23
mar

PERCURSUS

Postado às 17:22 Hs

PERCURSUS : Além dos Passos de Vicente Celestino

Nasci artista
Fui cantor
Ainda pequeno levaram-me para uma escola de canto
O meu nome, pouco a pouco, foi crescendo, crescendo
Até chegar aos píncaros da glória.

PERCURSUS, palavra Latina, “ato de percorrer”, de PER, “por completo, totalmente”, mais CURSUM, “caminho, trajeto”.

Desenhar um percurso artístico sobre a vida e obra do artista Vicente Celestino, experimentando as sensações das estações e emoções que expressam o despetalar e florir de uma vida que merece ser conhecida e reconhecida pelos tempos atuais, saudando a memória de um artista emblemático na lembrança dos mais antigos. As canções e textos de Fernando Pessoa, Chico Buarque, Angela Roro, Bob Marley, Clarice Lispector e outros, interpretadas pelo artista mossoroense Damásio Costa, fruto de uma apropriação interior do artista e da pesquisa que o mesmo empreendeu pela vida e obra do cantor, neste sentido este espetáculo adoça o coração dos expectadores da melhor idade, através da pesquisa, concepção e encenação. Mas também, incentiva as trocas de conhecimento e fortalecimento a memória unindo o ontem, o hoje e o amanhã com a participação de jovens artistas e estudantes.

FICHA TÉCNICA
Ideia Original e Roteiro: Damásio Costa
Direção de Arte: João Marcelino
Cenário: Damásio Costa
Produção Executiva: Andreilson de Castro, Jeyzon Leonardo, Luciana Duarte
A Máscara de Teatro
Figurino: Damásio Costa.
Iluminação: Damásio Costa
Direção Musical: Elizeu Cruz.
Estúdio: Sonora Pro Music.
Operador de Som e Imagem: Andreilson de Castro.
Operadora de Iluminação: Luciana Duarte.
Contra-regra: Jeyzon Leonardo.
Assessoria de Comunicação: Chrystian de Saboya/ Casa de Ideias
Desing Gráfico: Bruna Layara.
Fotografias: George Harrisson.
Vídeo de abertura: Plínio Sá e Medson Rigne.
UERN TV
Imagens: Adriano Pinheiro e Lu Nascimento
Direção de imagens: Adriano Pinheiro
Edição: Lu Nascimento
Direção Geral: Fabiano Morais

Agradecimentos: Boanerges Perdigão
Bruno Cavalcanti
Esdras Marchezan, Fabiano Morais, Gustavo Rosado, Gustavo Senna, Hykaroo Mendonça, Magnólia Perdigão, Micheline Fontes, Tereza Fernandes
Relização: A Máscara de Teatro

CANÇÕES DO ESPETÁCULO
1. A Volta do Boêmio
Composição: Vicente Celestino.

2. Coração Materno
Composição: Vicente Celestino.

3. Noite Cheia de Estrelas.
Composição: Vicente Celestino.

4. O Ébrio
Composição: Vicente Celestino.

5. Ontem ao Luar
Composição: Catulo da Paixão Cearense / Pedro De Alcântara.

6. Patativa
Composição: Vicente Celestino.

7. Porta Aberta
Composição: Vicente Celestino.

27
jan

Oficina de dança.

Postado às 8:32 Hs

Iniciativa contou com apoio da Prefeitura de Mossoró. A Escola de Artes de Mossoró abriu as portas no final de semana passado para receber artistas em atividade de dança. No sábado, 23, foi realizada a oficina “A dança que cabe”, que integra o “Projeto Cinese”, idealizado pelo bailarino mossoroense Iuri Alves. A iniciativa foi contemplada no edital n° 08/2020 da Fundação José Augusto (FJA). A oficina contou com o apoio da Prefeitura de Mossoró que disponibilizou a Escola de Artes para realização da primeira parte da atividade, inclusive, fornecendo assistência técnica e equipamentos de som. O projeto tem equipe composta por Iuri Alves, Alexandre Américo, Igor Fortunato e Yasmim Oliveira. Os integrantes relatam a importância do incentivo do poder público para o desenvolvimento da cultura local.

O livro Jean Mermoz, de Roberto da Silva, reconstitui a vida fascinante do pioneiro da aviação postal francesa, desde sua infância humilde no interior da França, sua adolescência em Paris, nos últimos anos da I Guerra Mundial, seu ingresso nas Forças Armadas, indo servir na Síria, então um protetorado francês, onde foi um “maqueiro aéreo”, conduzindo doentes e resgatando pessoas perdidas no deserto, sua vida militar após seu retorno à França, sua admissão na Aéropostale.

Mermoz se notabilizou por sua inteligência, seu conhecimento técnico, sua coragem, sua confiança em si mesmo. Sobreviveu a acidentes no deserto sírio e em Rio de Oro, no então Saara Espanhol, quando foi cativo dos mouros, nas águas do Mediterrâneo, na Cordilheira dos Andes, na floresta virgem no Brasil.

Ele desbravou, como disse seu colega Saint-Exupéry, as areias, a montanha, a noite e o mar, até seu desaparecimento nas águas do Atlântico Sul, quando voava para Natal. Entre as façanhas do aviador, destacam-se o primeiro voo noturno (1928), o primeiro voo direto em hidroavião, de Saint-Louis, no Senegal, a Natal, transportando a correspondência proveniente da Europa com destino à América do Sul (1930) e, cerca de três anos depois, seguindo o mesmo itinerário, o primeiro voo, em avião terrestre, com a mesma finalidade.

Primeira biografia do lendário piloto publicada em português, esse livro é o resultado de oito anos de trabalho, entre pesquisas e elaboração, a que o autor se dedicou para assinalar os 90 anos da primeira travessia transatlântica de Jean Mermoz em voo direto.

O livro Jean Mermoz é o volume 547 da Coleção João Nicodemos de Lima, do Sebo Vermelho. Tem 724 páginas, ilustrações, e sua edição é patrocinada pela Embaixada da França no Brasil.

O lançamento ocorrerá neste sábado, 16 de janeiro, a partir das 10h, no Sebo Vermelho, Av. Rio Branco, 705, na Cidade Alta.

Preço: R$ 100,00

A atriz Nicette Bruno morreu na manhã deste domingo (20), aos 87 anos. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.
De acordo com o boletim médico divulgado neste sábado (20), o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.
A informação da morte foi confirmada pela hospital por volta das 13h20. De acordo com a Casa de Saúde São José ela morreu por “complicações decorrentes da Covid-19”.
“A Casa de Saúde São José informa que a atriz Nicette Bruno, que estava internada no hospital desde 26 de novembro de 2020, faleceu hoje, às 11h40, devido a complicações decorrentes da Covid-19. O hospital se solidariza com a família neste momento”, diz a nota de divulgação do hospital.

G1

07
set

Curiosidades

Postado às 8:02 Hs

Veja cinco “erros” do quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo

O quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, é um dos símbolos mais famosos do 7 de setembro, data em que o Brasil comemora sua Independência. A imagem (foto) ressalta o momento em que D. Pedro I tomou a decisão de tornar o Brasil independente. No entanto, a cena praticamente nada tem a ver com a versão real.

Confira a seguir cinco “erros” do dia da Independência retratados na obra.

  1. A comissão do príncipe regente D. Pedro não era tão grande como aparece no quadro.
  2. Nem D. Pedro e nem a comitiva estavam vestidos com os uniformes de gala que a obra exibe.
  3. O cavalo em que D. Pedro estava montado durante a viagem na verdade era uma mula, animal muito usado para longas viagens.
  4. A famosa Casa do Grito, um dos símbolos do Dia da Independência, pode não ter feito parte da proclamação. Não há comprovações de que ela existia na época. Seu primeiro registro é de 1884, 62 anos depois.
  5. O grito da Independência não aconteceu de fato às margens do Ipiranga como consta no quadro. D. Pedro estaria em cima de uma colina com uma crise de diarreia.

Faleceu, hoje, aos 82 anos de idade, o poeta Pedro Bandeira. Ele morreu em casa, na cidade de Juazeiro do Norte, deixando esposa e duas filhas. O poeta já convivia com a doença de Parkinson há cerca de 20 anos e isso debilitou a saúde dele.

Conhecido por ser cantador profissional, cordelista e escritor, em 2019 recebeu a Comenda Patativa do Assaré, condecoração que é dada a personalidades, artistas, poetas, cantadores e pesquisadores que se destacaram por suas relevantes contribuições à Cultura Popular Tradicional. Já no ano de 2018, para celebrar os 80 anos de vida do poeta, a Vila da Música do Crato criou a “Semana Cultural Pedro Bandeira”.

Conhecido como o “príncipe dos poetas populares”, ele cantou para o papa João Paulo II e para outras figuras conhecidas nacionalmente como: os ex-presidentes Castelo Branco, Costa e Silva, João Figueiredo, Fernando Collor e José Sarney.

Teve músicas gravadas por Luis Gonzaga, Fagner, Luis Vieira, Alcymar Monteiro, Trio Nordestino, entre outros. Foi citado por Padre Antônio Vieira e apresentado ao Brasil pelas mãos de Carlos Drummond de Andrade, em crônica publicada no Jornal do Brasil, em 1970, no Rio de Janeiro.

Também foi eleito vereador por duas vezes em Juazeiro do Norte. Fundou a Missa do Vaqueiro em parceria com padre João Câncio e Luiz Gonzaga no Sertão do Pernambuco.

14
ago

Apoio

Postado às 10:54 Hs

ENGIE apoia festival internacional “Dança em Trânsito”

 

Por conta da pandemia da Covid-19, a edição deste ano do tradicional evento de dança contemporânea, que acontece de 15 a 22 de agosto, será online e 100% gratuito. Em tempos de viagens restritas e aglomerações contraindicadas por conta da pandemia da Covid-19, a organização do festival internacional “Dança em Trânsito”, que conta com o patrocínio da ENGIE Brasil Energia, conseguiu estruturar uma forma de levar cultura até o público em suas casas, de maneira segura. Idealizado com o objetivo de valorizar, promover e democratizar a dança contemporânea, a 18ª edição do evento, que acontece de 15 a 22 de agosto, será totalmente online e 100% gratuito.

A etapa online do festival internacional terá solos inéditos, criação coletiva à distância, espetáculos na íntegra, residências artísticas de intercâmbio e de criação, oficinas, projetos formativos e rodas de conversa envolvendo centenas de bailarinos, companhias de dança, coreógrafos, professores, estudantes e críticos de 68 cidades e 18 países. As exibições serão seguidas por um bate-papo ao vivo com o coreógrafo do espetáculo apresentado, que falará sobre o seu processo de criação.

Durante o festival, serão oferecidas oficinas online e gratuitas de dança, ministradas por convidados do Brasil e do exterior. E assim como nos anos anteriores, o “Dança em Trânsito”, realiza as Oficinas de Criação para jovens dos Centros de Cultura e Sustentabilidade apoiados pela ENGIE de cidades com poucas oportunidades e distantes dos grandes centros, nos municípios de Minaçu (GO), Capivari de Baixo e Alto Bela Vista, em Santa Catarina, e Entre Rios do Sul (RS) com aulas e encontros ministrados pelos coreógrafos Flávia Tápias e Anyel Aram e pela videasta Luciana Ponso. Desde a sua criação, o festival já apresentou mais de 90 companhias de 16 países em 18 cidades de nove estados brasileiros, para um público de mais de 48 mil pessoas.

Serviço:

DANÇA EM TRÂNSITO ONLINE | DESFRONTEIRAS – 18ª edição

De 15 a 22 de agosto de 2020

Programação completa e inscrições: www.dancaemtransitoonline.com

Patrocínio: ENGIE Brasil Energia

Um novo pedido de impeachment que acusa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de praticar crimes de responsabilidade será encaminhado nesta terça (14) ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O documento de 133 páginas conta com o apoio de nomes como o cantor Chico Buarque, o ex-jogador Walter Casagrande, o economista Bresser-Pereira e o padre Júlio Lancellotti. Numa extensa lista de supostos crimes de responsabilidade praticados pelo presidente, o pedido de impeachment cita ataques contra a imprensa, direcionamento ideológico de recursos no audiovisual, más condutas na área ambiental e atuação falha do governo durante a epidemia da Covid-19. “As políticas de saúde foram severamente afetadas pela atuação criminosa de Jair Bolsonaro. Além da desarticulação do Sistema Único de Saúde (SUS), que já vinha sendo posta em prática no primeiro ano de gestão, a pandemia da Covid-19 escancarou o desprezo do atual governo pela proteção à saúde da população”, diz o texto.
18
jun

 NÍSIA FLORESTA EM VERSOS DE CORDÉIS

Postado às 11:04 Hs

Apesar da importância histórica e literária de Nísia Floresta não só para o Brasil, mas para o mundo, a autora ainda continua desconhecida por uma grande parcela da população. Esse fato tem sido explicado pelo aspecto da escritora ter vivido grande parte da sua vida no exterior.  Mas, estudo aprofundados sobre o tema ressaltam que essa pouca difusão da autora se deve ao silêncio imposto à voz das mulheres, principalmente a Nísia, que numa época de poucas liberdades ousou contestar a dominação histórica do sistema patriarcado. Soma-se a isso o descuido com a memória nacional e a ausência de políticas públicas que reparem essa dívida histórica.  Em 2020 é comemorado os 210 anos do nascimento da escritora. E para celebrar à altura uma data tão importante, o Museu Nísia Floresta e o Centro de Documentação e Comunicação Popular – CECOP, lançam o Prêmio Nísia Floresta de Literatura – 210 anos.

Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Cultura, vai lançar uma programação junina que será trabalhada de forma on-line. Todas as ações serão realizadas sem custo financeiro para a Prefeitura de Mossoró e serão veiculadas através das redes sociais do Mossoró Cidade Junina e no site do evento. Os endereços são Instagram: @mossorocidadejunina, Facebook/MossoróCidadeJunina e www.mossorocidadejunina.com.br.
A programação será iniciada a partir do dia 03, com concurso “A Resistência de Mossoró e o Cangaço”, realização da Fundação Vingt-Un Rosado, com apoio da Prefeitura de Mossoró. Edital no endereço da colecaomossoroense.org.br – Inscrições em: fvrcm@uol.com.br. Também dia 03 de junho às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta um pot-pourri de Luiz Gonzaga e “Tareco e Mariola” obra de Petrucio Amorim. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No dia 04 de junho, será lançado através das redes sociais do evento a proposta do Minuto Recordação, um incentivo para que as pessoas gravem um vídeo recordando fatos, histórias, encontros e desencontros vividos pelas pessoas nas edições anteriores do Mossoró Cidade Junina.

No dia 05 será lançada a edição 2020 do Prêmio Fomento, com publicação de editais de apoio à cultura, no valor de R$ 242 mil. Na mesma data, às 19h, será veiculado o vídeo “beleza no arraia”, que faz parte de uma série de oficinas sobre cabelo e maquiagem com o maquiador e cabeleireiro  Antônio Carlos.

No dia 06, sábado, às 12h, a Live Pingo Do Mei Dia, organizado pelos artistas locais André Luvi, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forró com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. A programação também estará disponível Canal do Youtube.

Dia 06 de junho, após o Zorra Total, da Inter TV Cabugi será apresentada uma reprise do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró 2019.

Em 07 de junho, às 18h, a Banda Artur Paraguai interpreta Vital Farias “Saudade D’ocê” e “São João na Roça”.

Dia 08, às 16h, o vídeo, Para Entender Mossoró e o Cangaço. Ler o livro “Nas garras de Lampião”, de Antônio Gurgel e Raimundo Soares de Brito, na plataforma da Coleção Mossoroense.

Em 09 de junho, a partir das 19h, será veiculado o vídeo “São João nos traços da criatividade”, com oficina sobre figurinos com Josivan Silva, estilista, design de moda.

Dia 10 de junho será veiculada através das redes sociais a exposição “O Chuva de Bala por outro

ângulo”, que mostra figurinos dos personagens do Chuva de Bala e entrevistas com artistas envolvidos na construção de cada um dos personagens.

Dia 12 de junho, o V Salão Dorian Gray traz uma exposição virtual integrada por 100 artistas do RN e 200 obras selecionadas.

Dia 13, às 16h, acontecerá a entrega da carta original do prefeito Rodolfo Fernandes, à Prefeita Rosalba Ciarlini, pelo pesquisador e jornalista Robério Santos. O documento histórico em que o Prefeito informa a Antônio Gurgel que a cidade não dispõe dos 400 contos de réis.

Também em 13 de junho, às 18h, o primeiro episódio de quatro que contam a história do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró. O episódio intitulado “O Cangaço e a organização Do Bando”, narrado pelos professores Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a formação do grupo mais temido no sertão com apresentação de cenas do Chuva de Bala.

Dia 14 de junho às 16h, segue etapa do concurso da Coleção Mossoroense, “Para Entender Mossoró e o Cangaço”. Ler livro “A Marcha de Lampião”, de Raul Fernandes. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No mesmo dia, a partir das 13h, transmissão da live dos Carlinhos, com o artista Carlos José, o poetas Antônio Francisco e Caio César Muniz, André Luvi, Forró dos 3. A programação é de responsabilidade dos próprios artistas.

Dia 15 de junho, às 18h, o segundo episódio da série que conta a história do Chuva de Bala, intitulado “A Marcha Dos Cangaceiros e o Ataque”, narrado por Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a viagem do Bando e a chegada na cidade apresentando cenas do espetáculo Chuva de Bala.

Dia 15 de junho, às 11h, live com artistas do RN sobre a criação e acervo do Museu de Arte de Mossoró.

Dia 17, às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta pot-pourri de músicas cantada por Flávio José e “Bate Coração” de Marinês. Também dia 17 de junho às 19h, vídeo São João Coreografado, com a oficina sobre coreografias com Abraão Morais, Coreógrafos e Bailarino.

Dia 20 de junho, às 16h segue concurso da Coleção Mossoroense, “Para entender Mossoró Cangaço. Ler livro “Jesuíno Brilhante” de Raimundo Nonato. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Dia 22 de junho, às 18h, o episódio “Os preparativos da defesa”. O 3º episódio da novela mostra como o Prefeito organizou a resistência. Muitos dos atores que fizeram o Prefeito serão relembrados.

Dia 24 de junho, às 18h, seguem os vídeos de apresentação da Banda Artur Paraguai, com apresentação do Pot-pourri do Mastruz com LEITE e de Luiz Gonzaga. Disponível em: redes sociais da Prefeitura de Mossoró.

Dia 26 de junho às 16h, mais uma etapa do concurso da Coleção Mossoroense, Para Entender Mossoró e o Cangaço, com o livro “Cangaço – Episódios e personagens” de Kyldemir Dantas e Caio César Muniz. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Também dia 26 de junho, às 19h, disponibilização do vídeo “A fogueira não pode apagar… regional incendeia”, com oficinas sobre Marcação de quadrilha junina com a banda Regional Incendeia. Disponível em: Redes Sociais da Prefeitura, www.mossorocidadejunina.com.br.

Dia  27 de junho a programação será encerrada com a live Boca da Noite, às 18h, organizada e promovida pelos artistas locais André Luví, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forro com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. Disponível em: Canal do Youtube e redes socias do Mossoró Cidade Junina.

A secretária de Cultura, Isaura Amélia Rosado destacou que a programação não terá custo financeiro nenhum por parte da Prefeitura de Mossoró, visto que será realizada pelos próprios artistas e entidades. “Todos sabem que o Mossoró Cidade Junina foi cancelado pois todos os recursos foram destinados para a Saúde. Foi uma ação justa e necessária da prefeita Rosalba Ciarlini. No entanto, a Secretaria Municipal de Cultura foi procurada pelos artistas para que algumas programações fossem apenas retransmitidas e nós daremos esse apoio, não de forma financeira, mas nos utilizando das redes sociais do evento para mostrar o trabalho desses artistas. Toda a programação poderá ser assistida de casa, cumprindo o isolamento social, sempre com objetivo de trazer um pouco de alegria às pessoas que estão em confinamento”, concluiu.

O compositor e trovador Evaldo Gouveia morreu na noite desta sexta-feira, 29 de maio, aos 91 anos.  O artista, que há alguns anos convivia com as consequências de um acidente vascular cerebral, foi contaminado pela Covid-19 e não resistiu às complicações. O cearense deixa um legado robusto e apaixonado.

Do menino de oito anos que cantava na radiadora da Praça da Estação de Iguatu ao trovador que conquistou o Brasil com palavras e melodias. Evaldo Gouveia de Oliveira nasceu em 8 de agosto de 1928 no município de Orós e, desde cedo, sentia que, eventualmente, conquistaria o País. “Eu ia pro pezinho do rádio e pegava a letra, o tom. Eu já nasci artista”, dividiu em entrevista às Páginas Azuis do O POVO, publicada em 16 de agosto de 2010. A partir de “Deixe que Ela se Vá” (1957), primeira composição de sua autoria, escreveu sentimentos e melodias intensas que reverberam até hoje no cancioneiro nacional popular e nos corações dos românticos. Entre elas, despontam “Tango de Teresa”, “Sentimental”, “Brigas”, “Bloco da Solidão e “O Trovador” – para citar somente algumas, pois entre as mais de mil composições acumulam-se sucessos.

O repertório de Evaldo Gouveia foi impulsionado pelas vozes de cantores consagrados como Altemar Dutra, Nelson Gonçalves, Alaíde Costa e Maysa Monjardim. O cearense fez parte do lendário Trio Nagô, ao lado de Mário Alves e Epaminondas Souza.

O ápice da carreira do cantor veio da relação com Altemar Dutra (1940-1983). O cearense levou Dutra às boates de Copacabana, no Rio de Janeiro, e o sucesso do cantor mineiro, interpretando as composições de Evaldo, levou ambos ao auge.

Agência de Notícias 

A atriz e radialista Daisy Lúcidi, de 90 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (7). Ela estava internada com Covid-19 no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio, desde o dia 25 de abril.

Lúcidi integrou o primeiro elenco de atores da Rádio Globo e fez sua estreia na TV em 1960. Como radialista, comandou, durante 46 anos, o programa “Alô Daisy”, na Rádio Nacional. Foi ainda vereadora e deputada estadual no Rio. Sua última participação em novelas da Globo foi em “Geração Brasil”, em 2014.

O neto da atriz, Luiz Claudio Mendes, publicou uma mensagem em uma rede social relembrando a festa de aniversário de 90 anos da artista no ano passado e agradece a todos pelas mensagens recebidas pela família.

“Nesse momento de dor para tanta gente no mundo e tão triste também para nossa família, nos confortamos em saber que ela teve uma vida plena e feliz, cheia de amor, vitórias e realizações, e que seu legado sempre estará presente entre nós!”, diz um trecho da mensagem.

Daisy Lúcidi era viúva do jornalista esportivo Luiz Mendes, com quem foi casada por 64 anos. A atriz, que teve um filho também já falecido, deixa três netos e quatro bisnetas.

Agência Brasil

O ator Flávio Migliaccio morreu, aos 85 anos, nesta segunda-feira (04/05). Conhecida figura da televisão, ele foi encontrado morto nesta manhã em seu sítio, na Serra do Sambê, no Rio de Janeiro.

O corpo do ator foi encontrado pelo caseiro do sítio, que avisou a Polícia Militar. Ainda não se sabe a causa da morte nem informações sobre o velório e o enterro do ator Flávio Migliaccio.

Carreira
Nome histórico da televisão brasileira, Migliaccio teve seu último papel na televisão brasileira na novela das 18h, Órfãos da Terra, exibida em 2019. Na trama, ele vivia o personagem Mamede.

Nascido em 1934, em São Paulo, Flávio Migliaccio é um dos precursores da televisão no Brasil, inciando em 1972, como o Xerife, da série Shazan, Xerife e Cia, já na Rede Globo.

Na emissora, Flávio participou de diversas produções. Entre as novelas, deu vida a personagens em O Salvador da Pátria (1989), Rainha da Sucata (1990), A Próxima Vítima (1995), Torre de Babel (1998), Senhora do Destino (2004) e Órfãos da Terra (2019). Curiosamente, Flávio Migliaccio poderá ser visto na reprise de Êta Mundo Bom, que está no ar na faixa do Vale a Pena Ver de Novo. Na trama, ele vivia o Dr. Josias da Conceição.

Informações: Veja e Metrópoles

O desenhista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, disse que colocou o Cascão para lavar as mãos no combate ao coronavírus com o objetivo de passar uma mensagem positiva e alertar sobre a importância da higiene pessoal no combate à disseminação do vírus. O personagem é conhecido por não gostar de tomar banho e estar sempre “sujinho”. Além de lavar as mãos, Cascão, que tem medo de água, também está tomando banho e encomendou até sabonetes.

Ele ressaltou que Cascão ouviu as orientações das autoridades sanitárias para se prevenir contra a doença. “Não é muito usual, não era muito comum, mas depois dessa pandemia ele ouviu bem o que o pessoal estava falando, ouviu as autoridades sanitárias e resolveu que vai entrar na roda do pessoal que tá se cuidando, se preocupando com a higienização e tá lavando as mãos, mas consta que também está tomando banho”, disse o cartunista na manhã desta terça-feira (31), em entrevista.

Faleceu  nesta sexta-feira (27) no Rio de Janeiro o desenhista, pintor e cartunista Daniel Azulay. O artista plástico, de 72 anos, estava internado havia duas semanas no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul carioca. Daniel lutava contra a leucemia e contraiu coronavírus, segundo o setor de internação da unidade.

Daniel ganhou notoriedade no Brasil inteiro nos anos 70 e 80 por participar de programas educativos para públicos infantis, como a Turma do Lambe Lambe, em canais como TV Educativa e Bandeirantes. Posteriormente continuou trabalhando em outros programas e projetos na internet. Pita, Piparote, Ritinha, Damiana, Xicória, Gilda, Professor Pirajá, Bufunfa e Tristinho eram os personagens da Turma do Lambe-Lambe.

O trabalho de Daniel também ensinava a importância de conceitos como sustentabilidade e meio ambiente. Ao longo da carreira, o artista também foi envolvido em vários projetos sociais.

G1

A programação do São João 2020 de Campina Grande foi divulgada na manhã da ultima sexta-feira (6).

Esta é a 37ª edição da festa junina, que acontece de 5 de junho a 5 de julho. A abertura vai ficar por conta do cantor Flávio José e a véspera de São João tem show de Elba Ramalho.

Programação completa do São João de Campina Grande 2020

  • Dia 5 de junho, sexta-feira (abertura): Flávio José; Calcinha Preta; Biliu de Campina; Genival e João Lacerda; Eric Land;
  • Dia 6 de junho, sábado: Simone e Simaria; JM Puxado; Capilé; Tinho Lima;
  • Dia 7 de junho, domingo: Banda Encantus; Sâmya Maia; Felipe Alcântara; Fernanda Lima;
  • Dia 9 de junho, terça-feira: Louvor e Adoração;
  • Dia 10 de junho, quarta-feira: Dorgival Dantas; Luan Estilizado; Pedrinho Pegação; Felipe Warley;
  • Dia 11 de junho, quinta-feira: Kátia Cilene; Banda Cascavel; Aduílio Mendes;
  • Dia 12 de junho, sexta-feira: Walkyria Santos; Gil Mendes; Fabiana e Forró das Antigas; Mexe Ville;
  • Dia 13 de junho, sábado: Felipe Araújo; Fabiano Guimarães; Coroné Grilo; Anna Barros;
  • Dia 14 de junho, domingo: Waldonys; Os 3 do Nordeste; Forró da Barka; Edu e Maraial;
  • Dia 16 de junho, terça-feira: Padre Nilson e convidados;
  • Dia 17 de junho, quarta-feira: Geovane Júnior; Estella Alves; Filipe Santos;
  • Dia 18 de junho, quinta-feira: Cavalo de Pau; Forrozão das Antigas; Poeta Francinaldo; Cumpade João e Seu Cabras;
  • Dia 19 de junho, sexta-feira: Matheus e Kauan; Jonas Esticado; Henry Freitas; Berinho Lima;
  • Dia 20 de junho, sábado: Zé Neto e Cristiano; Edyr Vaqueiro; Fabiano Guimarães; Matheus Fernandes;
  • Dia 21 de junho, domingo: Brasas do Forró, Assisão; Duquinha; Forró da Resenha;
  • Dia 22 de junho, segunda-feira: Karkará; Forró 3×4; Niedson Lua; Candeeiro Natural;
  • Dia 23 de de junho: Elba e convidados;
  • Dia 24 de junho, quarta-feira: Ton Oliveira; Douglas Pegador; Os Parazin; Rapha Mello;
  • Dia 25 de junho, quinta-feira: Eliane, Tan, Gitana Pimentel;
  • Dia 26 de junho, sexta-feira: Gustavo Mioto; Naiara Azevedo; Ramon Schnayder; Garota Sertaneja;
  • Dia 27 de junho, sábado: Henrique e Juliano; Iohannes; Os Gonzagas; Coco Seco – Cesar e Artur;
  • Dia 28 de junho, domingo: Bonde do Brasil, Priscila Senna; Forró Campina; Forró do Nosso Jeito;
  • Dia 29 de junho, segunda-feira: Luizinho Calixto; Forró D2; Diego Santana;
  • Dia 30 de junho, terça-feira: Evento religioso;
  • Dia 1º de julho, quarta-feira: Ana Barros; Inaldete Amorim; João Neto Pegadão;
  • Dia 2 de julho, quinta-feira: Cavaleiros do Forró; Forró do Garotinho; Bob Léo Mercadoria; Lucca e Wilker;
  • Dia 3 de julho, sexta-feira: Raí Saia Rodada; Márcia Fellipe; Banda Palov; Donas da Farra;
  • Dia 4 de julho, sábado: Wesley Safadão; Luka Bass; Gegê Bismarck; Fabrício Rodrigues;
  • Dia 5 de julho, domingo: Santanna, o Cantador; Ranniery Gomes; Tony Dumond. (Encerramento)
18
fev

Carnaval no Litoral Norte 2020

Postado às 17:52 Hs

Carnaval de São Bento do Norte/RN 2020, de 22 a 25 de fevereiro na Praia do Farol.


Sábado, 22/02: Romance Real, Flôr de Liz e Banda Luau
Domingo, 23/02: Grafith, Nagib, Tonny Farra e Romance Real
Segunda, 24/02: Ricardo Chaves, Soanata e Banda Feras
Terça, 25/02: Giannini Alencar, Daysinha, Chamego Gostoso e Yury Vertz.

17
fev

Revista Carnaval de Caicó

Postado às 10:17 Hs

Revista Carnaval de Caicó será lançada nesta segunda-feira (17).

 Sob o comando de Bárbara Medeiros, Ismael Medeiros e Suerda Medeiros, a revista é um trabalho pioneiro no período carnavalesco

 Depois de lançar no mercado as revistas Acari, Serra Negra e Lagoa Nova da Gente, em 2019, os jornalistas e radialista, respectivamente, Bárbara, Ismael e Suerda, todos ‘Medeiros’, entregam a Caicó, na semana do carnaval, a Revista Carnaval de Caicó – Edição Especial. O lançamento será nesta segunda-feira, 17 de fevereiro, às 19 horas, no Restaurante e Panificadora Seridó em Caicó, um dia antes da abertura oficial do Carnaval de Caicó 2020.

 “É uma revista diferente das demais que fizemos, porque essa traz, além de um passeio pela história do carnaval de Caicó, a característica da alegria, peculiar do carnaval, especialmente de Caicó, e isso se traduz no conteúdo, mas também no projeto gráfico e diagramaçãocom cores e efeitos extraordinários”, afirma Suerda Medeiros.

Parte da história do carnaval de Caicó e dos seus blocos foi contada, passando pela gastronomia, com os caldos tira-ressaca e o filhós com mel. “A capa foi um presente do artista plástico, Custódio Medeiros, que transformou a revista em um veículo da obra de arte de um dos maiores artistas plásticos de Caicó e, porque não dizer, do Nordeste do Brasil”, comemora Bárbara Medeiros. “Apenas disse a Custódio: queremos valorizar o carnaval de Caicó e mostrar que ele é a cara do povo e ele nos presenteou com um dos seus melhores trabalhos”, complementa Suerda.

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