07
nov

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 16:55 Hs

  • Os jornalistas Augusto Nunes e Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil, trocaram socos durante o programa Pânico, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira (7).Os dois iniciaram uma dura discussão, quando Glenn passou a chamar Nunes de covarde, que então partiu para a agressão física. “Você é um covarde, Augusto Nunes. Você é um covarde”, disse Glenn.  Nunes responde: “Se falar em covarde… Eu vou te mostrar”. Nesse momento, Augusto agride Glenn. “Eu te mostro o que é covarde. Eu te mostro quem tem coragem [inaudível]. Eu te mostro quem tem”, seguiu Nunes. Glenn, em seguida, parte para cima e tenta acertar um soco no rosto de Nunes.  Greenwald é fundador do The Intercept Brasil, site que publicado uma série de reportagens baseadas em mensagens trocadas no aplicativo Telegram por procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato e pelo ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça.
  • O reajuste de 16,38% para Procuradores e Defensores Públicos é aprovado nesta quinta feira (7) pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Mesmo debaixo de protestos o reajuste não foi estendido para os servidores do Estado. Vitória da governadora Fátima Bezerra.
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,10% em outubro, favorecido principalmente pela queda no preço da energia, segundo divulgou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o índice acumula alta de 2,60% em 9 meses. Em 12 meses, o IPCA registra avanço de 2,54%, abaixo dos 2,89% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando ainda mais distante da meta central de 4,25% definida pelo governo para o ano, o que reforça as apostas de novos cortes na taxa básica de juros, atualmente em 5% ao ano.
  • O Senado aprovou nessa quarta-feira (6), por unanimidade, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 75/2019, que torna o crime de feminicídio imprescritível e inafiançável. O texto, que começou a ser discutido pelo Plenário na terça-feira, teve a análise facilitada após acordo entre os líderes, que permitiu a dispensa dos prazos de discussão e garantiu a votação em primeiro e segundo turno no mesmo dia. A PEC seguirá para a Câmara dos Deputados. A PEC, da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) determina que o feminicídio poderá ser julgado a qualquer tempo, independentemente da data em que tenha sido cometido. Pela lei brasileira, feminicídio é o homicídio cometido contra mulheres, motivado por violência doméstica ou discriminação à condição feminina. Atualmente, esse tipo de crime prescreve após 20 anos.
  • O dia foi tumultuado na Rede Globo. A emissora demitiu nesta quarta-feira, 6, mais de 100 pessoas de suas equipes de entretenimento, de áreas como produção, transporte e figurino. A emissora nega. Sobre o número exato de demitidos, a assessoria de imprensa da emissora informou que não confirma assuntos internos. Veja

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em outubro, mesmo percentual registrado em setembro, segundo divulgou, hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor taxa para um mês de outubro desde 1998, quando o índice foi de 0,01%.

“No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,69% e, em 12 meses, de 2,72%, abaixo dos 3,22% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2018, a taxa foi de 0,58%”, informou o IBGE. Em outubro de 2018, a taxa foi de 0,58%.

Com o resultado, a inflação em 12 meses fica ainda mais distante da meta do governo para o ano, que é de 4,25% (com intervalo de tolerância que varia de 2,75% a 5,75%), o que deve reforçar as apostas de novos cortes na taxa básica de juros (Selic), que está atualmente em 5,5% ao ano – a menor da série histórica do Banco Central. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 0,04% para o período

10
jul

Inflação pelo IPCA fica em 0,01% em junho

Postado às 12:24 Hs

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 0,01% em junho, após se situar em 0,13% um mês antes, conforme pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa desde novembro de 2018 (-0,21%). Considerando apenas meses de junho, trata-se do menor índice desde 2017 (-0,23%), quando a safra recorde brasileira derrubou intensamente os preços dos alimentos.
22
nov

Crescimento

Postado às 20:12 Hs

Governo prevê crescimento menor da economia e inflação mais alta
A equipe econômica revisou a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, de 1,60% para 1,40%, de acordo com a nova grade de parâmetros macroeconômicos divulgada nesta quinta-feira, 22, pelo Ministério do Planejamento. No último Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, a projeção de mercado apontava para um crescimento de 1,36% neste ano.

Já a projeção do governo para a inflação medida pelo IPCA em 2018 passou de 4,1% para 4,3%. Na última pesquisa Focus, as estimativas dos analistas eram de um IPCA de 4,13% neste ano.

O Ministério do Planejamento também revisou a projeção para o IGP-DI de 2018, de 8,3% para 9,6%. A estimativa da pasta para a Selic média em 2018 passou de 6,46% para 6,44% ao ano. A projeção do governo para o câmbio médio em 2018 passou de R$ 3,65 para R$ 3,64. E a estimativa de alta da massa salarial nominal passou de 3,1% para 3,0% este ano.

Estadão Conteúdo

07
jul

Aumentos

Postado às 17:06 Hs

Gasolina sobe 5% em junho; energia elétrica avança 7,93%, informa IBGE. Os combustíveis pesaram no bolso das famílias em junho. Sob pressão da greve dos caminhoneiros, a gasolina ficou 5,00% mais cara nas bombas, uma contribuição de 0,22 ponto porcentual para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O etanol subiu 4,22% em junho, um impacto de 0,04 ponto porcentual no IPCA. O óleo diesel, porém, caiu 5,66% no mês, após negociação do governo com os grevistas. As passagens aéreas também ficaram mais baratas, com recuo de 2,05%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,29% em janeiro, após avançar 0,44% um mês antes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor IPCA para janeiro desde a criação do Plano Real, em 1994. Em janeiro de 2017, o índice de preços havia subido 0,38%. Em 12 meses, o IPCA registrou alta de 2,86%, após marcar 2,95% nos 12 meses antecedentes.

O resultado é divulgado um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) cortar a taxa básica de juros para 6,75% ao ano, menor nível desde que o sistema de metas de inflação foi implementado no país.

A inflação segue, assim, abaixo do piso do objetivo do governo, de 3% neste ano — o centro da meta é de 4,5%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O IPCA de janeiro ficou abaixo do piso das estimativas de 26 consultorias e instituições financeiras que participaram do levantamento do Valor Data, de 0,33%, com média em 0,41% e teto de 0,45%. No acumulado em 12 meses, a expectativa era que a inflação ficasse em 2,97%.

Via G1

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve variação positiva de 0,16% no mês de setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a inflação oficial do país foi de 0,19%.

No ano, o índice acumula 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual período do ano passado, sendo o menor acumulado em um mês de setembro desde 1998, quando a inflação ficou em 1,42%. Nos últimos doze meses, o IPCA ficou em 2,54%, resultado superior aos 2,46% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Categorias

A maior alta do mês foi do grupo transportes, com variação de 0,79%. Os combustíveis tiveram a maior influência, com alta de 1,91%. O litro da gasolina ficou, em média, 2,22% mais caro de agosto para setembro. Já as passagens aéreas, tiveram variação positiva de 21,90%. O grupo alimentação e bebidas recuou pelo quinto mês seguido. Em setembro, a queda foi de 0,41%, com destaque para o consumo em casa, que teve retração de 0,74%. Já a alimentação fora de casa subiu 0,18%.

No grupo habitação (-0,12%), teve destaque a conta de luz, que ficou 2,48% mais barata. Segundo o IBGE, a maior influência veio da mudança para a bandeira tarifária amarela a partir de 1º de setembro, representando uma cobrança adicional de R$ 0,02 a cada Kwh consumido. Em agosto, a bandeira vigente era a vermelha, mais cara.

Cálculo do IPCA

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e abrange famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, em 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços no período de 30 de agosto a 27 de setembro (referência) com os preços ventre 1º de agosto a 29 de agosto de 2017.

INPC tem deflação

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa de 0,02% em setembro, a menor para setembro desde 1998, quando houve queda de 0,31%. No ano, o acumulado foi de 1,24%, bem abaixo dos 6,18% em igual período do ano passado. Já nos últimos 12 meses, o índice recuou para 1,63%, ficando abaixo do 1,73% nos 12 meses imediatamente anteriores. Segundo o IBGE, as variações acumuladas no ano e em 12 meses são as menores para um mês de setembro desde o início do Plano Real.

Os analistas do mercado financeiro subiram as apostas de inflação pela segunda semana consecutiva, elevando as estimativas para o IPCA de 3,33% para 3,40% em 2017. Os dados são do Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira. As previsões para o índice oficial de inflação do país, em queda durante quase dois meses, mudaram de trajetória na última semana, após o aumento dos impostos cobrados nos combustíveis.

A meta estabelecida pelo governo para o ano é de 4,5%, podendo variar entre 3% e 6% de acordo com a tolerância. A alta de preços acumulada no ano até junho é de 3%, segundo o IBGE. Nas previsões sobre os juros, os analistas do mercado financeiro prevêem agora que a Selic encerrará 2018 em 7,75%, ante 8% na semana anterior.

Na última quarta-feira o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros em um ponto porcentual, para 9,25%. Foi a primeira vez em quase quatro anos que a taxa de juros ficou em um dígito. A previsão de inflação para o ano que vem (4,20%), e de crescimento do PIB para 2017 (0,34%) e 2018 (2%) permanecem inalteradas, segundo o Focus.

21
jul

Aumento…

Postado às 16:20 Hs

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decide os rumos da Selic nos dias 25 e 26 de julho.

O aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis levou o mercado a rever as projeções para a inflação deste ano. Ontem, logo após o anúncio das medidas, economistas já estimavam um impacto de 0,51 ponto porcentual no índice de preços.

“A alta surpreendeu bastante. Esperávamos em torno de R$ 0,10 para gasolina”, diz o economista Leonardo França Costa, da Rosenberg Associados. A alíquota do PIS/Cofins para a gasolina mais que dobrará, passando dos atuais R$ 0,3816 por litro para R$ 0,7925 por litro. “Ainda assim, o cenário para inflação segue tranquilo. Mesmo se vierem outros aumentos, o IPCA ainda pode fechar abaixo do centro da meta de 4,5%”, pondera.

O economista -sênior do banco de investimentos Haitong, Flávio Serrano, alterou sua projeção do IPCA para o ano de 3,6% para 3,7% em virtude da alta da alíquota. Ele esperava um aumento de R$ 0,30 por litro da gasolina, mas a alta foi de R$ 0,41.

As informações são de O Estado de São Paulo.

07
out

Uma boa notícia…inflação cai

Postado às 10:24 Hs

DIAS MELHORES: Inflação fica em 0,08%, a menor taxa para setembro desde 1998. Na mais recente edição do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, economistas do mercado financeiro reduziram pela terceira semana consecutiva a previsão para a inflação deste ano. A mediana das projeções é que o índice encerre 2016 em 7,23%, ainda acima da meta do governo, que é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em 2015, a inflação ficou em 10,67%. O BC prevê que o IPCA fique abaixo desse limite no ano que vem, segundo o relatório de inflação divulgado na semana passada — o primeiro após a troca de comando na autarquia, hoje presidida por Ilan Goldfajn. A expectativa da autoridade monetária é que o índice oficial encerre 2017 em 4,4%, mas os analistas ouvidos pelo Focus ainda não estão tão otimistas e veem a taxa em 5,07%.
25
nov

Mantida

Postado às 22:54 Hs

Copom mantém juros básicos em 14,25% ao ano

Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira (25) a taxa Selic em 14,25% ao ano. Os juros básicos estão neste nível desde o fim de julho.

Votaram pela manutenção da taxa Selic o presidente do BC, Alexandre Tombini, e os diretores Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero Meirelles, Luiz Feltrim e Otávio Damaso. Os diretores de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, e de Organização do Sistema Financeiro, Sidnei Marques, votaram pela elevação da taxa em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

Com a decisão do Copom, a taxa se mantém no nível de outubro de 2006. A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 9,93% nos 12 meses terminados em outubro. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, o IPCA encerrará 2015 em 10,33%. Este ano, a inflação está sendo pressionada pelos aumentos de preços administrados como energia e combustíveis e pela alta do dólar, que influencia o preço dos produtos e das matérias-primas importadas.

09
nov

Em alta…

Postado às 9:33 Hs

Instituições financeiras projetam inflação em 9,99%, este ano. Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegue a 9,99%, este ano. Na semana passada a previsão era 9,91%. Esse foi o oitavo ajuste seguido na estimativa. Para 2016, a projeção sobe por 14 semanas consecutivas. De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje (9), a estimativa passou de 6,29% para 6,47%, no próximo ano. A projeção para o próximo ano está chegando perto do teto da meta 6,5%. O centro da meta de inflação é 4,5%. Na última quinta-feira (5), o diretor de Política Econômica do BC, Altamir Lopes, admitiu que a inflação só deve ficar em 4,5% em 2017. Lopes disse que o BC adotará as medidas necessárias para levar a inflação o mais próximo possível da meta, em 2016, e chegar a 4,5%, em 2017. O diretor também disse que não vê a possibilidade de rompimento do limite superior da meta, 6,5%, em 2016. Anteriormente, o BC esperava chegar ao centro da meta de inflação no próximo ano. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic, a expectativa mudou para 2017. Na ata da última reunião do Copom, o BC diz que as indefinições e alterações significativas na meta fiscal mudam as expectativas para a inflação e criam uma percepção negativa sobre o ambiente econômico.

Sem visualizar uma melhora no curto prazo, o mercado financeiro segue piorando as perspectivas dos principais indicadores da economia brasileira tanto para este como para o próximo ano. No boletim Focus, divulgado nesta terça-feira, a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, foi reajustada de 9,85% para 9,91% em 2015. Trata-se da sétima semana consecutiva em que o porcentual é corrigido para cima. Para 2016, os analistas projetam uma inflação de 6,29% ante 6,22% na semana passada, sendo este o décimo terceiro aumento seguido.

Por essas expectativas, o mercado se mostra cada vez mais cético de que o governo conseguirá levar a inflação para dentro da meta (6,5%) no próximo ano, mesmo com a economia em desaceleração e os juros elevados.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o mercado já espera dois anos de recessão. Para 2015, a previsão de recuo na economia foi acentuada de 3,02% para 3,05%. Esta é a décima sexta semana consecutiva em que o PIB é empurrado para baixo. Para 2016, o recuo projetado ficou em 1,51% ante 1,43% na semana passada.Parte dessa piora está ligada à incapacidade do governo em conter a inflação, que saltou nos últimos meses com o aumento do botijão de gás, da gasolina e a oscilação do câmbio. Com o IPCA em alta, o mercado espera que o BC demore mais para abaixar os juros, o que tende a reprimir ainda mais a economia. Os analistas consideram que a taxa básica de juros (a Selic), que deve encerrar 2015 em 14,25%, caia para 13% em 2016 – na semana passada, eles esperavam uma redução maior para 12,50%.

Se confirmada a expectativa da inflação, este ano terá o maior índice desde 1990, quando o IPCA chegou a 12,53%. Já a concretização da previsão do PIB levaria a economia brasileira a ter o seu pior desempenho em 25 anos – em 1990, o PIB recuou 4,35%.O boletim Focus é produzido a partir das estimativas de mais de cem instituições financeiras e é divulgado às segundas pelo Banco Central. Como ontem foi feriado, o relatório foi divulgado nesta terça em caráter excepcional. (Veja)

13
out

Mercado piora previsão de queda do PIB

Postado às 12:18 Hs

As estimativas dos analistas do mercado financeiro para o nível de atividade da economia brasileira e para a inflação deste ano e também de 2016 registraram piora na semana passada, segundo o relatório de mercado do Banco Central, também conhecido como focus, divulgado hoje. O documento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. A previsão dos economistas dos bancos é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano de 2015 em 9,70% – na semana anterior, a taxa esperada era de 9,53%. Se confirmada a estimativa, representará o maior índice em 13 anos, ou seja, desde 2002 – quando somou 12,53%. Essa foi a quarta alta seguida no indicador. O BC informou recentemente que estima um IPCA de 9,5% para este ano.

Segundo economistas, a alta do dólar e, principalmente, dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressiona os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.Para 2016, os economistas das instituições financeiras elevaram sua expectativa de inflação de 5,94% para 6,05% na última semana. Foi a décima alta seguida do indicador – que, pela primeira vez, ultrapassou a barreira dos 6% e que continua se distanciando da meta central de 4,5% fixada para o ano que vem.

Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5%, mas, com o intervalo de tolerância existente, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Com isso, a inflação deverá superar o teto do sistema de metas em 2015, algo que não acontece desde 2003. (Blog do Magno)

Com o impacto menor do reajuste dos jogos de azar e um efeito favorável dos preços do setor de vestuário, a inflação oficial desacelerou para 0,62% na passagem de junho para julho, informou o IBGE nesta sexta-feira (7). Em junho, o IPCA havia sido de 0,79%.

A inflação no Brasil, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), foi de 0,62% em julho, divulgou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).É a maior taxa para julho desde 2004 (0,91%), ainda que represente uma queda em relação aos últimos meses (a menor desde novembro).

Com isso, o acumulado nos últimos 12 meses atingiu 9,56%. É o maior nível desde novembro de 2003 (11,02%) e muito acima da meta do governo (que é de 4,5% com tolerância de dois pontos para cima ou para baixo).Considerando o período de janeiro a julho, a inflação é de 6,83%, também já estourando o teto da meta e a maior taxa para o período desde 2003 (6,85%)

O mercado continua a projetar uma piora no quadro da economia neste ano. Nesta segunda-feira, os analistas ouvidos pelo Banco Central para a produção do boletim Focus voltaram a elevar a previsão da inflação para 2015, de 9,15% para 9,23%. Trata-se da décima quinta semana consecutiva em que o indicador sofre um reajuste. Se concretizado, este será o nível mais alto do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde 2003, quando chegou a 9,3%.

O Focus é divulgado às segundas e é constituído por projeções de mais de cem instituições financeiras.No relatório, os analistas aumentaram a expectativa de encolhimento do Produto Interno Bruto, de 1,70% para 1,76% (ambos negativos), para este ano. É a segunda vez seguida que o índice é empurrado para baixo e, se confirmado, será a maior queda registrada desde 1990, quando teve um recuo de 4,35%.

Apesar da alta da inflação, o mercado colocou para baixo a estimativa da taxa básica de juros (a Selic) – de 14,50% para 14,25%. Mesmo assim, os analistas ainda esperam um reajuste na Selic, que está em 13,75%, até o fim do ano. Para 2016, as projeções da inflação e da Selic se mantiveram estáveis em relação à semana passada. O IPCA permaneceu no patamar de 5,40%; e a Selic, em 12%. A perspectiva do PIB, no entanto, é de crescimento menor, de 0,33% para 0,20%.(Veja)

13
jul

INFLAÇÃO APROXIMA-SE DOS DOIS DÍGITOS

Postado às 10:36 Hs

Economistas de instituições financeiras aumentaram mais uma vez a perspectiva para a inflação este ano. A pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira (12) mostrou que, para o final deste ano, a estimativa para a alta da inflação é de 9,12%, contra 9,04% na pesquisa anterior, na 13ª semana seguida de piora da estimativa.Para o final de 2016, a pesquisa apontou ligeiro ajuste para baixo na alta do IPCA pela segunda semana seguida, a 5,44%, contra 5,45% antes.

Na semana passada, o IBGE informou que a inflação oficial brasileira acelerou a 0,79% em junho, na maior alta em quase 20 anos para esse mês, atingindo em 12 meses 8,89%.

Para o comportamento do PIB neste ano, os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para uma retração de 1,50%. A última estimativa do mercado era de um recuo de 1,49%. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%.

A estimativa do mercado se equipara à do próprio Banco Central que, há duas semanas, admitiu que o IPCA deve ficar em 9% este ano, estourando a meta do governo, que é de até 6,5%.  Segundo o BC, a probabilidade de a inflação ficar acima do teto do sistema de metas, em 2015, é de cerca de 99%.Os especialistas consultados passaram a ver a Selic a 12,25% no final de 2016, contra 12,06% na mediana das projeções da pesquisa anterior.

Para o final deste ano, a perspectiva continua sendo de Selic, que atualmente está em 13,75%, a 14,50%. Para a reunião do final deste mês do Comitê de Política Monetária (Copom), permanece a expectativa de alta de 0,50 ponto percentual. (G1)

08
jul

Nas alturas…

Postado às 11:06 Hs

INFLAÇÃO NO 1º SEMESTRE É A MAIS ALTA EM 12 ANOS.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o primeiro semestre deste ano com uma taxa de 6,17%, informa o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. Este é o maior porcentual verificado no período desde 2003, quando chegou a 6,64%. O resultado também é quase o dobro do registrado no primeiro semestre de 2014, quando atingiu 3,75%.

Segundo o instituto, a inflação já chega próxima da casa dos 9% no acumulado dos doze últimos meses, com taxa de 8,89%. Trata-se do maior nível verificado para esta base de comparação desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,3%.

Para o ano todo, o governo definiu o centro da meta da inflação em 4,5% e o limite de tolerância em 6,5%. Ou seja, em apenas seis meses, o IPCA já se aproxima do teto máximo estabelecido pela equipe econômica da presidente Dilma Rousseff.

Levando em conta a série mensal, o IPCA não para de crescer desde o início do ano, por mais que tenha perdido um pouco o fôlego em relação aos três primeiros meses. Em junho, o IPCA variou 0,79% ante 0,74% em maio. De janeiro a março, o indicador estava variando em patamares acima de 1%. Só contabilizando os meses de maio, esta é maior taxa desde 1996, quando subiu 1,19%. Em junho de 2014, o IPCA subiu 0,4%.

Dos nove grupos pesquisados, o de despesas pessoais foi o que mais subiu, com avanço de 1,63%. Dentro dele, destacou-se os jogos de azar que variaram 30,8%, em junho. O item empregado doméstico também pesou no aumento dos gastos dessa categoria, com alta de 0,66%. (Veja/Da redação

nov 12
terça-feira
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