Via O Globo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou, ontem, em sua conta no Twitter, que o presidente Jair Bolsonaro “repetiu opiniões desastradas sobre a pandemia” do novo coronavírus durante pronunciamento transmitido em cadeia nacional de rádio e TV. FH disse ainda que Bolsonaro “passou dos limites” ao discursar em oposição às recomendações de médicos infectologistas. Para o tucano, se o presidente “não calar” estará “preparando o fim”.

“Eu não ia voltar ao tema, mas o Pr repetiu opiniões desastradas sobre a pandemia. O momento é grave, não cabe politizar, mas opor-se aos infectologistas passa dos limites. Se não calar estará preparando o fim. E é melhor o dele que de todo o povo. Melhor é que se emende e cale”, escreveu FH.

No pronunciamento criticado por FH, Bolsonaro defendeu o fim das medidas de isolamento social tomadas por prefeitos e governadores para conter o avaço do novo coronavírus, que já deixou 46 mortos no país. Em seu terceiro discurso em menos de 20 dias para tratar da pandemia, o presidente pediu a reabertura do comércio e das escolas e o fim do “confinamento em massa”.

11
set

FHC: Relembrando o 11 de Setembro

Postado às 6:26 Hs

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste sábado (15), nas redes sociais, que lamenta o que chamou de pedras lançadas contra o futuro governo Jair Bolsonaro.

A manifestação do ex-presidente foi publicada em meio à polêmica do relatório que identificou movimentações financeiras atípicas na conta de um ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito.

“Diariamente há pessoas acusadas de corrupção ou mau uso de dinheiro publico. Lamento que antes de começar o novo governo pedras sejam lançadas”, disse FHC, em sua página no Twitter.

Folhapress

Carlos Newton

O editor da Tribuna da Internet tem um amigo que faz previsões políticas com impressionante grau de acerto. É o engenheiro José Novo de Oliveira Borges, que se consagrou construindo aquelas belíssimas mansões de Búzios que tanto impressionam os turistas. Na quinta-feira passada, tomando um vinho no restaurante “Gambino”, José Nono me falava ardorosamente sobre a inevitabilidade da eleição de Jair Bolsonaro. Ele minimiza a alta taxa de rejeição do candidato do PSL e não vê chance de o petista Fernando Haddad conseguir virar o jogo no segundo turno.

Concordo com meu amigo. A meu ver, Haddad não conseguirá derrotar o fenômeno Bolsonaro, que estava em vias de estacionar no teto de 22%, mas ganhou um impulso enorme com o esfaqueamento sofrido em Juiz de Fora, o risco de vida, as duas cirurgias e o procedimento adicional. Se um roteirista/marqueteiro pudesse imaginar uma circunstância para ativar a campanha, não pensaria em nada melhor.

TERCEIRA VIA – Na minha opinião, posso estar errado, claro, mas a única possibilidade de derrotar Bolsonaro seria a união em torno de Ciro Gomes, sugerida de maneira tácita por Fernando Henrique Cardoso, que não quer magoar Geraldo Alckmin, mas já magoou ao defender a união do Centro em torno de um candidato, que ele nem às paredes confessa, como diria Amália Rodrigues, que celebrizou este belíssimo verso português.

Ainda há tempo, estamos a exatas duas semanas da eleição, Ciro Gomes tem experiência e traquejo suficientes para segurar esta onda. Está se beneficiando da exclusão, porque Geraldo Alckmin, Marina Silva e Alvaro Dias não decolaram. Na pista de pouso, só restou Ciro Gomes, que ainda está taxiando, enquanto Bolsonaro e Haddad já têm plano de voo.

Por Júlio Rocha

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) cogita apoio a um novo nome para pré-candidatura à Presidência da República, trata-se do empresário potiguar e CEO da Riachuelo, Flávio Rocha, é o que informa reportagem da Folha de S. Paulo de sexta-feira, 16.

Segundo o jornal, após a desistência do apresentador Luciano Huck de entrar na disputa, Rocha que recentemente lançou o movimento liberal “Brasil 200” e tem proximidade com o prefeito de São Paulo, João Dória e o movimento MBL é o nome da vez na lista de candidatos de FHC.

Vale ressaltar que o PSDB tem um pré-candidato à Presidência, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mas que ainda não tem o apoio de todas as alas do partido.

O apresentador Luciano Huck passou a ser encarado como uma opção do centro político após voltar a avaliar uma possível candidatura à Presidência. Nesta sexta-feira (9), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse, em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto Alegre, que Huck “está considerando a possibilidade” de se candidatar. O apresentador intensificou nos últimos dias as consultas a políticos e empresários sobre a viabilidade de seu nome na disputa presidencial. Na quinta (8), Huck jantou em São Paulo com FHC e ontem tomou café da manhã com o economista Paulo Guedes. O fundador do banco Pactual, que atualmente aconselha o deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ), foi o primeiro a estimular Huck e calcular potencial eleitoral no apresentador da TV Globo. Ambos o incentivaram a manter o projeto.

Via Josias de Souza

Movimentando-se na direção da retomada de uma candidatura presidencial que dizia ter abandonado, Luciano Huck deve se encontrar com o presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso. Informado de que a conversa poderia ocorrer já nesta quinta-feira, em São Paulo, um correligionário do presidenciável tucano Geraldo Alckmin reagiu com um palavrão. Classificou de “sabotagem” o estímulo de FHC às pretensões políticas do apresentador da TV Globo.

Há dois dias, em entrevista à Joven Pan, FHC soou explícito: “É bom ter gente como Luciano, porque precisa arejar, botar em perigo a política tradicional, mesmo que seja do meu partido. É preciso que ela seja desafiada por pessoas portadoras de ideias e processos políticos novos para que o próprio partido possa avançar. Está havendo sinal nessa direção.”

O grão-mestre do tucanato como que antecipou a pauta da reunião: “Eu gosto do Huck. Sou amigo dele e da família. Acho que para o Brasil seria bom. Seria bom ter mais opções. Não quer dizer que esteja apoiando. Mas as pessoas que não têm partido para governar têm muita dificuldade. Ele tem boas intenções. Não sei por qual partido viria. Falam que pelo PPS. Mas o PPS não tem estrutura.”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o possível pré-candidato às urnas de outubro, o apresentador Luciano Huck participaram de um vídeo exibido na sexta-feira para os bolsistas do Renova BR, movimento voltado para capacitar futuros candidatos aos poderes Executivo e Legislativo do país. Reportagem de Gilberto Amêndola, O Estado de São Paulo deste sábado, destaca o episódio da véspera ocorrido na capital paulista. Huck afirmou que o Brasil precisa de gente com capacidade para enfrentar os problemas nacionais. “Na minha geração eu consigo enxergar várias pessoas preparadas que precisam ser incentivadas”, disse. Em seu pronunciamento gravado, FHC adotou postura parecida. Para o pré-candidato e o ex-presidente o desafio a ser enfrentado passa concretamente pela renovação de pessoas, de métodos, de disposição sincera e forte de governar. VOLTA HUCK – A repercussão certamente se fez sentir no quadro partidário, uma vez que o retorno do apresentador de televisão ao tema político deixa na atmosfera sua disposição, de uma forma ou de outra, para participar do processo da sucessão presidencial que tem seu desfecho marcado para outubro.

Uma banda do tucanato eriçou-se porque Fernando Henrique Cardoso disse que, na hipótese de aparecer um candidato a presidente com capacidade de unir o centro, o PSDB deve apoiá-lo, mesmo que não pertença ao partido: “Vai fazer o quê?”

Esse enunciado do óbvio foi entendido como uma joelhada na candidatura do governador Geraldo Alckmin e FHC soltou uma nota explicando-se, sem desmentir-se.

FHC duvida que a candidatura de Alckmin voe.

Apesar de existirem diversos tipos de doidos, nunca se soube de alguém que entrasse em avião sabendo que ele ia cair.

Fonte: Mônica Bergamo /  Folha de S.Paulo

Ainda que tenha feito deferências ao governador, FHC jogou luz em um fato ao cogitar o apoio do PSDB a um nome de fora do partido na eleição presidencial deste ano: a candidatura do paulista ainda é vista como frágil por setores importantes da política e do empresariado. A informação é de Daniela Lima, no Painel da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Mesmo que de forma involuntária, a fala de FHC ao “Estado de S. Paulo” deu força a integrantes do DEM que tentam viabilizar a candidatura de Rodrigo Maia (RJ) e também a partidários de Henrique Meirelles (PSD) e até de João Doria (PSDB).

Maia e Meirelles querem capitanear o centro. Doria é visto por alguns aliados dos tucanos como um candidato mais competitivo do que Alckmin.

Líder do DEM na Câmara, o deputado Efraim Filho (PB) diz que “cresce a imagem de Rodrigo Maia como alguém capaz de unificar o centro”. “Não podemos ficar a reboque de disputas internas de outras siglas”, afirma.

 

 

11
dez

Enquanto isso

Postado às 21:17 Hs

Radar Online

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi escalado pelo PSDB para convencer Arthur Virgílio a não concorrer às prévias da sigla. O problema é que FHC ignorou o pedido, por se sentir constrangido.

Isso porque Virgílio é aliado de longa data, tendo trabalhado como líder do governo na Câmara durante o mandato de FHC.

Na época, ocupou ainda o cargo de Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Via Blog da Andréia Sadi

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, hoje, que está na hora de o PSDB “cair fora” do governo. A razão principal, para o ex-presidente, é a busca de identidade do partido nas eleições de 2018.

“Não precisa de data. Qual a razão principal pela qual para o PSDB é melhor ficar fora do governo? O PSDB quer ter candidato à presidência da República. Então precisa ter autonomia, cara própria. O governo é o governo do PMDB”. O tucano defende a saída dos ministros do PSDB do governo, com exceção do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes. “Assim com o da Defesa, Relações Exteriores é questão de Estado. Não é uma posição política-partidária. Os outros podem perfeitamente, educadamente, falar com o presidente que está na hora de cair fora”, disse.

FHC afirma que a saída do governo não significa que o partido não apoiará as reformas, como a da Previdência. “Não se pode romper com o governo porque precisamos votar as reformas. Mas queremos ganhar espaço de liberdade para definirmos nossa cara no ano que vem”. No final de semana, Michel Temer quer discutir a data da saída do PSDB com Geraldo Alckmin. Para o ex-presidente, o PSDB não precisa de data marcada para desembarcar. “Coisa complicada que pode ser simples”.

A menos de um ano da eleição presidencial brasileira, ainda não há na disputa um líder capaz de conquistar o apoio de vários partidos e da sociedade, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nesta terça-feira, 14, em Nova York. Em duas horas de discussão com alunos da Universidade de Columbia, ele evitou se posicionar de maneira clara sobre sua preferência na corrida pelo Palácio do Planalto. “Não temos um De Gaulle”, disse FHC, em referência ao general que presidiu a França de 1959 a 1969 e liderou o país europeu durante a Segunda Guerra Mundial. “Alguém capaz de dar um sentimento de que estamos juntos.” O tucano lembrou que Charles de Gaulle enfrentou uma situação ainda mais difícil que a vivida pelo Brasil e conseguiu reorganizar a sociedade e fundar a Quinta República, em vigor até hoje. FHC disse que a eleição se dará em um cenário de descrédito dos partidos políticos, em uma disputa na qual a questão moral estará no centro da motivação dos eleitores. Perguntado como o PSDB poderá enfrentar essa questão tendo o senador Aécio Neves (MG), presidente licenciado da legenda, como um de seus líderes, o ex-presidente respondeu: “Como todos os outros partidos, como todos os outros partidos. Não há diferença nisso aí. Há uns piores que os outros. O meu é o melhorzinho até”.

Com guerra fratricida no PSDB, cresce ala que quer terceira via; FHC e Alckmin são opções

O novo capítulo da guerra fratricida travada no PSDB deu força ao grupo que tenta sacar da cartola um nome que seja capaz de unificar a sigla. Três tucanos lideram as apostas: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin (SP) e o senador Antonio Anastasia (MG). FHC já disse a diversos interlocutores que não quer assumir o comando da legenda, mas muitos apostam que, se ele for ungido, acabará cedendo. Alckmin teme, mas não descarta aceitar a missão.

Nos últimos dias, Aécio Neves (PSDB-MG) distribuiu sinais de que poderia dar um ultimato a Tasso Jereissati (PSDB-CE), mas não deu certeza a ninguém. Pegou até integrantes de seu grupo político no contrapé e tornou-se alvo de críticas mesmo entre os aliados.

Após a implosão do ninho tucano em Brasília, Alckmin foi ao apartamento de FHC, em São Paulo, discutir caminhos para o partido. O ex-presidente tem viagem marcada para o exterior, nesta sexta (10). FHC brincou que tem esperanças de encontrar “o ninho em paz” daqui a 15 dias, quando deve retornar ao Brasil.

O ex-presidente parece ter esboçado reações divergentes à destituição de Tasso. Enquanto o cearense disse que o ex-presidente ficou “perplexo”, outros nomes da legenda ouviram dele que Alberto Goldman, o herdeiro do pepino tucano, teria capacidade para arbitrar o conflito.

Valdo Cruz    / G1 Brasília

A pressão por uma reforma ministerial vai aumentar nessa semana, depois que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que o PSDB deixe os quatro ministérios que ocupa em dezembro. Um líder da base aliada, de forma reservada, definiu da seguinte forma o tema ao Blog: “O PSDB tem de sair agora, não pode marcar data para o fim do casamento. Não é ele quem tem de definir isso, é o presidente Michel Temer”.

Segundo esse líder, não faz nenhum sentido um partido que já definiu que deixará a base aliada do governo Temer permanecer ocupando ministérios. O tema entrou  na pauta dessa segunda-feira (6) na reunião do presidente Temer com líderes de partidos governistas na Câmara. O encontro foi chamado para definir a agenda de votações, mas a reforma ministerial não pode deixar de ser discutida.

FALA FHC – No domingo (5), em artigo publicado em jornais, FHC defendeu que o PSDB deixe de ocupar ministérios no governo Temer, mas continue apoiando a votação de projetos da agenda econômica. Entre eles, a reforma da Previdência. Temer prefere não fazer uma reforma ministerial agora, só no ano que vem, mas a defesa do desembarque feita pelo ex-presidente dá munição aos aliados que pressionam por uma reconfiguração da Esplanada dos Ministérios.

PMDB e outros partidos da base aliada, como PP, PR e PSD, estão de olho principalmente no Ministério das Cidades, comandado hoje pelo tucano Bruno Araújo. A pasta é objeto desejo de políticos por destinar verbas para municípios, em projetos como o Minha Casa, Minha Vida, que podem ajudar na reeleição de deputados e senadores no ano que vem. O PSDB comanda ainda a Secretaria de Governo, o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Direitos Humanos.

Fernando Henrique achava que o melhor candidato para o PSDB era Geraldo Alckmin. Achava. Hoje o ex-presidente está convencido de que João Doria tem mais chances de emplacar. Doria, aliás, tem feito importantes sinais ao DEM, como o jantar da semana passada. Mas o fato é que a maior referência da legenda, Rodrigo Maia, está mais para Geraldo Alckmin do que para o prefeito de São Paulo. As informações são de Mauricio Lima, da coluna Radar, da VEJA.

Cientes do risco de implosão do PSDB devido a seu cabo de guerra, Geraldo Alckmin e João Doria apresentaram cartas de conciliação para tentar garantir a parceria entre ambos em 2018. Tanto o governador paulista quanto seu afilhado político, prefeito de São Paulo eleito no primeiro turno em 2016, querem ser candidatos à Presidência no ano que vem.

A alta temperatura da troca de farpas entre os dois nas últimas semanas, contudo, colocou em alerta o tucanato, que teme uma cisão que comprometa a posição majoritária do partido no campo governista em 2018 –não por acaso, DEM e PMDB vêm buscando se cacifar falando em candidatos próprios. A sinalização de trégua veio de parte a parte, embora haja caciques do tucanato que duvidem de sua eficácia.

Alckmin disse a interlocutores que considera legítimo o pleito de Doria de ser candidato, e o prefeito sinalizou que não despreza o desejo de seu padrinho político de vê-lo candidato a governador.

João Dória está sendo ágil na movimentação para se cacifar como nova alternativa no campo da centro-direita, tentando colar sua imagem em personagens como o argentino Mauricio Macri e o francês Emanuel Macron, que deu um jeito de visitar para produzir imagens de campanha. Mas o apressado às vezes come cru, e quem acaba se dando bem é o come quieto…

Enquanto Dória viaja, inclusive ao exterior, de jatinho e comitiva, Geraldo Alckmin entra em fila de aeroporto e faz o estilo homem comum. Diferentemente do ex-pupilo hoje adversário, vem construindo um discurso antibelicista para 2018.

Nesta quinta-feira, por exemplo, na abertura do seminário Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação, promovido em conjunto pelo PPS e pelo PSDB (Fundação Astrojildo Pereira e Instituto Teotônio Villela), Alckmin encerrou seu discurso saudando a boa política: “O Brasil precisa de menos gladiadores e de mais construtores”.

Na plateia, entre outros, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que entrou espirituosamente na onda. Indagado se havia conseguido estabelecer a paz entre Alckmin e Dória, respondeu: “Mas eles nunca estiveram em guerra…”.

21
ago

Cadê o FHC?

Postado às 21:44 Hs

Por Lauro Jardim

Com o PSDB em guerra, cabe a FHC tentar botar alguma ordem na casa. É o único com autoridade para acalmar os nervos da turma tucana. FHC deu pitacos no programa de TV que acabou por incendiar o partido. Aparenta, assim, estar mais alinhado a Tasso Jereissati. Mas é hora de descer do muro e dizer de que lado está nesta briga.

ago 12
quarta-feira
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