24
fev

Esperando melhorias…

Postado às 9:31 Hs

O primeiro Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta sexta-feira (23), aponta pouca melhora na situação das reservas hídricas potiguares. A região Seridó foi onde houve maior variável de volume dos açudes, já a região do Alto Oeste não obteve mudança significativa na maioria dos seus mananciais.

Em comparação com o período anterior às últimas chuvas, dos 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do IGARN, 17 continuam em volume morto e 16 estão secos. Anteriormente, 17 estavam em volume morto e 17 secos. Situado em Santana do Matos, o açude Alecrim estava sem leitura, ou seja, considerado seco. Após as últimas precipitações chegou a 960 mil metros cúbicos, ou 13,71% da sua capacidade que é de 7 milhões de m³.

Com relação aos três maiores reservatórios estaduais, a situação permanece estável, já que mesmo com a utilização de suas águas para os sistemas de abastecimento dos municípios potiguares, seus índices permaneceram muito parecidos. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, anteriormente às chuvas, estava com 10,84% da sua capacidade, que é de 2,4 bilhões de metros cúbicos. Atualmente está com 10,99%, o que corresponde a 263,688 milhões de metros cúbicos.

Previsão

O fim de semana deve ser de chuva em todo o Rio Grande do Norte. A previsão é da Empresa de Pesquisa Agropecuário do RN (Emparn). De acordo com o órgão, as chuvas devem continuar ocorrendo devido a presença da Zona de Convergência Intertropical.

Na área litorânea, as precipitações devem se concentrar na madrugada e início da manhã. Já no interior, as chuvas vão ocorrer à tarde e à noite.

24
jan

Registro

Postado às 21:17 Hs

Emparn registra chuva em 41 pluviômetros distribuídos pelo interior do RN

Nas últimas 24 horas, desde a manhã de ontem até às 7 horas da manhã de hoje (24), a unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) registrou chuvas em quase todo o Rio Grande do Norte. As maiores precipitações foram registradas na mesorregião Oeste. As condições de instabilidade ocasionadas pelo Vórtice Ciclônico de Ar Superior continuarão mantendo o céu nublado.

As chuvas caíram em 41 postos pluviométricos do total que são monitorados diariamente. Choveu mais forte em Antonio Martins, 92,0 milímetros (mm); Paraú, 76,0mm; Serrinha dos Pintos, 70,0mm; Rafael Fernandes, 62,6mm; Pilões, 56,9mm; São Francisco do Oeste, 50,0mm; João Dias, 45,0mm; Francisco Dantas e Marcelino Vieira, 35,0mm, em cada município. O boletim completo está disponível na página da Emparn (www.emparn.rn.gov.br).

05
dez

E as chuvas vem aí…

Postado às 16:20 Hs

Final de ano tende a ser chuvoso no Rio Grande do Norte, prevê Emparn. As previsões meteorológicas apontam que a segunda quinzena do mês de dezembro deverá ser chuvosa no Rio Grande do Norte. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), as boas chuvas que são aguardadas entre os estados da Bahia e do Piauí neste mesmo período podem amenizar a situação de seca intensa que vem sendo causada há anos pela estiagem em cidades da região Oeste, Seridó e Alto Oeste potiguar.
As chuvas tem caído com menos intensidade nos últimos dias em quase todo o estado, como foi previsto pelo setor de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), mas apesar disso a regularidade continua. No último domingo, Dia de São José, há registros de precipitações na parte da tarde na região do Vale do Assu e Serra de Santana. Para os próximos dias – fim de março e início de abril – a expectativa é do retorno de chuvas mais intensas, principalmente por conta da mudança de estação. Nesta segunda-feira, por volta das 7h29, aconteceu o equinócio de outono. Analisando as condições climáticas, com base nos modelos e nas imagens do satélite meteorológico, o gerente da meteorologia, Gilmar Bristot, prevê chuvas mais concentradas com a melhora das condições de instabilidade, principalmente com a umidade mais elevada e as águas superficiais mais frias no Pacífico Equatorial. A previsão deve se confirmar também com as condições favoráveis do Oceano Atlântico e com a presença da Zona de Convergência Intertropical.
14
mar

Registro

Postado às 11:56 Hs

Choveu em 87 municípios do Rio Grande do Norte. Só em Bom Jesus, no Agreste, choveu 164,7 mm – o maior volume registrado. Os dados são da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn) e se referem ao período das 7h da sexta-feira (10) até as 7h desta segunda (13).

Ainda no Agreste, choveu também em outros 17 municípios, com destaque para Monte Alegre (76 mm), Vera Cruz (68 mm), Jundiá (40 mm), Santo Antônio (32,6 mm), Serrinha (24,1 mm) e Ielmo Marinho (23 mm).

Já a região Oeste teve o maior número de cidades com chuva – 40. Choveu mais forte em São Rafael (146,9 mm), Martins (98 mm), Serra do Mel (84,5 mm), Paraú (78 mm), Viçosa (61 mm), Rafael Godeiro (54,4 mm) e Messias Targino (51 mm).

Na região Central, onde fica o Seridó, as chuvas do fim de semana molharam 19 municípios. Os maiores volumes caíram em Florânia (56,8 mm), Acari (41 mm), São Vicente (35 mm), Santana do Matos (30,5 mm) e Pedro Avelino (29,5 mm).

Natal (26,6 mm) e outros nove municípios do Leste potiguar registraram chuvas. Entre eles estão: Baía Formosa (114,7 mm), Montanhas (67,5 mm), Canguaretama (51,2 mm), Parnamirim (35,5 mm), Extremoz (31,1 mm) e Senador Georgino Avelino (25,5 mm).

A EMPARN confirma que, para os próximos dias, a previsão é de continuidade das pancadas de chuva.

Por conta da diminuição da pressão atmosférica, a presença da Zona de Convergência Intertropical e a umidade do ar mais forte. Muito bom.

Aguardemos…

21
fev

Previsão

Postado às 16:42 Hs

Meteorologistas preveem chuvas próximas do normal no RN; mais intensas no Alto Oeste e Vale do Assu. O resultado da II Reunião de Análise e Previsão Climática para a Região Nordeste do Brasil, encerrada nesta terça-feira (21) na sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), prevê a tendência de que as chuvas apresentem um comportamento próximo da normalidade climatológica em grande parte do norte do Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte. De acordo com o Gerente de Meteorologia da EMPARN, Gilmar Bristot, “as chuvas serão mais intensas em regiões como o Alto Oeste e Vale do Assu. Já em áreas como o Seridó, Agreste e Litoral as precipitações devem ser mais escassas. A média de chuvas no semiárido para os próximos três meses deve girar em torno de 500mm, o que não será suficiente para encher os grandes reservatórios, mas garante uma boa recarga de água nas pequenas bacias”, afirma. Os meteorologistas utilizaram uma imagem com base no mapa do Nordeste, sinalizando de cor verde a área que terá chuvas, a cor amarela para chuvas abaixo do normal e a cor cinza para definir a área de baixa visibilidade. A previsão é para a quadra chuvosa de março a maio. A elaboração do documento contou com a participação dos meteorologistas de instituições estaduais, além do INPE/INMET e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
20
fev

Previsão

Postado às 16:01 Hs

EMPARN divulga nesta terça-feira resultado da previsão climática para o Nordeste. A “II Reunião de Análise e Previsão Climática para o norte do Nordeste brasileiro” começou nesta segunda-feira (20) com a presença de meteorologistas do Nordeste e representantes de diversas instituições nacionais. O evento é coordenado pelo Gerente de Meteorologia da EMPARN, o pesquisador Gilmar Bristot. Para dar as boas vindas estiveram presentes o Secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha e o presidente da EMPARN, Alexandre de Medeiros Wanderley. Além de pesquisadores da área, também participaram da reunião alunos do curso de Meteorologia (Graduação e Pós) da UFRN. Na primeira palestra, com o tema “Investigação das possíveis contribuições dos oceanos Pacífico e Atlântico para a estação chuvosa do norte do nordeste do Brasil em 2017”, o pesquisador Caio Augusto Coelho (CPTEC/INPE-SP) mostrou através de imagens de Satélite e gráficos as análises realizadas desde o último trimestre de 2016. O pesquisador destacou que a previsão climática fica mais difícil quando os oceanos (Pacifico e Atlântico), não “falam” a mesma linguagem, como está ocorrendo agora. Ele salientou ainda que o resfriamento do Pacífico Equatorial não trouxe as condições de chuvas esperadas para o Nordeste brasileiro.
12
fev

Saiba Mais…

Postado às 9:59 Hs

Veja aqui alguns registros de chuvas na noite deste Sábado . Registros pluviométricos de várias cidades do Estado. A chuva chegou com intensidade em umas cidades na noite deste sábado (11).

Pau dos Ferros – 12 mm

Apodi – 90 mm

Assu – 55 mm

Messias Targino – 100 mm

Luis Gomes – 24 mm

Caraúbas – 75 mm

São Miguel – 25 mm

Dr Severiano – 10 mm

Acari – 100 mm

Fco Dantas – 40 mm

Major Sales – 75 mm

Portalegre – 60 mm

Riacho da Cruz – 180 mm

Tabuleiro Grande – 132 mm

Venha Ver – 62 mm

Viçosa – 178 mm

Frutuoso Gomes – 29 mm

Currais Novos – 45 mm

João Dias – 60 mm

Martins – 80 mm

São Vicente – 43 mm

Caicó – 90 mm

Florânia – 70 mm

 

Fonte: Robson Pires e J. Belmont

O Rio Grande do Norte deve receber chuvas em maior volume entre os meses de fevereiro e abril. Nas regiões Oeste e Central, o prognóstico é que as precipitações fiquem dentro da normalidade, variando de 400mm a 600mm. Já para o Agreste e Litoral a expectativa não é boa: as chuvas devem ficar abaixo da normalidade, variando entre 200 e 300mm. A análise foi feita durante o XIX Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, realizado esta semana em Fortaleza. De acordo com o relatório, há 35% de possibilidade de as chuvas ficarem abaixo da média histórica; 40% dentro da média e 25% de chover acima da média no RN.

O gerente de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot, que participou do encontro juntamente com pesquisadores de agências meteorológicas de vários estados do Nordeste e de agências internacionais, explica que há uma forte tendência de neutralidade nas temperaturas do Oceano Pacífico, excluindo assim a influência dos fenômenos El Niño e La Niña em maior intensidade. Essa indefinição aumenta a relevância da análise das diferenças de temperaturas entre o norte e o sul do Oceano Atlântico. Se a parte sul estiver mais aquecida, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) tende a se posicionar também ao sul da Linha do Equador, atuando de forma mais favorável às chuvas.

De acordo com Gilmar, essa análise deve ser feita bem próximo ao início do período chuvoso, dando mais confiabilidade à previsão. Além desses fatores, também são levados em consideração a atividade solar – que está entrando em queda – favorecendo assim a ocorrência de chuvas, e o fato de que ao longo dos anos os meteorologistas observam que após um período de seca intensa causada pelo fenômeno El Niño, se segue um período mais propício à ocorrência de chuvas. “2017 está se configurando como um ano de transição entre o período seco e o período chuvoso. As condições ainda não são ideias, mas acreditamos que o cenário de estiagem intensa não deve se repetir este ano”, afirma o meteorologista.

19
jan

E as chuvas ?

Postado às 12:36 Hs

O Rio Grande do Norte deve receber chuvas em maior volume entre os meses de fevereiro e abril. Nas regiões Oeste e Central, o prognóstico é que as precipitações fiquem dentro da normalidade, variando de 400mm a 600mm.

Já para o Agreste e Litoral a expectativa não é boa: as chuvas devem ficar abaixo da normalidade, variando entre 200 e 300mm. A análise foi feita durante o XIX Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, realizado esta semana em Fortaleza.

De acordo com o relatório, há 35% de possibilidade de as chuvas ficarem abaixo da média histórica; 40% dentro da média e 25% de chover acima da média no RN.

Que elas venham…

17
jan

Em Apodi

Postado às 12:22 Hs

Chuvas deixam população em alerta sobre Dengue, Zika e Chikungunya

O período chuvoso está chegando e com ele vem a preocupação das arboviroses, doenças causadas pelos chamados arbovírus e que incluem o vírus da dengue, Zika, Chikungunya e febre amarela. No Rio Grande do Norte, a maioria das arboviroses são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Segundo o bioquímico Leandro Maia, do laboratório Vitanálises em Apodi, este tipo de doença tem maior incidência no primeiro semestre do ano, devido às chuvas que começam a cair na região, e por isso deve-se ter uma atenção redobrada.

“É nesse período que o mosquito acaba se proliferando e infectando mais pessoas. Por isso é importante que ao surgir os primeiros sintomas, a pessoa procure orientação médica e realize exames para comprovar ou não a doença”, destacou Leandro.

Dentre os principais sintomas das arboviroses se destacam a febre, dores no corpo, manchas vermelhas, vômitos e tonturas.

Em Apodi, esse tipo de exame pode ser realizado no Laboratório Vitanálises.

“Aqui nós contamos com equipamentos de ponta para garantir um resultado com 100% de certeza. Afinal, sabemos como essas doenças são perigosas”, acrescentou o bioquímico.

 

As fortes chuvas que caem no Ceará desde a última terça-feira (3) devem chegar ao Rio Grande do Norte, com menor intensidade, durante o fim de semana. De acordo com o meteorologista Gilmar Bistrot, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN, a previsão é de que cidades da Costa Branca e da região Oeste sejam as mais beneficiadas com as precipitações, que devem durar até o início da próxima semana. As chuvas são resultado da atuação da zona de convergência intertropical (ZCIT) que gera formação de nuvens carregadas. Ainda não é possível afirmar se o sistema atuará de forma intensiva no estado ou será apenas passageiro.
18
dez

Registro de precipitações pelo RN…

Postado às 12:12 Hs

Sábado de chuvas no RN.

Veja e confira as chuvas registradas neste sábado (17) pelas estações pluviométricas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) instaladas em alguns municípios do Vale do Açu:

Assú: 1,19 mm Ipanguaçu: 1,39 mm Pendências: 17,51 mm Alto do Rodrigues: 0,2 mm Nas demais regiões do estado, as estações do Cemaden registraram chuvas em Mossoró (variando de 4,92 a 6,89 mm), Natal (variando de 0,59 a 6,3 mm), Monte Alegre (4,2 mm), Caraúbas (3,4 mm), Canguaretama (3,35 mm), Várzea (2,4 mm), Jardim de Piranhas (1,58 mm), Goianinha (1,58 mm), Patu (1,4 mm), Ceará­Mirim (0,98 mm), Apodi (0,4 mm), Antonio Martins (0,2 mm) e São Paulo do Potengi (0,2 mm).

O monitoramento da Agência Nacional de Águas registrou chuvas na divisa da Paraíba com o Rio Grande do Norte que atingiu 12,8 mm. Registro de chuvas também Jardim de Piranhas (1,2 mm), açude Itans (0,2 mm), sítio Canto Alegre/Diba, em Alto do Rodrigues (1,8 mm), Governador Dix­Sept Rosado (3 mm) e Pau dos Ferros, 1 mm. Informações não oficiais apontam para o registro de chuvas no Distrito de Irrigação Baixo Açu, em Alto do Rodrigues, variando de 6 mm a 50 mm. Também tem informações extra oficiais de chuvas em Jucurutu, Serra do Mel, Paraú (mais de 30 mm), São Rafael e na comunidade Hipólito, em Mossoró (43 mm).

Que elas continuem…assim desejamos

nov 17
sábado
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