A direção do PMDB retomou um processo interno para mudar o nome da legenda para MDB (Movimento Democrático Brasileiro), abandonando a denominação de “partido” e retomando a sigla usada durante a ditadura militar.

A cúpula peemedebista se reúne na manhã desta quarta-feira (16) para discutir a convocação de uma convenção partidária para aprovar a mudança. O objetivo é concretizar a alteração até o fim de setembro, segundo dirigentes.

 

A proposta de alteração do nome do PMDB foi avalizada pelo presidente Michel Temer. A decisão faz parte de uma tentativa do comando do partido de amenizar os desgastes sofridos pela legenda com a Lava Jato e com o envolvimento de seus principais integrantes em escândalos de corrupção.

Fonte: Folha de São Paulo

15
ago

Rombo

Postado às 19:17 Hs

Temer define nova meta de rombo fiscal e anúncio será feito nesta quarta (16)

O presidente Michel Temer bateu o martelo quanto à nova meta de rombo fiscal. O valor foi fixado mesmo em R$ 159 bilhões de déficit para 2017 e 2018. O anúncio será feito pelo governo na próxima quarta (16), acompanhado por medidas de arrocho fiscal.

Com a mudança, o buraco nas contas da União será R$ 20 bilhões maior do que o previsto inicialmente para este ano (R$ 139 bilhões).  Em 2018, o déficit aumentou em 30 bilhões na comparação com o previsto inicialmente (R$ 129 bilhões).

12
ago

Em boa hora…

Postado às 12:57 Hs

Governo quer acabar com auxílio-reclusão para presos

O governo de Michel Temer estuda acabar com o auxílio-reclusão, que é concedido às famílias de presidiários que contribuem para o INSS. A medida gerará uma economia de R$ 600 milhões em 2018, segundo cálculos do Ministério da Fazenda, qual a Coluna teve acesso.

A proposta ainda está em fase de estudo pelo governo, mas é defendida por ministros pela economia gerada em um momento de crise como o que o País está passando. “Não é pra fazer caixa. Isso é um absurdo. Na situação que o país está? Benefício para preso?”, diz um ministro.

A proposta de modificação no benefício será encaminhada pelo governo por meio de uma PEC, que precisa ser aprovada pelo Congresso.

Deputados do Centrão mandaram avisar ao presidente Michel Temer que não irão votar a reforma da Previdência Social, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews. Líderes dos três principais partidos do centrão – PP, PR e PSD – afirmam que não há condições de aprovar a reforma, ainda mais depois do desgaste de terem votado contra o prosseguimento da denúncia contra Temer. Ainda mais em véspera de ano eleitoral. “Reforma da Previdência se vota no início de mandato. Em final de mantado, é muito perigoso colocarmos uma matéria dessa, ainda mais no momento em que estamos vivendo na Câmara dos Deputados”, disse o líder do PR, José Rocha (BA).O Centrão quer deixar claro ao governo a insatisfação com o espaço político dado a partidos que não votaram majoritariamente a favor de Temer: PSDB e PSB.
17220192
Após ganhar uma sobrevida política com o apoio da Câmara, o presidente Michel Temer retomou pessoalmente, hoje, em um evento da indústria de veículos automotores em São Paulo, a campanha pública pela aprovação da reforma da Previdência Social. Em discurso na cerimônia de abertura do 27º Congresso & ExpoFenabrave – considerado o maior evento da América Latina e o segundo maior do mundo no setor da distribuição de veículos automotores –, o presidente da República afirmou que aprovar a reforma da Previdência neste momento é uma maneira de assegurar que haverá aposentadorias sociais no futuro. “Fazer a Previdência reformada hoje é ter Previdência para o futuro. É prever o futuro. Esta é a ideia da Previdência. Ou seja, em um país em que este ano o déficit previdenciário é de R$ 184 bilhões e, no ano que vem, de R$ 205 bilhões, se nós não fizermos essa reforma, será dificílimo enfrentar os próximos anos”, ressaltou Temer no evento organizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). “Ano chegará em que só será possível pagar servidor público e pagar as pensões previdenciárias. E nada mais do que isso”, complementou.
17219101
Em meio ao racha no PSDB quanto ao papel do partido no governo Michel Temer, o presidente elogiou o que considera ser uma visão “nacional” e “conciliadora” do prefeito paulistano, João Doria (PSDB). “Saio daqui mais animado ainda porque vejo aqui um parceiro, um companheiro, alguém que compreende como ninguém os problemas do país”, disse Temer em discurso nesta segunda-feira (7), em evento na Prefeitura de São Paulo. Cotado para disputar o Planalto em 2018, Doria voltou a dizer que a permanência de Temer na Presidência é positiva para a economia.
janot-que-deixa-a-pgr-mes-que-vem-pode-transformar-denuncias-contra-teme_AWAdXZc
Após a vitória do presidente Michel Temer na Câmara de Deputados, na última quarta-feira (2), com a rejeição da denúncia de corrupção passiva, cresce a expectativa pelos próximos passos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que prepara nova denúncia contra o presidente. No mês passado, Janot afirmou que seguiria no mesmo ritmo de trabalho até o fim do seu mandato, mês que vem. E avisou: “Enquanto houver bambu, lá vai flecha”, numa alusão a novas denúncias. Com as delações do ex-deputado Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro em estágio adiantado, no mesmo passo em que o tempo está se esgotando para Janot, aumentam as possibilidades de mais acusações. Na última sexta-feira (4), veio à tona a notícia de que relatório da Polícia Federal continha a transcrição de um diálogo de 2012 em que os então deputados federais Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) tratariam do recebimento de propina do empresário Joesley Batista, da JBS. Na troca de mensagens, é citado o nome de Michel Temer, então vice-presidente, como envolvido na negociação. O relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, já recebeu o relatório.
21026171
Apesar do tom otimista em falas ministeriais, é baixa hoje a chance de aprovação do relatório da reforma da Previdência na Câmara sem que haja modificações. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, quer aprovar essa reforma até outubro. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende colocar o tema em votação no início de setembro. O governo está muito interessado na reforma da Previdência para tentar controlar o crescimento dos gastos públicos. Articuladores políticos falam em mudar o discurso de venda da reforma. Foi enfatizado o aspecto fiscal, deixando em segundo plano questões de justiça social e de igualdade de regras. Acontece que o governo já fez concessões para beneficiar a elite do funcionalismo público. Aquela reforma que igualava regras se perdeu. Os deputados estão mais preocupados em votar um fundo eleitoral entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões para financiar as campanhas no ano que vem.

O centrão deu prazo até segunda-feira (7) para que Michel Temer informe qual o tratamento dispensará a partidos que se dividiram na votação de sua denúncia. Miram ministérios destinados não só ao PSDB, mas também ao PV (Meio Ambiente) e ao PPS (Defesa). Dizem que o comportamento do Planalto agora vai sinalizar se “vale a pena, ou se tanto faz ser leal” e ressaltam que as infidelidades não se deram em uma votação qualquer, mas na que valia a cabeça do presidente.

Dirigentes de siglas desse grupo dizem que não são os únicos a se sentirem “injustiçados” e que o PMDB, partido de Temer, também não foi contemplado com espaços no governo como merece.

Dirigentes do centrão afirmam que é “irracional” deixar os tucanos com a articulação política e mais três ministérios, sendo que a ala do PSDB que apoia o governo só conseguiu 22 votos contra a denúncia de Temer na Câmara. Indagam se o governo acha razoável destinar “um ministério para cada cinco deputados”.

Via Painel

04
ago

Enxotando

Postado às 22:41 Hs

20459423
Governo Temer exonera aliados de deputados dissidentes do PSDB e PR. O governo exonerou aliados de deputados dissidentes da base aliada que ocupavam cargos na administração federal. As demissões até agora envolvem apadrinhados de parlamentares do PSDB e do Centrão, grupo integrado por PP, PSD, PR e PTB, e fazem parte da retaliação do Palácio do Planalto aos que declararam voto a favor do prosseguimento da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer. As exonerações começaram no mesmo dia da votação da denúncia contra Temer no plenário da Câmara, na última quarta-feira, 2. Naquele dia, o governo exonerou Thiago Maranhão Pereira Diniz Serrano do cargo de superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) da Paraíba.

No noticiário imediato sobre a rejeição do processo contra “o presidente mais odiado do Brasil”, “Washington Post”, “New York Times” e outros observaram o contraste das ruas, antes cheias contra Dilma Rousseff. Agora, no dizer da “Economist”, “a apatia é um aliado” para Michel Temer.

Num segundo momento, jornais como “Financial Times”, “Wall Street Journal” e o francês “Les Échos” se voltaram para os efeitos econômicos da votação.

Entre os enunciados, “Crescem as esperanças de reforma após Temer vencer votação sobre corrupção” e “Líder brasileiro enfrenta novo teste depois de sobreviver à votação sobre corrupção: passar sua agenda”.

Para um analista ouvido, “ele sai fortalecido”, mas não há garantia para as próximas votações, caso da impopular reforma previdenciária. Para outro, os “instrumentos” que usou desta vez, como a distribuição de cargos e recursos públicos, “se desgastam com o tempo”.

LULA?

Para o jornal alemão “Die Welt”, traduzido pela Deutsche Welle, “Temer continuará sendo o homem forte do Brasil até o fim de seu mandato, um duro golpe para a democracia na nação sul-americana”.

Mas “um outro pode sair ganhando com essa situação”, Lula. É o próprio título do texto, “Condenado na Justiça — E o novo, velho presidente do Brasil?”. O ex-presidente “agora tem tempo para se defender e enfraquecer as acusações”.

DILMA VS. TEMER

Para o também alemão “Der Tagesspiegel”, “o que os deputados brasileiros ofereceram foi, mais uma vez, um espetáculo indigno”, sublinhando que “há semanas Temer e seus seguidores os assediam” com cargos e verbas.

Citou, de um observador não nomeado, que, “se Dilma Rousseff tivesse somente a metade da sede de poder e da degeneração moral de Michel Temer, ela ainda estaria no poder”.

INDIFERENÇA

O francês “Le Monde”, sob o título “O presidente do Brasil escapa em meio a indiferença quase geral”, avalia que Temer foi “beneficiado pelo vácuo político”, porque seria substituído por Rodrigo Maia, “seu duplo”, que representaria pouca ou nenhuma mudança.

Fonte: Folha de São Paulo

PADILHA-TEMER-E-MOREIRA-FRANCO
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) sejam incluídos no rol de investigados de um inquérito já instaurado contra membros do PMDB na Câmara dos Deputados no âmbito da Operação Lava Jato. Janot afirma que a organização criminosa investigada a partir da delação da JBS é apenas um “desdobramento” da que já era investigada no inquérito que engloba 15 parlamentares, ex-parlamentares e assessores do PMDB. A reportagem procurou as assessorias da Presidência da República, de Padilha e Moreira Franco para se manifestarem sobre o pedido de Janot e ainda aguarda resposta. No caso de Temer, que já era alvo de inquérito no STF sob a suspeita de participação em organização criminosa, Janot esclareceu que “não se trata de uma nova investigação contra o presidente da República

493 deputados votaram no Plenário da Câmara Federal na noite de hoje. 263 parlamentares foram contra a denúncia direcionada ao presidente Michel Temer e 227 a favor da investigação. 19 deputados faltaram a votação e dois se abstiveram do pleito.

O presidente Michel Temer afirmou, há pouco, em pronunciamento no Palácio do Planalto, que a rejeição da denúncia pela Câmara dos Deputados é uma “conquista do estado democrático”. A denúncia foi rejeitada por 263 votos a 227 (houve duas abstenções e 19 ausências).

“Quero fazer um breve pronunciamento no dia em que a Câmara dos Deputados, que representa o povo brasileiro, manifestou-se de forma clara e incontestável. A decisão soberana do parlamento não é uma vitória pessoal de quem quer que seja, mas é uma conquista do estado democrático, da força das instituições e da própria Constituição”, afirmou o presidente. Em seguida, Temer afirmou querer construir um Brasil “melhor, pacificado, justo, sem ódio ou rancor”. “Nosso destino é ser um grande país. É preciso acabar com os muros que nos separam”, acrescentou.

Temer foi denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal pelo crime de corrupção passiva, com base nas delações de executivos da J&F, grupo que controla a JBS. O STF só poderia analisar a denúncia, contudo, se a Câmara autorizasse. Como a maioria dos deputados decidiu barrar o prosseguimento do processo, a acusação do Ministério Público contra Temer ficará parada na Corte até o fim do mandato de Temer, em 31 de dezembro de 2018.

Temer assistiu à votação na Câmara pela TV, no gabinete dele no Palácio do Planalto. Conforme a agenda divulgada pela assessoria da Presidência, Temer teve audiências durante o dia com seis ministros, dois governadores e 21 deputados. Em meio a essas reuniões, o presidente também se encontrou com o advogado dele, Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, o marqueteiro Elsinho Mouco e o cientista político Murillo Aragão.

À noite, enquanto a votação na Câmara caminhava para o encerramento, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Henrique Meirelles (Fazenda), Torquato Jardim (Justiça), Sergio Etchegoyen (GSI), Raul Jungmann (Defesa) e Blairo Maggi (Agricultura) se dirigiram ao gabinete de Temer.

Fonte: G1

paixao
O plenário da Câmara rejeitou há pouco o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para autorizar a análise de denúncia criminal contra o presidente Michel Temer, por corrupção passiva, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Antes mesmo do encerramento da votação, os parlamentares da base aliada já comemoravam o resultado assim que foram alcançados 159 votos contrários ao prosseguimento das investigações. Considerando-se o número de parlamentares que registraram presença, a oposição e os dissidentes do governo não têm condições de alcançar os 342 votos necessários para a continuidade da análise da denúncia no STF, como determinam a Constituição e o Regimento Interno da Câmara. Contabilizados todas as presenças, abstenções e ausências, não há mais possibilidade de a oposição alcançar o número mínimo suficiente para autorizar a consecução da denúncia. Réus, condenados e investigados na Lava Jato viram juízes na votação da denúncia contra Temer. Com o placar, o pedido da PGR à Câmara para autorizar a análise da denúncia criminal contra Temer no Supremo Tribunal Federal (STF) foi rejeitado. Primeiro presidente a ser denunciado por crime comum no exercício do mandato, Temer escapa, por ora, de se tornar o primeiro réu no Planalto, o que o obrigaria a se afastar da Presidência até a conclusão do julgamento.
02
ago

RN dá vitória a Michel Temer

Postado às 8:31 Hs

Temer pode contar com a maioria dos deputados federais do RN.

A Folha de São Paulo procurou todos os oito deputados federais após a Casa receber da Procuradoria-Geral da República a peça em que o presidente Michel Temer é acusado de corrupção.

No placar da denúncia contra Temer na Câmara, apenas três deputados declararam votar a favor: Antônio Jácome (PODEMOS), Rafael Motta (PSB) e Zenaide Maia (PR).

Os parlamentares potiguares: Rogério Marinho (PSDB), Felipe Maia (DEM) e Walter Alves (PMDB), falam que não sabe. Já os deputado, Fábio Faria (PSD) não respondeu á Folha e o deputado Beto Rosado (PP), afirmou que não vai se pronunciar.

Mas saberemos já que o voto é nominal. Sem ter como se esconder da realidade.

cms-image-000548763
O impasse sobre o apoio ao governo Temer pode não deixar apenas sequelas políticas no tucanato. A amizade de Tasso Jereissati, presidente interino da legenda, e Aécio Neves, que se afastou do comando do partido após o escândalo da JBS, está na berlinda. A animosidade entre os dois tucanos migrou do campo político para o pessoal.Já o PP quer exibir o maior índice de fidelidade a Michel Temer. Espera entregar ao governo cerca de 40 dos 47 votos.Enquanto isso, auxiliares do presidente o incentivam a convocar, na quinta-feira (3), rede nacional de rádio e TV para um pronunciamento sobre a votação na Câmara. Com a perspectiva de que Michel Temer saia vitorioso, ao menos uma fala para a internet já está sendo preparada.
Michel Temer foto Beto Barata - PR
Nem 342, nem 51: é de 257 deputados o quórum necessário para simplesmente arquivar a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer. Esta é a mais forte opção do governo para liquidar o caso da PGR. O regimento prevê que, em matéria com quórum qualificado, presentes no plenário metade mais um dos 513 deputados, o presidente da Câmara pode abrir votação para arquivá-la, por ser impossível reunir os 342 votos exigidos pela Constituição.

O Palácio do Planalto quer encerrar já amanhã a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Após passar as últimas semanas dizendo que a responsabilidade pelo quorum seria da oposição, o governo passou a mobilizar os partidos aliados para que coloquem 342 parlamentares em plenário, número necessário para que a a denúncia seja votada. Tanto os aliados do Planalto quanto a oposição sabem não ter hoje ao seu lado esse número de deputados. Por isso, o governo quer apenas que os partidos da base peçam a presença de seus correligionários, mesmo os que votam contra Temer.

A base já planeja apresentar um requerimento para encerrar a discussão tão logo consiga 257 deputados em plenário — mais do que a metade. Para aprovar o requerimento, basta que a maioria dos presentes o aprove. Nesta terça-feira, véspera da provável votação, Temer vai buscar agenda positiva com dois ministros deputados: Ricardo Barros (Saúde) e Mendonça Filho (Educação). O evento, de anúncio de vagas para cursos de medicina, é mais um da maratona de cerimônias nas últimas semanas.

Faltando pouco mais de 24 horas para o começo da sessão, cerca de 40% dos deputados continuam declarando estar indecisos ou não querem divulgar como pretendem votar na enquete feita pelo GLOBO. Ontem à noite, esse grupo somava 203 parlamentares, mais do que os 197 declaradamente favoráveis ao prosseguimento da denúncia e que os 112 contrários.

Fonte:  O Globo.

ago 18
sexta-feira
20 57
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
16 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5618748 VISITAS

Facebook

Twitter

Instagram