O livro Jean Mermoz, de Roberto da Silva, reconstitui a vida fascinante do pioneiro da aviação postal francesa, desde sua infância humilde no interior da França, sua adolescência em Paris, nos últimos anos da I Guerra Mundial, seu ingresso nas Forças Armadas, indo servir na Síria, então um protetorado francês, onde foi um “maqueiro aéreo”, conduzindo doentes e resgatando pessoas perdidas no deserto, sua vida militar após seu retorno à França, sua admissão na Aéropostale.

Mermoz se notabilizou por sua inteligência, seu conhecimento técnico, sua coragem, sua confiança em si mesmo. Sobreviveu a acidentes no deserto sírio e em Rio de Oro, no então Saara Espanhol, quando foi cativo dos mouros, nas águas do Mediterrâneo, na Cordilheira dos Andes, na floresta virgem no Brasil.

Ele desbravou, como disse seu colega Saint-Exupéry, as areias, a montanha, a noite e o mar, até seu desaparecimento nas águas do Atlântico Sul, quando voava para Natal. Entre as façanhas do aviador, destacam-se o primeiro voo noturno (1928), o primeiro voo direto em hidroavião, de Saint-Louis, no Senegal, a Natal, transportando a correspondência proveniente da Europa com destino à América do Sul (1930) e, cerca de três anos depois, seguindo o mesmo itinerário, o primeiro voo, em avião terrestre, com a mesma finalidade.

Primeira biografia do lendário piloto publicada em português, esse livro é o resultado de oito anos de trabalho, entre pesquisas e elaboração, a que o autor se dedicou para assinalar os 90 anos da primeira travessia transatlântica de Jean Mermoz em voo direto.

O livro Jean Mermoz é o volume 547 da Coleção João Nicodemos de Lima, do Sebo Vermelho. Tem 724 páginas, ilustrações, e sua edição é patrocinada pela Embaixada da França no Brasil.

O lançamento ocorrerá neste sábado, 16 de janeiro, a partir das 10h, no Sebo Vermelho, Av. Rio Branco, 705, na Cidade Alta.

Preço: R$ 100,00

A Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Cultura, reuniu na tarde da quarta-feira, 13, servidores da pasta para debater o funcionamento da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, que se encontra fechada desde março do ano passado. Com a pandemia da covid-19, o equipamento parou de receber o público externo, que em média girava em torno de 1.600 usuários por mês, composto em sua maioria por estudantes dos mais diversos níveis de ensino. Diálogo Diante da situação, o secretário municipal de Cultura, Etevaldo Almeida, convocou os servidores para dialogar acerca de propostas para que o equipamento volte a operar ainda em janeiro. “Era comum sempre no mês de janeiro a biblioteca fechar para o atendimento para o público, uma vez que os servidores estavam de férias. Contudo, a pretensão da atual gestão é que possamos mudar essa realidade criando condições para que o espaço seja aberto já neste mês”, ressaltou.
13
jan

Reunindo

Postado às 8:29 Hs

A Secretaria Municipal de Cultura promoveu na manhã desta terça-feira, 12, reunião com servidores e gestores de equipamentos que integram a pasta. O encontro foi realizado no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado. A reunião foi conduzida pelo secretário municipal de Cultura, Etevaldo Almeida, com o objetivo de neste primeiro momento da gestão, identificar o panorama encontrado em cada um dos equipamentos culturais da cidade. “O encontro serve para que cada um apresente o diagnóstico de como encontrou os espaços públicos ligados a nossa área”, destacou o secretário. Produtividade As primeiras semanas da nova gestão foram de muito trabalho na Cultura. Os servidores elaboraram relatórios que serão consolidados a partir de um novo documento que será elaborado constando as políticas públicas apresentadas e discutidas entre os agentes. “Iremos implantar uma gestão participativa a partir do diagnóstico considerando o cenário em que estão inseridas as companhias, os agentes de cultura e demais atores envolvidos no processo. Trata-se de pensar gestão como política de pública de Estado”, frisou o Etevaldo Almeida.
31
dez

§ § Espaço Web § 2021

Postado às 7:20 Hs

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ver,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra
birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta ou recebe mensagens? passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem


e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

 

 

                                                            Por Carlos Drummond de Andrade

Allyson anuncia professor da UERN para Secretaria de Cultura

O prefeito eleito de Mossoró Allyson Bezerra definiu o Professor Etevaldo Almeida, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), para comandar a pasta de Cultura de Mossoró em sua gestão.

Além de professor da instituição, Etevaldo também já atuou como coordenador geral e pedadógico do FESTUERN, festival de teatro realizado pela universidade, um dos mais reconhecidos do Rio Grande do Norte.

Etevaldo é graduado pela UERN, mestre pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutorando pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

“Valorizar a cultura mossoroense e os artistas da terra são compromissos da nossa gestão. Por sua notável experiência na área da cultura, com certeza o professor Etevaldo irá somar e muito com a cultura mossoroense através desse trabalho”, comenta Allyson.

A atriz Nicette Bruno morreu na manhã deste domingo (20), aos 87 anos. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.
De acordo com o boletim médico divulgado neste sábado (20), o estado de saúde de Nicette “era considerado muito grave”. Ela estava sedada e dependente de ventilação mecânica.
A informação da morte foi confirmada pela hospital por volta das 13h20. De acordo com a Casa de Saúde São José ela morreu por “complicações decorrentes da Covid-19”.
“A Casa de Saúde São José informa que a atriz Nicette Bruno, que estava internada no hospital desde 26 de novembro de 2020, faleceu hoje, às 11h40, devido a complicações decorrentes da Covid-19. O hospital se solidariza com a família neste momento”, diz a nota de divulgação do hospital.

G1

19
dez

Mossoró perde Felipe Caetano

Postado às 12:51 Hs

Faleceu  neste sábado, em Mossoró, o professor Felipe Caetano de Oliveira, vítima da Covid-19. Ele estava internado havia dias na UTI Hospital Wilson Rosado, não resistindo as consequências da doença.

Aos 74 anos, Felipe Caetano era aposentado da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Natural de Apodi, mas adotado por Mossoró, era casado e tinha quatro filhos.

Felipe Caetano deixe um legado na educação e cultura de Mossoró. Foi ele que idealizou o Festival de Teatro da Uern (FESTUERN), um maior festival de teatro infantil do estado. Inclusive, em 2019 a deputada Isolda Dantas (PT) apresentou projeto de lei que torna o Festuen patrimônio imaterial do Rio Grande do Norte.

Felipe ainda foi secretário-adjunto da Cultura de Mossoró, na última gestão do prefeito Jerônimo Dix-huit Rosado Maia (1993/1996).

A sua luta também ficou marcada no movimento sindical, sendo ele um dos fundadores da Associação dos Professores de Mossoró (APM) e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (SINTE/RN).

Felipe Caetano também atuou no campo político-partidário, participando de coordenação de várias campanas eleitorais. Nos últimos embates eleitorais, reforçou o time do vereador Flávio Tácito (Progressistas).

Do blog: A geografia humana da cidade mais pobre com a partida de Felipe Caetano, aos familiares e amigos nos sentimentos. Fé sempre !

Fonte: Carlos Skarlack

11
dez

@@@ O dia de hoje na História… @@@

Postado às 6:45 Hs

11 de dezembro:
Dia do Arquiteto.
Dia do Evangelho.
Dia do Tango e dia do Engenheiro
Dia de São Damásio.
Nesta data em:

1942 – Segunda Guerra Mundial: Alemanha e Itália declaram guerra aos Estados Unidos da América.
1994 – Começa a Primeira Guerra da Chechênia, envolvendo a Rússia e os separatistas chechenos.
1997 – Assinatura do Protocolo de Quioto.

Nasceram neste dia…

1475 – Papa Leão X (m. 1521).
1908 – Manoel de Oliveira, cineasta português.
1910 – Noel Rosa, na imagem, compositor brasileiro (m. 1937).

Morreram neste dia…

383 – Papa Dâmaso I (n. 305).
1893 – John Stott Howorth, empresário luso-britânico (n. 1829).
1826 – Maria Leopoldina de Habsburgo , imperatriz-consorte do Brasil (n. 1797).

2002 — Carlos Zara, ator brasileiro (n. 1930)

2007 — Ottomar Pinto, político brasileiro (n. 1930)

2009 — Jamil Haddad, político e médico brasileiro (n. 1926)

2011 — Rodolfo Bottino, ator e chef (n.1959)

2012 — Ravi Shankar, músico indiano (n. 1920).
17
nov

Encontros

Postado às 10:08 Hs

Natal recebe “Encontros Fest Bossa & Jazz” em dezembro

O ano ainda não acabou e, em 2020, a forma de conectar música ficou diferente e sempre buscando um jeito de aproximar. Entre vozes e ressoar de instrumentos, é sabido que o Rio Grande do Norte- RN é terra de gente talentosa. Vem aí o ENCONTROS FEST BOSSA & JAZZ, que propõe unir artistas do Estado em um show que vai entrar para a história da música potiguar.

Sob a direção musical e os arranjos de Eduardo Taufic, conhecido também por ter tocado ao lado de grandes nomes da MPB, como Elza Soares e Wilson Simonal, artistas já consagrados se unem a novos talentos para cantar o RN. Uma oportunidade para promover o intercâmbio musical entre as gerações e proporcionar renda para o segmento cultural de Natal.

Com o patrocínio do Governo Federal através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, Prefeitura Municipal do Natal e realização Juçara Figueiredo Produções, Encontros Fest Bossa & Jazz acontece no dia 10 de dezembro, na capital potiguar, e em formato híbrido: com presença do público, respeitando todas as normas de segurança para o combate a Covid-19, e transmissão simultânea pelo canal do Festival, no YouTube (www.youtube.com/FestBossaJazz), o que proporciona a expansão da arte norte-riograndense para além das fronteiras.

Com shows solo e em conjunto, intérpretes do Estado dividirão o palco por três horas, com uma banda exclusiva para o “Encontros”.

 

Mossoró em 30 de Setembro de 1883 libertou os seus escravos, enquanto que a data de hoje está relacionada ao ato que a Princesa Isabel liberta os escravos brasileiros. Mossoró à frente do seu tempo.

Há 132 anos , no Rio de Janeiro, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, o que representou o fim da escravidão dos negros, comemorando, no Brasil, o dia da Abolição da Escravatura. A palavra “abolir” significa acabar, eliminar, extinguir e a escravidão foi oficialmente extinta do dia 13 de maio de 1888. A palavra “Áurea”, por sua vez, quer dizer “de ouro”, o que nota-se o valor que se deu a essa lei. Porém, mesmo com esse ocorrido, muito se diz que a escravidão ainda existe.

Em um texto curto e objetivo, a princesa devolve aos negros a liberdade, assim como foi escrito na carta, naquela época, acabando a escravidão em apenas dois artigos que assim dizia – (A Princesa Imperial Regente, em Nome de Sua Majestade, o Imperador, o senhor dom Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a assembleia Geral decretou e ela sancionou a Lei seguinte: Art. 1º – É declarada extinta desde a data desta Lei a escravidão no Brasil. Art. 2º – Revogam-se as disposições em contrário)

Previsto para acontecer nos dias 1º e 2 de outubro, o 2º Fest Bossa & Jazz – Home Sessions divulga as primeiras atrações e altera a data do evento. Agora marcado para 2 e 3 de outubro, em formato híbrido, com apresentações ao vivo via web e com presença de público convidado no Hotel Barreira Roxa – Via Costeira, em Natal-RN, o evento reúne grandes artistas da música. Para o primeiro dia estão confirmados de Dudu Galvão & Samara AlvesCandeeiro Jazz; Ed Motta Blues Beatles. Os demais nomes serão revelados em breve.

Realizado por Juçara Figueiredo Produções e aprovado pelo programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura da Cidade do Natal, o projeto conta com patrocínio da Unimed Natal, apoio cultural da Fecomércio RN, SENAC-RN e apoio da Beju Produções. Cerveja oficial: Stella Artois.  Com oito lives entre artistas locais, nacionais e internacionais, o Festival terá transmissão pelo canal oficial da Band RN, no YouTube.

Em sua 1ª edição, produzida em abril deste ano, o Fest lançou campanha de arrecadação de fundos para o Instituto Juvino Barreto, junto aos seguidores, público e artistas participantes do Home Sessions, mantendo na versão on-line a preocupação com o impacto social do projeto, especialmente em um momento no qual os idosos estão entre os principais atingidos, devido a pandemia. Já para a 2ª edição, cultivando a mesma filosofia, porém ampliada para o impacto social da música na população potiguar, o Fest Bossa & Jazz – Home Sessions realiza nova campanha de arrecadação de fundos, agora voltado para o projeto Ilha de Música, idealizado e coordenado pelo trombonista, Gilberto Cabral, na comunidade da África, localizada na zona norte da cidade.

Acompanhe as mídias sociais e fique por dentro de tudowww.festbossajazz.com.br | @festbossajazz e Facebook.com/festbossaejazz

O Ministério do Turismo (MTur) iniciou ontem (4) os repasses para estados e municípios dos recursos previstos na Lei Aldir Blanc. Sancionada no final de junho, a lei foi regulamentada em agosto e vem para socorrer o setor cultural e de eventos durante a pandemia do novo coronavírus.

O Mtur encaminhou as ordens de pagamentos para 100 municípios e cinco estados, num total de R$ 194,2 milhões. O Estado do Amapá e o município gaúcho de Nonoai foram os primeiros a concluir todas as etapas previstas no processo. A Lei, batizada de Aldir Blanc em homenagem ao escritor e compositor que morreu de covid-19, prevê o repasse de R$ 3 bilhões, sendo metade destinada aos estados e ao Distrito Federal, e a outra metade, aos municípios e ao Distrito Federal.

O recurso poderá ser usado para pagamento de renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura – R$ 600 pelo período de três meses –, subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais – entre R$ 3 mil e R$ 10 mil – e iniciativas de fomento cultural.

Faleceu, hoje, aos 82 anos de idade, o poeta Pedro Bandeira. Ele morreu em casa, na cidade de Juazeiro do Norte, deixando esposa e duas filhas. O poeta já convivia com a doença de Parkinson há cerca de 20 anos e isso debilitou a saúde dele.

Conhecido por ser cantador profissional, cordelista e escritor, em 2019 recebeu a Comenda Patativa do Assaré, condecoração que é dada a personalidades, artistas, poetas, cantadores e pesquisadores que se destacaram por suas relevantes contribuições à Cultura Popular Tradicional. Já no ano de 2018, para celebrar os 80 anos de vida do poeta, a Vila da Música do Crato criou a “Semana Cultural Pedro Bandeira”.

Conhecido como o “príncipe dos poetas populares”, ele cantou para o papa João Paulo II e para outras figuras conhecidas nacionalmente como: os ex-presidentes Castelo Branco, Costa e Silva, João Figueiredo, Fernando Collor e José Sarney.

Teve músicas gravadas por Luis Gonzaga, Fagner, Luis Vieira, Alcymar Monteiro, Trio Nordestino, entre outros. Foi citado por Padre Antônio Vieira e apresentado ao Brasil pelas mãos de Carlos Drummond de Andrade, em crônica publicada no Jornal do Brasil, em 1970, no Rio de Janeiro.

Também foi eleito vereador por duas vezes em Juazeiro do Norte. Fundou a Missa do Vaqueiro em parceria com padre João Câncio e Luiz Gonzaga no Sertão do Pernambuco.

22
ago

Dia do Folclore

Postado às 6:17 Hs

Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, numa justa homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que “folk” significa povo e “lore” quer dizer conhecimento, cultura.

O folclore brasileiro, portanto, é a cultura de nosso povo e não há nada mais nacional do que ele. Afinal, ele é precisamente o conjunto das tradições culturais dos conhecimentos, crenças, costumes, danças, canções e lendas dos brasileiros de norte a sul. Formada pela mistura de elementos indígenas, portugueses e africanos, a cultura popular brasileira é riquíssima.Na área musical, por exemplo, são inúmeros e muito variados os ritmos e melodias desenvolvidos em nosso país. É o caso do frevo, do baião, do samba, do pagode, da música sertaneja… Há ainda as danças típicas das festas populares, como o bumba-meu-boi, o forró, a congada, a quadrilha e – é claro – o próprio carnaval, um verdadeiro símbolo de nosso país.

Um dos aspectos mais interessantes do folclore brasileiro, porém, são os seres sobrenaturais que povoam as lendas e as superstições da gente mais simples. O mais popular é o Saci, um negrinho de uma perna só, que usa um barreta vermelho, fuma cachimbo e adora travessuras, como apagar lampiões e fogueiras ou dar nó nas crinas dos cavalos.Mas há vários outros seres fantásticos em nosso folclore: o Curupira, um anão de cabelos vermelhos, que tem os pés ao contrário; a Mula-sem-cabeça, que solta fogo pelas narinas; a Boiúna, cobra gigantesca cujos olhos brilham como tochas; e o Lobisomem, o sétimo filho homem de um casal, que vira lobo nas sextas-feiras de luas cheias, entre outros.

O Brasil apresenta um cultura invejável e rica.

14
ago

Apoio

Postado às 10:54 Hs

ENGIE apoia festival internacional “Dança em Trânsito”

 

Por conta da pandemia da Covid-19, a edição deste ano do tradicional evento de dança contemporânea, que acontece de 15 a 22 de agosto, será online e 100% gratuito. Em tempos de viagens restritas e aglomerações contraindicadas por conta da pandemia da Covid-19, a organização do festival internacional “Dança em Trânsito”, que conta com o patrocínio da ENGIE Brasil Energia, conseguiu estruturar uma forma de levar cultura até o público em suas casas, de maneira segura. Idealizado com o objetivo de valorizar, promover e democratizar a dança contemporânea, a 18ª edição do evento, que acontece de 15 a 22 de agosto, será totalmente online e 100% gratuito.

A etapa online do festival internacional terá solos inéditos, criação coletiva à distância, espetáculos na íntegra, residências artísticas de intercâmbio e de criação, oficinas, projetos formativos e rodas de conversa envolvendo centenas de bailarinos, companhias de dança, coreógrafos, professores, estudantes e críticos de 68 cidades e 18 países. As exibições serão seguidas por um bate-papo ao vivo com o coreógrafo do espetáculo apresentado, que falará sobre o seu processo de criação.

Durante o festival, serão oferecidas oficinas online e gratuitas de dança, ministradas por convidados do Brasil e do exterior. E assim como nos anos anteriores, o “Dança em Trânsito”, realiza as Oficinas de Criação para jovens dos Centros de Cultura e Sustentabilidade apoiados pela ENGIE de cidades com poucas oportunidades e distantes dos grandes centros, nos municípios de Minaçu (GO), Capivari de Baixo e Alto Bela Vista, em Santa Catarina, e Entre Rios do Sul (RS) com aulas e encontros ministrados pelos coreógrafos Flávia Tápias e Anyel Aram e pela videasta Luciana Ponso. Desde a sua criação, o festival já apresentou mais de 90 companhias de 16 países em 18 cidades de nove estados brasileiros, para um público de mais de 48 mil pessoas.

Serviço:

DANÇA EM TRÂNSITO ONLINE | DESFRONTEIRAS – 18ª edição

De 15 a 22 de agosto de 2020

Programação completa e inscrições: www.dancaemtransitoonline.com

Patrocínio: ENGIE Brasil Energia

08
ago

O Brasil perde a atriz Chica Xavier

Postado às 16:49 Hs

Via G1

A atriz Chica Xavier, conhecida por papéis marcantes em novelas como “Sinhá Moça” e “Renascer”, morreu na madrugada deste sábado (8) aos 88 anos, vítima de câncer de pulmão. Ela estava internada no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Nascida em Salvador em 22 de janeiro de 1392, Francisca Xavier Queiroz de Jesus mudou-se para o Rio em 1953, aos 21 anos e se consagrou como atriz de teatro, TV e cinema, ao longo de uma carreira de mais de seis décadas. Destacou-se como uma das maiores referências da representatividade negra na arte brasileira.

Em 2010, recebeu o Troféu Palmares, entregue pelo extinto Ministério da Cultura, pelo trabalho de preservação e incentivo à cultura afro-brasileira.

“Uma precursora, símbolo de gerações de atrizes e atores negros, de representatividade, que trazia em cada cena ou fala traços latentes de baianidade. Nunca negou a origem”, disse a TV Globo em comunicado.

Nos palcos, Chica Xavier esteve na montagem de 1956 de “Orfeu da Conceição”, de Vinicius de Moraes. Atuou também em novelas como “Dancin’ Days” (1978), “Pátria minha” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “O rei do gado” (1996) e “Força de um desejo” (1999), além da minissérie “Tenda dos milagres” (1985). Seu último trabalho na TV foi “Cheias de charme” (2012).

“Obrigado, Dona Chica, por inspirar e se doar como se doou. Obrigado pelo amor e talento que nos ofereceu”, escreveu o ator Lázaro Ramos em uma rede social. A atriz Taís Araújo comentou: “O céu recebe hoje a nobreza. Entre nós vivia uma nobre, uma rainha elegante, sábia, afetuosa, agregadora, ombro e colo para muitos. Salve a rainha Chica Xavier!”.

Em 2013, Chica Xavier foi tema da biografia “Chica Xavier: Mãe do Brasil”, escrita por Teresa Montero.

A atriz deixa o marido, o também ator Clementino Kelé, com quem foi casada por 64 anos. Eles tiveram três filhos, Christina, Izabela e Clementino Junior, e três netos, Ernesto Junior, Luana Xavier e Oranyan.

Plataforma + Brasil está aberta para que os estados, Distrito Federal e municípios façam cadastramento para recebimento dos recursos do auxílio emergencial da cultura, previstos na Lei 14.017/ 2020, mais conhecida como Lei Aldir Blanc, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 29 de junho. A informação foi divulgada pelo Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, em suas redes sociais.

“Você que é secretário municipal de cultura ou secretário estadual não esqueça de orientar sua equipe para inserir os dados do seu estado e do seu município na Plataforma + Brasil”, disse.

O Governo Federal destinará R$ 3 bilhões para ações emergenciais de apoio ao setor cultural e seus trabalhadores durante a pandemia de coronavírus. O valor poderá ser destinado a:

1) Renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura no valor de R$ 600,00 por três meses. Os trabalhadores não podem ser beneficiários do auxílio emergencial pago pelo governo.

2) Subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O valor mínimo será de R$ 3 mil e o máximo de R$ 10 mil a ser definido pelo gestor local.

3) Iniciativas de fomento cultural como editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos e de produções, de desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária, de produções audiovisuais, de manifestações culturais, bem como à realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais.

Toda a operacionalização dos repasses será feita por meio da Plataforma + Brasil. O gestor deve cadastrar o plano de ação e indicar a agência de relacionamento no Banco do Brasil para onde será feita a transferência. O estado ou município deverá enviar um relatório de gestão e recolher os recursos não aplicados em um prazo de até 180 dias.

“A gestão e distribuição dos recursos é de responsabilidade dos entes locais e a verba deverá ajudar os artistas, trabalhadores da cultura, espaços e empresas culturais durante o período da pandemia”, lembrou o secretário Mário Frias.

Um dos locais atendidos é São Paulo com cerca de R$ 566 milhões. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa do Estado, Sérgio Sá Leitão, a maior parte dos recursos irá para o pagamento de renda mensal aos trabalhadores e subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais. Sérgio Sá Leitão ressaltou a importância do apoio ao setor, que segundo ele, emprega 1,5 milhão de pessoas no estado. “É uma excelente iniciativa no sentido de mitigar o impacto da crise gerada pela pandemia do coronavírus e também criar as condições para uma retomada mais acelerada dessas atividades”, afirmou.

“Estamos falando de um setor chave da economia brasileira que tem uma imensa capacidade de contribuição para o desenvolvimento na forma de geração de emprego, geração de renda, geração de oportunidades e de inclusão. Um setor estratégico que merece a devida atenção e está recebendo por meio da Lei 14.017”, destacou.

Valores

De acordo com o Ministério do Turismo, metade dos R$ 3 bilhões é destinada aos estados e Distrito Federal. A outra parte para os municípios. A divisão dos recursos por região ficou assim:

Centro-Oeste: R$ 229.056.593

Nordeste: R$ 908.407.979

Norte: R$ 327.265.525

Sul: R$ 410.035.297

Sudeste: R$ 1.133.404.449

Morreu, na madrugada desta terça-feira (21), o cantor e músico paraibano Francisco Ferreira Lima, mais conhecido como Pinto do Acordeon. Ele tinha 72 anos e estava internado desde janeiro no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde tratava um câncer.

Natural de Conceição, no Sertão do estado, Pinto do Acordeon ficou conhecido por participar de apresentações com a trupe de Luiz Gonzaga. A carreira solo começou em 1976. Ele é autor e intérprete de várias canções que marcaram a cultura nordestina, como Neném Mulher, Paixão de Beata, Matuto Teimoso e Engenho Velho.

Além de artista, Pinto do Acordeon foi vereador de João Pessoa, em mandato que durou de 1993 a 1997.

Em julho do ano passado, a obra de Pinto do Acordeon se tornou Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado da Paraíba. Ainda em 2019, o artista recebeu o título de Mestre das Artes Canhoto da Paraíba.

O corpo de Pinto do Acordeon será velado em João Pessoa, em um cemitério particular, e enterrado na cidade de Patos, no Sertão. A previsão é de que o corpo do artista chegue à capital paraibana por volta das 16h desta terça-feira.

Portal Correio

jan 21
quinta-feira
21 57
ENQUETE

Você acha que o brasileiro acostumou-se com a Corrupção ao longo do tempo ?

Ver resultado parcial

Carregando ... Carregando ...
PREVISÃO DO TEMPO
INDICADOR ECONÔMICO
100 USUÁRIOS ONLINE
Publicidade
  5.845.297 VISITAS