22
nov

Crescimento

Postado às 20:12 Hs

Governo prevê crescimento menor da economia e inflação mais alta
A equipe econômica revisou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, de 1,60% para 1,40%, de acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos divulgada nesta quinta-feira, 22, pelo Ministério do Planejamento. No último Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a projeção de mercado apontava para um crescimento de 1,36% neste ano.

Já a projeção do governo para a inflação medida pelo IPCA em 2018 passou de 4,1% para 4,3%. Na última pesquisa Focus, as estimativas dos analistas eram de um IPCA de 4,13% neste ano.

O Ministério do Planejamento também revisou a projeção para o IGP-DI de 2018, de 8,3% para 9,6%. A estimativa da pasta para a Selic média em 2018 passou de 6,46% para 6,44% ao ano. A projeção do governo para o câmbio médio em 2018 passou de R$ 3,65 para R$ 3,64. E a estimativa de alta da massa salarial nominal passou de 3,1% para 3,0% este ano.

Estadão Conteúdo

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação de 0,48% em setembro, anunciou hoje (5), no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a inflação oficial do país e acelerou em relação a agosto, quando houve deflação de 0,09%. O IPCA acumula 4,53% em 12 meses, período que vai de outubro de 2017 a setembro de 2018. Já entre janeiro e setembro deste ano, a inflação acumula variação de 3,34%. A inflação do mês passado também foi maior que a de setembro de 2017 (0,16%). O grupo transportes teve o maior impacto no IPCA de setembro, porque apresentou alta de 1,69% após queda de 1,22% em agosto. A variação foi puxada pelos combustíveis e foi a maior para um mês de setembro desde o início do Plano Real, em 1994.
07
jul

Aumentos

Postado às 17:06 Hs

Gasolina sobe 5% em junho; energia elétrica avança 7,93%, informa IBGE. Os combustíveis pesaram no bolso das famílias em junho. Sob pressão da greve dos caminhoneiros, a gasolina ficou 5,00% mais cara nas bombas, uma contribuição de 0,22 ponto porcentual para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O etanol subiu 4,22% em junho, um impacto de 0,04 ponto porcentual no IPCA. O óleo diesel, porém, caiu 5,66% no mês, após negociação do governo com os grevistas. As passagens aéreas também ficaram mais baratas, com recuo de 2,05%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,29% em janeiro, após avançar 0,44% um mês antes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor IPCA para janeiro desde a criação do Plano Real, em 1994. Em janeiro de 2017, o índice de preços havia subido 0,38%. Em 12 meses, o IPCA registrou alta de 2,86%, após marcar 2,95% nos 12 meses antecedentes.

O resultado é divulgado um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) cortar a taxa básica de juros para 6,75% ao ano, menor nível desde que o sistema de metas de inflação foi implementado no país.

A inflação segue, assim, abaixo do piso do objetivo do governo, de 3% neste ano — o centro da meta é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O IPCA de janeiro ficou abaixo do piso das estimativas de 26 consultorias e instituições financeiras que participaram do levantamento do Valor Data, de 0,33%, com média em 0,41% e teto de 0,45%. No acumulado em 12 meses, a expectativa era que a inflação ficasse em 2,97%.

O presidente Michel Temer classificou, hoje, de “extraordinário” o fato de a inflação oficial do país ter fechado 2017 abaixo do piso de 3% do sistema de metas. Temer deu a declaração em meio a uma reunião com ministros no Palácio do Planalto.

Na manhã desta quarta, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial do país – fechou 2017 em 2,95%. É a primeira vez que isso acontece desde que o regime de metas foi implantado no Brasil, em 1999.

“Estamos reunidos aqui para comemorar um fato que é extraordinário, né. É algo que, pelo menos, desde 1999 não ocorria, ou seja, um índice de inflação abaixo do piso”, disse Temer, que se reuniu na tarde desta quarta com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e o ministro Henrique Meirelles.

Ao abrir o encontro com ministros das áreas econômica e política, o presidente da República afirmou que a inflação baixa vai representar para os brasileiros “mais empregos, mais comida na mesa, mais rendimento na poupança”.

Participaram da reunião o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral).

Com as férias de alguns titulares, também compareceram ao Planalto o ministro interino do Planejamento, Esteves Colnago, e o subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, que representou o ministro Eliseu Padilha.

A inflação oficial de 2017, divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que ficou em 2,95%, menor taxa desde 1998, contribuiu para o ganho da caderneta de poupança. De acordo com o Banco Central, o rendimento nominal da poupança acumulado no ano passado atingiu 6,8%.

O ganho real da poupança, descontada a inflação, ficou em 3,9%, o maior desde 2006, segundo o economista Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “Isso ajudou bastante o consumidor de modo geral, especialmente o de baixa renda. E para aquele que aplica seus poucos recursos na poupança, o ano de 2017 foi favorável. Gerou um ganho real de 3,9%”.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fechou em 2017 com alta acumulada de 2,95%, resultado 3,34 pontos percentuais inferior aos 6,29% de 2016. É o menor número desde a taxa de 1998 quando ficou em 1,65%.

Os dados foram divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, em dezembro, o IPCA fechou em 0,44%, ficando 0,16 ponto percentual acima do resultado de novembro (0,28%). Essa foi a maior variação mensal de 2017. Em 2016, o IPCA de dezembro atingiu 0,3%.

O IBGE divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de outubro apresentou variação de 0,42%, taxa 0,67 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em setembro, quando o índice registrou variação de -0,25%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 1,89%, no ano e, 2,14%, nos últimos 12 meses. Em outubro, o IPC-BR registrou variação de 0,33%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 3,16%, nível acima do registrado pelo IPC-C1.

O mercado financeiro aumentou a projeção de inflação pela terceira vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 3% para 3,06%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano. Nesta terça e quarta-feira (25), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reúne-se para definir a Selic. A expectativa do mercado é de ue a taxa caia para 7,5% ao ano nessa reunião. Para o fim de 2017, a expectativa permanece em 7% ao ano. Essa também é a projeção para o fim de 2018.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi levemente ajustada de 0,72% para 0,73%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão segue em 2,50%.

 

Agência Brasil

18
out

Previsão

Postado às 15:29 Hs

Boletim Focus prevê inflação de 3% para este ano, segundo Banco Central

O mercado financeiro aumentou a projeção para inflação pela segunda vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 2,98% para 3%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

 

 

Via G1

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação positiva de 0,16% no mês de setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a inflação oficial do país foi de 0,19%.

No ano, o índice acumula 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual período do ano passado, sendo o menor acumulado em um mês de setembro desde 1998, quando a inflação ficou em 1,42%. Nos últimos doze meses, o IPCA ficou em 2,54%, resultado superior aos 2,46% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Categorias

A maior alta do mês foi do grupo transportes, com variação de 0,79%. Os combustíveis tiveram a maior influência, com alta de 1,91%. O litro da gasolina ficou, em média, 2,22% mais caro de agosto para setembro. Já as passagens aéreas, tiveram variação positiva de 21,90%. O grupo alimentação e bebidas recuou pelo quinto mês seguido. Em setembro, a queda foi de 0,41%, com destaque para o consumo em casa, que teve retração de 0,74%. Já a alimentação fora de casa subiu 0,18%.

No grupo habitação (-0,12%), teve destaque a conta de luz, que ficou 2,48% mais barata. Segundo o IBGE, a maior influência veio da mudança para a bandeira tarifária amarela a partir de 1º de setembro, representando uma cobrança adicional de R$ 0,02 a cada Kwh consumido. Em agosto, a bandeira vigente era a vermelha, mais cara.

Cálculo do IPCA

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e abrange famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, em 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços no período de 30 de agosto a 27 de setembro (referência) com os preços ventre 1º de agosto a 29 de agosto de 2017.

INPC tem deflação

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa de 0,02% em setembro, a menor para setembro desde 1998, quando houve queda de 0,31%. No ano, o acumulado foi de 1,24%, bem abaixo dos 6,18% em igual período do ano passado. Já nos últimos 12 meses, o índice recuou para 1,63%, ficando abaixo do 1,73% nos 12 meses imediatamente anteriores. Segundo o IBGE, as variações acumuladas no ano e em 12 meses são as menores para um mês de setembro desde o início do Plano Real.

Os analistas do mercado financeiro reduziram de novo a estimativa para a inflação de 2017 e também do próximo ano. As previsões foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas hoje por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas. De acordo com o levantamento do BC, a inflação deste ano deve ficar em 3,08%, na mediana. No relatório anterior, feito com base nas previsões coletadas pelo Banco Central na semana retrasada, os economistas estimavam que a inflação ficaria em 3,14%. Foi a quarta redução seguida do indicador. A nova previsão mantém a inflação abaixo da meta central para o ano, que é de 4,5%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
21
jul

Aumento…

Postado às 16:20 Hs

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decide os rumos da Selic nos dias 25 e 26 de julho.

O aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis levou o mercado a rever as projeções para a inflação deste ano. Ontem, logo após o anúncio das medidas, economistas já estimavam um impacto de 0,51 ponto porcentual no índice de preços.

“A alta surpreendeu bastante. Esperávamos em torno de R$ 0,10 para gasolina”, diz o economista Leonardo França Costa, da Rosenberg Associados. A alíquota do PIS/Cofins para a gasolina mais que dobrará, passando dos atuais R$ 0,3816 por litro para R$ 0,7925 por litro. “Ainda assim, o cenário para inflação segue tranquilo. Mesmo se vierem outros aumentos, o IPCA ainda pode fechar abaixo do centro da meta de 4,5%”, pondera.

O economista -sênior do banco de investimentos Haitong, Flávio Serrano, alterou sua projeção do IPCA para o ano de 3,6% para 3,7% em virtude da alta da alíquota. Ele esperava um aumento de R$ 0,30 por litro da gasolina, mas a alta foi de R$ 0,41.

As informações são de O Estado de São Paulo.

O presidente Michel Temer deu aval, ontem, para o reajuste do Bolsa Família acima da inflação acumulada até junho, a partir de 1.º de julho. E o governo vai aproveitar o anúncio para lançar um pacote de medidas de estímulo à inclusão dos beneficiários do programa no mercado de trabalho. O Palácio do Planalto quer incentivar a formalização do emprego nas famílias que recebem recursos do programa de transferência de renda, que foi vitrine do governo do ex-presidente Lula. De acordo com os dados do IBGE, até abril, a inflação medida pelo IPCA acumula o índice de 4,08% em 12 meses. Quem estiver no Bolsa Família e conseguir emprego com carteira assinada vai poder continuar recebendo o benefício por mais dois anos, desde que a remuneração não ultrapasse três salários mínimos. Se perder o emprego nesse período, poderá automaticamente retornar ao programa. O número de inscrição continuará válido.
07
abr

Em queda

Postado às 10:21 Hs

Inflação é a menor para março em 5 anos.

A inflação no Brasil foi de 0,25% em março, divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É menos do que os 0,33% registrados em fevereiro e do que os 0,46% de março do ano passado.

Com isso, o acumulado de 12 meses chegou a 4,57%, quase no centro da meta de 4,5% definida pelo governo – com tolerância de dois pontos percentuais para cima (6,5%) ou para baixo (2,5%). 4 grupos monitorados tiveram queda de preços no mês. Transportes ficou em -0,86% puxado por quedas de 2,21% na gasolina, 5,10% no etanol e 9,63% nas passagens aéreas.

Já o grupo Comunicação ficou em -0,63%, fruto em parte de uma redução nas tarifas das ligações de fixo para móvel a partir do dia 25 de fevereiro. O maior impacto individual foi da energia elétrica, que sozinha contribuiu com 0,15 ponto percentual no índice do mês.

O reajuste de 9,8% nas refinarias refletiram em uma alta de 1,13% no preço dos botijões de gás. Estes foram alguns dos fatores por trás da alta de 1,18% no grupo Habitação em março. Educação, que havia subido 5,04% em fevereiro em grande parte por causa dos reajustes de mensalidade, teve a segunda maior alta de março, mas bem mais modesta em 0,95%.

 

 

 

10
mar

Em queda

Postado às 19:52 Hs

Inflação sobe 0,33% em fevereiro; resultado é o menor para o mês desde 2000.

O processo de arrefecimento da inflação continua. Em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cravou em 0,33%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10/3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor resultado para o mês desde 2000. O desempenho registrado ficou abaixo, inclusive, da mediana das expectativas do mercado, que esperava por uma alta de 0,43%, segundo a divulgação do último boletim Focus.

Com o resultado, a inflação no acumulado em 12 meses encerrados em fevereiro cravou em 4,76%, variação que, para analistas, confirma as expectativas de que o IPCA atingirá o central da meta estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%, até maio.

A pequena variação no mês foi provocada, sobretudo, pela queda de preços de alimentos e bebidas. Em fevereiro, essa classe de despesas registrou deflação de 0,45%. O desempenho é o menor para o mês desde 2006. O movimento foi puxado pelo recuo de custos em vários produtos que compõem o cardápio diário do brasileiro, como o feijão carioca (-14,22%), o feijão preto (-9,22%), a batata inglesa (-5,06%), e o frango inteiro (-3,83%).

O grupo de educação foi o que mais pressionou a inflação no mês e impediu que o resultado fosse ainda mais baixo. Em fevereiro, os custos médios nessa categoria de despesas subiram 5,04%, puxados pelos gastos com cursos regulares, que subiram 6,99%. No entanto, mesmo o avanço de gastos do grupo é o menor para o mês desde 2010.

08
fev

Boa Notícia

Postado às 13:00 Hs

Inflação de janeiro é a mais baixa já registrada, afirma IBGE

A inflação oficial do país em janeiro foi a mais baixa já registrada para o mês pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (8), o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,38% no mês, o menor para o período desde o início da série histórica, em dezembro de 1979.

Em janeiro de 2016 o índice foi de 1,27%. Em janeiro de 1994, um mês antes do início do Plano Real, foi de 41,31%. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação foi de 5,35%, abaixo dos 6,29% registrados nos 12 meses encerrados em janeiro do ano passado.

24
jan

Otimismo

Postado às 18:44 Hs

Mercado aposta em juros e inflação menores em 2017

O mercado financeiro está mais otimista com juros e inflação em 2017. Pela terceira semana consecutiva, as expectativas para o indicador que mede o custo de vida no País recuaram. Agora, os analistas apostam em uma taxa de 4,71% ao fim do ano. Ao mesmo tempo, a projeção para Selic recuou de 9,75% ao ano para 9,50%.

Os dados são do Boletim Focus, uma publicação semanal na qual o Banco Central reúne as projeções de cerca de 100 analistas. As informações são coletadas até a sexta-feira de cada semana e divulgadas na segunda-feira seguinte.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as expectativas recuaram de 4,80% para 4,71%. Há um mês, esse número era maior, estava em 4,85%. Para 2018, a previsão é de que o indicador fique em 4,50%. Essa previsão está inalterada há 26 semanas. Já as projeções para os juros, mostram que o mercado espera uma ciclo maior de corte da taxa. Até a edição anterior do Focus, o mercado esperava que esse movimento de redução da Selic levasse a taxa para 9,75% ao ano. Agora, a expectativa está em 9,50%.

dez 18
terça-feira
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