O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste domingo, dia 28, que o resultado da pesquisa Datafolha de apoio recorde à democracia mostra que os brasileiros não permitirão “um retrocesso institucional” no país. “Acordei hoje com o Datafolha mostrando que 75% dos brasileiros apoiam o regime democrático. Fico feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por ver que o brasileiro não permitirá um retrocesso institucional”, disse. Maia ponderou que o número também o entristece pois a discussão já deveria ter sido superada. MAIS ADEQUADO – “Triste por ter que, em pleno século XXI, me preocupar com uma discussão que já deveria estar enterrada”, escreveu o presidente da Câmara em suas redes sociais. A pesquisa divulgada aponta que 75% dos entrevistados consideram o regime democrático o mais adequado. Em dezembro, última vez em que o instituto fez a pergunta aos entrevistados, 62% apoiavam a democracia.

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na tarde desta terça-feira (23) que a ida apressada do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para os Estados Unidos foi estranha e que “ninguém está sentindo falta” dele no Brasil.

“Estranho. Vai ser a primeira vez na história que alguém diz que está exilado e o governo ajuda. Geralmente as pessoas fogem dos governos”, disse o presidente da Câmara.

Para Maia, a viagem e a exoneração do Weintraub foram “atabalhoadas”. “Não entendi essa necessidade toda para se criar um ambiente para ele sair do país. Está sendo indicado para um banco internacional, os Estados Unidos aprovariam a entrada dele.”

O deputado disse ainda que “ninguém está sentindo falta” do ex-ministro no MEC, pois foi alguém que “mais atrapalhou do que ajudou”.

CNN Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), adotou um tom conciliador ao falar sobre a reunião que teve nesta quinta-feira (14) com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo Maia, ele e o presidente têm divergências a respeito do distanciamento social, mas isso não pode ser fator de conflito entre os poderes. “Disse a ele [Bolsonaro] que nós deveríamos encontrar o ponto que nos une. Nós divergimos no isolamento, mas não vamos nos dividir. Conversamos sobre o momento, sobre como cada um vem enxergando essa crise”, completou. Maia se recusou a comentar as críticas recentes feitas a ele e à Casa por Bolsonaro. “Os conflitos e as brigas geram insegurança e perda de confiança da sociedade”, afirmou o deputado. Mais cedo, durante reunião com empresários, Bolsonaro criticou Maia por suas indicações de relatorias de matérias enviadas pelo governo, dizendo que o presidente da Câmara parecia “querer afundar a economia”. Questionado sobre isso, o presidente da Câmara desconversou.

Foto: TV Globo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), falou sobre o discurso de Lula, após deixar a prisão, e apesar do ex-presidente afirmar que não seu sentimento não era de ódio, Maia considerou que foi um discurso “muito raivosa” e saiu em defesa de Jair Bolsonaro.

“Foi um discurso muito raivoso, ruim. Ele é um ex-presidente da República, o presidente Bolsonaro não tem culpa pelos problemas que o Lula vive. É um discurso já politizando eleitoralmente e é ruim”, disse ele em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com Maia, “algumas pessoas ficaram preocupadas com a virulência do discurso e vão aguardar as próximas semanas”. “Como também são os primeiros dias, é aguardar e ver qual vai ser a ação dele nos próximos, para ver se vai ser em um caminho de inviabilizar, de atrapalhar o governo”, acrescentou, demonstrando de que lado está.

Sobre a proposta de diálogo para evitar um avanço da extrema-direita nas eleições de 2022, Maia disse que concorda, mas desde que a agenda seja a de reformas. E adiantou: “Com o Lula é impossível”. “O DEM não tem condição. Fomos oposição ao governo do PT, respeitamos o partido, só não temos condição de apoiar o candidato à Presidência. Mas já estivemos com o PT em algumas eleições pontuais”, afirmou.

O apelido pegou: com algumas menções elogiosas e outras nem tanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vem sendo tratado como “primeiro-ministro”. A figura, que não existe no presidencialismo, regime adotado pelo Brasil, é chefe de governo no parlamentarismo, em que o presidente pode ser praticamente uma representação simbólica. A alcunha advém do fato de que Maia tem se consolidado como protagonista no cenário político ao longo deste ano de governo Jair Bolsonaro (PSL). Depois de se firmar como principal articulador político da reforma da Previdência, agora em tramitação no Senado, o deputado busca manter a Câmara no centro do debate político. Conhecido como defensor da agenda econômica de reformas, que incluem a tributária e a administrativa, Maia tomou a frente em uma área diferente na última semana.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse, hoje, que não vai retomar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) “em hipótese nenhuma” nos trabalhos sobre a reforma tributária.

“A única certeza que eu tenho é que nós não vamos retomar a CPMF na Câmara em hipótese nenhuma”, afirmou Maia em evento para banqueiros em São Paulo. Ele disse que espera concluir o texto sobre a reforma ainda neste semestre.

“Vamos tentar construir este semestre um texto para que a gente possa avançar. A gente sabe que tem outros atores, a gente tem que entender como esses atores influenciam o plenário da Câmara.”

A CPMF foi extinta em 2007 depois de uma grande campanha contrária de empresários e setores da sociedade civil. Em julho, diante das notícias de que a equipe econômica estudava essa possibilidade, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) descartou a volta da CPMF. Nesta sexta-feira, o presidente voltou a negar a recriação da contribuição.

Pela proposta de reforma tributária em elaboração pelo Ministério da Economia, essa contribuição pode ser recriada para compensar a desoneração da folha de pagamento em todos os setores da economia. O novo tributo teria entre 0,5% e 0,6% sobre as movimentações financeiras.

A criação de uma nova CPMF teria que ser por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o que exigiria 308 votos em duas votações na Câmara e 49 votos em outras duas votações no Senado.

“A gente vai ouvir demandas e vai construindo com estados e municípios um texto que possa simplificar, melhorar o ambiente de tributação no Brasil.” “Sem tratar dos estados a reforma tributária não é eficaz. Um dos grandes problemas é o ICMS”, disse Maia.

Blog do Magno

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste sábado (13), em entrevista à Folha, que o Congresso tem se fortalecido por causa da forma com que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) faz política, sem uma base de coalizão apoiando o governo.

Para Maia, se Bolsonaro mantiver esse modelo de relação com o Parlamento, terá dificuldade em aprovar projetos do governo. Na avaliação dele, somente propostas que interessam ao estado brasileiro, como as reformas da Previdência e a tributária, terão sucesso. Na entrevista, realizada na residência oficial da Presidência da Câmara, Maia negou se considerar um “primeiro-ministro”, mas disse ter chegado ao “topo” de sua carreira política no comando da Casa com a aprovação do primeiro turno da reforma da Previdência, concluído na noite desta sexta-feira (12).

“No sistema presidencialista, o presidente é sempre a figura mais poderosa. Acho que a forma como o presidente compreende a relação com o Legislativo dá a impressão de que o Parlamento está mais forte. Mas o Parlamento está mais forte exatamente pela forma com que o presidente faz política. Quando os governos fazem presidencialismo de coalizão, assumem prerrogativas do Legislativo. E a decisão do presidente de governar sem uma coalizão nos obriga a recuperar a nossa prerrogativa”, disse.

Agência de Notícias

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado (13), em entrevista à TV Globo, não ver risco de a reforma da Previdência perder votos até a primeira semana de agosto para ser aprovada em segundo turno. O texto-base passou em primeiro turno com um placar expressivo de 379 votos a 131. Parlamentares da oposição, porém, apostam na pressão de eleitores durante o recesso parlamentar para a virada de votos e uma eventual derrubada ou modificação da proposta. “Acredito o seguinte: se o plenário deu 379 votos sem governo com força para fazer pressão nos deputados pedindo apoio, pedindo voto – porque não há um governo de coalizão –, eu não vejo muitos riscos de a gente perder votos até a primeira semana de agosto”, disse.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou nesta quinta-feira, 11, para uma reunião na casa do deputado Elmar Nascimento (BA), líder de seu partido, quando foi abordado por colegas que o chamaram de “Senhor Reforma”. Embora o tema do encontro fosse a continuidade da votação da reforma da Previdência, aliados lhe deram dicas sobre como tornar sua imagem mais popular e atrair votos até a eleição de 2022. Tratado como presidenciável por muitos de seus pares, Maia sorriu. Desde que conseguiu cumprir a promessa de “entregar” aprovado o texto-base da proposta sobre mudanças no sistema de aposentadoria, antes do recesso parlamentar, Maia viu crescerem as apostas sobre uma eventual candidatura à sucessão do presidente Jair Bolsonaro. Em conversas reservadas, ele não nega a intenção de entrar no páreo, mas afirma que sabe o seu tamanho e precisa examinar a posição das “nuvens”, que cada dia está de um jeito.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se reuniu na manhã de hoje (6) com líderes partidários e os articuladores do governo e disse estar confiante na aprovação da reforma da Previdência “com uma boa margem de votos”. Maia trabalha para que o quórum de deputados seja alto e, terminado o debate, seja possível entrar no processo de votação do texto entre terça-feira (9) e quarta-feira (10). “O importante é ganhar. Vamos ganhar com uma boa margem para uma matéria que há um ano atrás era muito difícil chegar nesse momento com perspectiva de vitória”, disse ao deixar sua residência oficial, onde ocorreu a reunião. Para o deputado, há um ambiente favorável no parlamento para que se consiga votar a matéria antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. Estiveram presentes no encontro os líderes do PP, Arthur Lira (AL), e do Democratas, Elmar Nascimento (BA). O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, novo articulador político do Planalto, e o secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, também compareceram à reunião.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), concedeu entrevista à revista Veja em que criticou a agenda do governo Jair Bolsonaro, dizendo que ela é voltada a nichos, e não ao conjunto da sociedade.

“O presidente tem uma agenda muito voltada para os segmentos da sociedade que o levaram ao Palácio do Planalto. Ele fala a nichos bem específicos. Fala ao caminhoneiro, ao pessoal das armas, aos evangélicos, aos militares. Foca muito esses temas que são mais do cotidiano e não olha para uma agenda de longo prazo. Já a sociedade tem outra pauta. Está preocupada com o desemprego, a conta de luz, a violência nos bairros. A gente precisa ter responsabilidade com a recomposição dos serviços públicos e a geração do emprego. É essa a intenção da agenda que está sendo proposta pelo Congresso”, afirmou.

Na entrevista, ele detalha o que eu chamei na minha coluna desta semana de Plano Maia-Alcolumbre de recuperação da economia. Ele negou que seu objetivo seja disputar espaço com o ministro Paulo Guedes na definição dessas medidas. (Estadão – BR 18 – Vera Magalhães)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), discorda da apresentação de um texto alternativo à reforma da Previdência enviada pelo governo, como foi cogitado por parlamentares na semana passada. Embora considere que seja “muito cedo” para essa discussão, uma vez que o prazo para emendas no projeto ainda está em curso, Maia defende que o objetivo do texto da reforma da Previdência seja trabalhar pela “maior economia” possível. “Vamos discutir em cima de um valor e fechar o texto. Não tem essa coisa de texto alternativo, até porque o texto do governo já vai ser modificado na comissão especial, por exemplo, o BPC e a aposentadoria rural que não passam”, declarou Maia.

Via  O Tempo  / Estadão Conteúdo

Ao comentar sobre as dificuldades de articulação em meio ao atual contexto político, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia  afirmou que ele e o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), trabalham para aprovar uma reforma administrativa do Estado no Legislativo.

“A Câmara e Senado vão ter uma agenda muito racional, muito objetiva de reestruturação do Estado brasileiro”, afirmou Maia, em discurso no 91º Enic, encontro do setor da construção, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio. Segundo o parlamentar, haverá reuniões com líderes de bancada sobre o tema na próxima semana ou na seguinte

DEMOCRACIA – Maia deu sinais de que os parlamentares seguirão trabalhando, apesar da polarização política e do uso das redes sociais, que, segundo ele, estão levando a contestações ao modelo de democracia representativa liberal, em vários países.

“Não vamos ficar olhando a internet e guerrilhas virtuais. É uma confusão enorme essa coisa de rede social. Se a gente ficar olhando rede social, não faz a (reforma da) Previdência, não melhora a saúde”, afirmou Maia.

TEXTO ENIGMÁTICO – O presidente da Câmara não quis comentar o texto publicado hoje em grupos de WhatsApp pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no qual um autor desconhecido afirma que no Brasil é impossível de governar sem conchavos.

Questionado pelo Estadão/Broadcast Político sobre o motivo de Bolsonaro ter divulgado o texto, Maia limitou-se a dizer: “Pergunta pra ele”, afirmou, sem parar para conversar com a reportagem.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avaliou, nesta terça-feira, 26, que o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), é refém do discurso de campanha no qual pregou mudanças rápidas no País. Segundo ele, a sociedade tinha essa “expectativa de um novo País, mas as mudanças não são tão rápidas numa democracia, o que é bom”, ponderou. Maia disse que a política precisa entender a forma com que o presidente Bolsonaro quer fazer e dialogar com o parlamento em um contexto de necessária aprovação da PEC da Nova Previdência. “Não tem velha e nova política, tem a política. O problema é a governabilidade da Casa em conjunto, a reforma da Previdência vai ter um peso positivo para o governo em 2022 e os deputados querem compreender como isso será dividido”.

: Agência Brasil

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito na noite desta sexta-feira (01) para seu terceiro mandato como presidente da Câmara dos Deputados. Apoiado por uma aliança de 16 partidos, o deputado do DEM conseguiu os votos de 334 dos 513 deputados – e deve comandar a Câmara pelos próximos dois anos.

Rodrigo Maia foi candidato oficial do bloco PSL, PP, PSD, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PTB, PSC e PMN.

O presidente da Câmara é o terceiro na linha de sucessão da presidência da República – é ele que assume o comando do Executivo se o presidente e o vice estiverem ausentes do país ou indisponíveis. Mas seu principal poder é o de fazer a pauta da Câmara – é ele que decide quando e como os projetos serão votados.

Antes da votação, Maia fez um discurso voltado para temas corporativos da Câmara – prometendo tratar seus colegas de forma equânime, independente de partido.

“O presidente da Câmara não é como o chefe do Executivo; não nomeia, não exonera. Ele respeita a todos como iguais. Todos os deputados desta Casa são iguais, todos merecem e precisam o respeito do presidente da Câmara”, disse ele.

BBC Brasil

O presidente nacional do PRB e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcos Pereira, foi indicado ontem pelo partido para ser o candidato a vice na chapa encabeçada por Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a disputa pelo comando da Câmara. Eleito deputado por São Paulo, Pereira trabalhou desde o início da campanha para que o PRB se aliasse com Maia. Se o presidente da Câmara confirmar seu favoritismo e for reeleito, Pereira e o PRB ocuparão uma posição extremamente estratégica dentro do Congresso.

“Meus amigos deputados do PRB me indicaram por aclamação como candidato do partido à 1ª vice-presidência da Câmara. Recebo como mais uma missão na minha vida. Já estou correndo atrás dos votos dos demais colegas”, disse Pereira.

Via G1

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), divulgou uma nota, hoje, na qual disse lamentar a decisão do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) de não tomar posse para o novo mandato. Maia acrescentou, na nota, que ninguém pode ameaçar um deputado e “sentir-se impune”.

Ao informar que não assumirá o terceiro mandato parlamentar, Jean Wyllys disse ter sofrido ameaças de morte. Segundo a assessoria, o deputado está no exterior e, diante das ameaças, não retornará ao Brasil.

A posse dos deputados eleitos está marcada para 1º de fevereiro. Jean Wyllys recebeu 24.295 votos na última eleição, em outubro.

“Lamento a decisão tomada pelo deputado Jean Wyllys. Como presidente da Casa, e seu colega na Câmara, mesmo estando em posições divergentes no campo das ideias, reconheço a importância do seu mandato. Nenhum parlamentar pode se sentir ameaçado, ninguém pode ameaçar um deputado federal e sentir-se impune”, afirmou Rodrigo Maia na nota.

Em uma rede social, Jean Wyllys publicou nesta quarta: “Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!”

Homossexual assumido, Jean Wyllys tinha como principais bandeiras pautas relacionadas às causas LGBT e para minorias. De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, o suplente de Jean Wyllys é o vereador carioca David Miranda (PSOL-RJ).

18
jan

Rodrigo Maia em busca da bandeira branca

Postado às 8:19 Hs

Candidato à reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) está tentando promover um armistício com Arthur Lira. Por meio de aliados, os dois falaram sobre um acordo, mas não chegaram a bater o martelo. O deputado do PP segue firme na campanha.

Ideólogo do bloco que tem dado dor de cabeça à articulação para reeleger Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado Arthur Lira (PP-AL) esteve nesta quarta (16) com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Disse que só há uma diferença entre a pauta econômica defendida por ele e a encampada pelo democrata: “Eu tenho firmeza no que pauto”.

Lira também fez uma rodada de conversas com representantes de investidores estrangeiros. Quer passar o recado de que não se furtará a ajudar na tramitação de reformas e projetos importantes.

(FSP)

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