Os Correios lançaram no último dia 19 de fevereiro a funcionalidade Entrega no Vizinho. Segundo o órgão, a novidade permite ao remetente indicar um endereço alternativo, próximo ao do destinatário, para a entrega da encomenda. De acordo com a assessoria de comunicação dos Correios no Rio Grande do Norte, a medida é válida para todo o país.

A opção, que não tem nenhum custo adicional, facilitará a entrega de objetos, mesmo no caso da ausência do destinatário no endereço principal. A funcionalidade abrange exclusivamente as remessas SEDEX e PAC, não altera o prazo da entrega e é registrada no sistema de rastreamento.

Os Correios explicam que a medida é para atender uma sugestão recorrente dos clientes e diz como funciona. “O remetente deve declarar na etiqueta de endereçamento que a Entrega no Vizinho está autorizada e indicar o domicílio alternativo autorizado a receber o pacote, informando ao atendente no momento da postagem”, informa.

01
fev

Privatizações à vista…

Postado às 17:49 Hs

O secretário de Desestatização, Salim Mattar, apresentou um cronograma de privatizações para a gestão do presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira, 30. Em um evento promovido pelo banco Credit Suisse, Mattar anunciou que, além de Correios e a Telebras, empresas como a Empresa Brasileira de Comunicação, a EBC, estão nos planos de desinvestimento do governo. De acordo com o secretário, a EBC será privatizada apenas em janeiro de 2022, enquanto os Correios têm previsão de deixar de fazer parte do rol de empresas do governo em dezembro do ano que vem.

Abaixo, a lista completa anunciada pelo secretário:

2020:

Agosto: ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias

Outubro: EMGEA (Empresa Gestora de Ativos)

Dezembro: Casa da Moeda

2021:

Janeiro: Nuclep

Fevereiro: Ceitec

Abril: Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo)

Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais)

Junho: Serpro

Dataprev

Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo)

Julho: CTBU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos)

Trensurb (metrô de Porto Alegre)

Telebras

Dezembro: Correios

2022:

Janeiro: EBC (Empresa Brasil de Comunicação)

Veja

Um dos pontos que o governo avalia para a venda dos Correios é o que fazer com um contingente de cerca de 40 mil pessoas que possivelmente vão perder o emprego com a privatização da estatal.

Em conversas reservadas, executivos de empresas privadas relataram que fariam o mesmo serviço com praticamente a metade do quadro atual de 100 mil funcionários. O governo não pretende absorver os demitidos –teme criar precedente para os expurgos de estatais vendidas no futuro.

Outro complicador é o passivo de cerca de R$ 11 bilhões deixado pelos governos passados no fundo de pensão Postalis e de R$ 3 bilhões no plano de saúde dos funcionários. O governo avalia como tapar o rombo e honrar o pagamento dos que ainda vão se aposentar. Uma das opções é descontar do valor a receber, mas isso será definido no desenho da venda. Dada a complexidade e o impacto do tema, a data prevista para a apresentação do formato de privatização ficou para o fim de 2021.

A quebra do monopólio dos Correios, como sugere Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem apoio no Executivo, mas a execução não é simples. A avaliação é que alcançaria apenas o setor de cartas –nas entregas, o mercado é aberto– e há dúvidas sobre se as empresas se interessarão em atuar fora dos grandes centros urbanos.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro só baterá o martelo sobre a privatização dos Correios após a conclusão dos estudos de viabilidade. A privatização da estatal integra o portfólio de projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). “O Conselho do PPI autorizou o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) a contratar os estudos. No momento oportuno será apresentado ao presidente e ele decidirá”, disse.

Segundo Rêgo Barros, Bolsonaro concentrará esforços para concluir todas as privatizações de empresas públicas listadas como “adequadas” até o final do mandato. Afirmou, no entanto, que o presidente cumprirá os trâmites legais. “Como ele mesmo disse, se ele pudesse, já fazia a privatização dos Correios hoje mesmo, mas ele atende a estudos, a legalidades.”

Estadão

A Receita Federal do Brasil exigirá a partir desta quarta-feira que todas as encomendas e remessas internacionais possuam a identificação do Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF), Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou número do passaporte do destinatário para ter o despacho aduaneiro iniciado. Novo presidente:Intervenção no Postalis acaba, e Correios nomeiam general o fundo de pensão

A falta da informação poderá acarretar na proibição da entrada da encomenda e sua devolução ao exterior ou destruição, nos casos em que a devolução não seja possível.

Os dados devem ser incluídos na hora da compra online e encaminhados juntamente com a encomenda em seu transporte. Caso não sejam informados no momento da compra, ou o remetente não tenha encaminhado os dados juntamente com a remessa, os Correios têm uma ferramenta para informação na página da internet, por meio do rastreamento ou do portal Minhas Importações.

Será necessário fazer o cadastro no portal, com CPF, CNPJ ou número do passaporte (estrangeiro), bem como definir login e senha.

Após o cadastro, segundo a Receita, basta realizar a pesquisa em Encomendas e fazer a vinculação das remessas no ambiente Minhas Importações. Somente após esse procedimento, as encomendas poderão ser apresentadas à fiscalização aduaneira.

Agência  Brasil 

Há alguns dias, lojas de e-commerce chinesas estão entrando em contato com consumidores brasileiros para pedir o CPF de cada uma dessas pessoas. Isso porque o número do documento terá que constar na etiqueta junto ao endereço de destino em todas as encomendas internacionais que chegarão ao Brasil a partir de 1º de janeiro de 2020. O Canaltech confirmou com os Correios que existe esta nova exigência. Era a peça que faltava para compreender o caso.

A confusão começou quando a informação de que lojistas chineses começaram a pedir o CPF dos brasileiros que compraram produtos de lojas como GearBest, AliExpress e afins. O Canaltech entrou em contato com ambas, mas só recebeu resposta da primeira, que confirmou a informação.

Ainda dá tempo de ajudar o Papai Noel dos Correios a tirar os sonhos das crianças do papel! Contabilizando mais de 7 mil cartinhas cadastradas, a maioria já adotadas, a campanha entra em sua reta final. Os “padrinhos” e “madrinhas” que ainda não apadrinharam uma cartinha em 2019 podem ir até uma agência dos Correios em Natal e Parnamirim e também nas cidades de Apodi, Assu, Caicó, Canguaretama, Macau, Mossoró, Pau dos Ferros e Santa Cruz, para se emocionar com os relatos das crianças.

Com essa ação, os Correios almejam contribuir com o desenvolvimento da habilidade de redação de uma carta. Os professores trabalham com seus alunos a produção dos textos, muito deles com histórias comoventes e pedidos singelos, como o material escolar para diminuir as despesas dos pais, um calçado para ir à escola, uma roupa nova para as festividades de fim de ano ou um brinquedo para dividir com os irmãos.

Enquanto os trabalhadores dos Correios cruzam os braços, avança na Câmara dos Deputados um projeto contra o monopólio da estatal na entrega de cartas. O deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) terminou seu relatório e vai apresentá-lo para votação na Comissão de Desenvolvimento Econômico.

O texto original é de autoria de Eduardo Bolsonaro, e daria a transportadoras a exclusividade de enviar correspondências. Mas Fonteyne tirou esse trecho. O deputado espera que seja votado na próxima semana.

Para Fonteyne, a greve dos Correios fortalece a medida. “Isso só nos ajuda, porque o cidadão comum vai pegando anticorpos contra o corporativismo”, afirma ele

Folha de S. Paulo 

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos está na lista das 17 estatais que serão privatizadas ainda este ano. O anúncio será feito nesta quarta-feira (21), segundo informou o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira (20). Nas justificativas para a privatização dos Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

O Plano de Desligamento Voluntário (PDV) aberto pelos Correios em maio deste ano teve a adesão de 4.881 empregados. A previsão da estatal era em torno de 7.300 funcionários. Dos cargos atingidos pelo PDV, 95% das adesões foram de atendentes comerciais e operadores de triagem e transbordo. Os desligamentos priorizaram os funcionários com maior idade, maior tempo de serviço e maior tempo de aposentadoria.

Além das verbas rescisórias, a empresa concedeu um incentivo financeiro que variou entre R$ 25 mil e R$ 350 mil. No entanto, o empregado que aderiu ao PDV não teve direito a receber a multa rescisória de 40% do saldo do FGTS nem ao seguro-desemprego, por se tratar de desligamento voluntário.

A empresa pública está tentando enxugar sua estrutura administrativa em meio à crise financeira – entre 2015 e 2016, a estatal acumulou prejuízos de R$ 4 bilhões. A estatal só voltou a ter resultado positivo em 2017, com lucro de R$ 667 milhões. Já no ano passado, o lucro foi menor, de R$ 161 milhões.

Presente em todos os municípios brasileiros, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), que tem 356 anos de história, faz parte do conjunto de estatais que poderão ser privatizadas pelo Governo Federal. Diante dessa realidade, o deputado estadual Francisco do PT promoveu uma audiência pública nesta sexta-feira (24), na Assembleia Legislativa do RN, onde foram debatidos os impactos social e econômico dessa medida para o país, caso concretizada. Francisco do PT destacou que propôs a audiência para atender uma solicitação dos trabalhadores dos Correios. Segundo o parlamentar, a imprensa noticia diariamente “o desejo incontrolável do atual governo de privatizar de todos os setores e os Correios fazem parte desse grupo”.
01
mar

Correios não funcionam durante carnaval

Postado às 8:55 Hs

No feriado de carnaval, o atendimento dos Correios será realizado da seguinte maneira: No dia 1º de março (hoje), todas as unidades de atendimento funcionarão normalmente. Nos dias 3, 4 e 5 de março, as agências estarão fechadas.

Na quarta-feira, dia 6 de março, os atendimentos nas agências do Rio Grande do Norte serão realizadas a partir do meio-dia. Neste dia, a entrega domiciliária será realizada normalmente.

Documentos perdidos

Durante o feriado prolongado, é comum as pessoas perderem seus documentos. Para aqueles que se encontrarem nessa situação, os Correios disponibilizam o serviço de Achados e Perdidos. Quem encontrar documentos de outras pessoas pode entrega-los pessoalmente em qualquer agência dos Correios ou depositá-los nas caixas de coleta. Depois de cadastrados, os documentos ficam à disposição para serem resgatados pelo período de 60 dias. Após esse prazo, eles são encaminhados ao órgão emissor/origem.

A partir deste ano, o CPF – Cadastro de Pessoas Física – passa a ser obrigatório para todos os dependentes dos contribuintes que tiverem que declarar o Imposto de Renda 2019.

Nos Correios, além da inscrição para quem não tem o documento, é possível fazer também a regularização cadastral e a alteração de dados como data de nascimento, número do título eleitoral, endereço, nome da mãe e a mudança de sexo – que era realizada somente em unidades da Receita Federal.

Em 2018, foram realizadas pela rede de atendimento dos Correios 6,3 milhões de inscrições ao cadastro, um aumento de mais de 15% em relação ao ano anterior. Os Estados que se destacaram na procura pelo serviço foram São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

Os Correios reajustaram nesta quinta-feira (31) as tarifas de alguns dos serviços. A tabela com os novos preços está publicada no Diário Oficial da União.


O telegrama nacional redigido pela internet, por exemplo, passou de R$ 8,15 por página, para R$ 8,19. O preço dos primeiros portes da carta comercial e a carta não comercial permanecerão os mesmos, de R$ 1,95 e R$ 1,30, respectivamente. A correção média deste ano, de 0,3893%, também não incide sobre os segmentos de encomendas e marketing, que são concorrenciais.

De acordo com a Portaria nº 349/2019, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o reajuste, válido para serviços nacionais e internacionais, tem por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de outubro a dezembro de 2018.

07
jan

Achados e perdidos

Postado às 22:44 Hs

Com as festas de fim de ano, é muito comum a perda de documentos pessoais. Para ajudar o cidadão a encontrá-los, os Correios oferecem o serviço Achados e Perdidos, disponível em todas as agências centrais do país. A consulta à relação de documentos disponíveis para retirada pode ser feita em qualquer unidade ou no site dos Correios.

Instituído há mais de 30 anos, o serviço tem como objetivo encurtar o tempo e reduzir o custo da busca por documentos perdidos. Mensalmente, em todo o Brasil, mais de 20 mil documentos são disponibilizados para retirada, no entanto, apenas 3% deles são procurados e devolvidos aos proprietários. Os demais são remetidos ao órgão emissor.

Aqueles que encontrarem documentos de terceiros podem depositá-los no guichê de qualquer agência dos Correios ou em caixas de coleta. Uma vez recebidos, os documentos são acondicionados em envelopes e guardados, ficando disponíveis para retirada durante 60 dias.

09
nov

Reajuste

Postado às 14:00 Hs

As tarifas postais foram reajustadas em 5,99%. O aumento vale a partir de hoje (9), quando a medida foi publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), ao qual os Correios estão vinculados. Com isso, os valores de diversos serviços serão alterados. A carta comercial sairá de R$ 1,85 para R$ 1,95. Pela carta não comercial passará a ser cobrado R$ 1,30, contra R$ 1,25 antes do reajuste. O telegrama escrito pela internet passará de R$ 7,69 para R$ 8,15 por página.
18
ago

Entrega

Postado às 19:14 Hs

Correios vão lançar o ‘uber da entrega’
Até o fim deste ano, os Correios querem anunciar uma nova empresa de logística para concorrer no mercado de entrega de encomendas. O serviços funcionará praticamente do mesmo jeito que o Uber. Por meio de um aplicativo no celular, o usuário poderá chamar um prestador de serviço – carro, moto ou até mesmo bicicleta – para que entregue sua encomenda em determinado endereço.

O Estado apurou que os Correios negociam parceria com uma empresa de tecnologia para lançar o aplicativo e que a expectativa é bater o martelo nas próximas semanas. O objetivo é oferecer um serviço de “entrega a jato”, em poucas horas.

As informações foram confirmadas pelo presidente dos Correios. “Ainda estamos fechando os detalhes desse negócio, mas vamos iniciar este serviço ainda neste ano.”

Com a iniciativa, os Correios querem entrar em um tipo de operação que já virou tendência em outros países. Trata-se do chamado “crowdshipping” – termo que une as palavras crowd (multidão) e shipping (remessa) -, que tem a proposta de permitir que cidadãos comuns possam fazer entregas de terceiros, desde que estejam habilitados para isso.

Estadão

As inscrições para o Jovem Aprendiz dos Correios 2018 foram reabertas nesta quinta-feira (21) e o prazo final agora é 28 de junho. O programa oferecerá aos jovens formação de Assistente Administrativo e Assistente de Logística, com oferta de 4.983 vagas em todo o país. Ainda haverá formação de cadastro reserva.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter entre 14 e 22 anos completos, exceto se pessoa com deficiência, que não tem limite de idade e estar matriculado na escola e cursando, no mínimo, o 9º ano do ensino fundamental.

A seleção será simplificada, realizada por meio de comprovação de requisitos referentes a renda familiar, aprovação escolar, série atual e participação em projetos sociais, a partir de pontuação detalhada no edital.

jul 15
quarta-feira
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