Em meio ao anúncio da saída de diversos filiados – entre eles o presidente Jair Bolsonaro –, o PSL reconduziu, hoje, o deputado federal Luciano Bivar (PE) à presidência da sigla por mais dois anos.

Houve uma única mudança na Executiva do partido: o deputado federal Júnior Bozzella (SP) assume a 2ª vice-presidência, cargo que estava vago desde a saída do ex-ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral). Era uma função ligada ao grupo político de Bolsonaro. De acordo com o senador Major Olímpio, a eleição da nova Executiva “fortalece a estrutura do partido e de todas as suas formalidades com o TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”.

O racha na legenda ficou explícito depois de Bolsonaro afirmar a um correligionário, no Palácio da Alvorada, que Bivar estava “queimado para caramba” em seu Estado, Pernambuco. O presidente e seus apoiadores afirmam que “falta transparência” na sigla.

Major Olímpio disse que foram disponibilizadas “todas as formas das contas do partido no TSE”. “O que precisar consultar, até especificamente o tipo de nota fiscal, está sendo disponibilizado. Então, isso dá uma tranquilidade para o partido tocar o dia a dia”, afirmou o senador a jornalistas que aguardavam o fim da convenção no lado de fora do local, em Brasília.

A eleição da Executiva tem sido feita a cada 2 anos. Hoje, houve chapa única. Ou seja, os membros do PSL poderiam votar na chapa ou em branco. Porém ampla maioria votou na de Bivar.

O presidente do PSL, Luciano Bivar, afirmou em entrevista ao programa Em Foco, da GloboNews, que será “muito bom” se o deputado Eduardo Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro deixarem os diretórios regionais do PSL. Os dois parlamentares são filhos do presidente Jair Bolsonaro. Eduardo é o presidente do PSL de São Paulo, e Flávio, do PSL do Rio de Janeiro. A entrevista com Luciano Bivar vai ao ar nesta quarta-feira (6) na GloboNews, às 21h30. “Eles estão constituindo outro partido. Então, seria muito mais confortável para ele, que já está na construção desse novo partido, deixar que o PSL começasse a articular suas eleições para 2020. Eu acho que seria muito bom para Flavio, Eduardo e muito bom para o PSL”, afirmou Bivar.

“O ideal agora é como se fossem gêmeos xifópagos [ligados entre si por uma parte do corpo]. Precisa separar. Cada um segue seu destino”. Essa foi a declaração do presidente Jair Bolsonaro ao comentar a crise no PSL. O partido está dividido entre um grupo ligado à família Bolsonaro e uma ala próxima do deputado Luciano Bivar (PE), presidente nacional da sigla.

Embora tivesse levantado na sexta-feira, dia 25, a possibilidade de se tornar “um presidente sem partido” se a crise no PSL não se resolver, nesta segunda-feira, dia 28, afirmou que a melhor solução é criar um novo partido, descartando a possibilidade de ir para o Patriotas. “Eu não teria dificuldade em criar um partido nesse sentido. Mas gostaria que fosse pacificado tudo”, disse.

PDN – Segundo ele, um bom nome para a agremiação seria Partido da Defesa Nacional ou PDN. “É um nome bonito, né? Tem que ser um nome que agregue”, disse. O presidente também ironizou a possibilidade de candidatura à Presidência da deputada federal Joice Hasselmann, que pertence ao grupo bivarista do PSL: “Boa sorte para ela. É fácil!”.

Embora reconheça que a deputada ajudou na articulação das pautas do governo no Congresso, disse que ela “se precipitou”. “Eu quero transparência. Porque se acontecer qualquer coisa errada nas contas do PSL, quem vocês vão culpar? Eu, que sou só um filiado.”

“SEM INTERFERÊNCIAS” – Bolsonaro disse também que pretende interferir o mínimo possível nas eleições municipais do ano que vem. “Se eu fecho com alguém, começo a perder apoios, e não quero perder apoios. Tenho objetivo de governar o Brasil”, afirmou. O presidente viajou dos Emirados para o Catar, de onde irá à Arábia Saudita.

Em Abu Dhabi, ele participou de reuniões com empresários e apresentou projetos brasileiros de privatização e investimentos em infraestrutura e no setor de óleo e gás.

Folha

Confirmado líder do PSL na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP) anunciou na noite desta terça (22) que desistiu da embaixada brasileira em Washington, mas negou que a conquista da liderança do partido tenha sido o fator determinante para a decisão. O anúncio foi feito pouco antes do encerramento da votação do acordo entre EUA e Brasil sobre a base de Alcântara (MA). Eduardo subiu ao plenário como líder do partido e usou seu tempo para justificar a escolha. Lembrando que foi eleito por 1,84 milhão de pessoas, Eduardo disse que o comunicado iria decepcionar os que torciam por sua ida aos Estados Unidos, achando que, assim, ele ficaria distante da vida política brasileira.

Os cinco deputados do PSL que tiveram suas atividades suspensas pela cúpula do partido pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ordene ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que se abstenha de anotar nos registros da Câmara dos Deputados o desligamento temporário dos parlamentares. O pedido é assinado pelo advogado Admar Gonzaga, que também defende o presidente Jair Bolsonaro em outras demandas.

Os parlamentares suspensos são Carla Zambelli (SP), Filipe Barros (PR), Bibo Nunes (RS), Alê Silva (MG) e Carlos Jordy (RJ).

Em uma investida contra o grupo bolsonarista, a cúpula do PSL decidiu aumentar o número de integrantes do partido com direito a voto nas decisões da sigla e suspender cinco deputados federais das atividades partidárias.

As decisões foram anunciadas pelos líderes do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), e no Senado, Major Olimpio (SP), após reunião da direção nacional da legenda em um centro empresarial de Brasília.

Para Gonzaga, “diante dos elementos aqui narrados, que se consubstanciam em decisão tirânica, ausente de fundamentação, em desacordo com o Estatuto do partido, alheia à legislação, ferindo de morte o contraditório e ampla defesa, é que os impetrantes vêm à esse eg. Supremo Tribunal Federal requerer que referida penalidade sequer seja anotada nos registros da Câmara dos Deputados”.

“A atuação preventiva dessa eg. Corte Suprema se justifica diante da urgência acima exposta e, ainda, da manifesta violação ao direito líquido e certo de terem preservada a integridade do mandato parlamentar, pelas razões acima expostas, suficientes para a concessão de medida liminar e, ao final, concessão da segurança”, anota.

Estadão Conteúdo

O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, assinou a destituição do senador Flávio Bolsonaro e do deputado federal Eduardo Bolsonaro do comando do partido no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente. A informação é da revista Crusoé.

Os filhos do presidente Jair Bolsonaro ainda não foram notificados oficialmente da decisão. De acordo com aliados de Bivar, no lugar de Flávio assumirá o deputado federal Sargento Gurgel, atual coordenador geral da bancada fluminense na Câmara. Já o substituto de Eduardo deve ser o deputado federal Júnior Bozzella, que vem atuando como porta-voz da ala bivarista na Casa.

A decisão deve agravar ainda mais a crise interna enfrentada pelo PSL. Nesta quinta-feira (17), Bolsonaro substituiu a liderança do governo no Congresso. No lugar da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) foi colocado o senador Eduardo Gomes (MDB-GO).

Jovem Pan

A cúpula do DEM articula com o grupo político ligado ao presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), uma possível fusão entre os dois partidos. Na noite de terça-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), disse a líderes do Centrão – bloco formado por DEM, PP, PL, Republicanos e Solidariedade – que, se o presidente Jair Bolsonaro sair mesmo do PSL, as negociações com a sigla comandada por Bivar podem avançar.  A “inconfidência” de Maia foi feita durante churrasco oferecido por ele ao deputado Alexandre Frota (SP), que comemorava 56 anos. Frota foi expulso do PSL em agosto, após criticar Bolsonaro, e se filiou ao PSDB. Na festa, ocorrida na residência oficial da Câmara, estavam integrantes do chamado “PSL bivarista”, além de políticos de outros partidos.
A cúpula do PSL avaliou, durante conversas no fim de semana, a possibilidade de liberar o presidente Jair Bolsonaro, os filhos dele – deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e senador Flávio Bolsonaro (RJ) – além de cerca de 20 parlamentares considerados infiéis para saírem do partido desde que assinem um compromisso público dizendo que abrem mão do dinheiro do fundo partidário. Houve discussão também sobre a expulsão de dois deputados do partido: Bibo Nunes (RS) e Alê Silva (MG). “Vamos propor um desafio púbico à Karina Kufa e ao Admar Gonzaga [advogados que defendem Bolsonaro]. Já que o presidente é contra o fundo eleitoral e partidário nas campanhas, e os deputados signatários também são, a narrativa é que o problema não é o dinheiro. Queremos que eles assinem um documento público com valor jurídico – do presidente, Eduardo, Flávio e todos os 20 deputados
O PSL tenta acertar uma reunião de lideranças do partido com o presidente Jair Bolsonaro para tentar debelar a crise que pode resultar na saída do presidente. O senador Major Olímpio (PSL-SP) disse que algumas lideranças vão se reunir no início desta semana com Bolsonaro para pedir uma definição sobre seu futuro no partido. O senador participou da celebração da missa solene da padroeira no Santuário Nacional de Aparecida, na manhã deste sábado – o presidente participaria de outra missa às 16 horas. Segundo ele, depois que a crise se tornou pública, ele e o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, não conversaram a respeito com o presidente. “Não tivemos oportunidade de conversar. Possivelmente conversamos no início da semana, a partir de segunda-feira. Talvez a gente converse em São Paulo. Espero que avance positivamente.”
O presidente Jair Bolsonaro diz estar decidido a deixar o PSL, mas busca uma saída jurídica para desembarcar do partido. O recado foi dado por ele a deputados e advogados em reunião na tarde desta quarta-feira, dia 9, no Palácio do Planalto. O anúncio de mudança de partido, contudo, não deve ser feito imediatamente. A equipe jurídica que assessora o presidente trabalha agora na construção de uma saída para evitar que os deputados aliados que queiram migrar de legenda, com Bolsonaro, percam seus mandatos por infidelidade partidária. Na bancada do partido, alguns nomes dispostos a seguir o presidente para outra sigla são Carla Zambelli (SP), Eduardo Bolsonaro (SP), Fávio Bolsonaro (RJ), Hélio Negão (RJ) e Bibo Nunes (RS). Além disso, os advogados estão construindo também uma forma para que os recursos do fundo partidário sejam transferidos para a futura sigla à qual o presidente e seus aliados pretendem se filiar.
09
out

Fundo partidário, razão do “barraco”

Postado às 8:52 Hs

Se o presidente Bolsonaro trata com tamanha grosseria e estupidez o presidente nacional do seu partido, Luciano Bivar (PSL), imagine o que não seria capaz de aprontar com adversários! Bivar, segundo o chefe da Nação, “está queimado para caramba” e não pegaria bem um vídeo com ele nas redes sociais, ao lado de um militante partidário em Pernambuco, informando que estariam juntos com o pré-candidato do PSL a prefeito do Recife.

Bivar foi jogado na jaula dos leões e sua queimação, que Bolsonaro não explicou, teria sido provocada pela exposição negativa na mídia com o noticiário envolvendo a existência de laranjas usados pelo partido nas eleições para deputado, em 2018.

A origem que levou o presidente a armar um barraco em frente ao Palácio da Alvorada tem outra explicação nos intramuros: Bivar administra um fundo partidário da ordem de R$ 360 milhões e Bolsonaro não quer que administre a distribuição do bolo sozinho.

Blog do Magno

Ao sugerir a um simpatizante, que se diz pré-candidato em Recife pelo PSL, para esquecer o partido, o presidente Jair Bolsonaro tornou pública e explicita a briga pelo controle da legenda. A avaliação é de integrantes do PSL, partido do presidente, que não querem que Bolsonaro deixe a agremiação. Em caráter reservado, um deputado do PSL disse ao blog que a ala de Bolsonaro quer tirar o atual presidente do partido, Luciano Bivar, do comando da legenda. A disputa se acirrou nas últimas semanas por causa da eleição municipal e futura definição de distribuição de recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral para as campanhas de prefeito e vereadores em 2020.

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), reafirmou ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o seu desejo de que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) deixe a sigla. Major Olímpio também expressou vontade de continuar no partido: “Vou resistir e mostrar que estou com o presidente Bolsonaro. Eu não sairei”.

Nesta quarta-feira, 18, no ato de filiação da senadora Juíza Selma Arruda (MT) ao Podemos – após ter deixado o PSL – Major Olímpio afirmou que ela trocou de legenda “porque está do lado certo”. Sobre outros integrantes da bancada do PSL no Senado, Olímpio informou que “(a senadora) Soraya Thronicke (MS), disse que não sairá”. “O outro senador é o Flávio Bolsonaro (RJ), que eu já disse que gostaria que deixasse o partido”, afirmou o líder do PSL.

Também o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), colocou o cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro. Bezerra foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal na manhã da última quinta-feira, 19.

Ao avaliar a semana do PSL e da base do governo no Senado, Major Olímpio falou que foi “ruim porque perdemos a Selma”.

Estadão

O deputado federal Alexandre Frota — expulso nesta terça-feira (13) do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro — estava intensificando as críticas ao governo nas redes sociais nos últimos meses. O parlamentar apagou suas redes sociais. Em entrevista à revista “Época”, também nesta terça, ele afirmou que está cansado e que sai da vida digital porque “esses eleitores são da época Bolsonaro”. A expulsão não acarretará na perda do mandato de Alexandre Frota. Eleito por São Paulo e em primeiro mandato, ele poderá permanecer como deputado em outra sigla.
08
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 8:51 Hs

  • O PSL terá pelo menos quatro autarquias importantes para governar partir desse ano: a Funasa, o Ibama e a CBTU. Precisará de gente experiente em seus quadros para acertar. O deputado estadual Gustavo Fernandes poderá ser uma excelente escolha, não só administrativa como partidária. É hora de montar um grupo forte para que o partido se sobressaia no RN nas eleições 2020.
  • Léo Pinheiro enterrou Lula no processo do sítio em Atibaia. Em suas alegações finais, o empreiteiro delatou o petista dizendo que as obras “foram executadas seguindo as determinações do ex-presidente”. Ele apresentou também as planilhas “Zeca Pagodinho – sítio”, que apontam a propina destinada à reforma. Lula não tem escapatória.
  • Terminou o prazo para o registro de candidaturas nos municípios de Santa Cruz e Passa e Fica. As eleições suplementares vão acontecer no próximo dia 3 de fevereiro. A partir de hoje, dia 07 de janeiro, já é permitida  a propaganda eleitoral nos dois municípios. Em Santa Cruz, município da 16a Zona eleitoral, com 23.800 eleitores, registraram candidaturas a prefeito e vice, Ivanildo Ferreira Lima Filho (PSB) e Glauther Adriano Azevedo Silva (PSB), ambos pela Coligação Seguindo em Frente e José Péricles Farias da Rocha e Paulo César pela Coligação Porque o Povo Quer. Em Passa e Fica, município da 12a Zona eleitoral, com 8.625 eleitores, foram registradas as candidaturas de Celso Luiz Marinho Lisboa e Maria de Lourdes Silva do Nascimento para os cargos de prefeito e vice pela Coligação Passa e Fica Continua Crescendo. Os adversários são Cybelly Fonseca Jorge e Adriana Pessoa Silva pela Coligação Unidos para Mudar.
  • O governo Jair Bolsonaro (PSL) tem projeto de lei pronto visando proibir um instrumento de negociação comercial que, segundo críticos, garante o domínio da Rede Globo no mercado publicitário de TV aberta no Brasil. O texto foi escrito sob inspiração de integrantes de agências de publicidade e executivos de concorrentes da Globo e será apresentado pelo deputado eleito Alexandre Frota (PSL-SP) quando o novo Congresso assumir em fevereiro.

    “O projeto foi entregue a mim e a uma equipe de profissionais com autorização do Jair. Vou apresentar ao presidente e me reunirei com SBT, RedeTV!, TV Record e talvez a Band”, disse Frota. Nesta segunda (7), enquanto reiterava críticas à distribuição de verbas oficiais do governo a veículos de mídia, Bolsonaro sinalizou sua intenção.

  • A bancada governista na Câmara pode garantir comando de comissões vitais para a agenda econômica, política e de segurança do governo Jair Bolsonaro, com a criação doe um bloco de PSL, MDB, PP e PRB, além do DEM e da adesão de outros deputados. A expectativa é superar 250 parlamentares e presidir a Constituição e Justiça; Diretos Humanos; e Finanças e Tributação, como fez o governo Michel Temer.
  • A deputada estadual Márcia Maia aguarda a confirmação do seu nome para a Agência de Fomentos. A governadora Fátima Bezerra (PT) aguarda a deputada deixar o PSDB.
06
jan

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 20:26 Hs

  • Ninguém acertou os seis números da Mega-Sena sorteada na noite desse sábado (5). Os números sorteados foram 17 – 39 – 43 – 46 – 52 – 53. O próximo concurso, com o sorteio na quarta-feira (9), tem uma estimativa de um prêmio de R$ 8 milhões.O sorteio do concurso 2.112, realizado em Caibi (SC), teve 34 apostas ganhadoras na quina, cada uma levando um prêmio de R$ 48,9 mil, e 2.547 apostas ganhadoras na quadra, com prêmios de R$ 933 cada. As apostas para o próximo podem ser feitas em qualquer lotérica até as 19h de quarta-feira ou pelo próprio site da Caixa.
  • Será nesta segunda-feira (7), a posse do presidente da Câmara, Paulinho Freire (PSDB), como prefeito de Natal, e da vereadora Nina Souza (PDT) como presidente da Casa Legislativa, durante os 15 dias em que o prefeito Álvaro Dias (MDB) ficará afastado da gestão da cidade.
  • O deputado estadual Gustavo Fernandes, que está de saída do PSDB para o PSL, é cotadíssimo para assumir o comando da Companhia das Docas do Rio Grande do Norte (Codern) ou outra autarquia federal. Ele é um dos nomes que chegam para fortalecer o time do presidente Jair Bolsonaro no Rio Grande do Norte.
  • Segundo a Folha de S. Paulo, a expectativa é que as novas regras possam gerar uma economia de R$ 9,3 bilhões em um ano, já descontados os pagamentos dos bônus. O valor corresponde a 4,2% do déficit previsto no RGPS (Regime Geral de Previdência Social) para este ano. É um valor ínfimo perto de um rombo total que deve bater em R$ 220 bilhões. Quem acompanha o trabalho, porém, defende que a MP terá o efeito de funcionar como uma espécie de ação moralizadora, para melhorar a organização do INSS, corrigir distorções legais e coibir fraudes enquanto se finaliza uma proposta mais ampla de reforma da Previdência.
  • Com a proibição de coligações para o próximo pleito, o NOVO e o PSL são legendas que preparam nominatas fortes em todo o Estado do Rio Grande do Norte.

Rodrigo Maia conseguiu selar um importante apoio à sua candidatura à reeleição à presidência da Câmara: o apoio do PSL de Jair Bolsonaro, dono de uma bancada de 52 deputados.

Maia e Luciano Bivar, o presidente do partido, tiveram uma longa reunião na manhã desta quarta-feira(02), em que foi acertado o apoio.

Bivar conseguiu de Maia a promessa de que as pautas prioritárias de Bolsonaro relativas às reformas serão pautadas com urgência. Conseguiu mais: o PSL ficará com uma das vagas na mesa da Câmara e com as presidências de duas das mais importantes comissões da Câmara, a CCJ e a Comissão de Finanças e Tributação

Lauro Jardim – O Globo

Eleito deputado federal este ano, o general da reserva Eliezer Girão Monteiro adiantou que o processo de escolha dos nomes que ocuparão os cargos federais no Estado só começará a ser feito quando o presidente eleito Jair Bolsonaro finalizar a escolha dos ministros. O general minimizou o que políticos do Nordeste têm dito fora do estado: que o governo não tem política para a região. De acordo com o general Girão, o próprio presidente Jair Bolsonaro já disse que a região Nordeste “é a menina dos seus olhos” e que quem não a enxerga como uma questão estratégica não poderá falar em desenvolvimento do Brasil. “Existe uma certa ansiedade, mas estamos conduzindo esse processo com calma e racionalidade. É importante que fique claro que fomos eleitos porque as pessoas não querem mais a política do toma lá, dá cá; e sim uma política participativa que traga resultados para sociedade”, frisou Girão.
nov 19
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