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out

Na espera…

Postado às 20:49 Hs

Congresso espera sinalnização de Bolsonaro sobre reforma da Previdência.


No primeiro dia de atividades no Congresso após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República, os presidentes da Câmara e do Senado disseram que caberá ao futuro Chefe do Executivo uma sinalização sobre votar ainda este ano a reforma da Previdência. Paralisada na Câmara desde fevereiro, quando o presidente Michel Temer decretou intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, a proposta pode ser votada da forma como está ou ser alterada para incluir pontos defendidos pela futura equipe econômica.

Segundo o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), “quem tem condições” de iniciar o debate sobre o assunto é o próprio presidente eleito. “Falar quando vai ser votada seria precipitação. Esse é um assunto tão importante que não deve gerar expectativa equivocada. Não sei ainda se tem clima na Casa”, afirmou, ao chegar no Congresso Nacional. O parlamentar, que evitou responder se vai concorrer à reeleição para o comando da Câmara, disse que está à disposição da nova equipe, como parlamentar e cidadão, para ajudar no assunto.

“Eu acho que é urgente. Entre o que eu acho [e as condições para se colocar em votação], há uma distância. Precipitado é votar qualquer coisa sem voto. Tem que ter paciência”, disse, informando que ainda não tem nenhum encontro marcado para discutir o assunto com Jair Bolsonaro ou com a equipe de transição entre o governo atual e o que se inicia em janeiro próximo.

A pré-candidatura ao Palácio do Planalto do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), perdeu força e começa a ser reavaliada pela cúpula do DEM, que passou a procurar nomes como o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para conversar sobre futuras alianças. O primeiro movimento ocorreu na semana passada, quando deputados da sigla, entre eles o líder na Câmara, Rodrigo Garcia (DEM-SP), se encontraram com Alckmin em Brasília. O prefeito de Salvador e presidente do DEM, ACM Neto, também deve procurar líderes de outras legendas, que inicialmente manifestaram apoio a Maia, como PP, PRB, SD e PR, para “estabelecer pontes” e não fechar portas no futuro. Dois desses partidos já lançaram pré-candidatos próprios ao Planalto: o empresário Flávio Rocha (PRB) e o ex-ministro Aldo Rebelo (SD).

Encerrada a convenção que lançará seu nome para a Presidência nesta quinta (8), Rodrigo Maia (DEM-RJ) planeja percorrer 26 estados em dois meses. O partido considera a maratona essencial para testar a viabilidade da candidatura do presidente da Câmara.

Durante a convenção, será anunciada a filiação de 21 prefeitos paulistas ao partido. Hoje, o DEM comanda 50 cidades em São Paulo. Dirigentes da sigla querem dobrar o número de municípios administrados no estado.

Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, vai discursar na convenção. O DEM quer mostrar que tem interlocução com o movimento sindical e com trabalhadores.

Painel

Presidente da Câmara, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) lança na próxima quinta-feira sua pré-candidatura à Presidência da República, durante convenção do partido. E a difícil corrida em busca dos votos terá de começar em casa. Filho do vereador Cesar Maia (DEM), ex-prefeito do Rio, Rodrigo viu o pai reprovar seu nome ao Planalto e defender o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), como a melhor opção para a disputa. Em entrevista ao jornal “Valor” publicada na sexta-feira, Cesar Maia questionou quais seriam os motivos para o filho “abrir mão dessa situação (presidência da Câmara) que ele conquistou”. “Ele tem que ser candidato a deputado federal. Tem que se eleger bem. E tem que ser candidato a presidente da Câmara,” disse Cesar ao “Valor”, num discurso de proteção ao filho e ao mandato. “BOM MENINO” – Rodrigo, por sua vez, preferiu agir como um bom menino. Mesmo defendendo sua futura candidatura como a “mais forte de Centro”, preferiu não criar polêmica:

O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM -RJ), entrará na disputa presidencial deste ano e vai lançar sua pré-candidatura no mês de março, segundo uma fonte do DEM.

Maia será mais um integrante do governo a buscar o Palácio do Planalto em 2019. O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já admitiu a possibilidade de se candidatar mesmo que o presidente Michel Temer tente a reeleição.

Esta semana, em entrevista a uma rádio, Temer afirmou que não é e nem será candidato à presidência, mas integrantes do governo não descartam a possibilidade. Segundo especialistas, a intervenção federal na área de segurança no Rio de Janeiro poderia ser uma cartada do presidente em busca de popularidade, apoio e votos para a disputa a presidência. “A pré-candidatura deve ser lançada no dia 8 de março”, disse a fonte da legenda em condição de sigilo. “Está certo isso”, adicionou.

Recentemente, Maia declarou que o partido teria três ou quarto nomes de qualidade para a disputa à presidência e o dele estaria nesta lista.

 Agência Reuters.

Depois da intervenção no Rio, a cúpula do DEM dá como certa a candidatura de Michel Temer à reeleição. Ao se apropriar da pauta da segurança, dizem integrantes da sigla, o presidente abraçou parte importante do discurso de Rodrigo Maia (DEM-RJ). A informação é de Daniela Lima, no Painel da Folha desta terça-feira.

Um ministro do governo define o que a intervenção no Rio significa para o presidente: “Só se perde o que se tem, não é? Se der certo, ele sai do corner. Se der errado, fica na mesma”.

Diante da possibilidade de o MDB ter candidato próprio, o Planalto vai patrocinar a permanência do senador Romero Jucá (RR) no comando do partido. A sigla desistiu de sua convenção nacional. Fará, na quarta (21), apenas uma reunião da Executiva para referendar a manutenção dele no posto.

Após ver a reforma da Previdência naufragar de vez e retirar a matéria da pauta, o governo decidiu focar em pacote de projetos voltados à área econômica e de segurança pública. Ao chegar para a sessão de votação do decreto da intervenção federal assinado por Michel Temer na última sexta-feira (16), prevista para a noite desta segunda-feira (19), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou que uma lista de pelo menos 15 projetos sejam analisados pela casa após os projetos de segurança pública sejam deliberados na Casa.

“Nós temos uma pauta de 15 ou 16 itens que estamos discutindo com a equipe econômica e que deve ser apresentado hoje ou amanhã para a imprensa”, afirmou Maia a jornalistas.

O presidente da Câmara afirmou que os projetos deverão dar um “bom caminho” para que a Casa continue votando projetos da área econômica, mas sem o impacto da reforma previdenciária. Entre os projetos estão a privatização da Eletrobras, o cadastro positivo, a regulamentação das agências reguladoras, mudanças na lei das licitações, as regras sobre distrato, um projeto que poderá autorizar o Banco Central a remunerar depósitos sem necessidade de lastro de título público e a autonomia do Banco Central, que passou a integrar a lista após pedido do presidente do BC, foram alguns dos projetos citados por Maia na noite desta segunda.

“Tem muitas matérias que podem ajudar a economia em 2018 além da Previdência. Tem muita coisa que pode ser feita para ajudar a estimular a economia esse ano”. Segundo Maia, a expectativa é que a economia brasileira cresça mais de 3% e a arrecadação também seja acima do que é esperado pela equipe econômica. “Temos a possibilidade de ter um ano de 2018 independente da Previdência muito positivo”, afirmou Maia.

Segurança

Segundo Maia, há pedidos para que projetos de segurança pública sejam votados a partir desta semana na Casa. Ele também afirmou que, após a reunião do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, em São Paulo, o projeto de endurecimento das leis será apresentado. “Acho que nos próximos 10 dias nós vamos ter um bom projeto de endurecimento na lei de combate ao tráfico de drogas e de armas somado ao sistema único de segurança”, vislumbrou.

Segundo Maia, o projeto que unifica os sistemas de segurança no Brasil está terminando de ser elaborado, e a expectativa é de que as lideranças discutam um esboço do texto já amanhã à tarde (terça, 20). Maia também afirmou que alguns projetos sob o guarda-chuva do tema da segurança pública já sejam votados a partir de amanhã.

Congresso em Foco

Sem expectativa de manter a unidade dos partidos aliados na eleição, o Palácio do Planalto mudou a estratégia e passou a elogiar o apresentador Luciano Huck, sob o argumento de que ele pode até mesmo ter o apoio do MDB, se for candidato à cadeira do presidente Michel Temer. O movimento foi calculado para reagir às articulações do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na tentativa de mostrar que o MDB pode desequilibrar o jogo.

Dono do maior tempo de TV na propaganda política, o partido de Temer não pretende avalizar Huck, que hoje flerta com o PPS. Com a nova tática, porém, demarca o território para deixar claro que, se não querem o seu “dote” por medo da impopularidade do presidente, um outsider na política pode levá-lo e sair na frente nessa corrida.

Nos bastidores, auxiliares de Temer dizem que tanto Alckmin quanto Maia fazem discurso público favorável à reforma da Previdência, mas, na prática, lavam as mãos e não ajudam a angariar votos para aprovar a proposta. A avaliação no Planalto é a de que os dois não têm interesse em fortalecer o governo em um ano eleitoral.

Desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) a 12 anos e 1 mês de prisão, o centro político intensificou as negociações para encontrar um nome que possa herdar votos do petista, caso ele fique inelegível pela Lei da Ficha Limpa. O problema é que, até agora, todos os postulantes desse espectro patinam nas pesquisas de intenção de voto, e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) está isolado no segundo lugar, atrás de Lula.

Estadão Conteúdo

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, dia 8, que a Casa vai cumprir a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de decretar a perda do mandato do deputado Paulo Maluf (PP-SP). Maia disse que já encaminhou o processo para a Corregedoria da Casa, que vai ouvir Maluf e emitir um parecer para que a Mesa Diretora possa determinar a perda de mandato. “Não vou deixar de cumprir a decisão judicial. A decisão judicial é para que eu encaminhe à Mesa a cassação. Eu encaminho à Corregedoria, que vai ouvir o deputado Maluf, é um direito legal que ele tem. Depois disso, a Mesa vai decidir pela cassação do deputado Maluf”, afirmou o parlamentar fluminense em entrevista após reunião com a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia.

No dia da volta ao trabalho do Congresso, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reunirá nesta segunda com governadores para discutir a votação da reforma da Previdência. É consenso nos bastidores que o governo não tem os 308 votos necessários para aprovar a proposta, mas a estratégia do governo é manter o assunto em destaque até dia 20, data final marcada para votar a reforma.

O encontro com os governadores será às 15h, antes da sessão de abertura dos trabalhos do Congresso. Participarão do encontro os governadores Luiz Fernando Pezão (RJ), Geraldo Alckmin (SP), José Ivo Sartori (RS) e Raimundo Colombo (SC).

Maia e até o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, já disseram que, se não for votada agora em fevereiro, não será mais votada este ano. Como O GLOBO já mostrou, Maia tem uma agenda econômica alternativa, com temas como privatização da Eletrobras e reoneração da folha de pagamento.

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Os encontros fazem parte da estratégia de deixar “o discurso vivo” até o final. Hoje, o governo tem cerca de 260 votos apenas.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu, hoje, que poderá disputar a sucessão de Michel Temer caso obtenha números mais elevados nos levantamentos sobre intenção de voto. “Hoje não, eu tenho 1% nas pesquisas. No dia em que eu tiver 7%, as coisas melhoram muito”, declarou, em resposta à pergunta sobre sua eventual candidatura. Em evento no Brazil Institute do Wilson Center, em Washington, Maia defendeu uma agenda de reformas que leve à reestruturação e ao equilíbrio fiscal do Estado brasileiro, o que abriria caminho para a criação de programas sociais sustentáveis. Maia afirmou que o Bolsa Família não é um “bom programa social”, por não ter mecanismos que permitam a independência de seus beneficiários. “Criar um programa para escravizar as pessoas não é um bom programa social. O programa bom é onde você inclui a pessoa e dá condições para que ela volte à sociedade e possa, com suas próprias pernas, conseguir um emprego”, disse o parlamentar.
17
jan

Fevereiro

Postado às 12:46 Hs

Se Previdência não for votada em fevereiro, não será mais, diz Maia
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na última segunda-feira (15), em Washington, que, se o governo não conseguir os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência em fevereiro, a Câmara não votará mais a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016. O início da discussão da matéria está previsto para 19 de fevereiro.

“Na minha opinião, se não conseguir voto em fevereiro, não vota mais. Depois, nós vamos ter outras agendas que precisam avançar”, disse o deputado. Segundo Maia, entre as matérias prontas para ser votadas no plenário da Câmara estão a desoneração da folha, os supersalários e o foro privilegiado.

Rodrigo Maia (DEM-RJ) realmente tem muita sorte. Até 2016, era um deputado federal sem expressão nem liderança, com dificuldades para se reeleger, filiado a um partido que caminhava para extinção. De repente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi cassado, o cargo de presidente da Câmara ficou vago. O partido majoritário era o PMDB, mas se tornara o deserto de homens e ideias apregoado por Oswaldo Aranha. O segundo maior partido, o PT, apresentou Arlindo Chinaglia, um candidato experiente, mas fraco. Assim, em junho de 2016 Rodrigo Maia acabou sendo eleito presidente da Câmara por eliminação, por 285 votos a 170, ao disputar o segundo turno contra Rogério Rosso (PSD-DF). UMA REVELAÇÃO – Na direção da Mesa, Maia foi uma surpresa. Mostrou grande habilidade, aproximou-se do baixo clero, também conhecido como “centrão” e se tornou um líder de grande importância no Congresso. Em fevereiro de 2017, já estava absoluto e foi reeleito presidente da Câmara como muita facilidade, vencendo o primeiro turno com 293 votos. Em segundo lugar ficou Jovair Arantes (PTB-GO), com 105 votos; em terceiro, André Figueiredo (PDT-CE) com 59, seguido por Julio Delgado (PSB-MG), Luiza Erundina (PSOL-SP) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Os que duvidam das pretensões de Rodrigo Maia (DEM-RJ) deveriam prestar mais atenção à movimentação do presidente da Câmara. Ele recebeu, nesta quarta (10), no Rio, os presidentes do PP, Ciro Nogueira (PI), e do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), ao lado de dois ministros de Michel Temer: Alexandre Baldy (Cidades) e Mendonça Filho (Educação).

Núcleo duro do suporte a Maia, o grupo saiu com a missão de ampliar o leque de siglas dispostas a apoiá-lo na corrida ao Planalto.Os primeiros partidos a serem abordados pela turma de Maia serão o PSC e o PR.

Ainda que a ofensiva não dê frutos agora, aliados do democrata lembram que, a essa altura do campeonato, ele é o único pré-candidato que pode exibir duas siglas, o PP e o Solidariedade, como parceiras.

Folha de S.Paulo – Painel

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desceu do muro, assumiu sua pré-candidatura à Presidência da República em outubro e já monta até equipe. No próximo sábado, Maia embarca para os Estados Unidos para estrear como presidenciável no ambiente internacional, enquanto encorpa sua agenda de viagens internas com o objetivo de consolidar uma aliança de pelo menos quatro partidos para a largada. Além do DEM, tem conversas avançadas com PP e Solidariedade e namora PSD, PR e PRB, sonhando em atrair apoios em dois dos maiores partidos, PSDB e MDB.

Em sua viagem para Washington e Nova York, Maia terá encontros com o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), o português Antonio Guterres, dará entrevista para o jornal The Washington Post e pretende incluir um jantar com jornalistas e diplomatas. Depois, seguirá para Cancún, para um fórum econômico. Na volta a Brasília, ele poderá assumir a Presidência, caso Michel Temer mantenha a ida ao Fórum de Davos, na Suíça.

A primeira reação de Maia quando seu nome começou a ser considerado como “candidato de centro” foi refutar a ideia. Primeiro, avançou e depois recuou nas articulações para assumir a vaga de Temer caso as denúncias do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vingassem. Dizia e repetia que era cedo para almejar algo tão pretensioso e argumentava: “Sei do meu tamanho”. Porém, a pressão aumentou e ele agora assume que é pré-candidato.

Fonte:  Eliane Cantanhêde e Igor Gadelha / O Estado de S.Paulo.

Os principais defensores da candidatura do presidente da Câmara dizem que o prazo para que ele se viabilize é entre maio e junho. A data é posterior ao limite para a decisão de Meirelles sobre concorrer ao Planalto -ele precisa deixar o cargo até março caso queira disputar as eleições de outubro.

A jogada de Maia, portanto, pode bloquear os caminhos do chefe da Fazenda e pressioná-lo a desistir da campanha. O centrão hesita em aderir ao ministro.

O cenário com a entrada de Maia na briga por espaço em 2018 pode, por outro lado, beneficiar o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que tenta atrair os mesmos partidos da coalizão governista.

Caso Meirelles esteja fora do páreo e Maia não decole até junho, parte das siglas da base de Temer pretende aproveitar o cacife acumulado nessas negociações para indicar o vice na chapa tucana.

Fonte:  Folha de São Paulo.

O DEM trabalha para lançar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), como candidato à Presidência da República em 2018. A legenda investe no discurso de que ele é o único candidato com capacidade de “reunificar” a política nacional, por ser hoje um dos poucos políticos com trânsito no governo e nos principais partidos da oposição (PT, PC do B e PDT), que o ajudaram a se eleger para o comando da Casa, além de manter boa relação com o Judiciário.

O lançamento da pré-candidatura já tem data para acontecer: 6 de fevereiro, quando está marcada a convenção nacional do DEM. Ao lançar Maia, a estratégia do partido é testar o nome do presidente da Câmara nas pesquisas eleitorais. O parlamentar fluminense tem dito a aliados que só aceita disputar o Palácio do Planalto se atingir pelo menos 10% das intenções de voto. Nos últimos levantamentos, ele ainda patina, com menos de 5%.

“O Rodrigo tem os principais atributos que o legitimam a exercer essa função de candidato do centro: capacidade de diálogo, equilíbrio e serenidade para tomar decisões. Hoje é um presidente respeitado pelo governo e pela oposição, mostrando vocação para romper esse clima de intolerância política que agita o País”, diz o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), um dos principais entusiastas da candidatura de Maia.

A cúpula do DEM tem se irritado com as sucessivas insinuações do MDB e agora do próprio presidente Michel Temer de que ele pode concorrer à reeleição em 2018. Acham que isso interdita a construção, a sério, de outro projeto.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), é hoje o principal entusiasta de uma candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao Planalto com o apoio do centrão.

Embora tenha dito que vai concluir o mandato e ficar na prefeitura até 2020, pessoas próximas a João Doria garantem que nada mudou. Até março ele decide se deixa o cargo para disputar o comando do governo do Estado –ou algo mais– na eleição de 2018.

nov 15
quinta-feira
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