13
set

Duas novas sondagens

Postado às 19:39 Hs

Amanhã, sexta feira, 14, o Instituto SETA divulgará mais uma pesquisa sobre as eleições deste ano no Rio Grande do Norte. Para o governo do Estado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Para governador, senador e presidente.

O Instituto Datafolha está em campo, iniciando as entrevistas com eleitores de todo o país. A pesquisa a ser divulgada amanhã (sexta-feira, 14), às 19h, já irá contemplar possíveis reflexos emocionais da nova cirurgia de Jair Bolsonaro (PSL), ocorrida dia passado

Eita, aguardemos !

Por Bernardo Melo Fanco – O Globo

A facada em Jair Bolsonaro não acertou o eleitor. O deputado esperava disparar na primeira pesquisa pós-atentado. O Datafolha mostrou que ele se manteve na liderança, mas não conseguiu subir acima da margem de erro. Mais importante: sua rejeição continua nas alturas. Nas simulações de segundo turno, ele só não perde de lavada para o candidato do PT.

A pesquisa mostra um empate quádruplo na disputa pelo segundo lugar. Ciro Gomes, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad estão emparelhados entre 13% e 9% das intenções de voto. No entanto, os números não devem ser tomados pelo valor de face. Neste momento, o que vale é observar as curvas, que mostram quem sobe e quem desce na corrida presidencial.

A trajetória de Marina indica uma queda livre. A ex-senadora encolheu cinco pontos, caindo para 11%. Ela sofre os efeitos do isolamento político. Com pouco tempo de TV e sem palanques fortes nos estados, corre o risco de perder competitividade e sair da eleição menor do que entrou.

Alckmin praticamente não se moveu, o que em seu caso também é uma má notícia. Com quase metade do tempo de propaganda, o tucano esperava reconquistar terreno perdido para Bolsonaro. Ele ainda não está morto, mas não cresceu fora da margem de erro.

A pesquisa é mais animadora para Ciro e Haddad. O pedetista ganhou três pontos e subiu para 13%. Ele passou a aparecer numericamente à frente dos concorrentes diretos. Em dados absolutos, é quem está mais próximo de Bolsonaro. Haddad deu o maior salto da rodada. Ele subiu cinco pontos e agora tem 9%. Deixou o pelotão dos retardatários e entrou de vez na disputa.

As perspectivas parecem melhores para Haddad. Ele ainda não se apresentou como candidato a presidente e já se tornou competitivo. O lançamento oficial, previsto para hoje, deve acelerar a transferência de votos do ex-presidente Lula. Ciro aposta em outro trunfo. Nas simulações de segundo turno, ele aparece mais forte para derrotar Bolsonaro. Se resistir ao crescimento de Haddad até o início de outubro, ele poderá apelar ao voto útil do lulismo.

O Instituto Datafolha realiza pesquisa de intenção de votos para a Presidência da República em âmbito nacional na próxima segunda-feira (10) e divulga seus resultados no mesmo dia. Será a primeira pesquisa a refletir os efeitos do ataque com faca ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, na intenção de voto dos eleitores. O candidato foi esfaqueado em ato de campanha em Juiz de Fora (MG), na quinta-feira (6), e está hospitalizado em São Paulo por conta da agressão.

O Ibope também registrou uma pesquisa eleitoral nacional, que começou a ser feita no dia 5 (quarta-feira) e termina no dia 11 (terça-feira), mesmo dia em que está prevista a sua divulgação. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi informado que o próprio instituto é o contratante e que serão entrevistadas 2002 pessoas, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Para essa pequisa, o questionário do Ibope não traz mais nenhum cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No lugar, o Ibope apresenta aos entrevistados um cenário sem nenhum candidato pelo Partido dos Trabalhadores (nem Lula, nem Fernando Haddad, atual candidato à vice-presidente pelo Partido dos Trabalhadores).

Aguardemos…

Pesquisa Datafolha divulgada hoje pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” indica que o governo do presidente Michel Temer é reprovado por 70% dos entrevistados.

O índice é o mesmo registrado no levantamento anterior, de janeiro, e corresponde à soma dos que classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”.

O Datafolha ouviu 4.194 pessoas em 227 municípios entre os últimos dias 11 e 13.

O resultado da pesquisa, de acordo com o site, é o seguinte:

  • Ótimo ou bom: 6%
  • Regular: 23%
  • Ruim ou péssimo: 70%

Notas do governo

Segundo informou o jornal, numa escala de 0 a 10,

  • A nota média do governo foi 2,7
  • 41% dos entrevistados atribuíram nota 0
  • 2% deram nota 10 para o governo

O empresário e pré-candidato à Presidência pelo PRB, Flávio Rocha, acredita que o alto patamar de eleitores que declararam o voto em branco ou nulo na pesquisa Datafolha, divulgada nesta madrugada, abre uma lacuna para a expansão de seu projeto de campanha. Em entrevista ao Broadcast Político do jornal Estadão, ele afirmou que a conquista deste eleitorado ainda indeciso o levará até o segundo turno.

De acordo com a pesquisa, nos cenários em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é mantido como candidato, o índice de Brancos e nulos gira em torno de 13% a 14%. Ao excluir o petista da disputa presidencial, este porcentual salta para 23%. “Isso nos deixa muito confiantes. Este grande porcentual de eleitores que não sabem onde votar significa que eles estão a procura de um projeto que, para eles, ainda não existe. Mas nós temos esse projeto e faremos com que ele seja conhecido através de um vasto esforço de comunicação”, diz Rocha.

Até o momento, o desempenho obtido por Rocha na apuração mais recente do Datafolha foi considerado positivo, pois houve pontuação tanto nos cenários com Lula quanto nos que descartam a pré-candidatura do petista. Nas duas situações o empresário aparece com 1% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Manuela d’Ávila (PCdoB) com 2%, Rodrigo Maia (DEM) com 1%, Henrique Meirelles (MDB) com 1% ou Michel Temer pelo MDB, com 1%

Por Ricardo Balthazar /Folha

A prisão diminuiu o apoio do eleitorado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aumentou a desconfiança sobre a viabilidade de sua candidatura presidencial e manteve indefinida a disputa pelo seu espólio eleitoral, de acordo com o Datafolha. Pesquisa nacional realizada pelo instituto na semana passada aponta o líder petista com 31% das intenções de voto no cenário mais favorável entre nove pesquisados. No fim de janeiro, quando o levantamento anterior do Datafolha foi concluído, Lula tinha até 37% das preferências. O PT diz manter a intenção de registrar a candidatura de Lula, preso no sábado (7) para cumprir pena por corrupção e lavagem de dinheiro. Apesar do veto imposto pela Lei da Ficha Limpa à candidatura, a legislação permite que ele peça registro mesmo preso. Cabe à Justiça Eleitoral analisar o pedido.

SEM LULA – A nova pesquisa foi feita entre quarta (11) e sexta-feira (13). Foram realizadas 4.194 entrevistas em 227 municípios. Como os cenários pesquisados são diferentes dos analisados em janeiro, a comparação direta entre os dois levantamentos não é possível. Nos cenários com Lula fora do páreo, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) aparecem empatados na liderança. Ele tem 17% das intenções de voto, e ela oscila entre 15% e 16%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) alcança 9% em todos os cenários sem Lula, empatado com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que varia de 7% a 8%, e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que entrou no PSB, mas ainda não se lançou candidato. Barbosa oscila entre 9 e 10%.

PT EM BAIXA – Marina, Ciro e Alckmin concorreram em eleições presidenciais anteriores e são bem conhecidos pelos eleitores. Barbosa nunca disputou uma eleição, mas ganhou notoriedade pela forma como conduziu o julgamento do mensalão no STF, em 2012.

Menos conhecidos do eleitorado, os dois nomes cotados no PT para substituir Lula se ele desistir da candidatura têm desempenho fraco. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad aparece com 2% e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner tem 1%. Os dois candidatos de esquerda que ficaram ao lado de Lula nas horas que antecederam sua prisão têm resultados parecidos. Manuela D’Ávila (PC do B) atinge no máximo 2% e Guilherme Boulos (PSOL) chega a 1%. O presidente Michel Temer (MDB), que acena com a possibilidade de concorrer à reeleição, alcança 2% das intenções de voto. O ex-ministro Henrique Meirelles, que entrou no MDB e também tem aspirações presidenciais, não passa de 1%.

Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.

Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.

Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.

O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/2018.

Fonte:  Folha de São Paulo.

Em cada 10 brasileiros, 9 acreditam que existe preconceito contra os mais velhos, e 6 dizem que ele é grande. Apesar disso, só 31% dos acima de 60 anos já se sentiram discriminados por causa da sua idade. É pouco mais que os 26% da faixa mais nova que diz já ter sofrido preconceito por ser jovem. A principal queixa dos mais velhos é falta de respeito: para 12% houve falta de respeito em geral, com apelidos, deboche e xingamentos. Além da falta de respeito, os velhos tendem a ser vistos como menos relevantes pelos mais novos, e até como uma ameaça, diz o embaixador Marcos Castrioto de Azambuja, 82.

Via Folha de São Paulo

Pré-candidato à Presidência, o deputado Jair Bolsonaro (PSC) se consolida em segmentos do eleitorado tradicionalmente ocupados pelo PSDB e atrai eleitores com perfil semelhante àqueles que declaram voto no prefeito paulistano, João Doria.

A última pesquisa Datafolha mostrou que os entrevistados que têm preferência por Bolsonaro e Doria têm características semelhantes de renda e escolaridade, por exemplo. Entre os eleitores de Bolsonaro, 32% têm renda inferior a dois salários mínimos, 46% recebem de dois a cinco e 15% recebem de cinco a dez salários. No eleitorado de Doria, essa distribuição é de 31%, 39% e 21%, respectivamente.

Esse perfil contrasta com as características dos entrevistados que dizem votar no outro potencial candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB, o governador Geraldo Alckmin. Seus eleitores se concentram na faixa de renda mais baixa (43%).Bolsonaro e Doria têm ainda entre seus eleitores uma proporção maior de entrevistados com curso superior: 26% e 34%, respectivamente. Apenas 19% dos potenciais votos de Alckmin vêm de eleitores dessa faixa de escolaridade.

Nesses segmentos, Alckmin tem um eleitorado com perfil mais parecido com o de Marina Silva. A ex-senadora também tem 19% de seus votos entre eleitores com ensino superior e obtém metade de seu apoio entre eleitores de baixa renda.

A semelhança de perfil pode ter impacto na possível migração de votos entre primeiro e segundo turnos das próximas eleições. Em um segundo turno contra Lula, Doria atrairia 59% dos eleitores de Bolsonaro, enquanto Alckmin receberia 50% dos votos dados ao deputado do PSC no primeiro turno. Mais eleitores de Bolsonaro optariam por votar em branco ou nulo caso Alckmin vá ao segundo turno contra Lula.

BOLSONARO E MARINA

Bolsonaro e Marina invadiram espaços que o PSDB ocupou nas últimas eleições – entre eleitores mais escolarizados, com renda mais alta e que se opõem ao PT. A ex-senadora, da Rede, e o deputado, do PSC, concentram metade dos eleitores que rejeitam o ex-presidente Lula, segundo a última pesquisa Datafolha.

Entre os entrevistados que dizem não votar em Lula “de jeito nenhum”, Bolsonaro teria 33% dos votos e Marina, 19%. O governador Geraldo Alckmin chega a 13% nesse segmento e 21% dos eleitores dizem que votariam em branco ou nulo. Se o candidato do PSDB apresentado aos entrevistados é João Doria, Bolsonaro teria 30% no grupo que rejeita Lula, e Marina chegaria a 20%. Doria apareceria com 14% e outros 20% votariam em branco ou nulo.

O desempenho de Doria é semelhante ao de Alckmin nessa faixa, apesar do discurso fortemente antipetista adotado pelo prefeito de São Paulo. Bolsonaro atrai mais que o dobro dos eleitores de Doria nesse segmento.

A pesquisa do instituto Datafolha divulgada hoje pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 54% dos entrevistados consideram que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ser preso com base nas informações reveladas pela Operação Lava Jato.

O petista foi condenado em julho pelo juiz federal Sérgio Moro a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro sob a acusação de ter recebido um apartamento triplex em Guarujá (SP) como propina da construtora OAS. Ainda cabe recurso da condenação.

No mesmo levantamento, o Datafolha registrou que 89% dos entrevistados avaliam que a Câmara dos Deputados deve autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a analisar a denúncia por organização criminosa e obstrução de Justiça apresentada contra o presidente Michel Temer.

Em 14 de setembro, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao STF uma segunda denúncia contra o peemedebista. No entanto, para que os ministros da Suprema Corte possam apreciar se aceitam ou não a denúncia, os deputados federais têm que dar aval.

Atualmente, a denúncia está sob análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Depois, os deputados terão que votar em plenário o relatório que será elaborado pela comissão. A expectativa é de que a apreciação da denúncia no plenário da Câmara ocorra até o fim de outubro.

O Datafolha perguntou a opinião dos entrevistados sobre escândalos recentes.

Veja as perguntas sobre Lula

Considerando o que foi revelado pela Operação Lava Jato, Lula deveria ser preso (em %)

Sim, deveria: 54%

Não deveria: 40%

Não sabe: 5%

Na sua opinião, Lula vai ou não ser preso? (em %)

Sim, vai ser preso: 28%

Não vai ser preso: 66%

Não sabe: 7%

Confira a pergunta sobre a denúncia contra Temer

Os deputados federais deveriam autorizar a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer? (em %)

Sim, deveriam: 89%

Não deveriam: 7%

Não sabe: 4%

O Datafolha ouviu 2.772 pessoas, em 194 municípios, nos dias 27 e 28 de setembro de 2017. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta segunda-feira, segundo o Datafolha, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa Datafolha divulgada hoje (1º.out) mostra que o nome de Lula ainda é o mais forte para a corrida presidencial de 2018. A prévia da pesquisa já havia mostrado que mesmo condenado, o petista lidera em todos os cenários simulados em primeiro e em segundo turno. Nos cenários sem Lula, Marina Silva (Rede) lidera as intenções de voto do primeiro turno, seguida de Jair Bolsonaro.

O único cenário mais apertado para o petista seria contra o juiz Sérgio Moro, que afirma que não tem intenção de concorrer. Condenado em julho por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP), Lula corre o risco de não poder disputar a Presidência no ano que vem, se sua condenação for confirmada em segunda instância. O Datafolha simulou cinco cenários sem Lula, e em todos eles o primeiro turno é liderado por Marina, que oscila entre 17% e 23% nesses casos. O segundo colocado é o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que tem entre 15% e 18%.

Em uma simulação de segundo turno entre os dois candidatos, Marina levaria com vantagem de 18 pontos percentuais, com 47% das intenções contra 29.

Fonte: Congresso Em Foco.

01
out

Eleições 2018: A um ano do pleito

Postado às 15:05 Hs

Pesquisas de intenção de voto realizadas um ano antes da data do pleito devem ser lidas com cautela. Cuidados e ressalvas são ainda mais recomendáveis tratando-se da próxima disputa presidencial. O quadro de candidatos ainda não se definiu, nem as reais possibilidades da miríade de nomes em cena. O país atravessa um período de instabilidade política e mal superou a brutal recessão econômica; sobressaltos causados por episódios de corrupção atingem políticos de diferentes partidos e inclinações ideológicas.É natural que nesse cenário instável e especulativo apareçam com destaque políticos com imagem já consolidada no imaginário do eleitorado —e que surjam, em contrapartida, alguns franco-atiradores. Não surpreende, portanto, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidere os cenários eleitorais apresentados pela pesquisa Datafolha que vem à luz neste domingo (1º). Tampouco que Marina Silva (Rede) fique em vantagem quando o nome do petista é retirado da lista de postulantes.
Divulgada neste domingo com mais detalhes, a pesquisa eleitoral do Instituto Datafolha é altamente contraditória. Ao mesmo tempo em que indica Lula da Silva com um mínimo de 35% dos votos no primeiro turno, registra um impressionante avanço da direita, que já concentra 26% dos votos. Somados à facção centro-direta (10%) vão para 36%, e adicionados ao centro (29%), chegam a 65% das intenções. Portanto, os analistas precisam explicar por que a esmagadora maioria do eleitorado (65%) quer um candidato de centro, mas Lula continua liderando com, no mínimo, 35%, apesar de ser considerado de esquerda ou centro-esquerda. Note-se também que na pesquisa a direita está superando a esquerda com muita folga. Na soma com a centro-direita, tem 36%. Já a esquerda caiu para 13%, que somados à tendência centro-direita (9%) fica em apenas 22%. Portanto, a diferença entre direita (36%) e esquerda (22%) já chega a 14%. E mesmo assim, Lula segue disparando na frente…

Via Folha de S. Paulo – Thais Bilenky

As Forças Armadas são a instituição em que a população deposita mais confiança no país hoje, enquanto o Congresso, a Presidência e os partidos políticos caíram em descrédito. Pesquisa Datafolha aponta que 40% da população diz confiar muito nas Forças Armadas e 43% confiam um pouco. Outros 15% não confiam e 2% não souberam responder.

Essa opinião ecoa mais entre os homens (49%) do que entre as mulheres (31%), entre os mais ricos (47%) e entre os eleitores do deputado Jair Bolsonaro (58%). O possível candidato a presidente homenageou torturador da ditadura militar e já afirmou à Folha que metade de seu ministério, se eleito, seria composto por pessoas da carreira.

O discurso favorável à intervenção militar foi ouvido nas ruas do país ao longo do ano passado e deste em manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e contra a corrupção. O instituto ouviu 2.771 pessoas de 21 a 23 de junho para realizar o levantamento, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A Presidência da República viu a sua credibilidade despencar desde 2012. Em agosto daquele ano, 33% disseram confiar muito, 52% um pouco e 15% nem um pouco. Hoje, 3% disseram confiar muito na instituição, 31% um pouco e 65% não confiam. O quadro espelha a impopularidade do ocupante da cadeira, Michel Temer (PMDB), cuja aprovação atingiu o menor nível em 28 anos, 7%, como mostrou pesquisa publicada neste sábado (24).

O Congresso, que já não usufruía de tanta credibilidade, viu sua imagem se deteriorar ainda mais em meio à crise econômica e política instalada no país. Hoje os índices de confiança são os mesmos da Presidência (65% não confiam, 31% confiam um pouco e 3% confiam muito). Em agosto de 2012, 8% confiavam muito, 40% um pouco e 52% não confiavam.

Os partidos políticos têm hoje muita confiança de apenas 2% da população; 28% confiam um pouco e 69% não confiam neles enquanto instituição. Na comparação com cinco anos atrás, antes de a Operação Lava Jato revelar a corrupção sistêmica em partidos de diferentes matizes ideológicos, a imagem era um pouco melhor: 7% confiavam muito, 41% um pouco e 52% não confiavam.

A imprensa é a instituição de segunda maior confiança dos brasileiros, segundo o Datafolha: 22% disseram confiar muito nela, 49% um pouco e 28%, não, absolutamente. Entre os mais novos, contudo, a desconfiança é maior. Dos entrevistados de 16 a 24 anos, 10% confiam muito na imprensa, 48% um pouco e 41% não confiam.

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada na última  segunda-feira (1) aponta que sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.

Segundo a pesquisa, há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos. A taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%). Ao todo, foram realizadas 2.781 entrevistas pelo Datafolha, em 172 municípios na quarta (26) e na quinta (27), antes das manifestações ocorridas na última sexta-feira (28).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Apesar da rejeição à ideia de mudanças, a maioria dos entrevistados concorda com tópicos que o governo pretendia mudar na proposta inicial e outros que ainda estão em discussão no Congresso.

Uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira (1) aponta que sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.

Segundo a pesquisa, há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos. A taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%). Ao todo, foram realizadas 2.781 entrevistas pelo Datafolha, em 172 municípios na quarta (26) e na quinta (27), antes das manifestações ocorridas na última sexta-feira (28).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Apesar da rejeição à ideia de mudanças, a maioria dos entrevistados concorda com tópicos que o governo pretendia mudar na proposta inicial e outros que ainda estão em discussão no Congresso. (Metro 1)

02
nov

FIQUE SABENDO…

Postado às 19:17 Hs

# ENEM

Com o horário de verão em vigor em vários estados, os estudantes que vão fazer a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no próximo fim de semana precisam ficar atentos ao horário de abertura e fechamento dos portões. Os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, no horário de Brasília. As provas começam 30 minutos após o fechamento dos portões. Em 18 estados os estudantes farão a prova em horário diferente do de Brasília. Portanto, esses candidatos devem acertar os ponteiros do relógio ao da capital federal para não perder o exame.

# 2º Parcela

A segunda parcela do 13º de aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS será depositada entre os dias 24 de novembro e 7 de dezembro, conforme decreto publicado no “Diário Oficial da União” em 25 de julho. A primeira parcela da gratificação já caiu na conta dos segurados entre agosto e setembro. As datas foram confirmadas na segunda (31) pelo Ministério da Previdência. Corte de pensão de filhas de servidores pode gerar economia de R$ 5 bilhões Deficit acumulado do ano do setor público já supera R$ 85 bilhões, diz BC.

# Triste estatística

Uma pesquisa nacional divulgada nesta quarta-feira aponta que 57% dos brasileiros concordam com a afirmação “bandido bom é bandido morto”. Os números aparecem em levantamento do Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Um conjunto de 34% dos entrevistados discorda da frase. De acordo com a publicação, 6% não concordam e não discordam e outros 3% não sabem. Conforme o estudo, que ouviu 3.625 brasileiros com mais de 16 anos em 217 municípios de todo o país, a concordância com a frase predomina entre homens, com mais de 45 anos, com até Ensino Fundamental completo e com renda superior a 10 salários mínimos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

# Nos Estados Unidos

A virada de Donald Trump na eleição americana continua repercutindo no mercado de capitais. Hoje, foi a vez das bolsas asiáticas recuarem fortemente. O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, fechou em queda de 1,76%. Em Hong Kong, Xangai e Seul, as baixas foram de 1,45%, 0,63% e 1,42%, respectivamente. Em comum, todos os operadores consultados por agências internacionais alegam o mesmo: aumentou o risco de Trump ocupar a Casa Branca. ( O Antagonista )

16
jul

Opinião pública

Postado às 19:22 Hs

Para 50%, Temer deve continuar; 32% querem volta de Dilma, diz Datafolha. Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta que 50% dos entrevistados prefere a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, até 2018. Para 32%, o melhor seria o retorno da presidente afastatada, Dilma Rousseff, ao cargo. De acordo com o Datafolha, outros 4% disseram que nenhum dos dois deve continuar na Presidência e 3% afirmaram preferir a realização de novas eleições para a escolha de um novo presidente. Já 2% deram “outras respostas” e 9% disseram que não sabem. A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pergunta feita aos entrevistados foi: “o que é melhor para o país?”
set 21
sexta-feira
21 33
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
32 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5741587 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram