21
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 12:11 Hs

* * * A senadora Fátima Bezerra (PT) lidera todas as pesquisas pro governo em Mossoró. No entanto a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) promete dar maioria a Carlos Eduardo (PDT) no município. Vamos esperar abrirem as urnas. * * *

* * * Na briga pelas oito vagas da Câmara dos Deputados o xadrez de movimentava cada dia. A expectativa é para que a coligação de Carlos Eduardo (PDT) conquiste três vagas, o grupo de Robinson Faria (PSD) fique com quatro cadeiras e a frente de esquerda comandada por Fátima Bezerra (PT) faça um parlamentar.* * *

* * * Candidato do MDB a presidente da República, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles estará em Natal, na próxima segunda-feira, para uma agenda de campanha. Às 9 horas, ele concederá entrevista na sede da CDL. * * *

* * * O candidato ao Senado Geraldo Melo (PSDB), que vinha cabisbaixo, tomou novo ânimo n reta final. O “tamborete” acredita que pode chegar lá. Ultrapassou Zenaide Maia na última pesquisa…eita embolou * * *

 

Depois de 24 anos, o MDB voltará a ter candidato à Presidência da República. O partido aprovou, com 85% dos votos entre os 419 filiados com direito a opinar, a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles ao Planalto. O resultado foi anunciado pelo presidente nacional do partido, o senador Romero Jucá (RR).

A 67 dias da eleição, o MDB oficializou nesta quinta-feira, 2, a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles à Presidência sem ter fechado qualquer aliança. Até agora, tudo indica que o partido, à frente do Palácio do Planalto desde o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), em 2016, irá sozinho para a disputa, com chapa pura e um candidato que tentará associar sua imagem à do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Operação Lava Jato.

A senadora Marta Suplicy (SP) é um dos nomes cotados para ser vice na chapa. Ex-petista, ela ainda não tomou uma decisão sobre seu futuro político e não compareceu à convenção.

Presente na cerimônia, o presidente Michel Temer saiu em defesa do legado do seu governo ao endossar a candidatura de Meirelles e afirmou que os adversários eleitorais são “uns pobres coitados” e “pigmeus”. “(Nossos adversários) são uns pobres coitados. Como não têm projeto, vão para a baixaria. Nós não somos pigmeus. O MDB é feito de gigantes”, disse a uma plateia formada por militantes emedebistas.

Fonte: Estado de S.Paulo

Caciques do MDB definiram, em reunião na tarde desta segunda-feira, que será no dia 4 de agosto a convenção nacional do partido, onde será definido se o ex-ministro Henrique Meirelles, que tem 1% nas pesquisas de intenções de votos, será ou não candidato da legenda à Presidência da República. A data foi definida em encontro do presidente do MDB, senador Romero Jucá (RR), com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia) e o coordenador político da campanha de Meirelles, João Henrique de Sousa.

Além de marcar a data, a estratégia definida pelos caciques em conjunto com Meirelles é que ele ligue para todos os 443 convencionais, aqueles que votam na convenção do MDB, para pedir votos. Integrantes da equipe do pré-candidato lembram que o gesto aos emedebistas é importante e é uma forma de agir que lembra a do presidente Michel Temer, que se dirige pessoalmente a parlamentares e dirigentes quando precisa de apoio, como quando enfrentou duas denúncias de corrupção.

São 443 convencionais com direito a voto. Quanto mais cargos o convencional ocupa, mais votos tem à disposição. Romero Jucá, por exemplo, vota quatro  vezes. O presidente Michel Temer tem ao menos três votos, assim como Moreira Franco.

  O Globo

09
jul

Acontece

Postado às 18:52 Hs

O presidenciável Henrique Meirelles, pré-candidato à Presidência da República pelo MDB, estará em Natal na quinta-feira (12).

Vai participar Fórum Caminhos do Brasil, promovido pela FIERN, com os pré-candidatos a Presidente. Natural de Anápolis (GO), Meirelles é formado em engenharia. Iniciou sua carreira em 1974 no BankBoston onde trabalhou por 28 anos. Começou no departamento de Leasing e, após 4 anos, assumiu a Vice Presidência do banco. Em 1984 cursou o Advanced Management Program (AMP) pela Harvard Business School, um curso que prepara executivos que assumirão a presidência de grandes corporações. Em junho do mesmo ano, com o seu retorno ao Brasil, foi nomeado presidente do BankBoston no país, cargo que ocupou por 12 anos. Em 1996 foi escolhido presidente mundial da instituição a partir da sede nos Estados Unidos. Foi o único brasileiro a comandar um grande banco global nos EUA. Ocupou o cargo até 1999.

Em 2002 foi eleito pelo PSDB o deputado federal mais votado do estado de Goiás. No ano seguinte, renunciou ao mandato para assumir a presidência do Banco Central (2003 a 2010).

De maio de 2015 a abril de 2018 foi ministro da Fazenda.

Pressionado pelos correligionários de MDB a desistir da reeleição e assumir publicamente a pré-candidatura à Presidência de Henrique Meirelles, o presidente Michel Temer seguiu o desejo do partido e lançou na manhã desta terça-feira o nome do ex-ministro da Fazenda. Ao discursar para uma plateia de emedebistas no lançamento do documento “Encontro com o futuro”, realizado na Fundação Ulysses Guimarães, Temer se referiu a Meirelles como “o melhor entre os melhores” para representar o partido e o campo de centro nas eleições presidenciais de outubro. Ao declarar apoio ao ex-ministro da Fazenda, Temer abandona suas pretensões eleitorais e, por consequência, sua carreira nas urnas.

Toda a estrutura do evento foi montada para que Henrique Meirelles brilhe sozinho.

Michel Temer corre o risco de ser vaiado por congressistas do MDB se não anunciar a desistência de sua candidatura à reeleição em evento da sigla hoje.

O Planalto foi avisado de que a expectativa de vê-lo fora do jogo é enorme. Toda a estrutura do evento foi montada para que Henrique Meirelles brilhe sozinho.

Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, encontrou uma desculpa para justificar o mau humor no plenário: a falta de janelas. Sem circulação de ar, o local fica abafado e altera o ânimo dele.

Sites vendem camisetas, bonés e até garrafas de água em apoio ao pré-candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (PSL), com preços que variam de R$ 20 a R$ 60.  (Coluna do Estadão – Andrezza Matais)

Assim como Josué Alencar, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que quer ser o candidato do MDB a presidente, é autossuficiente no quesito dinheiro. Antes de assumir a Fazenda, Meirelles, apenas em 2016, lucrou R$ 217 milhões com consultoria para grandes empresas. Diferentemente dos candidatos menos abastados, ele não estará à mercê do partido na definição da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral.

Meirelles anunciou que pretende bancar sua campanha com o próprio bolso e disse a interlocutores que deve gastar pelo menos R$ 5 milhões só na fase de pré- campanha. Aos 72 anos, ele vê o ano de 2018 como a última chance de realizar o seu maior objetivo na vida pública: chegar ao Planalto.

Meirelles está tendo reuniões com as bancadas de deputados e senadores e dirigentes estaduais para angariar aliados no partido para a sua pretensão. A possibilidade de ele sair candidato passou a ser bem vista por grande parte da bancada do PMDB na Câmara. Com uma campanha presidencial custeada por recursos próprios, sobraria mais dinheiro do fundo eleitoral para a disputa de parlamentares da própria reeleição.

BRUNO GÓES / CATARINA ALENCASTRO – O Globo

Mesmo convidados, presidentes de partidos políticos da base aliada do governo e até mesmo deputados e senadores do MDB evitaram participar da filiação de Henrique Meirelles à legenda para não serem fotografados ao lado de emedebistas.

Na cerimônia de filiação, o partido também divulgou o jingle da possível chapa Michel e Meirelles. A letra diz M de Michel, M de Meirelles, M de MDB. Nos banners, o ministro aparece logo atrás do presidente numa alusão de que pode ser seu vice. Segundo a Coluna do Estadão, Temer avisou que o ministro está habilitado a qualquer cargo.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, assinou, hoje, a ficha de filiação ao MDB. O presidente Michel Temer, parlamentares e lideranças do partido participaram do ato de filiação do ministro, que aconteceu na sede do MDB em Brasília.

Questionado durante o evento se será o candidato do MDB à Presidência da República, Meirelles afirmou que isso não é objeto de discussão neste momento. Meirelles deixou o PSD para voltar ao MDB, partido no qual já foi filiado em 2009.

Por Martha Beck – O Globo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, decidiu que irá deixar a pasta na semana que vem e se filiar ao PMDB para tentar ser candidato à Presidência da República. Ele tem até o dia 7 de abril tanto para sair do cargo como para entrar no novo partido. Atualmente, Meirelles é filiado ao PSD.

Na semana passada, na mesma entrevista em que disse seria uma “covardia” não ser candidato à reeleição, Temer afirmou que Meirelles tem “todo o direito” de disputar o Planalto, mas indicou que irá buscar um acordo.  — Em primeiro lugar, eu devo dizer que eles têm todo o direito de disputar e participar, se quiserem. Mas este é um governo de diálogo. Nós vamos conversar muito — ressaltou.

Desde o ano passado, o ministro já admitia publicamente que cogitava a possibilidade de ser candidato, mas ele sempre ressaltou que só iria tomar a decisão em abril. O sucessor de Meirelles na Fazenda deve ser o atual secretário-executivo da pasta, Eduardo Guardia. Apesar de ser considerado o substituto natural, Guardia enfrenta resistência de deputados e senadores, que o acusam de “não gostar do Congresso”, por ter perfil duro nas negociações com parlamentares.

Outro nome considerado é o secretário de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida. Por não lidar diretamente com os parlamentares, Mansueto poderia ser considerado um nome mais palatável para substituir Meirelles.

Por Vicente Nunes /Correio Braziliense

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, está mais candidato do que nunca. Ele aproveitou a inauguração de uma fábrica da Hemobrás, em Goiânia, onde mantém uma forte base política, para trocar o terno por um modelito mais próximo dos pobres mortais.

Como sempre, Meirelles ressaltou os feitos do governo. Para ele, o país entrou definitivamente na rota do crescimento econômico e está pronto para crescer pelo menos 3% neste ano. O ministro diz que a inflação e os juros vão se manter baixos por um longo período, graças ao esforço fiscal que vem sendo feito pelo governo.

JUNTO COM TEMER – Meirelles dividiu o palco com o presidente Michel Temer. Os dois estão disputando quem será o candidato do governo ao Palácio do Planalto. Temer já indicou ao MDB que está pronto para entrar na corrida eleitoral. Meirelles ainda está filiado ao PSD, que não o quer como candidato.

O ministro terá até 7 de abril para definir seu destino. Temer tem até julho para mapear o terreno e medir até que ponto sua candidatura é viável. Ele está confiante de que pode chegar ao segundo turno sustentado pelos bons indicadores da economia e pelos resultados que aparecerão da intervenção federal no Rio de Janeiro.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira em entrevista à Rádio CBN de Ribeirão Preto que o governo está discutindo com a Petrobras uma nova política de preços para os combustíveis – que oscilam de acordo com a cotação no mercado internacional. Segundo ele, a ideia é encontrar uma fórmula de equilíbrio para evitar que a alta no preço não afete o consumidor de um lado e, de outro, uma queda “muito grande” não prejudique a Petrobras. — Estamos discutindo com a Petrobras uma política de preços de maneira que o aumento do preço no mercado internacional não venha a prejudicar seja o consumidor em última análise e, por outro lado, também uma queda muito grande não venha prejudicar a Petrobras. Tão logo tenha uma nova política de preços definida, vamos anunciar – disse o ministro.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em visita a Belém, para participar do lançamento de um anuário sobre o Estado do Pará, destacou os efeitos positivos do crescimento econômico brasileiro no ano passado, mas se esquivou de responder sobre a possível candidatura à presidência da República. “Até o dia 7 do abril tomarei uma decisão e aí vamos ver se continuo no Ministério da Fazenda ou se saio para ser candidato”, disse.

Confiante, Meirelles declarou que o Brasil atravessou a “pior crise da história” e destacou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1%, em 2017, foi positivo porque o Brasil saiu de um saldo negativo de 3,5%. “Em 1929, a queda foi de 5% do PIB, agora foi mais de 7%. O Brasil atravessou um período duríssimo. Vamos deixar o efeito da crise, o Brasil está crescendo. Saímos com projeção de crescimento para este ano de 3%”, afirmou.

Para ele, os resultados da melhoria econômica são vistos no consumo das famílias brasileiras, com o aumento da venda de bens duráveis como geladeira, televisor e fogão. “Esta compra não se dá à vista, é a prazo. A família tem que ter emprego e confiança para pagar as prestações do que comprou. Isso mostra que as famílias estão acreditando no Brasil. Estão fazendo os investimentos necessários”, apontou.

O presidente Michel Temer prometeu que Henrique Meirelles poderá influenciar na escolha de seu sucessor no Ministério da Fazenda caso decida disputar o Planalto.

Em conversa com o ministro no sábado (24), Temer disse que ambos articularão juntos sua eventual substituição em abril e deu aval para que Meirelles se filie ao MDB, fazendo-o avançar algumas casas no tabuleiro que pode levá-lo a ser o candidato do partido nas eleições de outubro.

A promessa deixou mais claro o futuro do Ministério da Fazenda caso Meirelles seja candidato, mas Temer fez ponderações que mostraram um caminho difícil até que os planos do chefe de sua equipe econômica se concretizem.

Os favoritos de Meirelles para sucedê-lo na Fazenda são os seus secretários Eduardo Guardia (Executivo) e Mansueto Almeida (Acompanhamento Fiscal). As expectativas, porém, esbarram no projeto do presidente do MDB, Romero Jucá (RR), que tem estimulado a filiação de Meirelles à sigla, mas quer emplacar Dyogo Oliveira (Planejamento) na Fazenda.

Folha de São Paulo.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira que o presidente Michel Temer o “incentiva” e “encoraja” para ser candidato a Presidência da República nas eleições de outubro. Ele reiterou que a decisão sobre a candidatura será tomada até abril. Meirelles é filiado ao PSD. — Em todas as conversas que temos tido, ele (Temer) tem me incentivado muito a ser candidato, dado sugestões, etc. Ele tem manifestado, inclusive, muito entusiasmo, e me encorajado, dando muito força, dizendo: “acho importante, vá em frente”. Só vou definir se serei candidato em abril — disse Meirelles, em entrevista à “RedeTV!”, acrescentando: Mais cedo, Meirelles admitiu disputar a Presidência da República numa eleição com o presidente Michel Temer, mas disse que uma estratégia vencedora seria ter um candidato único do governo, que pudesse defender o legado das reformas. O ministro da Fazenda afirmou que a decisão de disputar o Palácio do Planalto vai depender, por exemplo, de aspectos políticos, como apoio de partidos para garantir tempo na televisão.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou estar “contemplando” sua candidatura à Presidência da República, em entrevista à Rádio Itatiaia, ao falar sobre seu futuro político. “Acho que etapa como ministro da Fazenda é uma etapa cumprida. Estamos agora contemplando essa nova etapa de uma possível candidatura à Presidência”, disse. Em novembro do ano passado, o titular da Fazenda respondera, ao ser questionado se tinha consciência de que é um presidenciável: “Sim, sou presidenciável”.

Ele reafirmou, no entanto, que ainda não tomou uma decisão sobre sua candidatura nas eleições deste ano. “Certamente dentro de 40 dias ou pouco mais tomaremos decisão de continuar no serviço público, mas aí ampliando bastante o escopo. Podendo colaborar com o País de forma mais eficaz e abrangente. E isso que está acontecendo na economia pudermos levar a todos os setores da vida dos brasileiros”, completou.

Questionado sobre as vantagens e desvantagem de o processo eleitoral no País ocorrer apenas de cinco em cinco anos, Meirelles considerou que um período maior sem eleições é positivo por ter uma continuidade maior de políticas e menos sobressaltos durante os processos políticos. “Por outro lado, por ser um processo concentrado, essa eleição pode ter mais volatilidade nos mercados”, acrescentou.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse, hoje, que não existe um “plano B” para o caso de a reforma da Previdência não ser aprovada na volta do recesso parlamentar. Ele confirmou que o governo considera o fim de fevereiro a data limite para votar o tema no Congresso.

“Março é pouco provável. O que se está trabalhando como meta de fato é este mês”, disse o ministro a jornalistas após participar de evento em São Paulo. “Não tem plano B. No momento a ideia é aprovar a reforma”. Meirelles foi na mesma direção que as recentes afirmações de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, que disse em entrevista à GloboNews que o limite para votar a reforma da Previdência é fevereiro.

Maia afirmou que, se a articulação com governadores resultar em cerca de 300 votos na semana do dia 20 de fevereiro, data marcada para a votação, a previdência vai a plenário. O líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse também nesta quarta que a intenção do governo é ter a reforma da Previdência aprovada na Casa até o dia 28 de fevereiro.

O governo tenta aprovar a reforma da Previdência como tentativa de reordenar as contas públicas, e já chegou a recuar em alguns pontos do projeto original para tentar facilitar sua aprovação. A discussão da reforma no plenário da Câmara está marcada para começar no dia 19. Se aprovada na Casa, a proposta vai para o Senado. Por isso, o governo corre contra o tempo a fim de conquistar os votos que faltam. Para ser aprovado, o texto da reforma precisa dos votos de 308 dos 523 deputados e de 49 dos 81 senadores.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou, hoje, que tomará uma decisão sobre sua candidatura à Presidência da República no limite do prazo legal para se desincompatibilizar do cargo. “Vou tomar essa decisão na data legal do começo de abril”, afirmou Meirelles, em palestra a empresários na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).

Sem citar diretamente a candidatura, Meirelles disse que “muita coisa vai depender se, de fato, a economia consolidou o crescimento”, com aumento da sensação de bem-estar por parte da população. Até isso acontecer, Meirelles disse que estará “100% dedicado ao trabalho”. “Minha ideia é não pensar nesse assunto, não me desviar”, afirmou.

O ministro, que foi lançado pré-candidato pelo PSD, lembrou de 2010, quando foi convidado para compor a chapa, como vice-presidente, com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo Meirelles, ele só anunciou (e, de fato, só tomou) a decisão em 31 de março, limite legal para deixar os caros públicos.

O Governo do RN vai protocolar hoje no Ministério da Fazenda um Recurso Hierárquico Próprio dirigido ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em defesa da edição da Medida Provisória que prestaria auxílio-financeiro ao Rio Grande do Norte, no valor de R$ 600 milhões. O documento foi preparado após manifestação pública do Ministério, na manhã desta terça (26), informando que suspendeu a edição da MP que prestaria auxílio ao RN. O Governo do Estado solicita que o Governo Federal “reforme a decisão recorrida, afastando todo e qualquer impedimento ao trâmite administrativo da Medida Provisória a ser editada em socorro ao Rio Grande do Norte”.
jun 18
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