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Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, a Miranda Computação uniu-se à URBANA, Natal Reciclagem e Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mossoró (ASCAMAREM) para fazer um alerta à população e trabalham em uma campanha para dar o destino correto aos equipamentos eletrônicos em desuso. Até o dia 09 de junho, a loja da Miranda na Avenida Prudente de Morais e a loja Miranda do Partage Shopping Mossoró atuarão como posto de coleta para quem desejar se livrar do lixo eletrônico acumulado em casa. Para o empresário Afrânio Miranda, diretor administrativo da Miranda, o lixo eletrônico tem sido um dos maiores problemas da atualidade não só pela falta de local adequado para descartá-lo, mas também por esses danos sérios que ele pode oferecer à saúde. “O nosso objetivo com esta campanha é alertar a população para o problema de acumular lixo eletrônico em casa e dar oportunidade para que as pessoas possam se livrar desses equipamentos antigos, quebrados ou em desuso. A tecnologia vem se renovando cada vez mais rápido, com isso, os aparelhos eletrônicos ficam com a vida útil cada vez mais curta e para o consumidor fica cada vez mais difícil se livrar desse lixo eletrônico”, explica. Todo material recebido durante a campanha será destinado para desmontagem, reciclagem ou reaproveitamento.
12
nov

Ação & Cidadania

Postado às 0:01 Hs

UERN recebe pontos de arrecadação de lixo eletrônico

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi incluída na campanha de arrecadação de lixo eletrônico do grupo intitulado “ecotrônicos”. Foram espalhados pontos no Centro de Convivência e Biblioteca no Campus Central e na Reitoria.

De acordo com o grupo qualquer equipamento eletrônico se encaixa no perfil de material a ser arrecadado. As exceções são para pilhas e baterias. Podem ser computadores, televisores, mauses, roteadores, estabilizadores, dentre outros.

O grupo é formado por alunos do 1° período do curso de ciência e tecnologia da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) que faz um trabalho para a disciplina Ambiente, Energia e Sociedade.

O material está sendo arrecadado até a próxima sexta-feira, 14. Os alunos vão entregar tudo a Cooperacrevi, antiga Acrevi.

Fazem parte do grupo os estudantes Mariele Amaral, Sávio Ramos, Edye Nicolas, Joyce Micaele, Ana Karolinne dos Santos e Pâmela Domingo.

24
out

Informes

Postado às 10:58 Hs

Ufersa realiza campanha de reciclagem de papel

 

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido, por meio da Comissão do Plano de Gestão Logística Sustentável (PLS), realiza a campanha “Boas Práticas Sustentáveis: Reciclando para a Vida”. A campanha, que teve início no dia 14 de outubro, segue até o dia 14 de novembro.

Com objetivo de arrecadar o maior volume possível de papéis recicláveis em toda a instituição, a campanha surge mobilizando todos os setores da Universidade. Para isso foram distribuídas nos setores caixas de papelão que servirá como pontos estratégicos de recebimentos desses papéis recicláveis.

Os papeis recolhidos serão destinados a uma associação de catadores local que vem passando por dificuldades financeiras. Uma equipe de voluntários irá recolher o material reciclado quando solicitado pelo setor quando encerrar a campanha.

Para ajudar nesse trabalho, o professor Sidnei Miyoshi Sakamoto ofereceu um fragmentador de papel que irá auxiliar no processo de reciclagem.

A Ufersa conta com a colaboração de toda comunidade acadêmica, movimentado professores, servidores e estudantes a participar dessa campanha, ajudando dessa forma o meio ambiente e promovendo solidariedade a associação de catadores loc

Um estudo, coordenado por técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que cerca de 30% dos catadores de lixo de todo o país estão na região Nordeste (116 mil pessoas), a maioria em áreas urbanas. A Bahia é o estado com maior número de pessoas nesta atividade (34.107).

Os dados, obtidos com base no Censo Demográfico de 2010, estão na publicação Situação social das catadoras e dos catadores de material reciclável e reutilizável. Realizada em parceria com a Secretária-Geral da Presidência da República e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a pesquisa reúne indicadores sociais e econômicos desta parcela da sociedade.

O diagnóstico demonstra que a renda média mensal dos catadores da região, em 2010, era de R$ 459,34, 10% inferior ao salário mínimo nacional (R$ 510). A média de idade das pessoas que revelaram exercer a atividade ficou entre 30 e 49 anos – aproximadamente 4% ainda não haviam atingido a idade adulta e 15% encontravam-se entre 18 e 29 anos, faixa etária utilizada como referência nas políticas públicas para a juventude.

A participação de negras e negros entre os catadores no Nordeste chegou a 78%. A Bahia foi o estado com maior representatividade de negras e de negros entre esses trabalhadores, 84,2%. O Rio Grande do Norte apresentou o menor percentual, 71,2%.

Dentre aquelas pessoas do Nordeste que declararam exercer a profissão no Censo 2010, 53,8% afirmaram que contribuíam para a previdência, embora não se tenha como saber se a contribuição era regular. O Rio Grande do Norte se destacou positivamente, tendo apresentado um valor de cobertura previdenciária de 65%. As piores médias foram encontradas no Maranhão e no Piauí, ambos com 42,2% do total de catadores que afirmaram contribuir.

A exemplo desta pesquisa, outras estão em andamento para as demais regiões e para o país. Elas irão subsidiar as etapas estaduais e nacional da 4ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, que terá como tema a gestão de resíduos sólidos.

09
mai

A saída é a Reciclagem

Postado às 15:56 Hs

A reciclagem de resíduos sólidos movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. Tudo que é descartado pode se transformar em matéria-prima para a indústria por meio de uma correta coleta seletiva do lixo.

Para o coordenador do Núcleo de Educação Ambiental do Prevfogo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Genebaldo Freire, a coleta seletiva pressupõe um planejamento rigoroso e o contato com as cooperativas de catadores, para que todos saibam o que será aproveitado e qual será o encaminhamento adequado para vidros, pilhas, baterias, plástico e metal.

“Em muitos lugares o processo está acontecendo de uma forma natural, tanto que não usamos mais o termo lixo, porque é sinônimo do que não presta. Usamos resíduos sólidos, porque significa matéria-prima a ser reaproveitada. Lixo não existe.”

O interesse pela reciclagem de pneus e eletroetrônicos tem aumentado no país. O tempo médio de utilização de computadores e impressoras, por exemplo, é cinco anos. Para as geladeiras e os fogões, algumas empresas já se especializam na coleta, desmotagem e encaminhamento para as usinas de reciclagem.

A coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Fernanda Daltro, diz que este é um dos pontos que está sendo discutido com os setores envolvidos. “Nós temos alguns programas voluntários, como o das operadoras de celulares. Estamos pensando em mecanismos de comunicação para o consumidor saber onde deve devolver os aparelhos e equipamentos.”

Para Severino Lima Júnior, do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, é possível ganhar dinheiro com o material reciclado embora existam alguns problemas. “As cooperativas bem organizadas conseguem um bom preço. No Nordeste, por exemplo, tem poucas indústrias e por isso a garrafa PET é vendida a R$ 0,80. Em São Paulo o preço é R$ 1,30.”

Um estudo feito pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre) mostra que o ganho médio do catador é 1,5 salário mínimo nas regiões Sudeste e Sul e um salário mínimo nas demais regiões.

Joel Carneiro é catador há 20 anos e trabalha no Aterro Sanitário de Brasília. Segundo ele, dá para viver de reciclagem. Carneiro também faz parte de uma cooperativa, o que tem facilitado e proporcionado parcerias com o empresariado.

Atualmente é possível transformar até o resíduo hospitalar. O Hospital Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná instalou um equipamento, o Newster 10, que trata os resíduos através de trituração e esterilização. Depois de meia hora em funcionamento , e de um resfriamento feito com a ajuda de água, os resíduos saem prontos para voltar à natureza sem comprometer o meio ambiente.

“Estamos facilitando a estrutura hospitalar”, explica o médico José Lazarotto de Mello e Souza. A máquina transforma em lixo comum os materiais para diálise, como placas e tubos, e até mesmo os de laboratório, como caixas para cultura de micróbios.

Fonte: Folha de Pernambuco

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