19
set

Fafá Rosado em nova sigla

Postado às 9:01 Hs

A ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado, já está de malas prontas para deixar o PMDB, mas não ficará sem filiação partidária. A ex-prefeita já analisa uma nova opção de filiação, pois não pretende se afastar da vida pública e já traça planos para se candidatar nas eleições de 2018.

A tendência atual, é para que Fafá Rosado concorra uma vaga na Assembleia Legislativa, retomando a trajetória do marido, Leonardo Nogueira, onde ele exerceu dois mandatos estaduais. A ex-prefeita deve se filiar a um partido “pequeno”, em comparação às legendas tradicionais no atual modelo partidário do Brasil, embora esteja de olho numa sigla com potencial de acolher o seu novo projeto eleitoral.

As eleições de 2018 se aproximam…

18
set

Eleições 2018

Postado às 10:19 Hs

Com Meirelles, PSD quer ocupar vácuo político agravado pela Lava-Jato.

Num movimento meticulosamente combinado, o PSD surpreendeu ao apresentar na semana passada o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como o nome do partido para concorrer à presidência da República. Normalmente, as legendas não anunciam com tanta antecedência o indicado, mas o jovem Partido Social Democrático quer surfar na credibilidade do fiador da política econômica do governo Temer. Na esteira da melhora dos indicadores, o PSD abriu espaço no embolado quadro político. Afinal, as duas legendas que disputam há 25 anos o comando do país — PSDB e PT — enfrentam enormes dificuldades internas para definir seus candidatos.

Assim como outros partidos, o PSD percebeu uma oportunidade de ocupar o vácuo político, agravado diariamente pelo envolvimento de grande parte do Congresso Nacional na Operação Lava-Jato. Nesse cenário, a legenda vê em Meirelles uma bandeira com chance de pegar: a da boa gestão econômica aliada ao fato de ele não ter o carimbo de corrupto que tem contaminado potenciais concorrentes.

No reflexo mais explícito do estrago que a ofensiva judicial fez às pretensões do ex-presidente Lula, o PC do B, parceiro histórico do PT em eleições nacionais, decidiu iniciar consulta aos seus dirigentes para buscar uma alternativa para 2018. A decisão foi tomada após uma série de reuniões ao longo da última semana. O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro alastrou a sensação de que o petista não conseguirá ser candidato. E a sigla quer ter o próprio plano B até novembro.

Integrantes da legenda estão divididos sobre o movimento, mas ele foi deflagrado. Não haverá gesto hostil a Lula. Se ele puder concorrer, a aliança está assegurada — o problema, dizem, é que cada vez menos gente dentro e fora do PT acredita nessa possibilidade.

O recente ataque de Ciro Gomes (PDT-CE) a Lula foi um outro sintoma do movimento de desagregação da esquerda. Em revide, o PT afirma que, ao partir para cima do petista, o pré-candidato do PDT ao Planalto minou as chances de uma aliança caso o ex-presidente não possa ser candidato. Integrantes de movimentos sociais ligados ao PT dizem que o gesto aumentou a rejeição a Ciro.  (Painel – Folha de S.Paulo)

17
set

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 17:59 Hs

  • O presidente estadual do PSDC, Joanilson Rêgo, ex-vereador de Natal, tem andado pelo Estado em busca de bases para solidificar o partido no Estado. A meta é eleger um deputado estadual em 2018. Se o voto distritão, em que os mais votados são eleitos, passar, fica mais difícil obter o resultado esperado.
  • Os dois primeiros dias de shows do Rock in Rio foram marcados pela mistura de estilos e também por protestos. Na tarde deste sábado (16) durante o show da banda Blitz, o vocalista Evandro Mesquita fez críticas ao governo do presidente Michel Temer e, em seguida, a plateia gritou “Fora, Temer”. “A Amazônia está seriamente ameaçada por políticos corruptos, mineradores, pecuaristas, e estão conseguindo diminuir as áreas indígenas e os parques por cobiça. O governo Temer quer salvar o pescoço. Sou guardião da Amazônia. Levantem as mãos aí que nossa resistência será forte, firme, por um Brasil melhor, pelas áreas indígenas, pelas demarcações de área, é isso aí”, afirmou o vocalista da banda. Também no sábado, durante o primeiro show no Palco Mundo, antes do Skank tocar a música ‘Indignação’, Samuel Rosa fez um discurso contra a corrupção, que também foi seguido por um coro de “Fora Temer” do público. “Nosso dinheiro está correndo pelo ralo. Acredito nos brasileiros, não nos políticos. Quero dizer que a gente não se parece com vocês, políticos. Vocês são piores que ladrões. Vocês matam gente”.
  • Presidente estadual do PPS, o ex-deputado Wober Júnior é contra adotar o sistema de voto distritão para eleições no legislativo. Na visão dele, a eleição majoritária para essas vagas enfraquece os partidos e torna o processo eleitoral cada vez mais personalista.
  • A cada dia, em média, quase dois professores são agredidos em seus locais de trabalho no Estado de São Paulo, mostram dados de registros policiais obtidos pela Folha de São Paulo por meio da Lei de Acesso à Informação. O número leva em conta as 178 queixas de educadores em delegacias no primeiro semestre deste ano em datas do calendário escolar (dias úteis do período de fevereiro a junho). Elas se referem a ocorrências de “vias de fato” (37%), como um empurrão sem maiores consequências, e ao crime de lesão corporal (63%). Aconteceram em creches, escolas e universidades, tanto públicas como particulares. Há educadores atingidos com lixeiras, carteiras escolares, socos, chutes e pontapés. Em ao menos um de cada quatro casos, um aluno foi apontado entre os agressores -a maioria dos registros não identifica os responsáveis.
  • Com votações expressivas em Mossoró em todas as eleições que disputou vagas para o Senado, José Agripino (DEM) concorrerá pela primeira vez, em 2018, sem o apoio da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Seu palanque deverá ser sustentado pela ex-prefeita Cláudia Regina (DEM) e o empresário Tião Couto (PSDB) no município.
  • A prefeita Rosalba Ciarlini aproveitou a abertura da Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO), nesta quinta-feira, 14, para defender o Programa de Interiorização da Indústria (Pró-Sertão) criado por ela quando foi governadora do Estado do Rio Grande do Norte. “Nós conseguimos associar a grande empresa que é a Guararapes, para disseminar grupos de trabalho de confecções, as conhecidas facções, em um esforço para gerar emprego no interior do Estado”, explica, convocando a sociedade potiguar para se unir pela manutenção desses postos de trabalho. Citando São José do Seridó, Parelhas, Messias Targino e Upanema, entre outros, como exemplos de municípios que ofertam emprego pleno em meio a uma crise de falta de oportunidade que atinge todo o país, a prefeita destacou que neste momento de dificuldades, ao invés de esvaziamento das facções, o que deve ocorrer é uma harmonização de esforços pelo fortalecimento do setor.

     

     

14
set

Garantido o financiamento público

Postado às 7:45 Hs

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A comissão da Câmara que analisa propostas de reforma política aprovou, ontem, projeto de lei que cria um fundo público destinado a financiar campanhas eleitorais e define as regras de distribuição dos recursos. O texto-base da matéria já previa a criação do fundo. Havia, porém, divergências sobre a validade desse dispositivo no caso de rejeição de uma emenda à Constituição que também cria o fundo e pode ser votada em plenário nesta quarta. De acordo com o deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator do texto, embora o projeto institua o fundo eleitoral, há um acordo para que esse trecho seja eliminado se a PEC não for aprovada em plenário. Portanto, trata-se de um acerto que tem como base a palavra dos deputados.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta segunda-feira, 11, que o prazo máximo para o PSDB realizar prévias para definir o candidato à Presidência em 2018 é março. Fernando Henrique também relativizou o comentário do presidente nacional interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), de que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), é o “primeiro da fila” na disputa. Para FHC, a fala de Tasso Jereissati tem a ver com o tempo em que Alckmin está na política.

“Geraldo está há mais tempo na política. Nesse sentido, é o primeiro da fila. Isso significa que tem lugar garantido? Não”, disse o ex-presidente, após uma palestra oferecida pelo Lide – Grupo de Líderes Empresariais, organização criada pelo prefeito da capital paulista e também postulante ao cargo, João Doria (PSDB).

FHC reiterou que acha saudável a competição na legenda e se disse feliz pela sigla ter mais de uma opção “com vontade e em posição” de se candidatar ao Planalto. O tucano declarou também não ter preferência entre a escolha do candidato via prévias ou por meio de pesquisas de opinião.

As informações são de Pedro Venceslau e Marcelo Osakabe, O Estado de S.Paulo

10
set

SAIBA TAMBÉM…

Postado às 18:19 Hs

# Reforma política será definida na semana que vem

A semana que vem será decisiva para a reforma política. Caso queiram que ela comece a funcionar em 2018, os deputados terão que chegar a algum consenso sobre o sistema eleitoral. Acordo fechado entre lideranças da Casa prevê que o plenário vote a partir de terça-feira (12) a PEC 77, que define o sistema eleitoral a ser adotado para a escolha de deputados e vereadores e ainda cria um fundo de financiamento eleitoral com recursos públicos. Em seguida, vão para a votação da PEC 282, que acaba com as coligações e estabelece a chamada cláusula de barreira. “Estamos avançando, acho que vai ser possível”, disse o relator da PEC 77, deputado Vicente Cândido (PT-SP).

O grande problema continua sendo entre distritão ou distritão misto. “Estamos trabalhando em uma proposta de distritão misto, para ver se aproxima algumas bancadas. Estamos trabalhando essa possibilidade e aí resolve o problema”, afirmou o deputado.

# Democratas 2018

O líder do Democrata na Câmara Federal, Efraim Filho, afirmou que o partido quer participar de forma ativa da disputa eleitoral em 2018. Segundo o parlamentar, a legenda precisa figurar como ator principal no pleito. “O DEM tem a verdadeira política para participar de uma chapa majoritária. Nós não iremos para 2018 para ser coadjuvante, queremos ser protagonista nessa disputa”, defendeu.

# SENADO POTIGUAR

A disputa de 2018 terá novos nomes competitivos para enfrentar os senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB). Lançaram-se oficialmente a deputada federal Zenaide Maia (PR) e o ex-deputado Ney Lopes (PSD). Em uma dobradinha, eles fariam uma frente forte para a disputa.

“Sem Lula no páreo todo mundo é japonês”.

Sob impacto do depoimento de Antonio Palocci, dirigentes de siglas que são aliadas históricas do PT decidiram iniciar, ainda em reserva, discussões sobre o rumo que tomarão em 2018. Eles não veem chances de o ex-presidente Lula ser candidato à Presidência e argumentam que não há substituto — nem mesmo um nome ungido pelo petista — que consiga unificar a esquerda. A ordem agora é pensar no próprio plano B. Sem Lula no páreo, argumentam, “todo mundo é japonês”.

Os aliados do PT avaliam que “o pior não é o que Palocci disse” em depoimento a Sergio Moro, na quarta (6), mas o que ele “ainda vai falar”. Para esses políticos, o que o ex-ministro e integrante da cúpula do PT fez “foi uma ‘avant-première’” do arsenal que possui.

Diversas expressões que causaram furor público no testemunho de Palocci — entre elas o famoso “pacto de sangue” da propina — já haviam sido ditas por ele aos procuradores com quem negocia uma intrincada delação premiada, em Curitiba. (Painel – FSP)

 

 

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O cientista político Antonio Lavareda, de 66 anos, já foi consultor de 91 campanhas eleitorais. Presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), do Recife, Lavareda escreveu também dezenas de livros sobre marketing eleitoral. Em entrevista à ISTOÉ, ele diz que, faltando um ano para as eleições, ainda é prematuro definir o quadro, mas de uma coisa tem certeza: Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto, nem deverá ser candidato. “A probabilidade disso acontecer é próxima de zero”. Sem o ex-presidente no páreo, a esquerda se dividirá entre vários candidatos, como o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT). Marina Silva (Rede) pode crescer, enquanto que o deputado Jair Bolsonaro, atualmente em segundo nas pesquisas, “vai se desidratar”. Resta, então, saber se os partidos de centro, como PSDB, PMDB e DEM, vão se unir ou se seguirão divididos. Unidos, podem chegar ao segundo turno e ganhar. O problema é que o prefeito João Doria e o governador Geraldo Alckmin travam uma luta fraticida pela vaga do PSDB. Lavareda acha que a melhor solução seria a realização de prévias entre os dois.
08
set

Especulações 2018…

Postado às 12:25 Hs

Vice de Carlos Eduardo poderá vim da cidade de Mossoró

Nos bastidores da política potiguar, corre a informação que o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), articula um nome mossoroense para companheiro de chapa, em 2018 quando concorrerá a sucessão do governador Robinson Faria (PSD), candidato a reeleição.

O nome em alta como pré-candidato à vice de Carlos, é o deputado progressista Beto Rosado, sobrinho da prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini. Essas articulações já estão em andamento e tem a simpatia do senador Garibaldi Alves, primo do prefeito.

O deputado federal Beto Rosado, seria indicação da prefeita Rosalba.

05
set

Charge: No próximo ano…

Postado às 12:48 Hs

A frase da semana que movimentou o meio político do estado veio do atual governador do Rio Grande do Norte Robinson Faria, que confirmou a aliados o desejo de continuar á frente dos negócios do estado potiguar.

Confiante que terá novamente a chance de sentar na cadeira executiva para governar o RN, Robinson trabalha para alinhar as finanças do estado, colocar os salários do servidores em dia e trazer investimentos e indústrias.

“Serei candidato e reeleito governador”, com esta frase impactante, Robinson Faria mostra que não está frágil como muitos pensam, mas que está aprendendo com os próprios erros e que pode fazer bem mais na segunda gestão.

 

Fonte: Jair Sampaio

 

Em entrevista ao Estado, o prefeito João Doria disse que as pesquisas de intenção de voto serão determinantes na escolha do candidato tucano ao Palácio do Planalto em 2018. Doria descartou a hipótese de disputar prévias com o governador Geraldo Alckmin. Questionado sobre a possibilidade de deixar o PSDB para concorrer à Presidência da República, ele não descartou: “Pretendo continuar, até que alguma circunstância me impeça disso”.

O sr. disse que o fator povo será importante para definir o candidato do PSDB…

Importante não, definitivo. Não se pode imaginar a decisão do PSDB sobre o nome que vai disputar a Presidência da República ou o Estado de São Paulo se você não ouvir o povo. Não há como imaginar que alguém possa ser indicado sem que seja pelo povo.

Isso significa que as pesquisas terão um papel importante na escolha do candidato do PSDB?

Ao meu ver, sim. Se alguém tiver dúvida em uma pesquisa, que faça duas. Se tiver dúvida em duas, que faça três. Não ouvir o povo pode ser um erro fatal para o PSDB. As informações são de Pedro Venceslau, enviado especial a Paris, O Estado de S.Paulo.

Então se o governador Geraldo Alckmin estiver em uma posição abaixo da sua nas pesquisas, como está hoje, o sr. seria o candidato? O PSDB deve levar as pesquisas em consideração?

Essa é uma decisão a ser tomada mais adiante. Ainda é cedo para avaliar. Não faço uma defesa personalista, mas nacional. Acertar na indicação é ouvir a população.

O sr. defende as prévias. Enfrentaria Alckmin na disputa interna?

Não disputarei prévias com Geraldo Alckmin, embora defenda as prévias. Não faz o menor sentido. Não faria isso. Desde já me excluo dessa condição.

O sr. esteve com o presidente da França, Emannuel Macron, que foi eleito após criar uma novo partido. É, segundo disse, uma referência. Falando francamente: após receber convites do PMDB e DEM, descarta a possibilidade de deixar o PSDB?

A política traz sempre ares, tempestades e fatos que não estão dentro do seu prognóstico. Isso se aprende rápido na vida política. Estou na política, mas não sou político. Não tenho intenção de mudar de partido, mas é sempre bom ouvir de outros partidos que você é bem-vindo. Não é só o PMDB e o DEM. Outros dois partidos tiveram a gentileza e a delicadeza de abrir as portas caso necessário. Agradeci. Estou no PSDB desde 2001, muito antes de pensar em ser candidato. Não entrei por conveniência. Pretendo continuar no PSDB, até que alguma circunstância me impeça disso. Em relação ao futuro, cabe a Deus indicar, iluminar e definir qual é o destino.

O sr. adotou recentemente um discurso mais moderado, sem citar a bandeira vermelha do PT. Essa mudança veio para ficar?

São etapas. O discurso é como uma caminhada. Daqui a 10 metros não será mais o mesmo cenário. Sua reação pode ser diferente. Sou um conciliador. Sempre fui uma pessoa integradora. Eu respeito as pessoas. Embora eu seja firme na defesa das minhas posições, nunca desqualifiquei e xinguei.

Chamou a Dilma de anta…

Não foi a melhor posição. Até me desculpei em relação a isso. Não precisava me referir a ela dessa maneira. Reafirmo minhas desculpas.

O governador Geraldo Alckmin apoia o senador Tasso Jereissati para a presidência do PSDB. Já o sr. apoia o governador de Goiás, Marconi Perillo. O sr. e governador estão se distanciando?

Não há afastamento nem diferenças pessoais. Há posições que nem sempre são as mesmas. Mas isso não implica um distanciamento meu em relação ao governador e dele em relação a mim. Eu de fato apoio o Marconi Perillo para a presidência do PSDB. Entendo que o senador Tasso cumpriu um papel importante, mas é hora de renovar. A renovação tem no nome de Marconi Perillo uma pessoa vibrante e inovadora. Seria um ganho tê-lo como presidente e manter Tasso na executiva.

03
set

No ano que vem…

Postado às 20:19 Hs

PSDB e PMDB: juntos no governo, separados em 18 estados

Aliados no governo de Michel Temer, PMDB e PSDB devem ficar separados em 18 estados na disputa de 2018, contra nove unidades da federação nas quais a parceria nacional pode se repetir, segundo levantamento do Estadão.

“Nos bastidores, as negociações se encaminham para que PSDB e PMDB estejam juntos na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e Tocantins.

Já a lista que contabiliza tendência de separação entre as legendas é mais extensa: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.”

01
set

Eleições 2018: Conversas…

Postado às 9:56 Hs

Articulação politica pode abrir vaga para Ezequiel Ferreira ser governador do RN.

Já é do conhecimento de muitos que está sendo gerado um projeto político para colocar Robinson no Senado e Ezequiel no Governo do Estado. Na verdade o primeiro passo é negociar uma vaga no Tribunal de Contas para acomodar o vice-governador Fábio Dantas para abrir o caminho de Ezequiel assumir o Governo com o afastamento de Robinson em abril de 2018 para disputar o Senado.

Ezequiel governador seria candidato a reeleição fazendo dobradinha com Robinson e Garibaldi para o Senado, caberia a Rosalba indicar uma filha como candidata a vice-governadora. Com esse pacto, José Agripino ficaria isolado na direita e Fátima Bezerra isolada na esquerda. Essa é a conversa que está rolando em Natal.

01
set

Eleições 2018: Marina sai da toca

Postado às 8:53 Hs

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Lula, Doria, Alckmin, Ciro, Bolsonaro. Os cinco políticos têm percorrido o país em campanha aberta à Presidência. Faltava Marina Silva, que deve concorrer ao Planalto pela terceira vez em 2018. Para alívio dos aliados, a ex-senadora começa a sair da toca. Nesta semana, ela voltou a ter agenda de candidata. Na quarta, reapareceu no Congresso para um ato em defesa da Amazônia. Foi cortejada por deputados e posou para dezenas de selfies. No sábado, Marina vai a Macapá para outra manifestação a favor da floresta. No domingo, retorna a Brasília para a Virada do Cerrado. Entre os compromissos, ela reservou dois dias para reuniões em São Paulo. A quem reclama de seu sumiço, a ex-senadora diz que não tem mais cargo público e que nunca deixou de se expressar nas redes sociais. “Já tem muita gente repetindo o meu discurso por aí”, brinca. “Toda hora tem alguém falando em nova política, dizendo que não é de esquerda nem de direita, tirando o “P” do nome do partido…”, enumera.
World Economic Forum on Latin America 2011
Cotado para ser candidato à Presidência em 2018 desde que assumiu o cargo de ministro da Fazenda, Henrique Meirelles quer se candidatar e teria o apoio de seu partido, o PSD, mas sabe que só terá chances reais com uma melhora respeitável da economia, disse à Reuters uma fonte próxima ao ministro. O nome de Meirelles surge como alternativa para a Presidência desde sua nomeação como ministro pelo presidente Michel Temer. Até mesmo em especulações sobre um possível afastamento do presidente, envolvido em denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República, o ministro aparecia como uma das hipóteses em uma eleição indireta.
29
ago

Repercutindo

Postado às 12:04 Hs

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Uma coisa é o que Lula e os principais líderes do PT dizem para consumo externo, principalmente dos eleitores cativos dos dois. Outra é o que dizem para consumo deles mesmos. Para consumo externo, Lula é candidato à sucessão do presidente Michel Temer. E como candidato se comporta ao sair em caravana por 25 cidades de nove Estados do Nordeste. Para consumo interno, Lula e seus interlocutores concordam que são ralas as chances de ele não ser condenado na segunda instância da Justiça, o que o impedirá de ser candidato. Assim, Lula está em campanha para ser o mais forte cabo eleitoral que um candidato da oposição possa ter – de preferência, um candidato do PT.
set 20
quarta-feira
15 14
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