Via Blog da Andréia Sadi

O presidente Michel Temer cancelou viagem que faria no começo de janeiro para a Ásia por recomendações médicas. A viagem estava prevista para o período de 5 a 13 de janeiro.

O médico Roberto Kalil Filho, que cuida do presidente, recomendou que Temer só faça viagens longas após o dia 20 de janeiro, segundo auxiliares do presidente. A equipe médica do presidente avaliou que seria muito desgastante a viagem após os últimos procedimentos médicos aos quais o presidente se submeteu.

Já a posse do novo ministro Carlos Marun (PMDB-MS) foi confirmada agora há pouco pelo Planalto para amanhã, em Brasília. A posse do deputado Carlos Marun no cargo de ministro estava marcada para a tarde de hoje, mas foi adiada porque Michel Temer ainda não recebeu alta do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde o presidente se submeteu a procedimento de desobstrução da uretra na tarde de ontem.

Diante da falta de votos para aprovar a reforma da Previdência ainda neste ano, o presidente Michel Temer pretende anunciar, amanhã, que sua meta, junto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), será votar a medida em primeiro turno antes do Carnaval. Em conversa com aliados hoje, Temer avaliou que o ideal seria iniciar os trabalhos do Legislativo em 2018 já votando as mudanças nas regras de aposentadoria do país. O Congresso volta aos trabalhos no início de fevereiro, e o feriado de Carnaval será entre os dias 10 e 14. Ou seja, o governo teria uma semana antes do feriadão, de 5 a 9 de fevereiro, para tentar votar a reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados.
No corpo a corpo pelo convencimento para aprovação da reforma da previdência ainda este ano e ainda longe dos 308 votos necessários, o presidente Michel Temer voltou a defender o tema e aproveitou a cerimônia de posse da diretoria-executiva da CNA para fazer uma cobrança pública a parlamentares que se dizem contra a reforma. No início de sua fala, Temer lembrou uma reunião do Conselhão que fez logo que assumiu a presidência e citou uma fala do publicitário Nizan Guanaes, presente no evento, de que ele deveria aproveitar a impopularidade para fazer as reformas. “E eu estou aproveitando a impopularidade para fazer o que o Brasil precisa”, disse. Segundo o presidente, não há razões para que os deputados não votem a reforma. “Quando você, deputado, senador, aprova ou desaprova um ato normativo você expõe suas razões”, disse. “Quem vai votar contra a previdência tem que ter uma razão”, completou.
O presidente Michel Temer admitiu que, se o governo não tiver os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras para se aposentar no Brasil ficará para fevereiro. Em almoço oferecido ao presidente da Macedônia Gjorge Ivanov, Temer confirmou que a discussão sobre o texto começará nesta quinta-feira, 14, na Câmara dos Deputados. Segundo ele, o governo vai avaliar até segunda-feira, 18, se tem a quantidade mínima de votos necessários para aprovar a proposta. Caso contrário, as discussões serão encerradas na Câmara e a votação ficará para fevereiro de 2018. “Em outro cenário”, afirmou.

Blog do Camarotti

 

Depois de intensas consultas entre ontem e hoje, a bancada do PMDB decidiu fechar questão em favor da reforma da Previdência. O líder do partido na Câmara, deputado Baleia Rossi, confirmou que já tem maioria entre os deputados da legenda a favor da reforma. Ele fez contatos pessoais e por telefone com os integrantes da bancada nas últimas 24 horas.

“Já temos maioria segura para o fechamento de questão”, disse Rossi. Com isso, o PMDB será o primeiro da base a fechar questão sobre o tema. Por ser o partido do presidente Michel Temer, a avaliação é que a sigla teria mesmo que ser a primeira a fechar questão e assim dar exemplo para outras legendas aliadas seguirem o mesmo caminho.

Baleia Rossi vai falar com o presidente do PMDB, senador Romero Jucá, para convocar a executiva do partido com a finalidade de fechar questão. Com a decisão tomada pelo comando partidário, deputados que votarem contra a orientação podem ser punidos até com uma expulsão da sigla.

04
dez

Enquanto isso…

Postado às 16:37 Hs

Disposto a defender a candidatura de quem “defender o seu legado”, o presidente Michel Temer se reuniu, ontem, com ministros e dirigentes dos partidos aliados, no Palácio da Alvorada, para debater e planejar a estratégia política para unir o chamado “centro” nas eleições de 2018. Até então, dois nomes já surgiram como possíveis candidatos apoiados por Temer, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), ou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Há, também, líderes que que defendem uma campanha de Temer à reeleição, dependendo do cenário.
03
dez

Em Brasília

Postado às 20:03 Hs

 

Reforma da  Previdência: Temer janta com Maia na busca por votos.

O presidente Michel Temer compareceu na noite deste domingo (3) a um jantar com ministros, parlamentares e presidentes de partidos aliados na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). É a segunda conversa à mesa do presidente neste domingo para tratar da reforma. Mais cedo, ele almoçou com ministros, deputados e lideranças de partidos no Palácio da Alvorada.

O objetivo das articulações deste domingo é acertar a estratégia do governo a fim de obter os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência em dois turnos na Câmara. Rodrigo Maia já afirmou que o governo está longe de alcançar essa quantidade de votos. No sábado, Temer afirmou vai fazer “o possível e o impossível” para aprovar a reforma. Segundo ele, até sexta-feira o Planalto vai contabilizar os votos que dispõe a fim de tentar levar a reforma para votação no plenário na próxima semana. Enquanto os políticos chegavam ao jantar oferecido por Maia neste domingo, manifestantes entoavam cânticos e erguiam faixas e cartazes contra a reforma da Previdência.

Temer entrou na residência oficial da Câmara por volta das 19h30. Entre os presentes, estavam os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento) e o secretário de Previdência do governo federal, Marcelo Caetano. Também compareceram ao jantar os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Osmar Terra (Desenvolvimento Social) e Maurício Quintella (Transportes), além de presidentes de partido, como Alberto Goldman (PSDB), Roberto Jefferson (PTB) e o senador José Agripino Maia (DEM).

Fonte: G1

 

 

Via  O Tempo

O Planalto atua nos bastidores para evitar que a convenção do PSDB, marcada para o dia 9 deste mês, seja transformada em palco de ataques ao presidente Michel Temer. Na tentativa de revestir como uma separação amigável o desembarque anunciado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o Planalto espera que dois dos três ministros do PSDB deixem os cargos nos próximos dias, antes do encontro tucano.

A ideia é amenizar o impacto político da convenção, que, dessa forma, não seria um marco do divórcio litigioso. Além disso, os governistas do PSDB lideram um movimento para que o partido feche questão sobre o apoio à reforma da Previdência, obrigando seus deputados a votar a favor da proposta.

NA COTA DE TEMER – Dos três ministros do PSDB, apenas o titular das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, permanecerá no governo, na “cota pessoal” de Temer. O chefe da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, deve ser substituído pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS), e Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, também vai entregar o cargo.

A “ala Jaburu” do PSDB, que frequenta a residência oficial de Temer, articula uma estratégia para que a convenção se concentre apenas na eleição de Alckmin como presidente do partido. “Colocar esse tema de rompimento agora na pauta é amesquinhar o PSDB”, disse Aloysio Nunes.

Temer está negociando com Alckmin o roteiro da “saída negociada” do PSDB. Na prática, os governistas tucanos fazem de tudo para que o partido não queime pontes com o Planalto e avaliam que Alckmin, pré-candidato à Presidência, só se viabilizará se tiver o apoio e o tempo de TV do PMDB na campanha.

CENTRO-DIREITA – Temer está à procura de um concorrente para defender seu legado em 2018 e quer reunir os aliados em uma frente de centro-direita.

Para o presidente interino do PSDB, Alberto Goldman, não há razão para que o partido aprove o desembarque oficial no dia 9: “Não coloquei na pauta da convenção esse debate”. A expectativa, porém, é que Alckmin use o encontro para reafirmar sua posição pelo fim do casamento com o PMDB.

Assim como o presidente Michel Temer, seguindo o conselho do publicitário Nizan Guanaes, está aproveitando sua vasta impopularidade para tentar aprovar reformas como a da Previdência, também veremos na próxima campanha presidencial candidatos teoricamente sem chances de vitória, como o economista João Amoedo do Partido Novo, fazendo discursos contramajoritários no sentido de enfrentar a opinião pública aparelhada. Há uma vasta literatura na ciência política que mostra que candidatos não defendem reformas que representem um prejuízo, pelo menos aparente, aos potenciais eleitores, mesmo que saibam, como hoje, que uma reforma como a da Previdência é imprescindível para a reorganização do Estado brasileiro. REELEIÇÃO – O próprio presidente Temer, ou seu ministro da Fazenda Henrique Meirelles, são exemplos contrários a essa tese. Temer aposta no efeito benéfico das reformas na economia para tentar se reeleger, na esperança de que a percepção do eleitorado em relação a seu governo se altere pelos efeitos da melhoria econômica no cotidiano do cidadão comum. Se não der para reverter a impopularidade e a má imagem pessoal – 86% o consideram corrupto, segundo a mais recente pesquisa do Ibope

‘Conte conosco, a boa política é buscar entendimento’, diz Alckmin a Temer em inauguração de casas.

Declaração ocorre quando governo tenta obter votos do PSDB para aprovar reforma da Previdência no Congresso; no próximo dia 9, Alckmin deve assumir comando do partido.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin(PSDB), participou neste sábado de inauguração de moradias ao lado do presidente Michel Temer em Limeira (SP). No discurso, enalteceu a parceria com o governo federal na obra, dentro do programa Minha Casa Minha Vida. “Quero dizer ao presidente Temer que conte conosco, a boa política é buscar entendimento, entendimento para resolver os problemas do Brasil e melhorar a vida das pessoas”, disse o governador, pouco depois de trocar palavras com Temer no palanque.

A declaração ocorre no momento em que o PSDB discute a permanência na base do governo federal, principalmente para juntar votos em favor da reforma da Previdência no Congresso. Uma eventual aliança entre PSDB e PMDB na disputa presidencial de 2018, com Alckmin como candidato ao Planalto, também está em análise. No próximo dia 9, o paulista deve assumir o comando do partido, durante convenção nacional.

Na última quarta-feira (29), o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o “PSDB não está mais na base do governo”. Padilha destacou que Alckmin só teria o apoio do PMDB na corrida eleitoral caso defendesse a gestão de Temer. No dia seguinte, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, do PSDB, disse que o partido não rompeu com governo.

Fonte: G1

A expectativa no governo federal é de que a melhora lenta da atividade econômica – incluindo os indicadores de crescimento, renda e emprego – se transforme em um ativo eleitoral para impulsionar um candidato governista na disputa presidencial do próximo ano. Porém, a mais recente pesquisa do Ibope traz más notícias para Temer: mais de 80% da população considera que o governo brasileiro é corrupto, está no rumo errado e não respeita a vontade dos cidadãos. A pergunta específica sobre a economia em 2018 revela que 28% dos brasileiros preveem mais dificuldades em 2018, e que quase metade (48%) prevê que nada mudará em relação a este ano. “Apesar de a economia dar sinais de melhora, ela ainda não está sendo percebida pela população, por isso a expectativa em relação ao próximo ano é a pior da série histórica medida desde 2010”, disse Márcia Cavallari, diretora executiva do Ibope.
O presidente Michel Temer vai reunir ministros e líderes de partidos neste domingo (3) para fazer um raio-x de quem está do lado do governo na votação da reforma da Previdência na Câmara. O encontro, marcado para a tarde – ainda sem horário definido –, será na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo fontes próximas ao presidente da República, a intenção do governo é votar a reforma na semana do dia 11 de dezembro. Devem participar do encontro os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira; da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marco Pereira; dos Transportes, Maurício Quintella; das Cidades, Alexandre Baldy; e da Casa Civil, Eliseu Padilha. O secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, também participará da reunião, segundo o Palácio do Planalto.
30
nov

Fique Sabendo…

Postado às 18:35 Hs

# Amianto

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 29, proibir uso do amianto do tipo crisotila, material usado na fabricação de telhas e caixas d’água. A decisão dos ministros foi tomada para resolver problemas que surgiram após a decisão da Corte que declarou a inconstitucionalidade de um artigo da Lei Federal 9.055/1995, que permitiu o uso controlado do material.

# Calote

No Brasil, ninguém ganha isenção de impostos ao contratar um plano de saúde. Mesmo assim, os planos (e, indiretamente, os usuários) precisam pagar quando enviam algum paciente para o Sistema Único de Saúde. Por outro lado, é justo que a saúde pública custeie um serviço pelo qual as operadoras já estão cobrando? É essa questão que deve ser decidida pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A corte pode perdoar hoje um “calote” de R$ 5,6 bilhões das operadoras de planos de saúde no SUS. O STF dirá se é constitucional ou não que o sistema público cobre dos planos toda vez que atende um paciente encaminhado pela rede privada.

# Créditos

Foram sancionadas e publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (30) quatro leis que concedem um total de mais de R$ 7,5 bilhões a diversos órgãos do governo. Todos os recursos liberados serão remanejados de outros setores do Orçamento da União. Foi vetada a verba de R$ 300 mil ao Ministério da Saúde. Só a Lei 13.528/2017 (originada do PLN 33/2017) é responsável por abrir crédito de quase R$ 7 bilhões, em favor da Presidência da República e de diversos ministérios. O crédito permitirá, na Presidência da República, a continuidade das ações publicitárias relacionadas à reforma da Previdência Social, do Brasil Eficiente, entre outras.

# Tucanos

Depois de ser rebatido pelo ministro tucano Aloysio Nunes, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que Aloysio pode continuar na Esplanada, como cota pessoal do presidente Michel Temer. Nesta quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores negou que o PSDB tenha saído do governo, ao contrário do que havia dito Padilha na véspera. — O ministro Aloysio pode vir a ser um ministro da cota pessoal do presidente — declarou Padilha após a divergência pública do chanceler tucano. ]Até então, Padilha não citava nomes quando questionado sobre que ministros tucanos seguiriam no governo. Há três: Aloysio, no Itamaraty, Antonio Imbassahy, na Secretaria de Governo, e Luislinda Valois, nos Direitos Humanos.

30
nov

Opinião: Brasília não tem medo da ruína

Postado às 12:45 Hs

Conversar com deputados dá uma sensação de irrealismo agoniado, ainda mais neste clima de últimos dias de paupérie, de começo de fim de governo na pindaíba, em que todo o tempo é consumido por arranjos da eleição, clima de Terça-Feira Gorda, “é hoje só”, de últimos dias da liquidação de votos na bacia dos lobbies. A conversa é sobre reforma da Previdência. O irrealismo é do jornalista, que trabalha em São Paulo e, mesmo depois de décadas neste serviço, ainda não se habituou à ideia de Brasília. Os deputados são de um realismo chão, nu e cru: estão com a maioria dos eleitores, contra a reforma. Dizem que já deram sua cota de sacrifício, por assim dizer: teto de gastos, reforma trabalhista, “injustiças” da Lava Jato. Não tiveram retorno em termos de popularidade, emendas e prebendas. Sim, é simples assim, sempre foi. A leitora, que é perspicaz, sabe. Mas ainda é estranha a atitude impassível quanto ao risco de ruína lenta, segura e gradual, daqui a uns dois anos.
O Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, afirmou, hoje, que o PSDB “não rompeu com o governo” e que decisão final sobre participação do partido na Esplanada dos Ministérios cabe ao presidente Michel Temer. O tucano participou de uma reunião na Executiva do partido, em Brasília. Ao sair, questionado por jornalistas sobre a declaração do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, de que o PSDB é considerado fora da base do governo, respondeu dizendo que a legenda não rompeu e que apoia o programa do governo.
O presidente Michel Temer convocou presidentes e líderes de partidos para um jantar no domingo (3) para discutir a viabilidade de se votar a reforma da Previdência. O encontro acontecerá na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e contará com a participação dos ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Planejamento). Diante do desgaste por defender a proposta, líderes governistas cobraram do presidente que também convocasse para a reunião os ministros da área política. Querem que eles assumam parte do sacrifício e ajudem no convencimento de deputados. Temer quer conversar com os comandos dos partidos para ter uma noção real do número de votos da base aliada.

Via Blog da Andréia Sadi

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, hoje, que está na hora de o PSDB “cair fora” do governo. A razão principal, para o ex-presidente, é a busca de identidade do partido nas eleições de 2018.

“Não precisa de data. Qual a razão principal pela qual para o PSDB é melhor ficar fora do governo? O PSDB quer ter candidato à presidência da República. Então precisa ter autonomia, cara própria. O governo é o governo do PMDB”. O tucano defende a saída dos ministros do PSDB do governo, com exceção do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes. “Assim com o da Defesa, Relações Exteriores é questão de Estado. Não é uma posição política-partidária. Os outros podem perfeitamente, educadamente, falar com o presidente que está na hora de cair fora”, disse.

FHC afirma que a saída do governo não significa que o partido não apoiará as reformas, como a da Previdência. “Não se pode romper com o governo porque precisamos votar as reformas. Mas queremos ganhar espaço de liberdade para definirmos nossa cara no ano que vem”. No final de semana, Michel Temer quer discutir a data da saída do PSDB com Geraldo Alckmin. Para o ex-presidente, o PSDB não precisa de data marcada para desembarcar. “Coisa complicada que pode ser simples”.

27
nov

Michel Temer negocia saída de Imbassahy

Postado às 19:58 Hs

O presidente Michel Temer tenta convencer aliados a aceitarem a troca do ministro Antonio Imbassahy na Secretaria de Governo para depois da votação em primeiro turno da reforma da previdência na Câmara, prevista para o dia 6 de dezembro. Como parte da estratégia para angariar votos a favor da reforma, Temer foi convencido a trocar o tucano. Agora, assessores presidenciais afirmam que o presidente discute o melhor momento para a substituição. A proposta de data já havia sido apresentada na semana passada por integrantes do governo a tucanos e peemedebistas
dez 15
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