Em uma nota lacônica sobre as manifestações que tomara as ruas do país neste domingo contra o governo e os desmandos do PT, a presidente Dilma Rousseff não emitiu uma palavra que reconhecesse sua administração como alvo dos protestos. Ou se preocupou em dar explicações aos brasileiros. Dilma apenas afirmou que o direito a manifestações deve ser respeitado. Confira a nota a seguir:

A liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada. O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições. (Veja)

14
mar

Pela cidade

Postado às 9:47 Hs

Na tarde deste domingo, 13, os mossorenses também contribuiram para que este 13 de março entrasse para a história em que o povo foi para as ruas dizer não ao PT, Dilma e Lula.

Em Mossoró, a manifestação segundo os organizadores contou com aproximadamente 1.500 pessoas. A concentração aconteceu  em frente ao Teatro Dix-huit Rosado.

 

 

Fotos : Marilene Paiva

12
mar

Na cidade

Postado às 11:37 Hs

AMANHÃ…FORA DILMA !

Semana de dor de cabeça para a Presidente Dilma e Lula.

O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) será alvo de novos protestos no dia 13 de março. Há vários movimentos convocando protestos país afora, em favor do impeachment da presidente Dilma. Os mais conhecidos são o “Vem Pra Rua”, o “Movimento Brasil Livre” e o “Revoltados Online”.Na cidade de Mossoró, a mobilização acontecerá na praça do  Teatro Municipal  Dix Huit Rosado as 15 h.

Por Lauro Jardim/Globo

A julgar por alguns indicadores importantes, a manifestação de domingo contra Dilma Rousseff vai bombar — ao menos em São Paulo. Até agora, 3 milhões de paulistanos confirmaram presença, via rede social. Para que o leitor possa comparar, esse número subiu 50% entre sexta-feira e ontem.

É um número muito maior do que os registrados na primeira grande manifestação anti-Dilma, realizada há um ano. Entretanto, não há hoje números claros sobre o protesto nas outras grandes capitais brasileiras.

Blog do Camarotti

Em um ponto integrantes do Palácio do Planalto e da oposição concordam em relação às manifestações deste domingo: a adesão popular diminuiu de forma significativa.Para auxiliares da presidente Dilma, os protestos deste domingo foram recebidos com alívio e dão ao governo tempo para tentar se reaglutinar. Além disso, diminuiram a pressão imediata em cima do Congresso Nacional para acelar o processo.

Nas palavras de um ministro petista, apesar da insatisfação real, apontada nas pesquisas recentes, as manifestações de rua perderam fôlego.”Independentemente da manifestação ter sido esvaziada, temos de reconhecer que existe, sim, desaprovação recorde ao governo. Portanto, precisamos tentar reverter essa situação”, observou ao Blog esse ministro. Para a oposição, foi um erro tentar fazer uma mobilização em cima da hora. Em Brasília, por exemplo, o protesto reuniu, cerca de seis mil pessoas, segundo a PM, bem menos que os 45 mil registrados em março.

“E também foi visível a falta de adesão popular ao protesto da Av. Paulista” disse ao Blog um senador tucano.Para este cacique do PSDB, a data escolhida para as manifestações foi “errada”, porque é véspera de Natal e, nas palavras dele, as pesoas não estão mobilizadas. Para a cúpula do partido, o “ideal” seria esperar o início do próximo ano para que, depois do carnaval, fosse organizada grande mobilização nacional.

“Uma mobilização esvaziada pode passar a impressão de que não há apoio popular a favor do impeachment e isso faz com que o governo ganhe algum tempo para se rearticular no parlamento”, acrescentou esse senador.

Oposicionistas reconhecem que, diferentemente do impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992, quando as ruas pressionaram o Congresso, agora terá de haver movimento oposto, ou seja, uma mobilização do Congresso para pressionar as ruas. “Por isso a mobilização deste domingo deveria ter sido adiada para outra data.”Uma preocupação entre integrantes da oposição é que as mobilizações a favor do impeachment fiquem restritas a grupos mais radicais de direita. “É preciso incluir toda a sociedade. Se a mobilização ficar apenas com extremistas, isso afastará a classe média”, completou o senador tucano.

Conforme relatos do repórter Filipe Matoso, do G1, que acompanhou o protesto em Brasília, em dois momentos os manifestantes vaiaram pessoas que defenderam intervenção militar em discursos nos carros de som.

A presidente Dilma Rousseff (PT) foi recebida com vaias na chegada à Esplanada dos Ministérios para o desfile do Sete de Setembro, nesta segunda. A mandatária percorreu o trajeto em carro aberto e, das arquibancadas, ouvia apupos e palavras de ordem, como “Fora, Dilma”.

Grupos contrários ao governo também organizaram ato no local. O boneco “Lula inflado”, também conhecido como “Pixuleco”, ganhou a companhia da “Pixuleca”, balão com a imagem da presidente Dilma Rousseff. Réplicas do boneco do ex-presidente Lula vestido de presidiários também serão comercializadas durante o protesto.

O forte esquema de segurança livrou a presidente Dilma Rousseff de encarar os manifestantes durante o desfile oficial de 7 de Setembro nesta segunda-feira. Mas a Esplanada dos Ministérios se tornou palco de protestos contra o governo e o Partido dos Trabalhadores assim que as comemorações oficiais foram encerradas. Na sequência, o ato seguiu para o Congresso Nacional, onde terminou por volta das 14 horas. Ao fim do desfile, manifestantes chegaram a quebrar boa parte das grades e do muro que cercavam as comemorações oficiais no Dia da Independência. Com o Palácio Planalto diretamente arrastado para o centro da Operação Lava Jato, Dilma assistiu ao desfile calada – e se pronunciou apenas por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais.

As cidades de São Paulo e Aparecida devem receber hoje a maior concentração de manifestantes do Grito dos Excluídos – cerca de 10 000 pessoas. A 21.ª edição do evento, organizada pela Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e por movimentos sociais, terá atos em pelo menos 25 Estados.

Em São Paulo, manifestantes vão sair da Avenida Paulista e seguirão, em marcha, até o Monumento às Bandeiras, no Ibirapuera. O ato vai defender o mandato de Dilma e a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), além de mudanças na política econômica. (Veja)

Via Veja

Seja no Rio de Janeiro ou em Brasília, o juiz federal Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato em primeira instância, é o grande ídolo dos manifestantes que saíram às ruas neste domingo. Na capital federal, o servidor público Giancarlos Zuliani, ao lado do pai e do filho, resume o sentimento no protesto: “Moro é juiz de coragem e merece todas as homenagens.

Ele é o terror dos petistas”. Em Curitiba, Sergio Moro concentra processos, por exemplo, contra o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, contra o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, contra o deputado cassado André Vargas (ex-PT-PR) e contra o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, indicado pelos petista para a cúpula da estatal.

 

O governo Dilma Rousseff enfrenta neste domingo (16) o terceiro protesto popular em apenas oito meses do seu segundo mandato. Assombrados pelo fantasma da inflação – cujo índice já supera a popularidade da presidente -, diante do maior índice de desemprego em mais de cinco anos e perplexos com a magnitude do esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato, os brasileiros voltam às ruas para um ato que tem como mote a frase “Não vamos pagar a conta do PT”. Em Brasília, a classe política está atenta às manifestações, que podem jogar novamente no fundo do poço um governo que ensaiou na última semana tentativas de emplacar uma agenda positiva.

Convocado pelos movimentos Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados On Line, os protestos deste domingo estão confirmados em mais de 200 cidades, segundo o líder do Vem Pra Rua, Rogério Chequer. O mapa das manifestações vai de Norte a Sul do país e inclui todas as capitais. “Espero que o Congresso reconheça o clamor popular, talvez num nível nunca antes visto na história deste país, e encaminhe um pedido de impeachment”, afirma Chequer. Ele garante, contudo, que o foco dos protestos não será apenas o “fora Dilma”, mas também a luta contra a corrupção. “O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tem uma lista de 48 políticos suspeitos de envolvimento no petrolão. Exigimos saber o que será feito dela”, completa.

Os protestos deste domingo serão os primeiros realizados com o apoio formal do PSDB, principal partido de oposição. A legenda usou anúncios no rádio e na televisão para convocar a população para as manifestações, e seus principais líderes, como o senador Aécio Neves (PSDB-MG), devem ir às ruas. “A mobilização deste domingo tem tudo para referendar uma ação política mais forte”, afirma Renan Santos, um dos líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), uma das organizações à frente dos atos contra o governo, ao lado do Vem Pra Rua e do Revoltados OnLine. Na oposição, o temor de que as manifestações se apequenem existe. A avaliação é que, com menos gente nas ruas, a pressão do Congresso sobre Dilma diminuirá. Os protestos de abril atraíram menos manifestantes do que os realizados em março.

26
jul

PROTESTO DO DIA 16 JÁ ASSUSTA O GOVERNO

Postado às 20:34 Hs

Bernardo Mello Franco / Folha

Um espectro ronda o governo: o espectro do 16 de agosto. A data foi escolhida para as novas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff. Se os protestos lotarem as ruas, o Planalto teme que a Câmara se sinta pressionada a abrir um processo de impeachment.

Preocupado, o PT começou a organizar uma série de manifestações pró-governo, com foco em São Paulo. “Temos que criar uma base de apoio na sociedade, já que o Parlamento tem sido um lugar de dificuldades”, diz o presidente Rui Falcão.

O calendário prevê cinco atos nas próximas semanas e foi batizado de “Agosto pela democracia”. Como o nome indica, a ordem é carimbar como antidemocrática e golpista a defesa do afastamento da presidente antes do fim do mandato, em 2018.

A primeira mobilização será no dia 6, na capital paulista. Coincidirá com o programa do partido na TV. No dia 11, os petistas farão novo ato na cidade, no largo São Francisco, onde se comemora nesta data a fundação da Faculdade de Direito. No mesmo dia, chega a Brasília a Marcha das Margaridas, com milhares de trabalhadoras rurais.

MAIS DUAS PRÓ-DILMA

Depois dos protestos contra Dilma, estão previstas mais duas manifestações pró-governo. Uma no dia 20, com o apoio do MST e dos sem-teto, e outra no dia 24, aniversário do suicídio de Getúlio Vargas. A ideia é apresentar 2015 como uma reedição de 1954, comparando a Lava Jato à República do Galeão.

Os petistas argumentam que seria um erro ficar em casa enquanto a oposição sai para pedir a derrubada do governo. A tese esbarra em dois problemas. Primeiro: a popularidade de Dilma continua no volume morto. Segundo: é mais fácil mobilizar os insatisfeitos do que encher protestos a favor. O presidente Rui Falcão já ensaiou o discurso para escapar das comparações numéricas, que deverão ser desfavoráveis para o PT: “Não vamos fazer concurso para ver quem bota mais gente na rua”.

12
abr

Brasil volta às ruas neste domingo

Postado às 12:25 Hs

Menos de um mês depois de enfrentar o maior protesto popular da democracia brasileira, a presidente Dilma Rousseff volta neste domingo a ser alvo de uma série de manifestações contrárias a seu governo em todo o país. A mobilização tem o apoio de 75% dos brasileiros, segundo o Datafolha. Pesquisadivulgada neste sábado pelo instituto indica que 63% dos brasileiros são favoráveis à abertura de um processo de impeachment contra a presidente por causa do escândalo do petrolão. Para 57% dos entrevistados, Dilma sabia do esquema de corrupção na Petrobras e deixou que ele acontecesse.

Se levaram mais de 2 milhões de pessoas às ruas em 15 de março, os organizadores dos protestos buscam neste domingo mais do que uma numerosa adesão nas grandes capitais: o foco agora é espalhar os atos por mais cidades brasileiras, sobretudo no Norte e Nordeste, tradicionais redutos eleitorais petistas. Na avaliação dos movimentos Vem pra Rua e Brasil Livre, dois dos principais grupos por trás dos atos, a mobilização de mais brasileiros nessas regiões representará um golpe ainda mais duro contra o governo, além de lançar por terra o argumento petista de que as manifestações são uma tentativa de terceiro turno, protagonizada pela “elite” do Sul e Sudeste.

 

Em 15 de março, segundo a Polícia Militar, houve 1 milhão de pessoas nas ruas de São Paulo. Outras 200.000 protestaram em Porto Alegre e Vitória. Já as nove capitais do Nordeste somaram 75.000 manifestantes. Embora menor, o número é expressivo tendo em vista que que a presidente Dilma obteve 70% dos votos na região nas eleições do ano passado. Não à toa, os organizadores das manifestações buscaram desde março expandir sua área de atuação no país, formando células sobretudo no Norte e Nordeste. Se, em 15 de março, eram 241 as cidades com atos confirmados, agora são 413 – a maioria dos novos municípios, nas duas regiões. “O nosso objetivo não é ficar batendo recordes de pessoas nas ruas, mas ter representatividade em mais lugares”, diz Rogério Chequer, líder do Vem pra Rua.

Fonte: Agências de Notícias

Uma parcela assombrosamente enorme do eleitorado se pronuncia a favor de anular o voto ou deixá-lo em branco na cédula eletrônica, mesmo dando-se ao trabalho de atender a obrigatoriedade de se apresentar para votar. O fenômeno espanta, ultrapassa qualquer outro momento da história do país. Não se trata apenas de indecisão, de indiferença. Retrata a vontade, neste momento, de reprovar as opções disponíveis. Isso fere diretamente a “classe política”, macula o princípio de democracia que deveria garantir ampla possibilidade de escolha. Nem um lado quanto menos outros se mostram merecedores do esforço de digitar apenas dois números na urna daqui a 60 dias. A somatória de brancos e nulos ultrapassa a preferência da primeira colocada, Dilma Rousseff, e, mesmo somando-se os votos do segundo colocado, o “não voto” continua majoritário nas preferências da população. Quer dizer que a maioria preferiria que o cargo não fosse preenchido por ela nem por outro. Ainda estaria faltando o candidato que se aproxima de suas aspirações.
16
maio

FIQUE SABENDO…

Postado às 17:30 Hs

 

# # DILMA vaiada em João Pessoa

Protestos populares marcaram a passagem da presidente Dilma Rousseff em João Pessoa (PB) na manhã desta sexta-feira, 16. Cerca de 200 pessoas, integrantes de grupos de indígenas, de servidores estaduais e federais e de mutuários do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) levaram faixas e cartazes para a porta do Forrock, casa de shows da capital paraibana que recebeu a formatura de 1,7 mil estudantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), desta sexta-feira. Impedidos de entrar no evento, os manifestantes chegaram a bloquear, por alguns minutos, a Avenida Tancredo Neves, que dá acesso ao local, mas a via foi reaberta por policiais militares. Na chegada da presidente e de sua comitiva, foram ouvidas vaias. O maior grupo de manifestantes, o dos mutuários, reclama da MP 633, que trata dos acordos entre seguradoras e mutuários do SFH por consertos em imóveis com problemas de construção. “Entregam um apartamento cheio de rachaduras e goteiras e não querem consertar, o problema fica sempre com quem pode menos”, reclama a aposentada Ivanilce Maria Rocha, de 63 anos, uma das afetadas pela resolução do governo. A medida provisória foi criada pelo governo para tentar conter a onda de ações judiciais sobre o tema, que já alcançaria o número de 350 mil no País. (Agência Estado)

 # # Polícia Militar do RN em GREVE

Os policiais militares do Rio Grande do Norte entrarão em greve na próxima segunda-feira (19). De acordo com as associações representativas da categoria, o motivo da paralisação é que o Governo não teria dado nenhuma resposta às reivindicações que foram feitas nos últimos meses. “Quando paralisamos as atividades no dia 22 de abril, a cúpula do Governo nos chamou, falou que iria encaminhar a Lei de Promoção de Praças para a Assembleia Legislativa, o que realmente aconteceu, e que iria discutir as outras reivindicações e nos dariam uma resposta, mas até agora isso não aconteceu. Os policiais estão se sentindo extremamente enganados pelo Governo. Semana passada, decidimos em assembleia que iríamos parar no dia 19 e iremos fazer isso”, declarou o presidente da Associação de Cabos e Soldados do Estado (ACS-RN), Roberto Campos. Roberto ainda disse que acredita que a paralisação deve mobilizar quase 100% da categoria, já que até mesmo os oficiais devem participar. “Na paralisação do dia 22, os oficiais participaram em apoio aos praças, já que a principal pauta era a Lei de Promoção de Praças. Mas agora as reivindicações vão beneficiar a todos da corporação, desde os praças até o policial da reserva. Se a outra paralisação atingiu mais de 80% da categoria, agora eu acredito que vai chegar perto dos 100%”, afirmou.

 

 # # Novo presidente do TSE quer que Congresso imponha limites para gastos com campanha

Ex-advogado do PT e patrono de uma resolução que tenta amordaçar o Ministério Público Eleitoral durante o pleito de outubro, o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Antonio Dias Toffoli, defendeu nesta sexta-feira que o Congresso Nacional adote um teto como limite para gastos de políticos e partidos com campanhas eleitorais.A manifestação do ministro está em sintonia com a tese de redução do custo das disputas e de diminuição da dependência das legendas de doações privadas, primeiros passos para a implantação da sonhada proposta petista de financiamento público de campanha.

“Não havendo teto, é livre aos partidos auto estabelecerem o teto. Ainda tenho esperança de que o Congresso Nacional aprove lei estabelecendo teto para presidente, senador, governador, deputado federal, deputado distrital e deputado estadual”, disse ele. “Se é livre, o céu é o limite”, completou ele, que articula com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), uma forma de levar o tema à votação.(VEJA)

20
abr

[ Ponto de Vista ] Pior dos riscos da Dilma

Postado às 21:39 Hs

Por Heron Guimarães Desde o enfraquecimento das manifestações do ano passado, a expectativa se voltou para a Copa do Mundo. A pergunta, feita a todo tempo e em todo lugar, é se os protestos vão ocorrer durante o Mundial e se eles terão a mesma força que tiveram em 2013. A princípio, ninguém ousa duvidar da força que vem das ruas e do impulso das redes sociais. Tão pouco, alguém é capaz de garantir que as multidões se espalharão por nossas capitais. Algumas tentativas de mobilização foram colocadas em prática neste início de ano. Nenhuma delas foi bem sucedida. Até a Polícia Militar da Bahia mostrar do que é capaz. A tropa cruzou os braços, e a baderna tomou conta de Salvador, praça que receberá nada mais nada menos do que as seleções da Espanha, Holanda, Alemanha, Portugal e França.

Por Chico Maia

Sou totalmente a favor dos protestos contra a corrupção e abusos que envolvem a organização da Copa no Brasil. Só assim os políticos que comandam o país, e os que querem chegar lá, serão pressionados a mudar a forma de conduzir os negócios dos estados e do país. Mas considero esse movimento “não vai ter Copa” um exagero, pois não tem nada a ver, nada racional.

A Copa está aí, é uma realidade e será realizada. O momento de evitá-la foi nove anos atrás, quando o governo brasileiro e a CBF correram atrás da Fifa, moveram mundos e fundos para convencê-la de que o Mundial deveria ser aqui. Dois anos depois, ela bateu o martelo e disse “sim”, porque a melhor oferta era a do Brasil, que, além do mais, estava disposto a aceitar todas as imposições dela. E assim foi feito. Agora, é “chorar na cama que é lugar quente”.

Vandalismo é outra coisa, que brota em função da impunidade. Porém, impunidade de todos, inclusive dos graúdos, que mandam no país; não só dos marginais pés de chinelo.

Quando nem decisões judiciais são respeitadas, abre-se o caminho para a anarquia. E tivemos um péssimo exemplo do sindicato das empresas de ônibus que operam em Belo Horizonte. Como o futebol toma conta da mídia e das mentes da maioria das pessoas nos fins de semana, muita gente não tomou conhecimento da notícia de que as empresas de ônibus fingiram que não sabiam e ignoraram a decisão judicial de não aumentar o preço da passagem. Felizmente, com um Atlético e Cruzeiro na cabeça, foram poucas as manifestações com violência.(transcrito de O Tempo)

Os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves; e do Senado, Renan Calheiros; e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decidiram dar preferência ao projeto do Senado sobre manifestações de rua. Eles estiveram reunidos nesta quinta-feira (10), no gabinete do presidente da Câmara, para acertar a votação da proposta. O texto é um substitutivo do senador Pedro Taques (PDT-MT) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 508/2013, que está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “A ideia é que o relator Pedro Taques concentre todas as sugestões apresentadas, do governo e dos parlamentares, para que tenhamos um texto que agrade à sociedade brasileira e possa ser aprovado com alguma rapidez”, afirmou o ministro. Cardozo acredita que o projeto será aprovado antes da Copa do Mundo.
17
fev

* * * Quentinhas… * * *

Postado às 9:33 Hs

* * *  A sessão solene para a leitura da mensagem anual da governadora Rosalba Ciarlini(DEM) marca o reinício dos trabalhos legislativos, nesta segunda-feira (17), às 16h. E a solenidade de instalação dos trabalhos da 60ª Legislatura, antes, o presidente da Casa, deputado Ricardo Motta(PROS) passará em revista as tropas da Polícia Militar formadas em frente a Assembleia Legislativa. A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) vai à Assembleia Legislativa para a leitura anual da sua mensagem, abrindo os trabalhos do ano. A expectativa é para saber o tom da mensagem de avaliação do mandato ou de “projeção”, fazendo “jus” a uma possível reeleição.* * *

* * * Seis meses. Esse foi o prazo dado pelo Corpo de Bombeiros para que a Liga Desportiva Mossoroense (LDM) instale um sistema de hidrantes no Nogueirão, sob pena de uma nova interdição, agora sem direito a ações paliativas. O prazo se extingue em 15 de agosto, período em que o futebol local poderá estar em plena disputa da Série D, inicialmente com o Baraúnas, que já tem vaga garantida, e também com o Potiguar, caso conquiste o direito durante o Campeonato Estadual. A exigência está expressa no termo de compromisso assinado pelo presidente da LDM, Francisco Braz, na tarde deste sábado (15), quando o estádio foi dado como liberado. * * *

* * * O projeto de lei que o governo enviará ao Congresso para conter a violência em manifestações aumenta as punições em caso de dano ao patrimônio público e proíbe mascarados de circularem sem identificação pelas ruas.A informação é do jornal O Estado de S. Paulo. Prevista para ser apresentada nesta semana, em regime de urgência, a proposta também prevê o agravamento da pena para quem cometer atos de lesão corporal. “Quem quiser pintar o rosto pode pintar, mas o projeto veda o anonimato. É permitido o uso de máscara desde que as pessoas se identifiquem à autoridade policial”, disse ao Estado o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “As pessoas têm de arcar com as consequências do que fazem, não podem se esconder atrás de uma camisa cobrindo o rosto. Ninguém pode se infiltrar em manifestações para depredar o patrimônio, agredir, matar e não ser punido”. * * *

* * * Mossoró na espera…O estado ganhará mais uma afiliada da Rede Globo. Será a TV Costa Branca, de Mossoró, com programação local específica para a região Oeste, mas pertencente ao mesmo grupo natalense que já controla a Inter TV. 2014 promete…Aguardemos !

Por Carlos Chagas

 

Terá sido necessário o assassinato de um cinegrafista para a opinião pública posicionar-se frontalmente contra os black-blocs que infestam, distorcem e desvirtuam o sentido das manifestações populares? Claro que não. Nada justifica a perda de uma vida nas condições em que Santiago perdeu a dele, quer dizer, trabalhando.

O problema é que esses animais continuam dispostos a assaltar, depredar e intranquilizar as principais cidades do país e confundir-se com os movimentos antes pacíficos.

Sendo assim, não basta a população condená-los, até diminuindo o número de manifestantes nas ruas, mas ainda suficientes para organizar verdadeiras praças de guerra. Muito menos será solução aumentar os contingentes policiais e liberar a truculência do lado da lei, com balas de borracha, sprays de pimenta e bombas de gás., coisa que apenas acirraria os conflitos.

Razão tem o Secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, quando acentua que apenas mudando a lei será possível arrefecer a baderna. Isso significa determinar a prisão preventiva de quantos foram flagrados depredando patrimônio público e privado. Estabelecer para eles mais do que uma quarentena a ser passada na cadeia, sem habeas-corpus, pois também processos penais por danos à ordem pública.

Um terceiro vértice do triângulo será da mesma forma necessário: mobilizar os organismos de inteligência de informação não apenas das Polícias Militares e Civis, mas das instituições correlatas, para identificar os meliantes, prendê-los e processá-los antes que se lancem na próxima empreitada. Se foi possível à polícia do Rio conhecer os dois assassinos responsáveis pela morte do cinegrafista, impossível não será sair atrás dos cabeças e dos principais agitadores. Mesmo mascarados, eles tem sido filmados.

Em suma, há um longo trabalho a desenvolver se queremos chegar a junho sem assistir à transformação das cidades sede da Copa do Mundo em campos de batalha. Menos pela sorte da competição, até, do que para o restabelecimento da paz nas ruas.

01
fev

Na ofensiva

Postado às 9:42 Hs

Após a saída da ministra Helena Chagas da Secretaria de Comunicação Social, o governo prepara uma “ofensiva publicitária” para tentar arrefecer o furor das manifestações populares contra a Copa do Mundo de 2014, informa a repórter Juliana Braga, do G1. A ideia do Planalto é isolar ou reduzir a importância “daqueles que são ideologicamente contra a Copa”, diz uma fonte do primeiro escalão do governo. O Planalto reconhece que a medida está um tanto atrasada. A demora em “reagir” às críticas contra o mundial da Fifa, explicou o auxiliar da presidente Dilma, foi atribuída a Helena Chagas. Segundo a fonte, havia descontentamento de áreas da administração federal com a suposta “falta de iniciativa” na publicidade do governo para minimizar as ofensivas contra o evento esportivo.
abr 8
quarta-feira
02 58
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