O , que é o principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, antiga Bovespa, bateu nesta segunda-feira (24) recorde nominal ao encerrar o dia em 102.062 pontos, alta de 0,04% em relação ao pregão anterior, conforme divulgou a B3 em nota.

O recorde anterior foi registrado na última sexta (21), de 102.012 ponto, com volume negociado de R$ 12,531 bilhões.

O Ibovespa é o principal índice do mercado de ações brasileiro e foi criado em 1968. Ele é um indicador de desempenho das ações de grandes empresas que atuam no país.

29
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 20:26 Hs

  • Três cidades do Médio Oeste estão enfrentando problemas de paradas no sistema de abastecimento de água, desde o fim de semana. Técnicos da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) estão trabalhando para restabelecer o fornecimento nos municípios de Upanema, Caraúbas e Patu. No caso de Upanema, foi detectado um vazamento na adutora, mas uma equipe já está trabalhando na retirada e a previsão é que o sistema volta a funcionar até o início desta terça-feira.
  • O deputado federal Rafael Motta (PSB) toma posse nesta sexta-feira (1º), em Brasília, para o seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, sendo considerado o mais municipalista do Rio Grande do Norte. O ranqueamento é feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e leva em consideração as ações e as votações dos parlamentares ao longo da legislatura. Segundo informações da CNM, uma das posições que mais contribuiu para a liderança de Rafael foi o seu parecer favorável no Projeto de Lei 8816/2017, que incrementa o valor da alimentação escolar em municípios em extrema pobreza. Além disso, a Confederação relacionou diversos projetos que receberam o voto favorável do deputado em plenário e que beneficiam diretamente os municípios.
  • O Ibovespa, principal índice que mede o desempenho das ações negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, fechou hoje (29) em alta de 0,2%, aos 95.639 pontos. As ações da Vale, que ontem caíram 24,5%, registraram leve alta de 0,85% nesta terça-feira. Entre as ações que compõem o Ibovespa, as que mais valorizaram foram as da Eletrobras ON (7,08%), Magaz Luiza ON (6,4%), e Estacio (5,52%). As que mais perderam valor foram RaiaDrogasil (-3,09%), Engie (-2,29%), e MRV ON (-2,55%). Os papeis mais negociadas no dia foram os da Vale ON (0,85%), Petrobras PN (2,42%), e ItauUnibanco (-0,73%). O dólar encerrou o dia financeiro em queda de 1,14%, cotado a R$ 3,72. O euro também se desvalorizou, caindo 1,08% e fechando a R$ 4,25.
  • A Defesa Civil de Minas Gerais atualizou na noite desta terça-feira, dia 29, os números de vítimas do desastre de Brumadinho. O órgão informou que são 84 mortes confirmadas e 276 pessoas desaparecidas após o rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, na última sexta. 42 vítimas já foram identificadas Três vítimas fatais foram retiradas de ônibus encontrado e duas que estavam no refeitório da Vale, onde muitos funcionários almoçavam no dia da tragédia. Segundo o porta-voz dos bombeiros, tenente Pedro Aihara, essa indicação é muito significativa para a continuidade das buscas.
  • Muito provavelmente o PPS trocará de nome. Passará a se chamar CIDADANIA 23. Na próxima quarta feira haverá uma reunião da executiva nacional para decidir sobre a mudança do nome. O nome PPS deverá deixar de existir para aglutinar nomes insatisfeitos com outras legendas.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos

O real é a moeda que mais se valoriza no mundo em 2019. Ao todo, a moeda brasileira já acumula uma elevação de 4,3% ante o dólar. Na sequência do real, as moedas que mais se fortaleceram foram o rublo, da Rússia (3,9%), e o rand, da África do Sul (3,6%), segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. De modo geral, em 2019, o Brasil tem sido visto com bons olhos pelo mercado financeiro.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos. Os bons números são explicados, segundo a maioria dos analistas, por fatores que ocorrem ao redor do mundo e também por medidas adotadas no próprio Brasil. Internacionalmente, há uma redução nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China e, internamente, existe uma boa expectativa com a agenda econômica do governo Jair Bolsonaro.

Isso porque o mercado financeiro vê com bons olhos as medidas anunciadas pelo novo presidente. Uma delas é a proposta de reforma da Previdência, que deve ser enviada ao Congresso Nacional já no mês de fevereiro. Como a medida é considerada fundamental para que o Brasil volte a equilibrar as contas públicas, o mercado reage positivamente à sinalização de que a proposta pode ser aprovada.

Reportagem, João Paulo Machado

A Bolsa brasileira fechou na máxima histórica nesta quarta-feira (2), o primeiro pregão sob o governo de Jair Bolsonaro, impulsionada pelos discursos de posse de ministros e pelo acordo selado pelo partido do presidente, o PSL, para apoiar Rodrigo Maia à reeleição na Câmara. Com o ambiente já muito positivo, o primeiro discurso de Paulo Guedes como ministro da Economia, apesar de contemplar todos os pontos esperados pelo mercado financeiro, não fez preço. O Ibovespa, principal índice acionário do país, subiu 3,56% e fechou no recorde de 91.012 pontos. O recorde anterior havia sido de 89.820 pontos. O volume financeiro foi de R$ 17,3 bilhões, acima da média diária de 2018. Na máxima do dia, a Bolsa chegou a subir mais de 4%, reflexo da euforia de investidores com o noticiário econômico vindo de Brasília à medida que ministros tomavam posse e faziam seus primeiros discursos.

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 3,422, com alta de R$ 0,054 (+1,6%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,429.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em alta, mas reverteu a tendência e encerrou a segunda-feira com queda de 1,78%, aos 83.307 pontos. O indicador está no menor nível desde 9 de fevereiro (80.899 pontos).

Esse foi o primeiro dia de negociação após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta. Nesta segunda-feira, o governo chinês descartou a possibilidade de negociações com os Estados Unidos, classificando de intransigente a postura do governo do presidente Donald Trump de sobretaxar produtos chineses em até US$ 150 bilhões.

O Ibovespa disparou após a informação de que o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá. O dólar, por sua vez, passou a cair mais de 1% e se aproximar dos R$ 3,20. Às 14h29 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa registrava alta de 0,96%, aos 64.442 pontos, chegando a saltar quase 500 pontos em apenas cinco minutos. Antes da notícia, o índice operava próximo da estabilidade, abaixo de 64 mil pontos. Enquanto isso, o dólar comercial recuava 1,27%, cotado a R$ 3,2118 na venda, ao passo que o contrato futuro do dólar com vencimento em agosto tinha perdas de 1,50%, para R$ 3,219
02
jan

Acordo garante bolsa em alta…

Postado às 17:31 Hs

Ibovespa, principal índice da BM&F Bovespa, abriu com alta de 0,21%

O mercado financeiro celebra nesta quarta-feira o acordo entre a Casa Branca e o Congresso americano que pôs fim ao chamado abismo fiscal nos Estados Unidos. A Bolsa de Valores de São Paulo abriu o primeiro pregão do ano em alta e às 11h25 o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, já marcava aceleração de 2,62%, aos 62.548 pontos.

Na madrugada desta quarta-feira (noite de terça no horário local), a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o projeto legislativo enviado pelo Senado que afasta os efeitos do chamado abismo fiscal, que poderia levar a principal economia do mundo à recessão. Mas o pacote aprovado deixa importantes questões em aberto – e abre brecha para um novo embate entre o presidente americano Barack Obama e o Congresso já em fevereiro. No mês que vem os EUA devem alcançar mais uma vez seu limite de endividamento, o que exigirá novas negociações para determinar o futuro dos gastos governamentais. (Veja)

12
jul

Queda na Bolsa de São Paulo

Postado às 13:19 Hs

Portal iG

O pessimismo tomou conta do mercado financeiro na abertura desta semana. De olho principalmente na piora da situação econômica externa, investidores fugiram de ativos de maior risco, caso das bolsas e das commodities.

No Brasil, o mercado acionário não conseguiu escapar do movimento vendedor e sofreu forte depreciação. Após oscilar entre 60.098 pontos e 61.501 pontos, o Ibovespa fechou os negócios com baixa de 2,10%, aos 60.223 pontos. Foi a maior queda diária desde 9 de fevereiro (-2,36%) e o menor patamar desde 26 de maio de 2010 (60.190 pontos).

O giro financeiro do dia atingiu R$ 5,172 bilhões. Com a trajetória desta segunda-feira, o Ibovespa marcou a quinta desvalorização seguida, período em que acumulou perda de 5,7%. Tal sequência negativa não era vista desde o intervalo entre 8 e 14 de abril, quando o índice caiu 4,2% também em cinco sessões. No ano, o Ibovespa já acumula queda de 13,1%.

Na Europa, as bolsas também caíram, com o temor por parte de investidores de que a Itália não consiga cumprir compromissos com seus credores. Em Milão, a bolsa caiu 3,96%, enquanto o índice DAX, de Frankfurt, recuou 2,33%.

O motivo do temor é a alta dívida pública italiana, equivalente a 120% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Entre os países da zona do euro, este percentual só menor que o da Grécia, cujo endividamento atinge 150% da riqueza nacional.

O assunto chegou a ser tratado na reunião de emergência dos chefes de Estado e de governo dos países da zona do euro, convocada nesta segunda-feira em Bruxelas pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

A Itália, terceira maior economia da zona do euro (atrás apenas de Alemanha e França), tem honrado seus compromissos, mas o temor de contágio da crise grega derrubou a bolsa de Milão na última sexta-feira. As empresas com maior perda foram justamente os bancos credores do governo.

Gol

As ações da empresa de aviação fecharam na segunda principal baixa do Ibovespa, com -5,16%. No final do dia, chegaram a liderar as maiores perdas. Analistas não gostaram da compra da Webjet. De acordo com alguns operadores de bolsa, a frota da companhia adquirida é antiga e precisa ser renovada. Para fazer isso, a empresa precisaria emitir dívida, o que descartou em conferências com a imprensa e analistas. Agora, especialistas esperam um aumento de capital, o que pode diluir participação de acionistas.

jun 25
terça-feira
09 17
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