjunto de três satélites –, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera “estratégica” a cooperação.

Na Índia

Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta dos Brics – bloco dos países emergentes – na capital indiana. Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira (30), Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.

No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e turberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.(G1)

23
mar

Dilma antes de viajar à Índia…

Postado às 10:20 Hs

A presidente Dilma Rousseff avisou nesta quinta-feira (22) durante reunião com um grupo de 28 grandes empresários do país que deve anunciar nas próximas semanas medidas para aumentar a competitividade da indústria brasileira.

De acordo com relato de empresários, Dilma disse que não vai proteger, mas defender o setor produtivo nacional.Após ouvir as demandas e reivindicações do setor, Dilma encomendou ao ministro Guido Mantega (Fazenda) um plano de ações.

Segundo os empresários, a expectativa é que as medidas estejam prontas até o final da próxima semana, quando ela retorna de viagem para Nova Déli, na Índia, onde participará, de reunião dos Brics (bloco que reúne os países emergentes –Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Entre as medidas estão a desoneração da folha de pagamento para setores da indústria. Um ponto da agenda empresarial é a reclamação de que o real valorizado leva a uma invasão de importados no país.

“Ela determinou ao ministro que elabore medidas com foco de compensar o roubo de competitividade e pretende anunciar as medidas quando voltar da índia”, disse o presidente da Fiesp (Federação da Indústria de São Paulo) Paulo Skaf.”Ela não vai proteger, mas vai defender”, disse Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza.

No encontro, que durou mais de três horas, Luiza apresentou um estudo mostrando um aumento de 25% na venda dos produtos eletrodomésticos da linha branca nos últimos quatro meses após a isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

A empresária disse que não pediu a prorrogação, mas que o governo ficou muito satisfeito com o resultado da medida. “Isso é muito importante porque é uma questão social.”Luiza disse ainda que a presidente reiterou o compromisso com a redução da taxa de juros. “Essa é a vontade dela para os próximos anos.”

Os empresários disseram que a presidente estava bastante descontraída e “ouviu muito”. Dilma não fez nenhuma referência à crise política que passa com a própria base aliada no Congresso.

06
fev

Só o Brasil

Postado às 22:44 Hs

Em relatório divulgado pelo jornal The New York Times, o Brasil aparece como o único país entre os BRICs a “promover e proteger a livre circulação global de informação”. O artigo aponta, ainda, os outros países componentes do bloco (China, India e Russia) como exemplos de potências que sustentam atitudes danosas à liberdade online.

Uma das razões para o Brasil, apesar de alguns entraves, se manter firme na defesa aos direitos civis na internet seria o fato de sermos uma democracia relativamente jovem. O regime militar, que governou o Brasil entre os anos de 1964 e 1985, impôs medidas bastante rígidas de censura. Quando a ditadura terminou, o trauma de 20 anos de repressão permaneceu gravado na sociedade brasileira, o que tornou o Brasil bastante sensível à censura de todas as formas.

Outro fator decisivo seria o fato de o Brasil possuir uma sociedade civil vigorosa com várias organizações preocupadas com a liberdade on line e, apesar de interesses particulares existirem e exercerem forte influência, o governo e o congresso brasileiros ainda são permeáveis à sociedade civil. Prova disso seria o projeto de Marco Civil da Internet que está sendo preparado e cujo objetivo principal é proteger os direitos civis, a liberdade de expressão, a privacidade e criar regras equilibradas de responsabilidade na web. O projeto é resultado de dois anos de debates on line e offline e será votado ainda este ano.

No cenário internacional, o Marco Civil da internet brasileira é visto como uma alternativa ao SOPA (Stop Online Piracy Act), projeto de lei atualmente em discussão no Congresso norte-americano. O projeto, que vem sendo amplamente criticado, tem sido alvo de protestos de grandes companhias que prestam serviços de internet nos Estados Unidos. A proposta é considerada autoritária e restritiva enquanto que o Marco Civil traduz princípios estabelecidos na Constituição brasileira para o meio online, prestando atenção especial a liberdade de expressão e a proteção de um ambiente favorável à inovação. Tudo isso contribui para a imagem do país como um defensor da liberdade on line.

Porém, nem tudo são flores e o Ministério da Cultura, cuja ministra é apontada como alguém que tem um relacionamento estreito com o ECAD (Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais, que esta sob investigação por fraude), tem tentado introduzir uma legislação no Congresso que cria sistemas privados para a remoção de conteúdo online. Esta e outras ações do Ministério têm levantado amplas críticas por parte da sociedade civil e também por muitos setores no partido do governo. Apesar destes contratempos o fato é que, por enquanto, o Brasil parece estar empenhado em proteger a liberdade na internet, dando um bom exemplo para os colegas do BRIC.

Fonte: Imil

abr 18
quinta-feira
12 18
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

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