As regiões Norte e Nordeste do Brasil concentram 18 das 20 cidades mais violentas do país, mostra levantamento divulgado nesta segunda-feira(5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A pesquisa, que contabiliza apenas municípios com ao menos 100 mil habitantes, mostra ainda que o estado de São Paulo tem 14 das 20 cidades menos violentas.

O estudo é um desdobramento do Atlas da Violência que destrincha os dados das 310 cidades médias e grandes do país. Para medir o nível de violência, o Ipea se debruçou sobre a taxa de homicídio por 100 mil habitantes nos municípios brasileiros no ano de 2017.

Os números permitem identificar que as cidades mais violentas e menos violentas apresentam também grande diferença entre os índices de desenvolvimento humano. Segundo o Ipea, as cidades mais violentas, em geral, têm também números piores no acesso à educação, desenvolvimento infantil e mercado de trabalho, enquanto as menos violentas têm indicadores considerados parecidos com os de países desenvolvidos.

As cidades mais violentas têm, em média, 60% da taxa de atendimento escolar das menos violentas, e o percentual de jovens de 15 a 24 anos que não estudavam, não trabalhavam e eram vulneráveis à pobreza era quatro vezes maior.

A cidade mais violenta do Brasil em 2017 foi Maracanaú, no Ceará, com 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. No ano do estudo, 308 pessoas foram assassinadas na cidade, que fica na região metropolitana de Fortaleza e tem 224 mil habitantes.

A capital cearense foi a cidade que teve o maior número absoluto de homicídios em 2017, com 2.145 casos, superando até mesmo as cidades populosas do país. O Rio de Janeiro, que tem mais que o dobro de habitantes de Fortaleza, teve 1.850 assassinatos, e São Paulo, que tem uma população quatro vezes maior, teve 1.011 – menos que a metade.

Após Maracanaú, a lista de cidades mais violentas continua com: Altamira (PA), São Gonçalo do Amarante (RN), Simões Filho (BA), Queimados (RJ), Alvorada (RS), Porto Seguro (BA), Marituba (PA), Lauro de Freitas (BA), Camaçari (BA), Caucaia (CE), Nossa Senhora do Socorro (SE), Cabo de Santo Agostinho (PE), Marabá (PA), Ananindeua (PA), Fortaleza (CE), Mossoró (RN), Vitória de Santo Antão (PE), Rio Branco (AC) e Eunápolis (BA).

A cidade considerada mais pacífica do Brasil foi Jaú, em São Paulo, com uma taxa de 2,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. A cidade de 146 mil moradores teve quatro assassinatos em 2017. Indaiatuba e Valinhos, também situadas em São Paulo, ocupam o segundo e o terceiro lugar na lista, que continua com Jaraguá do Sul (SC), Brusque (SC), Jundiaí (SP), Passos (MG), Limeira (SP), Americana (SP), Bragança Paulista (SP), Santos (SP), Araxá (MG), Araraquara (SP), São Caetano do Sul (SP), Tubarão (SC), Mogi das Cruzes (SP), Itatiba (SP), Varginha (MG), Catanduva (SP) e Sertãozinho (SP).

O coordenador do estudo, Daniel Cerqueira, avalia que políticas focalizadas em territórios vulneráveis são a luz no fim do túnel, com iniciativas voltadas para o desenvolvimento infanto-juvenil e para as famílias mais pobres. Ele defende ainda um reforço na qualificação policial e a melhora das condições de encarceramento.

Agência Brasil

22
nov

Indicações de Paulo Guedes…

Postado às 17:55 Hs

Paulo Guedes indica Rubem Novaes para a presidência do BB e Pedro Guimarães para a da Caixa. O futuro ministro da Economia Paulo Guedes indicou o nome do economista Rubem Novaes para a presidência do Banco do Brasil. Para a presidência da Caixa Econômica Federal, o nome indicado por Guedes é o do também economista Pedro Guimarães. Os dois economistas estiveram na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, nesta quinta-feira (22). O blog apurou que os dois nomes já foram submetidos ao presidente eleito Jair Bolsonaro e devem ser anunciados ainda nesta quinta. Para a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Guedes indicou Carlos von Doellinger, pesquisador do instituto.
05
jun

Uma triste realidade

Postado às 20:38 Hs

RN é o Estado mais violento do Brasil com crescimento de 232% em homicídios.

O Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios. Isso significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Os números representam uma mudança de patamar nesse indicador em relação a 2005, quando ocorreram 48.136 homicídios. As informações estão no Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo analisa os números e as taxas de homicídio no país entre 2005 e 2015 e detalha os dados por regiões, Unidades da Federação e municípios com mais de 100 mil habitantes. Apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes.

Os estados que apresentaram crescimento superior a 100% nas taxas de homicídio no período analisado estão localizados nas regiões Norte e Nordeste. O destaque é o Rio Grande do Norte, com um crescimento de 232%. Em 2005, a taxa de homicídios no estado era de 13,5 para cada 100 mil habitantes. Em 2015, esse número passou para 44,9. Em seguida estão Sergipe (134,7%) e Maranhão (130,5). Pernambuco e Espírito Santo, por sua vez, reduziram a taxa de homicídios em 20% e 21,5%, respectivamente. Porém, as reduções mais significativas ficaram em estados do Sudeste: em São Paulo, a taxa caiu 44,3% (de 21,9 para 12,2), e, no Rio de Janeiro, 36,4% (de 48,2 para 30,6).

O Atlas da Violência 2017 analisou dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, referentes ao intervalo de 2005 a 2015, e utilizou também informações dos registros policiais publicadas no 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do FBSP. Para listar os 30 municípios potencialmente mais violentos e menos violentos do Brasil em 2015, o estudo considerou as mortes por agressão (homicídio) e as mortes violentas por causa indeterminada (MVCI).

Excelente e útil pesquisa será feita pelo sociólogo Jessé Souza, novo presidente do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), órgão subordinado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Seu objetivo é estabelecer a verdadeira dimensão da classe média no Brasil. Para tentar resolver um problema, a primeira premissa é conhecer a realidade dos fatos. Aqui na Tribuna da Internet, o grande jornalista Pedro do Coutto chama atenção para a disparidade dos dados da propaganda do governo (PT-base aliada) sobre o surgimento de nova classe média. Com toda razão, Coutto diz que é preciso levar em conta a real capacidade de consumo da população. É inegável que nos últimos 12 anos houve no Brasil alguma ascensão social, ou seja, mais famílias saíram da linha da miséria e da pobreza, para ascender à classe média baixa.
07
dez

Em queda…

Postado às 20:59 Hs

Nordeste é única região onde miséria caiu em 2013; Sudeste tem maior alta

A região Nordeste foi a única das cinco do Brasil que manteve o ritmo de queda dos últimos 10 anos e conseguiu reduzir o número de pessoas abaixo da linha da extrema pobreza em 2013, segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Mesmo sendo a única a seguir a curva descendente desde 2003, a região ainda concentra mais da metade dos indigentes do Brasil e é a única que tem percentual de dois dígitos de pessoas vivendo abaixo da linha da extrema pobreza.

A classificação do Ipea leva em conta o número de pessoas em domicílios com renda domiciliar per capita inferior à linha de extrema pobreza. “Essa linha é uma estimativa do valor de uma cesta de alimentos com o mínimo de calorias necessárias para suprir adequadamente uma pessoa, com base em recomendações da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) e da OMS (Organização Mundial de Saúde)”, informa o Ipea.

11
maio

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 18:35 Hs

  • A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição deve destacar dados que foram compilados pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Néri, que foi também presidente do Ipea. Os números mostram que a desigualdade no Brasil caiu mais sob o governo da presidente Dilma do que sob Lula. Leia, abaixo, notas publicadas no Painel:  Dilma Rousseff e o comando de sua campanha à reeleição apostam em dados compilados por Marcelo Neri, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, para construir um discurso contra o pessimismo com a economia. De acordo com os números, apresentados à presidente e a vários ministros há uma semana, a renda média do brasileiro voltou a crescer a partir do segundo semestre do ano passado, e a desigualdade social teria caído mais sob Dilma que no governo Lula. A Pesquisa Mensal do Emprego do IBGE mostra que o rendimento médio real do trabalhador patinou no início de 2013. Em julho, era de R$ 1.937, abaixo do valor de junho de 2012. A partir de agosto, voltou a crescer e chegou a R$ 2.026 em março. (Portal Brasil247)
  • O nome do ex-deputado estadual, Francisco José, vem sendo cotado para ser o candidato a vice, na chapa que deverá ter o vice-governador do Estado, Robinson Faria, PSD, como candidato ao Governo do Estado. A citação é feita como sendo o pai do prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, filiado ao PSD. Porém, de acordo com informação colhida pelo blog, Francisco José, não é filiado ao PSD, como o filho e prefeito, Francisco José Júnior. Francisco José estaria filiado ao PMN, partido comandado no Estado pelo deputado estadual, Antônio Jácome.
  • O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esbanjou otimismo numa entrevista concedida ao jornalista Roberto D’Ávila e exibida nesta madrugada. Segundo ele, o PT corre o risco de perder as eleições presidenciais de 2014, mesmo que o candidato seja o ex-presidente Lula e não sua sucessora, Dilma Rousseff. O motivo, segundo, FHC é que “a situação no Brasil não é boa”. “Eu não sei se o Lula vai ou não ser candidato. É arriscado, ele também pode perder. Do jeito que as coisas estão, a percepção do povo vai mudando rapidamente”, disse o tucano, que governou o País entre 1995 e 2002. Na entrevista, ele também defendeu o desfecho da Ação Penal 470 e criticou a fala de Lula sobre o “julgamento 80% político e 20% técnico”. FHC também foi questionado sobre a possibilidade de que o ex-governador José Serra seja vice na chapa do senador Aécio Neves (PSDB-MG). “Não sei se ele [Serra] quer e se o Aécio vai topar, o tema não chegou às minhas mãos”, afirmou.(Portal BR 247)
  • Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.598 da Mega-Sena realizado neste sábado (10), em Uberaba (MG). Veja as dezenas: 29 – 31 – 36 – 42 – 47 – 53.A Quina teve 121 acertadores e cada um vai levar R$ 17.829,91. Já a Quadra paga R$ 454,84 para cada um de seus 6.776 ganhadores. A previsão é de que a Mega-Sena pague R$ 12 milhões no sorteio da próxima quarta (14), segundo a Caixa Econômica Federal.
14
mar

Ainda é pouco…

Postado às 14:55 Hs

Em mais de um terço dos domicílios do país (38,1%), ao menos uma pessoa acessa a internet através do telefone celular, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).O estudo mostra ainda que 40,8% das residências possuem acesso à internet e que 68% dos usuários afirmam utilizar o serviço diariamente. A pesquisa “Sistema de Indicadores de Percepção Social: serviços de telecomunicação” ouviu moradores de 3.810 domicílios sobre temas como telefonia fixa, celular, acesso à internet, TV por assinatura e TV aberta. Segundo o Ipea, a margem de erro geral em nível nacional é de 1,34%. No que diz respeito ao tipo de acesso à web, 32,8% afirmaram que se conectam via infraestrutura de TV a cabo, 23% via telefonia fixa e 18,3% via modem de telefonia móvel. Outros 10,6% se conectam através de banda larga via satélite, 10,2% por banda larga via rádio, 1,5% via linha discada e 3,6% por outros meios.

Um estudo, coordenado por técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que cerca de 30% dos catadores de lixo de todo o país estão na região Nordeste (116 mil pessoas), a maioria em áreas urbanas. A Bahia é o estado com maior número de pessoas nesta atividade (34.107).

Os dados, obtidos com base no Censo Demográfico de 2010, estão na publicação Situação social das catadoras e dos catadores de material reciclável e reutilizável. Realizada em parceria com a Secretária-Geral da Presidência da República e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a pesquisa reúne indicadores sociais e econômicos desta parcela da sociedade.

O diagnóstico demonstra que a renda média mensal dos catadores da região, em 2010, era de R$ 459,34, 10% inferior ao salário mínimo nacional (R$ 510). A média de idade das pessoas que revelaram exercer a atividade ficou entre 30 e 49 anos – aproximadamente 4% ainda não haviam atingido a idade adulta e 15% encontravam-se entre 18 e 29 anos, faixa etária utilizada como referência nas políticas públicas para a juventude.

A participação de negras e negros entre os catadores no Nordeste chegou a 78%. A Bahia foi o estado com maior representatividade de negras e de negros entre esses trabalhadores, 84,2%. O Rio Grande do Norte apresentou o menor percentual, 71,2%.

Dentre aquelas pessoas do Nordeste que declararam exercer a profissão no Censo 2010, 53,8% afirmaram que contribuíam para a previdência, embora não se tenha como saber se a contribuição era regular. O Rio Grande do Norte se destacou positivamente, tendo apresentado um valor de cobertura previdenciária de 65%. As piores médias foram encontradas no Maranhão e no Piauí, ambos com 42,2% do total de catadores que afirmaram contribuir.

A exemplo desta pesquisa, outras estão em andamento para as demais regiões e para o país. Elas irão subsidiar as etapas estaduais e nacional da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, que terá como tema a gestão de resíduos sólidos.

30
jul

FIQUE SABENDO…

Postado às 9:39 Hs

# # Mossoró é destaque

Dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, a cidade de Parnamirim é a que possui maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) com 0,766. Em seguida aparece a capital do Estado, Natal com índice de 0,763 e Mossoró com 0,720. A lista das cidades potiguares com maior percentual de IDHM continua com a cidade de Caicó que aparece com 0,710 e finaliza a lista dos municípios com alto desenvolvimento humano. Na sequencia, parecem os outros 163 municípios, a maioria com médio desenvolvimento humano e outras com baixo índice, abaixo dos 0,600. O município com o pior índice de desenvolvimento é o município de João Dias que possui 0,530 e Parazinho, com 0,549. Os municípios de Ielmo Marinho, São Bento do Norte e Venha Ver possuem o mesmo índice de 0,550. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), intitulado “Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013″.

# #Mais falsificado do que dólar e euro

O nível de falsificação de cédulas no Brasil caiu nos últimos anos e está em patamares baixos na comparação internacional, segundo o Banco Central. Mesmo assim, ainda é superior ao verificado em relação ao dólar norte-americano e ao euro. Em 2012, foram apreendidas 513 mil cédulas falsas do real, cerca de 60% da primeira família e 30% da segunda. Isso representa 92 notas por milhão em circulação. Em 2003, eram 197 por milhão. No dólar e no euro, o nível da falsificação é em torno de 50 por milhão. Na libra esterlina, por outro lado, chega a 150 por milhão. O BC atribui a queda à ação da Polícia Federal e aos cuidados da população na hora de verificar a autenticidade do dinheiro. Segundo a autoridade monetária, a segunda família terá custo médio entre 15% e 20% superior à primeira, mas com uma tecnologia mais avançada.

# # Filas…

A japonesa Mariko discutia com os pais, que pareciam perder a oportunidade ideal de fotografar a filha em meio a dois manequins com a camisa 10 e 11 do Barcelona. Bem ao lado, uma família de americanos tentava explicar, num espanhol mais gesticulado que pronunciado, que o vendedor precisava encontrar um tamanho menor de uma camisa com o nome de Neymar que coubesse numa criança que ali não estava. Em volta, papos paralelos em idiomas nórdicos e português com sotaque brasileiro. Benvindos à “ONU intensificada’’ que a chegada de Neymar provocou na megastore do Camp Nou, o estádio do Barcelona. Aglomerações em tornos de fileiras de camisas e afins faziam com que vendedores corressem de um lado para outro na tarde desta segunda-feira. No piso inferior da loja, uma fila que parecia do caixa era, na verdade, a espera pela oportunidade de imprimir o número 11 com o nome ‘’Neymar Jr’’ nas costas. Isso porque pelo menos o tamanho ‘’P” pré-impresso dos uniformes principal e reserva já tinha se esgotado nos últimos dias.

# # Um grande problema

Existe uma área em que o Brasil conseguiu chegar ao desenvolvimento muito alto: a expectativa de vida. A cada ano, os brasileiros vivem mais, em todo o País. Dos 5.565 municípios brasileiros, 3.176 têm o IDHM Longevidade muito alto. Nenhuma cidade está na faixa “baixo” ou “muito baixo”. A diminuição significativa da mortalidade infantil e a queda na fecundidade são as causas do sucesso no índice. O avanço só não é ainda maior por uma razão: a violência, que se espalha das grandes metrópoles para as cidades pequenas e centra fogo especialmente nos jovens. Hoje, mais de 50% dos municípios brasileiros têm taxas de fecundidade abaixo do nível de reposição da população. Somado a isso, quase 60% das cidades conseguiram baixar para menos de 19 por mil nascidos vivos a mortalidade infantil, meta que deveria ser atingida pelo País, de acordo com os Objetivos do Milênio, em 2015. A ameaça à expectativa de vida no Brasil hoje é menos o que ataca as crianças, e mais o que atinge os jovens: a violência. “Dificilmente vamos avançar tanto ainda na mortalidade infantil. Agora temos de enfrentar a agenda dos jovens. A violência ainda é uma fonte importante de mortes que pode gerar crescimento na expectativa de vida”, afirmou o presidente do Ipea, Marcelo Nery.

# # Marina Silva em voo solo

A pouco mais de dois meses do prazo final para se credenciar à disputa eleitoral de 2014, coordenadores da Rede Sustentabilidade afirmam que, mesmo que consigam registrar a tempo o novo partido, não haverá palanques relevantes nos Estados para sustentar a candidatura presidencial de Marina Silva. Com isso, a pretensão da ex-senadora de suceder Dilma Rousseff não contará com dois dos principais trunfos das campanhas: fortes alianças estaduais e espaço na propaganda de rádio e TV. Para que Marina se candidate, é necessário que seu novo partido passe por todo o processo burocrático de aprovação na Justiça Eleitoral até o início de outubro deste ano. Em resumo, os aliados da ex-senadora argumentam que o processo de criação da legenda inviabilizou a articulação de chapas relevantes de candidatos a governador, senador e deputados, discussão já a todo vapor entre os partidos estabelecidos. (Da Folha de S.Paulo)

18
mar

Mais recursos

Postado às 21:41 Hs

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirmou nesta segunda-feira, 18, que, em 2012, os recursos aplicados pelo governo no programa Bolsa Família atingiram 0,46% do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com dados da sua pasta, o orçamento para o programa alcançou R$ 20 bilhões no ano passado. Para 2013, esse montante deverá subir para R$ 23,9 bilhões. “É uma ninharia o que se gasta com o Bolsa Família no Brasil”, comentou o diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Yoshiaki Nakano, ao lado da ministra, logo após ela ter proferido aula magna na instituição de ensino.

Ele afirmou que, em 1979, foi trabalhar no grupo Pão de Açúcar, onde foi incumbido de montar o departamento econômico. “Certo dia, o Abílio Diniz me perguntou quanto seria preciso gastar para acabar com a miséria no Brasil”, relatou. “Fiz os meus cálculos, e na época seria necessário algo entre 1% e 1,5% do PIB”, relatou.

De acordo com a ministra, como o Bolsa Família atende um universo de 50 milhões de pessoas e conseguiu reduzir em 89% a extrema pobreza no País, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o programa é muito eficiente.(Estadão)

28
fev

NORDESTE : Eita povo feliz !!!

Postado às 21:20 Hs

 

Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, apesar de pobre, a região mais feliz do Brasil é o Nordeste, com nota média (em uma escala de 0 a 10) de 7,38. Se fosse um país, estaria em 9º lugar no ranking global, entre a Finlândia e a Bélgica e acima de 94% das 146 nações pesquisadas. As médias das demais regiões brasileiras são 7,37 no Centro-Oeste, 7,2 no Sul, 7,13 no Norte e 6,68 no Sudeste.

Já o Brasil, com média nacional de 7,1, ficaria na 16ª posição entre os países mais felizes do globo no ranking medido pela Gallup World Pool. Em 2010, esta mesma classificação apontava uma felicidade média do brasileiro de 6,8.

Para o presidente do Instituto, Marcelo Neri, embora os indicadores mostrem crescimento econômico pouco expressivo este ano, a satisfação do brasileiro não tem sido afetada drasticamente. “Temos mais felicidade que dinheiro no bolso”, afirmou. “O brasileiro é consumista, mas não é isso que o define.

Os dados mostram que a felicidade aumentou ao longo do tempo e que a variação de renda não implica em grandes variações de satisfação,” disse, destacando que nenhum outro país é tão “insensível” à variação de renda, em comparação a outras nações.

Por outro lado, o estudo mostra que a satisfação aumenta conforme a renda sobe. Para os brasileiros que não têm rendimento a nota média foi 3,73. Já aqueles que vivem com até um salário mínimo, foi 6,53. Já quem tem renda superior a R$ 5.451, a nota foi 8,36. Em relação à escolaridade, pessoas sem instrução deram uma nota média de 6,4. Aqueles com o ensino fundamental completo, pontuaram 6,95, e com o ensino médio completo, 7,17. Com ensino superior completo, a média foi 7,85. ( Diario de Pernambuco)

13
jan

2013 um ano de novas oportunidades…

Postado às 11:40 Hs

Estima-se que existam atualmente cerca de 12 milhões de brasileiros interessados em ingressar em carreiras públicas. O número recorde é o dobro do registrado há cinco anos, segundo estudo da Agência Nacional de Proteção e Apoio ao Concurso Público (Anpac). Para quem sonha com um colocação no setor, 2013 se apresenta como um ano pródigo em oportunidades. Mais de 120.000 vagas devem ser preenchidas neste ano nas esferas federal, estadual e municipal em todo o Brasil. Somente no Executivo federal, a expectativa é de 37.000 vagas, um incremento de 115% em relação a 2012, segundo dados do Ministério do Planejamento. Somem-se a isso postos no Legislativo e Judiciário e mais outros em estados e municípios e constrói-se a perspectiva de um ano de oportunidades de trabalho. Mas é preciso estar preparado, pois a concorrência é grande.
19
dez

Eitá povo feliz…

Postado às 15:54 Hs

O brasileiro está mais feliz, segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (Ipea) e intitulado 2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável? Em uma escala de 0 a 10, os brasileiros dão, em média, nota 7,1 para suas vidas. Esse nível colocaria o País em 16º lugar entre 147 países pesquisados no Gallup World Poll, que apontava uma felicidade média de 6,8 no Brasil em 2010. Para realizar o estudo o Ipea aplicou em outubro perguntas padronizadas de questionários internacionais em 3.800 domicílios. A satisfação dos brasileiros detectada pela pesquisa, segundo informações do Ipea, pode encontrar motivos na queda da desigualdade e na renda do brasileiro que segue em alta. Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, registra desemprego nos menores níveis da série iniciada em 2002 e rendas crescendo bem mais que o PIB per capita. A renda individual média da população de 15 a 60 anos de idade sobe 4,89% de 2011 para 2012, contra taxa média de 4,35% ao ano entre 2003 e 2012.
20
out

Aumentou consideravelmente…

Postado às 21:00 Hs

 

Implantado em janeiro de 2004, com orçamento de R$ 3,2 bilhões para beneficiar 3,6 milhões de famílias pobres ou em situação de pobreza extrema, o Programa Bolsa Família aumentou a capacidade de atendimento e contabiliza, este ano, orçamento de R$ 20 bilhões para beneficiar 13,7 milhões de famílias em todo o país.

O programa, criado pela Medida Provisória 132, completa hoje (20) nove anos e é o resultado da junção do Bolsa Escola, do auxílio-gás e do Cartão Alimentação em um só benefício. Atualmente, o O Bolsa Família integra o Plano Brasil Sem Miséria, que tem como foco os 16 milhões de brasileiros com renda familiar per capita inferior a R$ 70 mensais.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mais de metade (51,1%) dos beneficiados do Bolsa Família se concentra na Região Nordeste. A Região Sudeste aparece em seguida, com 24,7%. O Norte fica com 11,1% dos atendidos, o Sul, com 7,8%, e o Centro-Oeste, com 5,4%.

Até o final de 2011, os estados com mais atendimentos de famílias eram Bahia (1,75 milhão), São Paulo (1,21 milhão), Minas Gerais (1,16 milhão), Pernambuco (1,12 milhão) e Ceará (1,08 milhão).

26
set

Somos desiguais…

Postado às 11:22 Hs

O salário dos 10% mais pobres da população brasileira cresceu 91,2% entre 2001 e 2011. O movimento engloba cerca de 23,4 milhões de pessoas saindo da pobreza. Já a renda dos 10% mais ricos aumentou 16,6% no período, de forma que a renda dos mais pobres cresceu 550% sobre o rendimento dos mais ricos, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea).

 

O estudo “A década inclusiva”, apresentado pelo presidente do Ipea, Marcelo Neri, usou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Não há, na história brasileira estatisticamente documentada desde 1960, nada similar à redução da desigualdade de renda observada desde 2001″, disse Neri. “Assim como a China está para o crescimento econômico, o Brasil está para o crescimento social.”

A diminuição da desigualdade é medida pelo coeficiente de Gini, que passou de 0,594 em 2001 para 0,527 em 2011. No índice, quanto mais perto de zero menor a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres do país. “O Brasil está no ponto mais baixo da desigualdade, embora ela ainda seja muito alta”, ressaltou o presidente do Ipea.

O crescimento dos salários é o principal indicador para a melhoria, aponta o estudo. É o que responde por 58% da diminuição da desigualdade. Em segundo lugar vem os rendimentos previdenciários, com 19% de contribuição, seguido pelo Bolsa Família, com 13%. Os 10% restantes são benefícios de prestação continuada e outras rendas.(Folha)

23
fev

Não melhorou…

Postado às 16:10 Hs

O diploma de curso superior não tem assegurado, necessariamente, crescimento do poder de compra nos últimos anos, mostra recente estudo feito pelo IBGE, informa reportagem de Mariana Schreiber, publicada na Folha desta terça-feira (a íntegra está disponível assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Na média, a renda dos trabalhadores com diploma universitário ficou praticamente estagnada de 2003 a 2011.Mesmo com recuperação econômica, renda recua no país, diz Ipea

Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado no início do mês mostrou que, apesar da recuperação econômica que o Brasil vem experimentando, a renda tem evoluído pouco.

Segundo o levantamento, entre 1995 e 2002, o rendimento do trabalho na renda nacional recuou 11,8%, enquanto entre 2002 e 2009 houve acréscimo de 2,5%. No ano de 2009, a parcela do rendimento do trabalho foi 9,6% inferior à verificada em 1995. O rendimento do trabalho é o quanto o salário do trabalhador compõe a renda nacional.

17
jan

Alagoas é o estado mais vulnerável

Postado às 19:00 Hs

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou nesta terça-feira (17) um levantamento sobre o índice de vulnerabilidade dos brasileiros. Os dados identificam os obstáculos que ainda impedem parte da população de viver com qualidade.

De acordo com a análise, baseada em dados do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), em 2009 a população estava 14% menos vulnerável a riscos sociais que em 2003.

Para calcular o índice, são considerados os fatores de acesso a conhecimento e a trabalho, a escassez de recursos, desenvolvimento infanto-juvenil, vulnerabilidade e condições habitacionais dos brasileiros. Quanto maior for o índice, pior o resultado. O tópico que apresenta a menor taxa é o acesso ao conhecimento, com 51%. O melhor número registrado foi o desenvolvimento infanto-juvenil, com somente 4,1% de vulnerabilidade.

De acordo com a pesquisa, Alagoas registrou o mais alto índice de vulnerabilidade do país (33,3%), o que indica que os fatores considerados para o cálculo ainda são precários no Estado.

13
jan

Pessímismo !!

Postado às 13:50 Hs

Deu na Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2011 deve ficar bem abaixo dos 7,5% registrados no ano anterior, segundo documento divulgado hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para os pesquisadores, os desdobramentos da crise europeia podem continuar definindo os rumos da economia brasileira este ano. O comunicado do Ipea alerta que essa influência será sentida mesmo com a manutenção dos fundamentos sólidos que permitiram a recuperação do Brasil na crise financeira em 2008.

No ano passado, a crise no velho continente, aliada a outros fatores como “taxa de câmbio que continuou a se apreciar em 2011, aperto monetário, a política fiscal mais conservadora em 2011 em relação a 2010 e o acúmulo indesejado de estoques pioraram as expectativas dos empresários e consumidores sobre o comportamento futuro da economia e elevaram as incertezas”, destaca o documento.

No terceiro trimestre de 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) não apresentou crescimento, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O comunicado do Ipea lembra que este é o pior resultado da economia brasileira, desde o primeiro trimestre de 2009, registrando forte desaceleração em relação ao período anterior, quando o PIB havia crescido 0,7%.

“Com isso, a taxa de expansão média dos últimos cinco trimestres se reduziu para 0,6%, aumentando o contraste em relação ao desempenho observado no período que marcou a recuperação da economia frente à recessão técnica provocada pela crise financeira global, quando o PIB cresceu a uma taxa média de 2,1%”, diz o comunicado.

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