Nesta segunda-feira, o programa Roda Viva, da Tv Cultura,  entrevista o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. O programa, ao vivo, apresentado por Daniela Lima, editora da coluna Painel, da Folha de S Paulo, será exibido a partir das 22hs, numa rede nacional de emissoras.

Segundo os produtores do programa, o entrevistado é um dos responsáveis pela aprovação da reforma da Previdência, considerada fundamental para equilibrar as contas do governo,também ajudou a formular o plano de incentivo ao emprego, que reduz os custos para empresas que abrirem vagas destinadas a jovens entre 18 e 29 anos. Com a medida, o governo espera gerar 1 milhão e 800 mil empregos, nos próximos dois anos. O pacote também prevê a concessão de 40 bilhões de reais em créditos para pequenos empreendedores.

Oconta com uma bancada de jornalistas dos principais órgãos e a participação do cartunista Paulo Caruso. O programa pode ser acompanhado no site da emissora, no Twitter, no Facebook, no YouTube e no aplicativo Cultura Digital.

08
nov

Rogério Marinho é homenageado na ALRN

Postado às 17:32 Hs

Na tarde desta sexta-feira (8), o deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB) prestou homenagem, em sessão solene na Assembleia Legislativa, secretário especial da Previdência Social, Rogério Marinho, pelos Serviços prestados ao Rio Grande do Norte e ao Brasil.

A solenidade ocorreu no plenário Clóvis Motta e foi comandada pelo presidente da Casa, deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB).

“Estou tendo uma oportunidade de conhecer melhor nosso país e entender as dificuldades que enfrentamos e as raízes dessas questões. Eu sempre quis ser político e a vida me deu a oportunidade de estar aonde estou para colocar em prática tudo que eu acho que é importante para o Brasil. Eu quero um país melhor para meus filhos e netos, e acho que estamos fazendo trabalhos importantes para o Brasil e fazemos isso com muito amor”, destacou Rogério Marinho.

Como deputado federal, Rogério foi o relator da Reforma Trabalhista e incentivou o Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Tem entre seu legado de trabalho o Pró-Sertão no interior, que gera milhares de empregos. “Eu tenho muito orgulho em fazer parte desse governo e sei que não é fácil”. A frase foi do secretário Rogério Marinho, em seu discurso como homenageado na Assembleia Legislativa.

Fonte: Heitor Gregório  /  Foto: Thaisa Galvão

No próximo dia 8 de novembro, a Assembleia Legislativa vai promover uma sessão solene em homenagem ao ex-deputado federal e secretário Especial da Previdência e do Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. O evento, que vai acontecer às 10h30, é uma proposição do deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB), pelos serviços prestados ao Brasil.

“Como secretário especial, o potiguar Rogério Marinho foi o responsável pela Reforma da Previdência. Como deputado federal, contribuiu para o aperfeiçoamento das leis trabalhistas e as mudanças das regras do FIES”, justificou Gustavo Carvalho.

Economista e professor, Rogério Marinho nasceu em Natal, foi deputado federal por três mandatos, secretário municipal de Planejamento da Prefeitura de Natal e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico.

ALRN

11
set

Em destaque

Postado às 10:04 Hs

Secretário Especial da Previdência, Rogério Marinho, já articula todas as pautas importantes da Economia no Congresso. Trabalhou pela MP da Liberdade Econômica e abre frentes para o pacto federativo e a reforma tributária”.

Na terça-feira, numa sessão especial do Senado sobre Previdência, afirmou: “Os maiores interessados na Nova Previdência são os mais pobres. Porque temos um sistema que é injusto, em que poucos ganham muito e muitos ganham pouco. Participei da sessão de debates sobre a PEC 6/2019 no plenário do Senado.”

Painel (Folha de São Paulo)

O secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, afirmou nesta quarta-feira (31) que “a bola está com os governadores do Nordeste” ao comentar as chances de a Câmara dos Deputados aprovar a reinclusão de estados e municípios na reforma da Previdência. Segundo ele, vai depender deles uma mudança de posição dos deputados federais sobre o tema. Marinho disse ainda acreditar que a Câmara dos Deputados aprove em segundo turno a reforma da Previdência na próxima quarta-feira (7), e os senadores aprovem a medida em dois turnos até meados de setembro. “Aí, o Congresso poderá promulgar tudo aquilo que for aprovado de forma consensual por deputados e senadores, o que já vai gerar uma expectativa positiva na nossa economia”, afirmou.

O secretário Especial da Previdência, Rogério Marinho, acompanhou no plenário da Câmara dos Deputados a votação da Reforma da Previdência, que elaborou, articulou e viu ser aprovada.

Rogério, aliás, votou junto com Onyx Lorenzoni, que foi exonerado do Ministério da Casa Civil só para votar a reforma e retornará nos próximos dias.

Força política

Dois sinais de força do secretário Especial de Previdência, Rogério Marinho, na Câmara dos Deputados. O elogio do presidente da Casa, Rodrigo Maia. E os aplausos do plenário.

Nomeado braço direito de Paulo Guedes na montagem do ministério da economia, Rogério foi considerado não só pelo Ministro, mas pelo próprio presidente Jair Bolsonaro e foi o único da equipe do governo citado nominalmente pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia em seu discurso nesta quarta na casa legislativa na aprovação da reforma da previdência, considerada a reforma da reforma do governo atual.

O que faltou aqui no estado em vários momentos para o neto de Djalma Marinho, sobrou em Brasília. habilidade. Rogério fez um trabalho silencioso e fundamental e sai um gigante para virar Ministro até o fim de 2019.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se reuniu na manhã de hoje (6) com líderes partidários e os articuladores do governo e disse estar confiante na aprovação da reforma da Previdência “com uma boa margem de votos”. Maia trabalha para que o quórum de deputados seja alto e, terminado o debate, seja possível entrar no processo de votação do texto entre terça-feira (9) e quarta-feira (10). “O importante é ganhar. Vamos ganhar com uma boa margem para uma matéria que há um ano atrás era muito difícil chegar nesse momento com perspectiva de vitória”, disse ao deixar sua residência oficial, onde ocorreu a reunião. Para o deputado, há um ambiente favorável no parlamento para que se consiga votar a matéria antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. Estiveram presentes no encontro os líderes do PP, Arthur Lira (AL), e do Democratas, Elmar Nascimento (BA). O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, novo articulador político do Planalto, e o secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, também compareceram à reunião.
: Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro defendeu nessa terça-feira (19) as reformas como algo necessário para o Brasil “andar para frente”. Em evento de posse da diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária para o ano de 2019, Bolsonaro disse que, com a reforma da Previdência, o Brasil “deslanchará”. “O Brasil só poderá andar para frente de verdade se aprovarmos essas reformas. Logicamente essa reforma não é minha, não é do Paulo Guedes. É do Brasil, de todos nós. Com essa reforma, nós deslancharemos”, disse o presidente para uma plateia repleta de representantes do setor agropecuário. Bolsonaro e Guedes levarão, nesta quarta-feira (20) de manhã, a proposta da reforma da Previdência para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Após várias semanas de discussão entre a equipe econômica e o núcleo do governo, ficou decidido que a proposta a ser levada para o Congresso fixará uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e 62 anos para mulheres, com um período de transição de 12 anos. Ainda está previsto para amanhã à noite um pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, onde Bolsonaro explicará para a nação a importância de uma Previdência remodelada.

O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, anunciou que a reforma da Previdência terá idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres. A transição será de 12 anos. 
O presidente Jair Bolsonaro queria 57 anos para as mulheres, mas foi convencido pela equipe econômica. “Acabou que, na negociação entre a equipe econômica e política, mantiveram a mesma idade mínima da reforma do Temer”, disse Marinho. “Se o ministro (Paulo Guedes) disse então será”, disse Marinho sobre a economia de R$ 1 trilhão em 10 anos.
Bolsonaro dará uma coletiva de imprensa na próxima quarta-feira (20/2), quando o texto será encaminhado para a Câmara dos Deputados.
Considerado um dos principais desafios do governo, o texto deverá ser entregue à Câmara dos Deputados nas próximas semanas. Para ser aprovada, a reforma deve ter 308 votos favoráveis entre os deputados, e outros 49 de senadores.
De acordo com o Tesouro Nacional, o rombo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) subiu 3,2% em 2018 — mais de R$ 195 bilhões.

Correio  Braziliense

O secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro deverá receber o texto-base da Previdência nesta 5ª (14.fev.2019) ou 6ª feira (15.fev). Quando nos convocar, disse.

“[A proposta] está pronta. O presidente vai recebê-la quinta-feira ou sexta-feira, quando nos convocar. Estamos aguardando a vinda dele aqui para Brasília”, disse a jornalistas após sair de uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e deputados federais integrantes da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado. Bolsonaro chegou a capital federal no início da tarde e deve despachar no Palácio da Alvorada nos próximos dias.

Marinho evitou dar qualquer detalhe da proposta de reforma da Previdência, como idade mínima e regras de transição. “A proposta vai ser a apresentada à sociedade logo após o presidente se debruçar sobre o tema, ele é quem precisa dizer se o material que nós produzimos esta adequado, dentro do pensamento dele”, acrescentou.

Ontem (12), o secretário da Previdência disse que o texto final da reforma é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem. Além disso, previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria, chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%.

Por Agência Brasil

Assim que tiver alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro receberá da equipe econômica uma versão única da proposta de reforma da Previdência, com pontos que podem ser alterados, informou nesta terça-feira (12) o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

De acordo com o secretário, o texto que será apresentado para avaliação final do presidente é “bem diferente, bastante diferente” da versão vazada à imprensa na última semana, que previa, por exemplo, idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres.

Depois do vazamento, a equipe de Guedes passou a trabalhar em uma proposta de reduzir as cobranças para os trabalhadores de baixa renda, que poderiam pagar 7,5% de alíquota previdenciária, em vez de 8%.

O percentual para quem ganha salários mais altos poderia também ser majorado, ultrapassando a patamar atual de 11%. Há previsão de que Bolsonaro deixe o hospital nesta quarta-feira (13). Segundo Marinho, a proposta será entregue imediatamente após a liberação médica.

 

O secretário especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Rogério Marinho, apresentou nesta sexta-feira, 8, ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, a proposta da equipe econômica sobre as aposentadorias especiais dos policiais. Segundo ele, os dois ministérios e a Casa Civil trabalham juntos por uma estratégia para que o pacote anticrime e a reforma da Previdência possam tramitar ao mesmo tempo no Congresso. “Estamos conversando com vários ministros sobre a finalização do texto da reforma e apresentei a Moro a proposta para as aposentadorias dos policiais, que são de responsabilidade do Ministério da Justiça”, afirmou Marinho. “Moro já conhece o teor da medida, mas a proposta só deve ser anunciada entre os dias 19 e 21 deste mês”, acrescentou ao ser perguntado sobre detalhes do texto.
O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse na noite desta quarta-feira (30) que nenhum segmento da sociedade, inclusive os militares, será poupado na reforma das regras de aposentadoria. Ele espera que a proposta seja aprovada pela Câmara e pelo Senado até meados de julho. “Uma outra determinação do nosso presidente [Jair Bolsonaro] foi que todos têm que contribuir. Todos têm que contribuir. Esse é o esforço de salvarmos o sistema previdenciário e apresentarmos uma nova Previdência no Brasil. Então a responsabilidade é de todos. Todos os segmentos têm que dar sua contribuição nesse processo”, afirmou a uma plateia de parlamentares.
O Secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou em entrevista nesta sexta-feira (18) que não pode afirmar se os militares serão incluídos na proposta de reforma da Previdência que o governo de Jair Bolsonaro vai apresentar ao Congresso. “Se eles vão entrar ou não, não posso garantir”, disse, ao ser questionado pela Folha. Marinho evitou dar detalhes do que pode ser alterado no sistema de aposentadoria dos militares. “A proposta como ela virá, só se saberá quando ela for apresentada em fevereiro. Claro que militares têm sua especificidade, têm sua carreira própria e não têm [sistema] como os civis. Isso precisa ser respeitado”, disse. Capitão reformado do Exército, Bolsonaro enfrenta dificuldades entre os militares para inclui-los no projeto de reforma da Previdência que será encaminhado ao Congresso em fevereiro.
A equipe econômica estuda propor, na reforma da Previdência, que a transição para a idade mínima de aposentadoria ocorra em 15 anos. A ideia seria uma solução intermediária entre as que estão à disposição do governo. Seria mais curta e mais dura que a do texto enviado durante o governo Michel Temer ao Congresso, que previa transição em 20 anos, e mais suave que a proposta de fazer a mudança em apenas dez anos, que também é avaliada. A medida geraria economia extra de R$ 120 bilhões em relação ao projeto que está na Câmara — ao todo, a reforma de Temer prevê um alívio de cerca de R$ 500 bilhões em dez anos. Outra possibilidade em análise, de acordo com um interlocutor da equipe econômica, é que, ao fim dessa transição de 15 anos, a idade mínima seja menor do que a prevista na proposta que está no Congresso, de 65 anos para homens e 62 para mulheres. Poderia ser de 62 anos para homens e 57 anos para mulheres, por exemplo, conforme citado pelo presidente Jair Bolsonaro em entrevista ao SBT no início do mês.
12
nov

Em debate

Postado às 18:01 Hs

Rogério Marinho e Flávio Rocha debatem nova lei trabalhista no Congresso do MBL em SP. A modernização da lei trabalhista entrou em debate durante o 3º Congresso Nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), realizado neste final de semana em São Paulo. O painel que abordou o assunto neste sábado (11) contou com a participação do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator do projeto, e do empresário Flávio Rocha, do grupo Guararapes. O evento ocorreu no WTC Events Center, na capital paulista, e reuniu quase 2 mil pessoas. Antes de o debate iniciar, os participantes do evento realizaram uma homenagem ao deputado Rogério Marinho pela entrada em vigor da modernização da lei, ocorrida exatamente neste sábado. Aplaudido de pé, o parlamentar subiu ao palco anunciado como o responsável por, entre outras coisas, colocar fim ao imposto sindical obrigatório, que agora passará a ser opcional. Esta era uma das principais bandeiras defendidas pelo MBL.

O deputado federal Rogério Marinho, aliado e fiel cão de guarda do governo Temer, pode deixar o PSDB para se filiar ao DEM, do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, mas se for quer a garantia do senador José Agripino, de que vai ter a vaga para disputar uma vaga de senador pelo democrata.

A ala do PSDB que defende o apoio ao governo Michel Temer vai partir para o tudo ou nada. Ela quer a saída de Tasso Jereissati (CE) da presidência interina da sigla até o fim desta semana. Rogério Marinho que votou a favor para salvar Temer contra a denúncia de corrupção apresentada pelo procurador Rodrigo Janot.

Rogério, é um dos que acompanham o senador Aécio Neves até para o inferno. E se a ordem de Aécio for para deixar o PSDB pelo DEM, o tucano potiguar vai direto.

08
fev

Ação parlamentar

Postado às 15:30 Hs

O deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte, subiu à tribuna da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (07) para defender o programa Escola Sem Partido. Segundo o parlamentar, “nos últimos 13 anos, a doutrinação ideológico se intensificou”, exatamente no período em que o PT governou o país. “E os doutrinadores passaram a pensar que a prática é direito do professor. Perderam o pudor. Em uma espécie de delírio, acreditam piamente que a escola pode ser um palanque político e que isso seria um incentivo ao pensamento crítico — um raciocínio evidentemente invertido. A academia tem que ser plural, e a escola tem que representar o sentimento da sociedade”, disse o deputado. Segundo Rogério, implantar a Escola Sem Partido é apenas um primeiro passo na tentativa de reverter o atual cenário de “horror vivenciado pelos estudantes”, que têm denunciado “essa prática abusiva que fere o Pacto de San José da Costa Rica e a nossa Constituição Federal”. Na opinião do deputado, os pontos fundamentais do projeto são tão justos e amparados na Constituição que “os inimigos do movimento, para combate-lo, não tiveram outro remédio senão roubá-los e fingir que o projeto defendia as propostas contrárias”. Conforme estabelece o Escola Sem Partido, “o professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias; não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão das suas convicções políticas, ideológicas, morais, religiosas ou por falta delas; não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará os seus alunos a participarem de manifestações e passeatas”.
nov 19
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