TV Aparecida e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realizam nesta quinta-feira (20), às 21h30, um debate entre candidatos à Presidência da República nas eleições 2018. O HuffPost Brasil fará a cobertura em tempo real, com live tweeting. Propostas e embates serão detalhados nas postagens e também na página do HuffPost no Facebook e em textos no site.

Este será o primeiro debate com a presença de Fernando Haddad, enfim oficializado candidato do PT após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter a candidatura barrada.

Também participarão os candidatos Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). A TV Aparecida deve informar nesta quarta-feira (19) se o candidato Jair Bolsonaro (PSL), que sofreu um ataque com faca e está hospitalizado, será representado de alguma forma.

O evento será realizado no Santuário Nacional, em Aparecida (SP). A transmissão será feita pela TV Aparecida, com retransmissão pela TV Cultura. Também será possível acompanhar o debate pelo rádio, na Rede Aparecida e na Rede Católica de Rádio, e pela internet, no Portal A12, do Santuário Nacional.

Regras e blocos
A TV Aparecida informou que convidou os candidatos de partidos ou coligações com no mínimo 5 parlamentares no Congresso Nacional, como exige a legislação. Quanto aos demais candidatos, as emissoras têm autonomia para convidar ou não. O debate será mediado pela jornalista Joyce Ribeiro e terá 3 horas de duração, com encerramento à 00h30.

O programa será dividido em 5 blocos. Na primeira parte, todos os candidatos responderão a uma mesma pergunta, feita por um arcebispo indicado pela presidência da CNBB. O segundo e o quarto blocos serão destinados a confronto direto entre os candidatos, com tema livre. No terceiro bloco, as perguntas serão feitas por jornalistas indicados pela Rede Aparecida de Comunicação.

No quinto e último bloco, os candidatos responderão a perguntas formuladas por bispos indicados pela CNBB e farão, ainda, as considerações finais.

 

Em sua primeira entrevista à televisão brasileira desde o início da Operação Lava Jato, em março de 2014, o juiz federal Sergio Moro defendeu a importância da prisão após condenação em segunda instância judicial. O magistrado, assim como os demais integrantes da força-tarefa da Lava Jato, tem insistido que o Supremo Tribunal Federal (STF) não reveja sua atual posição sobre o tema. “Eu tenho expectativa de que esse precedente não vai ser alterado”, disse o magistrado, que foi entrevistado ao vivo no programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (26). “Isso na prática é impunidade e, de uma maneira bastante simples, essa generosidade de recursos consegue ser muito bem explorada por criminosos”, disse Moro. O magistrado afirmou que o número de recursos disponíveis às defesas, em alguns casos, gera a prescrição dos processos e, por consequência, a impunidade. O juiz da Lava Jato buscou desviar de perguntas relacionadas ao julgamento, no STF, de um habeas corpus para evitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado por ele em primeira instância no processo referente ao processo do tríplex no Guarujá. “Não me cabe fazer uma observação específica sobre esse habeas corpus”, desconversou.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta segunda-feira (26) que o Brasil “vai mal porque está sem rumo” e sugeriu que a presidente Dilma Rousseff renuncie ao cargo “com grandeza”.FHC concedeu entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Durante o programa, o ex-presidente falou sobre o primeiro volume do livro “Diários da Presidência”, que será lançado por ele na próxima quinta-feira (29).

“A situação econômica [do país] é desesperadora. Ela [Dilma] não tem que ir lá nos Estados Unidos e dizer que o Brasil está mal porque a democracia é adolescente. Vai mal porque está sem rumo”, disse Fernando Henrique, ao se referir à entrevista dada por Dilma à emissora norte-americana CNN e veiculada neste domingo (25).

“Tinha que ter uma renúncia com grandeza. A presidente Dilma não pode desconhecer o que nós conhecemos, que a economia está em uma situação desesperadora, que há uma crise política. Ela tinha que dizer: ‘eu saio, eu renuncio, mas eu quero que o Congresso aprove isso, isso e isso’”, sugeriu.Na entrevista, FHC foi questionado sobre o posicionamento do PSDB, partido do qual é presidente de honra, a respeito de um eventual processo de impeachment da presidente Dilma.

Para o tucano, o partido está sendo “bastante prudente” quando trata do assunto e, caso um processo de impedimento seja aberto no Congresso Nacional, o PSDB “vai votar pelo impeachment”.Ele também criticou declarações recentes de Dilma de que a oposição tenta dar um “golpe” em seu governo ao defender sua saída pelo impeachment. “Ninguém está cogitando dar golpe. Impeachment não é golpe. Precisa ter condição, mas não é golpe”, afirmou o ex-presidente. (G1)

03
jun

No Roda Viva…Aécio Neves

Postado às 9:01 Hs

Pré-candidato do PSDB à Presidência participou do programa Roda Viva nesta segunda-feira, 2

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, que participou do programa Roda Viva, da TV Cultura, ao ser questionado sobre boatos da internet que o apontam como usuário de drogas, Aécio disse que tem uma família e negou as acusações que vêm, segundo ele, do “submundo da web”. “Não vale a pena perder tempo com o submundo dessas denúncias. Quem me conhece me reelege há 30 anos. Tenho uma vida pública honrada e limpa.”

“A internet é a maior revolução do nosso tempo. Mas ela não impede a atuação de quadrilhas virtuais, de terrorismo. Há nesses casos o cometimento de crimes. Robôs eletrônicos são usados para propagar mentiras. São os absurdos de sempre, afirmou.”

Aécio disse que, num eventual governo, pretende apresentar a nova estrutura do Estado brasileiro, cortando o número de ministérios. “Anunciarei (se for eleito) duas medidas imediatas, uma secretaria para apresentar uma proposta de simplificação tributária e três pontos da tão adiada reforma política”, disse o senador, que participou do programa Roda Viva, da TV Cultura.

Diferença de Eduardo

O pré-candidato tucano ainda disse que existe uma diferença entre ele e o pré-candidato do PSB ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos. “Vou dizer uma, nunca participei de um governo do PT”, afirmou o senador mineiro, numa referência ao fato de Campos ter sido ministro da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Foi a primeira vez que o tucano fez uma ressalva, mesmo que sutil, a Campos. Desde que a corrida presidencial começou, Aécio vem acenando com afagos ao pessebista. Mas Campos tem buscado descolar sua candidatura da do senador.

Aécio afirmou que é preciso que os instrumentos legais fiscalizem os abusos cometidos na internet. Ele disse que estão ocorrendo ataques contra sua candidatura e contra seu partido. E defendeu que esses crimes sejam punidos.

PT faz mal ao Brasil

Ele voltou a atacar o PT. “Quero encerrar este ciclo de governo que está fazendo tanto mal ao Brasil. Estamos disputando com grupos que não querem deixar o poder.”

Ao falar do PMDB numa eventual gestão, disse que é preciso buscar um entendimento, com apoios de partidos, mas sem fisiologismo. “Alianças partidárias são necessárias, serão feitas, mas a que custo? Sem o custo que o PT se permite pagar”, disse. “Terei coragem política para estabelecer uma nova relação política com o Congresso.” (De O Estado de S.Paulo – Elizabeth Lopes)

02
dez

FHC no Roda Viva

Postado às 18:20 Hs

O sociólogo e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso ocupará o centro do Roda Viva nesta segunda-feira (5/12), ao vivo, a partir das 22h, na TV Cultura.

Durante a entrevista, mediada pelo apresentador Mario Sergio Conti, Fernando Henrique deve falar sobre questões ligadas a política, economia e sociedade do Brasil e do mundo, entre outros assuntos.

A bancada de entrevistadores será formada por Ancelmo Góis (colunista do jornal O Globo), Ricardo Gandour (diretor de Conteúdo do Grupo O Estado de S. Paulo), Maria Rita Khel (psicanalista e escritora), Lilia Schwarcz (historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP) e Sérgio Dávila (editor-executivo do jornal Folha de S. Paulo). O programa também conta com a participação do cartunista Paulo Caruso, com suas célebres charges.

O Roda Viva também pode ser assistido ao vivo, no portal cmais.com.br/aovivo.

Sem classificação indicativa.

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