19
nov

Coisa de preto

Postado às 11:30 Hs

Na segunda-feira, será comemorado o Dia da Consciência Negra. A data foi criada para lembrar a luta contra a escravidão e a desigualdade que ainda separa brancos e negros no Brasil. Quem pensa que este debate é desnecessário deveria dedicar alguns minutos do feriado à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE. A nova versão do levantamento informa que pretos e pardos somam 63,7% dos desempregados. Isso equivale a um exército de 8,3 milhões entre os 13 milhões de brasileiros que procuram trabalho.
Dos 13 milhões de brasileiros desempregados no terceiro trimestre deste ano, 8,3 milhões (63,7%) eram pretos ou pardos. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupação dessa parcela da população ficou em 14,6%, enquanto a da população branca ficou em 9,9%. “As pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho, desde a inserção a depois de se inserir. São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. A situação de desemprego dos pretos e pardos contrasta com os números do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, esta parcela da população representa mais da metade dos trabalhadores brasileiros (53%). Mesmo sendo maioria na força de trabalho, a proporção de pretos e pardos ocupados (52,3%) foi menor que a da população branca (56,5%) no terceiro trimestre
O IBGE divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de outubro apresentou variação de 0,42%, taxa 0,67 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em setembro, quando o índice registrou variação de -0,25%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 1,89%, no ano e, 2,14%, nos últimos 12 meses. Em outubro, o IPC-BR registrou variação de 0,33%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 3,16%, nível acima do registrado pelo IPC-C1.
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Cerca de 1,4 milhão de trabalhadores deixaram de contribuir com a Previdência Social desde 2014, ano de início da recessão, de acordo com dados do IBGE divulgados nesta terça-feira (31). O movimento se intensificou em 2017. O percentual da força de trabalho que contribui para a aposentadoria – que vinha resistindo à crise no mercado de trabalho – caiu para 63,8% no trimestre encerrado em setembro, o mesmo nível observado no início de 2014. A situação contrasta com o ano passado, quando 65,5% da força de trabalho ocupada continuou contribuindo para a aposentadoria, apesar da alta do desemprego. Essa queda, porém, não se refletiu na receita da contribuição da Previdência, que apresenta ao longo deste ano pequena recuperação. Até agosto, a alta é de 4,6% sobre igual período de 2016. A expansão ocorre após essa receita ter despencado 10,8% (entre 2014 e 2015).
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (6) baixar os juros básicos da economia brasileira de 9,25% para 8,25% ao ano. Foi o oitavo corte seguido na taxa Selic. Com a decisão, que confirmou a expectativa dos economistas do mercado financeiro, o BC manteve o ritmo de redução de um ponto percentual verificado na última reunião, realizada no fim de julho. Em 8,25% ao ano, os juros recuam ao menor nível desde julho de 2013, ou seja, em pouco mais de quatro anos. A previsão dos economistas das instituições financeiras é de que a taxa básica de juros continue a recuar nos próximos meses e chegue a 7,25% ao ano no final de 2017 – o menor patamar da história.
04
set

Impacto positivo

Postado às 12:24 Hs

Três municípios do RN têm impacto positivo no FPM após nova estimativa populacional. De acordo com levantamento da Confederação Nacional dos Municípios – CNM, realizado após a divulgação da nova estimativa populacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última semana, três municípios do Rio Grande do Norte terão impacto positivo no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), aumentando seu coeficiente a partir de 2018. Bom Jesus e Luís Gomes deixam de ter o coeficiente 0,6 e passam a ser considerados 0,8, e Ielmo Marinho aumenta seu índice de 0,8 para 1,0. Os demais 164 municípios do Estado, apesar das perdas ou ganhos de população,
02
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 21:03 Hs

* * * Esse fechamento de bancos postais dos Correios no RN e em todo o Brasil é só mais uma prova de que a estatal, aparelhada diversas vezes para desviar dinheiro público, está quebrada, causa prejuízos e presta péssimo serviço à população. Já passou da hora de privatizar os Correios. Não precisa nem vender. Se der de graça, o Brasil ainda sai no lucro. * * *

* * * Chapa congestionada: O PSDB vai para as eleições de 2018 com cinco deputados estaduais: Ezequiel Ferreira, Márcia Maia, José Dias, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho. Comenta-se que, nesta conta, alguém vai sobrar. Ninguém sabe quem. Mas, é possível palpitar. Pobre RN ! * * *

* * * O consumo das famílias e o setor de serviços impulsionaram o crescimento de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre. A liberação do saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a inflação mais baixa e a leve redução do desemprego permitiram que o comércio se expandisse, depois de nove trimestres consecutivos de queda. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo das famílias aumentou 1,4%, com movimentação de R$ 1,02 trilhão no período. * * *

* * * As sucessivas quedas dos juros básicos da economia chegarão, nesta semana, ao bolso de quem investe na mais tradicional aplicação financeira do país. A redução esperada da taxa Selic para abaixo de 8,5% ao ano nesta quarta-feira (6) diminuirá os rendimentos da poupança. No entanto, a caderneta continuará um dos investimentos mais atrativos.Tradicionalmente, a Anefac faz simulações em que compara o rendimento da poupança com o dos fundos de investimento, que diversificam as aplicações, mas cobram Imposto de Renda de 15% a 22,5% e taxa de administração.

As Estimativas de População dos municípios, divulgadas hoje pelo IBGE, mostram que quase um quarto dos 5.570 municípios brasileiros (1.378 municípios) tiveram redução populacional. Além disso, em mais da metade deles (2.986), as taxas de crescimento populacional foram inferiores a 1%, e em apenas 258 municípios (4,6% do total) o aumento foi igual ou superior a 2%.

A redução populacional concentra-se, principalmente, no grupo de municípios com até 20 mil habitantes (32,5% ou 1.236 municípios). Por outro lado, aqueles com mais de 100 mil a um milhão de habitantes tiveram a maior proporção de municípios com crescimento acima de 1% (45,5% ou 133). Dez dos 17 municípios com mais de um milhão de habitantes tiveram taxas de crescimento entre 0,5% e 1% ao ano. A diminuição de habitantes ocorre com mais frequência na região Sul, enquanto no Norte e o Centro-Oeste estão as maiores proporções de municípios com taxas de crescimento acima de 1%.

No raio-x da evolução do país desde o começo do século 21, o município de Severiano Melo, no Rio Grande do Norte, está entre cidades que mais diminuíram, segundo gráfico divulgado pelo jornal Folha de São Paulo. A contagem populacional, entre outros objetivos, é utilizada para calcular as cotas do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

30
ago

Em destaque

Postado às 19:56 Hs

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2017.

Quanto a Mossoró, no Rio Grande do Norte,  mantém-se como o segundo município mais populoso do RN com um crescimento da ordem de 13,79%, o que representa um aumento de 35.804 habitantes. São 295.619 habitantes. O número corresponde a quase 8,43% de toda a população do RN. Dos 5.570 municípios brasileiros, 1.378 municípios apresentam redução de população com relação a 2016. O levantamento foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 30.

Continua sendo uma cidade polarizadora de serviços numa área que incluem áreas do Ceará e Paraíba. Faltando claro melhorar sua infraestrutura. Mossoró necessita sim de um aeroporto faz tempo…

Terra pujante !

30
ago

IBGE divulga população do país

Postado às 10:45 Hs

Brasil tem 207.660.929 habitantes, segundo estimativa Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União. A data de referência para o levantamento é 1º de julho. Em 2016, a população do país era estimada em pouco mais de 206 milhões habitantes.

O crescimento de 2016 para 2017 foi de 0,77%. São Paulo é o estado mais populoso, com 45.094.866 habitantes, seguido de Minas Gerais, com 21.119.536, e Rio de Janeiro, com 16.718.956. O estado com a menor população é Roraima, que tem 522.636 habitantes.

O Rio Grande do Norte tem uma população em pouco mais de três milhões e meio de pessoas, 3.507.003 um acréscimo em 0,5%. E o quinto estado mais populoso da Região Nordeste.

Entre outros objetivos, as estimativas são usadas para o cálculo das cotas do Fundo de Participação de Estados e municípios. Os dados têm data de referência em 1º de julho e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios.

Mossoró chega a 295.619 habitantes. Número foi divulgado hoje pelo IBGE.

O Brasil tem grandes extensões de terras férteis e um clima muito favorável para a agricultura. Suas reservas de minérios de valor estratégico são das maiores do planeta, e as fontes renováveis de energia colocam o país em posição de vantagem, em relação a países de escala comparável. Em 2016, o PIB foi estimado pelo IBGE em cerca de R$ 6,266 trilhões (US$ 1,8 trilhões), o que situava a economia brasileira entre as oito maiores do mundo. No entanto, em seu relatório sobre o desenvolvimento humano publicado em 2016, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) colocou o Brasil na 75ª posição, numa lista de 188 países classificados em função do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Nessa lista, o Brasil fica em posição inferior à de países como o Sri Lanka, Cuba, Costa Rica e Malásia.

Os analistas do mercado financeiro subiram as apostas de inflação pela segunda semana consecutiva, elevando as estimativas para o IPCA de 3,33% para 3,40% em 2017. Os dados são do Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira. As previsões para o índice oficial de inflação do país, em queda durante quase dois meses, mudaram de trajetória na última semana, após o aumento dos impostos cobrados nos combustíveis.

A meta estabelecida pelo governo para o ano é de 4,5%, podendo variar entre 3% e 6% de acordo com a tolerância. A alta de preços acumulada no ano até junho é de 3%, segundo o IBGE. Nas previsões sobre os juros, os analistas do mercado financeiro prevêem agora que a Selic encerrará 2018 em 7,75%, ante 8% na semana anterior.

Na última quarta-feira o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros em um ponto porcentual, para 9,25%. Foi a primeira vez em quase quatro anos que a taxa de juros ficou em um dígito. A previsão de inflação para o ano que vem (4,20%), e de crescimento do PIB para 2017 (0,34%) e 2018 (2%) permanecem inalteradas, segundo o Focus.

01
mai

Trabalho na berlinda

Postado às 11:43 Hs

Por Aécio Neves (Folha de S.Paulo)

Uma das datas mais simbólicas do calendário, o 1º de Maio deste ano encontra o país imerso nas consequências da crise recessiva que dilapidou o mercado de trabalho. Na semana passada, o IBGE deu a dimensão da calamidade social que se abate sobre as famílias brasileiras.

São 14,2 milhões de desempregados, um recorde gestado no governo anterior e, sem dúvida, o principal desafio atual do Brasil. Acrescente-se a precariedade das relações contratuais. No setor privado, o país tem mais de 10 milhões de pessoas sem carteira assinada. Além disso, grande parte da mão de obra não dispõe de benefícios complementares.

No Brasil do século 21, choca saber que nada menos que 1,5 milhão de pessoas estão impedidas de sair do emprego. Elas não têm como pagar despesas contraídas com alimentação e transporte, custeados pelo patrão. É uma situação conhecida como servidão por dívida, considerada trabalho análogo à escravidão.

Mudar esse quadro requer determinação.

A reativação do mercado de trabalho vai depender da retomada do crescimento econômico, com a restauração da confiança no país. Quando a roda voltar a girar -e já há sinais positivos nesse sentido-, os empregos voltarão, associados ao aumento da atividade econômica. Enquanto isso, precisamos repensar alguns aspectos das nossas relações trabalhistas, ajustando-as às demandas atuais da sociedade.

Hoje a economia tende a crescer mais pelo avanço da tecnologia e de novos processos de produção. Um produto simples tem componentes oriundos de diferentes países. Essa é a realidade. O trabalho especializado e terceirizado é outra realidade dos tempos digitais. Esse mundo em permanente mudança e integração requer modalidades de trabalho próprias e maior autonomia nas relações entre trabalhadores e empresas.Isso não significa, no entanto, perda de direitos por parte do trabalhador.

Uma reforma trabalhista que preserve direitos como, por exemplo, salário mínimo, FGTS, férias, aviso prévio e 13º salário, mas que modernize as relações de trabalho e permita ao Brasil avançar, não é apenas urgente. É inadiável.A legislação trabalhista do Brasil, uma das mais rígidas do planeta, alimenta a informalidade que abriga hoje 40% dos trabalhadores brasileiros, sem qualquer proteção.

Toda mudança gera tensão e reações legítimas. No entanto, há que se encarar a realidade sem subterfúgios. A crise no trabalho é complexa e perversa e atinge principalmente negros, jovens e mulheres que continuarão a demandar e merecer atenções diferenciadas.Durante anos, o Brasil empurrou para o futuro a solução de graves problemas. Como se não fosse ele, o futuro, nossa responsabilidade. É hora de mudar isso.

29
abr

Cresceu

Postado às 15:16 Hs

IBGE: total de desempregados cresce e atinge 14,2 milhões

A taxa de desocupação no país continua em alta e o país tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março, número 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016) – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais desocupadas.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os resultados do primeiro trimestre.

17
abr

Melhorou…

Postado às 14:42 Hs

Economia do Brasil cresce 1,3% em fevereiro, diz Banco Central

A economia brasileira voltou a crescer. Nas contas do Banco Central, a expansão foi de 1,3% em fevereiro. A previsão dos analistas para o Índice de Atividade Econômica da autoridade monetária (IBC-Br), divulgado na manhã desta segunda-feira pela autarquia era uma alta de 0,6%.

O BC revisou o dado de janeiro de uma queda de 0,26% para uma alta de 0,62%. Isso reflete uma revisão intensa dos dados referentes a janeiro nos setores de serviço e comércio divulgados pelo IBGE se deu por causa de uma mudança metodológica que segue as normas internacionais.

Na semana passada, o IBGE informou que o varejo brasileiro registrou expansão de 5,5% em janeiro, na comparação com dezembro, em vez da retração de 0,7% que havia sido anteriormente informada. Nesta quinta-feira, o instituto revisou o número de janeiro para o setor de serviços, de uma queda de 2,2% para uma alta de 0,2%.

08
abr

Concurso

Postado às 12:04 Hs

IBGE vai publicar edital na próxima segunda-feira

 

Atenção, concurseiros! O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) definiu que as 26.010 vagas temporárias para o Censo Agropecuário serão distribuídas em dois editais com datas já definidas. O primeiro sairá na próxima segunda-feira (10/4) e o outro no próximo dia 24. Na segunda sairá um edital com 1.071 postos, enquanto no final do mês serão publicadas as outras 24.939 ofertas.

Do total de vagas, 19.013 são para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido. Ao todo, serão abertas vagas em pouco mais de 4 mil municípios do país. O processo foi autorizado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e a duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação limitada a três anos.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou nesta sexta-feira (7) que o governo deve propor um salário mínimo R$ 979 para 2018. Hoje, o mínimo está em R$ 937. O novo valor do mínimo será incluído na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2018, base para o orçamento do ano que vem. De acordo com a lei, o PLDO tem que ser enviado ao Congresso Nacional até 15 de abril. Para chegar ao percentual de correção do salário mínimo, que serve de referência para mais de 45 milhões de pessoas no Brasil, soma-se a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano ano anterior, calculado pelo IBGE, e o resultado do PIB de dois anos antes.

Com base nesse cálculo, o salário mínimo seria corrigido dos atuais R$ 937 para R$ 979, considerando a variação estimada para o INPC, deste ano, de 4,48%. Essa é a mediana do resultado esperado por mais de 100 instituições financeiras, consultadas pelo Banco Banco Central na semana passada.

Recessão e alta real do mínimo

Como o Produto Interno Bruto (PIB) teve uma forte retração de 3,6% em 2016 – ano que serve de parâmetro para o salário mínimo em 2018 – a correção do mínimo no ano que vem levará em conta, pela fórmula adotada, somente o valor da inflação de 2017. Com isso, não haverá alta real (acima da inflação) do salário mínimo no ano que vem. No ano passado, o governo chegou a estimar que o salário mínimo superaria a barreira de R$ 1 mil em 2018. A projeção, naquele momento, era de que o valor seria de R$ 1.002 no próximo ano e de R$ 1.067. Entretanto, com o cenário de recessão na economia brasileira, a inflação deverá ser menor do que o projetado no ano passado – proporcionando um reajuste menor para o salário mínimo. Nesta sexta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que as mais recentes projeções do governo apontam que o salário mínimo vai chegar a R$ 1.029 em 2019 e a R$ 1.103 em 2020.

Fonte : G1

 

 

07
abr

Em queda

Postado às 10:21 Hs

Inflação é a menor para março em 5 anos.

A inflação no Brasil foi de 0,25% em março, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É menos do que os 0,33% registrados em fevereiro e do que os 0,46% de março do ano passado.

Com isso, o acumulado de 12 meses chegou a 4,57%, quase no centro da meta de 4,5% definida pelo governo – com tolerância de dois pontos percentuais para cima (6,5%) ou para baixo (2,5%). 4 grupos monitorados tiveram queda de preços no mês. Transportes ficou em -0,86% puxado por quedas de 2,21% na gasolina, 5,10% no etanol e 9,63% nas passagens aéreas.

Já o grupo Comunicação ficou em -0,63%, fruto em parte de uma redução nas tarifas das ligações de fixo para móvel a partir do dia 25 de fevereiro. O maior impacto individual foi da energia elétrica, que sozinha contribuiu com 0,15 ponto percentual no índice do mês.

O reajuste de 9,8% nas refinarias refletiram em uma alta de 1,13% no preço dos botijões de gás. Estes foram alguns dos fatores por trás da alta de 1,18% no grupo Habitação em março. Educação, que havia subido 5,04% em fevereiro em grande parte por causa dos reajustes de mensalidade, teve a segunda maior alta de março, mas bem mais modesta em 0,95%.

 

 

 

nov 23
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