Por Elio Gaspari / FOLHA

Faltando pouco para o segundo turno, está à solta o chato eleitoral. É um personagem que tenta transformar qualquer conversa em discussão política para defender seu candidato. Assim como sempre haverá gente que enfia o dedo no nariz, não há como evitar que ele exista. Pode-se limitar o alcance de sua chateação cortando-se polidamente o assunto. O general Alfredo Malan tinha uma fórmula: “Política e jogo de cartas me dão sono”. (Não era verdade, mas funcionava.) Há dois tipos de chatos eleitorais.

O primeiro, benigno, é o militante. Ele supõe que sua palavra iluminada pode conseguir um voto para seu candidato. Esse chato pode ser neutralizado com uma simples mudança de assunto. O melhor remédio é deixá-lo falar o tempo que quiser. Interrompê-lo será estimulá-lo.

O segundo chato eleitoral, maligno, quer vender seu candidato, mas há nele algum tipo de insegurança. Fez sua escolha mas busca apoio, cumplicidade.

Esse é o tipo mais desagradável e perigoso, porque precisa de uma discussão. Afinal, só assim poderá se convencer que fará o certo, pois mais gente decidiu como ele. Quanto mais corda recebe, mas enfático ou radical se torna. Nesse caso o culpado pela chateação será quem lhe deu corda. (Trocar ideias com um eleitor de Bolsonaro tem uma complicação exclusiva, pois o candidato não quer debater as suas.

Se nenhum recurso der certo, pode-se recorrer ao truque do deputado Temperani Pereira. Depois de ouvir uma exposição de um colega ele lhe disse: “Sua opinião me deixa incorrobúvel e imbafefe”. Depois comentou: “Quero ver ele achar essas palavras no dicionário”.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para domingo (21), às 14h, a entrevista coletiva marcada para esta tarde para anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais. A entrevista foi adiada por causa de incompatibilidades nas agendas dos participantes. A coletiva foi anunciada ontem (18) após o TSE receber cobranças sobre as medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdo falso durante a campanha eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para domingo (21), às 14h, a entrevista coletiva marcada para esta tarde para anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais. A entrevista foi adiada por causa de incompatibilidades nas agendas dos participantes.

A coletiva foi anunciada ontem (18) após o TSE receber cobranças sobre as medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdo falso durante a campanha eleitoral.

Nesta quinta-feira (18), a coligação que sustenta a candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República e o PSOL entraram com pedidos no TSE para que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.

Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.

Deverão participar da coletiva prevista no próximo domingo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

Agência Brasil

Pesquisa encomendada pela Rede Record de Televisão e realizada esta semana(17 e 18/10) aponta empate técnico na eleição para o Governo do Rio Grande do Norte. A senadora Fátima Bezerra(PT) tem 47% na consulta estimulada e o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo(PDT) chegou a 45%. Indecisos somam 3 % e nenhum 5 %.

Nos votos válidos, Fátima ficou com 51% e Carlos Eduardo atingiu 49%. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral(TRE) sob número Número de Registro: RN-00854/2018 / BR-07462/2018.

O Instituto Real Big Data, contratado pela Record e que faz pesquisas nacionalmente( deu 60×40 para Jair Bolsonaro na pesquisa presidencial contra Fernando Haddad), também mediu a rejeição no Rio Grande do Norte e divulgou: 34% dos entrevistados disseram jamais votar em Fátima contra 25% de Carlos Eduardo. O instituto também constatou 74% de desaprovação ao Governo Robinson Faria. Para Presidente, no Rio Grande do Norte, Haddad vence por 51 a 42 pontos percentuais.

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

No grande naufrágio partidário de 2018, os primeiros da fila para o bote salva-vidas são Roberto Jefferson, Pastor Everaldo, Valdemar Costa Neto e Gilberto Kassab. Os caciques do centrão, que sustentaram governos de todas as cores, decidiram se alinhar a Jair Bolsonaro (PSL) em busca de sobrevivência.

O PSD não é de esquerda, nem de direita, nem de centro (como definiu Kassab ao criar a legenda), mas já está afinado com o radicalismo de Bolsonaro. O fundador da sigla disse nesta quarta (17) que, se o candidato do PSL for eleito, “evidentemente” apoiará seu governo no Congresso.

A condição é que as pautas tenham convergência com as crenças do PSD, mas a adaptação não será muito difícil. Kassab foi ministro de Dilma Rousseff, pediu demissão para apoiar o impeachment e, em menos de um mês, pegou as chaves de outro ministério com Michel Temer.

O PR não quis apoiar Bolsonaro no primeiro turno, mas agora planeja um consórcio com o presidenciável. Caso sua eleição se confirme, o partido de Valdemar estará na base governista e lançará ao comando da Câmara o deputado Capitão Augusto, um policial que diz que o regime militar não foi uma ditadura.

“Houve alternância no poder, o Congresso manteve-se aberto, o Judiciário manteve-se aberto e até a imprensa tinha liberdade”, disse, em 2015. Quatro mentiras, se considerarmos que a ditadura aposentou ministros do STF e tutelou o tribunal.

O time pró-Bolsonaro tem ainda a companhia do PTB de Roberto Jefferson, do PSC do Pastor Everaldo e de outros partidos que acreditam farejar vitória no campo do PSL.

A corrida atrás de um candidato que se beneficiou do derretimento da política soa como ironia, mas não surpreende. Se for eleito, Bolsonaro precisará dessas siglas para aprovar uma pauta especialmente amarga de equilíbrio das contas públicas.

Embora o candidato prometa não distribuir cargos, tudo parece negociável. Há dois dias, Bolsonaro pediu à bancada ruralista uma indicação para o Ministério da Agricultura.

17
out

Números de outros estados…Pesquisa Ibope

Postado às 19:28 Hs

O Ibope divulgou hoje uma série de pesquisas nos estados que disputam o segundo turno. O Blog fez um levantamento dos resultados dos lavantamentos nos principais estados do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Confira abaixo os resultados considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo-se todos os brancos, nulos e indecisos.

São Paulo

João Doria (PSB): 52%
Márcio França (PSB): 48%

Pesquisa contratada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR‐07265/2018 e SP‐07777/2018. Foram ouvidas 1512 eleitores em 79 municípios entre os dias 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% e grau de confiança de 95%.

Rio de Janeiro

Wilson Witzel (PSC): 60%
Eduardo Paes (DEM): 40%

Pesquisa contratada pela TV Globo e Editora Globo e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR-01312/2018 e RJ-04021/2018. Foram ouvidos 1512 eleitores em 43 municípios entre os dias 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% e grau de confiança de 95%.

Minas Gerais

Romeu Zema (Novo): 66%
Antonio Anastasia (PSDB): 34%

Pesquisa contratada pela TV Globo e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR‐09365/2018 e MG-00033/2018. Foram ouvidos 1512 eleitores em 94 municípios entre os dias 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% e grau de confiança de 95%.

Distrito Federal

Ibaneis Rocha (MDB): 75%
Rodrigo Rollemberg (PSB): 25%

Pesquisa contratada pela TV Globo e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos DF-05023/2018 e BR‐04848/2018. Foram ouvidos 1.204 eleitores entre os dias 14 e 16 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% e grau de confiança de 95%.

17
out

Debate na BAND Natal

Postado às 18:46 Hs

O Grupo Bandeirantes de Comunicação mantém a tradição e realiza o primeiro debate do segundo turno das eleições 2018 para o Governo do Rio Grande do Norte. Os candidatos se enfrentarão nesta quinta-feira (18), a partir das 22h35, com transmissão ao vivo pela televisão, pela rádio 96FM, pelo portal Nominuto.com e pela TCM.

Os dois candidatos postulantes ao cargo no Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT), assinaram o termo de compromisso de participação confirmando presença. O programa contará com cinco blocos, sendo quatro deles de rodadas diretas entre os candidatos.

A mediação ficará por conta do jornalista Diógenes Dantas, apresentador da emissora.

Os eleitores que não compareceram às urnas para votar nas eleições do último domingo, 07 de outubro, deverão justificar sua ausência ao pleito. A Justiça Eleitoral responde as dúvidas dos cidadãos que se enquadram nesta situação e orienta sobre como proceder. Diferente das pessoas que justificaram o voto no dia da eleição e não precisaram dizer o motivo de não votar, o eleitor que não esteve presente em seu domicílio eleitoral e não solicitou o voto em trânsito poderá justificar sua ausência, e apresentar razão, através do preenchimento do formulário Requerimento da Justifica Eleitoral (RJE), disponível na página do TRE/RN, na internet, através do link http://www.tre-rn.jus.br/eleitor/justificativa-eleitoral.

Além do formulário, o cidadão deve anexar os documentos que atestem o motivo que o impossibilitou de comparecer à votação. A entrega poderá ocorrer pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, ou ainda, existe a possibilidade do documento ser enviado pelo correio para o juiz da zona eleitoral.

O eleitor pode justificar sua ausência pela internet utilizando o ‘sistema justifica’ na página do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, é necessário inserir seus dados pessoais, declarar a causa do não comparecimento e anexar comprovante do impedimento para votar. Após esta etapa um protocolo gerado permite ao eleitor acompanhar o andamento do processo até decisão do juiz eleitoral. A justificativa será registrada no histórico do eleitor junto ao cadastro eleitoral. Vale ressaltar que aquele que não votou em primeiro turno e nem justificou fica impedido de exercer o voto no segundo turno, marcado para o dia 28 de outubro.

15
out

Nova Pesquisa

Postado às 19:02 Hs

A menos de duas semanas para o segundo turno da eleição presidencial, o candidato do PSLJair Bolsonaro, tem 59% das intenções de voto, contra 41% do petista Fernando Haddad, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira, 15.

O cálculo considera apenas os votos válidos, ou seja, exclui os nulosbrancos e indecisos. Levando em conta o eleitorado total, Bolsonaro lidera por 52% a 37%. Há ainda 9% dispostos a anular ou votar em branco, e 2% que não souberam responder. Bolsonaro abriu 18 pontos porcentuais de vantagem nos votos válidos desde o primeiro turno, realizado no dia 7, quando ficou à frente do principal adversário por 46% a 29%.

Além de perguntar aos entrevistados quem é seu candidato preferido, o IBOPE procurou medir o potencial de voto de cada um dos concorrentes. Após citar o nome de cada um dos candidatos, os entrevistadores perguntaram aos eleitores se votariam em cada um com certeza, se poderiam votar ou se não votariam de jeito nenhum.

Bolsonaro é o que tem mais simpatizantes convictos: 41% votariam nele com certeza, e 35% não votariam de jeito nenhum. Haddad é o que tem a maior rejeição: 47% não o escolheriam em nenhuma hipótese, e 28% manifestam certeza na escolha.

Ibope ouviu 2.506 eleitores nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo Nº BR-01112/2018. Os contratantes foram o Estado e a TV Globo.

14
out

Informes

Postado às 16:09 Hs

Mesários já podem obter Declaração de dias trabalhados
Está disponível para os mesários que trabalharam no primeiro turno das Eleições 2018 um serviço inédito da Justiça Eleitoral. Por meio do Canal do Mesário, na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é possível obter a “Declaração de dias trabalhados”, documento que comprova a atuação no dia da votação e garante o direito de folga em dobro pelo dia trabalhado. O novo serviço proporciona maior agilidade para a obtenção do documento.

Para a obter a “Declaração de dias trabalhados” via internet, o mesário precisa ter feito o registro de presença no terminal do mesário da urna eletrônica, tanto no início quanto no encerramento dos trabalhos. Nas demais eleições, os mesários só conseguiam o documento nos cartórios eleitorais, que também continuarão fornecendo o documento.

O novo serviço busca facilitar e uniformizar o atendimento da Justiça Eleitoral aos mesários. Em função das diferentes características das várias regiões do país, era comum uma grande disparidade para o fornecimento do documento. Em determinados locais, os mesários recebiam a declaração no mesmo dia da votação. Em outros, o documento levava até 60 dias para ser entregue.

13
out

Novas Pesquisas

Postado às 19:45 Hs

Três pesquisas foram registradas para esse segundo turno no Rio Grande do Norte.

Na próxima segunda-feira (15), o Instituto Certus trará divulgará o seu levantamento feito com 1.410 entrevistados. As entrevistas começaram no dia 10 e estão sendo encerradas neste sábado.

Na quarta-feira (17), será a vez do Instituto Seta, que divulgará o resultado das entrevistas com 1.300 eleitores potiguares. o levantamento começou neste sábado e será concluído na segunda-feira (15).

O Ibope também divulgará o resultado de sua pesquisa na quarta-feira (17) baseada em 812 entrevistas realizadas no período de 11 a 17 de outubro.

Por Josias de Souza

Recomeçou o horário eleitoral, agora em ritmo de mata-mata, com tempo de propaganda igual para os dois presidenciáveis. Num ponto, a disputa atual lembra a sucessão de 1989. A exemplo do que fizeram Collor e Lula na primeira eleição direta depois da ditadura militar, Bolsonaro e Haddad insultam-se em rede nacional, ocultando dos eleitores as fragilidades de suas propostas para um país em crise.

Há sobre a mesa do próximo presidente da República uma turbulência fiscal, uma crise moral e um Congresso fragmentado. O resultado das urnas não fará desaparecer os problemas. O que pode desaparecer é a legitimidade de um presidente eleito que tenha vendido na campanha soluções simplistas para encrencas complicadas.

Há 29 anos, Collor achincalhava Lula, acusando-o de planejar “luta armada”, inspirado em “Hitler e Khomeini”. Lula afrontava Collor, tachando-o de filho de uma família que “mata trabalhador rural”. Hoje, Bolsonaro trata Haddad como doutrinado do Foro de São Paulo, que fará do Brasil uma Cuba ou uma Venezuela. E Haddad insinua que Bolsonaro mergulhará o país na barbárie. O Brasil não será comunista. Também não há sinal de guerra civil. Mas as ruínas ideológicas de 2018 revelam que aquele horizonte bonito que viria junto com a democracia continua sendo uma utopia irrealizável.

A partir da próxima segunda-feira (15), os eleitores poderão emitir pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral, a certidão de quitação eleitoral. A certidão é um documento importante que comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral, e é exigido na hora de tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.

Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão pode substituir o comprovante, já que ela é uma prova que o eleitor não possui débitos com o TSE.

A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Também pode ser emitida pelo site do TSE ou pelo Tribunal Regional da sua federação.

Se o eleitor preferir, ele também pode baixar o aplicativo E-titulo no celular ou no tablet e emitir o documento. A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito

12
out

Novas Pesquisas

Postado às 12:35 Hs

Chegando…

Durante a próxima semana, três pesquisas eleitorais serão divulgadas no Rio Grande do Norte com os números para governador. No dia 15, segunda-feira, a Fiern divulgará uma pesquisa da Certus.

No dia 17, próxima quarta-feira, serão publicadas duas pesquisas. No Blog do BG, pesquisa da Seta. Na InterTV Cabugi, Ibope.

O clima na política potiguar vai esquentar…Aguardemos !

12
out

Cenário

Postado às 11:18 Hs

Resultados de pesquisas internas indicam mudança de quadro para governo do estado; disputa já estaria voto a voto.

A coluna teve acesso à informações de sondagens de grupos de pesquisa para a disputa eleitoral no Rio Grande do Norte. Um Instituto contratado por um grupo de empresários realizou levantamentos em cidades nas regiões Central e Oeste do Estado e mostrou que a campanha está muito equilibrada, praticamente não há diferença entre os candidatos Fátima Bezerra e Carlos Eduardo na maioria dos municípios pesquisados.

O cenário pelos primeiros números é da repetição do fenômeno que ocorreu na última campanha para governador, quando Henrique tinha vantagem considerável no primeiro turno, viu essa diferença se reduzir ao longo da campanha e , atentem para essa informação: 100% do eleitorado já o conhecia, quem quis votar nele já votou no 1º turno, já no segundo turno Robinson que não era totalmente conhecido virou a opção de muitos que não queriam votar no líder das urnas do 1º turno (Henrique) e venceu a disputa para o Governo. Fátima Bezerra tambem já era conhecida por 100% do eleitorado no 1º turno que também sabia qual era seu partido e seus apoiadores.

Já Carlos Eduardo ainda está se tornando conhecido no interior, mas mesmo assim para quem não quis Fatima e se dividiu entre Carlos Eduardo, Robinson e Breno Queiroga, Carlos Eduardo tem sido a opção da maioria que não quis Fátima na primeira etapa da campanha. No 2º turno, as sondagens estariam apontando que quem não quis Fátima se encaminha para votar em Carlos Eduardo e por isso o cenário de forte polarização já passou a ser sentido e aparecerá nas pesquisas a serem divulgadas. Fortes emoções na eleição de governador do RN!

Fonte: Rede News

O candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT) vai anunciar apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Com o candidato Haddad (PT) no palanque da candidata Fátima Bezerra (PT), não restou outra alternativa ao ex-prefeito de Natal.

Carlos Eduardo foi ao Rio de Janeiro, onde mora Bolsonaro, articular como será feito o anúncio.

Nas redes sociais, não por acaso, começou a divulgação de propaganda ‘informal’ associando a imagem de Carlos Eduardo Alves à de Jair Bolsonaro (PSL).

O segundo turno vai ferver…

 

Por Sebastião Nery

Mais uma vez o país estará definindo seu futuro. Diante do presidencialismo de coalisão, quem for eleito agora tem um desafio: vai governar para o povo ou vai se submeter ao fisiologismo do Congresso Nacional, agravados com descontrole da dívida pública bruta atual de 88% do PIB, que pode atingir 95% em 2023, de acordo com projeção do FMI. Nos países emergentes a média é de 40%. No período, algumas políticas sociais introduziram mecanismos que amenizaram, mas não resolveram a dramática pobreza brasileira.

A questão social é grave pela concentração da renda, gerando privilégios indecorosos. Na outra ponta a renda do trabalhador, da classe média assalariada, está em processo de redução expressivo. O desemprego estrutural agrava essa realidade. São temas áridos da economia, que afetam a vida da maioria da população, mas ignorados nos programas presidenciáveis.

PRIVILÉGIOS – Diante dessa realidade, a farra dos privilégios é invencível na vida econômica nacional. No período de 2003 a 2016 (governos Lula, Dilma e Temer) o grande capital foi vitorioso, como demonstram os números. Os subsídios financeiros, desonerações e as renúncias tributárias, benefícios fiscais, custaram ao país R$ 3,5 trilhões (quase 1 trilhão de dólares). Isto em um governo que se dizia popular.

Em verdade, foi o beneficiador de grupos econômicos e bolsos de quem menos tem necessidade de favores oficiais, afetando diretamente o desenvolvimento, impactando a modernização produtiva e reduzindo a criação de um emprego.

A rigor, a administração pública brasileira, em diferentes governos, vem sendo capturada e vai elevando ano após ano a renúncia fiscal como política econômica de Estado. A elevada carga tributária brasileira é, também, consequência desses privilégios.

DÉFICIT PÚBLICO – No ano passado o déficit público nominal, diferença entre receitas e despesas, incluindo os juros da dívida pública, atingiu R$ 562 bilhões. Os brasileiros, pela ação do governo e visão parcial da mídia jornalística, omitem o “déficit nominal” e dão destaque somente ao “déficit primário” (excluindo os juros) que foi de R$ 155 bilhões.

Em 2019, quando assumirá o novo presidente da República, as renúncias e benefícios tributários crescerão em 8%. Atingirão R$ 306 bilhões, agravando ainda mais a situação econômica no primeiro ano do novo governo. Os grupos de interesses, formalizado no Congresso nas suas corporativas frentes parlamentares, não abrem mão dos seus privilégios.

Resta indagar: esse viés de política econômica não é um dos responsáveis pela desigualdade da renda nacional?

JUROS DO BNDES  – Um exemplo dessa deformação tem o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) como protagonista. Entre 2008 e 2015, o Tesouro Nacional captou a preços de mercado R$ 500 bilhões, depois emprestado a grandes empresas (a exemplo da JBS) a taxas de juros subsidiados, a TJLP, muito inferior à Selic.

Quem paga o subsídio implícito é a sociedade. Acrescente que poderosas empresas, a exemplo da indústria automobilística, usam largamente de incentivos tributários e redutíveis ao longo das últimas décadas.

Trabalho do Instituto Fiscal Independente constatou que, somente com empréstimos e financiamentos, o governo federal tem a receber R$ 1.545 trilhão. Os dois principais devedores são o BNDES, com R$ 636,3 bilhões e os Estados e Municípios, no total de R$ 577,0 bilhões. São questões dramáticas que serão enfrentadas por quem venha a ser eleito.

DESAFIOS SATÂNICOS – Se renascidos de volta ao mundo temporal, Jesus, Maomé ou Moisés, eleitos presidente da República, teriam desafios satânicos e diabólicos para colocar o Brasil em nível civilizatório na sua administração pública.

Ajuste fiscal, equilíbrio das contas públicas, abertura comercial, desconcentração da renda e justiça social seriam frentes de combate permanente. Valendo dizer que nenhum governo terá êxito se não adotar reformas fundamentais para o futuro do Brasil.

09
out

Cláusula de barreira

Postado às 13:22 Hs

Mais de um terço dos 35 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) deve ficar abaixo da cláusula de barreira, mecanismo que tenta reduzir a fragmentação partidária no Brasil. A projeção foi feita pelo o GLOBO com base em dados divulgados pelo TSE e que ainda podem sofrer alterações por eventuais anulações de candidaturas. Das 30 legendas que elegeram representante para o Congresso, 14 não atingiram o índice mínimo de votos válidos, tampouco fizeram deputados federais em número suficiente para vencer a cláusula, que definirá acesso ao fundo partidário e à propaganda de rádio e televisão no próximo ano. Os 14 partidos políticos que perderão os benefícios são: PCdoB, Patriota, PHS, PRP, PMN, PTC, Rede, PPL, DC, PRTB, PMB, PCB, PSTU e PCO. Se, em 2022, essas siglas tiverem desempenho suficiente, voltam a ter acesso ao fundo partidário e à propaganda. A regra fica mais rígida de eleição em eleição.
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