Procurado por integrantes do PSB que querem saber se ele topa voltar à disputa presidencial, o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa se esquivou. Disse que não quer tratar do assunto agora.

Dirigentes do DEM se irritaram com ataques de presidenciáveis que buscaram o apoio da sigla, foram descartados e agora criticam o pré-acordo com o PSDB. Democratas revelaram que foram procurados por Paulo Guedes, o economista que faz o programa de Jair Bolsonaro (PSL). Ele queria sondá-los sobre a possibilidade de uma aliança. O mesmo, dizem, fez Álvaro Dias (Podemos).

Dias voltou a procurar lideranças do próprio PSB para tentar costurar uma união em torno de sua candidatura. Tentativas anteriores não prosperaram. No PSB, a ideia de procurar Joaquim Barbosa partiu do grupo que aposta numa candidatura própria para barrar as pressões do PT por um apoio ao ex-presidente Lula, ou a quem ele indicar.

Outros nomes do partido, como o deputado Julio Delgado (PSB-MG) e a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), não toparam desistir das respectivas campanhas ao parlamento para se lançar a presidente.(Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

Ainda é cedo para saber quem serão os maiores beneficiados pela desistência do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, do pleito presidencial, mas a eleição perdeu sua grande ‘novidade’, avaliou a diretora-executiva do Ibope Inteligência, Márcia Cavallari. Segundo ela, a maioria dos eleitores ainda não começou a se interessar pela disputa deste ano e os partidos não começaram a afunilar as candidaturas, o que significa que a corrida continua muito aberta.

“Não dá pra saber, a priori, o potencial de votos que de fato Barbosa teria ou os beneficiados (com sua retirada), até porque ele nunca foi testado e ainda era relativamente desconhecido”, disse a diretora o Ibope, ao Broadcast Político. Márcia Cavallari lembra que, no momento, apenas um terço do eleitorado disse demonstrar algum interesse na eleição e que os simpatizantes do jurista se concentravam justamente nos segmentos de maior escolaridade e renda, que já acompanham a política cotidianamente. Ou seja, dois terços da população ainda precisariam ser ‘relembrados’ sobre quem foi Barbosa. “O nível de reconhecimento dele ainda é pequeno, ele ainda tinha um trabalho de resgatar sua imagem”, disse.

Olhando para os cenários com e sem a presença do ex-ministro na última pesquisa da casa, por outro lado, Márcia nota que a presença de Barbosa retira mais intenção de votos de Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e Geraldo Alckmin (PSDB), nesta ordem. O que significaria, em teoria, que esses candidatos estariam entre os mais beneficiados com a desistência do socialista. A preferência pelo ex-presidente Lula é pouco afetada pela inclusão ou não do ex-ministro no pleito.

A desistência do ex-ministro Joaquim Barbosa em disputar a presidência pode jogar o PSB para a órbita do PDT, reforçando o palanque de Ciro Gomes.

O impacto regional dessa configuração seria o impulso dado para que as siglas também se unam nos estados. Levantamento da Folha mostra que PDT e PSB têm mais probabilidade de se alinhar do que se imagina.

“Em estados como Paraíba, Rio Grande do Norte e Tocantins, a avaliação é que uma aliança nacional daria impulso a uma união entre PDT e PSB localmente”, destaca a reportagem. “No Rio Grande do Norte e no Tocantins, os dois partidos têm seus respectivos pré-candidatos, mas há portas abertas para uma composição. Na disputa pelo governo potiguar, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT) pode receber o apoio do atual vice-governador Fábio Dantas (PSB)”, reforça ainda o texto.

Agência de Notícias

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, cogitado há alguns meses como pré-candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB) à Presidência da República, confirmou, hoje, que não concorrerá ao cargo.

A ideia do partido era lançar a candidatura até dia 15 de maio. O principal argumento é o de que, a partir desta data, eles poderão arrecadar dinheiro para a campanha por meio de financiamento coletivo (crowdfunding), chamado de “vaquinha virtual”

O potencial de uma eventual candidatura de Joaquim Barbosa à Presidência entrou no radar de integrantes do PSB que antes resistiam à ideia de tê-lo como representante e também nos cálculos de siglas que têm o partido do ex-presidente do STF como possível aliado nas disputas estaduais.

O DEM, por exemplo, cortejado pelos tucanos e pelos pessebistas em SP, começou a ponderar que Barbosa poderia catapultar o palanque de Márcio França (PSB) na corrida pelo governo do estado.

Enquanto isso, diante da indefinição sobre o nome que emergirá no PT, partidos começaram a fazer pesquisas internas enumerando “o candidato de Lula” entre as opções apresentadas ao eleitor nordestino. Tudo para tentar mensurar o potencial de transferência de votos do petista

No feriado de 15 de novembro de 2013, o então presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, mandou prender três figuras nacionais do PT: José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Tratava-se de evidente jogada com fins políticos. “O fato de ser a data da comemoração da República completa o simbolismo ideal para um possível futuro candidato a chefe do Executivo”, escrevi nesta coluna no dia seguinte. Passados quatro anos, na véspera do prazo se esgotar, o ex-ministro do STF filiou-se ao PSB (Partido Socialista Brasileiro), de modo a talvez cumprir o vaticínio e concorrer à Presidência da República. A escolha do PSB é ad hoc. Diversas legendas poderiam servir de veículo para o plano concebido no julgamento da Ação Penal 470. Dirigentes da sigla fundada por Miguel Arraes se queixam de não saber quais são as ideias de Barbosa.
20
abr

Em cima do muro…

Postado às 8:45 Hs

Por que Joaquim Barbosa está em cima do muro ?

Conforme o que o blog apurou em Brasília, com pessoas ligadas ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, os passos lentos de Joaquim Barbosa têm um motivo: exigências ao PSB.

O ex-ministro vem falando a interlocutores que deve haver quebra de paradigmas. Em poucas palavras, extraem-se da fala de Barbosa: cabide de emprego e interesses pessoais estarão no bojo da velha política.

A equipe de governo seria técnica. Somente técnica. E que o alinhamento ao PSB não significa tirar-lhe a liberdade de fazer o que pensa na política. O recado foi dado, o que não agradou a alguns integrantes do PSB.

A banda divergente vê em Joaquim Barbosa intransigência e questiona: como ele lidará com o Congresso e atenderá membros do partido?

A ala a favor defende que, com Joaquim Barbosa, a legenda conseguirá crescer nas eleições, ter maioria no Congresso e chegar pela primeira vez ao Palácio do Planalto.

Por Valdo Cruz / G1

Depois pontuar de 8% a 10% em pesquisa de intenção de voto do Instituto Datafolha divulgada neste domingo (15), o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa vai se reunir nesta semana com a cúpula do PSB para decidir oficialmente o lançamento de sua candidatura à Presidência da República. O encontro pode ser na quinta-feira (19).

Barbosa se filiou ao PSB, mas ainda não houve uma decisão oficial do partido pelo anúncio de sua candidatura. Havia resistências em alguns setores da legenda a seu nome, mas o presidente da sigla, Carlos Siqueira, avalia que estão sendo contornadas.

EMPOLGAÇÃO – “Vamos nos reunir nesta semana para ter uma definição”, disse Siqueira ao blog, comemorando a estreia do nome de Joaquim Barbosa nas pesquisas. “Sem lançamento de seu nome, ele já saiu com 8% a 10% na pesquisa Datafolha deste domingo”, destacou Siqueira.

Apesar das resistências internas, reservadamente líderes do PSB dizem que é preciso lançar oficialmente a candidatura de Joaquim Barbosa o mais rápido possível, provavelmente no mês de maio. É que a campanha deste ano será curta e, para reforçar o nome do ex-presidente do STF, seria preciso usar, na avaliação de integrantes do PSB, o período da pré-campanha.

Joaquim Barbosa vai se reunir nesta semana com dirigentes do PSB. Ele também planeja reuniões com especialistas para tratar de temas como meio ambiente e economia.

Em São Paulo, num consórcio com o DEM, integrantes do PP pediram a Doria que reveja o acordo que fez com o PSD. O ex-prefeito prometeu a vaga de vice em sua chapa ao governo de SP ao partido de Gilberto Kassab, mas pepistas e democratas reivindicam indicar o nome.

Alckmin frustrou a estreia de Doria em um palanque no interior. Ele avisou que não poderia comparecer ao ato em Bauru, no fim de semana, mas aliados prometeram enviar um vídeo em apoio ao ex-prefeito. A mensagem nunca chegou.

Fonte: Blog do Magno

O anúncio da possível filiação de Joaquim Barbosa ao PSB coincide com o naufrágio da candidatura de Michel Temer e com o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira, do habeas corpus preventivo de Lula. Caso o STF decida negar o recurso de Lula, ele poderá ser até preso em seguida, visto que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que aumentou a pena do ex-presidente para 12 anos e 1 mês no caso do triplex do Guarujá, negou provimento aos embargos apresentados pela defesa do líder petista. Os dois acontecimentos, que atingem diretamente o MDB e o PT, podem influenciar na filiação de Barbosa, e na decisão do PSB de lançá-lo candidato à Presidência da República como o fato novo da eleição de outubro. Fato novo tão falado, tão aguardado, mas já quase esquecido, pois parecia cada vez mais difícil de acontecer.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse ao Estado que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa vai se filiar ao partido nesta sexta-feira. “É provável que se filie ao partido na sexta. Já a candidatura dele à Presidência é outro tema. É importante que ele se filie para depois maturarmos isso”, afirmou o dirigente.

A tese de lançar o ex-presidente do STF na disputa pelo Palácio do Planalto é defendida com entusiasmo pela bancada do PSB na Câmara, mas sofre resistências de alas dos partidos. Aliado do governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência, o vice-governador de São Paulo, Márcio França, é um dos que se opõem a ideia.

Por Cristiane Jungblut – O Globo

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa decidiu que vai se filiar ao PSB até o dia 7 de abril e pode disputar a Presidência da Repúblioca pela legenda. Este é o prazo final para que qualquer pessoa que pretenda concorrer nas eleições deste ano se filie a alguma sigla partidária.

A decisão foi comunicada ao presidente do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira, e ao deputado federal Alessandro Molon (RJ) durante encontro realizado na manhã desta quinta-feira, em uma padaria de Brasília. No entanto, publicamente Siqueira é cauteloso:

—- Avançamos muito na reunião, mas para termos certeza da vinda dele ainda teremos que aguardar mesmo até o dia 7, até que esteja assinado. O PSB conseguiu reverter todas as resistências internas à filiação de Barbosa e ao lançamento de sua candidatura à Presidência.

O ex-deputado Beto Albuquerque (RS) e o ex-ministro Aldo Rebelo já haviam entregado carta à direção se disponibilizando para concorrer ao Palácio do Planalto. Mas o clima de disputa já arrefeceu. Albuquerque deve concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul e Rebelo demonstrou à cúpula partidária que não criará problemas caso Barbosa realmente queira concorrer ao governo federal.

O PSB tem conversado com o ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto sobre a possibilidade de ele se filiar ao partido. Ayres Britto, por sinal, tem feito a ponte entre Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, e Marina Silva na tentativa de que se aliem na campanha presidencial.

O problema é que nenhum dos dois, até agora, concordou em ser vice do outro.  Barbosa já falou sobre a possibilidade de aliança com Marina a líderes do PSB, partido ao qual pode se filiar.

O nome dela, no entanto, sofre fortes resistências na legenda.

Raymundo Costa, do Valor, confirma: Joaquim Barbosa acertou os termos de sua filiação ao PSB em reunião com o presidente da sigla, Carlos Siqueira, hoje pela manhã.

Folha de S.Paulo

A ala do PSB contrária à aliança com o governador Geraldo Alckmin (PSDB) deu início a ofensiva para viabilizar a filiação e candidatura do ex-ministro Joaquim Barbosa pelo partido nas eleições presidenciais deste ano. Capitaneado pelo líder da legenda na Câmara, deputado Júlio Delgado (MG), o grupo prepara uma série de manifestos e notas de diretórios estaduais e da bancada no Congresso Nacional em apoio à candidatura do ex-ministro. O movimento da ala pró-Barbosa busca se contrapor à articulação liderada pelo vice-governador paulista Márcio França. De olho no apoio dos tucanos a sua candidatura ao governo de São Paulo neste ano, França articula aliança do PSB com Alckmin na eleição presidencial. A movimentação do vice-governador tem incomodado Barbosa, que disse a integrantes da cúpula do PSB que só aceita ser candidato a presidente se tiver amplo apoio na legenda. MANIFESTO – O primeiro manifesto em apoio ao ex-ministro foi lançado na última semana pelo diretório do PSB mineiro. “A Executiva Estadual do PSB de Minas Gerais reconhece que a filiação de Joaquim Barbosa reforça os quadros do campo progressista. É homem público, capacitado, competente e dará grandes contribuições para as discussões temáticas nacionais”, diz a nota, aprovada no dia 23 deste mês.
Era terça-feira, véspera do julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. O país em transe, grudado na TV e celulares, políticos e advogados fazendo suas apostas sobre o placar que acabaria por selar o destino do petista. Mas Joaquim Barbosa não quis nem saber. Aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2014, ele manteve o hábito de ler apenas o noticiário internacional — em especial o jornal francês “Le Monde” e o americano “The New York Times”. O aparente desinteresse — até mesmo pelo processo que culminaria com a condenação de um ex-presidente — escancarava a relação tensa e ambígua de Barbosa com a política: ora tem desejo de ser protagonista do processo eleitoral, ora repudia a ideia. O que não se altera é o cerco que sofre de partidos políticos que o desejam concorrendo à Presidência. E agora, com Lula em fase minguante, mais do que nunca toda gincana de nomes para o Palácio do Planalto o envolve.

Com a possibilidade real de o ex-presidente Lula ser impedido de disputar a eleição, o PSB acelerou as articulações para lançar um candidato único à Presidência da República do campo que ele chama de “progressista”. Nas últimas semanas, o secretário-geral do partido, Renato Casagrande, conversou com Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Manuela d’Avila (PCdoB). O dirigente socialista diz que ficou animado com a receptividade à sua proposta. O PT, que também defende a ideia, está fora dessas negociações.

Não é sorteio. O critério proposto pelo PSB para a escolha do candidato é simples. Quem estiver melhor nas pesquisas entre maio e junho seria o nome desse “campo progressista”. O prazo legal para registro do candidato é 15 de agosto.

 Espera. O PSB convidou o ex-ministro Joaquim Barbosa para disputar a eleição presidencial pelo partido. Se ele topar e a ideia de candidatura única vingar, terá que entrar na disputa.
Em um ambiente de raiva com os políticos, ou com o chamado “establishment”, a expectativa de que nomes fora do meio possam surgir para o pleito eleitoral desse ano é bastante grande. Apresentadores, juristas, empresários. Muitos nomes já foram cogitados para serem o “nome de fora” e movimentarem o ambiente político para 2018. Após a aparição de Luciano Huck no “Domingão do Faustão”, as apostas para o nome dele aumentaram – e o apresentador negou novamente a candidatura. Enquanto Huck volta aos holofotes, um outro nome (mais discreto) vem ganhando especial menção dos analistas políticos como o nome de fora da política, conforme foi destacado durante o Guia Onde Investir 2018, que trouxe perspectivas para o ano que se inicia. Trata-se do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, que ganhou especial destaque por sua atuação no mensalão. Ele foi convidado a se candidatar pelo PSB e a expectativa é de que ele diga se vai aceitar ou não ainda em janeiro.
Está chegando a hora da verdade, com a definição dos candidatos à Presidência da República diante da inexorabilidade da impugnação de Lula da Silva, que é apenas uma questão de tempo. Para muitos pretendentes, mais do que nunca é importante ter espaço na televisão, porque a maior parte do tempo estará reservada para PT, PMDB e PSDB, e isso faz com que os candidatos lutem desesperadamente por coalizões, caso contrário podem ter o mesmo espaço destinado ao célebre deputado federal Enéas Carneiro, criador do Prona, ou até menos, como é o caso de Jair Bolsonaro e Marina Silva, que estão em segundo e terceiro lugares em todas as pesquisas.
ago 18
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