O governo Jair Bolsonaro enviou à Câmara dos Deputados uma proposta com objetivo de simplificar e reduzir a burocracia legal sobre as operações cambiais no país, revogando mais de cem leis, decretos e outros dispositivos criados desde 1920. O projeto abre caminho para pessoas físicas terem contas em dólar e outras moedas estrangeiras no país. Libera ainda fintechs para atuarem de forma independente no mercado de câmbio. E destrava a compra de bancos brasileiros por estrangeiros.
Em meio ao acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior nível em quase um ano. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (23) vendido a R$ 4,124, com alta de R$ 0,047 (1,15%). A divisa está na maior cotação desde 18 de setembro do ano passado (R$ 4,14). O dia foi de perdas no mercado de ações. O Índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,62%, aos 97.391 pontos. O indicador está no menor nível desde 6 de junho.
O Ibovespa teve forte alta nesta quarta-feira, 21, recuperando o patamar de 101 mil pontos, impulsionado por ações da Petrobrás, diante de notícias sobre possível privatização, em sessão também marcada pela ata da última reunião do Federal Reserve. Em dia de calmaria no exterior, com alta das bolsas americanas e das taxas dos Treasuries, o mercado acionário doméstico se sentiu à vontade para celebrar o plano de privatização de 17 empresas estatais mencionado na terça-feira, 20, à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O Ibovespa subiu 2,00% no fechamento, alcançando 101.201,90 pontos.
O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano. Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,5%.
Em mais um dia de volatilidade no mercado doméstico e externo, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no valor mais alto em quase dois anos. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 3,486, com alta de R$ 0,017 (+0,48%). A cotação está no maior nível desde 13 de junho de 2016, quando tinha fechado em R$ 3,487. O dólar subiu pela quinta sessão seguida. Hoje, operou com valorização durante todo o dia, chegando a R$ 3,512 por volta das 13h. Nas horas finais de negociação, o ritmo de alta recuou um pouco nas horas finais de negociação. O Banco Central (BC) rolou (renovou) normalmente os contratos de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro, sem promover intervenções extras no câmbio.

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 3,422, com alta de R$ 0,054 (+1,6%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,429.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em alta, mas reverteu a tendência e encerrou a segunda-feira com queda de 1,78%, aos 83.307 pontos. O indicador está no menor nível desde 9 de fevereiro (80.899 pontos).

Esse foi o primeiro dia de negociação após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta. Nesta segunda-feira, o governo chinês descartou a possibilidade de negociações com os Estados Unidos, classificando de intransigente a postura do governo do presidente Donald Trump de sobretaxar produtos chineses em até US$ 150 bilhões.

No dia do julgamento do recurso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação no caso do triplex do Guarujá, a moeda norte-americana teve a maior queda em oito meses.

O dólar comercial encerrou ontem (24) vendido a R$ 3,159, com recuo de R$ 0,079 (-2,44%), a maior queda para um único dia desde 19 de maio do ano passado (-3,89%). A cotação fechou no menor valor desde 13 de outubro (R$ 3,149).

O dólar operou em baixa durante todo o dia, mas ampliou o ritmo de queda nos minutos finais da sessão, quando foi confirmada a maioria dos votos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região pela manutenção da condenação de Lula por lavagem de dinheiro e corrupção. A segunda instância também aumentou a pena do ex-presidente para 12 anos e um mês de prisão.

Após a sessão de hoje, a moeda norte-americana acumula recuo de 4,69% no ano. Ontem (23), a divisa tinha subido 0,9%.

Agência Brasil

O Ibovespa disparou após a informação de que o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá. O dólar, por sua vez, passou a cair mais de 1% e se aproximar dos R$ 3,20. Às 14h29 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa registrava alta de 0,96%, aos 64.442 pontos, chegando a saltar quase 500 pontos em apenas cinco minutos. Antes da notícia, o índice operava próximo da estabilidade, abaixo de 64 mil pontos. Enquanto isso, o dólar comercial recuava 1,27%, cotado a R$ 3,2118 na venda, ao passo que o contrato futuro do dólar com vencimento em agosto tinha perdas de 1,50%, para R$ 3,219
28
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 17:01 Hs

  • As companhias aéreas começaram a recusar, neste sábado (28/1), o embarque de cidadãos de sete países para os Estados Unidos, horas depois de o presidente americano, Donald Trump, proibir a entrada de viajantes procedentes de Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália, Sudão e Iêmen. Na primeira reação enérgica contra a medida da Casa Branca, o governo iraniano a qualificou de “insultante” e neste sábado, anunciou medidas de reciprocidade e a proibição de entrada de cidadãos americanos em seu território. O decreto americano foi assinado por Trump sob o pretexto de combater os “terroristas islâmicos radicais”.
  • O sorteio 1.898 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (28), em Santarém (PA). De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar uma frota de 166 carros populares ou cinco casas de R$ 850 mil cada uma. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 34 mil em rendimentos.
  • Com a melhoria das condições dos reservatórios do país devido às chuvas que vem ocorrendo desde o inicio de 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que em fevereiro será mantida a bandeira tarifária verde, ou seja, sem cobrança extra dos consumidores. Em nota, a Aneel informou que “a condição hidrológica favorável”, que consta do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), possibilitou o acionamento de térmicas com custo operacional reduzido, chamadas de Custo Variável Unitário (CVU), abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh). A cor da bandeira em vigor no mês da cobrança é impressa na conta de luz e indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia.
  • O Piauí registrou nesta sexta-feira o primeiro caso suspeito de Febre Amarela. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, o paciente é uma criança de 9 anos que veio de Munhuaçu, em Minas Gerais. Os exame da criança, que está internada em Teresina, foram encaminhados para o Instituto Evandro Chagas (Belém-PA) e Laboratório Central do Estado (Lacen-PI). Com esse caso no Piauí, já são sete estados com notificações da doença. O Distrito Federal também registra ocorrências. No total, são 101 casos confirmados de febre amarela no país. A maior parte das ocorrências está em Minas Gerais, onde já há confirmação de 97 notificações. As informações são do jornal O Globo.
  • O dólar atingiu o menor nível em três meses, cotado a R$ 3,1494 (-0,83%). Alinhado a movimentos em outros mercados emergentes, o recuo da divisa norte-americana foi direcionado pela busca por ativos de risco – e maior rendimento – após o resultado decepcionante do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no quarto trimestre de 2016. A primeira estimativa do PIB norte-americano frustrou os investidores, ao mostrar uma expansão anualizada de 1,9%, abaixo da previsão dos analistas de um avanço de 2,2%. Também ficou bem inferior ao resultado do terceiro trimestre, de alta de 3,5%. Diante dos números, aumentaram os questionamentos sobre o ritmo de aperto monetário por lá e cresceram as expectativas de migração de recursos para países emergentes, que oferecem rentabilidades mais atrativas, como o Brasil.
  • A economia do consumidor com a nova regra que limita a utilização do rotativo do cartão de crédito poderá chegar a quase 50% em 12 meses. Essa é a diferença que o cliente deixará de pagar ao migrar dos juros mais caros do crédito rotativo para as taxas mais baixas do crédito parcelado. Não deixe se ser uma boa…
  • O ator britânico John Hurt, indicado ao Oscar de melhor ator em “O homem elefante” e de melhor ator coadjuvante por “O expresso da meia-noite” (1978), morreu nesta sexta-feira, aos 77 anos, informou a imprensa inglesa. Hurt se destacou na interpretação do senhor Garrick Olivaras, em três filmes da série “Harry Potter”, mas ao longo de sua carreira de 60 anos ele teve papeis marcantes em grandes produções de sucesso, como “Alien: O oitavo passageiro” (1979), “1984” (1984), “V de vingança” (2005), “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, e “O espião que sabia demais” (2011). Hurt foi nomeado Cavaleiro do Império Britânico em 2014 por seus serviços pelas artes dramáticas.

O dólar fechou em alta de 1,11% nesta terça-feira e voltou à casa de 3,30 reais, em nova onda de mau humor nos mercados globais com a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE). A atuação do Banco Central no mercado de câmbio também puxou a cotação para cima.

“A semana efetivamente começa hoje (em referência ao Dia da Independência nos Estados Unidos nesta segunda), e o ambiente é negativo para o real. A preocupação com (a saída britânica da UE) voltou e a atuação do BC não dá espaço para o dólar cair mais”, disse o superintendente regional de câmbio da corretora SLW João Paulo de Gracia Corrêa.

O referendo britânico do mês passado gerou fortes oscilações nos mercados financeiros globais, com a perspectiva de estímulos econômicos parcialmente compensando as turbulências financeiras. A apreensão voltou a prevalecer nesta sessão depois que três fundos de imóveis comerciais britânicos, no valor de cerca de 10 bilhões de libras, suspenderam as negociações. Foi o primeiro sinal de apreensão dos mercados desde o plebiscito do último dia 23.

Via G1

O dólar fechou em forte queda nesta quarta-feira (8), abaixo de R$ 3,40 pela primeira vez em quase um ano. A queda acompanhou o ambiente favorável nos mercados do exterior. O Banco Central permitiu a baixa da moeda, e não fez intervenção pelo sexto dia de negócios seguido.

A moeda norte-americana fechou em baixa de 2,28%, cotada a R$ 3,3697 para venda. Veja a cotação do dólar hoje. É o menor valor desde o dia 29 de julho do ano passado, quando fechou a R$ 3,3293.

 

 

Com forte queda ontem (11), a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,50 pela primeira vez em oito meses. O dólar comercial caiu de R$ 0,102 (-2,83%) e encerrou o dia vendido a R$ 3,495. A cotação está no menor nível desde 21 de agosto do ano passado (R$ 3,46).

A moeda abriu em forte queda, mas consolidou-se abaixo de R$ 3,50 na última hora de negociação. A divisa acumula queda de 2,83% apenas em abril e de 11,48% em 2016. O euro também teve forte queda. A moeda europeia caiu R$ 0,108 e fechou o dia vendido a R$ 3,987, abaixo de R$ 4 pela primeira vez desde 25 de novembro do ano passado.

Na bolsa de valores, o dia foi de cautela. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou a sessão em alta. No fim da manhã, chegou a subir mais de 1%, mas inverteu a tendência durante a tarde. O indicador fechou esta segunda-feira com queda de 0,25%, aos 50.165 pontos.

O dólar caiu mesmo com a forte atuação do Banco Central, que comprou dólares no mercado futuro para tentar segurar a queda. A autoridade monetária fez três leilões de swap cambial reverso ao longo do dia. No mês passado, esse tipo de operação voltou a ser feita, após três anos suspensa.

15
mar

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 17:10 Hs

* * * O desemprego  já atinge 9,08 milhões de trabalhadores brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número, registrado no último trimestre de 2015, representa uma taxa de desemprego de 9%. O resultado é o pior da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. No trimestre anterior, a taxa de desemprego tinha sido levemente menor, de 8,9%. No último trimestre de 2014 – ou exatamente um ano antes do dado apresentado nesta terça-feira -, a taxa de desemprego havia sido de 6,5%. O salário médio real dos trabalhadores foi de 1.913 no quarto trimestre de 2015. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve recuo de 1,1%. O resultado representa ainda queda de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2014. * * *

* * * As manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, consideradas as maiores da história, e a decisão da Justiça de São Paulo de transferir para o juiz Sérgio Moro o veredicto sobre o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Estadual aumentaram as chances de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir um posto na Esplanada. Lula ainda não comunicou oficialmente sua decisão, mas tanto o PT quanto o Palácio do Planalto dão como certo que o ex-presidente ocupará uma espécie de superministério, a ser criado sob medida para ele. A reviravolta no núcleo do governo é vista como o último lance para evitar a queda de Dilma, ainda que o poder dela seja desidratado por esse novo arranjo. Até agora, a tendência é de que o ex-presidente assuma a Secretaria de Governo, hoje controlada por Ricardo Berzoini. Segundo apurou a reportagem, porém, a pasta será reformulada e dará a Lula poderes de interlocução com o Congresso e com os movimentos sociais. Por esse acerto, ele comandaria a estratégia do enfrentamento à oposição nas ruas e na política. * * *

* * * O dólar abriu em forte alta nesta terça-feira, refletindo a reação dos investidores aos rumores de que o ex-presidente da Luiz Inácio Lula da Silva aceitará virar ministro no governo de Dilma Rousseff. Perto das 10h40, o dólar à vista subia 1,37%, a 3,70 reais, após bater a máxima de 3,73 (+2,38%) momentos antes. A moeda também estava em alta movida pelo cenário externo. As commodities têm queda acentuada e contribuem para a aversão global ao risco. Também pesa negativamente no câmbio a notícia de que o governo começa a avaliar o uso de reservas internacionais para abater a dívida pública federal. Embora a presidente Dilma descarte uma guinada na política econômica, como quer a cúpula do PT, a possível entrada de Lula na equipe provocará mudanças nessa seara, acreditam investidores. (Veja/Estadão Conteúdo) * * *

O dólar caiu 1,5 por cento nesta quinta-feira, encerrando abaixo de 3,65 reais pela primeira vez desde agosto de 2015, reagindo à denúncia do Ministério Público paulista contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar recuou 1,50 por cento, a 3,6414 reais na venda, menor nível de fechamento desde 31 de agosto de 2015 (3,6271 reais). A moeda norte-americana atingiu 3,6349 reais na mínima do dia, após chegar a subir a 3,7110 reais diante de especulações de que o Banco Central poderia reduzir sua intervenção cambial. Com o movimento desta quinta-feira, a moeda norte-americana fechou em queda em sete das últimas oito sessões, marcando sempre baixas de mais de 1 por cento e acumulando queda de 9,04 por cento no período. O dólar futuro caía cerca de 1,6 por cento. “O fator político é o grande direcionador da moeda e assim será por algum tempo”, disse o economista da corretora Lerosa Investimentos Carlos Vieira.Na noite passada, o MP paulista denunciou Lula no caso em que é suspeito de ser o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Garujá, no litoral paulista.
09
mar

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 7:54 Hs

* * * O dólar fechou em queda em relação ao real ontem (8) e voltou a terminar o dia no menor valor do ano, com o cenário político no Brasil ainda sob as atenções do mercado e ofuscando o cenário externo desfavorável. A moeda voltou a cair com força nesta tarde após o Banco Central anunciar leilão de venda de dólares com compromisso de recompra. A moeda norte-americana caiu 1,44%, vendida a R$ 3,7389. Foi a menor cotação de fechamento desde dezembro de 2015, quando, no dia 9, o dólar encerrou o dia a R$ 3,737. Na semana e no mês, há queda acumulada de 0,58% e 6,61%, respectivamente. No ano, há desvalorização de 5,3%. * * *

* * * A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou, nesta terça-feira (8/3), novas medidas para combater o furto e o roubo de celulares no Brasil. A partir de agora, as pessoas poderão bloquear aparelhos perdidos, extraviados ou roubados informando à prestadora somente o número da linha. Até então, havia necessidade de fornecer o IMEI (sequência numérica do celular equivalente ao chassi do automóvel, com 15 algarismos). Outra novidade é a possibilidade de o usuário dar início ao processo de bloqueio do aparelho na delegacia de polícia, no momento do registro da ocorrência. Hoje, as polícias civis dos estados da Bahia, Ceará e Espírito Santo já têm acesso ao sistema que permite o bloqueio. Em breve, a funcionalidade estará disponível também para a Polícia Federal e para as polícias civis de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. As demais polícias civis que tenham interesse em ter acesso ao sistema podem entrar em contato com a agência reguladora. * * *

* * *Mônica Bérgamo, na Folha, destaca que parlamentares do PT voltaram a defender que a presidente Dilma Rousseff convide Lula para ser ministro. Ela e o ex-presidente vão se encontrar logo mais em Brasília. A nomeação do petista para um cargo executivo daria a ele direito ao foro privilegiado. Com isso, o ex-presidente poderia ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que passaria a supervisionar também as investigações sobre ele. Elas hoje estão sob a jurisdição do juiz Sergio Moro.

Segundo um deputado ouvido pela Folha, a ideia já tinha sido defendida no ano passado, mas Lula rejeitou a possibilidade de forma enfática. O mesmo parlamentar diz que a proposta voltou a ser defendida por parte da bancada do PT, mas dificilmente Lula concordaria com ela. “Ainda mais agora. Ficaria parecendo que ele quer simplesmente escapar da Lava Jato”, afirma o deputado.

04
mar

Dólar cai e bolsa sobe…

Postado às 10:52 Hs

Após a Polícia Federal lançar nova fase da operação Lava Jato que tem como alvo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o dólar comercial despenca e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) dispara nesta sexta-feira. A moeda americana recua 3,12%, cotada a R$ 3,678 para compra e a R$ 3,680 para venda. Já o índice Ibovespa, referência da Bolsa, salta 5,19%, aos 49.643.

Na máxima, a Bolsa atingiu 50.023 pontos. O mercado financeiro, em sua grande parte, é crítico à política econômica da presidente Dilma Rousseff e costuma reagir de forma positiva a notícias desfavoráveis ao seu governo.

O vazamento de parte do teor da delação premiada do senador Delcídio Amaral (MS-PT) já havia influenciado os mercados financeiros no Brasil ontem. O dólar fechou em seu menor patamar desde 10 de dezembro e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu forte puxada pelo desempenho das estatais. A alta do Ibovespa foi de 5,12%, aos 47.193 pontos.

Essa é a maior alta desde outubro de 2009. Já a moeda americana encerrou o pregão cotada R$ 3,801 na compra e a R$ 3,803 na venda, um recuo de 2,21% ante o real. A alta da Bolsa é generalizada mas a maior contribuição vem dos papéis de empresas estatais. A Petrobras ON salta 11,96%, a R$ 10,20, enquanto a PN avança 15,52% (R$ 7,59). O Banco do Brasil ON sobe 14,99%, valendo R$ 19,10.

 

 

 

 

 

03
mar

Governo se complica, dólar cai…

Postado às 12:35 Hs

Por: Vera Magalhães

O dólar fechou a quarta-feira cotado a 3 reais e 88 centavos, o menor valor desde dezembro de 2015. Além da euforia do mercado com medidas econômicas adotadas pelo governo chinês, fatores internos contribuíram para a queda da moeda norte-americana. Alguma medida econômica finalmente aprovada no Congresso? Indicadores de recuperação da economia?

Nada disso. Investidores atribuíram a queda do dólar ao aumento do risco de impeachment de Dilma Rousseff após a avalanche de novas delações premiadas preparada pela Lava Jato. No fundo, é o noticiário político que dá o tom, explicou um corretor à agência de notícias Reuters.

A reação do mercado aos dissabores de Dilma mostra que a presidente já não é vista como alguém capaz de conduzir a economia, nem mesmo de levar o mandato até o fim. A sensação, que havia arrefecido no fim do ano, aparece com força também nas análises de executivos de bandos, presidentes de grandes empresas e políticos. A manifestação de 13 de março deve ser o termômetro das ruas para a erosão da confiança que já se vê nesses setores. (Veja)

21
jan

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 18:17 Hs

* * * O dólar comercial teve a terceira alta seguida hoje e fechou com valorização de 1,47%, a R$ 4,166 na venda. É o maior valor de fechamento desde a criação do Plano Real, em 1994. O recorde anterior tinha sido em 23 de setembro, a R$ 4,146. Na véspera, o dólar havia subido 1,24%. Em corretoras de São Paulo, o dólar turismo chegou a ser vendido a R$ 4,64 e o euro, a R$ 5,04. Taxa de juros no Brasil Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano. Foi a primeira reunião do ano, e a quarta seguida em que a taxa foi mantida no mesmo nível. O BC estava em um dilema entre subir os juros para tentar segurar a inflação ou mantê-los, para não atrapalhar ainda mais a recuperação da economia brasileira. Além de piorar as perspectivas para a entrada de dólares no Brasil, a decisão aumentou as incertezas nos mercados locais, que até o início da semana apostavam em alta de 0,5 ponto percentual. “(A manutenção da Selic) é um baque na credibilidade do BC. É o pior dos mundos: o mercado questiona a autonomia do BC e as expectativas de inflação pioram”, disse João Paulo de Gracia Correa, superintendente regional de câmbio da corretora SLW, à agência de notícias Reuters. * * *

* * * O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o edital do processo seletivo para a contratação de 1.409 funcionários temporários para a realização do Censo Agropecuário 2016. Ainda não há informações sobre os salários. As inscrições acontecem entre 26 de janeiro e 22 de fevereiro e podem ser feitas no site da Fundação Cesgranrio, que é a organizadora da seleção. Para concorrer ao processo seletivo, é necessário ter no mínimo o ensino médio. Os agentes regionais devem ter também carteira de habilitação definitiva ou provisória. * * *

* * * As demissões superaram as contratações em 1,54 milhão de vagas formais em todo ano passado, informou o Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (21) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em 2014, foram criados cerca de 420 mil empregos com carteira assinada.O resultado de 2015 é o pior para um ano da série histórica do Ministério do Trabalho, que tem início em 2002, considerando ajustes. Na série sem ajustes, é o pior desempenho desde 1992, quando teve início a contabilização dos empregos formais pelo governo. Com isso, trata-se do pior resultado em 24 anos.O fechamento de vagas aconteceu em meio à forte queda do nível de atividade da economia, com a economia em recessão, e disparada da inflação – que ficou em 10,67% em 2015, o maior patamar em 13 anos. No último ano, também houve aumento de vários tributos por parte do governo. * * *

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