Mossoró em 30 de Setembro de 1883 libertou os seus escravos, enquanto que a data de hoje está relacionada ao ato que a Princesa Isabel liberta os escravos brasileiros. Mossoró à frente do seu tempo.

Há 132 anos , no Rio de Janeiro, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, o que representou o fim da escravidão dos negros, comemorando, no Brasil, o dia da Abolição da Escravatura. A palavra “abolir” significa acabar, eliminar, extinguir e a escravidão foi oficialmente extinta do dia 13 de maio de 1888. A palavra “Áurea”, por sua vez, quer dizer “de ouro”, o que nota-se o valor que se deu a essa lei. Porém, mesmo com esse ocorrido, muito se diz que a escravidão ainda existe.

Em um texto curto e objetivo, a princesa devolve aos negros a liberdade, assim como foi escrito na carta, naquela época, acabando a escravidão em apenas dois artigos que assim dizia – (A Princesa Imperial Regente, em Nome de Sua Majestade, o Imperador, o senhor dom Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a assembleia Geral decretou e ela sancionou a Lei seguinte: Art. 1º – É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil. Art. 2º – Revogam-se as disposições em contrário)

Previsto para acontecer nos dias 1º e 2 de outubro, o 2º Fest Bossa & Jazz – Home Sessions divulga as primeiras atrações e altera a data do evento. Agora marcado para 2 e 3 de outubro, em formato híbrido, com apresentações ao vivo via web e com presença de público convidado no Hotel Barreira Roxa – Via Costeira, em Natal-RN, o evento reúne grandes artistas da música. Para o primeiro dia estão confirmados de Dudu Galvão & Samara AlvesCandeeiro Jazz; Ed Motta Blues Beatles. Os demais nomes serão revelados em breve.

Realizado por Juçara Figueiredo Produções e aprovado pelo programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura da Cidade do Natal, o projeto conta com patrocínio da Unimed Natal, apoio cultural da Fecomércio RN, SENAC-RN e apoio da Beju Produções. Cerveja oficial: Stella Artois.  Com oito lives entre artistas locais, nacionais e internacionais, o Festival terá transmissão pelo canal oficial da Band RN, no YouTube.

Em sua 1ª edição, produzida em abril deste ano, o Fest lançou campanha de arrecadação de fundos para o Instituto Juvino Barreto, junto aos seguidores, público e artistas participantes do Home Sessions, mantendo na versão on-line a preocupação com o impacto social do projeto, especialmente em um momento no qual os idosos estão entre os principais atingidos, devido a pandemia. Já para a 2ª edição, cultivando a mesma filosofia, porém ampliada para o impacto social da música na população potiguar, o Fest Bossa & Jazz – Home Sessions realiza nova campanha de arrecadação de fundos, agora voltado para o projeto Ilha de Música, idealizado e coordenado pelo trombonista, Gilberto Cabral, na comunidade da África, localizada na zona norte da cidade.

Acompanhe as mídias sociais e fique por dentro de tudowww.festbossajazz.com.br | @festbossajazz e Facebook.com/festbossaejazz

O Ministério do Turismo (MTur) iniciou ontem (4) os repasses para estados e municípios dos recursos previstos na Lei Aldir Blanc. Sancionada no final de junho, a lei foi regulamentada em agosto e vem para socorrer o setor cultural e de eventos durante a pandemia do novo coronavírus.

O Mtur encaminhou as ordens de pagamentos para 100 municípios e cinco estados, num total de R$ 194,2 milhões. O Estado do Amapá e o município gaúcho de Nonoai foram os primeiros a concluir todas as etapas previstas no processo. A Lei, batizada de Aldir Blanc em homenagem ao escritor e compositor que morreu de covid-19, prevê o repasse de R$ 3 bilhões, sendo metade destinada aos estados e ao Distrito Federal, e a outra metade, aos municípios e ao Distrito Federal.

O recurso poderá ser usado para pagamento de renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura – R$ 600 pelo período de três meses –, subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais – entre R$ 3 mil e R$ 10 mil – e iniciativas de fomento cultural.

Faleceu, hoje, aos 82 anos de idade, o poeta Pedro Bandeira. Ele morreu em casa, na cidade de Juazeiro do Norte, deixando esposa e duas filhas. O poeta já convivia com a doença de Parkinson há cerca de 20 anos e isso debilitou a saúde dele.

Conhecido por ser cantador profissional, cordelista e escritor, em 2019 recebeu a Comenda Patativa do Assaré, condecoração que é dada a personalidades, artistas, poetas, cantadores e pesquisadores que se destacaram por suas relevantes contribuições à Cultura Popular Tradicional. Já no ano de 2018, para celebrar os 80 anos de vida do poeta, a Vila da Música do Crato criou a “Semana Cultural Pedro Bandeira”.

Conhecido como o “príncipe dos poetas populares”, ele cantou para o papa João Paulo II e para outras figuras conhecidas nacionalmente como: os ex-presidentes Castelo Branco, Costa e Silva, João Figueiredo, Fernando Collor e José Sarney.

Teve músicas gravadas por Luis Gonzaga, Fagner, Luis Vieira, Alcymar Monteiro, Trio Nordestino, entre outros. Foi citado por Padre Antônio Vieira e apresentado ao Brasil pelas mãos de Carlos Drummond de Andrade, em crônica publicada no Jornal do Brasil, em 1970, no Rio de Janeiro.

Também foi eleito vereador por duas vezes em Juazeiro do Norte. Fundou a Missa do Vaqueiro em parceria com padre João Câncio e Luiz Gonzaga no Sertão do Pernambuco.

22
ago

Dia do Folclore

Postado às 6:17 Hs

Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, numa justa homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que “folk” significa povo e “lore” quer dizer conhecimento, cultura.

O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja… Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e – é claro – o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.

Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um barreta vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias, entre outros.

O Brasil apresenta um cultura invejável e rica.

14
ago

Apoio

Postado às 10:54 Hs

ENGIE apoia festival internacional “Dança em Trânsito”

 

Por conta da pandemia da Covid-19, a edição deste ano do tradicional evento de dança contemporânea, que acontece de 15 a 22 de agosto, será online e 100% gratuito. Em tempos de viagens restritas e aglomerações contraindicadas por conta da pandemia da Covid-19, a organização do festival internacional “Dança em Trânsito”, que conta com o patrocínio da ENGIE Brasil Energia, conseguiu estruturar uma forma de levar cultura até o público em suas casas, de maneira segura. Idealizado com o objetivo de valorizar, promover e democratizar a dança contemporânea, a 18ª edição do evento, que acontece de 15 a 22 de agosto, será totalmente online e 100% gratuito.

A etapa online do festival internacional terá solos inéditos, criação coletiva à distância, espetáculos na íntegra, residências artísticas de intercâmbio e de criação, oficinas, projetos formativos e rodas de conversa envolvendo centenas de bailarinos, companhias de dança, coreógrafos, professores, estudantes e críticos de 68 cidades e 18 países. As exibições serão seguidas por um bate-papo ao vivo com o coreógrafo do espetáculo apresentado, que falará sobre o seu processo de criação.

Durante o festival, serão oferecidas oficinas online e gratuitas de dança, ministradas por convidados do Brasil e do exterior. E assim como nos anos anteriores, o “Dança em Trânsito”, realiza as Oficinas de Criação para jovens dos Centros de Cultura e Sustentabilidade apoiados pela ENGIE de cidades com poucas oportunidades e distantes dos grandes centros, nos municípios de Minaçu (GO), Capivari de Baixo e Alto Bela Vista, em Santa Catarina, e Entre Rios do Sul (RS) com aulas e encontros ministrados pelos coreógrafos Flávia Tápias e Anyel Aram e pela videasta Luciana Ponso. Desde a sua criação, o festival já apresentou mais de 90 companhias de 16 países em 18 cidades de nove estados brasileiros, para um público de mais de 48 mil pessoas.

Serviço:

DANÇA EM TRÂNSITO ONLINE | DESFRONTEIRAS – 18ª edição

De 15 a 22 de agosto de 2020

Programação completa e inscrições: www.dancaemtransitoonline.com

Patrocínio: ENGIE Brasil Energia

08
ago

O Brasil perde a atriz Chica Xavier

Postado às 16:49 Hs

Via G1

A atriz Chica Xavier, conhecida por papéis marcantes em novelas como “Sinhá Moça” e “Renascer”, morreu na madrugada deste sábado (8) aos 88 anos, vítima de câncer de pulmão. Ela estava internada no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Nascida em Salvador em 22 de janeiro de 1392, Francisca Xavier Queiroz de Jesus mudou-se para o Rio em 1953, aos 21 anos e se consagrou como atriz de teatro, TV e cinema, ao longo de uma carreira de mais de seis décadas. Destacou-se como uma das maiores referências da representatividade negra na arte brasileira.

Em 2010, recebeu o Troféu Palmares, entregue pelo extinto Ministério da Cultura, pelo trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira.

“Uma precursora, símbolo de gerações de atrizes e atores negros, de representatividade, que trazia em cada cena ou fala traços latentes de baianidade. Nunca negou a origem”, disse a TV Globo em comunicado.

Nos palcos, Chica Xavier esteve na montagem de 1956 de “Orfeu da Conceição”, de Vinicius de Moraes. Atuou também em novelas como “Dancin’ Days” (1978), “Pátria minha” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “O rei do gado” (1996) e “Força de um desejo” (1999), além da minissérie “Tenda dos milagres” (1985). Seu último trabalho na TV foi “Cheias de charme” (2012).

“Obrigado, Dona Chica, por inspirar e se doar como se doou. Obrigado pelo amor e talento que nos ofereceu”, escreveu o ator Lázaro Ramos em uma rede social. A atriz Taís Araújo comentou: “O céu recebe hoje a nobreza. Entre nós vivia uma nobre, uma rainha elegante, sábia, afetuosa, agregadora, ombro e colo para muitos. Salve a rainha Chica Xavier!”.

Em 2013, Chica Xavier foi tema da biografia “Chica Xavier: Mãe do Brasil”, escrita por Teresa Montero.

A atriz deixa o marido, o também ator Clementino Kelé, com quem foi casada por 64 anos. Eles tiveram três filhos, Christina, Izabela e Clementino Junior, e três netos, Ernesto Junior, Luana Xavier e Oranyan.

Plataforma + Brasil está aberta para que os estados, Distrito Federal e municípios façam cadastramento para recebimento dos recursos do auxílio emergencial da cultura, previstos na Lei 14.017/ 2020, mais conhecida como Lei Aldir Blanc, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 29 de junho. A informação foi divulgada pelo Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, em suas redes sociais.

“Você que é secretário municipal de cultura ou secretário estadual não esqueça de orientar sua equipe para inserir os dados do seu estado e do seu município na Plataforma + Brasil”, disse.

O Governo Federal destinará R$ 3 bilhões para ações emergenciais de apoio ao setor cultural e seus trabalhadores durante a pandemia de coronavírus. O valor poderá ser destinado a:

1) Renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura no valor de R$ 600,00 por três meses. Os trabalhadores não podem ser beneficiários do auxílio emergencial pago pelo governo.

2) Subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O valor mínimo será de R$ 3 mil e o máximo de R$ 10 mil a ser definido pelo gestor local.

3) Iniciativas de fomento cultural como editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos e de produções, de desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária, de produções audiovisuais, de manifestações culturais, bem como à realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais.

Toda a operacionalização dos repasses será feita por meio da Plataforma + Brasil. O gestor deve cadastrar o plano de ação e indicar a agência de relacionamento no Banco do Brasil para onde será feita a transferência. O estado ou município deverá enviar um relatório de gestão e recolher os recursos não aplicados em um prazo de até 180 dias.

“A gestão e distribuição dos recursos é de responsabilidade dos entes locais e a verba deverá ajudar os artistas, trabalhadores da cultura, espaços e empresas culturais durante o período da pandemia”, lembrou o secretário Mário Frias.

Um dos locais atendidos é São Paulo com cerca de R$ 566 milhões. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado, Sérgio Sá Leitão, a maior parte dos recursos irá para o pagamento de renda mensal aos trabalhadores e subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais. Sérgio Sá Leitão ressaltou a importância do apoio ao setor, que segundo ele, emprega 1,5 milhão de pessoas no estado. “É uma excelente iniciativa no sentido de mitigar o impacto da crise gerada pela pandemia do coronavírus e também criar as condições para uma retomada mais acelerada dessas atividades”, afirmou.

“Estamos falando de um setor chave da economia brasileira que tem uma imensa capacidade de contribuição para o desenvolvimento na forma de geração de emprego, geração de renda, geração de oportunidades e de inclusão. Um setor estratégico que merece a devida atenção e está recebendo por meio da Lei 14.017”, destacou.

Valores

De acordo com o Ministério do Turismo, metade dos R$ 3 bilhões é destinada aos estados e Distrito Federal. A outra parte para os municípios. A divisão dos recursos por região ficou assim:

Centro-Oeste: R$ 229.056.593

Nordeste: R$ 908.407.979

Norte: R$ 327.265.525

Sul: R$ 410.035.297

Sudeste: R$ 1.133.404.449

Morreu, na madrugada desta terça-feira (21), o cantor e músico paraibano Francisco Ferreira Lima, mais conhecido como Pinto do Acordeon. Ele tinha 72 anos e estava internado desde janeiro no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde tratava um câncer.

Natural de Conceição, no Sertão do estado, Pinto do Acordeon ficou conhecido por participar de apresentações com a trupe de Luiz Gonzaga. A carreira solo começou em 1976. Ele é autor e intérprete de várias canções que marcaram a cultura nordestina, como Neném Mulher, Paixão de Beata, Matuto Teimoso e Engenho Velho.

Além de artista, Pinto do Acordeon foi vereador de João Pessoa, em mandato que durou de 1993 a 1997.

Em julho do ano passado, a obra de Pinto do Acordeon se tornou Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado da Paraíba. Ainda em 2019, o artista recebeu o título de Mestre das Artes Canhoto da Paraíba.

O corpo de Pinto do Acordeon será velado em João Pessoa, em um cemitério particular, e enterrado na cidade de Patos, no Sertão. A previsão é de que o corpo do artista chegue à capital paraibana por volta das 16h desta terça-feira.

Portal Correio

24
jun

Viva São João – O santo festeiro

Postado às 0:55 Hs

A festa de São João é talvez a mais importante comemoração das festas dos santos populares e ocorrem no mês de junho. Uma das teorias sobre a origem das festas juninas é que elas teriam surgido justamente a partir do nome de São João: as festas seriam antes chamadas de “Joaninas”. Logo nos primeiros segundos do dia 24 de junho – data de nascimento do santo – já se ouve o estalar dos fogos de artifício festejando a figura de São João Batista por todo o país. A seguir, você poderá saber mais sobre o santo que deu origem a essa data comemorativa.

As tradições de São João

Segundo a Bíblia, a mãe de João Batista, Isabel, era prima de Maria, mãe de Jesus. Sendo assim, os dois eram primos de segundo grau. Os historiadores acreditam que João teria nascido cerca de 7 anos antes de Cristo. No dia de seu nascimento, 24 de junho, sua mãe, Isabel, teria mandado erguer um mastro iluminando-o com uma fogueira para que sua prima, Maria, vendo aquele sinal, soubesse que seu bebê havia nascido. Daí teriam vindo as tradições de se acender fogueiras e erguer-se mastros como forma de homenagear o santo.

A tradição conta ainda que Maria teria ido logo visitar o recém nascido João Batista levando-lhe como oferenda um feixe de folhas secas perfumadas, flores e uma capelinha, que hoje também são símbolos das festividades.

A história de São João

O pai de João, Zacarias, era sacerdote e sua mãe, Isabel, também fazia parte da sociedade religiosa da época. Assim, João Batista cresceu em meio aos ritos religiosos e tornou-se um profeta entre os judeus, responsável pela tradição judaica do batismo, o qual realizava nas águas do rio Jordão. Ao tomar a decisão de batizar também os gentios (pagãos) que decidiam se converter ao judaísmo, o profeta angariou admiradores e também inimigos.

Como profeta, João anunciava a vinda do Messias que era esperado pelos judeus como a esperança de tornar seu povo uma nação independente. Quando Jesus foi ao encontro do profeta para que ele o batizasse, João admirou-se e teve sua fé fortalecida. A bíblia diz que, ao batizar Cristo, uma pomba – símbolo do Espírito Santo – sobrevoou o rio e ouviu-se uma voz dizer: “este é Meu filho amado com o qual Me alegro”.

João Batista já era seguido por uma multidão quando passou a clamar contra o Rei Herodes condenando sua postura de ter repudiado sua esposa para ficar com sua cunhada, Herodíades. Embora o rei dissesse não se importunar com as pregações do profeta, após assistir uma belíssima dança de Salomé, filha de Herodíades, prometeu dar-lhe qualquer presente que a jovem pedisse. Salomé não pensou duas vezes, e pediu de presente a cabeça de João Batista, a qual lhe foi depois entregue em uma bandeja de prata.

20
jun

Mário Frias é novo secretário de Cultura

Postado às 11:31 Hs

Foto: Reprodução

O ator Mário Frias foi o escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o novo titular da Secretaria Especial de Cultura. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 19.

Frias será o quinto secretário da Cultura do governo, sucedendo Regina Duarte, que ficou pouco mais de dois meses no cargo, e Roberto Alvim, demitido depois de usar elementos nazistas em um discurso.

O ator foi um dos poucos artistas que compareceram à posse de Regina Duarte, em março. Frias e o presidente almoçaram no Palácio do Planalto há um mês.

O decreto publicado nesta sexta-feira, 19, traz apenas a assinatura do presidente Jair Bolsonaro, e não a do ministro do Turimo, Marcelo Álvaro Antônio, a quem a pasta é subordinada.

O ator tem sido atuante nas redes sociais, onde compartilha seu posicionamento político alinhado ao do Governo e pouco fala sobre cultura. Nesta sexta, ele postou: Você que como EU votou no Presidente @jairbolsonaro fique firme, apoie, continue convicto de sua escolha, seja forte, blinde seu cérebro de narrativas mentirosas e covardes. Transforme as dificuldades em garra e força pra lutar por um Brasil melhor!”

Há 5 dias, ele postou mensagem ironizando as vítimas da pandemia do novo coronavírus. “Milagre? Foi só o Pres. Bolsonaro pedir ao povo para filmar que os hospitais se esvaziaram. Filma mais meu povo que milagrosamente adeus Coronavírus!”, escreveu.

Estadão

18
jun

 NÍSIA FLORESTA EM VERSOS DE CORDÉIS

Postado às 11:04 Hs

Apesar da importância histórica e literária de Nísia Floresta não só para o Brasil, mas para o mundo, a autora ainda continua desconhecida por uma grande parcela da população. Esse fato tem sido explicado pelo aspecto da escritora ter vivido grande parte da sua vida no exterior.  Mas, estudo aprofundados sobre o tema ressaltam que essa pouca difusão da autora se deve ao silêncio imposto à voz das mulheres, principalmente a Nísia, que numa época de poucas liberdades ousou contestar a dominação histórica do sistema patriarcado. Soma-se a isso o descuido com a memória nacional e a ausência de políticas públicas que reparem essa dívida histórica.  Em 2020 é comemorado os 210 anos do nascimento da escritora. E para celebrar à altura uma data tão importante, o Museu Nísia Floresta e o Centro de Documentação e Comunicação Popular – CECOP, lançam o Prêmio Nísia Floresta de Literatura – 210 anos.
06
jun

Acontece

Postado às 12:44 Hs

Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Cultura, vai lançar uma programação junina que será trabalhada de forma on-line. Todas as ações serão realizadas sem custo financeiro para a Prefeitura de Mossoró e serão veiculadas através das redes sociais do Mossoró Cidade Junina e no site do evento. Os endereços são Instagram: @mossorocidadejunina, Facebook/MossoróCidadeJunina e www.mossorocidadejunina.com.br.
A programação será iniciada a partir do dia 03, com concurso “A Resistência de Mossoró e o Cangaço”, realização da Fundação Vingt-Un Rosado, com apoio da Prefeitura de Mossoró. Edital no endereço da colecaomossoroense.org.br – Inscrições em: fvrcm@uol.com.br. Também dia 03 de junho às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta um pot-pourri de Luiz Gonzaga e “Tareco e Mariola” obra de Petrucio Amorim. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No dia 04 de junho, será lançado através das redes sociais do evento a proposta do Minuto Recordação, um incentivo para que as pessoas gravem um vídeo recordando fatos, histórias, encontros e desencontros vividos pelas pessoas nas edições anteriores do Mossoró Cidade Junina.

No dia 05 será lançada a edição 2020 do Prêmio Fomento, com publicação de editais de apoio à cultura, no valor de R$ 242 mil. Na mesma data, às 19h, será veiculado o vídeo “beleza no arraia”, que faz parte de uma série de oficinas sobre cabelo e maquiagem com o maquiador e cabeleireiro  Antônio Carlos.

No dia 06, sábado, às 12h, a Live Pingo Do Mei Dia, organizado pelos artistas locais André Luvi, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forró com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. A programação também estará disponível Canal do Youtube.

Dia 06 de junho, após o Zorra Total, da Inter TV Cabugi será apresentada uma reprise do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró 2019.

Em 07 de junho, às 18h, a Banda Artur Paraguai interpreta Vital Farias “Saudade D’ocê” e “São João na Roça”.

Dia 08, às 16h, o vídeo, Para Entender Mossoró e o Cangaço. Ler o livro “Nas garras de Lampião”, de Antônio Gurgel e Raimundo Soares de Brito, na plataforma da Coleção Mossoroense.

Em 09 de junho, a partir das 19h, será veiculado o vídeo “São João nos traços da criatividade”, com oficina sobre figurinos com Josivan Silva, estilista, design de moda.

Dia 10 de junho será veiculada através das redes sociais a exposição “O Chuva de Bala por outro

ângulo”, que mostra figurinos dos personagens do Chuva de Bala e entrevistas com artistas envolvidos na construção de cada um dos personagens.

Dia 12 de junho, o V Salão Dorian Gray traz uma exposição virtual integrada por 100 artistas do RN e 200 obras selecionadas.

Dia 13, às 16h, acontecerá a entrega da carta original do prefeito Rodolfo Fernandes, à Prefeita Rosalba Ciarlini, pelo pesquisador e jornalista Robério Santos. O documento histórico em que o Prefeito informa a Antônio Gurgel que a cidade não dispõe dos 400 contos de réis.

Também em 13 de junho, às 18h, o primeiro episódio de quatro que contam a história do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró. O episódio intitulado “O Cangaço e a organização Do Bando”, narrado pelos professores Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a formação do grupo mais temido no sertão com apresentação de cenas do Chuva de Bala.

Dia 14 de junho às 16h, segue etapa do concurso da Coleção Mossoroense, “Para Entender Mossoró e o Cangaço”. Ler livro “A Marcha de Lampião”, de Raul Fernandes. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No mesmo dia, a partir das 13h, transmissão da live dos Carlinhos, com o artista Carlos José, o poetas Antônio Francisco e Caio César Muniz, André Luvi, Forró dos 3. A programação é de responsabilidade dos próprios artistas.

Dia 15 de junho, às 18h, o segundo episódio da série que conta a história do Chuva de Bala, intitulado “A Marcha Dos Cangaceiros e o Ataque”, narrado por Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a viagem do Bando e a chegada na cidade apresentando cenas do espetáculo Chuva de Bala.

Dia 15 de junho, às 11h, live com artistas do RN sobre a criação e acervo do Museu de Arte de Mossoró.

Dia 17, às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta pot-pourri de músicas cantada por Flávio José e “Bate Coração” de Marinês. Também dia 17 de junho às 19h, vídeo São João Coreografado, com a oficina sobre coreografias com Abraão Morais, Coreógrafos e Bailarino.

Dia 20 de junho, às 16h segue concurso da Coleção Mossoroense, “Para entender Mossoró Cangaço. Ler livro “Jesuíno Brilhante” de Raimundo Nonato. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Dia 22 de junho, às 18h, o episódio “Os preparativos da defesa”. O 3º episódio da novela mostra como o Prefeito organizou a resistência. Muitos dos atores que fizeram o Prefeito serão relembrados.

Dia 24 de junho, às 18h, seguem os vídeos de apresentação da Banda Artur Paraguai, com apresentação do Pot-pourri do Mastruz com LEITE e de Luiz Gonzaga. Disponível em: redes sociais da Prefeitura de Mossoró.

Dia 26 de junho às 16h, mais uma etapa do concurso da Coleção Mossoroense, Para Entender Mossoró e o Cangaço, com o livro “Cangaço – Episódios e personagens” de Kyldemir Dantas e Caio César Muniz. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Também dia 26 de junho, às 19h, disponibilização do vídeo “A fogueira não pode apagar… regional incendeia”, com oficinas sobre Marcação de quadrilha junina com a banda Regional Incendeia. Disponível em: Redes Sociais da Prefeitura, www.mossorocidadejunina.com.br.

Dia  27 de junho a programação será encerrada com a live Boca da Noite, às 18h, organizada e promovida pelos artistas locais André Luví, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forro com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. Disponível em: Canal do Youtube e redes socias do Mossoró Cidade Junina.

A secretária de Cultura, Isaura Amélia Rosado destacou que a programação não terá custo financeiro nenhum por parte da Prefeitura de Mossoró, visto que será realizada pelos próprios artistas e entidades. “Todos sabem que o Mossoró Cidade Junina foi cancelado pois todos os recursos foram destinados para a Saúde. Foi uma ação justa e necessária da prefeita Rosalba Ciarlini. No entanto, a Secretaria Municipal de Cultura foi procurada pelos artistas para que algumas programações fossem apenas retransmitidas e nós daremos esse apoio, não de forma financeira, mas nos utilizando das redes sociais do evento para mostrar o trabalho desses artistas. Toda a programação poderá ser assistida de casa, cumprindo o isolamento social, sempre com objetivo de trazer um pouco de alegria às pessoas que estão em confinamento”, concluiu.

O compositor e trovador Evaldo Gouveia morreu na noite desta sexta-feira, 29 de maio, aos 91 anos.  O artista, que há alguns anos convivia com as consequências de um acidente vascular cerebral, foi contaminado pela Covid-19 e não resistiu às complicações. O cearense deixa um legado robusto e apaixonado.

Do menino de oito anos que cantava na radiadora da Praça da Estação de Iguatu ao trovador que conquistou o Brasil com palavras e melodias. Evaldo Gouveia de Oliveira nasceu em 8 de agosto de 1928 no município de Orós e, desde cedo, sentia que, eventualmente, conquistaria o País. “Eu ia pro pezinho do rádio e pegava a letra, o tom. Eu já nasci artista”, dividiu em entrevista às Páginas Azuis do O POVO, publicada em 16 de agosto de 2010. A partir de “Deixe que Ela se Vá” (1957), primeira composição de sua autoria, escreveu sentimentos e melodias intensas que reverberam até hoje no cancioneiro nacional popular e nos corações dos românticos. Entre elas, despontam “Tango de Teresa”, “Sentimental”, “Brigas”, “Bloco da Solidão e “O Trovador” – para citar somente algumas, pois entre as mais de mil composições acumulam-se sucessos.

O repertório de Evaldo Gouveia foi impulsionado pelas vozes de cantores consagrados como Altemar Dutra, Nelson Gonçalves, Alaíde Costa e Maysa Monjardim. O cearense fez parte do lendário Trio Nagô, ao lado de Mário Alves e Epaminondas Souza.

O ápice da carreira do cantor veio da relação com Altemar Dutra (1940-1983). O cearense levou Dutra às boates de Copacabana, no Rio de Janeiro, e o sucesso do cantor mineiro, interpretando as composições de Evaldo, levou ambos ao auge.

Agência de Notícias 

Morreu nesta quarta-feira (27), aos 91 anos, o escritor e jornalista Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras.

Segundo a ABL, Murilo Melo Filho morreu de manhã no Hospital Pró-Cardíaco, vítima de falência múltipla de órgãos. O sepultamento será no mausoléu da Academia Brasileira de Letras. Diante da recomendação de se evitar reuniões e aglomerações por conta do coronavírus, não haverá velório.

Murilo Melo Filho foi um dos grandes jornalistas brasileiros da segunda metade do século XX. Acompanhou de perto a política nacional, a construção de Brasília e a guerra do Vietnã. Conheceu inúmeros chefes de Estado, a quem dedicou páginas antológicas, dos mais variados espectros políticos. Foi também um acadêmico exemplar, assíduo, com a disposição de emprestar seu talento aos mais diversos cargos e serviços na Academia. Guardo a imagem de um homem bom, de uma alta sensibilidade humana, voltada sobretudo para os mais vulneráveis e desprovidos. Um momento de tristeza.”, afirmou o Presidente da ABL, Acadêmico Marco Lucchesi.

Trajetória

Murilo Melo Filho nasceu em Natal no dia 13 de outubro de 1928 e foi o mais velho de sete irmãos. Já aos 12 anos de idade começou a trabalhar no Diário de Natal, com Djalma Maranhão, escrevendo um comentário esportivo. Posteriormente passou por outras publicações da região.

Aos 18 anos, foi para o Rio, onde estudou no Colégio Melo e Souza e foi aprovado em concursos públicos para datilógrafo do IBGE e do Ministério da Marinha, ingressando a seguir no Correio da Noite, como repórter de polícia.

Trabalhou também na Tribuna da Imprensa, com Carlos Lacerda; no Jornal do Commercio, com Elmano Cardim, San Thiago Dantas e Assis Chateaubriand; no Estado de S. Paulo, com Júlio de Mesquita Filho e Prudente de Moraes Neto; e na Manchete, com Adolpho Bloch.

Estudou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na Universidade do Rio de Janeiro, pela qual se formou em Direito. Chegou a advogar durante sete anos.

Como repórter free-lancer, entrou para a Manchete, criando a seção “Posto de Escuta”, que escreveu durante 40 anos. Nessa mesma época, dirigiu e apresentou na TV-Rio, com Bony, Walter Clark e Péricles do Amaral, o programa político Congresso em Revista, que ficou no ar ininterruptamente durante sete anos, sendo a princípio produzido e apresentado no Rio e, depois, em Brasília.

Viveu em Brasília de 1960 a 1965, que testemunhou em centenas de reportagens. Construiu ali a sede de Bloch Editores e da Manchete e foi, a convite de Darcy Ribeiro e de Pompeu de Souza, professor de Técnica de Jornalismo na Universidade de Brasília.

Em trabalhos jornalísticos, acompanhou os ex-presidentes Juscelino Kubitschek a Portugal; Jânio Quadros a Cuba; João Goulart aos Estados Unidos, ao México e Chile; Ernesto Geisel à Inglaterra e à França; e José Sarney a Portugal e aos Estados Unidos.

Cobriu a Guerra do Vietnã, com o fotógrafo Gervásio Baptista, em 1967, e foi o primeiro jornalista brasileiro a cobrir a Guerra do Camboja, com o fotógrafo Antônio Rudge, em 1973, tendo chegado a Saigon e Phnom-Penh, via Tóquio.

Sexto ocupante da Cadeira nº 20 da ABL, foi eleito em 25 de março de 1999, na sucessão de Aurélio de Lyra Tavares e recebido em 7 de junho de 1999 pelo Acadêmico Arnaldo Niskier.

G1

 

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (20) a saída da atriz Regina Duarte do cargo de secretária especial de Cultura. Em publicação em uma rede social, o presidente afirmou que ela assumirá a Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

A Cinemateca Brasileira é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira e é vinculada à Secretaria da Cultura.

“Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias”, afirmou Bolsonaro. Regina Duarte assumiu a pasta em 4 de março, com a missão de “pacificar” o embate entre a classe artística e a indústria da cultura com o governo federal.

Para o lugar dela, o ator Mario Frias foi convidado pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura. O artista, nas redes sociais, é defensor ferrenho do presidente.

Fontes: G1 e R7

 

19
Maio

Pedido

Postado às 23:41 Hs

Vivaldo pede que FJA implemente medidas para socorrer setor artístico e cultural do RN

Em mais uma sessão ordinária da Assembleia Legislativa, que aconteceu nesta terça-feira (19) de forma remota, o deputado Vivaldo Costa (PSD) encaminhou importantes requerimentos. Em uma das propostas o parlamentar solicita a implementação de medidas para socorrer o setor artístico e cultural no Rio Grande do Norte, um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19. A ideia de Vivaldo é incluir produções artísticas, em formato de vídeos feitos em casa, para serem divulgados em plataformas digitais e redes sociais, em parceria o Governo do Estado.

O pedido de Vivaldo foi encaminhado ao Diretor Geral da Fundação José Augusto, Joaquim Crispiniano Neto. “A intenção é beneficiar aqueles artistas que vivem exclusivamente da cultura e da arte. Com esses vídeos realizados pelos artistas, o Poder Público, através de um contrato temporário, poderia realizar uma ajuda financeira a esse público, e ao mesmo tempo, promover o entretenimento e a cultura aos cidadãos neste período de crise e de isolamento social. As atividades artísticas e culturais estão muito afetadas pela pandemia da COVID-19, principalmente os pequenos artistas”, contou.

Estudos indicam que o setor artístico é um dos mais afetados. Desde o mês de março, as medidas necessárias de isolamento social e o fechamento de estabelecimentos, para evitar a propagação do coronavírus, têm dificultado a classe que vive da arte, nas mais diferentes vertentes.

out 20
terça-feira
12 16
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
81 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5.837.660 VISITAS