Anunciado há cerca de um ano com apoio do governo Lula e do governo Fátima no RN, o acordo de parceria para produção de peças de vestuário entre a chinesa Shein e a Coteminas, na sua unidade operacional do Rio Grande do Norte, nunca saiu do papel como planejado.

As fabricantes têxteis locais, que seria as primeiras parceiras do projeto, afirmam que as conversas não evoluíram a partir de setembro e outubro do ano passado, segundo reportagem do Valor Econômico.

Companhias ouvidas pela reportagem afirmam que houve mudanças no contrato pela Shein após o anúncio do plano, em Brasília. Tais mudanças, prossegue a matéria, inviabilizariam a venda de produtos. Também contribuiu para o cenário a piora da crise financeira na Coteminas, atualmente em recuperação judicial.

Em junho de 2023, a Shein e a Coteminas assinaram um memorando para que clientes da Coteminas passassem a ser fornecedoras da Shein no Brasil e América Latina, um plano bastante celebrado pelo setor.

Radar – Veja

Foto: Reprodução

Motoristas que abastecem com gás natural veicular (GNV) em Natal e região Metropolitana, notaram, na última quarta-feira (10), um aumento significativo nos preços do combustível, que variaram entre R$0,20 e R$0,30 por litro nos postos.

Em nota oficial, a Companhia Potiguar de Gás (Potigás), responsável pela distribuição do gás natural no Rio Grande do Norte, informou que não houve qualquer alteração no valor da molécula de GNV. Desde junho de 2024, o preço de entrega do gás para os postos é de R$3,82 por litro, já incluindo todos os impostos.

A empresa destacou que, de janeiro a julho de 2024, reduziu o preço da molécula de GNV em R$0,06. A Potigás esclareceu ainda que não lucra com a venda do gás, sendo remunerada exclusivamente pela construção e manutenção da infraestrutura necessária para a distribuição do combustível, como a expansão dos gasodutos que conectam os produtores aos consumidores.

Ainda segundo a Potigás, o aumento nos preços percebido pelos consumidores ocorre sem qualquer alteração no valor praticado pela Potigás, levantando questões sobre a formação dos preços finais nos postos de combustíveis.

Agora RN

A publicação do relatório da reforma tributária trouxe uma série de novidades em relação ao texto aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado. Entre as medidas, o grupo de trabalho formado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deixou de fora dos itens da cesta básica, que terão incidência zero do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), as proteínas animais.

Era desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que as proteínas animais entrassem no rol de produtos com alíquota zerada, o que foi rechaçado pelos deputados.

Com isso, carnes bovinas, como a picanha, terão taxação parcial de 40% da alíquota geral que será definida pelo Congresso Nacional. De acordo com o relator Cláudio Cajado, a perspectiva é de que a alíquota total de 26,5% “irá baixar durante a implementação”.

De acordo com ele, nunca houve previsão de inserir as carnes entre os itens da cesta básica. O próprio governo não inseriu, afirmou o deputado.

Para além das carnes, o imposto sobre as bebidas alcoólicas deve aumentar. O chamado Imposto Seletivo (IS), voltado a itens que implicam em externalidades negativas, incidirá sobre as bebidas — entre elas, a cerveja.

De acordo com o grupo de trabalho, as alíquotas serão definidas pela graduação alcoólica. Veículos elétricos também foram inseridos em itens sobre os quais incidirão a tributação do IS, apelidado de “imposto do pecado”. Por outro lado, armas ficaram de fora da incidência do Imposto Seletivo.

CNN Brasil – Blog Victor Irajá

O custo de importação de veículos elétricos no Brasil vai aumentar a partir desta 2ª feira (1º.jul.2024). A alíquota para compra desses carros no exterior subirá dos atuais 10% para 18%, segundo o cronograma iniciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esse crescimento não significa que o preço dos veículos nas concessionárias ficará mais alto, já que as marcas têm estoques de veículos. Diante da previsibilidade do calendário de retomada do imposto, muitas empresas anteciparam as importações para manter o ritmo de vendas.

O aumento na alíquota de importação também atinge veículos híbridos, plug in e caminhões elétricos, mas em valores diversificados. A tributação de veículos eletrificados vai aumentar de forma progressiva até julho de 2026.

Em 2024, as vendas de veículos 100% elétricos têm aumentado sua participação no quadro geral de comercialização de automotivos. Como mostrou o Poder360, a venda de veículos elétricos no Brasil superou a quantidade de unidades comercializadas em 2023 já em maio deste ano. Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), cerca de 26.000 unidades de automóveis 100% elétricos foram emplacados nos primeiros 5 meses de 2024, o que representa um aumento de 34% ante a totalidade do ano passado.

Pela 1ª vez na história do setor automotivo brasileiro, os veículos elétricos devem superar uma participação superior a 1% de todas as vendas de automóveis no Brasil no consolidado do ano. No acumulado de janeiro a maio de 2024, os veículos elétricos representaram 3% do mercado de vendas no país. De olho nesse crescimento na participação de elétricos importados, especialmente da China, no mercado automotivo brasileiro, a Anfavea pleiteia junto ao governo uma antecipação da alíquota de 35%, que só seria alcançada em 2026, para o mais breve possível.

Poder 360

oto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou o programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação), que inclui a taxação das “comprinhas” internacionais, nesta quinta-feira (27), durante reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, realizada no Itamaraty.

O chefe do Executivo também sancionou Plano de Adaptação às Mudanças Climáticas e o Marco Regulatório de Fomento à Cultura. O parecer ainda será publicado no Diário Oficial da União.

Programa Mover

Aprovado em 12 de junho de 2024 pelo Congresso, tem como objetivo reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria automobilística até 2030, incluindo carros de passeio, ônibus e caminhões. O projeto de lei determina um incentivo fiscal de R$ 19,3 bilhões até 2028 para as montadoras que cumprirem critérios de descarbonização.

O texto inclui a taxação de 20% sobre as “comprinhas” internacionais de US$ 50 (principalmente da China, de lojas como Shein e Shopee).

O montante é dividido da seguinte forma:

  • 2024 – R$ 3,5 bilhões;
  • 2025 – R$ 3,8 bilhões;
  • 2026 – R$ 3,9 bilhões;
  • 2027 – R$ 4 bilhões;
  • 2028 – R$ 4,1 bilhões.

A proposta, uma das principais defendidas pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), também visa expandir investimentos em eficiência energética, estabelece limites mínimos de reciclagem na fabricação de veículos e cria o IPI Verde, em que, quem polui menos, paga menos imposto.

Poder 360

17
jun

Informativo

Postado às 11:08 Hs

IPEM/RN fiscaliza mais de 4 mil instrumentos em abril e maio em mais de 40 municípios do RN

Foram verificados e encontradas irregularidades em bombas de combustível e balanças da Grande Natal e interior.

Mais de 4 mil instrumentos foram verificados pelos agentes fiscais do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (IPEM/RN), nos meses de abril e maio. As equipes realizaram as fiscalizações periódicas em 44 municípios do Rio Grande do Norte.

Dentro os itens verificados estão 1431 bombas de combustíveis, 1347 balanças, 1236 cronotacógrafos, 216 taxímetros, 121 esfigmomanômetros, 24 medidores de velocidade (radares), entre outros. Desses instrumentos os que apresentaram mais irregularidades foram as balanças com irregularidades em 8% dos equipamentos verificados e as bombas de combustível com erros em 5% das verificações. Nos casos em que a irregularidade pode trazer prejuízo ao consumidor, os instrumentos foram retirados de uso até serem reparados e o estabelecimento comercial foi autuado e poderá ser multado.

Os municípios visitados pelas equipes do IPEM/RN nesses dois meses foram: Natal, Parnamirim, Macaíba, Extremoz, Goianinha, Ceará-Mirim, Nísia Floresta, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu, Maxaranguape, Mossoró, Lajes, João Câmara, Triunfo Potiguar, Santo Antônio, Passa e Fica, Jaçanã, Governador Dix-Sept Rosado, Canguaretama, Angicos, Tenente Ananias, Tenente Laurentino Cruz, Brejinho, Apodi, São Bento do Trairi, Poço Branco, Coronel Ezequiel, Upanema, São Vicente, São João do Sabugi, Santa Cruz, Jardim do Seridó, Ipanguaçu, Currais Novos, Campo Redondo, Parelhas, Japi, Bento Fernandes, São José de Mipibu, Martins, Assu, Taipu, Jucurutu, Florânia.

Para solicitações, sugestões, dúvidas e reclamações entre em contato com a Ouvidoria do IPEM/RN por meio do e-mail ouvidoria@ipem.rn.gov.br ou pelo whatsapp (84) 98147-9433.

 

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) a taxação de compras internacionais de até US$ 50. O tributo de 20% sobre as vendas, conhecida como “taxa das blusinhas”, vai impactar sites estrangeiros como Shopee, Shein e AliExpress.

A aprovação foi simbólica. Ou seja, não houve registro de voto no painel eletrônico. Essa foi uma maneira de não desgastar os senadores que foram contra a medida, já que ela é defendida pelo varejo nacional.

A taxação foi inserida, durante tramitação na Câmara, em um projeto sobre outro tema, que cria o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), cujo objetivo é reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria de automóveis até 2030.

A Câmara só vai ter que deliberar novamente sobre pontos alterados pelo Senado. Não é o caso da taxação. Portanto, essa parte já vai para sanção do presidente Lula, que pode manter ou vetar.

Uma votação separada, somente referente à “taxa das blusinhas”, precisou ser feita no Senado porque o relator, Rodrigo Cunha (Podemos-AL), havia excluído a medida do texto. O governo, então, propôs a retomada do imposto de importação sobre as vendas de lojas estrangeiras. E venceu a votação.

Hoje, produtos de lojas do exterior não são taxados com o imposto de importação e, por isso, geralmente são mais baratos que artigos nacionais. Atualmente, incide sobre as compras do exterior, abaixo de US$ 50, somente o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) estadual, com alíquota de 17%.

Polêmica do ‘Projeto das Blusinhas’

Como muitas dessas pequenas compras feitas do exterior são de consumidores brasileiros em sites chineses, o texto ficou conhecido como “Projeto das Blusinhas”, em referência a um produto frequentemente adquirido nessa modalidade.

O varejo interno no Brasil queria a taxação, porque alega que, do contrário, os produtos chineses se tornam concorrência desleal dentro do país.

Mas a medida é impopular com grande parte da sociedade, já que a compra desses produtos é bastante difundida. No início do debate sobre taxação, até a primeira-dama, Janja da Silva, defendeu a isenção dos produtos.

G1

 

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O relator do projeto que cria o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), afirmou nesta terça-feira (4) que vai tirar da proposta o trecho que prevê a retomada da taxação federal sobre importações de até US$ 50 – a chamada “taxa das blusinhas”.

“Não é o momento ideal. Não é taxar as blusinhas que vai melhorar o país de uma hora para outra”, afirmou Rodrigo Cunha durante entrevista.

Segundo o parlamentar alagoano, o tema será tratado de forma “apartada”, ou seja, em outra proposta. Ele não deu uma previsão sobre quando o Senado vai discutir o tema.

O projeto que cria o Mover, um programa de incentivo à produção de veículos sustentáveis, é o primeiro item da pauta da sessão do Senado desta terça-feira (4). Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a proposta e incluiu um trecho que acabaria com a isenção de imposto para compras internacionais de até US$ 50 – ou R$ 260. Desde agosto de 2023, essas operações estão isentas de taxação. O texto aprovado pelos deputados previa uma alíquota de 20% do valor do produto, mas ainda precisava ser aprovado no Senado.

Isenção

Atualmente, compras internacionais abaixo de US$ 50 são isentas do Imposto de Importação (II), que é de competência federal.

Pagam, porém, a alíquota do ICMS unificada em todos os estados. A atual isenção federal é válida somente para envios feitos por empresas cadastradas no programa Remessa Conforme, da Receita Federal.

A tributação das compras internacionais é defendida amplamente pelo setor industrial brasileiro, que avalia haver uma espécie de competição desleal com o comércio eletrônico estrangeiro.

O dispositivo que dá fim à isenção federal para compras estrangeiras foi incluído em projeto enviado pelo governo que criava um programa de incentivos para a indústria de veículos sustentáveis (entenda o programa abaixo).

O texto — incorporado pelo relator do projeto na Câmara, deputado Átila Lira (PP-PI) — recebeu apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e foi alvo de articulações ao longo das últimas semanas.

Os deputados defendiam a taxação das chamadas “comprinhas” como uma forma de equilibrar a competição das plataformas digitais estrangeiras com as empresas de varejo nacionais.

O governo, no entanto, enxergava na medida um elemento para contribuir com o aumento da rejeição entre eleitores — a exemplo do que ocorreu quando, em abril de 2023, ensaiou retomar a cobrança do II sobre todas as encomendas internacionais.

Nas últimas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a afirmar que poderia vetar a tributação, caso fosse aprovada pelo Congresso.

Na noite do último dia 29, quando a proposta foi analisada pelos deputados, o relator chegou a um acordo com lideranças do Planalto e definiu a taxação em 20%.

Em uma nota técnica de julho passado, a Secretaria da Receita Federal avaliou que a isenção para compras internacionais de até US$ 50, se mantida pelo governo, resultaria em uma “perda potencial” de arrecadação de R$ 34,93 bilhões até 2027.

Programa Mobilidade Verde

O fim da isenção do imposto em compras internacionais foi incluído pelo Congresso no projeto que cria o chamado Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

O texto foi apresentado pelo governo Lula em dezembro passado, junto de uma medida provisória, com o mesmo teor, que perdeu a validade na última semana.

O programa é uma das pautas prioritárias do Ministério da Indústria e Comércio, comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. O objetivo central da medida é reduzir as taxas de emissão de carbono da indústria automobilística até 2030.

Em linhas gerais, o texto prevê benefícios fiscais para empresas que investirem em sustentabilidade e também estabelece novas obrigações para a venda de veículos novos no país.

Pelo programa, as empresas que investirem em pesquisa, desenvolvimento e produção de tecnologias sustentáveis para a indústria automotiva poderão receber créditos financeiros. A proposta prevê um escalonamento dos recursos destinados a esse incentivo:

  • 2024: R$ 3,5 bilhões;
  • 2025: R$ 3,8 bilhões;
  • 2026: R$ 3,9 bilhões;
  • 2027: R$ 4 bilhões; e
  • 2028: R$ 4,1 bilhões.

Requisitos para novos veículos

O projeto aprovado pelos deputados prevê que o governo federal poderá estabelecer obrigações ambientais para a venda de carros, tratores e ônibus novos no país.

O texto prevê que, na definição dos requisitos, deverão ser levados em conta pelo governo, por exemplo, a eficiência energética e a reciclabilidade do veículo. O descumprimento poderá levar ao pagamento de multas.

A proposta também cria uma espécie de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) “verde”, que poderá elevar ou reduzir a alíquota do tributo sobre o veículo com base em seu impacto ambiental. Na prática, pagará menos impostos quem poluir menos.

G1

Com 55,9%, o Rio Grande do Norte apresenta o maior percentual de famílias com contas em atraso no Brasil no mês de abril de 2024. O dado é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), (veja aqui) divulgada na terça-feira (7). O Amazonas, com 49,7% das famílias com contas em atraso é o segundo lugar da lista.

Ainda no recorte por Estado, o Paraná apresentou o maior nível de endividamento no mês de abril de 2024 (90,3%). É seguido por Roraima (89,3%) e Minas Gerais (89,1%). O menor percentual foi registrado em Alagoas (63,8%) e Mato Grosso do Sul (64,6%), respectivamente.

Brasil

O percentual de famílias brasileiras endividadas em abril foi de 78,5%. Representa alta de 0,4 p.p. ante março, quando a taxa era de 78,1%. É o 2º mês de consecutivo de alta.

Dentre os endividados, 28,6% disseram já ter dívidas pendentes e 12,1% declararam não ter condições para quitar os débitos. O percentual de pessoas que se consideram “muito endividadas” subiu para 17,2% em abril. É o maior desde janeiro.

Segundo o levantamento, 20,7% dos consumidores chegaram em abril com mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas –aumento de 0,8 ponto percentual ante o mesmo mês de 2023. Dentre o total de endividados, 47,4% estão com dívidas atrasadas por mais de 3 meses.

De acordo com a pesquisa, as famílias que recebem até 3 salários mínimos são as mais atingidas. Dentre essas, 80,4% estão endividadas, 35,8% estão com contas atrasadas e 16% disseram que não tem condições de quitar os débitos.

Para sair do endividamento, as famílias recorrem a alternativas. Como resultado, o cartão de crédito obteve a maior participação no volume de endividados no mês, sendo utilizado por 87,1% do total de devedores –aumento de 0,3 p.p. na comparação com o mesmo mês de 2023 e de 0,2 p.p. ante março de 2024.

 Poder 360

12
Maio

Origem do dia das mães

Postado às 7:41 Hs

No Brasil, o Dia das Mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio, de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas. Os primeiros indícios de comemoração da data são encontradas ainda na Grécia Antiga. Os gregos prestavam homenagens à deusa Rhea, mãe comum de todos os seres. Nesse dia, os gregos faziam ofertas, dando presentes, além de prestarem homenagem à deusa.

Os romanos também faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias (entre 15 a 18 de março) a festa em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.

A comemoração tomou um caráter cristão ainda nos primórdios do cristianismo. A celebração era realizada em homenagem à Virgem Maria, mãe de Jesus.

No princípio do século XX, a história conta que uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e, consequentemente o Dia das Mães, se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio.

Após essa iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram o Dia das Mães no calendário.

Amazon e o Mercado Livre foram notificados nesta sexta-feira (10) pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) devido à venda de celulares irregulares. As empresas têm 48 horas para retirarem de suas lojas os anúncios dos 50 maiores vendedores destes produtos.

A notificação foi feita por meio do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), departamento da Senacon, que é ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Entre as irregularidades apontadas, estão a falta de homologação e certificação dos aparelhos junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a ausência de carregador padrão ABNT obrigatório no Brasil.

Celebrado neste ano em 12 de maio, o é a segunda data comemorativa mais aguardada pelo comércio varejista, atrás apenas dos festejos natalinos.

Em 2024, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a procura por presentes deve movimentar cerca de R$ 96,8 milhões em Natal e R$ 18,2 milhões em Mossoró.

Na capital do oeste, há um aumento de 22% em comparação ao ano passado, quando a data injetou R$ 14,9 milhões na economia.

“O Dia das Mães é uma data muito especial, tanto para quem compra quanto para quem vende. Neste ano, a grande maioria dos consumidores do RN – mais de 75% dos natalenses e de 66,7% dos mossoroenses – pretendem gastar com presentes, então nossos negócios precisam estar preparados para atender essa demanda”, ressaltou o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), Marcelo Queiroz.

Natal

Na capital potiguar, a maior parte de quem vai comprar presentes para o Dia das Mães pertence ao sexo masculino (76,1%), tem de 25 a 34 anos de idade (82,2%), possui ensino superior completo (78,4%) e vive com uma renda familiar superior a 10 salários mínimos (85,3%). Além disso, mais de 60% pretendem gastar com apenas um presente, enquanto aproximadamente 67% farão pesquisa de preços e cerca de 69,5% irão às compras na semana que antecede a data comemorativa. De acordo com as pesquisas do IFC, cerca de 55,5% dos consumidores da capital pretendem comprar em shoppings.

Os produtos mais procurados serão perfumes/cosméticos (37,3%), itens de vestuário (29,6%) e calçados/bolsas (14,5%).

Para homenagear principalmente as próprias mães (91,4%), a expectativa é que os natalenses gastem uma média de R$ 167,18 – um aumento de aproximadamente 5,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o valor registrado foi de R$ 158,58.

Mossoró

Diferente do observado em Natal, cerca de 50% dos mossoroenses entrevistados pelo Instituto Fecomércio RN comprará presentes no comércio de rua. Por outro lado, assim como na capital potiguar, a maior parte de quem vai às compras pertence ao sexo masculino (67,5%), tem de 25 a 34 anos de idade (83,7%), concluiu o ensino superior (80,1%), possui renda familiar acima de 10 salários mínimos (100%) e vai realizar as compras uma semana antes do Dia das Mães (61,3%).

Em Mossoró, a demanda será maior para itens de vestuário (35,5%), perfumes/cosméticos (34%) e calçados/bolsas (23%). Além de homenagear as próprias mães (88,7%), cerca de 19,7% dos mossoroenses desejam presentear suas esposas e 14,6% pretendem comprar presentes para as sogras.

Para tanto, o gasto médio deles será de aproximadamente R$ 145,54 – um aumento de 11,2% em comparação ao Dia das Mães de 2023, quando esperavam gastar uma média de R$ 130,92.

No Rio Grande do Norte, 71.599 empresas apareceram com pelo menos uma conta atrasada no mês de janeiro, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. Pelo levantamento, o RN é o sexto em número de negócios nessa situação na região Nordeste e o nono em nível nacional. No Nordeste, foram registrados 1.105.674 negócios com contas atrasadas, estando a Bahia (BA) com o maior número de registros (312.999) e o Piauí na ponta (43.956). Entidades que representam o setor produtivo apontam que a inadimplência afeta o desenvolvimento econômico e põe os negócios em risco.

“O aumento da inadimplência das empresas em janeiro pode ser atribuído, em grande parte, às despesas típicas de início de ano (IPVA, IPTU, reajuste de mensalidades e material escolar), refletindo um cenário sazonal onde as contas acumuladas nesse período impactaram temporariamente a capacidade de pagamento dos consumidores que, consequentemente, influenciam no caixa das companhias”, avalia o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

O endividamento das empresas é grave tanto para o desenvolvimento econômico quanto para as famílias, porque diminui o consumo, fazendo cair as vendas de produtos e serviços e, por consequência, o poder de geração de ocupação e renda das empresas.

Fonte: Fernando Nakagawa para CNN Brasil

Abilio Diniz foi protagonista em todos os grandes movimentos do comércio nas últimas décadas. Da popularização do autosserviço nos anos 1960 até a chegada do comércio eletrônico na era da internet, o empresário ajudou a moldar o varejo brasileiro – e de maneira incansável.

Mais velho dos sete filhos da dona Floripes Pires e do seu Valentim Diniz, Abilio sempre foi o que demonstrou mais tato para os negócios.

A primeira grande incursão foi ainda no fim da década de 1950 quando Abilio – com pouco mais de 20 anos – esteve, ao lado do pai, na transformação da Doceria Pão de Açúcar em um mercado. Nascia ali, na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, em São Paulo, o que viria a ser o maior nome do varejo da América Latina décadas depois.

Enquanto a empresa crescia, o filho mais velho dividia decisões com irmãos e o pai, mas Abilio nunca deixou de tentar imprimir seu ímpeto no DNA no grupo. Era considerado destemido em movimentos de aquisição de concorrentes – o que foi essencial para o crescimento da empresa. A personalidade forte, porém, o afastou dos irmãos e dos negócios por praticamente uma década nos anos 1980.

Esse destemor, porém, voltou a ser necessário anos depois, no fim daquela década. A empresa vivia uma profunda crise, e o filho mais velho voltou para liderar o processo de reorganização do Pão de Açúcar. Na época, Abilio foi o protagonista na reestruturação.

Ele não pensou duas vezes em usar a tesoura para cortar profundamente gastos e reduzir o tamanho da empresa, que esteve perto da falência.

No fim da década de 1990, Abilio ousou ao trazer para a sociedade uma empresa estrangeira, o francês Casino. Queria responder à força do concorrente e também francês Carrefour – que roubara a liderança do varejo brasileiro anos antes. Mas o que era um sócio virou inimigo.

Abilio travou uma das maiores batalhas societárias do capitalismo brasileiro contra Jean-Charles Naouri, principal executivo do Casino na época. O sócio – que era minoritário – gradualmente aumentou a posição e exerceu o direito previsto em contrato para assumir o controle do Pão de Açúcar em 2012.

Abilio tentou impedir essa virada de mesa com um plano ainda mais ousado: se aliar ao arquirrival do Casino, o Carrefour. O plano não deu certo, e o filho mais velho do seu Valentim foi obrigado, pela força do contrato, a deixar o conselho de administração e vender as ações que tinha na empresa.

O Pão de Açúcar deixava de ser dos Diniz, mas Abilio não desistia do varejo.
Três anos depois, surpreende o mundo dos negócios ao comprar uma grande participação no Carrefour. A empreitada seguiu nos anos seguintes e Abilio passou a ser o segundo maior acionista do grupo francês no mundo com 8,4% das ações, atrás apenas da família Moulin.

E, assim, o incansável Abilio voltou à liderança do varejo brasileiro. Hoje, o Carrefour Brasil vende 40% mais que a soma dos negócios do Casino no país: o atacarejo Assaí e o Pão de Açúcar.

Protagonista nas grandes transformações do setor, Abilio seguirá vivo com o grande legado nos negócios, mas o empresário sempre deixou claro que a vida fora do trabalho é tão importante quanto aquela vivida das 8h às 17h, no escritório.

Por isso, sempre deixou claro que havia outros Abilios. O Abilio são-paulino, que não temia em dar pitacos no dia a dia do São Paulo Futebol Clube.

O Abilio esportista, que não temia os 42 quilômetros de uma maratona e incentivava funcionários a correr do seu lado. O Abilio fiel à Santa Rita de Cássia, e que fazia questão de mantê-la na sede do Pão de Açúcar e em algumas lojas.

Santa Rita de Cássia é a padroeira das causas impossíveis. Mas, para o incansável e destemido Abilio Diniz, nada foi impossível.

Abilio faleceu no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, vítima de pneumonia. O velório será realizado nesta segunda-feira (19), no Salão Nobre do Estádio do Morumbi, do São Paulo, seu clube do coração, das 11h às 15h.

16
fev

Feira do Vinil de Mossoró

Postado às 20:54 Hs

Encontro de vendedores de lps, cds e antiguidades será realizado na Cervejaria Cabocla

Amanhã (17/02), a partir das 16h, será realizada a terceira edição da Feira de Vinil de Mossoró. Nesta oportunidade o encontro acontece na Cervejaria Cabocla (Av. Alberto Maranhão, 694, Alto da Conceição).

Em janeiro a Feira foi realizada excepcionalmente na cidade de Tibau, celebrando o veraneio da Costa branca potiguar e reunindo dezenas de colecionadores e curiosos.

A Feira do Vinil de Mossoró teve sua primeira edição em dezembro/23 e tem como objetivo fortalecer a cultura do vinil em Mossoró, além de viabilizar uma maior interação entre colecionadores e vendedores.

Além de vinil, também serão comercializadas fitas K7, cd’s, livros e antiguidades em geral.

O evento conta com a organização do Clube dos 5 – coletivo formado por cinco lojas de discos de Mossoró (Sebo Araçá Azul, Sebo Outsiders, Sebo Velho Punk Discos, Supremo Vinil e Valew Plásticos).  Todas as lojas são virtuais e podem ser encontradas pelo Instagram.

Foto: Reprodução/Ilustrativa

Caso a alíquota modal do ICMS no Rio Grande do Norte fique acima dos 18% em 2024, a expectativa é de que as vendas nos supermercados reduzam, o que significa queda no consumo das famílias potiguares. A previsão é do presidente da Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn), Gilvan Mikelyson. Segundo ele, depois do reajuste de 18% para 20% neste ano, foi observada queda no poder de compra dos consumidores, mesmo com a deflação dos alimentos.

“A gente tem notado uma perda do poder de compra por parte do consumidor e isso ocorreu agora praticamente no segundo semestre, depois de estabelecer o ICMS em 20%. A gente notou uma venda menor, tanto em volume, quanto em faturamento, embora alguns preços tiveram uma deflação”, conta o empresário.

O índice de 20% está previsto para vigorar somente até o próximo dia 31 de dezembro. Contudo, o Governo do Estado tenta evitar que a alíquota retorne aos 18%. Inicialmente, encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado um projeto para manter definitivamente em 20%, mas enfrentou rejeição dos deputados e do setor produtivo. Num recuo, o líder do Governo apresentou uma proposta para fixar em 19%.

Tribuna do Norte

 

Eletrodomésticos serão os produtos mais procurados em Natal e Mossoró

Celebrada sempre na última sexta-feira de novembro, a Black Friday – que em 2023 cai no dia 24 – é marcada pela oferta de grandes descontos e ajuda a impulsionar as vendas do comércio no último trimestre. Neste ano, de acordo com pesquisas conduzidas pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a data deve injetar R$ 332 milhões no varejo de Natal e R$ 71 milhões em Mossoró.

Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), Marcelo Queiroz, a Black Friday é uma oportunidade de aumentar o volume de vendas com ações promocionais.

“As ofertas incentivam os consumidores a adiantar as compras do Natal e até gastar mais. Na capital, por exemplo, cerca de 74% está aberto a comprar itens não planejados, desde que o desconto seja bom”, explicou Queiroz.

As pesquisas do Instituto Fecomércio RN foram realizadas entre os dias 16 e 24 de outubro de 2023. A entidade entrevistou 609 consumidores de Natal e 501 de Mossoró. O nível de confiança de ambos os levantamentos é de 95%, com margem de erro de 4 pontos percentuais.

A Black Friday, um dos eventos de compras mais esperados do ano, oferece descontos tentadores em uma variedade de produtos. No entanto, é importante lembrar que nem todas as ofertas são criadas iguais. Para evitar armadilhas e garantir uma experiência de compra segura e satisfatória, é essencial adotar precauções. Nesta matéria, exploraremos os principais cuidados que os consumidores devem tomar durante a Black Friday para evitar armadilhas, garantir autenticidade e maximizar suas economias.

  1. Pesquisa Prévia:
    Antes do grande dia, faça uma pesquisa detalhada sobre os produtos que você deseja comprar. Compare preços em diferentes lojas e verifique as avaliações dos produtos para garantir que você está obtendo um bom negócio.
  2. Estabeleça um Orçamento:
    Defina um limite de gastos realista e apegue-se a ele. Evitar compras impulsivas ajudará a manter suas finanças sob controle e garantirá que você não gaste mais do que pode pagar.
  3. Compre de Varejistas Confiáveis:
    Opte por comprar de varejistas conhecidos e confiáveis. Verifique se o site tem um certificado de segurança (indicação de “https://” na barra de endereços) para proteger suas informações pessoais durante a transação.
  4. Desconfie de Ofertas Irrealmente Boas:
    Se uma oferta parecer boa demais para ser verdade, provavelmente é. Desconfie de descontos excessivamente altos ou de produtos de marcas populares a preços incrivelmente baixos, pois podem ser produtos falsificados ou fraudes.
  5. Proteja Suas Informações Pessoais:
    Evite fornecer mais informações do que o necessário ao fazer compras online. Limite-se a fornecer apenas os dados essenciais para a transação e evite compartilhar detalhes pessoais sensíveis, como número de seguro social.
  6. Utilize Métodos de Pagamento Seguros:
    Prefira métodos de pagamento seguros, como cartões de crédito ou serviços de pagamento online confiáveis. Eles oferecem uma camada adicional de proteção contra fraudes e facilitam o reembolso em caso de problemas com a compra.
  7. Leia as Políticas de Devolução e Garantia:
    Antes de finalizar a compra, familiarize-se com as políticas de devolução e garantia da loja. Isso é crucial caso você precise devolver ou trocar o produto posteriormente.
  8. Fique Atento ao Phishing:
    Esteja ciente de e-mails ou mensagens suspeitas que solicitam suas informações de pagamento ou credenciais. Não clique em links desconhecidos e, em vez disso, acesse o site da loja digitando o endereço na barra de navegação.

A Black Friday oferece ótimas oportunidades para economizar dinheiro, mas também pode ser um terreno fértil para golpes e fraudes. Ao seguir essas precauções, você pode desfrutar das ofertas sem comprometer sua segurança financeira. Lembre-se, o cuidado e a atenção durante as compras online são essenciais para garantir uma experiência positiva durante a Black Friday e em qualquer época do ano.

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