A pressão de senadores e dos chamados cabeças pretas ligados ao presidente interino Tasso Jereissatti (CE) para que o senador Aécio Neves (MG) renuncie à presidência do PSDB já, sem esperar a convenção marcada para daqui a 40 dias, acabou deflagrando um movimento que culminou na quinta-feira com o lançamento da candidatura do governador de Goiás, Marconi Perillo, para comandar o partido na disputa de 2018. Marconi disse nesta sexta-feira que decidiu aceitar a candidatura, uma vez que Tasso tem dito que não disputará a eleição marcada para o 9 de dezembro.

Segundo Marconi, ele foi convidado para disputar a presidência do partido por governadores, parlamentares, dirigentes tucanos e setores empresariais da legenda. Diz que o PSDB venceu sempre em Goiás e que seus governos implementaram programas que serviram de modelo para os grandes programas sociais adotados pelo governo federal.

— Eu resolvi aceitar o convite, porque o Tasso tem dito, peremptoriamente, que não é candidato à reeleição para a presidência do partido. É uma pessoa que admiro muito. Quero me dedicar integralmente à unidade do PSDB com a consciência que o presidente do partido não tem que ser protagonista da eleição. O grande protagonista é o candidato — disse Marconi Perillo.

Fonte:  O Globo.

O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), disse a aliados que vai deixar o comando do partido caso Aécio Neves (PSDB-MG) não renuncie definitivamente ao posto na semana que vem.

Em conversas reservadas nos últimos dias, Tasso afirmou que chegou “ao limite” na queda de braço interna e que não pretende continuar brigando pelo poder com o colega mineiro –que está licenciado da presidência do PSDB desde maio.

O movimento do senador cearense foi interpretado como um ultimato. Tasso fez cobranças públicas na quarta-feira (18) para que Aécio deixe definitivamente a cúpula tucana, mas o mineiro ainda resiste.A ameaça de Tasso de deixar a presidência interina do PSDB é, segundo seus aliados, uma pressão adicional sobre o grupo de Aécio.

Via Blog do Camarotti

Cresceu dentro do PSDB o movimento para forçar a renúncia do senador Aécio Neves (MG) da presidência do partido. Ele está licenciado do cargo desde maio, quando entrou na mira da delação da JBS. Na ocasião, caciques tucanos esperavam a renúncia do político mineiro. Mas ele resistiu.

Agora, com o novo afastamento de Aécio do mandato de senador pelo Supremo Tribunal Federal, o partido voltou a articular a saída definitiva dele do comando tucano. A percepção é que a permanência dele no cargo tem trazido grande desgaste à imagem da legenda. A pressão é para que ele deixe a presidência do PSDB ainda em outubro.

 

Por Carlos Newton

De tanto ficar em cima do muro, o PSDB está se tornando um partido inviável e começa a ser abandonado por seus quadros técnicos, como os economistas Gustavo Franco e Paulo Faveret. A crise interna está atingindo um clímax devido ao apoio incondicional dos líderes do partido ao senador Aécio Neves, um parlamentar que está desonrando e destruindo a imagem do PSDB, por ter sido flagrado em atos de corrupção passiva e obstrução da justiça, num telefonema gravado pelo empresário Joesley Batista, da JBS, com filmagem da entrega de quatro malas de R$ 500 mil e tudo o mais.

Não existe a menor possibilidade de Aécio Neves provar sua inocência, pois formou quadrilha e incriminou a própria irmã Andrea e o primo Frederico Pacheco de Medeiros. Como  não tinham direito ao foro privilegiado que protegeu o parlamentar tucano, os dois foram presos liminarmente em 18 de maio, mas depois a Primeira Turma do Supremo decidiu soltá-los, para que respondam a processo em liberdade.

SOB O MANTO DA ÉTICA – O PSDB foi criado em 1988 sob o manto da ética. Três décadas depois, o partido se contradiz e demonstra empenho para salvar um dos parlamentares mais corruptos da atualidade, que já responde a nove inquéritos no Supremo Tribunal Federal e pela segunda vez está afastado do mandato.

Além de ser flagrantemente corrupto, Aécio Neves merecia perder o mandato por falta de decoro parlamentar, pois a gravação exibe seu linguajar chulo e recheado de palavrões, que mais parecia um diálogo de Lula da Silva com sua falecida esposa,  que também foram grampeados em baixíssimo nível, vejam a que ponto caiu a política brasileira.

Além de defender Aécio, o PSDB toma a frente da operação para evitar o afastamento e processo criminal de três políticos altamente corruptos – Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco, os três mosqueteiros que eram quatro e agora estão desfalcados de Geddel Vieira Lima, já recolhido aos costumes, como se dizia antigamente. O relator tucano Bonifácio Andrada nem terá trabalho, porque os advogados de Temer já estão redigindo o parecer dele.

PRESSÃO NO SENADO – A crise agrava, porque na quinta-feira (dia 28), o Senado aprovou um pedido do líder tucano Bauer para colocar em votação a decisão do Supremo contra Aécio na sessão da próxima terça-feira (dia 3).

Sem maiores preocupações com o limite da irresponsabilidade que caracteriza os tucanos desde a Era FHC, Bauer alega que “não há razão” para o Senado esperar o dia 11, quando haverá um julgamento no Supremo Tribunal Federal que se relaciona diretamente com o caso. O líder tucano quer forçar o Senado a votar terça-feira a proposta de anular o afastamento de Aécio, mas está encontrando forte resistência.

É claro que essas cenas de apoio explícito à corrupção estão desmoralizando o que restava do imagem do PSDB. Os parlamentares mais jovens do partido (chamados de “cabeças pretas”) se decepcionam e ameaçam buscar outra legenda. E assim o PSDB mais uma vez renega suas origens e prefere caminhar para uma espécie de suicídio coletivo, no estilo do pastor fundamentalista Jim Jones.

João Dória está sendo ágil na movimentação para se cacifar como nova alternativa no campo da centro-direita, tentando colar sua imagem em personagens como o argentino Mauricio Macri e o francês Emanuel Macron, que deu um jeito de visitar para produzir imagens de campanha. Mas o apressado às vezes come cru, e quem acaba se dando bem é o come quieto…

Enquanto Dória viaja, inclusive ao exterior, de jatinho e comitiva, Geraldo Alckmin entra em fila de aeroporto e faz o estilo homem comum. Diferentemente do ex-pupilo hoje adversário, vem construindo um discurso antibelicista para 2018.

Nesta quinta-feira, por exemplo, na abertura do seminário Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação, promovido em conjunto pelo PPS e pelo PSDB (Fundação Astrojildo Pereira e Instituto Teotônio Villela), Alckmin encerrou seu discurso saudando a boa política: “O Brasil precisa de menos gladiadores e de mais construtores”.

Na plateia, entre outros, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que entrou espirituosamente na onda. Indagado se havia conseguido estabelecer a paz entre Alckmin e Dória, respondeu: “Mas eles nunca estiveram em guerra…”.

02
set

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 21:03 Hs

* * * Esse fechamento de bancos postais dos Correios no RN e em todo o Brasil é só mais uma prova de que a estatal, aparelhada diversas vezes para desviar dinheiro público, está quebrada, causa prejuízos e presta péssimo serviço à população. Já passou da hora de privatizar os Correios. Não precisa nem vender. Se der de graça, o Brasil ainda sai no lucro. * * *

* * * Chapa congestionada: O PSDB vai para as eleições de 2018 com cinco deputados estaduais: Ezequiel Ferreira, Márcia Maia, José Dias, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho. Comenta-se que, nesta conta, alguém vai sobrar. Ninguém sabe quem. Mas, é possível palpitar. Pobre RN ! * * *

* * * O consumo das famílias e o setor de serviços impulsionaram o crescimento de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre. A liberação do saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a inflação mais baixa e a leve redução do desemprego permitiram que o comércio se expandisse, depois de nove trimestres consecutivos de queda. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo das famílias aumentou 1,4%, com movimentação de R$ 1,02 trilhão no período. * * *

* * * As sucessivas quedas dos juros básicos da economia chegarão, nesta semana, ao bolso de quem investe na mais tradicional aplicação financeira do país. A redução esperada da taxa Selic para abaixo de 8,5% ao ano nesta quarta-feira (6) diminuirá os rendimentos da poupança. No entanto, a caderneta continuará um dos investimentos mais atrativos.Tradicionalmente, a Anefac faz simulações em que compara o rendimento da poupança com o dos fundos de investimento, que diversificam as aplicações, mas cobram Imposto de Renda de 15% a 22,5% e taxa de administração.

19
ago

DEM espera usar crise do PSDB para crescer

Postado às 21:35 Hs

Coluna do Estadão

Integrantes da cúpula do DEM apostam que poderão faturar politicamente com a crise interna do PSDB.

Em reformulação e tentando assumir protagonismo no campo de centro-direita, dirigentes do partido acham que o desgaste dos tucanos abrirá espaço para que eleitores do PSDB voltem suas atenções para propostas novas apresentadas por legendas que se contraponham ao PT.

Nesse processo, o DEM monitora também a situação do prefeito João Doria no PSDB, abrindo a possibilidade de lançá-lo à Presidência, se os tucanos lhe fecharem a porta.

Por Talita Fernandes /Folha

Um vídeo avalizado pela presidência do PSDB, e que vai ao ar nesta quinta-feira (dia 17), chama o atual modelo de governo de “presidencialismo de cooptação”. A peça, com dez minutos de duração, é uma continuidade da inserção de 30 segundos apresentada na semana passada, em que a sigla admite ter cometido “erros”. Em tom de autocrítica dos tucanos, o programa constrói uma narrativa dizendo que o atual modelo, o presidencialismo, faliu. E, por fim, defende que o Brasil adote o parlamentarismo, bandeira do PSDB desde sua fundação, em 1988.

ACERTOS DA SIGLA – O vídeo traz um histórico de ações feitas pelo PSDB, como a criação do Plano Real, do Bolsa Escola (que deu origem ao Bolsa Família) e da Lei de Responsabilidade Fiscal. Tais medidas são apontadas como “acertos” da sigla, mas a cada ponto positivo, um dos narradores pondera: “Mas agora, errou”. “Quem pensa no Brasil tem que ter coragem para apontar o que está errado”, diz o programa. O narrador diz ainda que as críticas têm de ser feitas sem agressão.

Na sequência são mostrados vídeos em que senadores da oposição trocaram ofensas e ocuparam a mesa diretora do Senado durante a votação da reforma trabalhista, no primeiro semestre.

ASSUMINDO ERROS – “O PSDB sabe que é hora de assumir os seus erros”, diz um narrador, acrescentando que a sigla cedeu ao fisiologismo. Tucanos ocupam atualmente quatro ministérios no governo Michel Temer. O vídeo fala que o país atravessa a pior crise da história da República. “Depois do mensalão, do petrolão, temos mais um presidente com dificuldade de governar, de unir os brasileiros”, diz o texto no momento em que há apenas uma menção direta a Temer, quando é exibida sua foto. Para evitar conflitos com o governo, a presidência do PSDB evitou fazer menções diretas ao governo. O senador Tasso Jereissati (CE), presidente interino do partido, disse à Folha que o objetivo não é atacar Temer, mas o sistema atual.

MODELO FALIDO – Por fim, o programa fala que dos quatro presidentes eleitos após a redemocratização, dois sofreram impeachment e que o modelo está falido devido à existência de “muitos vícios”. E vai aumentar a polêmica no partido.

A divulgação de um primeiro vídeo, na semana passada, irritou diferentes alas do PSDB. Deputados que votaram para barrar a denúncia por corrupção contra Temer se sentiram atingidos com a mensagem de “erro”. Já aliados do senador Aécio Neves (MG), entendem que o programa era um ataque indireto ao tucano, alvo de denúncia apresentada ao STF após o escândalo da JBS. Tasso tem defendido que o PSDB entregue os quatro ministérios ao Palácio do Planalto. O movimento do senador enfrenta barreira entre os ministros e tucanos governistas, especialmente da ala próxima a Aécio.

Via Época – Murilo Ramos

Não é conveniente convidar o presidente do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE), e o presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV), José Aníbal, para o mesmo evento. Aníbal ficou furioso ao saber que Jereissati tem pretensões de tirá-lo do comando do instituto, que é a fundação ligada ao partido.

Aníbal diz para quem quiser ouvir que não sai de lá. Pelo jeito, não é só a disputa entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Doria, que anima o ninho tucano. Já o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) divulgou em suas redes sociais, nesta sexta-feira (11), um vídeo em que condena a direção do PMDB por punir deputados que votaram a favor da admissibilidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer

“Suspender deputado porque não colocou o presidente da República acima da Constituição é antidemocrático”, afirmou Renan. “Ninguém está imune a investigação, seja procurador-geral da República, presidente da República ou senador. E quem abusar tem de ser penalizado pelo que fez na forma da lei.”

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A disputa interna do PSDB pela vaga de candidato à Presidência em 2018 chegou a partidos aliados dos tucanos. DEM e PMDB, que integram a núcleo duro de apoio ao governo Michel Temer, se aproximaram do prefeito João Doria e sinalizaram com a possibilidade de lançá-lo candidato ao Planalto. A abordagem peemedebista foi feita pelo próprio presidente Michel Temer (PMDB). Ele disse ao prefeito que “as portas do PMDB estão abertas” para o tucano disputar a Presidência da República no ano que vem. O “convite” foi feito durante uma conversa entre eles nesta segunda-feira, 7, na Prefeitura, pouco antes de um evento no qual o presidente distribuiu publicamente afagos a Doria, segundo relatos de quem estava no local. Procurada, a assessoria do Planalto negou o convite. O DEM também sondou Doria sobre a disputa presidencial tendo no horizonte uma dobradinha entre ele e um quadro do partido em 2018. No limite, o DEM também está de portas abertas a Doria caso ele não consiga se candidatar a presidente pelo PSDB em 2018. Os nomes citados para compor a chapa são o prefeito de Salvador, ACM Neto, e o ministro da Educação, Mendonça Filho.

Ala do PSDB que atuou para barrar a denúncia contra Michel Temer acusa o senador Tasso Jereissati (CE) de continuar incitando a divisão na sigla. A irritação é tanta que o ministro Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) disse a aliados que não descarta deixar o partido.

Imbassahy não estaria sozinho. Outros integrantes da legenda ameaçam debandar se não houver uma acomodação de todas as tendências no discurso do senador, que é presidente interino da sigla. Esses integrantes também se irritaram com o fato de Aécio Neves, presidente licenciado da legenda, ter mantido Tasso no posto mesmo após a derrota da ala apoiada pelo cearense, que pregava o desembarque do governo Temer.

Folha de São Paulo

03
ago

FIQUE SABENDO…

Postado às 19:15 Hs

# Mudança de partido

O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) escolheu o PEN (Partido Ecológico Nacional) para lançar sua candidatura à Presidência em 2018. De acordo com Adilson Barroso, presidente nacional da sigla, o acerto depende apenas da assinatura final, que só poderá ser feita durante a janela partidária -ou seja, o período de 30 dias em que os parlamentares podem trocar de legenda sem perder o mandato. “Está 99,9% fechado, estamos só esperando a assinatura do ‘casamento partidário’, por isso o 0,1%”, afirmou Barroso à reportagem. A assessoria do deputado também confirmou que a troca está acertada, mas ainda não concluída.

# Reunindo

O PSDB pretende anunciar em dezembro o pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto na eleição do ano que vem e não precisa de cargos no governo Temer para apoiar as reformas, disseram os senadores Tasso Jereissati (CE) e Aécio Neves (MG) nesta quinta-feira. Atingido por denúncias de corrupção no âmbito da delação premiada de executivos da J&F, holding que controla a JBS, Aécio disse a jornalistas em Brasília que fez um apelo para que Tasso seguisse no comando tucano e conduzisse um processo de renovação programática e da direção partidária. “O senador Tasso é quem hoje tem as melhores condições para conduzir a renovação do PSDB”, disse Aécio a jornalistas ao lado de Tasso, após se reunir com o senador cearense.De acordo com Aécio, se mais de um nome se apresentar como postulante à candidatura tucana ao Palácio do Planalto, será realizada uma disputa interna no início de 2018 para definir o representante do partido no pleito.

# Fezinha

Ninguém acertou as dezenas do sorteio 1.954 da Mega-Sena, realizado às 20h (horário de Brasília) desta quarta (2), em Itabela, na Bahia. Veja as dezenas sorteadas: 09 – 25 – 33 – 35 – 40 – 49. A expectativa do prêmio acumulado para o próximo sorteio, no sábado (5), é de R$ 40 milhões. A quina teve 32 acertadores, e cada um levará R$ 48.479,76. Outras 2.483 apostas ganharam a quadra, com R$ 892,55 para cada um.

# Até Outubro

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira que espera que a reforma da Previdência esteja aprovada até outubro, tanto em votação no Senado quanto na Câmara dos Deputados. O ministro participou em São Paulo de um seminário com investidores feito pelo banco Goldman Sachs. Ele também admitiu que existe a possibilidade de aprovar a Reforma Tributária ainda em 2017. — A tributária vai depender muito dela ser apresentada, mas claramente, espera-se que a votação seja neste ano. A previdência em outubro, sim, e a tributária, idealmente em outubro, mas se for em novembro, tudo bem — disse a jornalistas na saída do evento Henrique Meirelles disse que continua avaliando a evolução da receita para decidir sobre a possível mudança da meta fiscal para este ano. A previsão é de um déficit de R$ 139 bilhões em 2017. Ele evitou, no entanto, confirmar qualquer decisão nesse sentido e descartou novamente estar sofrendo pressões políticas. As informações são de O Globo.

As principais lideranças do PSDB passaram quatro horas reunidas na noite dessa segunda-feira (10) no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, mas não definiram se o partido desembarca ou não do governo de Michel Temer. Segundo o presidente interino da legenda, senador Tasso Jereissati (CE), a decisão não poderia ser tomada nessa segunda porque é um assunto da alçada da Executiva do PSDB.

Os tucanos resolveram fazer uma convenção no mês que vem para eleger uma nova direção executiva para o partido – o que inclui o cargo de presidente. Tasso assumiu o comando da legenda em maio, após a revelação do envolvimento do então presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB), na delação do empresário Joesley Batista, da JBS.

Os tucanos também pretendem aproveitar a convenção fazer uma reflexão sobre as propostas do partido para o Brasil. “Precisamos revisitar o nosso programa”, disse Tasso. Segundo ele, o PSDB tem passado por um processo de envelhecimento e, portanto, precisa de um renovação. “Precisamos refletir sobre nossos erros”, afirmou. O senador também comentou sobre a reforma da Previdência e disse que “é muito difícil” que a proposta seja votada no Congresso no segundo semestre deste ano.

A reunião convocada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, contou com as presenças de Tasso, Aécio, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do prefeito de São Paulo, João Doria, do senador José Serra (SP) e dos governadores Beto Richa (PR), Reinaldo Azambuja (MS), Pedro Taques (MT), além de outros parlamentares.

10
jul

* * * Quentinhas … * * *

Postado às 20:45 Hs

* * * Em entrevista à edição impressa desta Tribuna do Norte, o ex-senador Fernando Bezerra criticou a bancada federal do RN, com exceção apenas do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), a quem rendeu elogios.Sobre a perspectiva de renovação na política potiguar, Bezerra, que foi líder no Congresso nos Governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula, citou nomes como o desembargador Cláudio Santos e os empresários Marcelo Alecrim, Antônio Gentil, Tião Couto, e Flávio Rocha. * * *

* * * O governador Robinson Faria (PSD) confirmou que o governo estadual dará apoio a importante iniciativa do empresariado mossoroense. Ele recebeu lideranças empresariais em seu gabinete na Governadoria, em Natal.Nesta segunda-feira (10), Robinson assegurou que o Governo do RN vai participar da campanha de fomento comercial denominado de “Aquece Mossoró”. Quatro entidades que abrangem a maior parte do segmento produtivo de Mossoró estiveram representadas, na defesa do Aquece Mossoró: Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO), Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON/Mossoró) e Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL). Fomento nas vendas : A campanha Aquece Mossoró será realizada de 13 e 30 de setembro, com uma série de promoções que envolvam lojas comerciais, prestadores de serviços etc., instigando a participação do público consumidor de Mossoró e região.* *  *

* * * O Partido Socialista Brasileiro (PSB), presidido no Estado pelo deputado federal Rafael Motta, começa a se articular nos bastidores para as eleições de 2018 no RN. E poderá lançar o advogado Araken Farias como candidato ao Governo do Estado. O atual vereador de Natal, Franklin Capistrano, também vem sendo estimulado pela cúpula Estadual a disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa. * * *

 

01
jul

Coisas do Brasil…

Postado às 13:34 Hs

Acredite se quiser!

Aécio pode voltar a presidir o PSDB a qualquer momento.

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de permitir ao senador Aécio Neves (MG) retomar as atividades parlamentares criou uma situação embaraçosa no PSDB. O partido já discutia há algum tempo a antecipação de uma convenção nacional, com o objetivo de eleger uma nova Executiva para retirar o senador mineiro do posto. Agora, dizem os tucanos, Aécio tem condições de reassumir a presidência do partido a qualquer momento.

“O afastamento do senador foi uma decisão voluntária. Ele que indicou o Tasso (Jeiressati) para o lugar dele. Portanto, se ele quiser voltar, essa é uma decisão pessoal”, explicou o secretário-geral do PSDB, o deputado federal Silvio Torres (PSDB-SP).

NA EXPECTATIVA – A reportagem apurou que o presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), aguarda uma posição de Aécio para saber o que ele vai fazer. Isso porque, segundo a cúpula, não há nenhum procedimento formal ou burocrático que impeça o senador mineiro de reassumir, imediatamente, suas funções no comando da sigla.

A situação deve evidenciar ainda mais a disputa entre paulistas e mineiros no partido. Próximo ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Torres afirmou que o retorno de Aécio não impede o partido de pedir a antecipação das eleições internas. “Seja qual for a decisão do Aécio, defendo uma antecipação da convenção nacional”, explicou.

A ideia do grupo de Alckmin é realizar eleições municipais, estaduais e nacionais consecutivas a partir de agosto, uma a cada mês. Além disso, os tucanos paulistas querem alterar a atual composição da Executiva nacional para que governadores e prefeitos tucanos também tenham seus representantes na direção partidária.

SEM CONDIÇÕES – A avaliação de parte dos tucanos é de que, ainda que esteja liberado para retomar suas atividades parlamentares, Aécio não tem condições de estar à frente da legenda neste momento. Apesar disso, os mineiros já usam a decisão do Supremo como argumento para enterrar o debate sobre uma nova convenção tucana.

“Essa é decisão muito importante que, dentro do partido, acaba com essa história de falar em convenção. Ele pode até continuar como presidente licenciado porque, obviamente, deve focar na sua defesa, mas é um senador da República do qual nos orgulhamos”, rebateu o deputado federal Domingos Sávio (MG).

A reportagem também apurou que Aécio recebeu a notícia da decisão do STF de um assessor, quando estava com sua família, em Brasília. Assim que retomar suas atividades no Senado, ele pretende usar a tribuna para sair da defensiva e discursar a favor das reformas.

O PT, Partido dos Trabalhadores, começa a enxergar que a queda de Michel Temer agora, inevitavelmente levaria o DEM e o PSDB ao centro do poder, com um de seus membros ocupando a presidência da república.

Michel Temer saindo da presidência, a constituição determina a posse de Rodrigo Maia na presidência da república, para convocar eleições dentro de um curto espaço de tempo.

Essas eleições, segundo o que reza a constituição, seriam indiretas, ou seja, feitas pelo Congresso Nacional, onde DEM e PSDB trafegam muito bem, sendo partidos bem articulados e deveriam eleger o sucessor de Michel Temer. Chegaram inclusive a especular nomes como Tasso Jereissati, Alckmin, ou outras figuras de projeção da legenda comprometidas com o grande capital.

Para não ser dessa forma, teriam de ser realizadas eleições diretas, que é a tese defendida pelo PT. Essa possibilidade torna-se inviável pois teria de ser mudada a constituição, fato considerado impossível.

Agência de Notícias

Por Pedro do Coutto

Na noite de segunda-feira, na cidade de São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ao presidente Michel Temer que o PSDB sai do governo se ele, Temer, for cassado pelo TSE e recorrer da decisão. O mesmo comportamento será adotado na hipótese de Temer recorrer ou então houver protelação do julgamento. A protelação no caso seria um pedido de vista para adiar o resultado do julgamento.

É o que afirma o jornalista Igor Gielow, Folha de São Paulo desta quarta-feira. O encontro teve a participação também do senador Tasso Jereissati e do ministro Moreira Franco. Durante o encontro, Michel Temer cobrou o que chama de lealdade da parte do PSDB, uma vez que na sua visão os tucanos têm faltado com um apoio compacto nos momentos que antecedem votações importantes. Fernando Henrique, por seu turno, frisou que a avaliação que vem sendo feita pelo PSDB leva em conta a falta de confiança quanto aos atos do governo no plano econômico o que contribui pra uma atmosfera de indefinição.

POSIÇÃO POLÍTICA – Este cenário acentuou FHC reflete na posição política de senadores e deputados que temem perder apoios eleitorais para 2018, se defenderem o governo. Exemplo disso está na corrida de Rodrigo Rocha Loures com uma mala de dinheiro na noite de 7 de março em São Paulo, sequência filmada pela Polícia Federal. Fernando Henrique citou a posição da ala jovem do partido, que está pressionando a direção em seu inconformismo com o fato de a legenda vincular-se ao governo. A ala jovem, assim como é chamada, defende o rompimento imediato do esquema do Palácio do Planalto e cita como exemplo da dificuldade que tem de apoiar o projeto de reforma da Previdência.

A ala jovem do PSDB argumenta que a permanência ao lado de Michel Temer assemelha-se a um abraço mortal nas urnas de 2018. FHC referiu-se também a uma análise agregada contida numa pesquisa no mercado que concluiu pela falta de otimismo da opinião pública – portanto, da população – quanto ao êxito do governo. A tônica do otimismo foi substituída por uma visão pessimista envolvendo, não só a economia, mas sobretudo o desfecho do governo.

RUPTURA DO PSDB – Na noite de quarta-feira, reportagem da GloboNews, abordou o tema ruptura do PSDB, destacando que os tucanos romperiam com Michel Temer, caso o relatório do Ministro Herman Benjamin seja favorável ao fastamento de Temer no dia 6 de junho e ocorra algum pedido de vista por parte de ministros que integram o Tribunal. A decisão, se confirmada, teria como alvo impedir qualquer manobra protelatória, pois como a revista Veja que está nas bancas publicou o voto do relator estaria elaborado no sentido de anular a vitória de 2014 da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer. Se tal fato se configurar, está valendo sobretudo a declaração de FHC contra a manobra destinada a protelar a decisão.

Nas últimas horas cresceu nos bastidores de Brasília que o sucessor de Michel Temer será ou Tasso Jereissati ou o próprio FHC. Nomes como de Nelson Jobim estão afastados de cogitações porque não alcançam um denominador comum que favoreça um amplo entendimento entre as legendas principais do Congresso Nacional.

 

A meu ver está mais para FHC que lançou inclusive quando a crise começou a crescer aceleradamente um amplo entendimento nacional, incluindo até o PT. O PT, sem Lula, evidentemente.

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O PSDB rachou sobre sua permanência no governo de Michel Temer (PMDB). Se a sigla começou a quinta (18) com um pé e meio fora da gestão que apoiou desde o primeiro minuto, o fim do dia viu sua nova direção segurar os principais ministros do partido nos cargos. Numa confusão que faz jus à fama de agremiação em cima do muro, o PSDB ainda espera uma avaliação mais precisa do áudio no qual Temer aparece numa conversa sobre obstrução à Justiça com Joesley Batista para definir sua posição final. A divisão do partido se deu ao longo do dia. Grosso modo, a bancada tucana na Câmara, os chamados “cabeças pretas” por não terem ou disfarçarem cabelos grisalhos associados aos caciques, defendia a entrega de cargos, a defesa da renúncia de Temer e consequente eleição indireta para presidente.
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