21
jun

Começa o inverno brasileiro

Postado às 9:47 Hs

Foto: Ascom/Igarn

O inverno no hemisfério sul começou na madrugada segunda-feira (21), à 00h32. Para o Rio Grande do Norte (RN), o período é marcado com  a maior ocorrência de chuvas na faixa litorânea e o início do período seco no interior do estado e a diminuição das temperaturas nas regiões serranas. A estação vai até o dia 22 de setembro.

Gilmar Bristot, meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (RN) (Emparn), avalia que a previsão é de que ocorram chuvas abaixo do normal no início da estação (junho) como já vem sendo constatado pelas análises, devendo ocorrer maiores volumes a partir da última semana de junho, seguindo até agosto se houverem mudanças nas condições climáticas do Oceano Atlântico Sul.

“As atuais condições apresentadas pelo Oceano Atlântico Sul não estão favoráveis para uma maior  ocorrência de chuvas no momento devido à intensidade e posição do sistema de Alta Pressão que tem oscilado muito devido ao não estabelecimento ainda do período mais frio no hemisfério Sul, o que tem mantido a condição de vento soprando de sul (vento mais frio e seco).  A expectativa é que as condições de chuva deverão normalizar na última semana de junho, julho e agosto”, completou.

As análises da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (RN) (EMPARN) preveem mais uma semana com poucas chuvas o Estado. Os termômetros devem variar em Natal, entre 25°C, durante as madrugadas e 31°C, durante as tardes. Na região do Seridó, as mínimas deverão variar entre 22°C a 26°C e as máximas devem girar em torno dos 34°C. Já nas regiões Serranas, temperaturas devem variar entre 20°C e 31°C. A previsão leva em consideração o posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que no momento está ao norte da linha do Equador, associada a predominância do vento no sentido sul e sudeste, dificultando a formação das chuvas sobre o estado.

Após um início de semana com pouco volume, as análises da unidade instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte apontam o aumento do volume das precipitações, a partir desta quinta-feira (13) ao longo da faixa litorânea leste e chegando em todo o estado durante final de semana.

“Possibilidade de ocorrência de chuva mais fortes sobre a faixa leste do Estado entre a quinta dia 13/05 e o domingo dia 16/05. Essas chuvas serão ocasionadas pela presença da Zona de Convergência Intertropical e Sistema Frontal e Instabilidades de Origem Oceânicas ”, explicou o meteorologista, chefe da unidade, Gilmar Bristot.

As temperaturas esperadas variam na capital potiguar entre 24?°C e 30ºC, nas madrugadas e durante o dia, respectivamente. Na região do Seridó e interior do estado, as mínimas deverão variar entre 20º e 34ºC. Já para as regiões serranas, a previsão é de temperatura entre os 20ºC e 31°C.

Previsão

13/05/21-quinta-feira – Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

14/05/21-sexta-feira– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a qualquer hora.

15/05/21– sábado– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a fortes a qualquer hora.

16/05/21- Domingo– Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas moderadas a fortes a qualquer hora.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (21) que o Brasil se compromete a reduzir suas emissões de carbono em 40% e a eliminar o desmatamento ilegal até 2030. “Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar, e reafirmar, uma NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões inclusive para 2025, de 37%, e de 43% até 2030”, afirmou Bolsonaro, na Cúpula de Líderes sobre o Clima. Bolsonaro afirmou que as metas brasileiras são uma resposta ao chamado por parte do presidente norte-americano, Joe Biden, ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. “Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em 10 anos a sinalização anterior”, prometeu o presidente. “Entre as medidas necessárias para tanto, destaco aqui o compromisso de eliminar o desmatamento ilegal até 2030, com a plena e pronta aplicação do nosso Código Florestal. Com isso reduziremos em quase 50% nossas emissões até essa data.”
22
abr

Bolsonaro e Biden frente a frente

Postado às 10:32 Hs

Por Houldine Nascimento – interino

A participação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula de Líderes do Clima, que tem início hoje, está cercada de expectativas. Uma delas porque será o primeiro encontro, mesmo que de forma virtual, entre o chefe do Executivo brasileiro e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que organiza o evento. Ao todo, foram convidados 40 chefes de Estado.

Os dois partilham de visões opostas quanto à questão ambiental: enquanto o líder norte-americano colocou como uma de suas prioridades debater e implantar ações para enfrentar os impactos causados por mudanças climáticas, Bolsonaro buscou flexibilizar, em vários momentos de sua gestão, regras ambientais.

Em 2019, a Amazônia Legal (formada por nove estados brasileiros) teve a maior área devastada dos últimos dez anos: foram 9.762 km² de área atingida, segundo o Prodes – Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Brasileira por Satélite, vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Conforme alertas, houve 89.176 focos de queimadas, o que representou crescimento de 30% em relação ao ano anterior.

Atrelado a isso está Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, que tem sido alvo de diversas críticas por sua atuação à frente da pasta. Um ano atrás, em 22 de abril, em uma reunião ministerial, Salles chegou a defender mudanças profundas nas normas ambientais, simplificando-as. Em suas palavras, era hora de “passar a boiada”.

De lá para cá, Salles agiu. Na última segunda-feira (19), mais de 400 servidores do Ibama assinaram um ofício expondo a paralisação de todas as atividades de fiscalização de infrações ambientais no órgão. Os profissionais culparam nova regra do Ministério do Meio Ambiente, determinando que a multa dada por um fiscal passe antes pela autorização de um superior.

É um aditivo a uma notícia-crime prestada dias antes ao STF pelo ex-superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva, contra o ministro, que, nas palavras do delegado, dificultou ação fiscalizadora que apreendeu mais de 200 mil metros cúbicos de madeira, considerada pela PF a maior da história do Brasil. Ricardo Salles atuou para liberar o carregamento, ilegalmente desmatado segundo a própria Polícia Federal. A situação resultou no desligamento de Saraiva.

O presidente Bolsonaro, contudo, mantém Salles no cargo. Na última semana, o chefe do Executivo enviou uma carta a Biden, prometendo eliminar o desmatamento ilegal até 2030. Antecipou-se ao encontro de hoje, na tentativa de mudar a imagem negativa sobre a questão ambiental no País. Em carta aberta, artistas dos dois países também pediram ao presidente do EUA para que recuse acordos com o Brasil. É nessa atmosfera que a Cúpula de Líderes sobre o clima acontecerá.

A previsão do tempo para a semana promete maior quantidade e melhor distribuição de chuvas no Rio Grande do Norte. É o que apontam as análises da unidade instrumental de meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte – Emparn. A previsão da semana é de céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuva isoladas no interior, durante a tarde e noite. No Litoral Leste e Agreste, a previsão é de céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuvas a qualquer hora do dia. O chefe da unidade, Gilmar Bristot, explica que as chuvas do final de semana aconteceram, devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), juntamente com restos de uma Frente Fria, situação que deverá permanecer nos próximos dias. “Depois de uma semana com pouca chuva no Estado devido a um bloqueio atmosférico, as chuvas voltaram a ocorrer em praticamente todas as regiões do Estado. A expectativa é que ocorram mais chuvas na Chapa do Apodi e Serra de São Miguel, e em outras com menos como no caso de grande parte da Região Central. As chuvas aconteceram devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), juntamente com restos de uma Frente Fria”, destacou.
No último final de semana, a Emparn registrou ocorrência de bons volumes de chuvas em todas as regiões do estado. Na região central, o acumulado superou os 100 milímetros (mm), como no município de São José do Seridó, com 172 mm acumulados, seguido de Timbauba dos Batistas com 158 mm. No Agreste o destaque foi para Coronel Ezequiel com 112,4mm. Esse cenário é fruto da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) na região Nordeste. As análises da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN revelam que as chuvas ocorridas contribuíram para amenizar a temperatura no Estado. “A temperatura durante o final de semana variou entre 26o C a 28o C e a umidade relativa do ar média do final de semana variou entre 70% a 80% e, em algumas localidades como o Litoral Leste, Agreste e Chapada do Apodi, com valores acima dos 80%”, disse o chefe do setor, o meteorologista Gilmar Bristot.

A previsão para a segunda metade do período chuvoso a região semiárida-, que corresponde ao período dos meses de abril, maio e junho- é de ocorrência de chuvas regulares, variando de normal a abaixo de normal. Essa foi a conclusão da análise da Reunião Climática coordenada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC/PE) realizada ontem(24). O evento contou com a participação e contribuição do chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot além de especialistas de institutos de meteorologia do Brasil.

Essa também é a primeira previsão para o leste do Nordeste. Na oportunidade os especialistas avaliaram as condições oceânicas que indicam a ainda a atuação do fenômeno da La Ñina, que embora ‘fraca’ está presente no Oceano Pacífico. As águas do Atlântico Sul continuam mais frias do que as do Atlântico Norte.“Essas condições oceânicas influenciam de forma negativa para a ocorrência de chuvas no Nordeste pois não favorecem a descida da Zona de Convergência Intertropical que contribuem para a ocorrência de chuvas mais generalizadas para todo estado”, disse Bristot.

Sobre as chuvas ocorridas, da segunda quinzena de fevereiro até agora, o meteorologista avaliou como regulares, principalmente nas regiões do Alto Oeste, Vale do Açu e Seridó como todo. “As chuvas ocorreram com melhor regularidade nestes locais por influência do relevo da região, beneficiando a cadeia da agricultura”, considerou.

Previsão para os próximos três meses

As análises apontam que no interior do RN as chuvas devem ser irregulares, variando de normal a abaixo do normal, com maior concentração na região do Alto Oeste, Seridó e Vale do Açu.

Já no litoral, as condições ainda não estão adequadas para uma análise mais precisa. “Estamos no princípio do outono e as condições do centro de alta pressão do oceano Atlântico Sul e vento- algumas das condições que favorecem a ocorrência de chuvas- ainda estão indefinidas para o litoral do Nordeste. Em meados de abril será possível fazer uma análise mais clara. A indicação no momento é de normalidade, com uma maior concentração e maior ocorrência no litoral sul, na região de Canguaretama e metropolitana de Natal”, analisou Bristot.

Para o período de para abril, maio e junho as médias previstas são as seguintes:

Oeste 250mm

Central 200mm

Agreste 200mm

Leste 500mm

19
mar

Com as bênçãos de São José

Postado às 6:58 Hs

Reza a tradição nordestina que se chover hoje no Nordeste será bom e a colheita do milho, em junho (ou seja, já nas festas juninas, quando a base das comidas típicas é o milho) será abundante; caso não chova, haverá inverno seco, e, portanto a colheita do milho será escassa. No Rio Grande do Norte, a previsão da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN(EMPARN) para o Dia de São José é de que haverá pancadas de chuvas tanto no interior quanto no litoral do estado. Mas independente das previsões da Emparn, os fiéis já estão fazendo suas orações pedindo chuva ao santo padroeiro do agricultor nordestino.

Coincidência ou não, a crença não morre, prossegue nos filhos e netos que ainda esperam um dia 19 de março chuvoso, como garantia de fartura para afastar o fantasma da destruição das estiagens. Mas será uma questão de Fé, ou será uma questão de Ciência? Ou ambas as coisas?

Para resolver a questão, entrevistamos um padre devoto e peregrino de São José, afinal ninguém melhor do que ele para dizer os poderes do santo.Apesar da igreja não estimular esse tipo de crendice, preferindo enaltecer a figura de São José como o pai adotivo de Jesus, esposo de Maria e patrono universal da igreja, temos que respeitar a crendice popular pois é fruto da experiência do agricultor que não criou a devoção por acaso.

Viva São José !!! Que elas venham…

Primeira semana de março terminando com boas chuvas no Rio Grande do Norte, beneficiando a agricultura e ocasionando a diminuição da temperatura na região serrana do estado. De acordo com as análises da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN), as precipitações decorrem da atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior e da Zona de Convergência Intertropical (ZCTI)- esta última deverá seguir atuando nos meses de março e abril.

“As chuvas, nesses primeiros dias de março, foram registradas em todas as regiões do estado, variando entre 20 e 50 milímetros. A previsão para o resto do mês é de pancadas de chuvas em todas as regiões do estado”, disse o chefe da unidade, Gilmar Bristot.

O meteorologista pontua que embora as condições das águas superficiais do oceano Atlântico, na sua parte sul, ainda não estejam 100% ideias, a atuação de outros sistemas meteorológicos tem sido suficiente para trazer a chuva para o RN nesse período. “Não teremos chuvas intensas, mas teremos a ocorrência das chuvas”, declarou.

Para o final de semana, de hoje (05) até domingo (07), a previsão é de pancadas de chuvas em todas as regiões do Estado.

As chuvas que caíram no Rio Grande do Norte durante o mês de fevereiro ficaram abaixo da média esperada, assim como janeiro, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). A média registrada por de 68,5mm, enquanto que a esperada era de 92,2mm, representando um déficit de 25,8%. De acordo com o órgão, o cenário foi causado pelo esfriamento acima do normal da temperatura das águas superficiais do Oceano Atlântico Sul que contribuiu para manter o vento sudeste acima do normal, na primeira quinzena do mês. “O indicativo de que as chuvas do período chuvoso começariam entre meados de fevereiro e início de março vem se confirmando. Na segunda quinzena do mês, o interior do Estado começou a registrar bons índices pluviométricos, primeiramente na Região do Alto Oeste e posteriormente se espalhando para todas as regiões”, explicou o meteorologista Gilmar Bristot. As médias em fevereiro, por região, foram: Central com 92,2mm, Oeste com 85,2mm, Agreste com 56,8mm e Leste com 39,7mm. “As maiores chuvas ocorreram nas regiões do Alto Oeste, Seridó e serra de Santana.
O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta segunda-feira, 1º de março, indica que a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, teve aporte hídrico com relação ao último relatório divulgado no dia 16 de fevereiro e acumula 1.218.636.408 m³, correspondentes a 51,35% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. No relatório anterior, o manancial estava com 1.208.479.237 m³, equivalentes a 50,92% do seu volume total. O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. Outro reservatório que recebeu aporte hídrico foi a barragem de Pau dos Ferros, que acumula 11.433.386 m³, equivalentes a 20,85% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No relatório anterior ela estava com 11.119.562 m³, percentualmente, 20,27% do seu volume total.

A previsão do período de chuvas no RN em 2021 dentro da média histórica ou pouco baixo, confirmada oficialmente hoje (26) pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), comprova o acerto das medidas do Governo do Estado na execução dos programas de apoio à produção rural, como o Programa de Sementes e o Mais ATER, lançados em dezembro do ano passado.

O resultado da análise climática para o Rio Grande do Norte, para o período de março a maio de 2021, apontam precipitações de 533,8 milímetros(mm) no Leste; 479,2 mm no Oeste; 376,9mm, na região Central; 342,2 mm no Agreste.

Este cenário se deve a fatores físicos como a influência da temperatura dos oceanos, que embora esteja ocorrendo o fenômeno da ‘La Nina’ no Oceano Pacífico – a temperatura do Oceano Atlântico precisa subir entre 1 e 1,5 graus para favorecer a ocorrência de chuvas no semiárido nordestino – como informou o chefe da unidade instrumental e meteorologia da Emparn, Gilmar Bistrot.

O Rio Grande do Norte terá um monitoramento hidrometeorológico, climático e agrometeorológico amplo e moderno. Isso significa que a previsão do tempo e de chuvas, além do monitoramento pluviométrico, serão acompanhados de forma mais estratégica em prol da cultura agrícola e da vida no campo. Para isso, o Governo do RN investiu cerca de R$5,5 milhões no desenvolvimento de softwares e na compra de equipamentos agrometeorológicos e de Tecnologia da Informação. As aplicações foram viabilizadas pelo Projeto Governo Cidadão, via acordo de empréstimo com o Banco Mundial. Com o plano concluído nesta semana, a empresa desenvolvedora e implementadora da ferramenta, L&L Soluções e Sistemas, apresentou todos os módulos de funcionamento aos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte – Emparn, responsáveis pelo seu funcionamento. Após a apresentação foram pontuados alguns ajustes necessários para que o sistema possa ser entregue aos norte-rio-grandenses.

A Prefeitura Municipal de Mossoró, através da Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos vem atuando desde o início do ano de forma preventiva com diversas ações visando evitar inundações comuns em Mossoró nesta época do ano. O trabalho é reforçado pela atuação da Defesa Civil que monitora áreas de riscos buscando evitar desastres naturais com a chegada das chuvas.

Com as primeiras chuvas que caíram na tarde do sábado, 20, o fluxo de serviços vem aumentando consideravelmente. Uma das muitas ações realizadas pelas equipes de Serviços Urbanos é o recolhimento das árvores que caíram com os fortes ventos e a chuva.  O final de semana está sendo marcado pelo trabalho das equipes de plantão que recebem chamados de moradores de diversos bairros da cidade.

Na Avenida Mossoró, Alto de São Manoel, por exemplo, equipes da Prefeitura estiveram realizando trabalho de recolhimento de uma árvore que caiu após a chuva de ontem. “A árvore caiu, atrapalhando a passagem dos carros, então, resolvemos acionar a Prefeitura. Foi um serviço muito eficiente, em pouco tempo o problema foi resolvido, contornando em poucos minutos o transtorno que a chuva trouxe,” destacou a moradora Bruna Lima.

Além do Alto de São Manoel, as equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos , atenderam dezenas de chamados, nos quatro cantos da cidade. No Centro, por exemplo, os profissionais foram acionados para recolher árvore que caiu nas imediações do Mercado Central, evitando maiores complicações no trânsito das vias centrais.

Em caso de quedas de árvores, a população deve buscar orientação dos órgãos competentes. Para situações desta natureza, o Município possui um canal de comunicação via telefone: 3315-5000.

Fonte: Assessoria / PMM

A Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte- EMPARN informa que até domingo (21), a previsão é de céu parcialmente nublado a claro em todas as regiões do estado, com pancadas de chuvas devido a circulação do ar favorável em altos níveis da atmosfera, que favorecem a entrada de umidade sobre a região e a consequente formação de chuvas sobre o Estado. “

A Emparn ainda destaca que é previsto que ocorram chuvas espalhadas por todas as regiões e o início da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), para o próximo final de semana.

De acordo com o boletim diário de chuvas da Emparn, das 7h de segunda-feira (15) até às 7h desta terça-feira (16), os pluviômetros registraram chuvas em 69 municípios do estado. Os maiores volumes de chuva foram registrados em Serra Negra Do Norte (118,5 mm), São João Do Sabugi (100,0 mm), Timbaúba Dos Batistas (86,0 mm), Parana (85,0 mm) e Major Sales (78,3 mm).
O doutor em climatologia, professor José Espínola, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), explica que as chuvas desse fim de semana em várias regiões do estado ainda não são indicativos de que o período chuvoso começou.

“Essas chuvas que aconteceram durante o fim de semana devem se prolongar por mais uns dois ou três dias. Mas ainda são chuvas isoladas. Não podemos acreditar que já chegou o período chuvoso. A meteorologia já vem desde janeiro prevendo esse atraso no início do período chuvoso. Cada ano de chuva aqui pra nossa região é diferente um do outro. A expectativa para esse ano é de um período chuvoso atrasado e curto, que se concentra praticamente nos meses de março e abril”, explica o especialista.

Volume das chuvas

Paraná(Emater) 85,0 mm

Major Sales(Prefeitura) 78,3 mm

Riacho De Santana(Emater) 60,0 mm

Rafael Godeiro(Emater) 44,5 mm

Severiano Melo(Prefeitura) 43,0 mm

Porto do Mangue(Prefeitura) 40,0 mm

Lucrécia (Emater) 39,2 mm

Jucurutu(Emater-pedra do Navio) 37,5 mm

Alexandria(Emater) 37,2 mm

Assú(Particular) 35,3 mm

Água Nova(Prefeitura) 34,8 mm

Itajá (Emater) 30,0 mm

Tenente Ananias (Emater-st Mororo) 30,0 mm

Venha Ver (Emater) 30,0 mm

Assú (Emater/st. Casa Forte) 28,5 mm

Rafael Fernandes(Emater) 27,1 mm

Pilões(Prefeitura) 25,3 mm

Francisco Dantas(Emater) 25,0 mm

Olho D’agua Dos Borges(Particular) 25,0 mm

Jose Da Penha(Emater) 23,0 mm

Ipanguaçu(Base Fisica Da Emparn) 21,4 mm

Coronel Joao Pessoa(Emater) 19,0 mm

São Rafael(Emater) 19,0 mm

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou neste sábado (13) um aviso de chuvas intensas com “perigo potencial” para 57 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso é válido das 11h da manhã de hoje até o mesmo horário deste domingo (14). O alerta prevê chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, com ventos intensos entre 40 e 60 km/h. Em caso de rajadas de vento, o instituto orienta que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
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