16
fev

Registro de chuvas

Postado às 19:50 Hs

Nas últimas 24 horas, da manhã de ontem (quinta-feira) até a manhã de hoje (16), a unidade de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), registrou chuvas em 70 pluviômetros monitorados diariamente, em todas as regiões do estado. As maiores precipitações foram registradas nas mesorregiões Oeste e Leste. Aos poucos as chuvas vão garantindo o início do plantio da safra de 2018. A previsão é de predominância de céu parcialmente nublado, com a presença da Zona der Convergência Intertropical provocando mais chuvas em todas as regiões potiguares. As chuvas mais intensas foram registradas na região Central do estado. Destaque para Pedro Avelino (Base Física da Emparn), onde choveu 90,0 milímetros. Choveu ainda em Guamaré, 34,3mm; Macau, 25,7mm; São Bento do Norte, 18,56mm; Fernando Pedroza, 15,1mm; Angicos, 14,9mm; Florânia, 14,3mm; Caicó (Açude Itans), 14,2mm; Lajes, 1,9mm. Choveu ainda em Jardim do Seridó, Parelhas, Cerro Corá e São Fernando.
15
fev

Chuvas aliviam angústia do homem do campo

Postado às 22:31 Hs

Embora não tenham tirado os açudes de situação crítica, as chuvas dos últimos dias promovem um alívio para o homem do campo, com elevação de volumes de açudes, lagoas e aumento do fluxo em rios importantes do Rio Grande do Norte. A opinião é de Josivan Cardoso, presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn).

Com dados divulgados entre os dias 9 e 14, a bacia hidrográfica dos rios Piranhas-Açu, a barragem que ganho a maior contribuição das águas foi a Armando Ribeiro Gonçalves, cuja lâmina d’água subiu 6 centímetros. Ela encerrou os últimos quatro dias de medição com um saldo positivo 2,7 milhões de metros cúbicos, atingindo 10,9% da sua capacidade, que tem volume total 2,4 bilhões de metros cúbicos.

“Embora a barragem continue no volume morto, qualquer gota é muito importante, pois precisamos manter a vazão de águas para o rio Açu, do qual depende a produção agrícola da região e o abastecimento de Mossoró e cidades da região salineira como Pendências, Macau e Guamaré”, falou Cardoso.

A lâmina d’água do açude Pataxó, em Ipanguassu subiu 1 cm, o equivalente a 37 mil metros cúbicos de água. O Mendubim, em Açu subiu 14 cm, um voume equivalente a 1,1 milhões de metros cúbicos. Já o Boqueirão de Angicos (Afonso de Bezerra) subiu 14 cm e ganhou 60 mil metros cúbicos.

Ainda na bacia do Rio Piranhas, o açude Passagem das Traíras, em São José do Seridó, aumentou 21 cm e recebeu 500 metros cúbicos por ter uma área projetada bem menor.

A bacia hidrográfica Apodi-Mossoró ganhou uma menor contribuição de águas do que a do Piranhas-Açu. O único açude que foi possível ter informações Morcego, em Campo Grande). Ele subiu 2 cm e recebeu 6,5 mil metor cúbicos.

As chuvas também trouxeram benefícios para os pequenos reservatórios não monitorados, ou seja, os que possuem volume abaixo de 5 milhões de metros cúbicos. Eles podem ser públicos (municipais) ou privados e, quando sangram, suas águas vazam para os grandes reservatórios. Além disso, os pequenos reservatórios mudam significativamente a rotina das pequenas propriedades rurais. “Se a água for usada racionalmente, é possível mantê-la o ano inteiro”, diz o presidente do Igarn.

Rios importantes que cortam o estado também subiram, como o Piranhas e o Ceará-Mirim, também contribuindo positivamente para os pequenos agricultores.

15
fev

Registro

Postado às 18:39 Hs

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) divulgou os dados referentes às chuvas ocorridas entre às 7h da última sexta-feira, 9, e 7h desta quinta-feira, 15. Em Mossoró, as precipitações pluviométricas no período totalizaram 41 milímetros. No acumulado do ano, o segundo maior município do RN soma 64,4 mm de chuvas.

Na região Oeste Potiguar, o maior volume de chuvas no carnaval foi registrado em Antônio Martins: 143 mm. Ainda no Oeste, choveu forte também em Baraúna (138,5 mm); João Dias (126 mm); São Francisco do Oeste (122,4 mm), Alto de Rodrigues e Viçosa (115 mm); Campo Grande (104,8 mm) e São Rafael (102,2 mm).

Dos 173 postos monitorados pela Emparn, foram registradas chuvas em 117. Em Parnamirim, foram 216 mm. Em Natal, 76,9 mm. Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, as chuvas durante o carnaval e quarta-feira de cinzas foram causadas pela Zona de Convergência Intertropical, principal sistema que provoca chuva na região Nordeste neste período do ano.

As recentes chuvas também trouxeram melhora de volume em alguns dos 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn). A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves recebeu 2,7 milhões de metros cúbicos e 6cm de volume. A continuidade e intensificação das precipitações são esperadas para proporcionarem melhora as reservas hídricas estaduais que continuam baixas.

Outros reservatórios que apresentaram aumento no seu volume. O açude Mendubim, em Assú, teve uma elevação de 14cm no seu volume, já o reservatório de Passagem das Traíras, em São José do Seridó teve um aumento de 21cm no seu volume. Na região oeste o único manancial a apresentar mudança significativa foi o Açude Morcego que aumentou seu volume em 2cm.

A previsão do tempo para o período do Carnaval 2018 traz como destaque a predominância de ocorrência de chuvas em todos os dias de festa. Segundo o meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, pela análise das imagens de satélite, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), associada à presença de um Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS) que deverão atuar durante todo o período do carnaval mantendo o céu parcialmente nublado com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado.

No período de carnaval, as temperaturas mínimas em Natal vão variar entre 23 e 26 graus Celsius e as máximas devem ficar entre 31 e 32 graus Celsius, enquanto no interior as máximas estarão variando entre 34º na região Agreste a 37 graus Celsius no Alto Oeste.

Para esta sexta-feira, 9, a predominância é de céu parcialmente nublado em todo o Estado com maior concentração de chuvas nas regiões Oeste (período da tarde e início da noite) e Litoral Leste (início da manhã). Nas demais regiões pancadas isoladas de chuvas.

No sábado, 10, a predominância é de céu parcialmente nublado a nublado em todas as regiões do Estado, com ocorrência de chuvas no período da tarde no interior e a qualquer hora do dia na faixa litorânea.

Domingo, 11, apresenta uma predominância de céu nublado em todo o Estado com ocorrência de pancadas de chuvas. A concentração maior das chuvas deverá acontecer nas regiões de Mossoró, Alto Oeste e Litoral Leste com ocorrências de trovoadas e descargas elétrica

Na segunda-feira, 12, a previsão é de predominância de céu encoberto com ocorrência de chuvas em todas as regiões do Estado.

Já na terça, 13, o sol deverá predominar nas regiões do Agreste e Central. No Oeste e Litoral Leste ainda acontecerão pancadas de chuvas concentradas durante a tarde no interior e pela manhã no Litoral.

23
jan

Um bom inverno

Postado às 10:20 Hs

Permanência do La Niña no Oceano pode garantir bom inverno no semiárido Potiguar

A previsão de permanência do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico pelo menos até meados de 2018, associado com a melhora nas condições da temperatura superficial das águas do Oceano Atlântico sul, indicam uma tendência de chuvas de normal a acima do normal para o período chuvoso no semiárido potiguar, que vai de fevereiro a abril de 2018, nesse período chove em média de 500mm a 600mm, principalmente nas regiões Oeste e Central.

Análise das condições climáticas atuais e previsão de chuva para fevereiro, março e abril de 2018 no RN

O Mês de dezembro de 2017 apresentou uma característica pluviométrica inerente ao clima semiárido, que é alta variabilidade temporal e principalmente espacial na ocorrência das chuvas. Em algumas regiões ocorrendo chuvas e outras, sem chuvas. Esse comportamento resulta da atuação de sistemas meteorológicos transientes de difícil previsibilidade como é o caso dos Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VCANS) e Frentes Frias, comuns atuar sobre a região nesta época do ano.

Todos nós na expectativa… Aguardemos !

22
jan

Boas chuvas…

Postado às 19:00 Hs

Meteorologistas apontam chuvas acima da média para o semiárido potiguar

A previsão de permanência do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, associado com a melhora nas condições da temperatura superficial das águas do Oceano Atlântico sul, indicam uma tendência de chuvas de normal a acima do normal para o período chuvoso no semiárido potiguar, que vai de fevereiro a abril de 2018. Nesta época chove em média de 500mm a 600mm, principalmente nas regiões Oeste e Central.

A conclusão foi divulgada durante a realização em Fortaleza/ CE do XX Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Essa informação é de extrema importância não só para o seguimento agropecuário, mas para toda economia do Rio Grande do Norte, já que 93% do território potiguar está no semiárido. Os potiguares têm enfrentado uma seca severa que resultou nos esvaziamento de reservatórios importantes para o abastecimento da população.

O fim de semana foi de chuva em pelo menos 96 municípios do Rio Grande do Norte, a maior parte deles na região Oeste – uma das que mais sofre com a seca. A estiagem, que já dura seis anos consecutivos, é considerada a mais severa de todos os tempos no estado.

Em Ipanguaçu, onde mais choveu, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou 117,5 milímetros. Em Assu, na mesma região, as chuvas também passaram dos 100 milímetros. Lá, houve enxurrada e parte do calçamento de uma rua foi levada pela força das águas.

O Rio Grande do Norte deverá receber chuvas com maior distribuição temporal e espacial a partir desta sexta (19) até a quarta-feira (24), atingindo várias regiões do Estado de uma só vez. A informação é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn). De acordo com a previsão, o interior deverá ter chuvas mais intensas, enquanto no litoral as precipitações devem acontecer de forma espaçada e durante a madrugada e manhã.

Segundo Gilmar Bristot, chefe de meteorologia da Emparn, o fato se deve à dissipação do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que estava incidindo na região sem permitir a formação de nuvens de chuva. “A partir de quinta-feira o VCAN já deve começar a se dissipar, dando uma condição melhor para a formação das nuvens de chuva, permitindo que haja precipitações de maior intensidade e abrangendo mais áreas”, disse.

Com a previsão de chuvas, a esperança é que o cenário de seca se altere. “Para encher os nossos reservatórios, as chuvas previstas tem que cair no Alto Oeste e na Bacia Piranhas-Açu. Como agora, as precipitações devem ocorrer de forma mais distribuída espacialmente, é provável que a situação melhore um pouco”, afirmou Gilmar Bristot.

11
jan

Registro de chuvas

Postado às 13:32 Hs

As chuvas chegaram em  quase todas as áreas do Estado. O município de Carnaubais foi o que registrou maior precipitação de chuva nas últimas horas. A precipitação foi de  111 mm

Confira os demais índices nos municípios:

Carnaubais (Emater) – 111,3mm
Tibau (Prefeitura) – 87,5mm
Alto do Rodrigues (Diba/Baixo Açu) – 59,5mm
Grossos – 48,5mm
Areia Branca (Emater) – 43mm
Assu(Particular) – 38mm
Assu (Emater/St. Casa Forte) – 37,3mm
Ipanguaçu (Emater) – 25,7mm
Mossoró (Prefeitura) – 17,8mm
Baraúna (Emater) – 16,3mm
Gov. Dix-sept Rosado (Particular) – 10,3mm
Itajá (Emater) – 9mm
São Rafael (Particular) – 6,4mm
Paraú (Prefeitura) – 5,7mm
Messias Targino (Prefeitura) – 4,6mm
São Rafael (Emater) – 2,8mm
Janduis (Emater) – 2mm
Rafael Godeiro (Emater) – 0,7mm
Upanema (Prefeitura) – 0,4mm
Apodi (Base Física Emparn) – 0,3mm
Ipanguaçu (Base Física da Emparn) – 0,3mm

Região Central

Pedra Preta (Emater) – 10mm
Angicos (Prefeitura) – 5,5mm
Santana do Matos (Emater) 5,5mm
Fernando Pedroza (Emater) – 2,3mm
São Fernando (Emater) – 2,1mm

Região Agreste

Monte Alegre (Emater) – 19mm
Santo Antonio (Emater) – 15,7mm
Vera Cruz (Emater) – 9,4mm
Serrinha (Emater) – 7,2mm
Bento Fernandes (Riacho dos Paus-part.) – 6mm
São Paulo do Potengi (Emater) – 6mm
Boa Saúde (Emater) – 5,9mm
Sitio Novo (Prefeitura) – 4,5mm
Bom Jesus (Particular) – 2,7mm
Ielmo Marinho (Prefeitura) – 2mm
Monte das Gameleiras (Emater) – 2mm
Tangará (Emater) – 2mm
São Tomé (Emater) – 1,6mm

Região Leste

Senador Georgino Avelino (Particular) – 49,3mm
Extremoz (Emater) – 36,1mm
Taipú (Particular) – 33,5mm
Ceara Mirim (Prefeitura) – 28,8mm
Natal – 25,2mm
Parnamirim (Base Física Da Emparn) – 17,3mm
São Gonçalo do Amarante (Base Física da Emparn) – 13,5mm
Montanhas (Prefeitura) – 12,7mm
Baia Formosa (Destilaria Vale Verde) – 12,3mm
Canguaretama (Emater/barra De Cunhau) – 11,1mm
Maxaranguape (Particular) – 4,5mm
Pureza (Emater) – 3,9mm

Em Mossoró as precipitações aconteceram no final da tarde, início da noite para a alegria de muitos.

As chuvas que caíram no Rio Grande do Norte nos últimos dias e que devem se estender até o próximo final de semana ainda não são suficientes para promover melhorias nos reservatórios de água do Estado. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), isso só deve acontecer a partir do mês de fevereiro.

“A partir de fevereiro, com o início do período chuvoso, nós poderemos ter uma recuperação dos mananciais de água do RN”, afirmou o meteorologista Gilmar Bistrot.

Segundo ele, as primeiras chuvas do ano são responsáveis por umedecer o solo. “O solo está muito seco. Essas primeiras chuvas conseguem apenas umedecer o solo. Então, para ter uma recuperação considerável dos açudes é preciso ter uma concentração de chuvas boas. E, por enquanto, ainda não se tem isso”, explicou.

Registro de chuvas no RN:

Francisco Dantas 80 mm, Marcelino Vieira  57 mm, Pau dos Ferros 53mm ,Rafael Fernandes 41mm, Pilões 32mm, Dr. Severeriano 24 mm e Alexandria e Água Nova 23mm.

15
dez

Bom inverno

Postado às 20:21 Hs

Emparn vai divulgar análises semanais sobre o inverno, mas, perspectivas são boas.

Na terça-feira (19), Gilmar Bristot, Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, vai repassar para a imprensa e demais interessados no tema, os detalhes da análise sobre a quadra chuvosa para 2018. Será às 9h, no auditório da Emater – Centro Administrativo em Natal.

A Emparn já adiantou que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro antecedem o período chuvoso principal no semiárido potiguar. É a chamada pré-estação chuvosa. Os sistemas meteorológicos que costumam atuar durante essa época (vórtices ciclônicos de ar superior, frentes frias e linhas de instabilidade) são considerados de baixa previsibilidade. Por causa dessa dificuldade na previsão a longo prazo, as informações sobre ocorrência de chuvas serão analisadas semanalmente.

Nesta segunda quinzena de dezembro, a presença de instabilidades deve ocasionar chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com intensidade variando entre 10mm e 40mm. Em janeiro, a climatologia mostra um aumento de chuvas, principalmente nas regiões Oeste e Seridó, com valores que variam entre 20mm e 80mm. Para fevereiro, as chuvas apresentam acumulados maiores nas regiões Oeste, Vale do Assú e Seridó Ocidental, com valores acima de 100mm.

Para o período chuvoso de 2018, que deverá começar entre o fim de fevereiro e início de março, as primeiras análises mostram que existe uma forte tendência de chuvas próximas da normalidade climatológica, com índices variando entre 800mm e 1000mm, no total, dependendo da região.

O Rio Grande do Norte experimenta tendência de fim da seca e chuvas acima da média em 2018. A previsão é do PhD em Meteorologia Luiz Carlos Molion, feita no II Fórum das Águas, realizado nesta quinta-feira (30), em Apodi. A estimativa do pesquisador, referência internacional em meteorologia, é que as chuvas no Estado sejam até 15% acima da média, no próximo ano. O prognóstico de Molion não segue modelos climáticos, ao contrário de previsões mais usuais. “São ineficientes e cenários fictícios”, argumenta. Sua conclusão, sustenta, é embasada em cenários de similaridade, obtidos em dados pluviométrios dos últimos cem anos, que indicam semelhança com 1998 a 2001. Naqueles anos, o Rio Grande do Norte também saiu de grave estiagem para boas chuvas.
28
nov

Bom presságio…chuvas

Postado às 12:49 Hs

O volume de chuvas aumentará em 2018, segundo os meteorologistas, o ciclo de seis anos seguidos de seca severa para o semiárido do Nordeste está encerrado e não deverá se repetir nos próximos dez anos. O prognóstico do meteorologista Gilmar Bistrot (Emparn) à reportagem da Tribuna do Norte é corroborado por Luiz Carlos Baldicero Molion, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas. As análises apontam para um inverno que varia de normal e acima da média em 2018, abrindo uma possível sequência de nove anos com baixa possibilidade de secas repetidas. Fenômeno La Niña deverá se manter até meados de 2018. O gerente de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Britot, analisando as condições meteorológicas, com as chuvas e o vento forte que estão ocorrendo em parte do Nordeste, prevê a permanência do fenômeno La Ninã, até meados de 2018. Nas análises das imagens dos satélites meteorológicos, destaca que “no monitoramento das Oscilações 30-60 dias (onda planetária que circula o planeta na faixa equatorial de oeste para leste causando instabilidades na fase positiva), mostra que possivelmente em meados de dezembro essa oscilação estará com sua fase positiva sobre o nordeste brasileiro e com isso aumentando as condições de ocorrência de chuvas mais significativas”.
22
out

2018 melhor…

Postado às 20:16 Hs

Ciclo de seca está encerrado e 2018 será de inverno no Nordeste, prevê a meteorologia

Vai chover mais no próximo ano e, segundo os meteorologistas, o ciclo de seis anos seguidos de seca severa para o semiárido do Nordeste está encerrado e não deverá se repetir na próxima década. O prognóstico do meteorologista Gilmar Bistrot (Emparn) à reportagem da Tribuna do Norte é corroborado por Luiz Carlos Baldicero Molion, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas.

As análises apontam para um inverno que varia de normal e acima da média, em 2018, abrindo uma possível sequência de nove anos com baixa possibilidade de secas repetidas.

O gerente de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Britot, analisando as condições meteorológicas, com as chuvas e o vento forte que estão ocorrendo em parte do Nordeste, prevê a permanência do fenômeno La Ninã, até meados de 2018. Nas análises das imagens dos satélites meteorológicos, destaca que “no monitoramento das Oscilações 30-60 dias (onda planetária que circula o planeta na faixa equatorial de oeste para leste causando instabilidades na fase positiva), mostra que possivelmente em meados de dezembro essa oscilação estará com sua fase positiva sobre o nordeste brasileiro e com isso aumentando as condições de ocorrência de chuvas mais significativas”. Acrescenta o meteorologista que a ocorrência de chuva no Nordeste no período de fevereiro a maio, depende de vários fatores, entre eles as condições dos oceanos Pacífico e Atlântico e a Atividade Solar. “Hoje, analisando as condições atuais temos o Oceano Pacífico, a previsão é de ser favorável em 2018.
30
maio

Instabilidade

Postado às 11:05 Hs

Emparn prevê chuvas para os próximos dias.

As instabilidades oceânicas, os ventos úmidos e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) vão provocar mais chuvas no Rio Grande do Norte nos próximos dias.

De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), as precipitações devem ocorrer com intensidade maior nas regiões Leste e Agreste até por volta da quinta-feira, 1º de junho.

Das 7h do dia 26 às 7h desta segunda-feira, dia 29 de maio, os pluviômetros monitorados pela EMPARN em todo o estado registraram chuvas em 51 postos.

 

08
maio

Elas estão de volta…

Postado às 18:28 Hs

Emparn prevê chuvas para os próximos dias.

Com a instabilidade oceânica do leste e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), está prevendo mais chuvas em quase todo o Rio Grande do Norte, pelo menos até a próxima quinta-feira (11). As ocorrências estarão concentradas, principalmente, nas regiões Agreste e Leste, por ser um período típico de chuvas que se prolonga até julho. Ao todo, foram 50 pluviômetros com registros de chuvas.

Da manhã de sexta-feira (5) até a manhã desta segunda-feira (8), foram registradas boas chuvas em vários municípios. O boletim pluviométrico apurou que as precipitações mais fortes caíram nos municípios de Senador Georgino Avelino, 109,6 milímetros(mm); Extremoz, 104,7mm; Parnamirim (Base Física da EMPARN), 82,0mm e Natal, 75,2mm.

Choveu ainda no Oeste em Apodi, 23,0 mm; Serrinha dos Pintos, 10mm; Janduís, 3,8mm e também nos municípios de São Francisco do Oeste, Assu, Severiano Melo, Jucurutu, São Rafael, Campo Grande, Olho D’Agua dos Borges e Felipe Guerra. No Seridó, choveu em Carnaúba dos Dantas, 32,7mm; São Vicente, 23,5mm; Caicó (Açude Mundo Novo-EMPARN), 12,0mm; Florânia, 10,5mm e ainda em São Fernando.

No Agreste e no Leste, choveu em Boa Saúde, 39,2mm; Santo Antonio, 22,8mm; Nova Cruz, 18,0mm, Rui Barbosa, 15,9mm; Santa Maria, 15,0mm e São Pedro, 13,5mm. Choveu ainda em Bento Fernandes, São Tomé, Bom Jesus, Tangará, Taipu, Ceará- Mirim, Canguaretama, Espírito Santo, São José de Mipibu, Maxaranguape, São Gonçalo do Amarante Goianinha e Montanhas.

05
abr

Previsão

Postado às 12:29 Hs

Boas chuvas atingiram o RN no fim de semana; veja locais e previsão em Natal e outras cidades para os próximos dias

 A previsão de chuvas no RN foi confirmada no último fim de semana – da manhã da sexta-feira (31) até a manhã desta segunda-feira (3). De acordo com a Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), as precipitações foram registradas em 86 dos pluviômetros monitorados em todas as regiões do Estado. O maior acumulado foi em Baraúna, com 106,4 milímetros e Encanto, com 100mm, na mesorregião Oeste Potiguar.

Choveu forte ainda em Dr. Severiano, 70,0mm; Água Nova, 57,0mm; Riacho de Santana, 49,0mm; Serrinha dos Pintos, 48,0mm; Frutuoso Gomes, 36,0mm; Mossoró, 35,3mm; Ipanguaçu, 34,4mm; Lucrecia, 32,3mm e Campo Grande, 31,5mm. Choveu ainda em Umarizal, Apodi, Felipe Guerra, Janduís, entre outros municípios.

Na mesorregião Central, choveu em Caicó, 54,0mm; Fernando Pedroza, 26,0mm; Guamaré, 22,2mm; Florânia, 19,4mm; Lajes, 15,5mm; São Bento do Norte, 14,0mm; Santana do Matos, 9mm e ainda em Carnaúba dos Dantas, Angicos, São Fernando, Ouro Branco, Acari, entre outros municípios.

No Agreste, choveu em Bom Jesus, 80,5mm; Monte Alegre, 32,0mm; Sítio Novo, 18,00mm; Monte das Gameleiras, 17,0mm; Lagoa de Pedras, 15,5mm; São Tomé, 15,0mm e ainda em João Câmara e Parazinho. No Leste, choveu forte em Baía Formosa, 99,3mm; Canguaretama, 94,7mm; Goianinha, 75,6mm; Senador Georgino Avelino, 54,1mm; Extremoz, 30,1mm; Montanhas, 29,6mm; Ceará-Mirim, 29,5mm; São Gonçalo do Amarante, 23,1mm; Parnamirim, 12,5mm e Natal, 10,8mm.

 

 

 

fev 19
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