31
out

MDB repudia fala de Eduardo Bolsonaro

Postado às 18:05 Hs

Nota do MDB

“Como Movimento Democrático Brasileiro, que nasceu e cresceu na defesa da Constituição, consideramos inaceitável qualquer menção a atos que possam colocar em risco, de novo, a liberdade do cidadão brasileiro.

Lutamos contra a ditadura e seu pior mal, o AI-5, que nos marcou como o momento mais triste da nossa história recente.

O Brasil espera que não percamos o equilíbrio e o foco no que mais precisamos: empregos e renda para as pessoas”.

Baleia Rossi – deputado federal e presidente Nacional do MDB

19
dez

Convenção

Postado às 12:20 Hs

Após 37 anos, PMDB volta a ser apenas MDB.

Em convenção nacional, o partido do presidente Michel Temer anunciou a mudança de nome e o retorno à sigla utilizada durante a ditadura militar.

A recente tendência de troca de nomes de partidos políticos chegou nesta terça-feira às grandes legendas. Em sua convenção nacional, o PMDB, do presidente Michel Temer, anunciou que depois de 37 anos voltará a se chamar apenas Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A alteração ainda precisará ser ratificada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Nós estamos recuperando o nome do MDB e, junto com a recuperação do nome, queremos ter causas claras para lutar pela sociedade brasileira”, afirmou o presidente do partido, senador Romero Jucá (RR), durante o encontro. Ele elencou como algumas dessas “causas” bandeiras liberais, como um “estado mais enxuto” e a desburocratização da atividade econômica.

Depois de anunciar que não compareceria, Temer chegou de surpresa ao final da convenção para exaltar seu período de um ano e sete meses à frente do governo. O presidente falou pouco sobre a mudança de nome, fazendo menções a história do partido nas primeiras décadas. Ainda se acostumando à mudança, ele alternou a versão com e sem a letra “P” ao longo do discurso e encerrando a fala com um “viva ao nosso MDB”.

24
nov

[ Ponto de Vista ] O MDB virou Arena

Postado às 8:40 Hs

A comissão de ética do PMDB expulsou a senadora Kátia Abreu. É uma notícia surpreendente. A esta altura do campeonato, ninguém seria capaz de imaginar uma comissão de ética no PMDB. O partido acusa a ruralista de indisciplina por suas críticas ao governo Temer. Ela diz que foi banida porque não compactuou com as práticas do grupo que está no poder. “Lutei pela democracia no partido, mas os corruptos venceram”, disse. “A mesma comissão de ética não ousou abrir processo contra membros do partido presos por corrupção e crimes contra o país”, acrescentou. Não é preciso simpatizar com Kátia para reconhecer que ela tem razão.
O PMDB é uma união de caciques regionais, que comandam os respectivos feudos políticos com completa autonomia e que, eventualmente, se reúnem para planejar ações no plano federal. É essa capilaridade que torna o partido essencial para qualquer governo instalado no Palácio do Planalto. Excepcionalmente, o partido vive, agora, seu momento de protagonismo no plano nacional, com Michel Temer. Mas a legenda, que tem a maior bancada da Câmara e do Senado, tem sido alvo da Lava-Jato. Só nesta semana houve operações e prisões no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul. Mas os estragos não ocorreram apenas lá. O partido está na mira na Bahia, no Ceará, no Rio Grande do Norte, no Rio Grande do Sul, no Pará, em Roraima, em Rondônia, em Goiás, em Alagoas, no Ceará e no Maranhão.

O PMDB entrou na disputa pelo Ministério das Cidades. O líder na Câmara, Baleia Rossi, diz que, se forem comparados os ministérios que o partido ocupa com os do Centrão, não há como Michel Temer deixar de contemplar a legenda. “Se você olhar para a Esplanada, não há como não vir para o PMDB. Existe uma expectativa da bancada pela importância e capilaridade e pelo PMDB não ter nenhum ministério de ponta”, afirma ele. Com orçamento de R$ 15,4 bilhões, a pasta comanda programas com impacto nas bases eleitorais, como moradia.

No palitinho. Apesar da avaliação, o líder do PMDB pondera que a solução tem de ser pacífica. “Não dá para a base brigar”, diz ele. A pasta também é cobiçada por PP, DEM e PSD.

Amigo do rei. O deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO), próximo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), entrou na lista dos cotados para assumir a pasta das Cidades. Ele avalia se filiar ao PMDB ou ao PP. Os peemedebistas dizem que ele é um bom nome para o ministério.Perfil. Baldy tem trânsito em todos os partidos da base por seu perfil discreto e agregador. São frequentes jantares na casa dele reunirem políticos de vários partidos. O aniversário do presidente Temer foi comemorado lá.Segunda opção. Se perder a queda de braço pelo Ministério das Cidades, peemedebistas dizem que não há hipótese de não indicarem um nome para a Secretaria de Governo, ocupada pelo ministro Antonio Imbassahy, do PSDB.

16
nov

Podridão carioca

Postado às 18:47 Hs

Jorge Picciani e Paulo Melo se entregam na sede da PF no Rio

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, e o ex-ocupante do cargo, Paulo Melo, se entregaram na sede da Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (16). A Justiça expediu os mandados de prisão deles e de Edson Albertassi, todos do PMDB, horas antes. A decretação da prisão ocorreu após sessão no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) na tarde desta quinta-feira (16). O MPF pediu as prisões do trio com base nas investigações da operação Cadeia Velha, que apura pagamentos de propinas a agentes públicos por empresários do setor de transportes.

CABE À ASSEMBLEIA – Ainda segundo o entendimento do TRF-2, cabe ao plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) analisar se os deputados permanecerão presos. Uma sessão extraordinária da Alerj deve ocorrer nesta sexta-feira às 15h.

A princípio, a decisão deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa e, lá, poderá ser elaborado um projeto de resolução que será encaminhado ao plenário da Alerj. Mas existem alguns conflitos nesse trâmite porque os deputados Paulo Melo e Albertassi fazem parte do CCJ. Albertassi, inclusive, é atualmente presidente da CCJ. Então, é possível que antes que o projeto de resolução seja elaborado e encaminhado para a votação, tenha que haver uma mudança na composição da comissão.

12
nov

Eleições 2018: PMDB de cara (e nome) nova

Postado às 12:32 Hs

O PMDB publicou seu novo estatuto no Diário Oficial. No início do texto –que ainda precisa ser referendado na convenção do partido– a sigla apresenta o nome que adotará: Movimento Democrático Brasileiro e diz que utilizará “MDB”, “Movimento” e “MOVE” como abreviações.

Um dos artigos que mais preocupa peemedebistas que fazem oposição ao governo é o 76. Há inciso que diz que caberá à Comissão Executiva Nacional “fixar os critérios para distribuição do fundo eleitoral”. O colegiado, segundo o estatuto, terá apenas 17 membros.

O temor é que, com o poder de distribuição dos recursos concentrado em suas mãos, a cúpula do partido possa definir “os vencedores e os perdedores” das eleições de 2018.

A velha demagogia, quando necessário, sempre ganha roupa nova. Às vezes, até com rótulos moderninhos tipo fake news e pós-verdade. Isso virou moda no marketing eleitoral e nos embates políticos mundo afora. Aqui, no pré-jogo da sucessão presidencial, o vale tudo é escancarado. Como a régua ética praticamente pôs quase todos na mesma vala, apesar do generalizado clima de confronto, às vezes é difícil distinguir quem está de cada lado. Se é que há lados realmente diferentes nessa história. Por exemplo, com a derrubada de Dilma Rousseff, o PT e o PMDB, parceiros e cúmplices, principais protagonistas nos maiores escândalos da história, pareciam ter brigado para sempre. Ou, pelo menos, até o fim do governo em que um passou a perna no outro. Esperava-se que, mesmo não tendo dado certo nas eleições municipais, o PT repetisse na sucessão presidencial o tal discurso contra o golpe.

Via Blog da Folha

O PMDB decidiu adiar a convenção nacional da legenda. Marcada para o dia 7 de novembro, não foi informada uma nova data para a reunião. Segundo nota do PMDB, o presidente nacional da sigla, senador Romero Jucá (RR), vai organizar internamente a reestruturação programática e as novas bandeiras do partido.

Essas mudanças deverão ser aprovadas, em convenção, no mesmo dia em que o PMDB voltará a se chamar MDB. Segundo nota da legenda, uma nova data está sendo definida e será comunicada em breve.

Por Josias de Souza

A olho nu, é difícil distinguir uns dos outros. As semelhanças são gritantes: políticos, mais ou menos da mesma geração, filiados ao mesmo partido, todos muito amigos do presidente da República. Só uma coisa os diferencia: o foro privilegiado. Quem não tem está atrás das grades. Quem tem continua do lado de fora, vivendo no Brasil da impunidade.

Os brasileiros que quiserem enxergar o tamanho do prêmio que a Câmara concedeu a Michel Temer e aos ministros palacianos Moreira Franco e Eliseu Padilha deve prestar atenção à rotina carcerária de Sergio Cabral, Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves.

Cabral cutucou Marcelo Bretas com o pé para checar se é verdade que o juiz morde. Foi enviado para um presídio federal de segurança máxima no Mato Grosso do Sul. Geddel escondeu R$ 51 milhões num cafofo de Salvador. Puxa cadeia na Papuda.

Cunha ensaiou uma pose de delator. Acabou delatado pelo cúmplice e operador de propinas Lúcio Funaro. Henrique Alves quis brincar de esconde-esconde patrimonial. Complicou a existência de um ex-assessor, preso, e da mulher, cuja casa foi varejada por uma batida da Polícia Federal.

Enquanto a banda presa do PMDB se complica, a ala premiada da legenda ganhou da Câmara uma camada extra de proteção. Temer, Padilha e Moreira já dispunham do foro privilegiado. Ganharam da Câmara um escudo que impede o Supremo Tribunal Federal de tocar adiante as denúncias que lhes pesam sobre os ombros.

O PMDB preso é a antessala do Brasil do futuro. O PMDB premiado é o quartinho de despojos do Brasil do faturo.

20
out

Festa Bacurau

Postado às 14:47 Hs

Garibaldi assume Presidência do PMDB no RN e diz: “Pra mim é como se fosse missão sagrada”

Em convenção realizada na sede do PMDB em Natal, o senador Garibaldi Filho assumiu a Presidência do PMDB no Rio Grande do Norte, que atualmente conta com 44 prefeitos, 27 vice-prefeitos, 297 vereadores e está presente nos 167 municípios do Estado.O ex-senador Geraldo Melo continua como Presidente de Honra.

O ato político foi bastante prestigiado e lotou a sede do partido no Bairro de Tirol, com a presença do deputado federal Walter Alves, deputados estaduais Hermano Morais e Gustavo Fernandes, Prefeito em Exercício de Natal, Álvaro Dias, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de municípios do interior, além de lideranças.

No discurso, Garibaldi disse que é um desafio muito grande assumir o comando do PMDB. “É um grande desafio que divido com cada um de vez. Mas vou honrar essa missão e digo que pra mim é como se fosse sagrada”.

Veja a composição do Diretório PMDB/RN:

Fonte: Heitor Gregório/ TN

Folha de S.Paulo – Letícia Casado

Preso desde julho de 2016, o corretor de valores Lúcio Funaro, tido como operador do PMDB, fechou um acordo de delação premiada com a Justiça, homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em setembro. A seguir, entenda quem é Funaro e o que ele diz sobre a cúpula do PMDB, grupo que a Polícia Federal batizou de “quadrilhão do PMDB”.

Os implicados vêm negando as denúncias. “Basta concordar com qualquer coisa [que a PGR] encomendar para obter infinitos benefícios”, disse Cunha sobre a delação de Funaro.

MICHEL TEMER

> Teria comprado imóveis com propina e recebido dinheiro ilícito “redistribuído” por Eduardo Cunha
> Teria conhecimento e se beneficiado de propina dos contratos da usina Angra 3
> Teria dividido propina da Odebrecht com o ex-ministro Geddel Vieira Lima
> Teria recebido propina da JBS para fazer mudanças no Ministério da Agricultura a favor da empresa
> Teria dito que entregou R$ 500 mil para o marqueteiro Duda Mendonça para financiar campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo em 2014. Entrega teria sido feita em um escritório na avenida 9 de Julho a pedido de Cunha para “atender o presidente Temer”

EDUARDO CUNHA

> Teria cobrado propina em contratos de sondas da Sete Brasil
> Teria dividido propina com Anthony Garotinho quando o primeiro governava o Rio, e o segundo chefiava a Cedae
> Teria recebido propina no exterior em conta secreta denominada “Glorieta”

MOREIRA FRANCO

> Quando vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa, teria atuado para a liberação de um crédito de R$ 300 milhões para uma empresa do grupo Bertin, do grupo em troca do pagamento de “comissão” de R$ 12 milhões para a cúpula do PMDB. Ele teria ficado com 60% dos recursos, Funaro com 15%, e Cunha com 25%

ELISEU PADILHA

> Seria um dos responsáveis por monitorar a intenção de Funaro em fazer delação premiada

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

> Grupo de Temer, Cunha e Henrique Alves teria recebido cerca de R$ 250 milhões decorrentes de créditos da Caixa repassados pelas vice-presidências de Pessoa Jurídica e de Fundos de Governo e Loterias
> Indicação de Fábio Cleto para uma das vice-presidências da Caixa para desviar recursos do FI-FGTS para políticos do PMDB
> Liberação de recursos da Caixa mediante propina que teria abastecido campanhas como a de Gabriel Chalita para a Prefeitura de SP em 2012

FURNAS

> Temer, Cunha e Henrique Alves teriam recebido propina da Odebrecht e da Andrade Gutierrez em uma obra de Furnas no rio Madeira, em Porto Velho

FUNDOS DE PENSÃO

> Suposto acerto de R$ 9 milhões para
evitar a convocação do ex-presidente da Petros na CPI dos fundos de pensão
> Funaro diz que operou desvios do Postalis, fundo de pensão dos Correios

Quatro dos sete acusados pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot de integrarem o ‘quadrilhão’ do PMDB – supostamente liderado pelo presidente da República – já estão atrás das grades. São eles: os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez) e o ex-assessor especial de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’.

Houve um tempo em que os quatro desfrutaram de poder e prestígio político em Brasília até que, ao longo do último ano, foram tirados de circulação pela PF no bojo de operações distintas, todas deflagradas para combater corrupção e lavagem de dinheiro – Lava Jato, Manus, Pátmos e Tesouro Perdido.

Na denúncia que levou ao Supremo Tribunal Federal na quinta-feira, 14, contra Temer e seus aliados históricos, Janot afirma que a liderança do ‘quadrilhão’ era exercida pelo presidente. Também fazem parte do grupo, segundo a acusação, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República).

Todo o ‘quadrilhão’ foi denunciado por organização criminosa na última flechada de Janot, que encerra seu segundo mandato neste domingo, 17.

As informações são de Julia Affonso e Luiz Vassallo, O Estado de São Paulo.

A Policia Federal concluiu nesta segunda-feira (11) o inquérito que apura se integrantes do PMDB da Câmara formaram uma organização criminosa para desviar recursos de órgãos públicos. O relatório com as conclusões do inquérito foi enviado para o Supremo Tribunal Federal porque entre os apontados como responsáveis estão políticos com foro privilegiado no STF.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede, na denúncia contra sete peemedebistas por formação de organização criminosa no Senado Federal, que eles sejam condenados a pagar R$ 200 milhões, como reparação, e à perda de função pública.

A denúncia pede R$ 100 milhões pelos danos patrimoniais (desvios) e R$ 100 milhões por danos morais causados pelas condutas dos acusados. São alvo da denúncia os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO) e os ex-senadores José Sarney (AP) e Sérgio Machado (CE).

Janot acusa os peemedebistas de receberem propina de R$ 864 milhões e causar rombo de R$ 5,5 bilhões na Petrobras – na diretoria – e de mais R$ 113 milhões na Transpetro.

Fonte: Agência Estado.

Por Carlos Brickmann

A direção nacional do PMDB promete punir os políticos do partido que se mostram mais amigos de Lula do que seria conveniente. O governador sergipano Jackson Barreto e seus seguidores seriam os primeiros, pelo calor da recepção a Lula, ora peregrinando pelo Nordeste. Outro alvo podem ser os Renans de Alagoas – o senador Renan Calheiros e seu filho Renanzinho, governador. Mas não é bem assim: o PMDB não vai perder governos cheios de bons cargos só para manter a coerência.

E, a propósito, que coerência? Temer foi vice de Dilma. Romero Jucá, Renan e Padilha, até mesmo Gabriel Chalita, todos trabalharam juntinhos com o PT até que ficar com Dilma se mostrou inviável. O governador paranaense Roberto Requião é ainda tão pró-PT que até apoia Nicolás Maduro. Os dirigentes nacionais do PMDB fazem cara de bravos. Bem conversados são muito mais suaves.

Mas essa história de brigar no palco e acertar-se nos bastidores não é para todos: só para os profissionais. A senadora Kátia Abreu, por exemplo, que se transformou de líder ruralista em amiga de infância de Dilma, pode ser punida. Ela poderia até parecer muito amiga, mas só de mentirinha.

17
ago

[ Ponto de Vista ]

Postado às 9:15 Hs

MDB, história e oportunismo O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), anunciou, ontem, que os dirigentes da legenda decidiram rebatizar a sigla com seu nome original: MDB – “Movimento Democrático Brasileiro”. Na prática, o PMDB apenas perderá o “P” de sua sigla, que se refere a “partido”. A troca de nome é parte de um movimento que inclui outras legendas para tentar modernizar os nomes das siglas antes das eleições de 2018. A iniciativa é efeito do desgaste do meio político nos últimos anos por conta de revelações de esquemas de corrupção, como o investigado pela Operação Lava Jato. A alteração deve ser colocada em votação na convenção nacional da legenda, em 27 de setembro. Segundo Jucá, a mudança de nome já foi comunicada, ontem mesmo, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mesmo antes de a proposta ser analisada em convenção.

A direção do PMDB retomou um processo interno para mudar o nome da legenda para MDB (Movimento Democrático Brasileiro), abandonando a denominação de “partido” e retomando a sigla usada durante a ditadura militar.

A cúpula peemedebista se reúne na manhã desta quarta-feira (16) para discutir a convocação de uma convenção partidária para aprovar a mudança. O objetivo é concretizar a alteração até o fim de setembro, segundo dirigentes.

 

A proposta de alteração do nome do PMDB foi avalizada pelo presidente Michel Temer. A decisão faz parte de uma tentativa do comando do partido de amenizar os desgastes sofridos pela legenda com a Lava Jato e com o envolvimento de seus principais integrantes em escândalos de corrupção.

Fonte: Folha de São Paulo

abr 1
quarta-feira
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