Em mais um dia de volatilidade no mercado doméstico e externo, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no valor mais alto em quase dois anos. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (25) vendido a R$ 3,486, com alta de R$ 0,017 (+0,48%). A cotação está no maior nível desde 13 de junho de 2016, quando tinha fechado em R$ 3,487. O dólar subiu pela quinta sessão seguida. Hoje, operou com valorização durante todo o dia, chegando a R$ 3,512 por volta das 13h. Nas horas finais de negociação, o ritmo de alta recuou um pouco nas horas finais de negociação. O Banco Central (BC) rolou (renovou) normalmente os contratos de swap cambial, que funcionam como venda de dólares no mercado futuro, sem promover intervenções extras no câmbio.

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 3,422, com alta de R$ 0,054 (+1,6%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,429.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em alta, mas reverteu a tendência e encerrou a segunda-feira com queda de 1,78%, aos 83.307 pontos. O indicador está no menor nível desde 9 de fevereiro (80.899 pontos).

Esse foi o primeiro dia de negociação após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta. Nesta segunda-feira, o governo chinês descartou a possibilidade de negociações com os Estados Unidos, classificando de intransigente a postura do governo do presidente Donald Trump de sobretaxar produtos chineses em até US$ 150 bilhões.

No dia do julgamento do recurso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação no caso do triplex do Guarujá, a moeda norte-americana teve a maior queda em oito meses.

O dólar comercial encerrou ontem (24) vendido a R$ 3,159, com recuo de R$ 0,079 (-2,44%), a maior queda para um único dia desde 19 de maio do ano passado (-3,89%). A cotação fechou no menor valor desde 13 de outubro (R$ 3,149).

O dólar operou em baixa durante todo o dia, mas ampliou o ritmo de queda nos minutos finais da sessão, quando foi confirmada a maioria dos votos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região pela manutenção da condenação de Lula por lavagem de dinheiro e corrupção. A segunda instância também aumentou a pena do ex-presidente para 12 anos e um mês de prisão.

Após a sessão de hoje, a moeda norte-americana acumula recuo de 4,69% no ano. Ontem (23), a divisa tinha subido 0,9%.

Agência Brasil

O Ibovespa disparou após a informação de que o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá. O dólar, por sua vez, passou a cair mais de 1% e se aproximar dos R$ 3,20. Às 14h29 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa registrava alta de 0,96%, aos 64.442 pontos, chegando a saltar quase 500 pontos em apenas cinco minutos. Antes da notícia, o índice operava próximo da estabilidade, abaixo de 64 mil pontos. Enquanto isso, o dólar comercial recuava 1,27%, cotado a R$ 3,2118 na venda, ao passo que o contrato futuro do dólar com vencimento em agosto tinha perdas de 1,50%, para R$ 3,219
28
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 17:01 Hs

  • As companhias aéreas começaram a recusar, neste sábado (28/1), o embarque de cidadãos de sete países para os Estados Unidos, horas depois de o presidente americano, Donald Trump, proibir a entrada de viajantes procedentes de Irã, Iraque, Líbia, Síria, Somália, Sudão e Iêmen. Na primeira reação enérgica contra a medida da Casa Branca, o governo iraniano a qualificou de “insultante” e neste sábado, anunciou medidas de reciprocidade e a proibição de entrada de cidadãos americanos em seu território. O decreto americano foi assinado por Trump sob o pretexto de combater os “terroristas islâmicos radicais”.
  • O sorteio 1.898 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (28), em Santarém (PA). De acordo com a Caixa Econômica Federal, com o valor integral do prêmio, o ganhador poderá comprar uma frota de 166 carros populares ou cinco casas de R$ 850 mil cada uma. Se quiser investir na poupança, receberá mensalmente R$ 34 mil em rendimentos.
  • Com a melhoria das condições dos reservatórios do país devido às chuvas que vem ocorrendo desde o inicio de 2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que em fevereiro será mantida a bandeira tarifária verde, ou seja, sem cobrança extra dos consumidores. Em nota, a Aneel informou que “a condição hidrológica favorável”, que consta do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), possibilitou o acionamento de térmicas com custo operacional reduzido, chamadas de Custo Variável Unitário (CVU), abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh). A cor da bandeira em vigor no mês da cobrança é impressa na conta de luz e indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia.
  • O Piauí registrou nesta sexta-feira o primeiro caso suspeito de Febre Amarela. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, o paciente é uma criança de 9 anos que veio de Munhuaçu, em Minas Gerais. Os exame da criança, que está internada em Teresina, foram encaminhados para o Instituto Evandro Chagas (Belém-PA) e Laboratório Central do Estado (Lacen-PI). Com esse caso no Piauí, já são sete estados com notificações da doença. O Distrito Federal também registra ocorrências. No total, são 101 casos confirmados de febre amarela no país. A maior parte das ocorrências está em Minas Gerais, onde já há confirmação de 97 notificações. As informações são do jornal O Globo.
  • O dólar atingiu o menor nível em três meses, cotado a R$ 3,1494 (-0,83%). Alinhado a movimentos em outros mercados emergentes, o recuo da divisa norte-americana foi direcionado pela busca por ativos de risco – e maior rendimento – após o resultado decepcionante do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no quarto trimestre de 2016. A primeira estimativa do PIB norte-americano frustrou os investidores, ao mostrar uma expansão anualizada de 1,9%, abaixo da previsão dos analistas de um avanço de 2,2%. Também ficou bem inferior ao resultado do terceiro trimestre, de alta de 3,5%. Diante dos números, aumentaram os questionamentos sobre o ritmo de aperto monetário por lá e cresceram as expectativas de migração de recursos para países emergentes, que oferecem rentabilidades mais atrativas, como o Brasil.
  • A economia do consumidor com a nova regra que limita a utilização do rotativo do cartão de crédito poderá chegar a quase 50% em 12 meses. Essa é a diferença que o cliente deixará de pagar ao migrar dos juros mais caros do crédito rotativo para as taxas mais baixas do crédito parcelado. Não deixe se ser uma boa…
  • O ator britânico John Hurt, indicado ao Oscar de melhor ator em “O homem elefante” e de melhor ator coadjuvante por “O expresso da meia-noite” (1978), morreu nesta sexta-feira, aos 77 anos, informou a imprensa inglesa. Hurt se destacou na interpretação do senhor Garrick Olivaras, em três filmes da série “Harry Potter”, mas ao longo de sua carreira de 60 anos ele teve papeis marcantes em grandes produções de sucesso, como “Alien: O oitavo passageiro” (1979), “1984” (1984), “V de vingança” (2005), “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, e “O espião que sabia demais” (2011). Hurt foi nomeado Cavaleiro do Império Britânico em 2014 por seus serviços pelas artes dramáticas.

O dólar fechou em alta de 1,11% nesta terça-feira e voltou à casa de 3,30 reais, em nova onda de mau humor nos mercados globais com a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE). A atuação do Banco Central no mercado de câmbio também puxou a cotação para cima.

“A semana efetivamente começa hoje (em referência ao Dia da Independência nos Estados Unidos nesta segunda), e o ambiente é negativo para o real. A preocupação com (a saída britânica da UE) voltou e a atuação do BC não dá espaço para o dólar cair mais”, disse o superintendente regional de câmbio da corretora SLW João Paulo de Gracia Corrêa.

O referendo britânico do mês passado gerou fortes oscilações nos mercados financeiros globais, com a perspectiva de estímulos econômicos parcialmente compensando as turbulências financeiras. A apreensão voltou a prevalecer nesta sessão depois que três fundos de imóveis comerciais britânicos, no valor de cerca de 10 bilhões de libras, suspenderam as negociações. Foi o primeiro sinal de apreensão dos mercados desde o plebiscito do último dia 23.

Via G1

O dólar fechou em forte queda nesta quarta-feira (8), abaixo de R$ 3,40 pela primeira vez em quase um ano. A queda acompanhou o ambiente favorável nos mercados do exterior. O Banco Central permitiu a baixa da moeda, e não fez intervenção pelo sexto dia de negócios seguido.

A moeda norte-americana fechou em baixa de 2,28%, cotada a R$ 3,3697 para venda. Veja a cotação do dólar hoje. É o menor valor desde o dia 29 de julho do ano passado, quando fechou a R$ 3,3293.

 

 

Com forte queda ontem (11), a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,50 pela primeira vez em oito meses. O dólar comercial caiu de R$ 0,102 (-2,83%) e encerrou o dia vendido a R$ 3,495. A cotação está no menor nível desde 21 de agosto do ano passado (R$ 3,46).

A moeda abriu em forte queda, mas consolidou-se abaixo de R$ 3,50 na última hora de negociação. A divisa acumula queda de 2,83% apenas em abril e de 11,48% em 2016. O euro também teve forte queda. A moeda europeia caiu R$ 0,108 e fechou o dia vendido a R$ 3,987, abaixo de R$ 4 pela primeira vez desde 25 de novembro do ano passado.

Na bolsa de valores, o dia foi de cautela. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou a sessão em alta. No fim da manhã, chegou a subir mais de 1%, mas inverteu a tendência durante a tarde. O indicador fechou esta segunda-feira com queda de 0,25%, aos 50.165 pontos.

O dólar caiu mesmo com a forte atuação do Banco Central, que comprou dólares no mercado futuro para tentar segurar a queda. A autoridade monetária fez três leilões de swap cambial reverso ao longo do dia. No mês passado, esse tipo de operação voltou a ser feita, após três anos suspensa.

15
mar

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 17:10 Hs

* * * O desemprego  já atinge 9,08 milhões de trabalhadores brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número, registrado no último trimestre de 2015, representa uma taxa de desemprego de 9%. O resultado é o pior da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. No trimestre anterior, a taxa de desemprego tinha sido levemente menor, de 8,9%. No último trimestre de 2014 – ou exatamente um ano antes do dado apresentado nesta terça-feira -, a taxa de desemprego havia sido de 6,5%. O salário médio real dos trabalhadores foi de 1.913 no quarto trimestre de 2015. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve recuo de 1,1%. O resultado representa ainda queda de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2014. * * *

* * * As manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, consideradas as maiores da história, e a decisão da Justiça de São Paulo de transferir para o juiz Sérgio Moro o veredicto sobre o pedido de prisão feito pelo Ministério Público Estadual aumentaram as chances de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir um posto na Esplanada. Lula ainda não comunicou oficialmente sua decisão, mas tanto o PT quanto o Palácio do Planalto dão como certo que o ex-presidente ocupará uma espécie de superministério, a ser criado sob medida para ele. A reviravolta no núcleo do governo é vista como o último lance para evitar a queda de Dilma, ainda que o poder dela seja desidratado por esse novo arranjo. Até agora, a tendência é de que o ex-presidente assuma a Secretaria de Governo, hoje controlada por Ricardo Berzoini. Segundo apurou a reportagem, porém, a pasta será reformulada e dará a Lula poderes de interlocução com o Congresso e com os movimentos sociais. Por esse acerto, ele comandaria a estratégia do enfrentamento à oposição nas ruas e na política. * * *

* * * O dólar abriu em forte alta nesta terça-feira, refletindo a reação dos investidores aos rumores de que o ex-presidente da Luiz Inácio Lula da Silva aceitará virar ministro no governo de Dilma Rousseff. Perto das 10h40, o dólar à vista subia 1,37%, a 3,70 reais, após bater a máxima de 3,73 (+2,38%) momentos antes. A moeda também estava em alta movida pelo cenário externo. As commodities têm queda acentuada e contribuem para a aversão global ao risco. Também pesa negativamente no câmbio a notícia de que o governo começa a avaliar o uso de reservas internacionais para abater a dívida pública federal. Embora a presidente Dilma descarte uma guinada na política econômica, como quer a cúpula do PT, a possível entrada de Lula na equipe provocará mudanças nessa seara, acreditam investidores. (Veja/Estadão Conteúdo) * * *

O dólar caiu 1,5 por cento nesta quinta-feira, encerrando abaixo de 3,65 reais pela primeira vez desde agosto de 2015, reagindo à denúncia do Ministério Público paulista contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar recuou 1,50 por cento, a 3,6414 reais na venda, menor nível de fechamento desde 31 de agosto de 2015 (3,6271 reais). A moeda norte-americana atingiu 3,6349 reais na mínima do dia, após chegar a subir a 3,7110 reais diante de especulações de que o Banco Central poderia reduzir sua intervenção cambial. Com o movimento desta quinta-feira, a moeda norte-americana fechou em queda em sete das últimas oito sessões, marcando sempre baixas de mais de 1 por cento e acumulando queda de 9,04 por cento no período. O dólar futuro caía cerca de 1,6 por cento. “O fator político é o grande direcionador da moeda e assim será por algum tempo”, disse o economista da corretora Lerosa Investimentos Carlos Vieira.Na noite passada, o MP paulista denunciou Lula no caso em que é suspeito de ser o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Garujá, no litoral paulista.
09
mar

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 7:54 Hs

* * * O dólar fechou em queda em relação ao real ontem (8) e voltou a terminar o dia no menor valor do ano, com o cenário político no Brasil ainda sob as atenções do mercado e ofuscando o cenário externo desfavorável. A moeda voltou a cair com força nesta tarde após o Banco Central anunciar leilão de venda de dólares com compromisso de recompra. A moeda norte-americana caiu 1,44%, vendida a R$ 3,7389. Foi a menor cotação de fechamento desde dezembro de 2015, quando, no dia 9, o dólar encerrou o dia a R$ 3,737. Na semana e no mês, há queda acumulada de 0,58% e 6,61%, respectivamente. No ano, há desvalorização de 5,3%. * * *

* * * A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou, nesta terça-feira (8/3), novas medidas para combater o furto e o roubo de celulares no Brasil. A partir de agora, as pessoas poderão bloquear aparelhos perdidos, extraviados ou roubados informando à prestadora somente o número da linha. Até então, havia necessidade de fornecer o IMEI (sequência numérica do celular equivalente ao chassi do automóvel, com 15 algarismos). Outra novidade é a possibilidade de o usuário dar início ao processo de bloqueio do aparelho na delegacia de polícia, no momento do registro da ocorrência. Hoje, as polícias civis dos estados da Bahia, Ceará e Espírito Santo já têm acesso ao sistema que permite o bloqueio. Em breve, a funcionalidade estará disponível também para a Polícia Federal e para as polícias civis de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo. As demais polícias civis que tenham interesse em ter acesso ao sistema podem entrar em contato com a agência reguladora. * * *

* * *Mônica Bérgamo, na Folha, destaca que parlamentares do PT voltaram a defender que a presidente Dilma Rousseff convide Lula para ser ministro. Ela e o ex-presidente vão se encontrar logo mais em Brasília. A nomeação do petista para um cargo executivo daria a ele direito ao foro privilegiado. Com isso, o ex-presidente poderia ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que passaria a supervisionar também as investigações sobre ele. Elas hoje estão sob a jurisdição do juiz Sergio Moro.

Segundo um deputado ouvido pela Folha, a ideia já tinha sido defendida no ano passado, mas Lula rejeitou a possibilidade de forma enfática. O mesmo parlamentar diz que a proposta voltou a ser defendida por parte da bancada do PT, mas dificilmente Lula concordaria com ela. “Ainda mais agora. Ficaria parecendo que ele quer simplesmente escapar da Lava Jato”, afirma o deputado.

04
mar

Dólar cai e bolsa sobe…

Postado às 10:52 Hs

Após a Polícia Federal lançar nova fase da operação Lava Jato que tem como alvo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o dólar comercial despenca e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) dispara nesta sexta-feira. A moeda americana recua 3,12%, cotada a R$ 3,678 para compra e a R$ 3,680 para venda. Já o índice Ibovespa, referência da Bolsa, salta 5,19%, aos 49.643.

Na máxima, a Bolsa atingiu 50.023 pontos. O mercado financeiro, em sua grande parte, é crítico à política econômica da presidente Dilma Rousseff e costuma reagir de forma positiva a notícias desfavoráveis ao seu governo.

O vazamento de parte do teor da delação premiada do senador Delcídio Amaral (MS-PT) já havia influenciado os mercados financeiros no Brasil ontem. O dólar fechou em seu menor patamar desde 10 de dezembro e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu forte puxada pelo desempenho das estatais. A alta do Ibovespa foi de 5,12%, aos 47.193 pontos.

Essa é a maior alta desde outubro de 2009. Já a moeda americana encerrou o pregão cotada R$ 3,801 na compra e a R$ 3,803 na venda, um recuo de 2,21% ante o real. A alta da Bolsa é generalizada mas a maior contribuição vem dos papéis de empresas estatais. A Petrobras ON salta 11,96%, a R$ 10,20, enquanto a PN avança 15,52% (R$ 7,59). O Banco do Brasil ON sobe 14,99%, valendo R$ 19,10.

 

 

 

 

 

03
mar

Governo se complica, dólar cai…

Postado às 12:35 Hs

Por: Vera Magalhães

O dólar fechou a quarta-feira cotado a 3 reais e 88 centavos, o menor valor desde dezembro de 2015. Além da euforia do mercado com medidas econômicas adotadas pelo governo chinês, fatores internos contribuíram para a queda da moeda norte-americana. Alguma medida econômica finalmente aprovada no Congresso? Indicadores de recuperação da economia?

Nada disso. Investidores atribuíram a queda do dólar ao aumento do risco de impeachment de Dilma Rousseff após a avalanche de novas delações premiadas preparada pela Lava Jato. No fundo, é o noticiário político que dá o tom, explicou um corretor à agência de notícias Reuters.

A reação do mercado aos dissabores de Dilma mostra que a presidente já não é vista como alguém capaz de conduzir a economia, nem mesmo de levar o mandato até o fim. A sensação, que havia arrefecido no fim do ano, aparece com força também nas análises de executivos de bandos, presidentes de grandes empresas e políticos. A manifestação de 13 de março deve ser o termômetro das ruas para a erosão da confiança que já se vê nesses setores. (Veja)

21
jan

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 18:17 Hs

* * * O dólar comercial teve a terceira alta seguida hoje e fechou com valorização de 1,47%, a R$ 4,166 na venda. É o maior valor de fechamento desde a criação do Plano Real, em 1994. O recorde anterior tinha sido em 23 de setembro, a R$ 4,146. Na véspera, o dólar havia subido 1,24%. Em corretoras de São Paulo, o dólar turismo chegou a ser vendido a R$ 4,64 e o euro, a R$ 5,04. Taxa de juros no Brasil Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano. Foi a primeira reunião do ano, e a quarta seguida em que a taxa foi mantida no mesmo nível. O BC estava em um dilema entre subir os juros para tentar segurar a inflação ou mantê-los, para não atrapalhar ainda mais a recuperação da economia brasileira. Além de piorar as perspectivas para a entrada de dólares no Brasil, a decisão aumentou as incertezas nos mercados locais, que até o início da semana apostavam em alta de 0,5 ponto percentual. “(A manutenção da Selic) é um baque na credibilidade do BC. É o pior dos mundos: o mercado questiona a autonomia do BC e as expectativas de inflação pioram”, disse João Paulo de Gracia Correa, superintendente regional de câmbio da corretora SLW, à agência de notícias Reuters. * * *

* * * O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o edital do processo seletivo para a contratação de 1.409 funcionários temporários para a realização do Censo Agropecuário 2016. Ainda não há informações sobre os salários. As inscrições acontecem entre 26 de janeiro e 22 de fevereiro e podem ser feitas no site da Fundação Cesgranrio, que é a organizadora da seleção. Para concorrer ao processo seletivo, é necessário ter no mínimo o ensino médio. Os agentes regionais devem ter também carteira de habilitação definitiva ou provisória. * * *

* * * As demissões superaram as contratações em 1,54 milhão de vagas formais em todo ano passado, informou o Ministério do Trabalho nesta quinta-feira (21) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em 2014, foram criados cerca de 420 mil empregos com carteira assinada.O resultado de 2015 é o pior para um ano da série histórica do Ministério do Trabalho, que tem início em 2002, considerando ajustes. Na série sem ajustes, é o pior desempenho desde 1992, quando teve início a contabilização dos empregos formais pelo governo. Com isso, trata-se do pior resultado em 24 anos.O fechamento de vagas aconteceu em meio à forte queda do nível de atividade da economia, com a economia em recessão, e disparada da inflação – que ficou em 10,67% em 2015, o maior patamar em 13 anos. No último ano, também houve aumento de vários tributos por parte do governo. * * *

O ambiente internacional menos tenso favoreceu a queda de 1,03% do dólar à vista, que fechou cotado a R$ 3,9929 nesta terça-feira (5/1). Na véspera, o estresse com números negativos na China havia levado a moeda norte-americana a uma alta de 1,88%, com a cotação de volta ao patamar dos R$ 4. A queda de hoje foi atribuída principalmente à redução dos exageros da segunda-feira.

A desvalorização do dólar frente ao real aconteceu na contramão da tendência internacional, uma vez que a moeda americana subiu frente à maioria das moedas de países emergentes e exportadores de commodities. Esse comportamento é explicado, pelo menos em parte, pelo fato de o real ter tido uma das maiores perdas ontem, quando os mercados reagiram aos dados negativos da economia da China. A notícia da intervenção governamental na economia chinesa, por meio da injeção de aproximadamente US$ 20 bilhões na economia, melhorou os ânimos nos mercados e favoreceu uma recuperação do real ante o dólar no Brasil.

21
dez

Nas alturas

Postado às 17:46 Hs

Dólar fecha acima de R$ 4 pela primeira vez em quase três meses

No dia em que o ex-ministro do Planejamento Nelson Barbosa assumiu a pasta da Fazenda, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou acima de R$ 4 pela primeira vez em quase três meses. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (21) vendido a R$ 4,023, com alta de R$ 0,076 (1,93%). Foi o maior valor desde 29 de setembro (R$ 4,059). O dia também foi de perdas na Bolsa de Valores de São Paulo, que caiu pela segunda vez seguida e voltou a encerrar no menor nível em mais de seis anos.

A moeda norte-americana começou o dia em alta, mas, até as 12h30, estava abaixo de R$ 4. A Bolsa, que chegou a abrir com pequena alta, passou a cair depois do mesmo horário. As cotações pioraram depois da primeira teleconferência de Barbosa com investidores do mercado financeiro.

22
set

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 11:11 Hs

*  *  * A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), acumula uma taxa de 9,57% no período de 12 meses. Segundo dados divulgados hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a prévia, a inflação oficial acumula taxa de 7,78% no ano. Apenas no mês de setembro, a taxa ficou em 0,39%, índice igual ao de setembro de 2014 e inferior ao 0,43% da prévia de agosto. O recuo da taxa entre agosto e setembro deste ano foi provocada, principalmente, pela queda de preços de 0,06% dos alimentos em setembro. Em agosto, o grupo alimentação e bebidas teve uma inflação de 0,45%. *  *  *

* * * O dólar opera em alta nesta terça-feira (22) e passa a máxima histórica de R$ 4. A alta vem na esteira das preocupações do mercado com votações no Congresso e com a possibilidade de o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, elevar os juros este ano.Às 9h10, a moeda norte-americana tinha alta de 0,85%, vendida a R$ 4,0107.A cotação de R$ 4,01 é a mais alta já registrada pela moeda. Em 10 de outubro de 2002, o dólar chegou a ser vendido a R$ 4 durante o pregão, mas desacelerou a alta e fechou naquele dia a R$ 3,98. *  *  *  

* * * O empresário Michelson Frota, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDVAREJO), foi entrevistado nesta segunda-feira (21) no Jornal da Câmara (TV Câmara de Mossoró, sintonizada no canal 16 da TCM, TV a cabo da Cidade). E o líder empresarial apresentou novidades para o segmento lojista de Mossoró. Na entrevista aos jornalistas Thurbay Rodrigues e Givanildo Silva, Michelson Frota anunciou a realização da campanha “Aquece Mossoró”. A campanha substituirá a Liquida Mossoró, campanha de vendas até então realizadas pelas entidades lojistas. A campanha Aquece Mossoró fará frente à crise que o setor varegista local vem enfrentando no momento, com reflexo da crise econômica nacional. As vendas no setor estão em baixa, o crédito apertado e os lojistas querem trazer os consumidores de volta às compras. *  *  *I

26
ago

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 21:15 Hs

* * * Após uma abertura volátil, o dólar se firmou em alta e chegou a atingir a máxima de 3,65 reais na manhã desta quarta-feira. O ajuste reflete as incertezas dos investidores com o cenário político doméstico e o fortalecimento da expectativa de que os Estados Unidos vai aumentar os juros em breve. Por volta das 13 horas, o dólar avançava 0,7%, a 3,63 reais. Nesta terça-feira, a moeda americana fechou cotada a 3,60 reais pela primeira vez em doze anos e meio. No cenário local, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, passa por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. os 27 titulares da comissão, oito são investigados por Janot, perante o Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta participação no esquema apurado pela Operação Lava Jato. * * * 

* * * Após mais de dez horas de sabatina, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26), por 26 votos a 1, a recondução do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para mais dois anos à frente da Procuradoria Geral. Para que ele seja reconduzido ao cargo, a indicação precisa, agora, ser aprovada no plenário do Senado. Candidato mais votado na lista tríplice do Ministério Público Federal, Janot foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para permanecer por mais dois anos à frente da PGR. Para que o procurador seja reconduzido, ele precisará do voto favorável em plenário de, ao menos, 41 dos 81 senadores. Após a votação na CCJ, os senadores aprovaram dar urgência ao texto, o que dá preferência para que a matéria seja analisada em plenário. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou nesta quarta que, assim que o texto chegar à Secretaria-Geral da Mesa Diretora do Senado, colocará o texto em votação. Os 27 votos contabilizados na CCJ foram de membros titulares da comissão. Por isso, não foi computado o voto de suplentes, como é o caso do senador Fernando Collor (PTB-AL), que já havia anunciado que votaria contra a indicação de Janot. * * *

* * * Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo voltaram a subir e atingiram 395,3% ao ano em julho ante 372,1% em junho, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quarta-feira. O resultado de julho é o maior desde o início da série histórica, em março de 2011. Também supera os juros cobrados no cheque especial, que somaram 246,9% ao ano em julho, maior patamar desde novembro de 1995, quando estavam em 251,72% ao ano. O aumento dos juros bancários segue a alta da taxa básica da economia, definida pelo BC. Desde outubro do ano passado, a autoridade monetária vem subindo os juros seguidamente. Naquele momento, a taxa estava em 11% ao ano. No fim de maio, já havia subido para 14,25%, avanço de 3,25 pontos percentuais, no maior patamar mais elevado em nove anos. * * *

jul 23
terça-feira
11 17
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

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