Levamos milênios para desenvolver a lógica. Séculos para aprimorá-la. Porém, apenas três décadas para torná-la artificial. Ficamos viciados na inteligência artificial, prisioneiros da cognição eletrônica. Não precisamos memorizar coisas banais como números de celulares de mãe ou namoradas, arquivar dados, abrir um dicionário para compreender uma nova palavra ou pesquisar numa biblioteca um novo saber. Basta um movimento mágico e temos nosso totem do saber, o onipresente e onisciente Google. É médico, professor, cientista, inventor, tradutor, guia, mestre, o que nós acomodados usuários quisermos. Seria um deus, se não fosse o maior lobo em pele de cordeiro. Sabe tudo de mim, de você, de todos nós. Falso ou verdadeiro, inventado ou historiado, invade minha privacidade sem ao menos pedir licença. Tem a chave de todos meus cômodos e, se deixar, indica até onde encontrar minha alma gêmea.

Via Correio Braziliense

Deputados estão sendo pressionados pelas redes sociais e até mesmo pelo WhatsApp para votar a favor do recebimento da denúncia contra o presidente Michel Temer.  Um parlamentar  do PP mostrou ao jornal O Estado de S. Paulo dezenas de mensagens que havia recebido na última semana, desde que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu apresentar a denúncia por corrupção passiva contra Temer.Um eleitor chegou a criar um grupo no WhatsApp, chamado de “Aceita a denúncia já”, e incluiu o número de diversos deputados para constrangê-los a não enterrar a denúncia contra o peemedebista.

BICHO DE ESTIMAÇÃO – Em uma das mensagens enviadas no grupo, os eleitores pedem que a denúncia contra Temer seja aceita para que os deputados não façam “do corrupto seu bicho de estimação”.

Em um vídeo que também circula nos celulares dos parlamentares, um homem conclama as pessoas a pressionarem os deputados para que eles não engavetem o caso de Temer.“Nós vamos acompanhar o voto de cada deputado. Não aceitaremos presidente corrupto. Temer tem que ser julgado sim. Deixa o Supremo (Tribunal Federal) julgar”, diz a gravação.

IMPEACHMENT  – Durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, mobilização parecida foi realizada. Deputados, no entanto, relatam que naquela época a pressão foi ainda maior. Movimentos anticorrupção, como o Vem Para Rua, chegaram a criar sites onde monitoravam a posição de cada parlamentar e estimulavam as pessoas a cobrarem os seus deputados.

Esses grupos, no entanto, têm mantido uma posição neutra diante das acusações que pesam contra o atual presidente. Diferentemente da postura que adotaram com Dilma, até agora, nenhum desses movimentos convocou manifestações pedindo a saída de Temer.

Por Eduardo Aquino / O Tempo

A arte de ouvir é o pré-requisito da sabedoria. O matemático grego Pitágoras em tempos da grande civilização grega, já filosofava: “Quem fala semeia, quem escuta, colhe”. Vivemos tempos em que a história, tradições e cultura emudeceram. A humanidade resolveu desprezar o passado, e, com isso, a mediocridade se impõe na cultura rasteira, fake, sem noção, dos oráculos tecnológicos, do tipo Google, Wikipédia e falsidades espelhadas ao vento pelas diversas redes.

Os antepassados são esquecidos, senão desvalorizados pelos exércitos de telas móveis, no seu silêncio individualista e solitário.

DIGITALIZAÇÃO – Modernos smartphones nem são usados mais para falar. Digitam-se textos, transferem-se fotos usando abreviaturas preguiçosas, ou emojis mornos, repetitivos e sem graça, pois sentimentos e expressões são repassados uns aos outros em um conteúdo pouco original, de forma caricata e pasteurizada. Uns dirão que os emojis são uma linguagem universal. O esperanto que, finalmente, pode ser compreendido em todo o mundo.

O custo de tudo isso é o silêncio, o emudecimento. Não se olha nos olhos, não se dá as mãos, ocupadas pelo telefone que já não toca, pois passar um WhatsApp ou e-mail é mais rápido, evita ter que falar, dialogar e se expor. A voz emocionada, irada ou desabafada é calada. Evita a coragem de se expressar verdades, insatisfações ou discórdias. Covardemente, digitamos nossa versão dos fatos, pois a fúria de ser criticado, frustrado, chamado atenção, é algo que não suportamos.

RECONHECER ERROS – Vivemos um tempo em que ninguém quer ser contrariado. Uma pena, pois a verdade tem sido distorcida e censurada. A grandeza e humildade de reconhecer erros, dizer um simples “não sei”, “não quero”, “não posso”, “perdão” tornaram-se eventos raros, de uma minoria que tem maturidade.

Sentados em uma mesa de um restaurante ou bar, em uma viagem de férias com paisagens estonteantes ou mesmo vendo um jogo ao vivo, e lá estão,de cabeça baixa e olhos vidrados na tela viciante. Famílias e amigos ,sem se olhar ou conversar. Juntos, mas separados por uma indiferença e um silêncio ensurdecedor. O universo virtual, que conecta quem está distante, na mesma medida que desconecta quem está ao lado.

CARÊNCIA MASCARADA – O resultado é essa carência mascarada por selfies, busca de status nas redes sociais, likes e unlikes, seguidores mesmo que seja por robôs que podem ser contratados para aumentar a falsa multidão de admiradores.

Lá fora, o mundo, insistindo em fornecer o nascer e por do sol, céu estrelado e paisagens deslumbrantes. Mas o olhar está hipnotizado na prisão das telas. Não se beija, não se abraça, não tem colo. Mãos ocupadas e dedilhando frenéticos. Sexo mecânico, baladas intoxicadas por bebida excessiva e drogas sintéticas e a ressaca da solidão acompanhada.

“Mudos telepáticos”, como diria Vinicius de Moraes. E pensar que palavras têm alma… E uma vez cantadas, em prosas e versos, acendiam paixões, emocionavam e ativavam sensações extracorpóreas. Sonhávamos acordados, dormíamos após um sonoro “dorme com os anjos, meu bem”. Abraçadinho de “conchinhas”. Eu sei, tudo isso soa ridículo em tempos tecnológicos. Sou ridículo. Romanticamente romântico. Olhos nos olhos, cafuné, palavras doces ao ouvido. Estou em extinção, graças a Deus. Ou não?

27
mar

Informes

Postado às 11:50 Hs

Procon da Assembleia registra grande procura por atendimento através do Whatsapp.

Em apenas um dia e meio de funcionamento, o novo serviço oferecido pelo Procon da Assembleia, o atendimento pelo aplicativo Whatsapp, através do número 98849-1187, alcançou cerca de 90 consultas dos consumidores. A marca aponta para o sucesso da iniciativa do órgão de defesa do Parlamento Estadual, que amplia seu canal de serviços.

“Dentro do nosso planejamento estratégico está a meta de aproximar a Assembleia Legislativa da sociedade e nada melhor que usar os recursos das novas tecnologias para isso. A equipe do Procon Legislativo está colocando em prática esse direcionamento, auxiliando a comunidade de uma forma simples mas muito eficaz”, afirma o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

De acordo com o coordenador do Procon da Assembleia, Dary Dantas, as consultas foram em sua maioria sobre questões relativas a problemas com instituições bancárias, concessionárias de veículos e telefonia móvel, as campeãs nos pedidos de orientação do consumidor.

Nesse universo de pessoas atendidas nos primeiros dias de funcionamento, a maioria das pessoas que contataram o serviço teve sua dúvida esclarecida, sem necessidade de se deslocar ao órgão. De acordo com o coordenador, somente 3 consumidores precisam ir pessoalmente ao Procon da Assembleia, que fica localizado na Rua Trairi, no bairro de Petrópolis.

O atendimento via Whatsapp é uma novidade que mais uma vez projeta a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte como pioneira no atendimento à comunidade.

 Serviço

Procon Legislativo

Endereço: Rua Jundiaí, nº 481, Petrópolis. / Horário de atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h.

Tel: 3615-9000 / Whatsapp: 98849-1187

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte alcança o pioneirismo outra vez, lançando uma ferramenta que estreita ainda mais o laço entre a sociedade e o órgão de defesa do consumidor do Parlamento Estadual, o Procon Legislativo. A novidade é um serviço de contato e atendimento via Whatsapp, através do número 98849-1187, oferecendo ao potiguar mais um canal para buscar seus direitos.O diretor do Procon da Assembleia, Dari Dantas, ressalta a importância de se ter mais uma via de relacionamento com o consumidor. “Queremos estar mais próximos da população e nada melhor que usar a tecnologia a nosso favor”, comenta.

A iniciativa, inédita entre as unidades do Legislativo no país, servirá para o consumidor tirar dúvidas, procurar orientação ou fazer denúncias, não permitindo, no entanto, a abertura de processos contra algum fornecedor. O serviço, que já está em funcionamento, conta com uma equipe preparada para atender o consumidor sempre que uma demanda for gerada no aplicativo de mensagens.

Além do atendimento via WhatsApp, o consumidor também pode entrar em contato com o Procon Legislativo na sede do órgão, que fica na Rua Jundiaí, nº 481, de segunda a sexta-feira, com atendimento ao público das 8h às 12h. Quem preferir contatar o serviço por telefone, pode ligar para 3232-2706 ou 3232-2707.

O WhatsApp anunciou a criação de um processo de verificação de número em duas etapas, o que vai aumentar a segurança do aplicativo de troca de mensagens. A novidade vai chegar às plataformas iOS, Android e Windows nas próximas semanas. Quando o recurso for ativado, todas as vezes em que um número de telefone associado ao aplicativo tiver de ser verificado, o usuário vai inserir um código de seis dígitos criado por ele. A verificação em duas etapas já funciona em diversos serviços conectados para dificultar acessos indevidos e, assim, ampliar a segurança a programas e aparelhos.

Mais um golpe está preocupando os usuários do aplicativo WhatsApp. Desta vez, quem usa o recurso precisa ficar atento para um link que tem circulado entre os usuários, que promete dar acesso à uma lista de todas as pessoas que salvaram o seu número no aparelho celular. De acordo com a empresa PSafe, mais de 260 mil vítimas caíram no golpe, desde o início de 2017.

Para acessar a lista oferecida pelo link, é necessário que o endereço seja repassado para outros usuários. Depois de enviar o link para seus contatos,é preciso clicar nele, e o usuário será então redirecionado para baixar um outro aplicativo, que pode ou não ser um vírus. O golpe atua pedindo que o internauta instale outro aplicativo. À medida que o aplicativo novo é instalado, o hacker ganha dinheiro.

Contudo, a função prometida pelo link não está disponível nem pelo dispositivo nem por nenhum outro aplicativo existente no mercado. É recomendado que usuários de Android não baixem aplicativos que não estejam na ‘Google Play’. (Metro 1)

Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal, de autoria do deputado Jovair Menezes (PSB-MT), pretende proibir o bloqueio do WhatsApp no Brasil. Em 2016, o aplicativo de mensagens instantâneas foi bloqueado pela justiça em duas oportunidades, sob a alegação de que a empresa que administra o sistema estaria se negando a passar diálogos de envolvidos em ações na justiça. A empresa se defendeu nas duas vezes do bloqueio, respondendo que as conversas não ficam armazenadas no Whatsapp.

“O bloqueio contraria o direito à comunicação. A aplicativo tem papel importante na segurança pública e social do País”, argumentou o deputado. Na enquete do site da Câmara sobre a proposta, das 3089 respostas, mais de 90% apoiaram o projeto de Jovair Menezes.

Conforme a empresa que administra o WhatsApp, já são mais de 1 bilhão de usuários do aplicativo no mundo.

As campanhas começam amanhã em todo Brasil…

Com a difusão dos smartphones no país e a necessidade de reduzir custos nas campanhas, que não contam mais com financiamento empresarial, o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp é a principal aposta do marketing eleitoral na disputa deste ano. Se por um lado, o aplicativo pode auxiliar no contato entre candidatos e eleitores, especialmente em regiões mais periféricas; do outro, é também motivo de preocupação por sua alta capacidade de disseminar boatos e ataques pessoais. Quando o assunto é eleição, o WhatsApp pode se tornar “terra sem lei”.

É uma forma de comunicação ágil, não é regulamentada, e deve acabar sendo usada para atacar adversários. Não há como identificar o autor da mensagem, e a informação se propaga rapidamente.

No caso do WhatsApp, aplica-se a legislação referente à internet. A propaganda não pode ser feita por pessoa jurídica, por entidade da administração pública, nem envolver a comercialização de cadastros telefônicos e de endereços. O usuário também precisa ter a opção de se descadastrar da lista de contatos. Todo cuidado é pouco…

20
jun

WhatsApp Partage

Postado às 19:45 Hs

Partage Mossoró inaugura serviço de atendimento através do WhatsApp

Os clientes do Partage Mossoró já podem contar com mais um canal de comunicação direto com a administração do shopping. Através do número (084) 99133 – 6582 no WhatsApp os clientes podem esclarecer dúvidas, enviar sugestões e principalmente receber no seu celular a divulgação dos eventos e novidades em relação às lojas do Partage Mossoró.

O atendimento pelo WhatsApp já está funcionando de segunda à sexta, das 9h às 17h. Para ter acesso às novidades do shopping, o cliente basta enviar uma mensagem de contato e informar seu nome. É rápido, prático, útil e o Partage Mossoró fica ainda mais perto dos seus clientes.

Quer se manter informado sobre as conversas que rolam em seu WhatsApp, mas não quer ser denunciado pelas ´setinhas azuis´? O app até possibilita a desativação das confirmações de leituras, representadas pelas duas setas azuis. Mas a opção vai impedir que você também saiba se o seu contato viu ou não a sua mensagem. Se a sua curiosidade fala mais alto, mas você quer se manter oculto, o caminho é recorrer a aplicativos externos. A opção mais bem avaliada no Google Play é o Unseen. O aplicativo permite a visualização das mensagens recebidas sem que ninguém saiba. A ferramenta cria cópias das suas conversas do WhatsApp e as exibe em sua plataforma. Você recebe uma notificação do Unseen, toda vez que receber uma mensagem. Isso pode acabar irritando um pouco.

A vantagem é que o app não funciona apenas no WhatsApp. Também é compatível com Facebook Messenger, Viber e Telegram. O problema, no entanto, é que ele não é capaz de acompanhar o ritmo de grupos que tenham um grande volume de mensagens. Também não reproduz as fotos e os vídeos compartilhados nas redes sociais. Os usuários recebem apenas o ícone da mídia e, se ficarem curiosos, terão que mostrar a cara para os amigos. E, por ser gratuito, é recheado de propagandas. Não há nenhum aplicativo do tipo para usuários da Apple, que vão ter que se contentar com a solução do próprio WhatsApp.

19
maio

Concorrência

Postado às 10:18 Hs

Google lança rival do WhatsApp e promete deixar grupos incríveis

O Google lançou na segunda-feira (16) um novo rival para o WhatsApp, o Spaces. Com a integração do Google Search, YouTube, Chrome e outras soluções Google, o app permite compartilhar texto, foto e vídeo em um só lugar. Disponível via plugin para Google Chrome, Android, iPhone (iOS) e em versão web móvel do Gmail, o Spaces organiza “espaços” para cada tema debatido entre os usuários. Ou seja, você pode criar o que desejar, personalizar e conversar sobre tudo em um bate-papo cheio de recursos.

Sendo assim, conversar em grupo pode ficar mais fácil e organizado que nos apps tradicionais e mensageiros. Para criar uma espécie de fórum temático, o usuário pode convidar seus amigos por e-mail e Facebook, além de enviar um link para que eles possam acessar o debate de onde estiverem. No blog oficial do Google, a gigante de Internet informou o motivo de criarem o Spaces, que já pode ser visto como um rival para grandes apps de mensagens em grupo como o WhatsApp e o próprio Facebook.

“Compartilhar coisas normalmente envolve ir e voltar de aplicativos e copiar e colar links. Conversas em grupo frequentemente fogem do assunto, e as coisas se perdem em threads infinitas que você não pode recuperar quando precisa”, explica Luke Wroblewski, diretor do Google responsável pelo novo produto.

Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone . Com o novo app, o usuário não vai perder o conteúdo compartilhado, poderá conversar com as pessoas que possuem o mesmo interesse e não vai precisar sair de um app para outro em busca de notícias.

 

 

 

03
maio

Bloqueio

Postado às 9:36 Hs

“É desproporcional tirar um serviço de todos”, diz diretor do ITS-Rio sobre WhatsApp

O bloqueio do WhatsApp já entrou em vigor para todo o Brasil, embora alguns celulares ainda disponham de acesso ao serviço. Esta foi a segunda vez, em menos de quatro meses, que a Justiça ordenou a suspensão temporária do aplicativo de mensagens instantâneas no país. As provedoras de acesso à internet acataram a decisão, sob risco de multa de R$ 500 mil por dia.

A decisão desta segunda-feira (2) é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE). O magistrado é o mesmo que determinou, em março deste ano, a prisão preventiva do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dozdan. O Facebook é detentor do WhatsApp, que, à época, se negou a fornecer dados de seus usuários à Justiça. O WhatsApp já informou que recorre à decisão e que já colaborou com a Justiça, mas que não detém as informações solicitadas. (Apple e FBI)

. Para o diretor-executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS-RIO), Fabro Steibel, a decisão de hoje não segue o princípio de proporcionalidade defendido peloMarco Civil da Internet (MIC). Ele também alerta que uma aprovação do relatório da CPI dos Crimes Cibernéticos, que será votado nesta terça-feira (3), pode tornar decisões como as de hoje rotineiras na vida dos brasileiros.

03
maio

Charge: Eita Brasil…é isto

Postado às 9:28 Hs

A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas. A medida começará a valer a partir das 14h desta segunda-feira (2). A decisão, de 26 de abril, é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE). As cinco operadoras —TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel— já receberam a determinação e informaram que vão cumprir. Em caso de descumprimento, estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil.

O juiz Marcel Montalvão é o mesmo que, em março, mandou prender o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan. Na época, a decisão ocorreu após a empresa não colaborar com investigações da Polícia Federal a respeito de conversas no WhatsApp em processo de tráfico de drogas. Em dezembro, o WhatsApp havia sido bloqueado no Brasil por 48 horas devido a uma investigação criminal. Na ocasião, as teles receberam a determinação judicial com surpresa, mas a decisão não durou 48 horas.

O bloqueio foi uma represália da Justiça contra o WhatsApp por ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais. O aplicativo pertence ao Facebook.

Efeito WhatsApp’ e crise ‘eliminam’ 10 milhões de linhas de celular no Brasil

 

 

Mais de 10 milhões de linhas de celular deixaram de existir no Brasil em cinco meses de 2015. Uma queda dessa proporção é inédita no setor de telecomunicações móveis brasileiro, quinto maior do mundo. Para as operadoras, os causadores da derrapada são a crise econômica e o “efeito WhatsApp”, que faz clientes preferirem chats para se comunicar em vez de terem mais de uma conta em diferentes operadoras.

Os acessos móveis cresceram mês a mês no Brasil até maio deste ano, quando chegou a 284 milhões de linhas – a única exceção desde 2005 foi um pequeno deslize em julho de 2006. Até outubro, porém, a base diminuiu 3%, segundo dados divulgados na quinta-feira (3) pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).

O volume de desconexões, de 10.358.097, é próximo ao total de linhas da Bolívia e até de Portugal – de 10,5 milhões e 11,8 milhões em 2014, respectivamente, segundo a ONU.

O desligamento de milhões de acessos foi generalizado entre as quatro maiores operadoras do setor. Nesses seis meses, a líder do mercado Vivo perdeu 3,6 milhões de linhas. A TIM, segunda maior, ficou com 3,3 milhões de linhas a menos. Claro teve sua base reduzida em 2,5 milhões e a Oi, em 1,3 milhão de linhas.

Fonte: G1

 

 

20
ago

WhatsApp

Postado às 9:39 Hs

Empresas de telefonia entram em guerra contra o WhatsApp

Operadoras de telecomunicações no Brasil pretendem entregar a autoridades locais em dois meses um documento com embasamentos econômicos e jurídicos contra o funcionamento do aplicativo WhatsApp, controlado pelo Facebook, disseram à agência de notícias Reuters três fontes da indústria.

Uma das empresas do setor estuda também entrar com uma ação judicial contra o serviço, afirmou uma das fontes. O questionamento a ser entregue à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será feito contra o serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo, disse a mesma fonte. A ideia é questionar o fato de a oferta do serviço se dar por meio do número de telefone móvel do usuário, e não através de um login específico como é o caso de outros softwares de conversas por voz, como o Skype, da Microsoft.

O argumento das operadoras é que o número de celular é outorgado pela Anatel e as empresas de telefonia pagam tributos para cada linha autorizada, como as taxas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), o que não é feito pelo WhatsApp. De acordo com a consultoria especializada Teleco, as operadoras pagam R$ 26 para a ativação de cada linha móvel e R$ 13 anuais de taxa de funcionamento. Ontem, o ministro Ricardo Berzoini (Comunicações), defendeu a regulamentação do WhatsApp e também do Netflix no Brasil.

21
maio

@ @ É NOTÍCIA … @ @

Postado às 20:06 Hs

  • Brasil é o quinto país no mundo em mortes por acidentes de trânsito. A cada ano, cerca de 45 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil. A violência envolvendo particularmente motociclistas está se tornando uma epidemia no país. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam que, em 2013, os acidentes com motos resultaram em 12.040 mortes, o que corresponde a 28% dos mortos no transporte terrestre. Nos últimos seis anos, as internações hospitalares no Sistema Único de Saúde (SUS) envolvendo motociclistas tiveram um crescimento de 115% e o custo com o atendimento a esses pacientes de 170,8%.
  • Um plano emergencial de combate à seca nos estados mais afetados pela estiagem no Nordeste deverá ser anunciado nos próximos dias pela presidente Dilma Rousseff . A preocupação com a estiagem no estado é grande, já que o período de chuvas de 2015 terminou e foi, segundo o governador, o quarto ano consecutivo abaixo da média e a pior recarga dos reservatórios em 17 anos.
  • A Petrobras reduziu em 40% suas atividades de exploração de 2014, investindo cerca de R$ 10 milhões no segmento, contra mais de R$ 17 bilhões aplicados em 2013. O resultado é ruim para o Brasil. E péssimo para o Rio Grande do Norte. O RN chegou a produzir mais de 100 mil barris/dia. A extração do “ouro negro” atual é cerca de 66 mil barris/dia. Como está inserido na área de produção petrolífera, o município de Mossoró foi afetado pela crise no setor. Nos últimos anos, a produção de petróleo nessa região foi também empurrada para baixo.
  • A arrecadação de impostos e contribuição federais, além das demais receitas (como “royalties”), registrou queda real de 4,62% em abril deste ano, para R$ 109,24 bilhões, informou a Secretaria da Receita Federal. Trata-se do resultado mais baixo para este mês desde 2010 – ou seja, em cinco anos –, quando somou R$ 99,31 bilhões. Já no acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, ainda de acordo com dados oficiais, a arrecadação totalizou R$ 418,61 bilhões – com queda real de 2,71% frente ao mesmo período do ano passado. Este foi o pior resultado, para este período, desde 2011, informou a Receita Federal. A arrecadação federal se ressentiu em abril, e no acumulado deste ano, do baixo nível de atividade econômica e, também, das desonerações de tributos efetuadas nos últimos anos justamente para tentar estimular o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de emprego. Por outro lado, a arrecadação registrou queda mesmo com aumentos de tributos autorizados em 2015 para tentar reequilibrar as contas públicas – que registraram déficit primário inédito no ano passado.
  • Deve chegar a R$ 25 bilhões a redução neste ano no valor destinado a financiar casas próprias pela Caixa, maior financiadora habitacional do país. O corte representa 20% do que foi desembolsado em 2014. Será o segundo ano seguido de recuo e o mais acentuado desde o início do ciclo de expansão nos financiamentos imobiliários, em 2002. O banco, responsável por 70% dos imóveis financiados no país, estima emprestar neste ano R$ 103,8 bilhões, já somando os financiamentos com recursos da poupança e os com o dinheiro do FGTS. A previsão inicial era ao menos repetir os R$ 129 bilhões de 2014. Mas a expectativa foi frustrada após a forte saída de recursos da poupança. De janeiro a abril, houve saques de R$ 29,2 bilhões. A expectativa do setor é que a caderneta perca R$ 50 bilhões em depósitos neste ano, o que deve comprometer os financiamentos imobiliários. Se a escassez de recursos persistir, as taxas cobradas dos mutuários podem chegar perto do teto de 12% mais TR, segundo executivos do banco, e a Caixa perderá a vantagem em termos de custo ante os demais bancos.
  • Um estudo feito pela Opinion Box, plataforma digital de pesquisa, indagou o seguinte questionamento: “Se você pudesse instalar um único aplicativo no seu smartphone, qual seria?”. O grande vitorioso foi o Whatsapp, escolhido por 56% das mulheres e 50% dos homens. Também foi o preferido pelos mais jovens: 45% dos respondentes com idades entre 16 e 29 anos o escolheriam, frente a 37% das pessoas com 30 a 49 anos e 26% entre aqueles com 50 anos ou mais. Em segundo lugar ficou o Facebook.
dez 14
quinta-feira
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