Boa notícia para o estado: tem chovido acima do esperado no Rio Grande do Norte. A Unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) elaborou um relatório com as informações pluviométricas no estado, desde 1º de janeiro de 2018 até ontem (18).

O levantamento revelou que o acumulado ficou 22,3% acima da média, apesar do veranico (período sem chuva) prolongado de março. A média utilizada para o estudo, segundo o chefe da unidade, Gilmar Bristot, refere-se aos dados coletados, no período de 2003 a 2016, dos postos pluviométricos com mais de 30 anos acompanhados pela Emparn.

A pesquisa foi realizada mês a mês e por mesorregião do Estado, em fevereiro, na sede da Emparn, no bairro do Jiqui, em Parnamirim. O estudo confirma as previsões dos meteorologistas do Nordeste e de várias instituições e órgãos nacionais: as chuvas estão acima da média em várias regiões do Rio Grande do Norte e do Nordeste, principalmente no semiárido, que atravessava seis anos consecutivos de estiagem.

16
abr

Melhoras

Postado às 10:00 Hs

Chuvas trazem melhorias no abastecimento do Estado. As últimas chuvas trouxeram esperança para o homem do campo e para a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A empresa trabalha para nos próximos dias retomar o abastecimento de água em cinco munícipios; reduzindo para dez o número de cidades em colapso. Na região Alto Oeste, uma das mais afetadas com a crise hídrica, a previsão é que quatro munícipios tenham o fornecimento de água através da Companhia. Na cidade Francisco Dantas a barragem municipal está sangrando, a empresa trabalha neste momento em ajuste do Sistema de Abastecimento para poder regularizar a distribuição. Já nas cidades de Marcelino Vieira, Paraná e Tenente Ananias a Caern está analisando a qualidade da água para voltar a abastecer em aproximadamente 15 dias. Com a ativação dos quatro sistemas será beneficiada uma população de aproximadamente 26 mil pessoas.
O retorno das chuvas ao interior do Estado continua propiciando melhora das reservas hídricas potiguares. O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta segunda-feira (9), indica a saída de alguns reservatórios do chamado volume morto e também uma redução dos mananciais secos. Dos 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Igarn, atualmente, 15 estão em volume morto, em termos percentuais 31,91% dos mananciais monitorados. Em termos comparativos, no último relatório, divulgado no dia 2 de abril, os reservatórios em volume morto eram 19, o que representava 40,42% do total de mananciais monitorados. Já os reservatórios que ainda se encontram secos são 6, em termos percentuais, 12,76%. No dia 2 de abril, 11 reservatórios ainda estavam sem águas, o que representava 23,40% dos açudes potiguares monitorados. Os açudes, Flechas, em José da Penha; Lucrécia, no município de Lucrécia; Brejo, em Olho d’Água dos Borges; Santa Cruz do Trairi e Inharé, ambos em Santa Cruz; foram os açudes que estavam secos e receberam recarga.
09
abr

Registro

Postado às 13:39 Hs

A unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registrou boas chuvas no fim de semana, da manhã da última sexta-feira até a manhã de hoje (9), provocadas pelo fortalecimento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A EMPARN registrou precipitações em 92 postos pluviométricos monitorados diariamente, em todas as regiões do Estado. Os maiores volumes ocorreram nas regiões Oeste e Central, onde vários açudes receberam uma boa quantidade de água.
26
mar

Previsão

Postado às 15:33 Hs

Meteorologia prevê céu parcialmente nublado e chuvas para os próximos dias no RN.

A previsão para os próximos dias, no Rio Grande do Norte, é de céu parcialmente nublado com chuvas, principalmente no interior do estado. A boa notícia para o sertanejo é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), que nesta segunda-feira (26) informou que as condições oceânicas e atmosféricas estão favoráveis para a ocorrência de precipitações.

O sertanejo espera o mês de março com ansiedade, já que normalmente é o mês que mais chove no sertão nordestino. Mas, apesar da previsão de um bom inverno, foram registradas poucas chuvas desde o início do mês. “Foram mais de duas semanas sem chover por causa de uma massa de ar quente que estava dificultando a formação de chuva. A boa notícia é que neste fim de semana houve registros de boas chuvas no interior, principalmente nas regiões Oeste e Central”, ressaltou a Emparn.

O Dia de São José, comemorado segunda-feira, 19, foi de decepção para boa parte do Rio Grande do Norte. Afinal, não choveu como o esperado em quase a totalidade do Estado, o que, tradicionalmente, significaria que o “inverno” não será chuvas – e mantendo a situação de seca pelo 7º ano consecutivo. Porém, para a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), as notícias não são negativas. Afinal, nesta terça-feira, 20 de março, começa oficialmente o outono, período que tradicionalmente concentra as principais chuvas no interior do Estado. E a expectativa é que as chuvas recomecem e sejam regulares até o final de abril, sobretudo, nas regiões Oeste e Central. Quem reafirma essa previsão é o meteorologista da Emparn, Gilmar Bistrot. Segundo ele, nos últimos dias houve um bloqueio na formação de chuvas, o que acabou prejudicando a regularidade das chuvas no interior. Contudo, as condições oceânicas que ensejaram as previsões otimistas do início do ano continuam, com chuvas reiniciando já nesta semana.
A previsão climática é realizada pelos núcleos de meteorologia do Nordeste. Para 2018, observou-se a presença do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, situação que é favorável a ocorrência de chuva na região Nordeste. As condições favoráveis continuam presentes e o fato de março de 2018 ainda não ter chovido de forma normal, com um veranico na primeira quinzena do mês, está relacionado com a variação intrasazonal, que pode ser traduzida como a presença de subsidência (alta pressão), causada por uma onda planetária na sua fase positiva sobre o Nordeste Brasileiro.
19
mar

Com as bênçãos de São José

Postado às 6:58 Hs

Reza a tradição nordestina que se chover hoje no Nordeste será bom e a colheita do milho, em junho (ou seja, já nas festas juninas, quando a base das comidas típicas é o milho) será abundante; caso não chova, haverá inverno seco, e, portanto a colheita do milho será escassa. No Rio Grande do Norte, a previsão da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN(EMPARN) para o Dia de São José é de que haverá pancadas de chuvas tanto no interior quanto no litoral do estado. Mas independente das previsões da Emparn, os fiéis já estão fazendo suas orações pedindo chuva ao santo padroeiro do agricultor nordestino.

Coincidência ou não, a crença não morre, prossegue nos filhos e netos que ainda esperam um dia 19 de março chuvoso, como garantia de fartura para afastar o fantasma da destruição das estiagens. Mas será uma questão de Fé, ou será uma questão de Ciência? Ou ambas as coisas?

Para resolver a questão, entrevistamos um padre devoto e peregrino de São José, afinal ninguém melhor do que ele para dizer os poderes do santo.Apesar da igreja não estimular esse tipo de crendice, preferindo enaltecer a figura de São José como o pai adotivo de Jesus, esposo de Maria e patrono universal da igreja, temos que respeitar a crendice popular pois é fruto da experiência do agricultor que não criou a devoção por acaso.

Viva São José !!! Que elas venham…

18
mar

Potiguares aguardando às chuvas…

Postado às 19:39 Hs

Reza a tradição nordestina que se chover hoje no Nordeste será bom e a colheita do milho, em junho (ou seja, já nas festas juninas, quando a base das comidas típicas é o milho) será abundante; caso não chova, haverá inverno seco, e, portanto a colheita do milho será escassa. No Rio Grande do Norte, a previsão da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN(EMPARN) para o Dia de São José é de que haverá pancadas de chuvas tanto no interior quanto no litoral do estado. Mas independente das previsões da Emparn, os fiéis já estão fazendo suas orações pedindo chuva ao santo padroeiro do agricultor nordestino. ”Desde criança ouço a ladainha de que o dia de São José foi abençoado por Deus para ser um sinal de chuva no sertão.

Me acostumei com isso e todos os anos, mesmo não estando mais na atividade no roçado, fico ansioso para saber as previsões meteorológicas e rezo para que o santo interceda a Deus por chuva na minha terra e em todo sertão porque isso é bom tanto para quem vive no campo como para nós que estamos na cidade”, declara o servidor público aposentado Francisco Alves de Souza, 73. Nascido na fronteira do Rio Grande do Norte e Ceará, seu Francisco viveu a juventude em Pau dos Ferros, onde trabalhava em plantações de feijão, algodão, milho e outras culturas de subsistências. “Foi capinando, alimentando o gado e olhando pro alto que passei a acreditar na providência do Dia de São José”.

Já a dona de casa Elita Barbosa de Amorim disse que seu pai era agricultor e ainda hoje lembra de suas falas entre a família e amigos: “Se até 19 de março não chover, não tem inverno, é a seca”. Esse pensamento não era só do meu pai, era também do meu avô, a serra de Portalegre inteira, onde temos nossas terras se mobilizava fazendo procissões e novenas, pedindo ao santo misericórdia para o sertão.

Quando o santo atendia, era festa no sertão. “Mas, ocorria períodos que o santo não queria ouvir o apelo e o que se via era morte do gado e da lavoura no sertão e a triste partida do nordestino num pau de arara para outras terras menos secas deixando sua terra numa triste partida. Pode até ser coincidência, mas normalmente cai um chuva nesse dia, pouca ou muita, mas cai”, disse dona Elita. Coincidência ou não, a crença não morre, prossegue nos filhos e netos que ainda esperam um dia 19 de março chuvoso, como garantia de fartura para afastar o fantasma da destruição das estiagens. Mas será uma questão de Fé, ou será uma questão de Ciência? Ou ambas as coisas?

Para resolver a questão, entrevistamos um padre devoto e peregrino de São José, afinal ninguém melhor do que ele para dizer os poderes do santo. O padre José Gilberto dos Santos, que também é capelão do Exército Brasileiro, trabalha na divulgação de São José, divulga o ‘terço abençoado de São José’ e, segundo ele, através dele muitas pessoas têm alcançado graça através da oração diária. ”Temos ido às paróquias ensinamos as pessoas rezarem e a ler os documentos da igreja sobre São José. Mas em nenhum deles há referência a São José como um santo intercessor de chuvas. Isso faz parte da devoção popular, não há base nem teológica nem científica. Apesar da igreja não estimular esse tipo de crendice, preferindo enaltecer a figura de São José como o pai adotivo de Jesus, esposo de Maria e patrono universal da igreja, temos que respeitar a crendice popular pois é fruto da experiência do agricultor que não criou a devoção por acaso”, explica o padre José Gilberto.

São José é padroeiro dos municípios de Angicos, Carnaúba dos Dantas, Coronel João Pessoa, Rodolfo Fernandes, São José de Campestre, São José do Seridó. E padroeiro do estado do Ceará e Amapá.

previsão climática é realizada pelos núcleos de meteorologia do Nordeste com o apoio de Instituições Federais como o INMET e o CPTEC/INPE, que utilizam ferramentas como modelos de previsão climática e conhecimentos específicos. Para essas análises são utilizadas informações referentes aos oceanos Pacífico e Atlântico.

Para 2018, observou-se a presença do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, situação que é favorável a ocorrência de chuva na região Nordeste. Para o caso do oceano Atlântico Norte foi observado uma evolução favorável entre os meses de dezembro/17 a fevereiro/18 no que diz respeito as temperaturas do Atlântico Norte e Atlântico Sul.

As condições favoráveis continuam presentes e o fato de março de 2018 ainda não ter chovido de forma normal, com um veranico na primeira quinzena do mês, está relacionado com a variação intrasazonal, que pode ser traduzida como a presença de subsidência (alta pressão), causada por uma onda planetária na sua fase positiva sobre o Nordeste Brasileiro. Essa onda planetária, figura abaixo- é uma oscilação que circula o planeta, apresentado fases positivas e negativas, quando positiva (cor amarelada na figura), o ar desce sobre uma determinada região dificultando a formação de chuvas, quando a fase é negativa (cor azul na figura), o ar é forçado a subir e facilita a formação de chuvas. Existe boa correlação estatística com o que ocorre na região da Oceania, de que 30 a 60 dias viria a ocorrer sobre a região Nordeste do Brasil. Como a figura mostra, estamos ainda sob a influência da fase positiva e nos próximos dias essa fase deverá mudar, entrando numa fase mais favorável para a ocorrência de chuvas sobre a região Nordeste.

Esse mesmo sistema causou boas chuvas durante o mês de fevereiro/18, quando estava na fase negativa.  Essa situação causada por essa onda planetária deverá permanecer por mais alguns dias (dias 19 a 20 de março de 2018), quando, então as condições para ocorrência de chuvas deverão voltar a acontecer sobre a região.

O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta segunda-feira (5), aponta que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves (ARG) saiu do volume morto com as recentes recargas de água recebidas após as chuvas. Apesar da boa notícia, a cota mínima de água do manancial antes de entrar no chamado volume morto é de 35m e atualmente ela se encontra com 35,03m, ou seja, a diferença é de apenas 3 centímetros, como o consumo médio é de 2cm por dia no reservatório, se não houver reposição de águas, ele poderá voltar ao nível crítico ainda esta semana. Josivan Cardoso, diretor-presidente do Igarn, alerta que a continuidade das precipitações chuvosas é essencial para que a situação do maior reservatório do Estado, que possui capacidade para 2,4 bilhões de metros cúbicos de água, e está com 284,986 milhões de m³, possa atingir nível realmente confortável, não só para o abastecimento atual, mas também para suportar até o próximo período chuvoso. “Mesmo saindo do volume morto, alertamos que precisa continuar chovendo para que o nível se mantenha e se eleve, pois mesmo com o controle e a Fiscalização as águas da ARG continuam sendo usadas para os abastecimentos dos municípios potiguares que dependem de suas águas”, explica o Josivan Cardoso.
05
mar

Registro

Postado às 16:29 Hs

O fim de semana foi de chuvas em boa parte do sul do território do Estado. A informação está registrada no boletim pluviométrico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). Os dados correspondem ao período entre 7h da manhã de sexta-feira (2) e 7h da manhã desta segunda-feira (5). O município onde mais choveu foi Parnamirim, com 74,2 milímetros. Ainda na região Leste Potiguar, outro destaque foi Espírito Santo. Na localidade, a Emparn registrou 60,8 mm.
16
fev

Registro de chuvas

Postado às 19:50 Hs

Nas últimas 24 horas, da manhã de ontem (quinta-feira) até a manhã de hoje (16), a unidade de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), registrou chuvas em 70 pluviômetros monitorados diariamente, em todas as regiões do estado. As maiores precipitações foram registradas nas mesorregiões Oeste e Leste. Aos poucos as chuvas vão garantindo o início do plantio da safra de 2018. A previsão é de predominância de céu parcialmente nublado, com a presença da Zona der Convergência Intertropical provocando mais chuvas em todas as regiões potiguares. As chuvas mais intensas foram registradas na região Central do estado. Destaque para Pedro Avelino (Base Física da Emparn), onde choveu 90,0 milímetros. Choveu ainda em Guamaré, 34,3mm; Macau, 25,7mm; São Bento do Norte, 18,56mm; Fernando Pedroza, 15,1mm; Angicos, 14,9mm; Florânia, 14,3mm; Caicó (Açude Itans), 14,2mm; Lajes, 1,9mm. Choveu ainda em Jardim do Seridó, Parelhas, Cerro Corá e São Fernando.
15
fev

Chuvas aliviam angústia do homem do campo

Postado às 22:31 Hs

Embora não tenham tirado os açudes de situação crítica, as chuvas dos últimos dias promovem um alívio para o homem do campo, com elevação de volumes de açudes, lagoas e aumento do fluxo em rios importantes do Rio Grande do Norte. A opinião é de Josivan Cardoso, presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn).

Com dados divulgados entre os dias 9 e 14, a bacia hidrográfica dos rios Piranhas-Açu, a barragem que ganho a maior contribuição das águas foi a Armando Ribeiro Gonçalves, cuja lâmina d’água subiu 6 centímetros. Ela encerrou os últimos quatro dias de medição com um saldo positivo 2,7 milhões de metros cúbicos, atingindo 10,9% da sua capacidade, que tem volume total 2,4 bilhões de metros cúbicos.

“Embora a barragem continue no volume morto, qualquer gota é muito importante, pois precisamos manter a vazão de águas para o rio Açu, do qual depende a produção agrícola da região e o abastecimento de Mossoró e cidades da região salineira como Pendências, Macau e Guamaré”, falou Cardoso.

A lâmina d’água do açude Pataxó, em Ipanguassu subiu 1 cm, o equivalente a 37 mil metros cúbicos de água. O Mendubim, em Açu subiu 14 cm, um voume equivalente a 1,1 milhões de metros cúbicos. Já o Boqueirão de Angicos (Afonso de Bezerra) subiu 14 cm e ganhou 60 mil metros cúbicos.

Ainda na bacia do Rio Piranhas, o açude Passagem das Traíras, em São José do Seridó, aumentou 21 cm e recebeu 500 metros cúbicos por ter uma área projetada bem menor.

A bacia hidrográfica Apodi-Mossoró ganhou uma menor contribuição de águas do que a do Piranhas-Açu. O único açude que foi possível ter informações Morcego, em Campo Grande). Ele subiu 2 cm e recebeu 6,5 mil metor cúbicos.

As chuvas também trouxeram benefícios para os pequenos reservatórios não monitorados, ou seja, os que possuem volume abaixo de 5 milhões de metros cúbicos. Eles podem ser públicos (municipais) ou privados e, quando sangram, suas águas vazam para os grandes reservatórios. Além disso, os pequenos reservatórios mudam significativamente a rotina das pequenas propriedades rurais. “Se a água for usada racionalmente, é possível mantê-la o ano inteiro”, diz o presidente do Igarn.

Rios importantes que cortam o estado também subiram, como o Piranhas e o Ceará-Mirim, também contribuindo positivamente para os pequenos agricultores.

15
fev

Registro

Postado às 18:39 Hs

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) divulgou os dados referentes às chuvas ocorridas entre às 7h da última sexta-feira, 9, e 7h desta quinta-feira, 15. Em Mossoró, as precipitações pluviométricas no período totalizaram 41 milímetros. No acumulado do ano, o segundo maior município do RN soma 64,4 mm de chuvas.

Na região Oeste Potiguar, o maior volume de chuvas no carnaval foi registrado em Antônio Martins: 143 mm. Ainda no Oeste, choveu forte também em Baraúna (138,5 mm); João Dias (126 mm); São Francisco do Oeste (122,4 mm), Alto de Rodrigues e Viçosa (115 mm); Campo Grande (104,8 mm) e São Rafael (102,2 mm).

Dos 173 postos monitorados pela Emparn, foram registradas chuvas em 117. Em Parnamirim, foram 216 mm. Em Natal, 76,9 mm. Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas durante o carnaval e quarta-feira de cinzas foram causadas pela Zona de Convergência Intertropical, principal sistema que provoca chuva na região Nordeste neste período do ano.

As recentes chuvas também trouxeram melhora de volume em alguns dos 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn). A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves recebeu 2,7 milhões de metros cúbicos e 6cm de volume. A continuidade e intensificação das precipitações são esperadas para proporcionarem melhora as reservas hídricas estaduais que continuam baixas.

Outros reservatórios que apresentaram aumento no seu volume. O açude Mendubim, em Assú, teve uma elevação de 14cm no seu volume, já o reservatório de Passagem das Traíras, em São José do Seridó teve um aumento de 21cm no seu volume. Na região oeste o único manancial a apresentar mudança significativa foi o Açude Morcego que aumentou seu volume em 2cm.

A previsão do tempo para o período do Carnaval 2018 traz como destaque a predominância de ocorrência de chuvas em todos os dias de festa. Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, pela análise das imagens de satélite, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), associada à presença de um Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS) que deverão atuar durante todo o período do carnaval mantendo o céu parcialmente nublado com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado.

No período de carnaval, as temperaturas mínimas em Natal vão variar entre 23 e 26 graus Celsius e as máximas devem ficar entre 31 e 32 graus Celsius, enquanto no interior as máximas estarão variando entre 34º na região Agreste a 37 graus Celsius no Alto Oeste.

Para esta sexta-feira, 9, a predominância é de céu parcialmente nublado em todo o Estado com maior concentração de chuvas nas regiões Oeste (período da tarde e início da noite) e Litoral Leste (início da manhã). Nas demais regiões pancadas isoladas de chuvas.

No sábado, 10, a predominância é de céu parcialmente nublado a nublado em todas as regiões do Estado, com ocorrência de chuvas no período da tarde no interior e a qualquer hora do dia na faixa litorânea.

Domingo, 11, apresenta uma predominância de céu nublado em todo o Estado com ocorrência de pancadas de chuvas. A concentração maior das chuvas deverá acontecer nas regiões de Mossoró, Alto Oeste e Litoral Leste com ocorrências de trovoadas e descargas elétrica

Na segunda-feira, 12, a previsão é de predominância de céu encoberto com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado.

Já na terça, 13, o sol deverá predominar nas regiões do Agreste e Central. No Oeste e Litoral Leste ainda acontecerão pancadas de chuvas concentradas durante a tarde no interior e pela manhã no Litoral.

23
jan

Um bom inverno

Postado às 10:20 Hs

Permanência do La Niña no Oceano pode garantir bom inverno no semiárido Potiguar

A previsão de permanência do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico pelo menos até meados de 2018, associado com a melhora nas condições da temperatura superficial das águas do Oceano Atlântico sul, indicam uma tendência de chuvas de normal a acima do normal para o período chuvoso no semiárido potiguar, que vai de fevereiro a abril de 2018, nesse período chove em média de 500mm a 600mm, principalmente nas regiões Oeste e Central.

Análise das condições climáticas atuais e previsão de chuva para fevereiro, março e abril de 2018 no RN

O Mês de dezembro de 2017 apresentou uma característica pluviométrica inerente ao clima semiárido, que é alta variabilidade temporal e principalmente espacial na ocorrência das chuvas. Em algumas regiões ocorrendo chuvas e outras, sem chuvas. Esse comportamento resulta da atuação de sistemas meteorológicos transientes de difícil previsibilidade como é o caso dos Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VCANS) e Frentes Frias, comuns atuar sobre a região nesta época do ano.

Todos nós na expectativa… Aguardemos !

abr 21
sábado
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