O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação de 0,48% em setembro, anunciou hoje (5), no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a inflação oficial do país e acelerou em relação a agosto, quando houve deflação de 0,09%. O IPCA acumula 4,53% em 12 meses, período que vai de outubro de 2017 a setembro de 2018. Já entre janeiro e setembro deste ano, a inflação acumula variação de 3,34%. A inflação do mês passado também foi maior que a de setembro de 2017 (0,16%). O grupo transportes teve o maior impacto no IPCA de setembro, porque apresentou alta de 1,69% após queda de 1,22% em agosto. A variação foi puxada pelos combustíveis e foi a maior para um mês de setembro desde o início do Plano Real, em 1994.

Apenas 33 dos 167 municípios potiguares têm uma política de saneamento básico, segundo o suplemento de saneamento da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) de 2017, divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por outro lado, 63% das cidades potiguares confirmaram ocorrência de alguma doença relacionada à falta de saneamento básico, como dengue, diarreia, entre outros. De acordo com o IBGE, a política de saneamento é um instrumento necessário para o estabelecimento de diretrizes do município.

No Brasil, em 2017, o percentual de cidades que tinham a política era de 38%. No Nordeste, porém, 19%. O estado está no mesmo nível da região, com cerca de 20%. No estado, 30 municípios têm Plano Municipal de Saneamento Básico, que deve conter diagnóstico, objetivos e metas de universalização, entre outros conteúdos.

29
ago

Brasil gigante

Postado às 12:05 Hs

A população brasileira foi estimada em 208,5 milhões de habitantes, conforme divulgado nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As estimativas da população para estados e municípios, com data de referência em 1º de julho, foram publicadas no “Diário Oficial da União”. Na comparação com 2001, quando havia pouco mais de 172,3 milhões de habitantes, a população brasileira cresceu 21%. A taxa de crescimento em relação a 2017, quando a população somava 207,6 milhões, foi de 0,82%
26
jul

População do RN diminuirá a partir 2047

Postado às 11:44 Hs

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou informações da Projeção de População, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do País, por sexo e idade, até 2060.

No Rio Grande do Norte, a população deverá crescer até 2047. A partir daí, haverá uma diminuição no número de pessoas. A expectativa para o Estado supera em um ano a média do País, que ficou em 2048. Além do RN, outros 11 estados terão redução na população a partir 2047. Os demais sofrerão o decréscimo após 2048.

07
jul

Aumentos

Postado às 17:06 Hs

Gasolina sobe 5% em junho; energia elétrica avança 7,93%, informa IBGE. Os combustíveis pesaram no bolso das famílias em junho. Sob pressão da greve dos caminhoneiros, a gasolina ficou 5,00% mais cara nas bombas, uma contribuição de 0,22 ponto porcentual para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O etanol subiu 4,22% em junho, um impacto de 0,04 ponto porcentual no IPCA. O óleo diesel, porém, caiu 5,66% no mês, após negociação do governo com os grevistas. As passagens aéreas também ficaram mais baratas, com recuo de 2,05%.
31
maio

Números…

Postado às 10:14 Hs

Taxa de desemprego fica em 12,9% em abril, diz IBGE
A taxa de desemprego no País ficou em 12,9% no trimestre encerrado em abril, uma queda de 0,7 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa estava em 13,6%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados na terça-feira (29).

Os dados revelam ainda que a população atualmente desocupada caiu 4,5% frente ao trimestre encerrado em março. Na prática, isso significa que mais de 635 mil pessoas foram reposicionadas no mercado de trabalho e voltaram a ter renda.

Ainda de acordo com o IBGE, o nível da ocupação no País ficou em 53,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o que representa um aumento de 0,4 ponto percentual.

20
maio

Redução

Postado às 11:50 Hs

RN reduz taxa de analfabetismo de 14,7 para 13,5 em 2017, diz IBGE.
A taxa de analfabetismo no Rio Grande do Norte reduziu 1,2 ponto percentual entre 2016 e 2017entre pessoas de 15 anos ou mais de idade, informou nesta sexta-feira, 18, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados fazem parte da pesquisa Educação 2017, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua).

De acordo com o levantamento, em 2016 o índice estava em 14,7%, enquanto que em 2017, a taxa de analfabetismo foi reduzida para 13,7%. Esta é a terceira menor da região Nordeste. Somente Bahia (12,7%) e Pernambuco (13,4%) estão a frente.

Se o analfabetismo caiu no estado, a distribuição das pessoas de 15 a 29 anos de idade que não estavam ocupadas e nem estudavam ou se qualificavam no RN subiu no período. Em 2016, o número era de 25,9%. Já em 2017, o índice chegou a 26,5%.

17
maio

On line

Postado às 10:12 Hs

IBGE começa a testar coleta on-line para o Censo 2020
O primeiro teste de coleta pela internet para o Censo Demográfico 2020 vai começar na próxima segunda-feira (21), informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta etapa inicial, 52 cidades das cinco regiões vão participar, englobando aquelas com mais de 500 mil habitantes e algumas partes de todas as capitais.

De acordo com o IBGE, as perguntas serão as mesmas em todos os locais, mas a execução será dividida em três grupos: o grupo A, com cerca de 10 mil domicílios em 49 municípios (capitais e aqueles com mais de 500 mil habitantes); o B, com cerca de três mil domicílios em Rio Branco (AC), Juiz de Fora (MG) e Goiânia (GO); e o grupo C, com todos os domicílios de Curitibanos (SC), Cravinhos (SP) e Baturité (CE).

De acordo com o coordenador técnico do Censo Demográfico 2020, Luciano Duarte, a intenção é fazer a comparação entre o preenchimento dos dados de forma presencial e pela internet. Além disso, o IBGE pretende avaliar a divulgação da coleta nas cidades e a entrega dos e-tickets, os códigos de acesso aos questionários distribuídos pelos Correios.

O índice de desemprego no Brasil atingiu 13,1% no trimestre encerrado em março de 2018, maior nível desde maio do ano passado. Isso significa que 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. A taxa ficou maior do que a registrada no trimestre móvel encerrado em fevereiro, de 12,6%, na terceira alta consecutiva após nove trimestres de queda. O índice, porém, ainda ficou abaixo do registrado em igual trimestre móvel do ano passado, de 13,7%. O resultado veio acima do esperado pelo mercado. A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 12,9% no período.

Com o fim dos contratos temporário no começo do ano, a taxa de desemprego no trimestre encerrado em janeiro ficou em 12,2%, aumento de 0,4 ponto porcentual após atingir 11,8% no último trimestre 2017, revela o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). No primeiro mês do ano, o total de desempregados no País foi de 12,7 milhões de pessoas.

Na comparação ano a ano, a Pesquisa Mensal por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua aponta para uma queda de 0,4%. A explicação para isso é que, em janeiro do ano passado, o desemprego ainda não havia iniciado a sua trajetória de queda e a taxa fora de 12,6%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.169 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado representa alta de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 193,8 bilhões no trimestre até janeiro, alta de 3,6% ante igual período do ano anterior.

28
fev

Desemprego volta a subir no País

Postado às 15:16 Hs

Com o fim dos contratos temporário no começo do ano, a taxa de desemprego no trimestre encerrado em janeiro ficou em 12,2%, aumento de 0,4 ponto porcentual após atingir 11,8% no último trimestre 2017, revela o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). No primeiro mês do ano, o total de desempregados no País foi de 12,7 milhões de pessoas. Na comparação ano a ano, a Pesquisa Mensal por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua aponta para uma queda de 0,4%.
21
fev

Consulta

Postado às 16:18 Hs

A fim de identificar lacunas na produção de dados e estabelecer as prioridades no uso das informações para a formulação de políticas públicas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu consulta pública para o Censo 2020. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) recomenda a participação dos gestores locais, uma vez que as ponderações dos representantes permitem o levantamento, o registro e a análise de demandas que possam ser objeto de futuros estudos pelo Instituto.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,29% em janeiro, após avançar 0,44% um mês antes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor IPCA para janeiro desde a criação do Plano Real, em 1994. Em janeiro de 2017, o índice de preços havia subido 0,38%. Em 12 meses, o IPCA registrou alta de 2,86%, após marcar 2,95% nos 12 meses antecedentes.

O resultado é divulgado um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) cortar a taxa básica de juros para 6,75% ao ano, menor nível desde que o sistema de metas de inflação foi implementado no país.

A inflação segue, assim, abaixo do piso do objetivo do governo, de 3% neste ano — o centro da meta é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O IPCA de janeiro ficou abaixo do piso das estimativas de 26 consultorias e instituições financeiras que participaram do levantamento do Valor Data, de 0,33%, com média em 0,41% e teto de 0,45%. No acumulado em 12 meses, a expectativa era que a inflação ficasse em 2,97%.

Com crescimento de 3,3% ao ano de 2002 a 2015, o Nordeste, juntamente com Norte, que teve 4,3% de incremento e Centro-Oeste, com 4,1%, foram as regiões que mais aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB). Sudeste e Sul também cresceram, 2,6% e 2,4%, respectivamente, o que levou a média nacional para 2,9% nos anos abordados na pesquisa.

Os Estados do Piauí, com crescimento anual de 4,8%, Maranhão (4,5%), Paraíba (4,1%) e Ceará (3,5%) são destaques no cenário nordestino no levantamento. Os números obtidos em setores como a Indústria, Agropecuária e Serviços puxam os bons resultados da Região. A Bahia continua com maior participação do Nordeste no PIB brasileiro, com 4,1%.

No período da coleta de dados, a maior variação nordestina ficou com o Ceará, que passou de 1,9% em 2002 para 2,2% em 2015. Setores da Indústria, elevados pela produção de eletricidade e gás, água e esgoto, atividades de gestão de resíduos e contaminação; Serviços com atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados e Informação, comunicação e comércio intensificaram a economia do estado.

As informações são do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do Banco do Nordeste, com base nos dados disponibilizados pela pesquisa “Contas Regionais do Brasil 2002-2015”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, IBGE.

Mais informações sobre o estudo no link: Diário Econômico 319/2017 – Etene

02
jan

Em vigor

Postado às 11:07 Hs

Menor reajuste do salário mínimo em 24 anos entrou em vigor nesta segunda-feira

O novo salário mínimo começou a valer a partir desta segunda-feira 1º. Decreto assinado pelo presidente na sexta-feira 29 fixa o seu valor em R$ 954, um aumento de R$ 17. É o menor reajuste do salário mínimo em 24 anos. O valor é inferior ao estimado anteriormente pelo governo, que era R$ 965.

O reajuste foi mais baixo porque a fórmula de correção leva em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo foi calculado apenas pelo INPC, estimado pelo governo em 1,81%.

Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o novo valor do salário mínimo para 2018 foi determinado pela aplicação da lei, e não por escolha política.

Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, o valor do salário mínimo proposta para 2018 ainda está longe do valor considerado “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Segundo o cálculo do órgão, a remuneração ideal deveria ser de R$ 3.731,39 em novembro deste ano.

O país tinha 11,8 milhões de analfabetos no ano passado, divulgou o IBGE nesta quinta-feira (21). O número representa 7,2% da população de 15 anos ou mais. A taxa entre pretos e pardos é de 9,9%, mais de que o dobro da de pessoas brancas (4,2%).

Os dados fazem parte do módulo de educação da Pnad Contínua, pesquisa domiciliar que abrange todo o território nacional. O IBGE compilou novos dados e ampliou a área de cobertura em relação às pesquisas anteriores sobre analfabetismo. Não há ainda série de comparação.

A investigação por raça ou cor é inédita e mostra que brancos têm mais acesso à educação no país do que negros. Populações mais velhas têm maior contingente de analfabetos. A taxa de analfabetismo de pessoas com 60 anos ou mais é a mais alta do país, de 20,4%, ou 6,07 milhões de pessoas.

A diferença racial também está presente nas faixas de idade mais avançadas. Entre pretos e pardos nessa faixa, 30,7% são analfabetos. O mesmo indicador para brancos chega a 11,7% da população.

Pelo menos 30,9% dos jovens potiguares de 16 a 29 anos não estudam e nem trabalham. Os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são referentes a 2016 e revelam ainda que 25% dos jovens do RN só estudam e 36,2% só trabalham. Em 2016 o percentual de jovens do RN que só estudam foi de 25,0%, – um aumento de 4,9% em relação a 2015 e de 29,53% comparado com 2012. Esse percentual é maior entre os jovens de 16 a 17 anos (73,6%), seguido do grupo entre 18 e 24 anos (23,4%) e uma parcela mínima entre os jovens de 25 a 29 anos de idade (5%).
Os dados mais recentes da Pnad Contínua, divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE, mostram que a o acesso à tecnologia móvel avança mais rápido do que a universalização do saneamento básico. Em 2016, enquanto 92,3% ou 63,8 milhões dos lares brasileiros tinham pelo menos um morador com telefone celular, apenas 66% ou 45,6 milhões de famílias tinham sua rede geral ou fossa ligada à rede, ou seja, contavam com tratamento de esgoto. Ainda de acordo com a pesquisa, 29,7% das famílias tinha fossa, mas ela não era ligada à rede.
nov 14
quarta-feira
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