19
mar

Reajuste

Postado às 16:56 Hs

A Petrobras informou na última sexta-feira (17) que reajustará os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial vendido em botijões de até 13 kg (GLP P-13) em 9,8 por cento, em média.

O reajuste entra em vigor à zero hora de 21 de março de 2017, segundo nota da estatal. O último reajuste realizado pela Petrobras ocorreu em 1 de setembro de 2015. A correção no valor anunciada não se aplica ao GLP destinado a uso industrial.

A revisão feitas pela Petrobras nas refinarias pode ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o botijão de GLP P-13 pode subir 3,1 por cento ou cerca de 1,76 real por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos, afirmou a Petrobras.

24
fev

Nova redução

Postado às 19:39 Hs

 

Petrobras anuncia nova redução de preços da gasolina e diesel.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (24) redução do preço do diesel em 4,8%, e da gasolina em 5,4%, em média, nas refinarias. Os novos valores começam a ser aplicados a partir deste sábado (25).

De acordo com a empresa, a decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, pela redução no valor dos fretes marítimos e ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

“A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade. Os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021″, informou.

Segundo a empresa, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor.

“Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores. Se o ajuste feito hoje for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 3% ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina 2,3% ou R$ 0,09 por litro, em média”, informou.

Os postos de gasolina repassam ao consumidor os custos de toda a cadeia do combustível. Além da gasolina pura comprada de refinarias, as distribuidoras também compram de usinas produtoras o etanol, que é misturado à gasolina que será vendida ao consumidor, em proporção determinada por legislação.

As distribuidoras, então, vendem a gasolina aos postos, que estabelecem o preço por litro que será cobrado do consumidor.

 

26
jan

Mais baratos

Postado às 19:57 Hs

Petrobras volta a baixar preços da gasolina e diesel nas refinarias

A Petrobras informou nesta quinta-feira (26) que vai baixar novamente o preço dos combustíveis nas refinarias, para que fiquem mais alinhados com os preços no exterior. A gasolina ficará 1,4% mais barata, em média, e o óleo diesel, 5,1%. A mudança é no preço das refinarias, o que significa que o preço final para o consumidor pode não cair, necessariamente, na mesma proporção. A mudança entra em vigor à meia-noite desta sexta-feira.

Se esse reajuste for repassado ao consumidor integralmente, a gasolina pode cair 0,4% ou R$ 0,02 por litro e o diesel pode ficar 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro mais barato, calcula a estatal. A última baixa nos preços para as refinarias havia sido anunciada em 8 de novembro. Porém, em muitos Estados os preços nas bombas subiram em vez de cair. Um dos motivos foi a alta do preço do álcool anidro, adicionado à gasolina e que representa 27% do combustível.

Preços serão revistos ao menos uma vez por mês

A medida faz parte de uma nova política de preços adotada pela direção da empresa no mês passado. Essa política é norteada por dois fatores: o preço do petróleo no mercado internacional (incluindo gastos com transporte e taxas portuárias) e uma margem para lucro, impostos e proteção de riscos, como variações na cotação do dólar.

A empresa diz que não vai cobrar preços abaixo dos praticados no exterior, ou abaixo dos custos. Os preços serão revistos pelo menos uma vez por mês pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras, formado pelo presidente da estatal, Pedro Parente, o diretor de Refino e Gás Natural, Jorge Ramos, e o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Ivan Monteiro.

Fonte: UOL

05
dez

Sem jeito

Postado às 20:53 Hs

Petrobras sobe preço de combustíveis e impacto na gasolina pode chegar a R$ 0,12 por litro

Após cortar os preços dos combustíveis nas refinarias nos últimos dois meses, a Petrobrás anunciou nesta segunda-feira (5) que decidiu aumentar o valor da gasolina e do diesel, conforme sua nova política de preços. A partir desta terça-feira (6), a gasolina sobe 8,1% e o diesel ficará 9,5% mais caro, na média.

O impacto, caso os custos sejam repassados integralmente ao consumidor final, pode resultar em um aumento de R$ 0,12 por litro, no caso da gasolina, e de R$ 0,17 por litro, no caso do diesel. Em nota, a estatal explicou que as variáveis que determinaram a revisão foram o aumento nos preços do petróleo e seus derivados e a recente desvalorização do câmbio.

A decisão foi tomada na tarde desta segunda-feira e é a terceira revisão anunciada pela estatal desde que a companhia anunciou a criação de uma política de preços. Nas duas primeiras revisões, houve queda tanto do valor da gasolina quanto do diesel

“Por outro lado, a participação da Petrobrás no mercado interno de diesel registrou pequenos sinais de recuperação”, diz a nota.

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Nesta segunda-feira (21), o principal índice da bolsa paulista fechou em alta de 1,58%, retomando o patamar de 61 mil pontos. O impulso se deu pelo avanço das ações do Banco do Brasil e da Petrobras, que subiram mais de 6%. O Ibovespa subiu 1,85% a 61.070 pontos, após ter acumulado alta de 1,3% na semana passada. Destaque As ações preferenciais do Banco do Brasil, até o fechamento, lideravam em alta, com valorização de 7%, após a instituição financeira anunciar o plano de reestruturação destinado à redução de custos. A reestruturação de agências e o plano de aposentadoria incentivada anunciados neste domingo (20) pela instituição financeira podem gerar uma economia anual de R$ 3,798 bilhões, caso os 18 mil funcionários habilitados optem por deixar o banco em troca de benefícios.
08
nov

Mais barata…

Postado às 20:30 Hs

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (8) uma nova redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias. A queda do preço do diesel será de 10,4% do e da gasolina, de 3,1%.

 

Veja abaixo a íntegra da nota da Petrobras:

“De acordo com a política de preços anunciada pela Petrobras no dia 14/10/2016, o Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) se reuniu na tarde de hoje e decidiu reduzir o preço do diesel nas refinarias em 10,4% e da gasolina em 3,1%.

A combinação de queda no preço do petróleo e derivados entre o dia 14/10 e hoje, que chega a 12,1%, e a redução da participação da companhia nas vendas ao mercado interno têm impactos sobre o nível de utilização dos ativos da Petrobras, especialmente no refino, sobre os níveis de estoques e também sobre os fluxos de importação e exportação. Essas variáveis justificaram uma correção maior nos preços do diesel que na gasolina.

A metodologia definida pela Petrobras prevê a revisão dos preços cobrados nas refinarias pelo menos uma vez por mês após análise do comitê formado pelo presidente da companhia, o diretor de Refino e Gás Natural e o diretor Financeiro e de Relação com Investidores.

O objetivo é fazer com que a Petrobras possa implementar uma política de preços competitivos que reflita os movimentos do mercado internacional de petróleo em períodos mais curtos.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de petróleo, especialmente distribuidoras e postos de combustíveis. Se o ajuste feito hoje for integralmente repassado, o diesel pode cair 6,6% ou cerca de R$ 0,20 por litro, e a gasolina 1,3% ou R$ 0,05 por litro.

Fonte: G1

01
nov

Gás de cozinha sobe a partir de hoje

Postado às 8:45 Hs

Duas semanas depois de reduzir os preços da gasolina e do diesel nas suas refinarias, a Petrobras comunicou às distribuidoras de gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha) uma nova política de preços do combustível, informa a Folha. A medida representará repasse de até 4% para as distribuidoras. O aumento depende da região e do tipo de contrato com a distribuidora.O aumento resulta de mudanças nos contratos de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras, que passam a incluir taxas pelo uso da infraestrutura da estatal. Empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro agora. Os novos preços entram em vigor nesta terça-feira (1º).
14
out

Uma boa notícia

Postado às 9:18 Hs

Petrobras aprova implantação de nova política de preços.

Preço do diesel e da gasolina sofrerão redução nas refinarias. Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15)

A Petrobras informou nesta sexta-feira (14) que a diretoria executiva da companhia aprovou na véspera a implantação de uma nova política de preços de gasolina e diesel comercializados em suas refinarias.

O Grupo Executivo de Mercado e Preços decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% (média Brasil) e da gasolina em 3,2% (média Brasil) na refinaria. Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15) . De acordo com comunicado da Petrobras, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a decisão considerou “o crescente volume de importações, o que reduz a participação de mercado da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado mundial de petróleo e derivados”.

O impacto no preço final vai depender da decisão dos redes de combustíveis e distribuidoras. Se essa alteração for repassada integralmente, o deisel pode cair 1,8%, o que dá R$ 0,05 por litro. No caso da gasolina, 1,4% ou R$ 0,05 por litro. A estimativa foi feita por Petrobras.

Segundo que a Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel pela 1ª vez desde 2009.

Por Mateus Coutinho, Julia Affonso e Ricardo Brandt / Estadão

Após a denúncia contra o ex-presidente Lula, sua mulher Marisa Letícia e outros seis acusados de corrupção e lavagem de dinheiro ser apresentada à Justiça Federal no Paraná nesta quarta-feira, 14, cabe agora ao juiz Sérgio Moro decidir se o ex-presidente se tornará réu e passará a responder criminalmente pelas suspeitas apontadas pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

A rigor, Moro não tem um prazo determinado para decidir se aceita ou não a acusação de 149 páginas que coloca o petista no centro do escândalo de corrupção na Petrobrás, revelado pelos mais de dois anos de investigações da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita na maior operação de combate à corrupção no País.

Cada caso tem uma peculiaridade, uma circunstância diferente que, na prática, pode permitir o alargamento de prazos, principalmente se o caso não tem réu preso. Contra o eventual estouro desses prazos – se há prisões por longo tempo – as defesas podem ingressar com habeas corpus e outras medidas perante os tribunais. Não é o caso de Lula, cuja prisão nem foi requerida pela Procuradoria da República.

OUTROS EXEMPLOS – Na Lava Jato há exemplos de outras denúncias, como a que atinge os executivos da Queiroz Galvão acusados de pagar propina de R$ 10 milhões ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, que ainda não tiveram uma decisão judicial, aceitando ou negando a acusação – os executivos foram denunciados dia 6 de setembro.

Nesta etapa do processo, cabe ao juiz decidir se recebe ou não a denúncia. Recebendo a denúncia, Lula torna-se réu de Moro. O petista e os outros denunciados poderão, então, apresentar seus argumentos em defesa prévia, Terá início, então, a fase de instrução, com os depoimentos de testemunhas e produção de provas periciais até a audiência dos interrogatórios dos réus. Há ainda a possibilidade de Moro aceitar a denúncia, mas não todas as acusações apresentadas pela força-tarefa, podendo, por exemplo, tornar Lula réu, mas negar a denúncia contra Marisa.

DIREITOS POLÍTICOS – Mesmo que o juiz abra a ação penal, o petista continua com todos os seus direitos políticos assegurados – só cairá, eventualmente, na Lei da Ficha Limpa se for condenado em segundo grau judicial. Na instrução do processo, Lula poderá se defender amplamente ou mesmo questionar em instâncias superiores o andamento da ação. A defesa de Lula pode até mesmo questionar em outras instâncias a atuação do juiz Sérgio Moro, o que já foi feito, sem sucesso, pela defesa do petista que atribui ao juiz da Lava Jato uma atuação parcial.

NÃO SERÁ PRESO – Ao apresentar a denúncia na quarta, a força-tarefa em Curitiba não pediu a prisão preventiva do ex-presidente, um instrumento utilizado várias vezes ao longo da operação para deter investigados que oferecem risco às investigações caso continuem soltos. A prisão preventiva é um instrumento processual que pode ser utilizado pelo juiz na fase do inquérito policial ou já na ação criminal, desde que preenchidos requisitos previstos no artigo 312 do Código de Processo Penal – garantia da ordem pública e da ordem econômica (impedir que o acusado continue na prática de ilícitos); conveniência da instrução criminal (evitar que o réu emperre o andamento do processo, ameaçando testemunhas ou destruindo provas; e assegurar a aplicação da lei penal (impossibilitar a fuga do alvo, garantindo que a eventual pena a ele imposta em sentença seja cumprida).

AS ACUSAÇÕES – Os procuradores acusam Lula por corrupção e lavagem de dinheiro. Afirmam que o ex-presidente era o ‘comandante máximo’ de um amplo esquema de corrupção que ultrapassou o âmbito da Petrobrás e se espalhou por outros órgãos públicos. Segundo a acusação, Lula foi contemplado com propinas de R$ 3,7 milhões – valores supostamente investidos pela empreiteira OAS nas obras de reforma e na instalação de mobiliário no triplex do Condomínio Solaris, no Guarujá, cuja propriedade é atribuída a Lula, o que é negado por sua defesa. O dinheiro da OAS também teria bancado despesas com armazenamento de bens pessoais do ex-presidente.

LulaDilmaPetroleoRafaelAndradeFolha
A Petrobras foi criada em 1953 com o objetivo de garantir o suprimento de derivados de petróleo para o Brasil. Aos trancos e barrancos, tem cumprido sua missão, mesmo que a tão sonhada autossuficiência de derivados nunca tenha sido alcançada (apesar da propaganda excessiva de 2006 acerca da autossuficiência momentânea de petróleo). A busca dos técnicos da empresa sempre foi no sentido de chegar à autossuficiência, mas os governantes têm atrapalhado bastante. UM ESPECIALISTA – Vamos ao exemplo de um técnico, nacionalista de carteirinha, que começou sua carreira nos fins dos anos 70 e se tornou tão respeitado que suas opiniões acerca da estratégia da empresa para o abastecimento do pais, em meio à política mundial do petróleo, passaram a ser ouvidas pelas mais diversas autoridades, dentro ou fora da companhia. Aí incluem-se Itamaraty, Ministério de Minas e Energia e Presidência da República. Movido pela razão, não deixou de auxiliar quem fosse – militares, tucanos e petistas. Mas de maneira nenhuma isso quer dizer que suas opiniões foram acatadas, mas pelo menos eram ouvidas e respeitadas. GOVERNO LULA – Ao chegar a 2003, novamente esse técnico da Petrobras foi chamado a opinar, desta vez para o governo Lula. Perguntaram-lhe qual seria o maior defeito que impedia a empresas de atingir a tão sonhada autossuficiência de petróleo e derivados. Respondeu que o petróleo é uma dádiva da natureza e, como tal, não é plenamente controlável. Ou os brasileiros teriam que encontrar mais em nossas terras e mares ou os brasileiros teriam que se internacionalizar e tomar conta do petróleo dos outros. De qualquer forma, esse é um problema para os geólogos, foi a recomendação do especialista. E continuou, explicando que, no caso dos derivados, a conta é bem mais fácil. O Brasil importa muito diesel e gasolina. Se o Brasil crescer, vai importar muito mais, a preços altos. Portanto, precisamos de refinarias. Passamos 30 anos sem construir nenhuma refinaria e o déficit de combustíveis já era de 300 mil barris por dia.

Enquanto roubavam a Petrobras, por meio de concorrência s fardulentas e contrasuperfaturados, as empreiteiras Camargo Correa, Odebrecht, Queiroz Galvão, OAS, UTC e Andrade Gutierrez fizeram depósitos regulares nas contas da empresa pessoal do ex-presidente Lula, a LILS Palestras, Eventos e Publicações, entre os anos de 2011 e 2014. Somente nesse período, foram mais de R$10 milhões.

A informação consta no documento enviado à Justiça Federal esta semana para defender a competência do juiz federal Sergio Moro para julgar o petista. O ex-presidente vem fazendo um grande esforço para escapar do alcance do juiz titular da Vara Federal de Curitiba, e de caracterizar de alguma maneira uma suposta “questão pessoal” entre julgador e investigado.

Como sócio majoritário da LILS, Lula controla 98% da participação societária da empresa, por isso, segundo os procuradores da Lava Jato sustentam no documento à Justiça Federal, “não há como desassociar o fato de que os cinco maiores repassadores de dinheiro à LILS Palestras, Eventos e Publicações foram empreiteiras integrantes do cartel que fraudou, de forma bilionária, licitações em desfavor da Petrobras”.

O Ministério Público considera que cabe a Moro julgar Lula porque os crimes investigados relacionados a ele são de competência da esfera Federal, como lavagem de dinheiro contra a Petrobras, que é uma estatal. “A conexão dos fatos apurados com a Lava Jato [se dá] uma vez que presentes vários personagens em comum, como diversas das empreiteiras participantes do cartel e dois dos intermediários do pagamento de propina ao Partido dos Trabalhadores”.

Fonte:  Diário do poder

29
jul

Em discussão

Postado às 8:27 Hs

Tião discute crise da Petrobras em São Paulo.

No final da tarde desta sexta-feira (29) na sede da Petrobras, em São Paulo, Tião Couto terá importante reunião com o presidente da estatal, Pedro Parente. É a sequência de uma série de conversas que Tião tem feito, levando sugestões para fazer a Petrobras voltar a investir nos campos terrestres, especialmente na bacia de produção de Mossoró.

Neste mês, Tião esteve no Rio e se reuniu com a Associação Brasileira dos Perfuradores de Petróleo (ABRAPET). Hoje, com o presidente da Petrobras, Tião levará em sua companhia o presidente da ABRAPET, José Eduardo Poyares Jardim, e o senador paulista José Aníbal (PSDB).

Preocupado com o recuo da Petrobras, e a consequente crise no setor, que já gerou milhares de desempregados no Rio Grande do Norte trazendo forte impacto negativo em nossa economia, Tião quer a retomada dos investimentos e para isso apresentará estudos de viabilidade. “Queremos a Petrobras forte, investindo, gerando riqueza e dando de volta os milhares de empregos para Mossoró e região” – disse Tião

Via: Diário do Poder

Pesquisa inédita realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que 63,3% dos brasileiros são contra a privatização da Petrobras. A favor somam 31,1%. Sobre privatizar algumas empresas e ativos estatais, são 60,6% contra e 33,5% favoráveis. A pesquisa ouviu 2.020 pessoas, maiores de 16 anos, em 158 cidades de 24 estados e o Distrito Federal.A mostra também perguntou sobre privatização dos Correios. O resultado é de que 62,4% são contra, 32,3% a favor e 5,3% não souberam ou não opinaram.

Complementando a pesquisa, 67,5% são contra a privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. A favor são 26,8% e 5,7% não responderam. Dos entrevistados, 24% têm entre 25 e 35 anos, 23% entre 45 e 59 e 20% entre 30 e 44 anos. Do total, 42% têm ensino médio completo, 40% ensino fundamental e 18% ensino superior.

A região Sudeste corresponde a 43% dos pesquisados, Nordeste 27%, Norte e Centro-Oeste 15% e Sul 15%.

07
jul

RN Gás +

Postado às 0:13 Hs

Robinson tem reunião com diretoria da Petrobras e assegura investimentos

 O governador Robinson Faria se reuniu na manhã desta quarta-feira (06) com a diretoria da Petrobras no Rio de Janeiro para tratar de investimentos e parcerias. A Petrobras se comprometeu a aumentar a produção da refinaria Clara Camarão e a aumentar o fornecimento de gás natural ao programa RN Gás +, operacionalizado pelo Governo do Estado através da Companhia Potiguar de Gás – Potigás.

Robinson Faria também tratou do fortalecimento da logística do transporte de combustível para o aeroporto de São Gonçalo do Amarante. “São temas muito importantes para o desenvolvimento do nosso Estado. Obtivemos o compromisso da Petrobras em ampliar a produção da refinaria em Guamaré, aumentar a oferta de gás para o RN Gás +, que é um diferencial do nosso Estado para manter e atrair novas indústrias, e melhorar o fornecimento de combustível para as aeronaves que operam no aeroporto de São Gonçalo”, disse Robinson, acrescentando que “estes são pontos-chave para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, vez que impactam em diversas áreas da economia e podem consolidar uma área especial de exportações no entorno do terminal”, concluiu.

Acompanharam o Governador na reunião com a Petrobras os secretários do Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo, e da Tributação, André Horta, o diretor-geral do Idema, Rondinelle Oliveira e o diretor-presidente da Potigás, Beto Santos.

17
jun

Informes

Postado às 0:42 Hs

TRT-RN: Semana de Conciliação já superou a marca dos R$ 15 milhões. Em apenas três dias de audiências, a II Semana Nacional de Conciliação do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) de 2016 já dobrou a movimentação realizada no ano passado. Em 2015, o valor total movimentado durante a semana inteira foi de R$ 7 milhões. Só até essa quarta-feira (15), já foram pagos aos reclamantes R$ 15.204.934,32 em processos conciliados. Os valores recolhidos aos cofres da Previdência Social tiveram um incremento ainda maior. Em 2015, as verbas previdenciárias resultantes dos acordos somaram R$ 162 mil. Nos três dias da Semana de Conciliação deste ano, já foram repassados à Previdência Social pela Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte um total de R$ 1.493.422,90, nove vezes mais do valor do ano passado.

Por Carla Araújo / Estadão

A assessoria de imprensa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que os advogados do ex-presidente solicitarão acesso a delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE). “Diante da evidência de mais um vazamento ilegal, os advogados do ex-presidente Lula vão requerer acesso ao suposto depoimento do réu Pedro Corrêa, para tomar as medidas cabíveis diante de mais uma arbitrariedade contra Lula”, afirmou o Instituto Lula, em nota.

De acordo com reportagem publicada pela revista Veja, em seus depoimentos Corrêa detalhou como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-presidente, disse que Lula gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção na Petrobrás e descreve um suposto diálogo entre Lula e o ex-presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra sobre um impasse na nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria da estatal.

“Não se pode tomar como verdade a palavra de réus confessos, que negociam acusações sem provas em troca de sair da cadeia”, diz Lula, segundo o Instituto.

REPORTAGEM CALUNIOSA

O ex-presidente também acusa a revista Veja por “mais uma reportagem caluniosa”. Segundo a assessoria de Lula, a publicação “há décadas mente e faz campanha contra o ex-presidente”.

“Há mais de dois anos o ex-presidente Lula tem suas contas, impostos, viagens e conversas devassadas e não se encontrou nenhum fato que o associe aos desvios da Petrobrás, porque Lula sempre agiu dentro da lei”, diz a nota.

Segundo a revista, Lula teria pressionado o então presidente da Petrobrás para acelerar a nomeação de Paulo Roberto Costa. Corrêa descreve um diálogo entre Lula e Dutra em que o ex-presidente ameaça demitir e trocar os conselheiros da estatal caso o seu indicado não assuma logo a diretoria.

LULA E A “TRADIÇÃO”

Segundo Corrêa, depois que Dutra disse a Lula que não era “tradição” na Petrobrás essa troca rápida na diretoria, Lula teria respondido: “Dutra, se fôssemos pensar em tradição na Petrobrás, nem você era presidente nem eu era presidente da República”.

De acordo com a assessoria de Lula, “o ex-presidente não participou, não foi conivente e muito menos organizou qualquer tipo de ação ilegal, e a os investigadores da Lava Jato sabem disso”.

Via: Diário do Poder

O ex-presidente Lula gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras, segundo afirmou em depoimento o ex-deputado Pedro Corrêa, condenado do mensalão e preso na Lava Jato. Corrêa disse que Lula coordenada tudo, inclusive a indicação dos diretores corruptos da estatal e a divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. A revista Veja teve acesso aos 72 anexos do depoimento de Pedro Corrêa

Em seus depoimentos, sob acordo de delação premiada, o político pernambucano descreveu situações em que Lula tratou com os caciques do seu partido, o PP, sobre a farra nos contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, o Paulinho, preso e condenado na Operação Lava Jato.

Uma das passagens mais emblemáticas, segundo o delator, se deu quando parlamentares do PP se rebelaram contra o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de Paulinho. Um grupo foi ao Palácio do Planalto reclamar com Lula da “invasão”. Lula, de acordo com Corrêa, passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha de “atender os outros aliados, pois o orçamento” era “muito grande” e a diretoria era “capaz de atender todo mundo”.

Os caciques do PP se conformaram quando Lula garantiu que “a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho”. Se Corrêa estiver dizendo a verdade, é o testemunho mais contundente até aqui sobre a participação direta de Lula no esquema da Petrobras.

Anexos da pré-delação do ex-deputado e ex-presidente do Partido Progressista (PP) Pedro Corrêa, firmada com o Ministério Público Federal (MPF), indicam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha conhecimento sobre o esquema de corrupção desvendado na Petrobras e que interferiu diretamente na nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento por indicação do PP. A delação de Pedro Corrêa ainda não foi homologada pela Justiça. Em um dos anexos, o ex-deputado relata uma reunião entre Lula e o ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra para tratar da nomeação de Costa no setor. Paulo Roberto Costa é considerado pela força-tarefa da Lava Jato como peça-chave para as investigações. O esquema de corrupção na Petrobras envolveu contratos que somam R$ 89 bilhões. Costa foi um dos primeiros a fechar o acordo de delação premiada. O trecho começa com Lula cobrando Dutra sobre a demora para a nomeação de Costa para assumir o setor. “Oh, Dutra, nós não nos comprometemos com o PP, que indicou o Dr. Paulo Roberto, já há algum tempo, para a Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Porque até agora ele não foi nomeado?”. Dutra, segundo Corrêa, respondeu que a mudança era um assunto complicado dentro da estatal. “Porque esta mudança de diretor é um assunto complicado dentro da Petrobras. Estão havendo resistências além de a competência não ser só minha para nomeá-lo”.
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