O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu mudar a estrutura interna de sua pasta. Em vez de 6 agora serão 7 as Secretarias Especiais. O novo cargo será chamado Secretaria Especial de Previdência e Emprego(ou Trabalho; o nome ainda está sendo definido). O titular escolhido por Paulo Guedes é o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN). Será mais 1 tucano no alto escalão econômico do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Mansueto Almeida é próximo do PSDB e ficará em 2019 na Secretaria do Tesouro, função que já ocupa neste momento. O Poder360 apurou que outros tucanos podem ser nomeados para cargos relevantes na administração bolsonarista.
02
dez

Semana em Brasília…

Postado às 18:55 Hs

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) receberá nesta semana mais de 100 parlamentares de quatro partidos para reuniões no gabinete do governo de transição, em Brasília, segundo informou a agenda divulgada pela assessoria. As conversas com integrantes das bancadas de MDB, PRB, PR e PSDB foram intermediadas pelo futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), coordenador da transição. Até agora, Bolsonaro vinha priorizando as negociações políticas com bancadas temáticas do Congresso para a formação do ministério. Na Agricultura, por exemplo, a ministra será a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), indicada pela bancada ruralista. A escolha do futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, teve influência da bancada evangélica. As conversas com integrantes das bancadas dos partidos têm por objetivo assegurar maioria parlamentar no Congresso e tentar garantir a aprovação de projetos cujo teor transcende interesses específicos das bancadas temáticas, como a reforma da Previdência, por exemplo. Onyx Lorenzoni, que deve ficar responsável pela articulação política, prevê que a base governista na Câmara terá 350 dos 513 deputados.
21
nov

Fátima em Brasília…

Postado às 10:42 Hs

A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) participa hoje (21), em Brasília, do encontro com os governadores do Nordeste. Eles vão debater detalhadamente a pauta da região e definir uma agenda única que será levada ao encontro com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) no próximo dia 12 de dezembro.

Os governadores do Nordeste, incluindo os atuais e os eleitos, se reúnem nesta quarta-feira (21), em Brasília, para ajustar as propostas apresentadas ao presidente eleito, Jair Bolsonaro. O governador reeleito do Piauí, Wellington Dias (PT), deve liderar o grupo no encontro.

Os nove estados da região serão governados pelo PT, PCdoB e PSB. Os governadores querem atuar em bloco e garantir apoio para todos.

Jair Bolsonaro é implacável mandou o juiz Sérgio Moro representá-lo na reunião prevista para hoje, quarta feira (21), em Brasília (DF) com os governadores petistas do Nordeste.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como futuro ministro da Saúde. Este é o 10ª nome anunciado para o próximo governo e o terceiro ministro do Democratas.  “Estamos aqui como soldados para gente saber qual o melhor caminho para enfrentar a batalha”, disse pouco depois de ter sido confirmado ministro da Saúde.

O nome de Mandetta foi defendido por grupos próximos a Bolsonaro, como o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado. A coluna Painel, da Folha, já havia adiantado que Mandetta poderia ser anunciado nesta terça (20) como novo ministro de Bolsonaro.

O nome de Mandetta foi anunciado por Bolsonaro em reunião com a bancada da saúde em Brasília. Logo depois, ele publicou a escolha em suas redes sociais. “Com o apoio da grande maioria dos profissionais de saúde do Brasil, anuncio como futuro Ministro da Saúde, o Doutor Luiz Henrique Mandetta”, escreveu.

DESAFIOS
Mandetta terá muitos desafios a enfrentar na gestão da saúde no Brasil. Área apontada em pesquisas como uma das principais preocupações da população, a saúde vive um paradoxo.

Em 30 anos, o SUS (Sistema Único de Saúde) consolidou-se como o maior sistema de saúde gratuito do mundo, atendendo a quase 75% da população do país.

A oferta de serviços, porém, é desafiada por um quadro crônico de subfinanciamento, que pode piorar nos próximos anos. Ao mesmo tempo, diante de uma projeção de aumento nos gastos, o sistema desperdiça recursos por conta da ineficiência. E quem sofre é a população que enfrenta filas, tem dificuldade de acesso a especialistas, passa longo tempo à espera por cirurgias eletivas e encontra emergências superlotadas.

 

 

A menos de 45 dias da posse, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), não tem nem mil nomes para assumir os 11.550 cargos de direção e assessoramentos superiores (DAS) — aqueles que podem ser ocupados por não concursados no poder Executivo, em autarquias e fundações federais.

O cálculo é de integrantes da cúpula do futuro governo . A situação deve abrir caminho para a manutenção de comissionados nomeados no governo Temer e para a promoção de funcionários de carreira.

Desde a campanha, o presidente eleito tem afirmado que, para enxugar a máquina pública, além de cortar ministérios, vai diminuir o pessoal na administração federal. Na semana passada, sinalizou que quer cortar “no mínimo 30%” dos cargos políticos nos ministérios.

Mesmo que o corte de 30% aconteça, o presidente eleito terá que preencher cerca de oito mil vagas; ainda não há nomes, portanto, para mais de 87% delas.

 O Globo

O economista Roberto Castello Branco foi convidado pela equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para presidir a Petrobras. Ex-diretor do Banco Central e da Vale, ele é professor da FGV. A informação sobre o convite foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada na manhã desta segunda-feira (19) pela assessoria de imprensa do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em nota, Guedes informa que recomendou a Bolsonaro a indicação de Castello Branco, que aceitou o convite. O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação do novo presidente.

Castello Branco tem pós-doutorado pela Universidade de Chicago. Entre 2015 e 2016, durante o governo Dilma Rousseff, foi membro do conselho de administração da Petrobras. Atualmente é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas.

No fim de outubro, a Folha de S.Paulo informou que Castello Branco era o mais cotado para assumir a presidência da Petrobras. A definição do nome chegou a ter uma disputa entre autoridades do futuro governo. Enquanto Guedes defendia a indicação de Castello Branco, o vice-presidente eleito, General Hamilton Mourão, demonstrava preferência por um nome da área militar no comando da estatal.

Castello Branco é amigo de Guedes desde a década de 1980, quando presidiu o Ibmec, rede ensino fundada pelo futuro ministro.

Fonte: Folha

Via Jussara Soares e Dimitrius Dantas – O Globo Última trincheira do PT no país, o Nordeste deverá ganhar atenção especial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Ele pretende transformar a única região em que não saiu vencedor nas urnas em uma vitrine de seu governo a partir da retomada de obras paralisadas das administrações petistas, como a transposição do Rio São Francisco e a construção de ferrovias, como a Transnordestina. — Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil — disse ao GLOBO o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno. — Na região, o primeiro grande plano é resolver o problema da falta de água — completou. Além da transposição do São Francisco, o governo vai apostar no uso da tecnologia de dessalinização de água. No planejamento traçado para a região, uma das metas é importar tecnologia israelense de retirada de sais das águas para estimular a agricultura no semiárido nordestino, uma das promessas mais repetidas durante a campanha de Bolsonaro.
13
nov

Em Brasília…

Postado às 17:52 Hs

O presidente eleito Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (13) que a pasta do Trabalho manterá status de ministério e não se tornará uma secretaria. Bolsonaro deu a declaração numa entrevista coletiva em Brasília, após ser questionado sobre o assunto. Na semana passada, o presidente eleito havia dito que pasta do Trabalho perderia status ministerial e seria incorporada a algum ministério. “O Trabalho vai continuar com status de ministério. Não vai ser secretaria, não”, afirmou.

Por Bernardo Caram – Folha de S.Paulo

No último ano do atual mandato, deputados e senadores armaram para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma bomba fiscal de ao menos R$ 259 bilhões, mostra levantamento da Folha.

O valor refere-se ao impacto nas contas públicas, nos próximos quatro anos, causado por dez projetos aprovados ou que avançaram no Congresso em 2018. Apesar de o Orçamento estar sob regência de um teto que barra a expansão de gastos, os parlamentares aceleraram propostas que vão na direção contrária, seja com matérias de autoria do Legislativo, pressão por concessões em projetos editados pelo governo ou derrubada de vetos presidenciais.

As eleições deste ano, que vão deixar a maior parte dos atuais parlamentares sem vaga no Congresso a partir do ano que vem, não impediram a aprovação da chamada bomba fiscal. O resultado das urnas vai promover uma renovação de 51% da Câmara e de 85% das vagas disputadas no Senado.

Por Vanderson Tavares

Se o Brasil realmente cuidasse dos interesses nacionais, toda empresa “estrangeira” que viesse participar de leilão no Brasil ficaria impedida de pegar empréstimo do BNDES. Esse capital de investimento deveria vir de seu país de origem, para ser aplicado no Brasil.

Empresa estrangeira que vier comprar estatal ou poço de petróleo, terá que pagar à vista para realizar a aquisição (sem parcelamentos de décadas e dinheiro do BNDES), porque do jeito que está hoje, até eu posso comprar uma estatal ou uma praça de pedágio.

PRIVATIZAÇÃO – Somente pode ser aceita a privatização de estatais deficitárias e, como ocorria desde sua criação, o BNDES só poderá emprestar dinheiro para empresas nacionais e micro empreendedores, não sendo permitido empréstimo para investimentos/obras em outro país. Todos as operações deverão ser para projetos implantados no Brasil. Além disso, 1/4 dos juros pagos ao BNDES deve ser destinado para saúde, educação e segurança.

O governo precisa obrigar que bancos públicos a operarem com juros baixos (no máximo de 1% ao mês ou 12,7% ao ano), pois com essa medida iria forçar os bancos privados a reduzirem seus juros.

Ao mesmo tempo, é preciso extinguir as agências reguladoras (Anvisa, Anatel, ANP, entre outras), pois não oferecem benefícios à população e viraram cabides de emprego, com altíssimo índice de corrupção e alto custo de recursos públicos.

COMBUSTÍVEIS – O governo deve dar incentivos à produção de equipamentos de conversão de motores para consumo de gás (GNV), de forma a oferecer melhorias ambientais e redução de custos no abastecimento de veículos. Ao mesmo tempo, também incentivos fiscais para as usinas de álcool, para que o combustível chegue mais barato ao consumidor, com maior fiscalização dos preços cobrados nos postos de combustíveis. Macaé, por exemplo, é considerada a cidade do Petróleo, mas seus postos oferecem combustíveis a um preço absurdo.

Como essa política energética, que incluiria incentivos ao biodiesel, o consumo de petróleo cairia expressivamente e a Petrobras poderia se tornar uma grande exportadora de derivados, em função do aumento da produção do pré-sal que ocorrerá nos próximos anos, devido à exploração dos gigantescos campos já descobertos.

GARANTIA DE EMPREGO – Empresas estrangeiras operando no Brasil, deverão oferecer 85% de mão-de-obra aos brasileiros. Hoje, as empresas estrangeiras que operam na exploração do pré-sal estão trazendo mão-de-obra estrangeira e deixando trabalhadores brasileiros “qualificados” desempregados dentro do nosso país, conforme tenho presenciado, pois trabalho neste setor.

Estas são algumas singelas medidas, não tão utópicas, que em muito melhorariam nosso país, até porque são tão óbvias que causa espanto ainda não terem sido adotadas. Com o governo Bolsonaro se diz nacionalista, nossa esperança aumenta.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), desembarcou por volta das 9h desta terça-feira (6/11), na Base Aérea de Brasília, para a sua primeira viagem à capital federal depois das eleições. O jato Legacy da Força Aérea Brasileira (FAB) que transportou Bolsonaro atrasou cerca de 20 minutos no seu deslocamento a partir do Rio de Janeiro. As primeiras informações indicam que a aeronave fez uma volta sobre Unaí (MG), a cerca de 160 quilômetros do Distrito Federal. Devido ao tempo nublado, a pista de pouso estava sendo operada por meio de aparelhos. Na chegada ao terminal da Base, Bolsonaro, o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, e outros integrantes de sua equipe foram recepcionados pelo comandante do local, brigadeiro do Ar Ari Soares Mesquita, e pelo general reformado Augusto Heleno Ribeiro, indicado para integrar o novo governo.
Estamos em plena Praça da Apoteose. A escola Unidos de Bolsonaro se apresentou de forma magnífica, as arquibancadas gritaram que é campeã e os jurados confirmaram a vitória na apuração dos votos. Tudo é festa, tudo é alegria, mas a quarta-feira de cinzas desta vez cai em 1º de janeiro. Dali em diante, o país tem um encontro marcado com a trágica realidade da maior crise de sua história, com a situação de pré-falência da grande maioria dos estados e municípios. O desafio que aguarda Bolsonaro na gestão da economia – interligada à saúde, educação, previdência, segurança etc, – é tão colossal que o futuro presidente precisa ser resguardado. EXPOSIÇÃO EXCESSIVA – O problema é que , ao invés de poupar suas forças, que ainda são escassas, Bolsonaro está se expondo cada vez mais. Já teve dia em que concedeu cinco entrevistas a emissoras de TV, e arranjou tempo para muitas outras coisas. Na verdade, entrou em clima de roda viva e já anunciou que terça-feira irá a Brasília, para a sessão comemorativa dos 30 anos da Constituição Cidadã, como dizia doutor Ulysses.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já definiu cinco nomes para compor o seu governo. São eles: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Sérgio Moro (Justiça). Saiba mais sobre eles:

Onyx Lorenzoni (Casa Civil)

O médico veterinário de 64 anos terá um dos principais postos da Esplanada dos Ministérios. Ele está no 4º mandato consecutivo como deputado federal e foi reeleito com 183.518 votos. Em 2016, Onyx foi relator na Câmara do pacote de medidas de combate à corrupção e fez mudanças no texto apresentado no plenário, descumprindo acordo com os demais parlamentares, o que gerou diversas críticas a ele.

No ano passado, admitiu ter recebido R$ 100 mil em caixa 2 da empresa JBS para pagar dívidas de campanha de 2014. O deputado alegou que, na ocasião, não tinha como declarar o valor na Justiça Eleitoral.

Paulo Guedes (Economia)

O economista de 69 anos vai assumir um superministério, que reúne Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio. De perfil liberal, Paulo Guedes defende a menor participação possível do Estado na economia.

Nascido no Rio de Janeiro, Guedes se formou em economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e fez mestrado e doutorado na Universidade de Chicago (EUA). Ele nunca teve cargo público e fez fortuna no mercado financeiro.

Sérgio Moro (Justiça)

O juiz de 46 anos ganhou projeção nacional ao julgar processos da Operação Lava Jato na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba. Nascido em Ponta Grossa (PR), Sérgio Moro formou-se em direito pela Universidade Estadual de Maringá e tem mestrado pelo Universidade Federal do Paraná. É juiz federal há 22 anos.

General Augusto Heleno (Defesa)

O militar de 71 anos chegou a ser cotado para vice na chapa, mas vai assumir a pasta da Defesa. Na reserva desde 2011, o general comandou a missão de paz das Nações Unidas no Haiti, foi comandante militar da Amazônia e chefiou o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)

Ele ficou conhecido no Brasil e no mundo como o primeiro e único astronauta brasileiro a ir para o espaço. Foi aviador, piloto de caça e seguiu carreira militar, chegando ao posto de tenente-coronel.

O juiz federal Sérgio Moro aceitou, hoje, o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça.

Os dois estiveram reunidos nesta manhã no Rio de Janeiro. Moro chegou na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, um pouco antes das 9h. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças. Durante voo de Curitiba para o Rio de Janeiro, Sergio Moro afirmou à reportagem da TV Globo que não havia nada definido e que aceitar o convite para assumir o ministério dependia de agenda anticorrupção e anticrime organizado para o país.O encontro durou uma hora e meia.Ele aceitou o ministério da Justiça.

“Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, afirmou Moro.

Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou na manhã desta quarta-feira (31) que o astronauta brasileiro Marcos Pontes será indicado para o Ministério da Ciência e Tecnologia. O anúncio foi feito pelo Twitter do novo presidente. Durante a campanha, Bolsonaro já havia anunciado que Pontes seria indicado para o cargo.

Marcos Cesar Pontes, 55 anos, é tente-coronel da Força Aérea Brasileira e foi o primeiro astronauta brasileiro a ir para o espaço, na missão batizada “Missão Centenário”. Nestas eleições, ele disputou como segundo suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP).

Ele é o quarto ministro confirmado para o governo Bolsonaro. Além do astronauta, o economista Paulo Guedes vai assumir o Ministério da Economia – que deverá ser a junção das pastas Fazenda, Planejamento e Indústria, Comércio Exterior e Serviços –, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) será o chefe da Casa Civil e o Augusto Heleno ficará à frente do Ministério da Defesa.

Na segunda-feira (31), Bolsonaro disse em entrevistas às emissoras de televisão que pretende convidar o juiz da Lava Jato, Sergio Moro, para o cargo de ministro da Justiça ou à uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente eleito também sinalizou que o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), condenado em primeira instância por corrupção, deverá fazer parte de seu governo.

30
out

Na espera…

Postado às 20:49 Hs

Congresso espera sinalnização de Bolsonaro sobre reforma da Previdência.


No primeiro dia de atividades no Congresso após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República, os presidentes da Câmara e do Senado disseram que caberá ao futuro Chefe do Executivo uma sinalização sobre votar ainda este ano a reforma da Previdência. Paralisada na Câmara desde fevereiro, quando o presidente Michel Temer decretou intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, a proposta pode ser votada da forma como está ou ser alterada para incluir pontos defendidos pela futura equipe econômica.

Segundo o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), “quem tem condições” de iniciar o debate sobre o assunto é o próprio presidente eleito. “Falar quando vai ser votada seria precipitação. Esse é um assunto tão importante que não deve gerar expectativa equivocada. Não sei ainda se tem clima na Casa”, afirmou, ao chegar no Congresso Nacional. O parlamentar, que evitou responder se vai concorrer à reeleição para o comando da Câmara, disse que está à disposição da nova equipe, como parlamentar e cidadão, para ajudar no assunto.

“Eu acho que é urgente. Entre o que eu acho [e as condições para se colocar em votação], há uma distância. Precipitado é votar qualquer coisa sem voto. Tem que ter paciência”, disse, informando que ainda não tem nenhum encontro marcado para discutir o assunto com Jair Bolsonaro ou com a equipe de transição entre o governo atual e o que se inicia em janeiro próximo.

Em entrevista à rede Record, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que pretende conversar com o juiz Sergio Moro para convidá-lo para assumir o Ministério da Justiça ou indicá-lo de uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele disse que não fez esta sinalização antes porque não quis que o gesto soasse oportunista durante a campanha eleitoral.

O presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, disse neste domingo (28) que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pode indicar o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, ou Eliana Calmon, ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o Ministério da Justiça.

“A previsão é que o ministério seja preenchido por uma pessoa de nome, como a ministra Eliana Calmon. O nome do juiz Sergio Moro também se cogita “, disse o comandante da sigla.

Ele venceu. E vai governar o Brasil de 01.01.2019 a 31.12.2022. Venceu, não por ser um fenômeno. Muito menos, mito. Fenômeno e mito são dons, são atributos de ordem transcendental. Gandhi, Mandela, Luther King, Chaplin, Joana D’Arc, Chopin, Mozart, Liszt, Bach, entre outros, e cada um no cumprimento de sua missão, é que foram fenômenos, mitos, gênios. Eram iluminados. Marcaram épocas. São imortais. Já Bolsonaro, não. Quando é chamado de “mito” por seus correligionários, a adjetivação está fora da realidade. É alegoria. Não traduz um fato concreto, histórico, científico ou filosófico a ele atribuído. UM MEDICAMENTO – Bolsonaro é um anti-histamínico para eliminar a cor vermelha que lambuzaram a Bandeira Nacional, para fazer sumir a vermelhidão da pele, acabar com as coceiras, os edemas e outras alergias mais. Bolsonaro também é um antibiótico contra infecções por microorganismos e bactérias resistentes. Bolsonaro é medicamento novo. Vai ser testado. Pode até curar. O tratamento é de longa duração. A dosagem precisa ser pesada, forte, ininterrupta, porque o doente chamado Brasil está duramente enfermo. Agoniza no CTI. Ainda não morreu. Se encontra entubado, mas há esperança de cura.
dez 13
quinta-feira
17 41
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