Por Pedro do Coutto

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria revela que na última década os salários perderam 16% de seu poder de compra, reduzindo o consumo de produtos manufaturados e funcionando para baixar o custo do sistema industrial, mas ao mesmo tempo diminuindo a oferta de preços no mercado. A produtividade, que podia ser apontada como essencial para um desenvolvimento sustentável, não apresentou índices expressivos e por isso os números comparativos da economia podem iludir e passar uma visão no fundo irreal.

A diminuição dos custos unitários do trabalho, indicador muito usado pelo sistema industrial brasileiro, recuou com base na diminuição da massa salarial.

CONTRADIÇÕES – A reportagem é de Loreana Rodrigues e Eduardo Rodrigues, edição de domingo de O Estado de São Paulo. A importância maior da matéria é que o estudo potencial do mercado colide com os dados recentes do IBGE. Proponho então duas coisas: que o IBGE, se for possível, conteste o panorama da CNI, e que a Fundação Getúlio Vargas publique sua versão a respeito de salários e empregos no espaço de tempo que vai de 2009 a 2019.

O problema relativo aos salários está também contido no fato de 11% dos profissionais de nível universitário ganharem até 1 salário mínimo. A matéria está assinada por Douglas Gravas e também foi publicada em O Estado de São Paulo. Por aí pode-se avaliar o panorama social que está atingindo o país.

INFORMALIDADE – Uma das causas reside no fato do avanço do emprego informal que no momento compõe cerca de 40% da mão de obra ativa brasileira. Quando a informalidade avança, claro, em consequência, recuam as receitas do INSS e do FGTS. A informalidade, assim, forma ao lado do desemprego para justificar não estar ocorrendo o necessário pagamento obrigações sociais por parte dos empregadores.

Uma das formas de combater o custo unitário dos produtos situa-se no plano da produtividade. Isso porque, quanto maior for a produtividade, menores serão os custos dos produtos industrializados. Entretanto, para a Confederação Nacional da Indústria, nos últimos anos a produtividade praticamente estagnou, bloqueando assim um dos caminhos principais para valorização relativa tanto das empresas empregadoras quanto dos empregados.

Portanto, o impasse entre capital e trabalho continua.

O Brasil está em último lugar no ranking da disponibilidade e custo de capital, que é um dos fatores determinantes da competitividade de um país. O ranking da disponibilidade e custo de capital, com dados de 2018, os últimos disponíveis, está na primeira edição do boletim Competitividade em Foco, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A publicação compara o Brasil com 17 países de economia similar à brasileira: Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Colômbia, Espanha, Indonésia, Índia, Coreia do Sul, México, Peru, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia e África do Sul.

De acordo com os últimos dados disponíveis, o Brasil tem a mais alta taxa de juros real de curto prazo entre os 18 países avaliados. Naquele ano, a taxa anual real de juros de curto prazo do Brasil era de 8,8% ao ano, 68% acima dos 5,2% ao ano cobrados na Rússia, que está na 17ª colocação.

08
maio

Apoio

Postado às 18:28 Hs

Pesquisa do Ibope divulgada nesta quarta-feira (8) mostrou que a maioria dos brasileiros concordam que é preciso fazer uma reforma na Previdência. A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre os dias 12 e 15 de abril. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima e para baixo.

A reforma da Previdência é considerada pelo governo uma das principais medidas para conter o rombo nas contas públicas e retomar o crescimento da economia. O texto foi enviado pelo Palácio do Planalto ao Congresso em fevereiro. Já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e atualmente tramita em uma comissão especial na Casa.

Veja os números:

Concordam: 59%

Discordam: 36%

Não sabem/não responderam: 5%

Não concorda nem discorda: 1%

Policiais federais prenderam hoje (19) temporariamente o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, como parte da Operação Fantoche. Ele e outros dez suspeitos – que, segundo a Polícia Federal (PF), fraudavam convênios do Ministério do Turismo com entidades do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Sebrae) – tiveram prisões autorizadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que tem conhecimento de que o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, está na Polícia Federal, em Brasília. De acordo com a entidade ele está no local para prestar esclarecimentos. “A CNI não teve acesso à investigação e acredita que tudo será devidamente esclarecido. Como sempre fez, a entidade está à disposição para oferecer todas as informações que forem solicitadas pelas autoridades.”

A economia brasileira crescerá 2,7% no próximo ano, de acordo com estimativa da edição especial do Informe Conjuntural – Economia Brasileira, que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (12). Segundo a CNI, essa expansão será impulsionada pelo crescimento de 3% da indústria e de 6,5% do investimento. O consumo das famílias aumentará 2,9% em 2019.

No entanto, diz a confederação, esse cenário só se confirmará se o governo eleito fizer o ajuste duradouro nas contas públicas, avançar nas reformas estruturantes, como a previdenciária e a tributária, e adotar medidas para melhorar o ambiente de negócios, entre as quais estão a desburocratização.

Desemprego e inflação – A previsão da CNI indica que a taxa de desemprego do país cairá para 11,4%, a inflação ficará em 4,1%, a taxa básica de juros, a Selic, alcançará 7,5% ao ano no fim de 2019 e a cotação média do dólar será de R$ 3,78.  A balança comercial fechará 2019 com um saldo positivo de US$ 45 bilhões. A dívida pública continuará subindo e alcançará 79,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).

Fonte: Agência Brasil

O Índice de Satisfação com a Vida, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), constatou que a população mais satisfeita com a vida reside nos municípios do interior do país. Foi lá onde se atingiu maior pontuação, 66,9 pontos, de uma escala de 0 a 100. Os menos satisfeitos são os que vivem nas periferias, 62 pontos. A pontuação obtida por residentes nas capitais ficou em 64,7 pontos.

Também é no interior onde se tem menos medo de perder o emprego, segundo o Índice de Medo do Desemprego. Lá o índice registrado ficou em 64,5 pontos, enquanto nas capitais e periferias esse índice ficou em 67,5 pontos.

O brasileiro estava com menos medo de perder o emprego em dezembro do que em setembro de 2017. No entanto, segundo o Índice de Medo do Desemprego e o Índice de Satisfação com a Vida, divulgados nesta sexta-feira (5) pela CNI, o brasileiro está mais preocupado com essa possibilidade, se comparado a dezembro de 2016.

10
out

Retomada

Postado às 15:00 Hs

Com a recessão tecnicamente superada, após dois trimestres seguidos de crescimento, a economia brasileira apresenta sinais mais consistentes de recuperação. Assim, impulsionado pela alta no consumo e pela forte queda na inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) do país encerrará 2017 com crescimento de 0,7%. A indústria, por sua vez, crescerá 0,8%, o primeiro resultado positivo desde 2013, segundo projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI) destacadas no Informe Conjuntural, divulgado nesta terça-feira (10). As estimativas foram revisadas para cima, diante do conjunto mais robusto de dados positivos na economia e de avanços na agenda de reformas – como a atualização das leis do trabalho e o anúncio de nova rodada de privatizações e concessões. Além disso, a forte queda na taxa de inflação amplia a renda disponível e ajuda a recuperar o consumo, efeito já sentido no comércio. “Na indústria, a gradual recuperação do consumo das famílias criará condições para o aumento da produção de forma mais disseminada”, diz o relatório da CNI.

Via ISTOÉ\Estadão

A porcentagem da população que considera a gestão provisória do presidente em exercício Michel Temer boa ou ótima é de apenas 13%, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ruim ou péssima é de 39%. Já os que consideram o governo regular são 36%. Outros 13% não souberam ou não quiseram responder. Os números da pesquisa têm margem de erro máxima de dois pontos porcentuais.

De acordo com o levantamento, 53% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Temer desde que ele assumiu, em meados de maio. A proporção dos que aprovam a gestão é de 31%. Não souberam ou não responderam 16%. A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança em relação ao presidente em exercício. A parcela dos que não confiam nele é de 66%.

O porcentual daqueles que confiam na pessoa do presidente é de 27%. Outros 7% não souberam ou não quiserem responder sobre a confiabilidade de Temer.

13
abr

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 9:03 Hs

  • A Câmara dos Deputados programou em reunião de líderes nesta terça-feira o rito da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário. Os debates começarão às 9 horas de sexta-feira e a votação deverá ocorrer na tarde de domingo, a partir das 14 horas. Os líderes partidários terão tempo para defender posição pró ou contra o impeachment e também para encaminhar a orientação do partido para votação. Quando a votação começar, os parlamentares poderão usar apenas um mesmo microfone e não caberá interrupção. Apesar de ainda não ter sido anunciado, deputados da oposição dão como certo de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), convocará os parlamentares a votarem da região Sul para a Norte. Como as bancadas gaúcha, catarinense e paranaense são menos governistas, a oposição comemora porque isso pode influenciar indecisos. O governo queria ordem alfabética. O Supremo Tribunal Federal rejeitou interferir na decisão. Oficialmente, Cunha tem dito que só definirá a ordem em cima da hora.
  • Em ambiente de recessão e crise política, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) ficou mais pessimista com a economia brasileira. Segundo o Informe Conjuntural, um estudo que contém as projeções da entidade, a perspectiva do Produto Interno Bruto (PIB) para 2016 passou de uma recessão de 2,6% no documento apresentado em dezembro para uma queda agora prevista em 3,1%. A pesquisa é divulgada trimestralmente. Esse resultado foi formado por uma série de indicadores ruins de composição do PIB. Para o consumo das famílias, a previsão piorou, passando de queda de 3,3% para retração de 4,4%. O PIB Industrial também deve encolher mais que o esperado anteriormente: a projeção negativa passou de 4,5% para 5,0%. A formação bruta de capital fixo (FBCF), que mostra os investimentos produtivos do País na composição do PIB, deve se retrair 13,5% em 2016. A expectativa anterior era melhor, mas ainda assim negativa, uma queda de 12,3%.
  • Se 2016 ainda está fraco para o lançamento de concursos grandes, o primeiro semestre do ano ainda guarda as melhores vagas. Nada menos do que 88.416 oportunidades serão abertas em concursos a serem oferecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até junho. Os editais já foram autorizados pelo Ministério do Planejamento e, segundo informações da assessoria do órgão, o que está faltando é apenas a conclusão do processo de escolha da banca organizadora. Do total de chances, cerca de 80 mil são para realização do Censo Agropecuário 2016, portanto temporárias. Elas serão assim distribuídas: 62.400 vagas para o cargo de recenseador, 12.540 para agente censitário supervisor, 5.500 para agente censitário municipal e 174 para agente censitário de informativa.
  • A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promove hoje (13), na BM&F Bovespa, na capital paulista, leilão para contratação de serviço de transmissão de energia elétrica em 20 estados do país. Serão licitados 24 lotes de empreendimentos, com 6,5 mil quilômetros de linhas de transmissão, localizados nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. A expectativa de investimentos é de R$ 12,2 bilhões. As instalações devem entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses a partir da data de assinatura dos contratos.
  • A cinco dias da votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, o Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, recebeu uma romaria de deputados de diversos partidos nesta terça-feira. Parlamentares que estiveram no local narraram ao site de VEJA um clima de festa entre os presentes, com direito a fila de carros na entrada, rodas de conversa entre os congressistas e a discussão de planos para um eventual governo do peemedebista. “Hoje, o Jaburu virou o Planalto”, resumiu o deputado Sandro Alex (PSD-PR). As portas do Jaburu estiveram abertas no mesmo dia em que partidos como PP e o PRB anunciaram apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, tornando a situação da petista cada vez mais delicada. O processo por crime de responsabilidade será votado neste domingo no plenário da Câmara dos Deputados. Foram ao encontro de Temer deputados de mais de dez partidos, entre eles PMDB, PR, PSD, DEM, PSC, PSDB, PSB, PP e Solidariedade, totalizando, conforme estimativas dos presentes, cerca de 70 pessoas. O entra e sai começou logo no início da manhã e aconteceu ao longo de todo o dia. O mesmo roteiro é esperado para esta quarta-feira. “É uma demonstração de apoio e de expectativa de poder. Há todo um processo de aproximação: começa conhecendo e vai manejando até o casamento”, narrou um congressista.
30
mar

Em queda…

Postado às 11:01 Hs

Governo Dilma tem aprovação de 10% e desaprovação de 69%, diz Ibope

Pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 17 e 20, em 142 municípios.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT):

– Ótimo/bom: 10%

– Regular: 19%

– Ruim/péssimo: 69%

– Não sabe: 1%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 17 e 20 deste mês e ouviu 2.002 pessoas, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Segundo a CNI, a soma dos percentuais não iguala 100% em decorrência do arredondamento.

Na última pesquisa do Ibope encomendada pela CNI, divulgada em dezembro do ano passado, 9% dos entrevistados aprovavam o governo (consideravam “ótimo” ou “bom”); 70% consideravam a gestão Dilma “ruim” ou “péssima”; e 20%, “regular”. O nível de confiança da pesquisa, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

12
fev

Revelação

Postado às 11:34 Hs

 Pesquisa da CNI revela o que o brasileiro considera problemas graves.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entrevistou 2.002 pessoas em 143 municípios entre os dias 4 e 7 de dezembro de 2015. Cada uma podia apontar até três problemas que considerava extremamente grave. Considerando essas questões, podiam indicar ainda as três principais prioridades para o país em 2016. Veja o que a população elegeu:

1. Corrupção
É o principal problema do país atualmente, na opinião dos entrevistados. Na pesquisa feita em 2014, ficava em 3º lugar, atrás de drogas e violência. Na última pesquisa, foi citada por 65% das pessoas. E entre as prioridades para 2016, aparece em 3º lugar.

2. Drogas
Desde 2012 aparecia em 1º lugar entre os temas mais graves. Neste ano foi superada, mas se manteve entre as questões que tiram o sono dos brasileiros. Um total de 61% dos entrevistados a citou. Quando perguntados sobre as prioridades, surge como a 9ª do ranking.

3. Violência
Em 3ª posição na lista, foi citada por 57% dos brasileiros como um problema extremamente grave. A questão é apresentada como a 6ª prioridade.

4. Lentidão da justiça/impunidade
O tema está preocupando mais do que em anos anteriores. Em 2014, aparecia em 6º lugar. Nesta última pesquisa, subiu para o 4º, sendo citado por 51% das pessoas.

5. Saúde
A situação da saúde no país apareceu como o 5º maior problema – citada por 50% dos entrevistados. No entanto, sua melhoria é a prioridade número 1 na opinião da população desde que a pesquisa passou a ser feita, há quatro anos.

6. Inflação
No primeiro ano da pesquisa, em 2012, a inflação aparecia em 16º lugar no ranking de problemas. Desde 2014 passou a figurar entre os principais. Na pesquisa atual, ficou em 6º, sendo citada por 46% das pessoas. A pesquisa mostra que os brasileiros esperam do governo medidas para controlar a inflação. É a 2ª principal prioridade para 2016. Dois anos atrás ficava em 9º lugar.

7. Desemprego
Empata com a inflação no percentual de brasileiros que a citam como principal problema (46%). A pesquisa mostra que os brasileiros estão cada vez mais preocupados com o desemprego. A posição no ranking subiu de 11º para 6º. A promoção da geração de empregos surge como a 3ª prioridade para 2016. Em 2015, aparecia em 9ª.

8. Impostos elevados

Para 45% das pessoas, a carga tributária é um problema extremamente grave do país. Na pesquisa anterior, era o 7º principal problema. A redução de impostos figura como a 6ª prioridade para 2016.

A porcentagem da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo oscilou de 69% para 70% de setembro para dezembro, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa também oscilou de 10% para 9%. Já os que consideram o governo regular oscilaram de 21% para 20%.

De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma em dezembro, mesmo patamar de setembro. A proporção dos que aprovam também se manteve em 14%. Não souberam ou não responderam 4%.

A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança na presidente Dilma Rousseff. A parcela dos que não confiam nela oscilou de 77% em setembro para 78% em dezembro, enquanto o porcentual do que confiam na pessoa da presidente oscilou de 20% para 18%. A pesquisa foi realizada entre 4 e 7 deste mês, depois, portanto, da aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foram ouvidas 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.

09
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 20:08 Hs

* * * Caso o governo aumente mesmo a Cide da gasolina de 0,10 centavos para 0,60 centavos, aumentará sua receita em 15 bilhões de reais. Beleza. Em compensação, o preço da gasolina na bomba vai subir algo como 21%, de acordo com estimativa do consultor Adriano Pires. Imagine-se o impacto inflacionário da medida. ( Lauro Jardim ) * * *

* * * Pelo menos 89% dos brasileiros dizem estar em dificuldade para quitar suas dívidas. Para solucionar seus problemas de endividamento, 20% dos entrevistados disseram ter vendido algum bem nos últimos 12 meses. Em parte, isso é explicado pela percepção de queda da renda com perda do poder de compra, apontados pelo estudo Retratos da Sociedade Brasileira – Renda e Endividamento, divulgado hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, 42% dos brasileiros consideram que sua renda diminuiu nos últimos 12 meses. Deste total, 22% avaliam que a renda caiu muito e 20% dizem acreditar que a renda diminuiu pouco. No mesmo período, 59% perceberam piora no poder de compra. * * *

* * * O Brasil perdeu nesta quarta-feira o selo de bom pagador na agência de classificação de risco Standard & Poor’s. A S&P reduziu a nota brasileira de BBB- para BB+, o que tira o país da lista dos países considerados “investment grade” (ou “grau de investimento”) e o coloca entre os “especulativos”. Além de retirar do Brasil o grau de investimento, a S&P sinalizou que pode colocar o Brasil ainda mais para dentro do território especulativo ao manter a perspectiva negativa para a nota brasileira. “Os desafios políticos do Brasil continuam a aumentar, pesando sobre a capacidade e a vontade do governo em apresentar um orçamento para 2016 ao Congresso coerente com a correção política significativa sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff”, diz a agência. Em agosto, a Moody’s rebaixou a nota de crédito do país para Baa3, último grau dentro da faixa considerada grau de investimento. A agência também alterou a perspectiva da nota de “negativa” para “estável”. No caso da Fitch, o Brasil está dois degraus acima do chamado grau especulativo. * * *

Em público, elogios. Reservadamente, críticas e reparos ao desempenho de Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) na sabatina da CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta quarta (30).A informação é da Folha de São Paulo. Na tentativa de traçar um perfil técnico que agrade ao empresariado, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) se alinharam, ao falar para a plateia na Confederação Nacional da Industria (CNI), nos ataques à presidente Dilma Rousseff (PT). Os dois reclamaram de inchaço da máquina pública e prometeram reduzir a estrutura do governo. Já a petista defendeu os 39 ministérios mantidos pela atual gestão e devolveu as críticas questionando quais pastas estão na mira dos adversários. Aécio e Eduardo não detalharam quais ministérios cortariam caso fossem eleitos. O tucano disse que a redução de pastas está sendo estudada pela equipe e que, provavelmente, a proposta final será acabar com cerca de metade das pastas.
24
jun

[ Ponto de Vista ] Bloco do atraso…

Postado às 16:40 Hs

Nos últimos 15 anos, a América Latina passou por uma grande revolução. Depois de décadas convivendo com baixo crescimento, inflação fora de controle e consecutivos calotes na dívida externa, a maior parte dos países optou por seguir o caminho da responsabilidade, fato que resultou em grande prosperidade na região, processo, sem dúvida, liderado pelo Brasil. As previsões mais recentes, porém, põem uma nuvem de incerteza em relação à América Latina. Dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) indicam que a região terá, neste ano, inflação média de 7,4%, mais que o dobro da estimativa para o mundo, de 3,7%. Em relação aos países desenvolvidos, onde o custo de vida deve ficar em 1,6%, a carestia latina será quase cinco vezes maior. Quando se olha para o Produto Interno Bruto (PIB), o mundo deve ter expansão de 3,6% em 2014, e a América Latina, de 2,5%.
20
jun

Eleições: Pouco interesse dos eleitores

Postado às 20:35 Hs

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Ibope aponta que 26% da população não estão interessados nas eleições de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para eleger presidente, governador, senador e deputados. Conforme a pesquisa, 16% dos entrevistados disseram estar “muito interessados” nas eleições deste ano, 29% responderam “interesse médio” e 29% avaliaram ter “pouco interesse”. Para o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, os percentuais indicam insatisfação das pessoas. Ele ponderou, contudo, que a situação deve mudar, com o início da campanha eleitoral, em julho. “Chama atenção um quarto da população dizendo que não tem interesse nenhum nas eleições ainda. E 16%, um pouco mais alto, o número de pessoas dizendo que vão votar em branco. Acho que isso é uma coisa nova, se você compara com 2010, onde o pessoal de brancos e nulos era muito menor”, avaliou.
31
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 10:30 Hs

  • O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, afirmou que o decreto que irá regulamentar a Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013), que entrou em vigor nesta quarta-feira (29/1), está praticamente pronto, mas ainda precisa passar pelo crivo da presidente Dilma Rousseff. A expectativa é que a regulamentação saia até semana que vem. Desde a aprovação do texto principal, já se passaram 180 dias sem que a CGU, a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério da Justiça, sob coordenação da Casa Civil da Presidência, conseguissem um acordo sobre o teor do decreto.
  • À medida que o Brasil criou postos de trabalho até atingir sua mais baixa taxa histórica de desemprego, como mostrou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com a sua Pesquisa Mensal de Emprego que apontou em 2013 uma taxa média de desocupação de 5,4%, a produtividade do trabalhador praticamente ficou estagnada e emperra um verdadeiro salto na qualidade da economia. Segundo um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produtividade da indústria nacional aumentou 1,1% de 2001 a 2012, enquanto os salários aumentaram absurdos 169%. Em comparação com outros 13 países de condições semelhantes, como Espanha, Austrália, Canadá, México, Chile, Argentina, entre outros, o estudo da CNI mostra que os trabalhadores brasileiros são mais produtivos apenas que os da Índia, que é um péssimo país para se comparar sob qualquer aspecto. (Do El País)
  • A oposição aposta em protestos durante a Copa, para criar embaraços para a presidente Dilma. Mas os estrategistas da campanha pela reeleição avaliam que estas manifestações afetarão o governo federal, mas também os governos locais. Eles lembram o efeito do levante, de junho de 2013, sobre o governador Sérgio Cabral (RJ). E apostam que parcela da opinião pública ficará contra esses movimentos. Especulam ainda que eles podem até transformar a presidente em vítima. Por fim, dizem aliviados que o pior cenário, o da surpresa, está afastado, devido aos eventos de junho último. E acreditam que o clima “Salve a Seleção” vai limitar o espaço dos radicais.(O Globo – Ilimar Franco)
  • Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.569 da Mega-Sena, realizado na quarta-feira (29), em Osasco (SP). Com isso, o prêmio acumula e o sorteio de sábado (1º) deve pagar R$ 27 milhões. As dezenas sorteadas foram: 05-15-18-31-42-53. Apesar de nenhum bilhete ter acertado as seis dezenas, 81 apostas fizeram a quina e vão levar R$ R$ 25.568,62. Outras 6.718 fizeram a quadra e vão levar R$ R$ 440,40.
  • O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) ingressou nessa quinta-feira, 30 de janeiro, com uma ação de improbidade contra o deputado estadual Francisco Gilson de Moura. De acordo com a ação, ele é diretamente responsável pela inserção fraudulenta de nomes de “funcionários fantasmas” no quadro de servidores e folhas de pagamento do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem/RN). Além disso, é acusado de desvio e subtração de valores repassados ao Ipem pelo Inmetro. Para o MPF, os atos de Gilson Moura implicaram enriquecimento ilícito dos envolvidos, causando dano ao erário e ofensa a princípios da Administração Pública.
  • O Partido dos Trabalhadores já tem rumo certo para as eleições deste ano. E esse rumo não deverá ser o mesmo que o do PMDB. Pelo menos, é isso que acredita uma das lideranças petistas, Geraldo Saraiva, o Geraldão do PT. Em contato com O Jornal de Hoje nesta quinta(30), pela manhã, o ex-presidente do Diretório Estadual do partido afirmou que a melhor opção seria a sigla se aliar ao projeto do vice-governador Robinson Faria, do PSD. Dessa forma, a chapa majoritária seria composta pela deputada federal do PT, Fátima Bezerra, candidata ao Senado e Robinson, disputando o Governo.
Duas empresas do Rio Grande do Norte podem chegar à final do Prêmio Nacional de Inovação, iniciativa que reconhece os negócios que contribuíram para o aumento da competitividade do país a partir de práticas inovadoras. Das 53 empresas potiguares inscritas na premiação, apenas a Agroindustrial Extrema e a Farmafórmula foram classificadas para a fase de entrevistas feitas pela equipe de avaliadores. Concorrendo na categoria Agentes Locais de Inovação (ALI), as empresas disputam com outros 217 empreendimentos os troféus nas subcategorias indústria e comércio, respectivamente. A seleção das duas organizações não foi à toa. Com o apoio do ALI, desenvolvido pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, a Extrema está aprimorando um software e obtendo o licenciamento ambiental na produção de derivados da cana de açúcar
nov 22
sexta-feira
03 07
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