O presidente Michel Temer (PMDB) recebeu o senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG) no Palácio do Jaburu, residência oficial, na manhã desta quarta-feira, 22. Segundo interlocutores do presidente, ele fez um apelo pela reforma da previdência e pediu apoio do tucano na reunião do PSDB marcada para esta quarta, que discute apoio à reforma da Previdência e o desembarque do governo Temer. O compromisso com Aécio não consta na agenda oficial até o momento.

Temer se encontra ainda nesta manhã, já no Palácio do Planalto, com o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Conforme mostrou o Estado hoje, o anunciado desembarque do PSDB do governo Michel Temer após a convenção que o partido realizará no dia 9 de dezembro não vai abranger os tucanos em cargos de segundo e terceiro escalões.

Interlocutores diretos do presidente descartaram veementemente uma possível saída de Parente. Segundo auxiliares de Temer, não há “nenhum horizonte” de troca no comando da estatal. Fontes do Planalto destacaram ainda que a escolha de Parente para o cargo não é fruto de nenhuma composição partidária e que ele foi escolhido por questões técnicas.

 O Estado de S.Paulo.

26
out

Repercutindo

Postado às 9:21 Hs

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Com apenas 12 votos a menos em relação à votação anterior, o presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu, ontem, mais uma vitória política no Congresso, ao rejeitar por 251 a 233 votos o segundo pedido feito pelo Supremo Tribunal Federal para investigá-lo. Quanto aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), que também constavam no processo arquivado, o STF deve definir em que momento o Judiciário poderá analisar a denúncia contra eles. Em tese, a denúncia poderia retomar o andamento no Judiciário assim que os dois deixassem os cargos de ministro, seguindo o mesmo entendimento aplicado para o presidente da República, segundo o qual o processo ficará suspenso enquanto Temer estiver no mandato. Mas, no Supremo, interlocutores do relator do caso, ministro Edson Fachin, afirmam que ele ainda não formulou uma posição sobre o tema, pois aguardava a decisão da Câmara.

O presidente Michel Temer (PMDB) teve alta e deixará ainda esta noite o Hospital do Exército, para onde foi no final da manhã desta quarta-feira – ele passou por uma cistoscopia, para tratar uma obstrução urinária. Segundo o Palácio do Planalto, o presidente passa bem e descansa. A previsão é que ele saia do local por volta das 20h.

Temer estava no gabinete, com os militares que fazem sua assessoria pessoal, quando começou a sentir dores abdominais. Segundo a assessoria do presidente, ele já estava com dificuldades para urinar e foi caminhando até o serviço médico do Palácio do Planalto para averiguar o problema. Examinado pelo médico de plantão, o presidente foi aconselhado a fazer exames mais aprofundados para comprovar um possível quadro de obstrução na uretra.

Segundo o Palácio do Planalto, ele deve ir para o Palácio do Jaburu, residência oficial do presidente. Durante o dia, chegou a ser cogitada a sua transferência para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que ficou de prontidão. O problema de saúde ocorreu no momento em que a Câmara dos Deputados discutia se autorizava ou não o envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) da denúncia contra ele por organização criminosa e obstrução de Justiça, feita pela Procuradoria-Geral da República.

Veja

Uma planilha apreendida na sede da empresa JBS, em São Paulo, registra a existência de uma conta-corrente aberta especialmente para abastecer políticos e partidos. Um total de 64 nomes aparece nas movimentações financeiras detalhadas no documento, entre elas o nome Temer, supostamente referindo-se ao presidente Michel Temer (PMDB). Chama a atenção o nível de detalhamento da planilha, encontrada pela Polícia Federal dentro de uma pasta no gabinete de Wesley Batista – um dos proprietários da empresa – no dia 11 de maio de 2017. A apreensão foi feita no âmbito da Operação Maquinários, coordenada pela Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul. ÉPOCA teve acesso à íntegra do documento sigiloso.
18
out

Coordenação de Temer

Postado às 13:35 Hs

A operação que salvou Aécio Neves no Senado, ontem, foi coordenada pessoalmente pelo presidente Michel Temer (PMDB). Desde a semana passada, Temer havia entrado em campo para garantir que Aécio não fosse afastado do mandato. A interlocução de Temer foi com os comandos dos PMDB e do PSDB, além de pedir ajuda ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Michel Temer pediu por Aécio Neves a Eunício durante conversa na noite da última segunda-feira. Temer procurou o presidente do Senado na véspera da votação. Eunício, oficialmente, negou que Aécio tenha sido assunto da conversa. Mas fontes relataram que o caso do senador tucano foi um dos temas da conversa.

12
out

De coração enxuto ?

Postado às 14:31 Hs

A Secretaria de Comunicação da Presidência negou que o presidente Michel Temer (PMDB) esteja com um cateterismo agendando para depois da provável e esperada derrubada da denúncia.

Segundo informações da TV Globo, o presidente teria marcado o procedimento. De acordo com o Planalto, o presidente, que completou 77 anos no mês passado, “goza de perfeita saúde” e “não tem nenhuma cirurgia marcada” até o momento.

No fim do mês passado, Temer fez exames no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Interlocutores do presidente reiteraram que os exames foram “tranquilos” e sem nenhum problema. Após o noticiário sobre o suposto cateterismo vir a público, segundo auxiliares, o diretor-geral do centro de cardiologia do Instituto do Coração (Incor) e do Hospital Sírio-Libanês e cardiologista do presidente, Roberto Kalil Filho, o telefonou para minimizar os efeitos da notícia.

O PSDB não deve concentrar as preocupações do Palácio do Planalto durante a tramitação da segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer (PMDB) e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Durante reunião com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, na manhã desta quarta-feira, uma ala da bancada do PSD na Câmara demonstrou insatisfação com Temer e indicou que pode votar pela admissibilidade da denúncia por obstrução de Justiça e organização criminosa contra o presidente.

O líder do PSD na Casa, deputado Marcos Montes (MG), voltará a se reunir com Kassab hoje à tarde para fazer um balanço sobre a reunião matinal.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (28) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

Ótimo/bom: 3%
Regular: 16%
Ruim/péssimo: 77%
Não sabe/não respondeu: 3%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 15 e 20 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

O ministro Luis Barroso, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer (PMDB). A investigação mira o Decreto dos Portos que teria favorecido uma empresa do setor.

A necessidade de uma investigação contra Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) foi inicialmente apontada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em junho, quando a Ministério Público Federal enviou à Corte máxima a denúncia contra o presidente por corrupção passiva. Em agosto, em manifestação enviada ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, insistiu na abertura de um novo inquérito, segundo informações da Agência Estado.

Na época, Janot apontou a necessidade de apurar possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. Segundo a PGR, durante as investigações relacionadas ao caso da JBS foram identificados “outros fatos penalmente relevantes, os quais merecem ser devidamente apurados em inquérito próprio”.

 O advogado do presidente Michel Temer (PMDB), Antonio Claudio Mariz de Oliveira, afirmou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, perdeu a credibilidade para apresentar uma nova denúncia contra o peemedebista. Mariz de Oliveira afirmou que encaminhará nesta terça-feira um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso ao conteúdo do áudio que pode anular a delação da JBS.

“Seria de muito boa cautela, até para manter incólume a imagem do Ministério Público, que o procurador-geral da República passasse essa fase de transição e deixasse para que a nova chefia da procuradoria decidisse, se deveria ou não, oferecer uma nova denúncia. O atual procurador perdeu credibilidade para denunciar o presidente. Ele terá que ter agora a cautela que não apresentou na primeira vez”, afirmou o advogado.

 Via Veja

 

 

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (1º) que a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva “estará resolvida” na tarde de quarta-feira (2). “Acho que amanhã será votado e, com a votação, isso gera uma tranquilidade para a sociedade de que esse assunto estará resolvido na parte da tarde de amanhã”, disse.

Maia se reuniu, na residência oficial da Câmara, com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e com demais parlamentares. Em entrevista após o encontro, ele disse estar confiante de que os deputados marcarão presença na sessão destinada a votar a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer, marcada para quarta.

“Vai dar quórum, a gente vai votar. É nossa obrigação. Não pode ter um presidente denunciado e o parlamento não deliberar sobre isso. Independentemente da posição de cada um, é importante que a Câmara delibere”, afirmou.

Partidos da oposição, preocupados com uma possível vitória de Temer, avaliam não marcar presença em plenário. A mesma estratégia passou a ser estudada pelos governistas, o que pode inviabilizar a votação, que exige pelo menos 342 deputados registrados em plenário.

Denúncia

As acusações do Ministério Público contra Temer têm como base a delação premiada dos executivos da J&F, controladora da JBS. Por se tratar do presidente da República, o Supremo Tribunal Federal (STF) só poderá analisar a denúncia se receber autorização da Câmara. Cabe aos deputados, no plenário da Casa, a palavra final sobre autorizar ou não a continuidade do processo no Poder Judiciário.

Para que a denúncia seja autorizada, ao menos 342 deputados terão que votar contra o parecer aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do relator Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que recomenda a rejeição da denúncia. Na terça (1º), está prevista a leitura do parecer de Abi-Ackel no plenário da Câmara. O procedimento faz parte da tramitação na Casa e permitirá que a matéria entre na pauta de votação na quarta-feira.

Fonte: G1

28
jul

Agosto em movimento

Postado às 14:50 Hs

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Movimentos sociais preparam manifestações para acompanhar votação de denúncia contra Temer. Os movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular organizam, para a próxima quarta-feira (2), um protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) em frente ao Congresso. O ato será realizado no dia em que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o peemedebista, por corrupção passiva, será analisada no plenário da Câmara, em votação aberta, nominal e transmitida ao vivo por canais de comunicação. Anunciada com o objetivo de acompanhar a deliberação dos deputados, a iniciativa servirá para protestar também contra as reformas da Previdência e trabalhista – no caso da reforma trabalhista, já transformada em lei
17
jul

Troca troca

Postado às 10:21 Hs

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Michel Temer trocará ministros para se vingar de partidos infiéis. O presidente Michel Temer (PMDB) pretende se vingar dos partidos da base aliada que deram votos contra ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na última quinta-feira. De acordo com relatos de interlocutores do presidente, o peemedebista pretende fazer uma reforma ministerial para desalojar cinco ministros pertencentes a PSDB e PSB, principalmente.
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O presidente Michel Temer (PMDB) prepara uma reforma ministerial a fim de desalojar da Esplanada partidos que tenham “traído” o governo, trocando o espaço daqueles que tiveram deputados votando a favor da autorização para que o STF julgue a denúncia contra o peemedebista por representantes de bancadas com expressiva votação por rejeitar a acusação criminal, apurou a Reuters com duas fontes envolvidas diretamente nas negociações. A intenção, segundo um dirigente partidário que participou das conversas, é que a participação dos partidos no governo reflita os resultados das votações na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário da Câmara. Apesar da traição de partidos da base, o governo conseguiu uma expressiva vitória ao rejeitar o parecer do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que recomendava a autorização para o Supremo Tribunal Federal julgar a denúncia, por 40 votos a 25, com uma abstenção. A promessa de maior espaço na Esplanada fez parte das negociações das últimas semanas entre os partidos da base com interlocutores do presidente. A iniciativa estimulou até as direções e lideranças partidárias a fecharem questão, nos últimos dias, em favor da rejeição da denúncia.
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Após sessão de mais de 14 horas ontem (12), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) retomou, na manhã desta quinta-feira (13), o debate sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB). A sessão começou pouco depois das 9h da manhã. Para tentar salvar Temer, a Executiva do PMDB se reuniu na manhã de ontem e decidiu fechar questão para votar contra a denúncia. O presidente da legenda, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que os dissidentes serão punidos. Um dos principais aliados do governo, o PSDB ameaça desembarque há pelo menos um mês. Agora, dos 7 tucanos na comissão, especula-se que apenas um vai votar para rejeitar a denúncia. Quatro partidos já declararam apoio ao presidente peemedebista denunciado por corrupção passiva junto com o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), indicou nesta quarta-feira (12) que está disposto a negociar ajustes que o presidente Michel Temer (PMDB) prometeu fazer na reforma trabalhista aprovada pelo Senado na terça-feira (11). O presidente pretende sancionar o projeto de lei aprovado pelo Congresso nesta quinta (13), em cerimônia no Palácio do Planalto, e promete apresentar no mesmo dia uma minuto da medida provisória que pretende editar com alterações na nova lei. A apresentação da medida provisória foi um compromisso assumido pelo presidente com os senadores para acelerar a aprovação da reforma, o que garantiu a aprovação do projeto pelo Senado sem alterações que fariam a proposta ser devolvida à Câmara.
10
jul

Repercutindo…

Postado às 8:11 Hs

Rodrigo Maia não é o fim da crise. Em 15 dias, o Brasil pode ter o terceiro presidente de um mandato de quatro anos, mas a substituição de Michel Temer (PMDB) pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o primeiro na linha sucessória, está longe de representar o fim da crise. A queda de Temer apenas atenua o grave momento político que o País atravessa. Da mesma forma que o atual presidente, Maia também está sendo investigado por abuso de poder econômico, Lava Jato e uso do caixa dois. Os holofotes ainda não estão direcionados a ele porque o alvo é Temer. Maia só vira a bola da vez quando assumir, provisoriamente por 180 dias, período que Temer ficará afastado para fazer a sua defesa, caso a Câmara dos Deputados aprove o pedido de investigação feito pelo Supremo Tribunal Federal. Como Temer, Maia tem um grande lastro de apoio na Câmara. Numa eleição indireta, é imbatível, porque conta com os votos do baixo clero, a maioria silenciosa da Casa.
06
jul

Repercutindo

Postado às 11:56 Hs

A defesa de Temer

O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que representa o presidente Michel Temer (PMDB) na defesa do processo em que o STF pede autorização da Câmara para investigar o chefe da Nação, entregou o documento de defesa do à Câmara no final da tarde de ontem. A Casa vai decidir se aceita a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer e seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) por corrupção passiva.

No documento de defesa, Mariz ataca inicialmente o “açodamento” dos investigadores. “Foi aberto um inquérito sem sequer haver verificação da gravação (da conversa de Joesley com o presidente). Pediram inquérito e o ministro (Edson Fachin, relator do caso no STF) foi logo deferindo. Houve açodamento tanto do Ministério Público como do ministro que, sem maiores verificações, e monocraticamente, autorizou a investigação”, questionou o advogado.

Para acrescentar: “Mostramos a inexistência de provas de corrupção passiva. A prova toda é baseada em gravação ilícita e contaminou todos os demais elementos. Mesmo que assim não fosse, considerando-se como correta, como em ordem a gravação, mesmo assim, não encontra nenhum elemento que comprometa o presidente da República”.

Em português claro, o advogado diz que não há nenhum indício na gravação da conversa do presidente (com Joesley Batista, da JBS) que mostra que o presidente cometeu o crime de corrupção passiva. Ele disse que aguardará com “serenidade” a decisão da Câmara e acredita que a denúncia não terá prosseguimento porque, em sua opinião, “prevalecerá o discernimento, o senso de justiça e o patriotismo” dos deputados.

A denúncia está na CCJ da Câmara. Cabe ao relator, deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), formular um parecer recomendando a aprovação ou rejeição da denúncia. O parlamentar já disse que com ele “não tem pressão”. Independentemente do resultado na comissão, o relatório de Zveiter será submetido à votação em plenário e somente seguirá para o STF se pelo menos 342 parlamentares votarem a favor do prosseguimento da denúncia.

Blog do Magno

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