10
set

Em Natal

Postado às 18:06 Hs

Geraldo Alckmin terá agenda em Natal na sexta-feira (14)

O presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) vai cumprir agenda em Natal na sexta-feira (14). A programação está sendo montada pelo PSDB local.

Todos os partidos que apoiam Alckmin nacionalmente estão sendo convidados para a mobilização: DEM, PTB, PP, PR, Solidariedade, PPS, PRB e PSD.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) será a candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Geraldo Alckmin (PSDB). O martelo foi batido nesta quinta-feira, 2, quando a pepista gaúcha aceitou o convite de Alckmin, segundo lideranças dos partidos que compõem o chamado Centrão e do PSDB. Ela foi indicada pelo grupo, composto por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade, para ser a companheira do tucano na disputa pela Presidência da República. Geraldo Alckmin tinha a senadora como nome preferido entre os que passaram a ser analisados como possíveis vices desde que o empresário Josué Gomes da Silva, dono da Coteminas e filho do ex-vice-presidente José Alencar, rejeitou compor chapa com ele. Nesta quarta-feira, o presidenciável declarou que a escolha estava entre sete nomes. Por fim, acabou convidando Ana Amélia. O ex-deputado federal e ex-ministro Aldo Rebelo (SD) era um dos cotados para a vaga, assim como chegaram a ser ventilados, dentro do próprio PP, partido com maior bancada na Câmara entre os do Centrão, os nomes da vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho, e do empresário Benjamin Steinbruch, recém-filiado à legenda.
Em convenção nacional, o Democratas (DEM) oficializou hoje (2) o apoio à pré-candidatura do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. Os partidos que compõem o chamado Centrão, formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade, confirmaram o apoio ao tucano na semana passada. Presente na convenção, Alckmin disse que o nome do vice-presidente na sua chapa será divulgado na Convenção Nacional do PSDB, marcada para este sábado (4), em Brasília. O ex-governador agradeceu o apoio e a confiança do Democratas ao seu nome. “Vamos fazer juntos uma grande campanha”.

Ainda sem definição sobre quem indicar para o posto de vice, o centrão formalizou nesta quinta-feira (26) o apoio à pré-candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa pelo Planalto.

Os dirigentes dos partidos que compõem o bloco —DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade— se reuniram em um hotel em Brasília, ao lado do ex-governador tucano, para chancelar o apoio à chapa do PSDB, decisão que já havia sido tomada na semana passada, mas prolongada até esta quinta para que o vice fosse definido e anunciado oficialmente.

Em carta lida no evento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desistiu oficialmente de concorrer ao Planalto e confirmou que será candidato a deputado federal pelo Rio, para tentar se reeleger ao comando da Casa.

Segundo Maia, a aliança de seu partido em torno da pré-candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) fez com que ele “arquivasse momentaneamente” sua pretensão presidencial.

De Miami, o deputado enviou uma carta para comunicar sua decisão, que foi lida pelo presidente de seu partido, ACM Neto.

 Folha de São Paulo

Antes de encaminhar o caso do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) à Justiça Eleitoral, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) abriu inquérito e colheu depoimento do tucano por escrito. O pedido de investigação foi aceito pela ministra Nancy Andrighi em novembro e permanece sob sigilo. Nem mesmo as partes tiveram acesso completo aos autos. Também foram chamados a se explicar Adhemar Cesar Ribeiro, cunhado de Alckmin, e o secretário estadual Marcos Monteiro, ambos acusados de operacionalizar R$ 10,7 milhões em caixa dois nas campanhas do ex-governador de SP em 2010 e 2014.

Delatores da Odebrecht que relataram o suposto esquema, Carlos Armando Paschoal e Benedicto Junior entre eles, prestaram depoimentos poucos dias atrás. Ao levar o inquérito para a esfera eleitoral, Alckmin saiu do escopo da Lava Jato, o que foi comemorado por aliados, mesmo que houvesse expectativa de arquivamento.

“Ficou constatado que não há envolvimento do Alckmin na Lava Jato”, disse o deputado Silvio Torres (PSDB-SP). “A questão da Justiça Eleitoral será decidida com tranquilidade. Ele deu ao STJ as declarações necessárias.”

A velocidade com que, de repente, o caso andou chamou a atenção de pessoas envolvidas na investigação. Apesar da relativa lentidão com que tramitou nos tribunais superiores, bastou Alckmin deixar o governo para que três decisões importantes fossem tomadas.

Ao renunciar, na sexta-feira (6), o tucano perdeu o foro especial. Dois dias depois, o braço paulista da Lava Jato pediu acesso às investigações. O vice-procurador-geral, Luciano Mariz Maia, disse que a decisão caberia à Justiça. E o STJ, na quarta (11), decidiu encaminhar o inquérito à Justiça Eleitoral. Maia afirmou à Folha nesta quinta (12) que só tinha elementos para apurar caixa dois, e não corrupção passiva. “Nós não retiramos o ex-governador da Lava Jato. Ele não estava incluído nela.”

Para reduzir os questionamentos sobre a viabilidade de sua candidatura, Geraldo Alckmin (PSDB) tentará construir uma aliança para a corrida presidencial que pode dar à sua chapa a maior fatia de tempo da propaganda eleitoral entre todos os postulantes ao Palácio do Planalto.

O tucano trabalha para conquistar esse espaço na TV com o objetivo de emitir sinais de musculatura política e se tornar o principal nome do bloco de centro na eleição.

O governador paulista disse a aliados, nas primeiras conversas do ano, que pretende firmar uma aliança que garanta a ele um terço de cada faixa de 12min30s da propaganda eleitoral na televisão –ou seja, 4min10s.

Aliados acreditam que Alckmin precisa dominar a campanha na TV para evitar o crescimento de um adversário lançado por uma coligação de grandes siglas, como o MDB de Michel Temer.

Em uma conversa há cerca de uma semana, Alckmin discutiu uma potencial aliança com DEM, PP, PSD, PTB, PPS, e Solidariedade. Com essas siglas, o tucano ocuparia 4min27s de cada bloco da propaganda –pouco mais do que um terço do espaço total.

Por enquanto, Alckmin marca até 12% das intenções de voto nos cenários do Datafolha, apesar de ser conhecido por 85% dos eleitores do país, segundo pesquisa divulgada em dezembro.  O tucano quer usar a TV para tentar exibir realizações do governo paulista nos últimos anos –arma que pretende usar na campanha.

Por Adriana Ferraz  / Estadão

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), começa o ano eleitoral com a meta de formar alianças nacionais para a disputa pelo Planalto com ao menos cinco legendas. Com dificuldade de fazer acordos com MDB, do presidente Michel Temer, e DEM, do deputado Rodrigo Maia, que também tem se colocado como opção, o tucano mira, no atual cenário, em partidos considerados médios, como PR, PSB, PTB, PPS, PV e Solidariedade. A aliados, Alckmin tem dito que o primeiro objetivo é evitar uma candidatura isolada.

Com o cenário aberto para a chegada de novos postulantes ao cargo, o governador praticamente já descarta a tese de que as forças políticas de centro devem convergir para um único nome. Mas considera que três candidatos podem ser demais, em referência às pretensões de Maia e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD). Sem saber ao certo com quem vai disputar votos, o tucano faz contas. Calcula quanto tempo de TV cada um dos partidos potencialmente aliados pode lhe render.

TEMPO CONTADO – Alckmin quer conquistar ao menos quatro minutos, ou um terço dos 12 minutos e 30 segundos de cada bloco – o PR e o PSB, por exemplo, podem somar 45 segundos cada à campanha tucana no rádio e na TV. Apesar de reconhecer o poder que as redes sociais têm para atrair ou afastar eleitores, Alckmin ainda aposta que é um bom tempo no rádio e na TV que pode levá-lo à vitória no pleito de outubro.

Aconselhado por aliados, o governador tem incrementado seus perfis no Facebook, Instagram e Twitter com fotos pessoais e vídeos informativos, mas ainda duvida que um número alto de seguidores, como os quase 5 milhões que soma o deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no Facebook, possa ser decisivo em uma campanha presidencial. A interlocutores, o governador costuma dizer que “fã-clube” ajuda, mas não elege ninguém.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou neste sábado (16) que haverá punição para deputados que votarem contra a reforma da Previdência, mas que o momento atual é de convencimento. Alckmin é presidente da sigla.

“Terá punição. Mas, nós vamos estabelecer… O nosso momento não é de discutir punição, é convencimento. É convencimento”, afirma Alckmin.

O PSDB fechou questão a favor da reforma da Previdência na última quarta-feira (13), na primeira reunião da executiva sob o comando de Alckmin. Ele falou sobre a decisão em visita à cidade de Americana (SP), mas não especificou qual e quando será estabelecida essa punição. Alckmin assumiu a presidência do partido há uma semana, e havia deixado em aberto a possibilidade de haver um “castigo” aos tucanos que fossem contrários.

PMDB, PTB e PPS também já fecharam questão a favor da reforma da Previdência. As três legendas já tinham decidido punir os deputados que desobedecerem a orientação do partido.

O governador esteve em Americana para inaugurar o Terminal Metropolitano da cidade, obra entregue com três anos de atraso. A construção começou em dezembro de 2013 e tinha previsão inicial de entrega em 12 meses. O investimento total foi de R$ 23,2 milhões, de acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).

Transição para servidores

Questionado sobre a ser favorável à regra de transição na reforma da Previdência para servidores que ingressaram antes de 2003, Alckmin se limitou a dizer que o partido ainda vai analisar a questão e afirmou que o projeto tem passado por mudanças.

Fonte: G1

17
out

FIQUE SABENDO…

Postado às 8:57 Hs

# Ringue eleitoral

O nível da pancadaria no debate do SBT surpreendeu petistas e tucanos. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) achou o tom muito mais pesado que o de seus confrontos com Lula em 2006. ‘Presidencialismo é assim, é canelada. Mas acho que eles estão exagerando’. Na saída, os dois candidatos se acusavam pelo nível do debate. ‘Ele começou o conflito’, afirmou Dilma, recuperando-se da crise de pressão baixa. ‘Ela está desesperada’, disse Aécio. A informação é de Bernardo Mello Franco, na Folha de S.Paulo desta sexta-feira. Diz mais o colunista: De um tucano, sobre o fato de Dilma ter citado parentes de Aécio. ‘Parece que ele não aprendeu nada com o que o Collor fez com a Lurian’. Há 25 anos, o ex-presidente levou uma ex-namorada de Lula à TV para acusá-lo de esconder a filha. Dilma fuzilou o rival com os olhos quando ele revidou dizendo que ela arrumou emprego público para o irmão. No intervalo, olhando para a petista, Aécio vibrou com aliados: ‘Pode vir quente que eu estou fervendo’.(Agências)

#  Em campanha

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves (PSDB), cumpre agenda nesta sexta-feira (17), na Paraíba, acompanhado pelo candidato a governador, Cássio Cunha Lima, e correligionários. Aécio visita João Pessoa e Campina Grande. A Paraíba foi o Estado do Nordeste onde Aécio teve a maior votação no 1º turno, obtendo 23,38% dos votos válidos. A visita de Aécio deve começar por Campina Grande, onde haverá um ato político às 17h, no Parque do Povo. Em seguida, o candidato vai para João Pessoa para um ato público às 19h. Aécio reafirmou a Cássio Cunha Lima seus compromissos com a Paraíba. “Vou agradecer pessoalmente ao povo paraibano a nossa votação no 1º turno e pedir mais uma vez o voto de confiança para juntos mudarmos o Brasil”, afirmou.

# Concessões

Hoje (17) é o Dia Internacional pela Democratização da Comunicação. Além de comemorar a data, entidades promovem, ao longo da semana, uma série de atividades com o objetivo de ampliar o debate e a coleta de assinaturas em apoio ao chamado Projeto de Lei da Mídia Democrática. O projeto propõe nova regulação do sistema de comunicação do país, a partir de medidas como o estímulo à concorrência e a proibição da outorga de concessões para políticos com mandato eletivo. “Esta tem sido uma semana importante para o debate e a luta pela democratização em pauta mais uma vez”, avalia Rosane Bertotti, coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que está à frente da organização das atividades da semana. Segundo o FNDC, ações como debates e atos públicos ocorrem em Alagoas, na Bahia, no Ceará, em Pernambuco, Sergipe, São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e Maranhão.

# Tropas Federais

O clima de acirramento político em Pau dos Ferros fez a Justiça Eleitoral aprovar pedido de tropas federais no segundo turno das eleições. A campanha para governador foi transformada em prévia da sucessão municipal 2016, entre o prefeito Fabrício Torquato (DEM) e o ex-prefeito Leonardo Rêgo (DEM). Além de Pau dos Ferros, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) aprovou pedido de tropas federais para os municípios de Jardim de Piranhas e Santo Antônio.

 

05
ago

Informes

Postado às 18:20 Hs

​​
Henrique Alves e Geraldo Alckmin discutem propostas que alteram o ECA

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, recebeu nesta terça-feira (5) o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que pediu a inclusão do substitutivo que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90) na pauta do Plenário. O texto é de relatoria do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) e prevê mudanças no ECA em casos graves e reincidentes.
Entre as propostas está a internação de adolescentes infratores por até oito anos no caso de crimes hediondos (PL 7197/02) e agravamento da pena ao maior que utilizar um menor de idade para cometer crimes. O projeto está em comissão especial, mas há requerimento da maioria dos líderes partidários para que a matéria seja votada diretamente em Plenário.

nov 12
terça-feira
21 46
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
15 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5806408 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram