A proporção de pessoas negras ou pardas cursando o ensino superior em instituições públicas brasileiras chegou a 50,3% em 2018. Apesar desta parcela da população representar 55,8% dos brasileiros, é a primeira vez que os pretos e pardos ultrapassam a metade das matrículas em universidades e faculdades públicas.

Os dados estão no informativo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, divulgado hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A comparação foi feita com as informações do suplemento de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad Contínua), que começou a ser aplicado em 2016.

A pesquisa mostra que a população negra está melhorando seus índices educacionais, tanto de acesso como de permanência, apesar de ainda se manter bem atrás dos índices medidos entre as pessoas brancas.

A desigualdade de renda no Rio Grande do Norte, a exemplo do País, alcançou patamar recorde em 2018, aponta a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados, divulgados nesta quarta-feira (16), mostram que a metade da população potiguar, quase 1,740 milhão de pessoas, tem renda média mensal per capita de até R$ 289 – o equivalente a 69% da média nacional. No Brasil, quase 104 milhões de pessoas viviam, em 2018, com R$ 413 mensais,  considerando todas as fontes de renda.

A taxa de desemprego no país recuou para 11,8% no trimestre encerrado em agosto deste ano. O índice é inferior aos 12,1% do mesmo período do ano passado e aos 12,3% do trimestre em maio deste ano.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O total de desempregados chegou a 12,6 milhões em agosto, 3,2% a menos (ou 419 mil) do que em maio deste ano (13 milhões), mas estável em relação a agosto do ano passado.

A população ocupada (93,6 milhões) cresceu 0,7% em relação a maio (mais 684 mil) e 2% na comparação com agosto do ano passado (mais 1,84 milhão de pessoas).

Agência Brasil

Os jovens brasileiros estão sendo os mais afetados pela deterioração do mercado de trabalho. No primeiro trimestre deste ano, 41,8% da população de 18 a 24 anos fazia parte do grupo dos subutilizados – ou seja, estavam desempregados, desistiram de procurar emprego ou tinham disponibilidade para trabalhar por mais horas na semana.
Em números absolutos, são 7,337 milhões de jovens brasileiros subutilizados, o maior número já registrado desde que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio (Pnad) começou a ser apurada em 2012 – destes, 4,26 milhões estavam desempregados, em busca de uma colocação, levando a uma taxa de desemprego entre esse grupo de 27,3%.

11
set

Não mudou…

Postado às 11:02 Hs

PT não reduziu desigualdades. Caiu mais uma falácia da era petista: a desigualdade de renda no Brasil não caiu entre 2001 e 2015 e permanece em níveis “chocantes”, de acordo com um estudo feito pelo World Wealth and Income Database, instituto de pesquisa codirigido pelo economista Thomas Piketty, conhecido por seus estudos sobre desigualdade com a obra “O Capital no Século 21”. Segundo a pesquisa, os 10% mais ricos da população aumentaram sua fatia na renda nacional de 54% para 55%, enquanto os 50% mais pobres ampliaram sua participação de 11% para 12% no período.
13
jun

Perspectivas

Postado às 20:55 Hs

Desemprego deve começar a cair a partir de agosto, afirma Meirelles.

Novo adepto do Twitter como plataforma de comunicação com o público, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, publicou na rede social nesta terça-feira, 13, que espera pela queda no desemprego a partir de agosto.Em sua avaliação, Meirelles lembrou que, pela primeira vez em três anos, o número de desempregados parou de subir em abril. “Temos que levar em conta que estamos saindo da maior recessão da nossa história, que deixou 14 milhões de brasileiros sem emprego”, tuitou o ministro da Fazenda.

“Os efeitos de uma recessão tão forte quanto a dos últimos anos não desaparecem do dia para a noite”, completou. As informações são de O Estado de São Paulo.

Pnad. Dados divulgados em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que a taxa de desemprego no País alcançou 13,6% no trimestre encerrado em abril, o pior desempenho para essa época do ano dentro da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012. Ainda assim, o resultado indicou uma estabilização da taxa em relação ao período anterior.

Em abril, a população desocupada teve ligeiro recuo em relação a março: 14,048 milhões ante 14,176 milhões. A população ocupada cresceu de 88,947 milhões para 89,238 milhões. A taxa de desemprego saiu de 13,7% para 13,6%, a primeira redução desde outubro de 2014. No entanto, dois terços das informações levadas em consideração são repetidas, o que impede que os dados sejam comparáveis, alertou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Em apenas um trimestre, o País ganhou mais 1,127 milhão de desempregados, enquanto viu fechar 615 mil postos de trabalho. Também houve extinção de 572 mil vagas com carteira assinada. “Em três anos, o Brasil perdeu 3,5 milhões de empregos, sendo 96% deles com carteira assinada”, lembrou Azeredo.

Caiu pela primeira vez no Brasil o número de domicílios que utilizam microcomputador para acesso à internet. A queda foi de 2,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado é de 2015 e faz parte do suplemento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado nesta quinta-feira (22). Segundo a pesquisa, caiu de 28,2 milhões para 27,5 milhões o número de domicílios com acesso à internet por meio de PC. Em termos percentuais, o acesso domiciliar à internet por meio de microcomputador caiu de 76,6% em 2014 para 70,1% em 2015. Segundo o IBGE, em 2014 já havia ocorrido a redução da proporção de domicílios com acesso à internet por meio de microcomputador. Porém, o número absoluto de domicílios que tinham acesso à internet por meio deste tipo de equipamento ainda havia aumentado.
12
mar

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 21:51 Hs

  • Depois de operar em baixa durante a manhã, o dólar comercial voltou a subir e encerrou o dia hoje (12) com alta de 1,08%, cotado a R$ 3,161, maior valor da moeda norte-americana desde 14 de junho de 2004, quando fechou a R$ 3,165. Depois de fechar ontem (11) cotado a R$ 3,12, o dólar chegou a cair para R$ 3,08 na manhã de hoje, mas reverteu a trajetória em seguida. A moeda estadunidense subiu 3,44% na semana, com fechamento em queda apenas na terça-feira (10). No mês, a alta acumulada chega a 10,7% e, no ano, a 18,91%. No início do ano, a divulgação de dados que mostram a recuperação da economia dos Estados Unidos, como o maior consumo de bens duráveis (automóveis e eletrodomésticos), acentuou a valorização do dólar em relação ao real, ao reforçar as perspectivas de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) aumente os juros da maior economia do planeta.
  • O Solidariedade, partido do deputado Paulinho da Força (SP), lança campanha pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira. É a primeira campanha oficial que um partido lança pela saída de Dilma. Paulinho é um dos mais ferrenhos adversários da presidente e comanda a Força Sindical, central de trabalhadores. Na quinta-feira, o deputado havia afirmado que encomendou estudos com teses jurídicas sobre o afastamento da presidente, que fundamentariam o impeachment. Segundo ele, o partido quer fazer uma consulta popular sobre o afastamento, com o objetivo de dar força à tese.
  • O Ministério da Saúde divulgou a relação dos municípios brasileiros que estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias de Dengue. Os dados foram colhidos a partir do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). O mapa da dengue mostra que 340 municípios brasileiros estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias e 877 estão em alerta. No RN, 16 cidades estão nessa condição. Brejinho, Caicó, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Cruzeta, Currais Novos, Florânia, Jaçanã, Jardim do Seridó, João Câmara, Mossoró, Parelhas, Parnamirim, Santa Cruz, São José de Mipibu e Tenente Laurentino.
  • O Senado aprovou na última terça (10), em primeiro turno, o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A PEC (proposta de emenda constitucional) aprovada pelos senadores proíbe os partidos políticos de formar coligações nas eleições para a Câmara dos Deputados, Assembleias e Câmaras de Vereadores. Ficam mantidas as coligações somente nas eleições majoritárias –presidente da República, governos estaduais, municipais e Senado. A proposta tem que passar por uma nova votação no plenário do Senado, em segundo turno, antes de seguir para análise da Câmara dos Deputados. No total, 61 senadores votaram a favor da PEC, sete contra e dois se abstiveram. O intervalo entre a votação do primeiro e do segundo turno é de três sessões plenárias, portanto a análise da PEC deve ser concluída na semana que vem. A proposta é o primeiro item da reforma política, anunciada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como prioridade para o Congresso nos próximos meses. Na próxima semana, Renan prometeu votar a proposta que acaba com o financiamento privado das campanhas eleitorais.
  • A taxa de desemprego medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua ficou em 6,8% em janeiro, o que representou um aumento em relação a janeiro de 2014, quando estava em 6,4%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o IBGE faz uma ressalva de que os dados se referem ao trimestre encerrado em janeiro, uma vez que a metodologia de coleta e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês. Os indicadores serão todos apresentados como trimestre móvel. Para o trimestre encerrado em janeiro, a renda média real do trabalhador foi de R$ 1.795,53. Já a massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 161 bilhões. A série histórica da pesquisa com resultados para trimestres encerrados mês a mês teve início em janeiro de 2012. O nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar, caiu de 56,9% no trimestre encerrado em dezembro para 56,7% no trimestre encerrado em janeiro. O IBGE passa, a partir de agora, a divulgar mensalmente os dados referentes aos trimestres móveis encerrados a cada mês. Segundo o órgão, a metodologia de coleta e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês.
08
dez

Saiba Também…

Postado às 13:26 Hs

# # Apenas 54,3% dos jovens brasileiros concluíram o ensino médio até os 19 anos

Divulgaram hoje (8) através do movimento Todos pela Educação um levantamento mostrando que no ano passado, apenas 54,3% de jovens brasileiros até os 19 anos de idade conseguiram concluir o ensino médio. O indicador foi calculado com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2013. Apesar da porcentagem não ser boa, o índice, vem melhorando ao passar dos anos. Em 2007, 46,6% dos jovens concluíram o ensino médio até 19 anos. Em 2009, foram 51,6% e, em 2012, 53%. O movimento Todos pela Educação tem em meta que até em 2022 os jovens tenham qualidade na educação, e que pelo menos 90% dos jovens concluam o ensino médio até 19 anos. O levantamento mostra ainda que ao se levar em conta a raça, a parcela de jovens negros que concluem o ensino fundamental e médio mais tarde é maior que a dos jovens brancos.

# # Mais partidos 

O Brasil pode ganhar ainda mais partidos nas eleições dos próximos anos para se somar aos 32 já existentes no país. São 41 novas siglas já fundadas, cujos estatutos foram publicados no Diário Oficial da União. Segundo levantamento do jornal O Globo, estão na fase de recolhimento e validação de assinaturas nos estados, etapa que antecede a obtenção do registro no Tribunal Superior Eleitoral. Duas legendas aparecem na listagem dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), mas já estão à espera do julgamento no TSE: o Partido Novo (Novo) e o Partido da Mulher Brasileira (PMB).

# # Programa do IR 2015 já está disponível

A Secretaria da Receita Federal informou que está disponível para “download”, até 19 de dezembro, a versão de testes do Programa de Declaração do Imposto sobre a Renda (IRPF) 2015, relativo ao ano-base 2014.O objetivo, explicou o Fisco, é que os contribuintes conheçam as principais novidades para elaboração da Declaração de Ajuste Anual, Final de Espólio e Saída Definitiva do País do exercício 2015.O “dowload” do programa pode ser feito por meio da página da Receita Federal. Há versões do programa para Windowns, Linux, Mac e outros sistemas operacionais.A temporada de entrega do Imposto de Renda começa somente em março de cada ano, se estendendo até o final do mês de abril. Em 2014, mais de 26 milhões de contribuintes apresentaram o documento.

19
dez

Eitá povo feliz…

Postado às 15:54 Hs

O brasileiro está mais feliz, segundo estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica aplicada (Ipea) e intitulado 2012: Desenvolvimento Inclusivo Sustentável? Em uma escala de 0 a 10, os brasileiros dão, em média, nota 7,1 para suas vidas. Esse nível colocaria o País em 16º lugar entre 147 países pesquisados no Gallup World Poll, que apontava uma felicidade média de 6,8 no Brasil em 2010. Para realizar o estudo o Ipea aplicou em outubro perguntas padronizadas de questionários internacionais em 3.800 domicílios. A satisfação dos brasileiros detectada pela pesquisa, segundo informações do Ipea, pode encontrar motivos na queda da desigualdade e na renda do brasileiro que segue em alta. Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, registra desemprego nos menores níveis da série iniciada em 2002 e rendas crescendo bem mais que o PIB per capita. A renda individual média da população de 15 a 60 anos de idade sobe 4,89% de 2011 para 2012, contra taxa média de 4,35% ao ano entre 2003 e 2012.
19
nov

Negros: Situação melhorando…

Postado às 9:40 Hs

Dos 36 milhões de brasileiros que ingressaram na classe média durante os últimos dez anos, 75% eram negros, revelou um estudo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) divulgado na última segunda-feira (12) na capital paulista. Com isso, a participação dos negros na classe média subiu de 38% em 2002 para 51% neste ano, garantindo equilíbrio racial para esse extrato. “O ideal é que, se os negros são 50% da população brasileira, eles sejam 50% da classe média. Se no Nordeste eu tenho 34% da população brasileira, o ideal é que eu tenha 34% na classe média”, disse Ricardo Paes de Barros, secretário de Ações Estratégicas da SAE. Segundo ele, “a nossa classe média passou a ser muito mais heterogênea, um retrato do Brasil”.
26
set

Somos desiguais…

Postado às 11:22 Hs

O salário dos 10% mais pobres da população brasileira cresceu 91,2% entre 2001 e 2011. O movimento engloba cerca de 23,4 milhões de pessoas saindo da pobreza. Já a renda dos 10% mais ricos aumentou 16,6% no período, de forma que a renda dos mais pobres cresceu 550% sobre o rendimento dos mais ricos, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea).

 

O estudo “A década inclusiva”, apresentado pelo presidente do Ipea, Marcelo Neri, usou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Não há, na história brasileira estatisticamente documentada desde 1960, nada similar à redução da desigualdade de renda observada desde 2001″, disse Neri. “Assim como a China está para o crescimento econômico, o Brasil está para o crescimento social.”

A diminuição da desigualdade é medida pelo coeficiente de Gini, que passou de 0,594 em 2001 para 0,527 em 2011. No índice, quanto mais perto de zero menor a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres do país. “O Brasil está no ponto mais baixo da desigualdade, embora ela ainda seja muito alta”, ressaltou o presidente do Ipea.

O crescimento dos salários é o principal indicador para a melhoria, aponta o estudo. É o que responde por 58% da diminuição da desigualdade. Em segundo lugar vem os rendimentos previdenciários, com 19% de contribuição, seguido pelo Bolsa Família, com 13%. Os 10% restantes são benefícios de prestação continuada e outras rendas.(Folha)

31
ago

Quase 200 milhões de brasileiros…

Postado às 12:11 Hs

Em 1º julho deste ano, a população brasileira alcançou 193.946.886 de pessoas, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicada hoje (31) pelo Diário Oficial da União.

Segundo a projeção, a população cresceu 1,57 milhão (0,81%), em relação a julho de 2011. Pela projeção, o estado de São Paulo é o mais populoso, com 41,9 milhões de pessoas (21,6% do total de habitantes do país).

Depois de São Paulo, Minas Gerais é a unidade da Federação mais populosa (19,8 milhões), seguida do Rio de Janeiro (16,2 milhões), da Bahia (14,1 milhões), do Rio Grande do Sul (10,7 milhões), Paraná (10,5 milhões), de Pernambuco (8,9 milhões) e do Pará (7,7 milhões).

O município de São Paulo continua sendo a cidade mais populosa do Brasil com aproximadamente 11,4 milhões de pessoas (27% dos residentes no estado e 5,86% do total da população brasileira).

A divulgação das estimativas populacionais está prevista em lei, e os dados estatísticos são usados para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos do governo federal, além de servir de parâmetro para a repartição de recursos das políticas públicas e para a distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Conforme resolução do IBGE, a forma de fazer a projeção do tamanho da população no próximo ano será modificada. “Deverá incorporar novas informações relacionadas à dinâmica demográfica local e incluir procedimentos metodológicos alternativos, como aqueles que fazem uso de variáveis econômicas, sociais e demográficas em nível municipal”, diz o texto.

Em 2013, o chamado Sistema de Projeções da População do Brasil, será atualizado com as informações do Censo Demográfico 2010, das pesquisas por amostragem mais recentes (Pnad), bem como dos registros administrativos (de cadastros públicos) referentes ao ano de 2010.

 

Fonte:  Agência Brasil.

 

17
jan

Alagoas é o estado mais vulnerável

Postado às 19:00 Hs

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou nesta terça-feira (17) um levantamento sobre o índice de vulnerabilidade dos brasileiros. Os dados identificam os obstáculos que ainda impedem parte da população de viver com qualidade.

De acordo com a análise, baseada em dados do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), em 2009 a população estava 14% menos vulnerável a riscos sociais que em 2003.

Para calcular o índice, são considerados os fatores de acesso a conhecimento e a trabalho, a escassez de recursos, desenvolvimento infanto-juvenil, vulnerabilidade e condições habitacionais dos brasileiros. Quanto maior for o índice, pior o resultado. O tópico que apresenta a menor taxa é o acesso ao conhecimento, com 51%. O melhor número registrado foi o desenvolvimento infanto-juvenil, com somente 4,1% de vulnerabilidade.

De acordo com a pesquisa, Alagoas registrou o mais alto índice de vulnerabilidade do país (33,3%), o que indica que os fatores considerados para o cálculo ainda são precários no Estado.

22
jul

Mulheres brasileira ainda ganham menos…

Postado às 20:46 Hs

Tá na Folha de Pernambuco:
Números servem para consolidar aquilo que talvez palavras não tenham total força para comprovar. E como muito se diz sobre as disparidades sociais enfrentadas pelas mulheres no Brasil, essa pode ser a principal (mas não a única) importância do primeiro Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, formulado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), que foi apresentado ontem na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Foram utilizadas as principais e mais recentes bases de dados disponíveis, de 2009, como a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (Pnad) e a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). Dividido em oito capítulos, compila questões referentes à demografia, família, trabalho doméstico, educação, saúde e espaços de poder, e faz um retrato da situação feminina no Brasil. As mulheres não são apenas a maioria da população brasileira (51,3%, das quais metade declarou-se negra), mas o gênero mais instruído (as “não negras” têm a maior média de anos de estudos, 9,7 anos), embora ainda receba os menores salários e sejam minoria no mercado de trabalho: 52,7% contra os 72,3% de homens.

A técnica do Dieese Nacional, Patrícia Costa, destacou que as mulheres ainda passam por dificuldade em ocupar setores com maiores remunerações e menos precarizados. Serviços domésticos é o setor que mais emprega mulheres (17%), seguido por comércio e reparação (16,8%), educação, saúde e serviços sociais (16,7%) e ainda os setores da indústria de transformação (12,4%) e agrícola (12,2%).

É alto o índice de mulheres em atividades ligadas ao consumo próprio (59,7%) e ao trabalho não remunerado (como é o caso das donas de casa, com 58,2%). Outro dado interessante no mercado de trabalho é a diferença entre homens e mulheres empregadores. São 73,7% contra 26,3%, respectivamente. Os rendimentos femininos são sempre inferiores aos dos homens, então núcleos familiares chefiados por mulheres com filhos pequenos, sem cônjuge, tendem a ter situação econômica mais precária.

27
dez

Preconceito continua…

Postado às 11:58 Hs

Mesmo 22 anos depois de a Constituição ter sido promulgada e garantido que todos são iguais, “sem distinção de qualquer natureza”, um estudo da UFRJ mostra que ainda existe um abismo entre brancos, negros e pardos no acesso à saúde pública.

Economista e pesquisador, Marcelo Paixão se debruçou sobre dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE, em 2008, para produzir o capítulo ligado à saúde do Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009 – 2010, que ainda será publicado. E constatou: a desigualdade perpassa o Sistema Único de Saúde (SUS), e ainda é preciso avançar muito para que a Constituição seja cumprida.

Segundo o relatório, em 2008, a importância do SUS para pretos e pardos era 19,5% superior do que para os brancos, e eles responderam por 55,2% de todos os atendimentos. No entanto, nas consultas os negros e pardos são minoria.

Quando se trata, por exemplo, de pré-natal, 71% das mães de filhos brancos fizeram mais de sete consultas; o número de mães de filhos pretos e pardos que passaram pelos mesmos exames é 28,6% inferior.

O estudo mostra ainda que 15,6% dos pretos e pardos que foram atendidos declararam que o serviço era regular, ruim ou muito ruim. A diferença no indicador entre as mulheres pretas e pardas – as mais insatisfeitas – e os homens brancos – os menos insatisfeitos – chegou a 5,2 pontos.

Entre os que precisavam procurar um médico e desistiram, o número chegou a 33,2% dos homens, e 26,1% das mulheres pretas e pardas.

– Esses indicadores apresentam algumas possibilidades, mais do que conclusões. Mas fica claro que o sistema falha no atendimento. Se a pessoa deixa de procurar e diz que uma das causas é não gostar dos profissionais, ela sinaliza que há um problema – diz Paixão.

27
nov

Brasil um país com fome

Postado às 6:11 Hs

Cerca de 11 milhões de brasileiros ainda vivem na iminência da fome. Eles pertencem ao grupo de insegurança alimentar grave, classificação atribuída pela Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados, divulgados hoje (26/11), apontam redução entre 2004 e 2009 no índice geral de insegurança alimentar. O percentual de domicílios com algum grau deste problema passou de 34,9% para 30,2%. No total, o País reúne 17,7 milhões de domicílios particulares em situação de insegurança alimentar. São 65,6 milhões de pessoas que se preocupam ou sofrem alguma forma de restrição no acesso a alimentos.

O IBGE analisou o tema usando uma escala com três níveis diferentes de insegurança alimentar. A primeira, chamada de leve, indica incerteza sobre o acesso futuro aos alimentos. “É um estado de preocupação, no qual a pessoa ainda não sofre restrições propriamente”, esclarece Maria Lúcia Vieira, gerente da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. As restrições de acesso aos alimentos começam no segundo nível, o moderado, no qual apenas pessoas adultas são afetadas. “Mas ainda não há risco de fome”, ressalta Maria Lúcia. A fome é encontrada apenas no último nível da classificação, a insegurança alimentar grave.

“Isso não quer dizer que todo o grupo passe fome. O que acontece é uma iminência de fome”, detalha. O questionário aplicado nos moradores trazia perguntas referentes aos últimos 90 dias e, neste período, foram constatados casos de fome, especialmente quando a pessoa afirmava ter passado pelo menos um dia inteiro sem comer. Para não se enquadrar nos níveis de insegurança alimentar, os moradores do domicílio precisam ter “acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades básicas”, pela definição do IBGE. Isso foi constatado em 69,8% dos domicílios particulares entrevistados para o levantamento.

nov 15
sexta-feira
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