Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 4 pela primeira vez em mais de dois meses e a bolsa voltou a bater recorde. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 3,992, com recuo de R$ 0,017 (-0,44%). A última vez em que a divisa tinha fechado nesse nível foi em 15 de agosto (R$ 3,99).

O dólar operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a R$ 3,975. A moeda acumula queda de 3,94% em outubro.

No mercado financeiro, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia aos 108.187 pontos, com alta de 0,77%. O indicador voltou a atingir o nível mais alto da história, superando o recorde anterior (107.543), registrado na última quarta-feira (23).

Desde a aprovação em segundo turno da reforma da Previdência, na semana passada, o dólar tem caído, e a bolsa subido, com alguns dias de oscilações. O cenário internacional também tem contribuído para o otimismo no mercado financeiro.

A indicação de que o presidente norte-americano, Donald Trump, quer assinar parte do acordo comercial com a China antes da cúpula Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que ocorrerá em 16 e 17 de novembro, aliviou as pressões sobre o dólar. A decisão da União Europeia de concordar em adiar o Brexit (saída do Reino Unido do bloco) para 31 de janeiro também trouxe alívio aos mercados internacionais.

Agência Brasil

A moeda norte-americana fechou no menor nível em dois meses e a bolsa de valores renovou o recorde no dia em que o Senado concluiu a votação da reforma da Previdência em segundo turno. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (23) vendido a R$ 4,038, com queda de R$ 0,043 (-1,05%). A divisa fechou na cotação mais baixa desde 21 de agosto (R$ 4,031).

A divisa iniciou o dia com pequena alta. Depois de passar boa parte da manhã vendido a R$ 4,08, o dólar começou a recuar quando o Senado anunciou o acordo para votar o último destaque pendente da reforma da Previdência. A cotação caiu ainda mais a partir das 13h30, quando o Senado encerrou a votação. Na mínima do dia, o dólar chegou a ser vendido a R$ 4,02.

O dia também foi de ganhos no mercado de ações. Depois de bater recorde ontem (22), o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), repetiu o desempenho e fechou o dia aos 107.543 pontos, com alta de 0,15%. O indicador operou perto da estabilidade durante toda a sessão, alternando momentos de alta e de queda.

Além da aprovação da reforma da Previdência, que gerará economia de R$ 800,2 bilhões para o governo nos próximos dez anos, o mercado financeiro foi influenciado por notícias do exterior. O alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China e a suspensão das sanções contra a Turquia pelo presidente norte-americano Donald Trump contribuíram para a queda do dólar em todo o planeta.

Agência Brasil

20
set

Risco país cai a menor nível em seis anos

Postado às 15:04 Hs

O risco Brasil, medido pelo Credit Default Swap (CDS), um título que protege contra calotes na dívida soberana, vem registrando nova rodada de queda e está em 116 pontos. É o menor nível em seis anos, desde maio de 2013. Mas outros ativos brasileiros, principalmente o dólar e a Bolsa, não estão acompanhando o movimento de melhora de percepção dos investidores sobre o País. Economistas e gestores ouvidos pelo Estadão/Broadcast avaliam que este “descolamento” mostra que os investidores estão antecipando um cenário doméstico melhor pela frente, mas, no momento, ainda seguem cautelosos e não vão aportar recursos em ativos locais sem maior crescimento econômico e avanço de outras reformas, inclusive o término da Previdência.

Assim que o mercado à vista fechou, uma notícia de que a Polícia Federal atribuiu ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, casos de corrupção na Odebrecht fez o mercado futuro desabar.

O Ibovespa futuro fechou com perdas de 2,48%, a 95.950 pontos, após chegar a cair 2,8% na mínima. Enquanto isso, o dólar futuro para setembro saltou 0,79%, a R$ 4,155, chegando a bater em R$ 4,17 no maior valor do dia.

Enquanto isso, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4), que fecharam o pregão regular com queda de 1,32%, no after market tiveram perdas de 3,05%.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, um relatório conclusivo da Polícia Federal atribuiu à Maia os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, e caixa dois, no âmbito de investigações que envolvem a delação da Odebrecht.

A notícia pega o mercado em cheio já que Maia tem sido um dos principais nomes da articulação de propostas importantes do governo no Congresso. No caso da reforma da Previdência, a atuação do presidente da Câmara foi considerada essencial para que o texto conseguisse a aprovação.

A PF diz que ele e seu pai, Cesar Maia, que é ex-prefeito do Rio, praticaram crime eleitoral “na modalidade ‘Caixa 3’, ao apresentar apenas as informações de cunho estritamente formal das doações repassadas por empresas interpostas quando o verdadeiro doador era o Grupo Odebrecht”.

De acordo com a polícia, eles cometeram lavagem de dinheiro em 2010 e 2014 ao ocultarem e dissimularem a origem, com o objetivo de dar lastro e legitimar, de valores indevidos com doações eleitorais feitas pelo Grupo Petropolis e as distribuidoras de bebidas PRAIAMAR e LEYROZ, a pedido do Grupo Odebrecht.

InfoMoney

Em meio ao acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior nível em quase um ano. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (23) vendido a R$ 4,124, com alta de R$ 0,047 (1,15%). A divisa está na maior cotação desde 18 de setembro do ano passado (R$ 4,14). O dia foi de perdas no mercado de ações. O Índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,62%, aos 97.391 pontos. O indicador está no menor nível desde 6 de junho.
O Ibovespa teve forte alta nesta quarta-feira, 21, recuperando o patamar de 101 mil pontos, impulsionado por ações da Petrobrás, diante de notícias sobre possível privatização, em sessão também marcada pela ata da última reunião do Federal Reserve. Em dia de calmaria no exterior, com alta das bolsas americanas e das taxas dos Treasuries, o mercado acionário doméstico se sentiu à vontade para celebrar o plano de privatização de 17 empresas estatais mencionado na terça-feira, 20, à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O Ibovespa subiu 2,00% no fechamento, alcançando 101.201,90 pontos.

O , que é o principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3, antiga Bovespa, bateu nesta segunda-feira (24) recorde nominal ao encerrar o dia em 102.062 pontos, alta de 0,04% em relação ao pregão anterior, conforme divulgou a B3 em nota.

O recorde anterior foi registrado na última sexta (21), de 102.012 ponto, com volume negociado de R$ 12,531 bilhões.

O Ibovespa é o principal índice do mercado de ações brasileiro e foi criado em 1968. Ele é um indicador de desempenho das ações de grandes empresas que atuam no país.

29
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 20:26 Hs

  • Três cidades do Médio Oeste estão enfrentando problemas de paradas no sistema de abastecimento de água, desde o fim de semana. Técnicos da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) estão trabalhando para restabelecer o fornecimento nos municípios de Upanema, Caraúbas e Patu. No caso de Upanema, foi detectado um vazamento na adutora, mas uma equipe já está trabalhando na retirada e a previsão é que o sistema volta a funcionar até o início desta terça-feira.
  • O deputado federal Rafael Motta (PSB) toma posse nesta sexta-feira (1º), em Brasília, para o seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, sendo considerado o mais municipalista do Rio Grande do Norte. O ranqueamento é feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e leva em consideração as ações e as votações dos parlamentares ao longo da legislatura. Segundo informações da CNM, uma das posições que mais contribuiu para a liderança de Rafael foi o seu parecer favorável no Projeto de Lei 8816/2017, que incrementa o valor da alimentação escolar em municípios em extrema pobreza. Além disso, a Confederação relacionou diversos projetos que receberam o voto favorável do deputado em plenário e que beneficiam diretamente os municípios.
  • O Ibovespa, principal índice que mede o desempenho das ações negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, fechou hoje (29) em alta de 0,2%, aos 95.639 pontos. As ações da Vale, que ontem caíram 24,5%, registraram leve alta de 0,85% nesta terça-feira. Entre as ações que compõem o Ibovespa, as que mais valorizaram foram as da Eletrobras ON (7,08%), Magaz Luiza ON (6,4%), e Estacio (5,52%). As que mais perderam valor foram RaiaDrogasil (-3,09%), Engie (-2,29%), e MRV ON (-2,55%). Os papeis mais negociadas no dia foram os da Vale ON (0,85%), Petrobras PN (2,42%), e ItauUnibanco (-0,73%). O dólar encerrou o dia financeiro em queda de 1,14%, cotado a R$ 3,72. O euro também se desvalorizou, caindo 1,08% e fechando a R$ 4,25.
  • A Defesa Civil de Minas Gerais atualizou na noite desta terça-feira, dia 29, os números de vítimas do desastre de Brumadinho. O órgão informou que são 84 mortes confirmadas e 276 pessoas desaparecidas após o rompimento de uma barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, na última sexta. 42 vítimas já foram identificadas Três vítimas fatais foram retiradas de ônibus encontrado e duas que estavam no refeitório da Vale, onde muitos funcionários almoçavam no dia da tragédia. Segundo o porta-voz dos bombeiros, tenente Pedro Aihara, essa indicação é muito significativa para a continuidade das buscas.
  • Muito provavelmente o PPS trocará de nome. Passará a se chamar CIDADANIA 23. Na próxima quarta feira haverá uma reunião da executiva nacional para decidir sobre a mudança do nome. O nome PPS deverá deixar de existir para aglutinar nomes insatisfeitos com outras legendas.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos

O real é a moeda que mais se valoriza no mundo em 2019. Ao todo, a moeda brasileira já acumula uma elevação de 4,3% ante o dólar. Na sequência do real, as moedas que mais se fortaleceram foram o rublo, da Rússia (3,9%), e o rand, da África do Sul (3,6%), segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating. De modo geral, em 2019, o Brasil tem sido visto com bons olhos pelo mercado financeiro.

A bolsa de São Paulo fechou a semana a 93.658 pontos. Os bons números são explicados, segundo a maioria dos analistas, por fatores que ocorrem ao redor do mundo e também por medidas adotadas no próprio Brasil. Internacionalmente, há uma redução nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China e, internamente, existe uma boa expectativa com a agenda econômica do governo Jair Bolsonaro.

Isso porque o mercado financeiro vê com bons olhos as medidas anunciadas pelo novo presidente. Uma delas é a proposta de reforma da Previdência, que deve ser enviada ao Congresso Nacional já no mês de fevereiro. Como a medida é considerada fundamental para que o Brasil volte a equilibrar as contas públicas, o mercado reage positivamente à sinalização de que a proposta pode ser aprovada.

Reportagem, João Paulo Machado

A Bolsa brasileira fechou na máxima histórica nesta quarta-feira (2), o primeiro pregão sob o governo de Jair Bolsonaro, impulsionada pelos discursos de posse de ministros e pelo acordo selado pelo partido do presidente, o PSL, para apoiar Rodrigo Maia à reeleição na Câmara. Com o ambiente já muito positivo, o primeiro discurso de Paulo Guedes como ministro da Economia, apesar de contemplar todos os pontos esperados pelo mercado financeiro, não fez preço. O Ibovespa, principal índice acionário do país, subiu 3,56% e fechou no recorde de 91.012 pontos. O recorde anterior havia sido de 89.820 pontos. O volume financeiro foi de R$ 17,3 bilhões, acima da média diária de 2018. Na máxima do dia, a Bolsa chegou a subir mais de 4%, reflexo da euforia de investidores com o noticiário econômico vindo de Brasília à medida que ministros tomavam posse e faziam seus primeiros discursos.

Em dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016, e a bolsa teve forte queda. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (9) vendido a R$ 3,422, com alta de R$ 0,054 (+1,6%). A cotação está no maior valor desde 5 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,429.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em alta, mas reverteu a tendência e encerrou a segunda-feira com queda de 1,78%, aos 83.307 pontos. O indicador está no menor nível desde 9 de fevereiro (80.899 pontos).

Esse foi o primeiro dia de negociação após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo aumento das tensões comerciais as duas maiores economias do planeta. Nesta segunda-feira, o governo chinês descartou a possibilidade de negociações com os Estados Unidos, classificando de intransigente a postura do governo do presidente Donald Trump de sobretaxar produtos chineses em até US$ 150 bilhões.

O Ibovespa disparou após a informação de que o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá. O dólar, por sua vez, passou a cair mais de 1% e se aproximar dos R$ 3,20. Às 14h29 (horário de Brasília), o benchmark da bolsa registrava alta de 0,96%, aos 64.442 pontos, chegando a saltar quase 500 pontos em apenas cinco minutos. Antes da notícia, o índice operava próximo da estabilidade, abaixo de 64 mil pontos. Enquanto isso, o dólar comercial recuava 1,27%, cotado a R$ 3,2118 na venda, ao passo que o contrato futuro do dólar com vencimento em agosto tinha perdas de 1,50%, para R$ 3,219
02
jan

Acordo garante bolsa em alta…

Postado às 17:31 Hs

Ibovespa, principal índice da BM&F Bovespa, abriu com alta de 0,21%

O mercado financeiro celebra nesta quarta-feira o acordo entre a Casa Branca e o Congresso americano que pôs fim ao chamado abismo fiscal nos Estados Unidos. A Bolsa de Valores de São Paulo abriu o primeiro pregão do ano em alta e às 11h25 o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, já marcava aceleração de 2,62%, aos 62.548 pontos.

Na madrugada desta quarta-feira (noite de terça no horário local), a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o projeto legislativo enviado pelo Senado que afasta os efeitos do chamado abismo fiscal, que poderia levar a principal economia do mundo à recessão. Mas o pacote aprovado deixa importantes questões em aberto – e abre brecha para um novo embate entre o presidente americano Barack Obama e o Congresso já em fevereiro. No mês que vem os EUA devem alcançar mais uma vez seu limite de endividamento, o que exigirá novas negociações para determinar o futuro dos gastos governamentais. (Veja)

12
jul

Queda na Bolsa de São Paulo

Postado às 13:19 Hs

Portal iG

O pessimismo tomou conta do mercado financeiro na abertura desta semana. De olho principalmente na piora da situação econômica externa, investidores fugiram de ativos de maior risco, caso das bolsas e das commodities.

No Brasil, o mercado acionário não conseguiu escapar do movimento vendedor e sofreu forte depreciação. Após oscilar entre 60.098 pontos e 61.501 pontos, o Ibovespa fechou os negócios com baixa de 2,10%, aos 60.223 pontos. Foi a maior queda diária desde 9 de fevereiro (-2,36%) e o menor patamar desde 26 de maio de 2010 (60.190 pontos).

O giro financeiro do dia atingiu R$ 5,172 bilhões. Com a trajetória desta segunda-feira, o Ibovespa marcou a quinta desvalorização seguida, período em que acumulou perda de 5,7%. Tal sequência negativa não era vista desde o intervalo entre 8 e 14 de abril, quando o índice caiu 4,2% também em cinco sessões. No ano, o Ibovespa já acumula queda de 13,1%.

Na Europa, as bolsas também caíram, com o temor por parte de investidores de que a Itália não consiga cumprir compromissos com seus credores. Em Milão, a bolsa caiu 3,96%, enquanto o índice DAX, de Frankfurt, recuou 2,33%.

O motivo do temor é a alta dívida pública italiana, equivalente a 120% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Entre os países da zona do euro, este percentual só menor que o da Grécia, cujo endividamento atinge 150% da riqueza nacional.

O assunto chegou a ser tratado na reunião de emergência dos chefes de Estado e de governo dos países da zona do euro, convocada nesta segunda-feira em Bruxelas pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

A Itália, terceira maior economia da zona do euro (atrás apenas de Alemanha e França), tem honrado seus compromissos, mas o temor de contágio da crise grega derrubou a bolsa de Milão na última sexta-feira. As empresas com maior perda foram justamente os bancos credores do governo.

Gol

As ações da empresa de aviação fecharam na segunda principal baixa do Ibovespa, com -5,16%. No final do dia, chegaram a liderar as maiores perdas. Analistas não gostaram da compra da Webjet. De acordo com alguns operadores de bolsa, a frota da companhia adquirida é antiga e precisa ser renovada. Para fazer isso, a empresa precisaria emitir dívida, o que descartou em conferências com a imprensa e analistas. Agora, especialistas esperam um aumento de capital, o que pode diluir participação de acionistas.

dez 16
segunda-feira
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