O presidente Michel Temer determinou à área técnica do governo a realização de um estudo sobre a viabilidade de redução do preço do gás de cozinha para a população de baixa renda. Ainda não há, portanto, uma decisão a respeito do tema. As informações são da assessoria de imprensa da Presidência da República.

O tema foi tratado entre o presidente e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, nesta sexta-feira (9). Ao sair do ministério para a reunião com o presidente, no Palácio do Planalto, o ministro afirmou que, até agora, a única coisa concreta é a preocupação do governo sobre o assunto.

Mais cedo, Temer afirmou, em entrevista à Rádio Guaíba, que governo estuda medidas para reduzir o impacto do preço do gás de cozinha para os mais pobres, a serem anunciadas em breve. “Houve aumento no botijão do gás de cozinha e estou examinando uma fórmula de compensar esse aumento para os mais pobres porque é para eles que o gás de cozinha tem um efeito muito grande”, disse.

O governo também tem olhado com desconfiança para os aumentos da gasolina nos postos. Temer também disse considerar uma “agressão ao consumidor” o fato de que as reduções de preços da gasolina anunciadas pela Petrobras nas refinarias não são repassadas às bombas. Segundo o presidente, o governo não vai permitir esse comportamento e foi determinado que a Polícia Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) fiscalizem os postos.

Agência Brasil

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (19), uma redução de 6,3% nos preços de comercialização para distribuidora do gás liquefeito de petróleo (GLP) de uso industrial e comercial.

De acordo com a empresa, a decisão foi tomada levando em conta as cotações internacionais do produto. Essa redução, contudo, não se aplica aos preços do gás de uso residencial, comercializado pelos distribuidores em botijões de até 13 kg. A medida entra em vigor no sábado (20).

18
jan

Nova política

Postado às 8:18 Hs

A Petrobras anuncia na manhã desta quinta-feira sua nova política de preços para o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha vendido em botijões de 13 quilos. A política anterior, que previa revisões de preços para cima ou para baixo todo dia 5 de cada mês, foi suspensa no início de dezembro devido ao forte impacto que vinha causando no preço final para os consumidores. O GLOBO apurou que a nova política prevê que os reajustes de preços do GLP residencial ocorrerão em um espaço maior de tempo para diminuir os impactos no bolso dos consumidores, uma vez que o consumo desse combustível atinge uma grande parte da população de baixa renda. Ao mesmo tempo, a ideia da Petrobras é manter como referência para a formação dos preços do GLP as cotações internacionais do petróleo e do próprio GLP.
A Petrobras elevará os preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg, o chamado gás de cozinha, em 8,9% a partir de terça-feira (5). O reajuste foi motivado principalmente devido à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, segundo nota enviada pela estatal. A empresa frisou que reflexos no preço final ao consumidor vão depender de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores. O aumento não se aplica ao preço do gás destinado a uso industrial e comercial. No ano, o preço médio do gás de cozinha no país acumula alta de 17,7%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). O valor médio do botijão para o consumidor saltou de R$ 55,74 na primeira semana de janeiro para R$ 65,64 na semana encerrada em 2 de dezembro.
03
nov

Aumentando de novo…

Postado às 18:03 Hs

Gás de cozinha aumenta no domingo (5). A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira, reajuste de 4,5% nos preços do gás para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13). O aumento para o gás de cozinha entra em vigor à zero hora de 05 de novembro de 2017, próximo domingo. O reajuste, segundo a Petrobras,
24
out

Fiscalizando

Postado às 13:34 Hs

Equipes de fiscais do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem/RN) e da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/RN) estão percorrendo revendas de gás de cozinha em Natal, cobrando que o peso anunciado de 13 quilos de gás, bem como as demais normas estabelecidas para comercialização do produto ao consumidor, pelo governo brasileiro, sejam respeitadas. Na operação, os fiscais pesam cada botijão, de uma amostragem do estoque encontrado na revenda. Os botijões identificados abaixo do peso, são lacrados e devolvidos para recarga ao envazador.

O preço do gás de cozinha (GLP) nas refinarias será aumentado em 12,9% a partir de quarta-feira, divulgou a Petrobras nesta terça. Este é o segundo aumento no preço cobrado nas refinarias em menos de um mês. O preço do GLP é um dos fatores que determinam o preço final do botijão de gás comprado pelo consumidor – além de impostos e margem de lucro, por exemplo. A Petrobras estima que se o reajuste for repassado integralmente pelos distribuidores, ele representará um adicional de 3,09 reais (cerca de 5,1% do preço final).

Segundo a estatal, o aumento anunciado nesta terça ocorre em razão das variações do produto no mercado internacional. A última alta nas refinarias, que entrou em vigor a partir do dia 26 de setembro, foi de 6,9%. O preço médio do botijão de 13 quilos pago pelo consumidor no país era de 62,21 reais na última semana, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os valores estão em alta há cinco semanas consecutivas.

26
set

Aumentou…

Postado às 10:14 Hs

O preço do gás de cozinha vai subir, em média, 6,9% a partir de hoje, 26, informou a Petrobras. A companhia disse que está repassando a variação de preços do mercado internacional apresentada ao longo de agosto.

Segundo comunicado, a decisão aplica-se exclusivamente ao GLP de consumo residencial em botijões de 13 kg e o ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.

Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,6% ou cerca de R$ 1,55 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

No Rio Grande do Norte, o Sindicato dos Revendedores de Gás (Singás) afirma que o valor deve ficar entre R$ 60 e R$ 68. O reajuste passa a valer a partir desta terça-feira (26).

 

A Petrobras está reajustando o preço do gás de cozinha. O aumento médio é de 6,9% para o gás liquefeito de petróleo vendido em botijões de até 13kg. O comunicado foi enviado ao mercado no início da tarde desta sexta-feira (4). Na semana passada, a estatal elevou o preço do gás para uso industrial e comercial.

A revisão de preços segue a política adotada em junho. O reajuste entra em vigor à meia-noite. O aumento da Petrobras é aplicado na refinaria. O repasse para o consumidor depende do que será praticado por distribuidoras e revendedores, mas a estatal antecipa um cálculo que projeta elevação de R$ 1,29 por botijão.

“O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,2% ou cerca de R$ 1,29 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, informa o comunicado.

31
ago

Preparem o bolso…

Postado às 20:35 Hs

A Petrobras comunicou ao mercado reajuste de 15% no preço de gás liquefeito de petróleo (Gás LP, o gás de cozinha), vendido em botijões de 13 quilos, informou nesta segunda-feira (31) o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás LP (Sindigás).
Segundo a entidade, os novos preços entram em vigor nesta terça-feira (1º). A alta para o consumidor será de cerca de R$ 3 por botijão. Segundo a pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no país era de R$ 46,19 na semana passada. Com um reajuste médio de R$ 3, o novo preço será superior a R$ 49.
É a primeira vez, desde 2002, que a Petrobras aumenta o preço do gás engarrafado em botijões de 13 quilos. Naquele ano, a estatal passou a usar políticas diferentes para os diversos usos do combustível.
O gás vendido em vasilhames maiores ou a granel acompanhou mais de perto as variações dos preços internacionais. Já o botijão de 13 quilos, mais popular, vinha sendo subsidiado.Para outros vasilhames, o último reajuste, também de 15%, foi concedido em dezembro de 2014.O preço final de venda do produto é livre e sofreu ajustes nos últimos anos de acordo com fatores de custos para distribuidores e revendedores.

15
set

Mais caro

Postado às 22:19 Hs

Preço do gás de cozinha aumenta no RN

O preço do botijão de gás aumentou no Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (15). De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás no RN, Francisco Correia, o reajuste varia de 12% a 15% no valor final do botijão.

Ainda segundo informações do sindicato, o aumento acontece todo ano no mês de setembro. “Neste ano os funcionários tiveram aumento salarial e houve um repasse das distribuidoras, por isso o aumento ficou entre 12% e 15%”, disse Francisco Correia.

05
set

Prepare o bolso…

Postado às 15:21 Hs

Rio Grande do Norte, gás de cozinha terá reajuste de 12%

 O preço do gás de cozinha vai aumentar, em média, 12% a partir da segunda quinzena de setembro no Rio Grande do Norte. Atualmente comercializados entre R$ 40 e R$ 45, os botijões de 13 quilos, os mais vendidos, passarão a custar entre R$ 48 e R$ 50 para os consumidores potiguares. De acordo com Rogério Cunha Lima, vice-presidente do Sindicato dos Revendedores autorizados de Gás LP do Rio Grande do Norte (Singás-RN), o reajuste é devido ao aumento no valor do produto repassado pelas distribuidoras e do salário dos funcionários das revendedoras, já que o dissídio coletivo da categoria é realizado no mês de setembro.

Segundo ele, o aumento dos preços repassados pelas distribuidoras ficou entre 6% e 8%, enquanto o reajuste para os funcionários foi de 7%. Para os custos finais do produto, ainda são acrescidos os custos com transporte e manutenção das revendedoras de gás. “Esses aumentos são repassados integralmente aos consumidores”, explicou Cunha Lima. ( Tribuna do Norte )

fev 22
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