Morreu, na madrugada desta terça-feira (21), o cantor e músico paraibano Francisco Ferreira Lima, mais conhecido como Pinto do Acordeon. Ele tinha 72 anos e estava internado desde janeiro no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, onde tratava um câncer.

Natural de Conceição, no Sertão do estado, Pinto do Acordeon ficou conhecido por participar de apresentações com a trupe de Luiz Gonzaga. A carreira solo começou em 1976. Ele é autor e intérprete de várias canções que marcaram a cultura nordestina, como Neném Mulher, Paixão de Beata, Matuto Teimoso e Engenho Velho.

Além de artista, Pinto do Acordeon foi vereador de João Pessoa, em mandato que durou de 1993 a 1997.

Em julho do ano passado, a obra de Pinto do Acordeon se tornou Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado da Paraíba. Ainda em 2019, o artista recebeu o título de Mestre das Artes Canhoto da Paraíba.

O corpo de Pinto do Acordeon será velado em João Pessoa, em um cemitério particular, e enterrado na cidade de Patos, no Sertão. A previsão é de que o corpo do artista chegue à capital paraibana por volta das 16h desta terça-feira.

Portal Correio

24
jun

Viva São João – O santo festeiro

Postado às 0:55 Hs

A festa de São João é talvez a mais importante comemoração das festas dos santos populares e ocorrem no mês de junho. Uma das teorias sobre a origem das festas juninas é que elas teriam surgido justamente a partir do nome de São João: as festas seriam antes chamadas de “Joaninas”. Logo nos primeiros segundos do dia 24 de junho – data de nascimento do santo – já se ouve o estalar dos fogos de artifício festejando a figura de São João Batista por todo o país. A seguir, você poderá saber mais sobre o santo que deu origem a essa data comemorativa.

As tradições de São João

Segundo a Bíblia, a mãe de João Batista, Isabel, era prima de Maria, mãe de Jesus. Sendo assim, os dois eram primos de segundo grau. Os historiadores acreditam que João teria nascido cerca de 7 anos antes de Cristo. No dia de seu nascimento, 24 de junho, sua mãe, Isabel, teria mandado erguer um mastro iluminando-o com uma fogueira para que sua prima, Maria, vendo aquele sinal, soubesse que seu bebê havia nascido. Daí teriam vindo as tradições de se acender fogueiras e erguer-se mastros como forma de homenagear o santo.

A tradição conta ainda que Maria teria ido logo visitar o recém nascido João Batista levando-lhe como oferenda um feixe de folhas secas perfumadas, flores e uma capelinha, que hoje também são símbolos das festividades.

A história de São João

O pai de João, Zacarias, era sacerdote e sua mãe, Isabel, também fazia parte da sociedade religiosa da época. Assim, João Batista cresceu em meio aos ritos religiosos e tornou-se um profeta entre os judeus, responsável pela tradição judaica do batismo, o qual realizava nas águas do rio Jordão. Ao tomar a decisão de batizar também os gentios (pagãos) que decidiam se converter ao judaísmo, o profeta angariou admiradores e também inimigos.

Como profeta, João anunciava a vinda do Messias que era esperado pelos judeus como a esperança de tornar seu povo uma nação independente. Quando Jesus foi ao encontro do profeta para que ele o batizasse, João admirou-se e teve sua fé fortalecida. A bíblia diz que, ao batizar Cristo, uma pomba – símbolo do Espírito Santo – sobrevoou o rio e ouviu-se uma voz dizer: “este é Meu filho amado com o qual Me alegro”.

João Batista já era seguido por uma multidão quando passou a clamar contra o Rei Herodes condenando sua postura de ter repudiado sua esposa para ficar com sua cunhada, Herodíades. Embora o rei dissesse não se importunar com as pregações do profeta, após assistir uma belíssima dança de Salomé, filha de Herodíades, prometeu dar-lhe qualquer presente que a jovem pedisse. Salomé não pensou duas vezes, e pediu de presente a cabeça de João Batista, a qual lhe foi depois entregue em uma bandeja de prata.

20
jun

Mário Frias é novo secretário de Cultura

Postado às 11:31 Hs

Foto: Reprodução

O ator Mário Frias foi o escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o novo titular da Secretaria Especial de Cultura. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 19.

Frias será o quinto secretário da Cultura do governo, sucedendo Regina Duarte, que ficou pouco mais de dois meses no cargo, e Roberto Alvim, demitido depois de usar elementos nazistas em um discurso.

O ator foi um dos poucos artistas que compareceram à posse de Regina Duarte, em março. Frias e o presidente almoçaram no Palácio do Planalto há um mês.

O decreto publicado nesta sexta-feira, 19, traz apenas a assinatura do presidente Jair Bolsonaro, e não a do ministro do Turimo, Marcelo Álvaro Antônio, a quem a pasta é subordinada.

O ator tem sido atuante nas redes sociais, onde compartilha seu posicionamento político alinhado ao do Governo e pouco fala sobre cultura. Nesta sexta, ele postou: Você que como EU votou no Presidente @jairbolsonaro fique firme, apoie, continue convicto de sua escolha, seja forte, blinde seu cérebro de narrativas mentirosas e covardes. Transforme as dificuldades em garra e força pra lutar por um Brasil melhor!”

Há 5 dias, ele postou mensagem ironizando as vítimas da pandemia do novo coronavírus. “Milagre? Foi só o Pres. Bolsonaro pedir ao povo para filmar que os hospitais se esvaziaram. Filma mais meu povo que milagrosamente adeus Coronavírus!”, escreveu.

Estadão

18
jun

 NÍSIA FLORESTA EM VERSOS DE CORDÉIS

Postado às 11:04 Hs

Apesar da importância histórica e literária de Nísia Floresta não só para o Brasil, mas para o mundo, a autora ainda continua desconhecida por uma grande parcela da população. Esse fato tem sido explicado pelo aspecto da escritora ter vivido grande parte da sua vida no exterior.  Mas, estudo aprofundados sobre o tema ressaltam que essa pouca difusão da autora se deve ao silêncio imposto à voz das mulheres, principalmente a Nísia, que numa época de poucas liberdades ousou contestar a dominação histórica do sistema patriarcado. Soma-se a isso o descuido com a memória nacional e a ausência de políticas públicas que reparem essa dívida histórica.  Em 2020 é comemorado os 210 anos do nascimento da escritora. E para celebrar à altura uma data tão importante, o Museu Nísia Floresta e o Centro de Documentação e Comunicação Popular – CECOP, lançam o Prêmio Nísia Floresta de Literatura – 210 anos.
06
jun

Acontece

Postado às 12:44 Hs

Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Cultura, vai lançar uma programação junina que será trabalhada de forma on-line. Todas as ações serão realizadas sem custo financeiro para a Prefeitura de Mossoró e serão veiculadas através das redes sociais do Mossoró Cidade Junina e no site do evento. Os endereços são Instagram: @mossorocidadejunina, Facebook/MossoróCidadeJunina e www.mossorocidadejunina.com.br.
A programação será iniciada a partir do dia 03, com concurso “A Resistência de Mossoró e o Cangaço”, realização da Fundação Vingt-Un Rosado, com apoio da Prefeitura de Mossoró. Edital no endereço da colecaomossoroense.org.br – Inscrições em: fvrcm@uol.com.br. Também dia 03 de junho às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta um pot-pourri de Luiz Gonzaga e “Tareco e Mariola” obra de Petrucio Amorim. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No dia 04 de junho, será lançado através das redes sociais do evento a proposta do Minuto Recordação, um incentivo para que as pessoas gravem um vídeo recordando fatos, histórias, encontros e desencontros vividos pelas pessoas nas edições anteriores do Mossoró Cidade Junina.

No dia 05 será lançada a edição 2020 do Prêmio Fomento, com publicação de editais de apoio à cultura, no valor de R$ 242 mil. Na mesma data, às 19h, será veiculado o vídeo “beleza no arraia”, que faz parte de uma série de oficinas sobre cabelo e maquiagem com o maquiador e cabeleireiro  Antônio Carlos.

No dia 06, sábado, às 12h, a Live Pingo Do Mei Dia, organizado pelos artistas locais André Luvi, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forró com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. A programação também estará disponível Canal do Youtube.

Dia 06 de junho, após o Zorra Total, da Inter TV Cabugi será apresentada uma reprise do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró 2019.

Em 07 de junho, às 18h, a Banda Artur Paraguai interpreta Vital Farias “Saudade D’ocê” e “São João na Roça”.

Dia 08, às 16h, o vídeo, Para Entender Mossoró e o Cangaço. Ler o livro “Nas garras de Lampião”, de Antônio Gurgel e Raimundo Soares de Brito, na plataforma da Coleção Mossoroense.

Em 09 de junho, a partir das 19h, será veiculado o vídeo “São João nos traços da criatividade”, com oficina sobre figurinos com Josivan Silva, estilista, design de moda.

Dia 10 de junho será veiculada através das redes sociais a exposição “O Chuva de Bala por outro

ângulo”, que mostra figurinos dos personagens do Chuva de Bala e entrevistas com artistas envolvidos na construção de cada um dos personagens.

Dia 12 de junho, o V Salão Dorian Gray traz uma exposição virtual integrada por 100 artistas do RN e 200 obras selecionadas.

Dia 13, às 16h, acontecerá a entrega da carta original do prefeito Rodolfo Fernandes, à Prefeita Rosalba Ciarlini, pelo pesquisador e jornalista Robério Santos. O documento histórico em que o Prefeito informa a Antônio Gurgel que a cidade não dispõe dos 400 contos de réis.

Também em 13 de junho, às 18h, o primeiro episódio de quatro que contam a história do espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró. O episódio intitulado “O Cangaço e a organização Do Bando”, narrado pelos professores Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a formação do grupo mais temido no sertão com apresentação de cenas do Chuva de Bala.

Dia 14 de junho às 16h, segue etapa do concurso da Coleção Mossoroense, “Para Entender Mossoró e o Cangaço”. Ler livro “A Marcha de Lampião”, de Raul Fernandes. Os livros estarão disponíveis nas plataformas da Coleção Mossoroense e  www.mossorocidadejunina.com.br.

No mesmo dia, a partir das 13h, transmissão da live dos Carlinhos, com o artista Carlos José, o poetas Antônio Francisco e Caio César Muniz, André Luvi, Forró dos 3. A programação é de responsabilidade dos próprios artistas.

Dia 15 de junho, às 18h, o segundo episódio da série que conta a história do Chuva de Bala, intitulado “A Marcha Dos Cangaceiros e o Ataque”, narrado por Kildelmir Dantas e Geraldo Maia sobre a viagem do Bando e a chegada na cidade apresentando cenas do espetáculo Chuva de Bala.

Dia 15 de junho, às 11h, live com artistas do RN sobre a criação e acervo do Museu de Arte de Mossoró.

Dia 17, às 18h, a Banda Artur Paraguai apresenta pot-pourri de músicas cantada por Flávio José e “Bate Coração” de Marinês. Também dia 17 de junho às 19h, vídeo São João Coreografado, com a oficina sobre coreografias com Abraão Morais, Coreógrafos e Bailarino.

Dia 20 de junho, às 16h segue concurso da Coleção Mossoroense, “Para entender Mossoró Cangaço. Ler livro “Jesuíno Brilhante” de Raimundo Nonato. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Dia 22 de junho, às 18h, o episódio “Os preparativos da defesa”. O 3º episódio da novela mostra como o Prefeito organizou a resistência. Muitos dos atores que fizeram o Prefeito serão relembrados.

Dia 24 de junho, às 18h, seguem os vídeos de apresentação da Banda Artur Paraguai, com apresentação do Pot-pourri do Mastruz com LEITE e de Luiz Gonzaga. Disponível em: redes sociais da Prefeitura de Mossoró.

Dia 26 de junho às 16h, mais uma etapa do concurso da Coleção Mossoroense, Para Entender Mossoró e o Cangaço, com o livro “Cangaço – Episódios e personagens” de Kyldemir Dantas e Caio César Muniz. Disponível na plataforma da Coleção Mossoroense, www.mossorocidadejunina.com.br

Também dia 26 de junho, às 19h, disponibilização do vídeo “A fogueira não pode apagar… regional incendeia”, com oficinas sobre Marcação de quadrilha junina com a banda Regional Incendeia. Disponível em: Redes Sociais da Prefeitura, www.mossorocidadejunina.com.br.

Dia  27 de junho a programação será encerrada com a live Boca da Noite, às 18h, organizada e promovida pelos artistas locais André Luví, Renata Falcão, Everaldo Rodrigues, Forro com ela, Nataly Vox, João Netto Pegadão e convidados. Doações serão entregues para os músicos da cidade. Disponível em: Canal do Youtube e redes socias do Mossoró Cidade Junina.

A secretária de Cultura, Isaura Amélia Rosado destacou que a programação não terá custo financeiro nenhum por parte da Prefeitura de Mossoró, visto que será realizada pelos próprios artistas e entidades. “Todos sabem que o Mossoró Cidade Junina foi cancelado pois todos os recursos foram destinados para a Saúde. Foi uma ação justa e necessária da prefeita Rosalba Ciarlini. No entanto, a Secretaria Municipal de Cultura foi procurada pelos artistas para que algumas programações fossem apenas retransmitidas e nós daremos esse apoio, não de forma financeira, mas nos utilizando das redes sociais do evento para mostrar o trabalho desses artistas. Toda a programação poderá ser assistida de casa, cumprindo o isolamento social, sempre com objetivo de trazer um pouco de alegria às pessoas que estão em confinamento”, concluiu.

O compositor e trovador Evaldo Gouveia morreu na noite desta sexta-feira, 29 de maio, aos 91 anos.  O artista, que há alguns anos convivia com as consequências de um acidente vascular cerebral, foi contaminado pela Covid-19 e não resistiu às complicações. O cearense deixa um legado robusto e apaixonado.

Do menino de oito anos que cantava na radiadora da Praça da Estação de Iguatu ao trovador que conquistou o Brasil com palavras e melodias. Evaldo Gouveia de Oliveira nasceu em 8 de agosto de 1928 no município de Orós e, desde cedo, sentia que, eventualmente, conquistaria o País. “Eu ia pro pezinho do rádio e pegava a letra, o tom. Eu já nasci artista”, dividiu em entrevista às Páginas Azuis do O POVO, publicada em 16 de agosto de 2010. A partir de “Deixe que Ela se Vá” (1957), primeira composição de sua autoria, escreveu sentimentos e melodias intensas que reverberam até hoje no cancioneiro nacional popular e nos corações dos românticos. Entre elas, despontam “Tango de Teresa”, “Sentimental”, “Brigas”, “Bloco da Solidão e “O Trovador” – para citar somente algumas, pois entre as mais de mil composições acumulam-se sucessos.

O repertório de Evaldo Gouveia foi impulsionado pelas vozes de cantores consagrados como Altemar Dutra, Nelson Gonçalves, Alaíde Costa e Maysa Monjardim. O cearense fez parte do lendário Trio Nagô, ao lado de Mário Alves e Epaminondas Souza.

O ápice da carreira do cantor veio da relação com Altemar Dutra (1940-1983). O cearense levou Dutra às boates de Copacabana, no Rio de Janeiro, e o sucesso do cantor mineiro, interpretando as composições de Evaldo, levou ambos ao auge.

Agência de Notícias 

Morreu nesta quarta-feira (27), aos 91 anos, o escritor e jornalista Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras.

Segundo a ABL, Murilo Melo Filho morreu de manhã no Hospital Pró-Cardíaco, vítima de falência múltipla de órgãos. O sepultamento será no mausoléu da Academia Brasileira de Letras. Diante da recomendação de se evitar reuniões e aglomerações por conta do coronavírus, não haverá velório.

Murilo Melo Filho foi um dos grandes jornalistas brasileiros da segunda metade do século XX. Acompanhou de perto a política nacional, a construção de Brasília e a guerra do Vietnã. Conheceu inúmeros chefes de Estado, a quem dedicou páginas antológicas, dos mais variados espectros políticos. Foi também um acadêmico exemplar, assíduo, com a disposição de emprestar seu talento aos mais diversos cargos e serviços na Academia. Guardo a imagem de um homem bom, de uma alta sensibilidade humana, voltada sobretudo para os mais vulneráveis e desprovidos. Um momento de tristeza.”, afirmou o Presidente da ABL, Acadêmico Marco Lucchesi.

Trajetória

Murilo Melo Filho nasceu em Natal no dia 13 de outubro de 1928 e foi o mais velho de sete irmãos. Já aos 12 anos de idade começou a trabalhar no Diário de Natal, com Djalma Maranhão, escrevendo um comentário esportivo. Posteriormente passou por outras publicações da região.

Aos 18 anos, foi para o Rio, onde estudou no Colégio Melo e Souza e foi aprovado em concursos públicos para datilógrafo do IBGE e do Ministério da Marinha, ingressando a seguir no Correio da Noite, como repórter de polícia.

Trabalhou também na Tribuna da Imprensa, com Carlos Lacerda; no Jornal do Commercio, com Elmano Cardim, San Thiago Dantas e Assis Chateaubriand; no Estado de S. Paulo, com Júlio de Mesquita Filho e Prudente de Moraes Neto; e na Manchete, com Adolpho Bloch.

Estudou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na Universidade do Rio de Janeiro, pela qual se formou em Direito. Chegou a advogar durante sete anos.

Como repórter free-lancer, entrou para a Manchete, criando a seção “Posto de Escuta”, que escreveu durante 40 anos. Nessa mesma época, dirigiu e apresentou na TV-Rio, com Bony, Walter Clark e Péricles do Amaral, o programa político Congresso em Revista, que ficou no ar ininterruptamente durante sete anos, sendo a princípio produzido e apresentado no Rio e, depois, em Brasília.

Viveu em Brasília de 1960 a 1965, que testemunhou em centenas de reportagens. Construiu ali a sede de Bloch Editores e da Manchete e foi, a convite de Darcy Ribeiro e de Pompeu de Souza, professor de Técnica de Jornalismo na Universidade de Brasília.

Em trabalhos jornalísticos, acompanhou os ex-presidentes Juscelino Kubitschek a Portugal; Jânio Quadros a Cuba; João Goulart aos Estados Unidos, ao México e Chile; Ernesto Geisel à Inglaterra e à França; e José Sarney a Portugal e aos Estados Unidos.

Cobriu a Guerra do Vietnã, com o fotógrafo Gervásio Baptista, em 1967, e foi o primeiro jornalista brasileiro a cobrir a Guerra do Camboja, com o fotógrafo Antônio Rudge, em 1973, tendo chegado a Saigon e Phnom-Penh, via Tóquio.

Sexto ocupante da Cadeira nº 20 da ABL, foi eleito em 25 de março de 1999, na sucessão de Aurélio de Lyra Tavares e recebido em 7 de junho de 1999 pelo Acadêmico Arnaldo Niskier.

G1

 

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (20) a saída da atriz Regina Duarte do cargo de secretária especial de Cultura. Em publicação em uma rede social, o presidente afirmou que ela assumirá a Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

A Cinemateca Brasileira é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira e é vinculada à Secretaria da Cultura.

“Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias”, afirmou Bolsonaro. Regina Duarte assumiu a pasta em 4 de março, com a missão de “pacificar” o embate entre a classe artística e a indústria da cultura com o governo federal.

Para o lugar dela, o ator Mario Frias foi convidado pelo presidente para assumir a Secretaria Especial da Cultura. O artista, nas redes sociais, é defensor ferrenho do presidente.

Fontes: G1 e R7

 

19
Maio

Pedido

Postado às 23:41 Hs

Vivaldo pede que FJA implemente medidas para socorrer setor artístico e cultural do RN

Em mais uma sessão ordinária da Assembleia Legislativa, que aconteceu nesta terça-feira (19) de forma remota, o deputado Vivaldo Costa (PSD) encaminhou importantes requerimentos. Em uma das propostas o parlamentar solicita a implementação de medidas para socorrer o setor artístico e cultural no Rio Grande do Norte, um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19. A ideia de Vivaldo é incluir produções artísticas, em formato de vídeos feitos em casa, para serem divulgados em plataformas digitais e redes sociais, em parceria o Governo do Estado.

O pedido de Vivaldo foi encaminhado ao Diretor Geral da Fundação José Augusto, Joaquim Crispiniano Neto. “A intenção é beneficiar aqueles artistas que vivem exclusivamente da cultura e da arte. Com esses vídeos realizados pelos artistas, o Poder Público, através de um contrato temporário, poderia realizar uma ajuda financeira a esse público, e ao mesmo tempo, promover o entretenimento e a cultura aos cidadãos neste período de crise e de isolamento social. As atividades artísticas e culturais estão muito afetadas pela pandemia da COVID-19, principalmente os pequenos artistas”, contou.

Estudos indicam que o setor artístico é um dos mais afetados. Desde o mês de março, as medidas necessárias de isolamento social e o fechamento de estabelecimentos, para evitar a propagação do coronavírus, têm dificultado a classe que vive da arte, nas mais diferentes vertentes.

O ator Flávio Migliaccio morreu, aos 85 anos, nesta segunda-feira (04/05). Conhecida figura da televisão, ele foi encontrado morto nesta manhã em seu sítio, na Serra do Sambê, no Rio de Janeiro.

O corpo do ator foi encontrado pelo caseiro do sítio, que avisou a Polícia Militar. Ainda não se sabe a causa da morte nem informações sobre o velório e o enterro do ator Flávio Migliaccio.

Carreira
Nome histórico da televisão brasileira, Migliaccio teve seu último papel na televisão brasileira na novela das 18h, Órfãos da Terra, exibida em 2019. Na trama, ele vivia o personagem Mamede.

Nascido em 1934, em São Paulo, Flávio Migliaccio é um dos precursores da televisão no Brasil, inciando em 1972, como o Xerife, da série Shazan, Xerife e Cia, já na Rede Globo.

Na emissora, Flávio participou de diversas produções. Entre as novelas, deu vida a personagens em O Salvador da Pátria (1989), Rainha da Sucata (1990), A Próxima Vítima (1995), Torre de Babel (1998), Senhora do Destino (2004) e Órfãos da Terra (2019). Curiosamente, Flávio Migliaccio poderá ser visto na reprise de Êta Mundo Bom, que está no ar na faixa do Vale a Pena Ver de Novo. Na trama, ele vivia o Dr. Josias da Conceição.

Informações: Veja e Metrópoles

O compositor e escritor Aldir Blanc, de 73 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (4) no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio. Ele estava com Covid-19 e seu quadro de saúde era considerado grave. No dia 10 de abril, o compositor deu entrada na CER do Leblon com infecção urinária e pneumonia, que evoluíram para um quadro de infecção generalizada. Cinco dias depois, a partir de uma campanha de amigos e artistas, ele conseguiu transferência para o Hospital Pedro Ernesto. Na unidade, chegou a apresentar sinais de melhoras, mas como seu estado era muito grave, foi mantido sedado o tempo inteiro.
22
abr

§ § Espaço Web § § – Poesia

Postado às 3:05 Hs

NOITES DE SOLIDÃO…

Desordenadamente, tenta expor o pensar,
E sucumbe ante a fraqueza do corpo.
Versos que, ingloriamente, rabiscados,
Não deixam passar o devaneio da alma,
Expõem, friamente, a agonia de uma noite sem fim.

Sua imaginação teima em levá-la para longe da solidão,
Num antagonismo crônico de quem prefere a felicidade
Ao avesso da batalha da incredulidade e do desfalecimento.

Entretanto, as horas passadas, em comunhão com a dor,
Revelam o pesadelo quase clandestino de sua amargura,
Que, desenhado em escrita declamada de lembranças,
Sob o manto sagrado das noites desérticas sem amores,
Morre, poeticamente – e diariamente -, a cada amanhecer.


Por Raimundo Antônio

19
abr

§ § Espaço Web § Morre Lentamente

Postado às 18:12 Hs

 

 Por Pablo Neruda

 

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.

 Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o alvo e os pontos sobre as “*íes” a um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

 Morre lentamente quem não “vira a mesa” quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o verdadeiro pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

 Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

 Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.

 Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se de sua má sorte ou da chuva incessante.

 Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando de um assunto que desconheceou não respondendo quando lhe indagam sobre algo que sabe.

 Evitemos a morte em suaves parcelas, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples fato de respirar.

 Somente a ardente paciência fará que conquistemos uma esplêndida felicidade.

Faleceu nesta segunda-feira (13), no Rio de Janeiro (RJ), o cantor Moraes Moreira, aos 72 anos. Foi encontrado sem vida no apartamento onde morava. A causa da morte ainda não foi divulgada.

A causa da morte ainda não foi conhecida. Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos de Ituaçu, o “Portal da Chapada Diamantina”. Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, Bahia. Mudou-se para Salvador e lá conheceu Tom Zé, e também entrou em contato com o rock n’ roll. Mais tarde, ao conhecer Baby Consuelo, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, formou o conjunto Novos Baianos, onde ficou de 1969 a 1975.

Em mais de 50 anos de carreira, Moraes Moreira trafegou do rock ao axé, sem esquecer do samba, sua eterna paixão. Ainda criança, tocava sanfona nas festas de São João na cidade de Ituaçu, onde nasceu. O contato com o rock veio só quando foi morar em Salvador, já com a influência de futuros tropicalistas como Tom Zé. Acabou se tornando um virtuose do violão e da guitarra.

Saiu em carreira solo no ano de 1975, e desde então já lançou mais de 20 discos. Na sua carreira solo, destacou-se como o primeiro cantor de trio elétrico, cantando no Trio de Dodô e Osmar, e lançou diversos sucessos de músicas de carnaval, no que se convencionou chamar de “frevo trieletrizado”.

O desenhista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, disse que colocou o Cascão para lavar as mãos no combate ao coronavírus com o objetivo de passar uma mensagem positiva e alertar sobre a importância da higiene pessoal no combate à disseminação do vírus. O personagem é conhecido por não gostar de tomar banho e estar sempre “sujinho”. Além de lavar as mãos, Cascão, que tem medo de água, também está tomando banho e encomendou até sabonetes.

Ele ressaltou que Cascão ouviu as orientações das autoridades sanitárias para se prevenir contra a doença. “Não é muito usual, não era muito comum, mas depois dessa pandemia ele ouviu bem o que o pessoal estava falando, ouviu as autoridades sanitárias e resolveu que vai entrar na roda do pessoal que tá se cuidando, se preocupando com a higienização e tá lavando as mãos, mas consta que também está tomando banho”, disse o cartunista na manhã desta terça-feira (31), em entrevista.

A prefeita Rosalba Ciarlini anunciou na tarde deste domingo, 22, que, em função da pandemia do Coronavírus, o Mossoró Cidade Junina deste ano será cancelado. Os recursos serão destinados para a saúde do município.

“Desde o começo dessa crise do coronavírus havíamos admitido a possibilidade do cancelamento. No primeiro momento, tomamos as medida emergenciais para o enfrentamento desse problema que está trazendo preocupação em todo o mundo. Com a confirmação do primeiro caso em Mossoró e o pronunciamento do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de que haverá um agravamento da doença entre os meses de maio a julho, decidimos cancelar por 90 dias todos os eventos esportivos e artístico-culturais, entre eles o Cidade Junina”, esclareceu.

O cancelamento do MCJ 2020 será publicado no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) de amanhã, dentro do decreto de calamidade pública que trará outras medidas de prevenção e combate ao Covid-19. “Estamos em um período delicado no mundo inteiro. Mossoró tem que fazer a sua parte de forma planejada e responsável para combater esta pandemia em nosso município. Um caso já foi confirmado. Estamos juntando esforços e pedindo que as pessoas evitem aglomerações”, reforçou a prefeita.

A secretária de Cultura Isaura Amélia reconhece que não há condições para a celebração do ciclo junino na cidade. “Por sugestões e determinação da prefeita Rosalba, alguns dos núcleos de programação do Mossoró Cidade Junina deverão ser incluídos em outras atividades culturais ao longo do ano, quando superarmos este momento”, disse.

O Mossoró Cidade Junina aconteceria entre os dias 06 e 27 de junho, seguido do campeonato de grupos de quadrilhas juninas Nordestão, nos dias 11 e 12 de julho.

A programação do São João 2020 de Campina Grande foi divulgada na manhã da ultima sexta-feira (6).

Esta é a 37ª edição da festa junina, que acontece de 5 de junho a 5 de julho. A abertura vai ficar por conta do cantor Flávio José e a véspera de São João tem show de Elba Ramalho.

Programação completa do São João de Campina Grande 2020

  • Dia 5 de junho, sexta-feira (abertura): Flávio José; Calcinha Preta; Biliu de Campina; Genival e João Lacerda; Eric Land;
  • Dia 6 de junho, sábado: Simone e Simaria; JM Puxado; Capilé; Tinho Lima;
  • Dia 7 de junho, domingo: Banda Encantus; Sâmya Maia; Felipe Alcântara; Fernanda Lima;
  • Dia 9 de junho, terça-feira: Louvor e Adoração;
  • Dia 10 de junho, quarta-feira: Dorgival Dantas; Luan Estilizado; Pedrinho Pegação; Felipe Warley;
  • Dia 11 de junho, quinta-feira: Kátia Cilene; Banda Cascavel; Aduílio Mendes;
  • Dia 12 de junho, sexta-feira: Walkyria Santos; Gil Mendes; Fabiana e Forró das Antigas; Mexe Ville;
  • Dia 13 de junho, sábado: Felipe Araújo; Fabiano Guimarães; Coroné Grilo; Anna Barros;
  • Dia 14 de junho, domingo: Waldonys; Os 3 do Nordeste; Forró da Barka; Edu e Maraial;
  • Dia 16 de junho, terça-feira: Padre Nilson e convidados;
  • Dia 17 de junho, quarta-feira: Geovane Júnior; Estella Alves; Filipe Santos;
  • Dia 18 de junho, quinta-feira: Cavalo de Pau; Forrozão das Antigas; Poeta Francinaldo; Cumpade João e Seu Cabras;
  • Dia 19 de junho, sexta-feira: Matheus e Kauan; Jonas Esticado; Henry Freitas; Berinho Lima;
  • Dia 20 de junho, sábado: Zé Neto e Cristiano; Edyr Vaqueiro; Fabiano Guimarães; Matheus Fernandes;
  • Dia 21 de junho, domingo: Brasas do Forró, Assisão; Duquinha; Forró da Resenha;
  • Dia 22 de junho, segunda-feira: Karkará; Forró 3×4; Niedson Lua; Candeeiro Natural;
  • Dia 23 de de junho: Elba e convidados;
  • Dia 24 de junho, quarta-feira: Ton Oliveira; Douglas Pegador; Os Parazin; Rapha Mello;
  • Dia 25 de junho, quinta-feira: Eliane, Tan, Gitana Pimentel;
  • Dia 26 de junho, sexta-feira: Gustavo Mioto; Naiara Azevedo; Ramon Schnayder; Garota Sertaneja;
  • Dia 27 de junho, sábado: Henrique e Juliano; Iohannes; Os Gonzagas; Coco Seco – Cesar e Artur;
  • Dia 28 de junho, domingo: Bonde do Brasil, Priscila Senna; Forró Campina; Forró do Nosso Jeito;
  • Dia 29 de junho, segunda-feira: Luizinho Calixto; Forró D2; Diego Santana;
  • Dia 30 de junho, terça-feira: Evento religioso;
  • Dia 1º de julho, quarta-feira: Ana Barros; Inaldete Amorim; João Neto Pegadão;
  • Dia 2 de julho, quinta-feira: Cavaleiros do Forró; Forró do Garotinho; Bob Léo Mercadoria; Lucca e Wilker;
  • Dia 3 de julho, sexta-feira: Raí Saia Rodada; Márcia Fellipe; Banda Palov; Donas da Farra;
  • Dia 4 de julho, sábado: Wesley Safadão; Luka Bass; Gegê Bismarck; Fabrício Rodrigues;
  • Dia 5 de julho, domingo: Santanna, o Cantador; Ranniery Gomes; Tony Dumond. (Encerramento)
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