A Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) divulgou nesta quinta-feira (8) o resultado de pesquisa nacional realizada com mais de dois mil empresários entre os dias 1 e 5 de abril em todo o país. Denominada Situação Econômica Alimentação Fora do Lar os dados da consulta indicam que mais de 90% dos estabelecimentos confirmaram dificuldade para pagar salários em abril. No Rio Grande do Norte, os dados referentes a empregos e salários apontam que 91% dos empresários alegam ter problemas para pagar integralmente os salários de abril; e 81% usaram a Lei dos Salários, que permite suspensão de contratos e redução de jornada e ficaram com faturamento zerado em março por conta dos fechamentos determinados em decretos pelo Governo do Estado e Prefeituras Municipais.

O presidente da ABRASEL/RN, fez um desabafo e diz que além de ter chegado ao limite, a vontade é de desistir, diante de toda a situação pela qual passam as empresas do segmento de bares e restaurantes do RN. Leia as palavras de Paolo Passariello:

Chegamos ao limite!

Hoje deu um aperto no coração, com vontade de desistir de empreender.

O Governo Federal, o estado do Rio Grande do Norte e as Prefeituras, abandonaram as próprias empresas, em particular as micros e pequenas, em uma buraco, para muitos sem possibilidade de salvação.

As instituições deveriam ser como o bom pai de família; repreender quando está fazendo algo errado e ajudar na hora da necessidade.

Depois de mais um ano de contas negativas, estresse, ansiedade e tentativas de ficar em pé, a maioria estão com dívida, não estão pagando imposto e deverão aos bancos e instituições públicas para os próximo 10 anos.

Uma inteira geração empresarial está sendo cancelada e ninguém tem a coragem de assumir a responsabilidade em ajudar.

Isso é uma vergonha do tamanho do mundo.

Precisaria de um plano social inédito que preserve as empresas, exclusivamente para não fechar e para manter os empregos. Infelizmente a política é incapaz de fazer isso.

Estamos aqui, em uma agonia, lenta e implacável, aguardando cada dia uma possível salvação que talvez nunca chegará.

Paolo Passariello – Presidente da ABRASEL/RN

A Prefeitura de Mossoró iniciou obras de manutenção no Mercado Público Central. Os trabalhos são executados pela Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos (SEIMURB) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SEDAT).

As equipes das SEIMURB executaram serviços no telhado consertando partes da estrutura que estavam danificadas, uma vez que com as recentes chuvas, várias infiltrações foram constatadas. Além disso, a iluminação também passou por manutenção, pois várias luminárias encontravam-se queimadas, dificultando o trabalho dos comerciantes em meio a ambientes escuros. Foram instaladas 30 novas lâmpadas.

Os banheiros do equipamento também passam por obras. O espaço masculino, por exemplo, recebeu novas pias e vasos sanitários. Além disso, a reforma contemplou troca de cerâmicas das paredes e do piso, reparos no teto de gesso e parte hidráulica e serviços de pinturas.

“A Prefeitura está solucionando um problema que durava dez anos. O banheiro não passava por manutenção há um bom tempo, com vaso e pia quebrados, além de piso e forro que apresentavam irregularidades. Estamos fazendo essas melhorias para dar dignidade à população de Mossoró para se sentir tranquila ao vir no Mercado Central e constatar a qualidade dos serviços públicos ofertados”, destacou Evilásio Filho, diretor do Mercado Central.

Para quem tem comércio no Mercado Central, a reforma traz esperança de dias melhores. “Vai ter melhorias para todo mundo. Quando chovia molhava tudo e os banheiros estavam necessitando muito de reparos. Fazia muito tempo que não era feito um serviço aqui neste mercado”, contou a comerciante Gilvânia Rodrigues.

“A reforma é de grande importância para todos nós. Não só para nós comerciantes que aqui trabalham, mas também para as pessoas que vem comprar no Mercado. Estava precisando mesmo que houvesse o retelhamento, melhorias na área de energia e a reforma dos banheiros. Então, eu dou nota dez para essa reforma, opinou José Nogusto, comerciante do Mercado Central.

Fonte: Assessoria

Uma Semana Santa e uma Páscoa diferentes estão chegando, reuniões menores entre famílias e um incremento nas compras online. O importante é ficar atento a essas dicas do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte – IPEM/RN para fazer escolhas mais assertivas e seguras e aproveitar melhor esse momento tão especial “em casa” com a família. 1 – Prefira, sempre que possível, um estabelecimento que entregue em sua residência: Nos dias atuais, a primeira dica não poderia ser outra! Caso não conheça lojas seguras que façam vendas pelo telefone ou Internet, busque dicas com sua rede de amigos ou em grupos de bairros nas redes sociais. 2 – Fique de olho no peso dos produtos pré-embalados: Ao adquirir peixe congelado pré-embalado, como bacalhau, por exemplo, atenção para o peso líquido do pescado, que deve estar indicado, de forma clara, na rotulagem do produto. Ele também não deve considerar o peso da embalagem. Produtos como ovos de chocolate, bombons, chocolates e colombas devem apresentar, de forma clara, a indicação do peso líquido na embalagem. Esta indicação deve se referir somente ao peso do produto, desconsiderando o valor da embalagem (tara) e de eventuais brindes.
Em nota com o título “O Comércio não pode parar!”, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCDL/RN) critica o decreto estadual que entrará em vigor a partir deste sábado(20) e que vai até o 31, como medidas de restrição a circulação de pessoas na tentativa de conter a alta da covid no estado. “Não é fechando o comércio que vamos sanar o problema. Estudiosos falam que até 2022 o mundo viverá essa pandemia”, diz trecho. Leia nota abaixo: Basta! Não podemos mais fechar as portas! Cumprir os decretos que determinam a suspensão das atividades comerciais sem expor para sociedade a situação que a classe empresarial vive. Há um ano o comércio vem agonizando, a situação é alarmante. Se em 2020 alguns tinham reservas para enfrentar a crise, o mesmo não acontece em 2021. Sem faturamento não tem como honrar compromissos com fornecedores, colaboradores e impostos.

A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Natal (CDL – Natal) impetrou mandado de segurança no TJRN contra os atos provenientes do decreto de 17.03.2021.

“A medida de urgência visa a suspensão de atos coautores de fechamento de empresas e impedimento de deslocamento de pessoas, diante da flagrante violação às normas dos artigos 5º, XV, 137 e 139 da Constituição Federal”, diz a ação.

“O fechamento de comércio e impedimento de deslocamento de pessoas que cumpram os protocolos de segurança e normas de higiene já conhecidos por todos é medida extrema que não encontra amparo na Lei Maior brasileira e está prejudicando gravemente os associados dessas instituições, até mesmo aniquilando a atividade de milhares de lojistas natalenses”, continua o MS assinado pelo advogado Max Torquato Fontes Varela.

“O setor de alimentação já vive enormes dificuldades e o novo decreto publicado na noite desta quarta, irá deteriorar ainda mais a condições financeiras de profissionais e também de empresas do nosso setor”, diz a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, através do seu presidente, Paolo Passariello.

Diante do novo decreto, a Abrasel entrou em contato com o Governo do Estado com pedido de esclarecimento a respeito do serviço de pegar e levar, também conhecido como Take Away durante a vigência deste decreto que se inicia no dia 20 de março.

“Lembramos que no decreto mais rígido, publicado um ano atrás, o setor de alimentação pôde fazer uso do serviço do delivery, sem restrição de horário e também do Take Away.

Reforçamos que, com a proibição de entrada de motoboys em apartamentos e condomínios, este tipo de serviço é parte considerável do faturamento dos restaurantes e por isso, seria de grande valia a manutenção do mesmo”, encerra a nota.

17
mar

Críticas

Postado às 21:07 Hs

A Fecomércio se manifestou sobre as novas medidas anunciadas pelo Governo do Estado sobre o decreto que deverá ser publicado até amanhã (18). Foram feitas críticas à mudança de postura do Governo do Estado e da Prefeitura de Natal. Também houve queixa sobre a falta de diálogo. Veja abaixo a íntegra:

Infelizmente, mais uma vez está sendo imposto um grande sacrifício ao setor produtivo, em particular ao Comércio,aos Serviços e ao Turismo, que respondem por 75% do nosso PIB e mais de 70% dos empregos gerados no RN.

E isso é algo que nos preocupa e decepciona, sobretudo porque temos tranquilidade em afirmar que nossa parte vem sendo feita.

E que não é no comércio ou nos estabelecimentos de serviços, onde todos os protocolos de biossegurança são rigorosamente cumpridos, que as pessoas estão se contaminando.

Também nos causou estranheza o fato de que vínhamos mantendo, desde o final de semana passado, conversas com a área econômica do Governo do Estado. Nelas, o que nos vinha sendo dito era que “o retorno ao fechamento de todas as atividades não essenciais estava descartado”.

No entanto, nesta quarta-feira fomos surpreendidos com uma mudança completa de rumo. Mudança da qual nós fomos apenas comunicados e que teria sido fruto de acordo intermediado pelo Ministério Público e que teria envolvido ainda a Prefeitura de Natal. Vamos esperar a publicação efetiva do Decreto para que possamos analisar, junto com os nossos representados, e nos manifestar. Iremos também discutir e montar um conjunto de pleitos que possam compor um pacote de ajuda, fiscal, tributária e de crédito para Comércio e Serviços deste estado, além de auxílio emergencial para os trabalhadores, sob pena de passarmos a registrar um grande número de demissões e fechamento de empresas.

Estados como Ceará e Alagoas fizeram isso e podem servir de exemplo. Também destacamos que é preciso que seja feito todo o esforço para que estas novas restrições, que ainda não temos exato conhecimento, perdurem pelo menor tempo possível”.

Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio RN

O Governo do Estado, por meio da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte, simplificou uma série de exigências para concessão de financiamentos e assegura a disponibilidade de R$ 10 milhões em crédito para capital de giro destinado a bares, restaurantes e empresas com atuação relacionada ao setor de turismo e lazer. O financiamento via Fundo Geral do Turismo (Fungetur) pode ser realizado com uma carência de até 12 meses e o pagamento parcelado em até 36 meses. A taxa de juros é de 5% ao ano. Já no caso do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o prazo é de 36 meses, incluindo até 12 meses de carência, e uma taxa de juros de 1,32% ao ano + IPCA, para financiamento no valor de até R$ 50 mil. E diante de diversos pleitos do setor, a instituição realizou a simplificação dos processos internos para assegurar uma velocidade ainda maior na liberação do crédito e passa a não exigir mais a apresentação de balanço financeiro para financiamentos de até R$ 50 mil. Também foi dispensada a apresentação de licenciamento ambiental para bares e restaurantes.
A classe produtiva de Mossoró apresentou nesta quinta-feira (11), ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, termo de compromisso com as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia da Covid-19. Trata-se de acordo para que o comércio possa funcionar cumprindo todas as ações necessárias de prevenção. O documento foi entregue ao chefe do Executivo pelo presidente da Câmara dos Dirigentes Logistas (CDL), Stênio Max; o presidente do Sindicato dos Lojistas (Sindilojas), Michelson Frota; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (Acim), Vilmar Pereira, e o superintendente do Partage Shopping Mossoró, Leandro Boteiro. Entre as medidas citadas pelo documento está a Lei Seca durante a semana das 20h às 6h e em tempo integral aos domingos, bem como a prorrogação do funcionamento dos supermercados para que não haja superlotação em horários de picos.
O presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun, cobra dos governos estaduais o lançamento de um pacote de medidas de apoio a empresas durante a nova onda de covid-19. Na opinião dele, o governo federal “já contribuiu com o que podia”, concedendo o auxílio emergencial e “bilhões de ajuda a estados e municípios”. “Tem que cobrar os governos dos estados que abram o caixa. Eles têm a obrigação de ajudar”, afirma Sahyoun. O presidente da Alshop critica, ainda, as medidas de governadores que restringiram o funcionamento do comércio. Na visão dele, “há outras opções” para conter o contágio do novo coronavírus. O comércio tem que funcionar de forma restrita. Os governos sabem onde estão os grandes problemas: na periferia não fizeram nada, no transporte público tem a mesma aglomeração, a mesma confusão. Quem implementou os melhores procedimentos [sanitários] acaba se prejudicando.Nabil Sahyoun, presidente da Alshop

Foto: Allan Phablo/PMM

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas Mossoró) Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) e Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon Mossoró) realizam a partir deste domingo, 7, o serviço de desinfecção em superfícies contra a covid-19 nos mercados públicos da cidade. A ação terá apoio da Prefeitura de Mossoró, inclusive com a Guarda Civil Municipal (GCM).

O trabalho será realizado nos quatro domingos do mês de março. Os mercados que vão passar pela desinfecção são Cobal/Mercado da Carne, Mercado Central, Mercado do Bom Jardim e Mercado do Alto da Conceição. Após aplicação, o local ficará, no mínimo, 2h sem circulação de pessoas. A empresa Astra fará a desinfecção com materiais detergentes adequados que serão aspergidos em todas as edificações e ambientes dos mercados.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (SEDAT), Franklin Filgueira, enaltece o apoio decisivo do setor produtivo local nesse momento difícil pelo que passa o município.

“Em plena calamidade financeira o município sofre as consequências do forte endividamento, dos bloqueios judiciais, das folhas de pagamento em aberto, do abandono na manutenção das estruturas públicas e o setor produtivo está apoiando objetivamente as ações, oferecendo recursos financeiros e materiais para que a municipalidade possa desempenhar seu papel”.

“As ações de combate à pandemia têm recebido apoio da classe empresarial tanto com os recursos e materiais que falei mas também sugerindo e se posicionando conforme o interesse da cidade, tomando decisões conjuntamente com a PMM. Sem esse apoio, algumas das ações seriam inviáveis tanto pela falta dos recursos quanto pela falta de apoio”, completa.

A medida tem o objetivo de minimizar a propagação do vírus nos mercados públicos da cidade e atende solicitação do Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19. Esses pontos são considerados de maior transmissibilidade da Covid-19, de acordo com o Comitê da Covid Municipal.

Confira horários de desinfecção:

·      Mercado Central – 10h

·      Marcado do Alto da Conceição – 12h

·      Mercado Bom Jardim – 14h

·      Cobal / Mercado da Carne – 16h

Fonte: Assessoria /PMM

Em entrevista ao Agora RN, Artur Fontes, diretor executivo Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-RN) na seccional do Rio Grande do Norte disse que caso as medidas sigam de acordo com o definido pelo governo, a expectativa é de que 15% das empresas do setor possam ter que fechar as portas. Fontes ainda estimou que, com o atual cenário, 5 a 8 mil profissionais podem perder os empregos.

Ele ainda defende que as medidas sejam anunciadas com maior antecedência. “Temos insumos, produtos perecíveis. Precisamos de tempo para nos planejar”, defendeu. Fontes defendeu que as medidas são importantes para frear o crescimento de casos de Covid-19 no Rio Grande do Norte, mas acredita que o setor sofreu muitos impactos que não são culpa do segmento.

“Nosso setor reabriu em julho [após as primeiras paralisações] e os índices só caíram. Esta conta não é nossa. Mas outras previdências podem ser tomadas. Se é para fechar nosso setor, que se feche todo mundo. Outros setores também podem cortar na própria carne como fizemos”, apontou.

De acordo com a Abrasel, o presidente da associação se reuniu com representantes da Prefeitura do Natal na tarde desta sexta-feira, 5, para tentar amenizar as medidas ao setor. “Elencamos uma série de previdências que podem gerar pouco impacto financeiro”, disse.

Com o cancelamento da festa de Carnaval em razão da pandemia do novo coronavírus, o comércio de Mossoró funcionará praticamente em horário normal, com exceção da segunda-feira que é dedicada ao Dia do Comerciário.

# Shopping

Sábado (13)
Lojas das 10h às 22h, praça de alimentação das 10h às 22h.
Domingo (14)
Lojas das 14h às 20h, praça de alimentação das 11h às 22h.
Segunda (15)
Lojas fechadas, praça de alimentação das 11h às 22h.
Terça-feira (16)
Lojas das 10h às 22h, praça de alimentação das 10h às 22h.
Quarta-feira (17)
Lojas das 12h às 22h, praça de alimentação das 11h às 22h.

# Comércio de Rua

Sábado (13)
Horário normal
Domingo (14)
Fechado
Segunda (15) Fechado (Dia do Comerciário)
Terça-feira (16) Horário normal
Quarta-feira (17) Horário normal

# Supermercados

Sábado (13) Horário normal
Domingo (14) Horário normal
Segunda-feira (15) Fechado (Dia do comerciário)
Terça-feira (16) Horário normal
Quarta-feira (17) Horário normal

O Governo do Estado proibiu a realização de eventos pré-carnaval e de carnaval e suspendeu os pontos facultativos (folgas) previstos para o período nos órgãos da administração estadual.

A decisão foi oficializada nesta terça-feira (2) em decreto publicado no Diário Oficial, por causa da pandemia da Covid-19.

“Ficam suspensas, em todo o Estado do Rio Grande do Norte, quaisquer festas ou eventos comemorativos de carnaval, incluindo prévias carnavalescas e similares, promovidos por entes públicos ou iniciativa privada”, diz o decreto.

O governo também vedou financiamento ou apoio do Estado a eventos e determinou reforço da fiscalização estadual aos municípios quanto à proibição da realização de festas e eventos, aglomerações e uso obrigatório de máscara. De acordo com o texto, as medidas levaram em consideração “o aumento nos números dos casos de infecção e reinfecção pela COVID-19 no Brasil e no Estado do Rio Grande do Norte”, as informações divulgadas por meio do indicador composto para monitoramento da pandemia no estado e a necessidade de manutenção e estabilização dos dados epidemiológicos.

Também foi levada em consideração a recomendação emitida pelo Comitê de Especialistas da Secretária de Estado da Saúde Pública para o Enfrentamento da Pandemia pela Covid-19, do último dia 29 de janeiro, que orientou a suspensão imediata de todas as atividades relacionadas ao carnaval, seja em ambientes fechados ou abertos, incluindo carnaval de rua, clubes, shoppings e afins, no Rio Grande do Norte, bem como a suspensão do ponto facultativo do período no Estado.

Comércio em Mossoró 

O Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS) e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Mossoró (SECOM) fecharam acordo sobre o calendário de funcionamento do comércio local no período de Carnaval.

Embora não haja definição sobre se haverá feriados ou não no Rio Grande do Norte período dedicado á folia momesca, as entidades decidiram que na segunda-feira, 15/2, as lojas não terão funcionamento. Nesse dia, porém, as praças de alimentação de shoppings estão autorizadas a funcionar.

Dessa forma, no sábado, 13/2, o comércio abrirá suas portas normalmente. No domingo, 14/2, não haverá expediente, assim como na segunda-feira, 15/2. Terça  de carnaval (16/2) e quarta-feira de cinzas (17/2), funcionamento normal.

Diretoria da CDL se reúne com prefeito de Mossoró para discutir parcerias; pleito do setor de eventos é apresentado

A diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL Mossoró) esteve reunida na tarde dessa terça-feira (19), no Palácio da Resistência, com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, para discutir parcerias com o Município que oportunizem desenvolvimento e crescimento da cadeia produtiva de Mossoró. O presidente da entidade, Stênio Max, também apresentou o plano de retomada do setor de eventos mossoroense, paralisado há quase um ano em função dos efeitos provocados pela pandemia do novo coronavírus.

O prefeito falou da satisfação de receber os empresários e afirmou que é a favor da classe produtiva da cidade. “Vamos investir na desburocratização da gestão pública para facilitar a vida do empresário. Aqui a gente discute gestão e o que é melhor para a cidade”, declarou o prefeito Allyson e ainda citou os exemplos da UFERSA, UERN e Assembléia Legislativa do RN no que se refere à desburocratização.

O presidente da CDL Mossoró, Stênio Max, reforçou a importância da união entre os órgãos. “Sabemos a importância da Prefeitura de Mossoró no fomento da economia local. A CDL quer ser parceira permanente da Prefeitura para estimular a economia local”, declarou Stênio, acompanhado do vice-presidente da entidade, Damásio Medeiros.

Na ocasião, Stênio informou que a CDL Mossoró irá preparar um e-book para auxiliar o Município na captação de investimento. “Vamos gerar um e-book com os potenciais locais para captação de investidores e novos negócios em Mossoró. Será uma satisfação da CDL contribuir nesse aspecto para fomentar o crescimento da nossa cidade”, anunciou o presidente.

O prefeito Allyson ainda parabenizou a entidade pela conduta diante da pandemia. “Quero parabenizar a CDL por ter apresentado, no pico da Pandemia, um protocolo de retorno do comércio. Tenho certeza que foi fundamental para garantir a abertura do comércio durante a pandemia”.

Fonte: Assessoria

Em visita a Central de Abastecimento “Prefeito Raimundo Soares” (Cobal) na manhã desta quarta-feira (06), o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, assegurou limpeza e segurança do equipamento. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Franklin Filgueira, que também acompanhou a visita, já está realizando levantamento dos problemas do mercado.

“É nosso interesse melhorar as condições para os comerciantes que trabalham na Cobal, importante equipamento reconhecido na nossa cidade. Vamos adotar medidas para garantir a limpeza e a segurança, trazendo equipes para o trabalho e fazendo a escala dos guardas municipais”, afirmou o prefeito Allyson Bezerra.

Em contato com o secretário municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos, Brenno Queiroga, o chefe do executivo também determinou a viabilização de projeto de reforma do Mercado da Cobal. Uma das mudanças necessárias é a melhoria no estacionamento.

Prefeito Allyson Bezerra e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Franklin Filgueira em visita a Cobal e ouvindo reivindicação dos comerciantes
“Há muito tempo a Cobal necessita de um olhar diferenciado e nós estamos fazendo isso agora. Vamos viabilizar o projeto de reforma, com melhoria da estrutura, dando dignidade aos comerciantes que trabalham no mercado”, destacou o prefeito.

“De imediato vamos organizar um mutirão para fazer uma limpeza geral na Cobal. Estamos planejando ações como reforma, melhorias sanitária e hidráulica, entre outras que nos chegam através das reivindicações dos comerciantes durante essas visitas”, completou o secretário Franklin Filgueira.

Fonte: Assessoria

O WhatsApp lançou na última 3ª feira (8.dez.2020) uma ferramenta para facilitar a compra por meio do aplicativo. O novo “carrinho de compras” permite que o usuário tenha acesso a um catálogo de produtos e envie o pedido diretamente ao vendedor, sem ter que conversar com o estabelecimento, como era necessário até agora.

A ideia é oferecer um catálogo, que pode ser atualizado, com as opções dos produtos que estejam no estoque das lojas. Ao clicar no novo ícone (um carrinho de supermercado), o usuário pode fazer sua escolha sem ter que perguntar o que está disponível. Dessa forma, o empreendedor também tem o processo agilizado, já que não precisa responder às mensagens dos clientes sobre cada produto.

Mas, atenção: o novo ícone substitui o botão de chamada de voz. Se o usuário quiser fazer uma chamada de voz, precisará tocar no botão de chamadas para selecionar as opções de ligação de voz ou vídeo.

No futuro, o WhatsApp quer transformar a ferramenta em uma loja completa e permitir pagamento feito dentro do próprio aplicativo.

Hoje, mais de 13 milhões de pessoas utilizam catálogos comerciais todos os meses no país, segundo o próprio WhatsApp.

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