Foto: Reprodução

O jornal The New York Times voltou a defender que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Partido Democrata), desista de se candidatar à reeleição. Ele tem afirmado que disputará as eleições do país contra o republicano Donald Trump, em 5 de novembro.

No editorial publicado nessa terça-feira (9/7), o jornal americano disse que o presidente dos EUA, de 81 anos, está “passando vergonha, “colocando seu legado em risco” e aponta que Biden “parece inapto” ao manter a candidatura.

Biden se comprometeu a cumprir um segundo mandato inteiro se for reeleito, afirmou sua porta-voz, Karine Jean-Pierre. Um segundo mandato terminaria em 2028, quando o democrata terá 86 anos.

Desde o último dia 27 de junho – data do primeiro debate eleitoral –, aumentou a pressão para que Biden desista de concorrer ao pleito, em razão do mau desempenho dele. Na ocasião, o presidente se mostrou confuso, hesitante e pouco reativo. Depois, admitiu não ter ido bem, mas vem insistindo que tem capacidade para seguir na disputa.

Metrópoles

Lula e Biden, homens brancos e de cabelo branco, estão em um ângulo 45 graus olhando para a foto. Um do lado do outro, Lula à direita da imagem, em primeiro plano.

Lula da Silva e Joe Biden já estão com prazo de validade vencido

Por Carlos Newton

Na Roma Antiga, sempre que o imperador vencia uma guerra e voltava a Roma, para ser aclamado pelos cidadãos, um centurião era encarregado de ficar a seu lado, repetindo que ele era mortal como os outros e não poderia se deixar levar pela vaidade. Dois mil anos depois, essa prática necessária e saneadora foi abandonada, os políticos se comportam como se não fossem morrer nunca.

Vejam os casos que transcorrem paralelamente, envolvendo dois importantes governantes do nosso tempo – o norte-americano Joe Biden e o brasileiro Lula da Silva. Ambos se deixam levar pela ânsia de poder e tentam desconhecer que a passagem do tempo não perdoa, pois ninguém consegue ficar velho com disposição e saúde para se comportar como um jovem.

PAPEL RIDÍCULO – Em meio à crescente pressão para que abandone a candidatura à Casa Branca, o presidente Joe Biden parece não ter medo do ridículo e partiu para o confronto contra seu próprio partido nesta segunda-feira (dia 8), na esperança de dar um basta nas especulações sobre sua substituição na chapa democrata.

Na manhã desta segunda-feira, quando o Congresso retomoou os trabalhos após alguns dias de recesso, Biden tomou três atitudes constrangedoras. Primeiro, enviou uma mensagem aos parlamentares democratas, em que defende ser “a melhor pessoa“ para derrotar o republicano Donald Trump, que lidera as pesquisas.

Ao mesmo tempo , ele participou do programa “Morning Joe”, da MSNBC, um canal visto como simpático ao presidente. Falando de surpresa por telefone, ele desafiou os colegas contrários à sua candidatura.

DISSE BIDEN – “Estou ficando tão frustrado com as elites do partido…”, queixou-se. “Qualquer um desses caras que acham que eu não deveria concorrer, concorra contra mim. Anuncie sua candidatura à Presidência, me desafie na convenção”, disse Biden, referindo-se à reunião de agosto, quando os democratas vão oficializar seu candidato na disputa pela Casa Branca.

Em seguida, Biden pediu ao comitê nacional de finanças da campanha que reforçasse aos doadores que ele permanece na corrida e que é o melhor nome contra os republicanos, vejam que desfaçatez.

Chega a dar pena. Biden não compreende que não se trata de ser o melhor ou pior – a questão é sua flagrante debilidade física e mental. É claro que o partido o substituirá, e qualquer um mais jovem serve, inclusive a atual vice Kamala Harris, que está subindo nas pesquisas.

BIDEN DA SILVA – Aqui na filial Brazil vive-se novela semelhante à da matriz USA. E já pegou o apelido “Biden da Silva”, que o senador Ciro Nogueira (PP-PI) colocou no presidente Lula, por estar seguindo idêntico caminho do norte-americano. Biden chega às eleições aos 81 anos, a mesma idade que Lula terá no segundo turno da eleição de 2026.

Lula, vulgo “Biden da Silva”, Lula completa 79 anos agora em outubro, é onze meses mais novo do que Joe Biden, está na mesma situação, mas faz questão de alegar ser diferente. ¨Tenho 70 anos, energia de 30 e tesão de 20 anos”, disse num evento em Osasco, reduzindo sua idade em 8 anos. E desafiou os incrédulos: “Quem achar que o Lulinha está cansado, pergunte para a Janja. Ela é testemunha ocular”.

Coitada da Janja da Silva. Casou com um quase octogenário, que está variando, não diz coisa com coisa e faz ela passar esses constrangimentos de alcova.

Javier Milei chega em Balneário Camboriú e é recebido por Bolsonaro para  CPAC | Jornal Razão

Milei abraça Bolsonaro ao chegar ao encontro em Santa Catarina

Por Pedro Augusto Figueiredo e Tácio Lorran / Portal Terra

Em sua primeira viagem ao Brasil desde que foi eleito, o presidente da Argentina, Javier Milei, criticou o que chamou de governos socialistas dos últimos 20 anos na América Latina, sem citar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Milei ainda afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é vítima de uma perseguição judicial no País e pediu maior liberdade de expressão.

Para Milei, a “liberdade de expressão, valor fundamental da democracia, se encontra questionado nas principais potencias do mundo sob a desculpa de não ferir a sensibilidade de ninguém, ou respeitar supostos direitos de algumas minorias ruidosas”.

ABERRAÇÕES E CENSURA – Ele afirma que é cada vez mais frequente ouvir que países em que se acreditava que “respeitavam os princípios básicos da democracia, se cometem aberrações em matéria de liberdade de expressão e censura”.

O presidente argentino avalia que muitas pessoas veem esses conceitos como “abstratos”, mas, nas palavras dele, deveriam pensar duas vezes ao ver “o que lamentavelmente começa a ocorrer hoje no Brasil”.

Milei não entrou em detalhes sobre essa menção, tampouco mencionou o governo brasileiro ou o poder judiciário, que foi alvo de várias críticas de outros participantes durante a quinta edição da Conferência de Política Ação e Conservadora (CPAC Brasil), evento que recebeu o presidente argentino para seu discurso de encerramento.

DESCONTRAÇÃO – O CPAC foi realizado neste fim de semana em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Em sua fala, Milei estava acompanhado no palco por Bolsonaro, o governador catarinense Jorginho Mello (PL), o senador Jorge Seif (PL-SC) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), organizador do evento. A irmã de Milei, Karina Milei, secretária-geral do governo argentino, o porta-voz Manuel Adorni e o ministro da Defesa, Luis Alfonso Petri, também foram chamados para assistir ao discurso ao lado dos políticos brasileiros.

Milei foi recebido pelo público com gritos de “Viva la libertad, carajo” e “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”. Ele cumprimentou Bolsonaro, chamando-o de presidente, e Eduardo pela recepção, disse que se sentiu em casa e que é “sempre um prazer estar entre os amigos”.

O presidente argentino usou seu discurso para criticar o que chamou de “governos socialistas” dos últimos 20 anos na América Latina e disse que o único interesse dessas administrações é o “poder pelo poder”.

DISSE MILEI – “Esses governos constituem uma receita do desastre econômico, social, político e cultural”, disse. “Uma relação de causalidade entre esses dois elementos não é coincidência”.

Ele citou como exemplos Cuba, Nicaraguá e Venezuela, classificando as gestões desses países como “ditaduras sanguinárias”. Disse ainda que Bolsonaro sofre uma perseguição judicial no Brasil, mas sem entrar em detalhes.

Também criticou as propostas econômicas de governos de esquerda. Para ele, o aumento do gasto público leva à inflação e, quando o dinheiro acaba, é necessário aumentar impostos para manter o nível de despesas. Milei encerrou o discurso com três gritos de “Viva la libertad, carajo” e abraçou e deu as mãos a Bolsonar antes d

Foto: Reprodução

A revista norte-americana “The Economist” pediu nesta quinta-feira (4) em editorial e em sua capa que o presidente dos EUA, Joe Biden, retire sua candidatura às eleições de 2024 pelo Partido Democrata.

A capa da edição da revista publicada nesta quinta estampa a foto de um andador com o selo da presidência dos EUA e diz: “sem condição de comandar um país”. Biden tem 81 anos e, se reeleito, deixaria o segundo mandato com 86 anos.

Na semana passada, a revista e de uma série de outras publicações dos Estados Unidos, como os jornais “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, pediram em editorial que Biden desistisse de concorrer, após seu desempenho ruim no debate eleitoral contra o candidato republicano, o ex-presidente dos EUA Donald Trump.

No novo editorial, desta quinta, a “The Economist” alegou que a resposta de Biden e de sua campanha ao debate e aos apelos para que ele fosse substituído por outro candidato democrata foi ainda pior que o enfrentamento contra Trump.

“O debate presidencial foi terrível para Joe Biden, mas o encobrimento foi pior. A desonestidade da sua campanha provoca desprezo. Ele deve retirar a candidatura”, escreveu a publicação. “Joe Biden merece ser lembrado por suas conquistas e sua decência, não por seu declínio.

A revista acha que a campanha de Biden “encobriu” as falhas de memória e falta de capacidade do presidente para governar por mais quatro anos. “Foi uma agonia ver um idoso confuso lutando para lembrar palavras e fatos”, diz a publicação.

Na quarta-feira (3), respondendo às pressões, o presidente dos EUA voltou a dizer que não desistirá da corrida à Casa Branca.

“Eu estou concorrendo. Eu sou o líder do Partido Democrata. Ninguém vai me forçar a sair”, disse Biden, de acordo com um assessor seu.

A Casa Branca também afirmou que o presidente “não está pensando em desistir”. Questionada em uma entrevista à imprensa na Casa Branca sobre se o presidente estava considerando a possibilidade de abandonar a corrida eleitoral, a porta-voz do governo Biden, Karine Jean-Pierre, respondeu: “Absolutamente, não!”.

g1

A ex-primeira-dama Michelle Obama é a única opção democrata que venceria o ex-presidente Donald Trump (Partido Republicano) nas eleições dos Estados Unidos. A mulher de Barack Obama (Partido Democrata) teria 50% dos votos contra 39% do republicano, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nessa 3ª feira (2.jul.2024).

Desde o desempenho considerado fraco do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no debate contra Trump, uma troca no Partido Democrata para as eleições de novembro passou a ser discutida e considerada. Michelle, no entanto, já disse que não tem interesse em concorrer à Casa Branca. Eis a íntegra do levantamento, em inglês (PDF – 387 kB).

Segundo a pesquisa, se as eleições fossem hoje, Biden e Trump estariam empatados, ambos com 40% dos votos.

Entre os outros nomes apresentados está a atual vice-presidente Kamala Harris, que teria 42% em um confronto direto contra Trump, com 43%.

Já o governador da Califórnia, Gavin Newsom, seria o 3º democrata com maior percentual de votos contra o republicano, entretanto, ainda perderia a disputa, já o ex-presidente somaria 42% dos votos.

Poder 360

Eleitores registrados que assistiram ao debate da CNN desta quinta-feira (27) entre o presidente Joe Biden e o ex-presidente Donald Trump disseram que Trump teve um desempenho melhor.

Segundo o levantamento, 67% entenderam que Trump foi melhor, enquanto 33% avaliaram o desempenho de Biden como melhor.

Antes do debate, os mesmos eleitores disseram — 55% a 45% — que esperavam que o republicano tivesse um desempenho melhor do que o democrata.

Os resultados da pesquisa refletem as opiniões do debate apenas entre os eleitores que estavam sintonizados e não são representativos das opiniões do público votante completo — em sua demografia, suas preferências políticas ou o nível de atenção que eles dão à política.

Os espectadores do debate ouvidos para a pesquisa tinham 5 pontos a mais de probabilidade de serem alinhados aos republicanos do que aos democratas, resultando em um público que era ligeiramente mais inclinado ao partido Republicano do que todos os eleitores registrados nacionalmente.

Mas os resultados são uma mudança em relação a 2020, quando Biden foi visto pelos observadores do debate como tendo um desempenho superior a Trump em seus debates presidenciais.

CNN Brasil

O Brasil foi uma das várias nações que não assinaram neste domingo (16) a declaração final da conferência pela paz na Ucrânia, ocorrida em Lucerna, na Suíça.

Lula não compareceu ao evento, por alegar que a cúpula não alcançaria seu objetivo pela paz sem o envolvimento dos russos nas negociações. Então, ele enviou a embaixadora do Brasil na Suíça, Cláudia Fonseca Buzzi, para participar do evento.

Além do país sul-americano, que participou como observador, a Arábia Saudita, o México, a Índia, a África do Sul e a Indonésia também foram alguns dos que não assinaram o documento da cúpula.

Entre os 92 participantes em vários graus de representação, a declaração final foi firmada por 80 nações. O comunicado final da cúpula “reafirma a integridade territorial” da Ucrânia e apela pela troca de prisioneiros de guerra, além do regresso de crianças sequestradas pela Rússia.

O mundo autocrático, na figura dos seus principais chefes de Estado e de governo lamentou a morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, que morreu num acidente de helicóptero no domingo, 19 de maio.

Entre as reações estão a do presidente da China, Xi Jinping, que afirmou que a morte de Raisi foi “trágica” e que “o povo chinês perdeu um bom amigo” e a do presidente russo, Vladimir Putin, que também expressou suas condolências à família e seguidores de Ebrahim Raisi:

“Raisi foi um político exemplar e notável. Toda a sua vida foi dedicada a servir a sua pátria. Ele merece ser lembrado como um verdadeiro amigo da Rússia, ele deu uma valiosa contribuição pessoal para o desenvolvimento de relações de boa vizinhança entre nossos países. Minhas mais profundas condolências, condolências à sua família e ao povo do Irã“, disse Putin.

Bashar al-Assad, presidente sírio, também enviou a sua solidariedade ao Irã e afirmou que a Síria trabalhou com Raisi “para garantir que as relações estratégicas entre ambas as nações sempre floresçam”.

Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia, por sua vez, considerou que Raisi era um “colega valioso que soube trabalhar pela paz do povo iraniano”.

Mohammed Shia al-Sudani, primeiro-ministro do Iraque, foi outro dos políticos que se manifestou pela morte de Raisi. “Sentimos muita tristeza e muita dor”, disse ele. Ao mesmo tempo, o presidente dos Emirados Árabes Unidos, bin Zayed Al Nahyan, afirmou que o seu território “é solidário com o Irã neste momento difícil”. O governante egípcio Abdel Fattah El-Sissi observou que “os líderes e o povo do Irã estão passando por uma grande perda”.

Na América Latina, Nicolás Maduro comentou: “Estamos dominados por uma grande dor por ter que dizer adeus a uma pessoa exemplar (…) um excelente ser humano, defensor da soberania de seu povo e amigo incondicional do nosso país”.

O Governo da Colômbia também “lamenta profundamente a morte do presidente do Irã, Ibrahim Raisí e do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Hosein Amir Abdolahian, e das outras pessoas que perderam a vida no acidente de helicóptero. A Colômbia expressa seus sentimentos de condolências por este trágico acontecimento e acompanha as famílias das vítimas deste doloroso acidente e o povo iraniano em geral”, indicou.

O presidente do Brasil, também prestou condolências à falecida autoridade iraniana:

“Com pesar soube da confirmação da morte do presidente iraniano Ebrahim Raisi e do seu chanceler, Hossein Amir Abdollahian e de todos os passageiros e tripulação, após a queda de seu helicóptero”, disse o presidente brasileiro, na manhã desta segunda-feira, 20 — após a confirmação de que a aeronave foi encontrada. “Minhas condolências aos familiares de todas as vítimas, ao governo e ao povo iraniano”, escreveu Lula em seu perfil pessoal no X. O Itamaraty também escreveu nota de solidariedade.

Ebrahim Raisi é também conhecido como “açougueiro de Teerã”, devido à sua responsabilidade na execução de milhares de presos políticos.

O Antagonista

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Entidades judaicas no Brasil rechaçaram a nota do governo brasileiro sobre o ataque do Irã contra Israel. No sábado, o Itamaraty divulgou comunicado dizendo que o Brasil acompanha “com grave preocupação” o lançamento de drones e mísseis em território israelense, mas não condenou Teerã.

Para Cláudio Lottenberg, presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil), a posição do governo Lula é “lamentável”, e a política externa brasileira se colocou ao lado da ‘teocracia iraniana”.

“A posição do governo brasileiro é mais uma vez frustrante; o mundo democrático e vários países do Oriente Médio se uniram a Israel em condenar e combater o ataque do Irã”, disse Lottenberg. “Já a atual política externa do Brasil optou por se colocar ao lado da teocracia iraniana, desviando novamente de nossa linha diplomática histórica de condenar agressões desse tipo. Lamentável.”

A diretora-executiva do Instituto Brasil-Israel (IBI), Manoela Miklos, também fez duras críticas ao posicionamento brasileiro. “Ao ler a nota do governo brasileiro, fica evidente a oportunidade perdida de condenar um ataque internacional flagrantemente ilegal que pode gerar instabilidade regional de escala imprevisível”, disse Miklos. “Fica igualmente evidente que mais poderia ser dito sobre a angústia que famílias israelenses sentiram nessa madrugada, imersas em desinformação e aguardando drones e mísseis que riscavam o céu de suas ruas. E mais: a nota parece dar margem para dúvidas sobre o que se passou ontem, e não há.”

Entidades judaicas vêm criticando os posicionamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Itamaraty desde os ataques terroristas do Hamas em Israel, em outubro do ano passado, e a subsequente guerra em Gaza.

Em fevereiro, Lula comparou as ações militares de Israel na Faixa de Gaza a um genocídio e fez um paralelo com o extermínio de judeus promovido por Adolf Hitler. “Sabe, o que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino, não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”, afirmou o petista.

As declarações levaram o Ministério das Relações Exteriores do governo de Binyamin Netanyahu a declarar o líder brasileiro “persona non grata”.

“Não esqueceremos nem perdoaremos”, disse o chanceler Israel Katz. Em mensagem ao embaixador do Brasil no país, seguiu: “Em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, diga ao presidente Lula que ele é persona non grata em Israel até que retire o que disse”.

As declarações também suscitaram respostas da comunidade judaica brasileira.

A Conib disse à época que o governo Lula “abandona a tradição de equilíbrio e a busca de diálogo da política externa brasileira”. A Federação Israelita do Estado de São Paulo também lamentou a fala do presidente.

Folhapress

Os militares israelenses disseram neste domingo (14) que “99%” dos mais de 300 projéteis disparados contra Israel pelo Irã foram interceptados.

Apenas “um pequeno número” de mísseis balísticos atingiu o território do país, disse o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, contra-almirante Daniel Hagari.

Os restantes mísseis balísticos, todos os mísseis de cruzeiro e todos os drones foram interceptados antes de chegarem ao território israelita, acrescentou.

Cerca de 170 drones, mais de 30 mísseis de cruzeiro e mais de 120 mísseis balísticos foram lançados contra Israel pelo Irã, disse ele, a grande maioria interceptada pela Força Aérea Israelita e “parceiros” israelitas.

Os mísseis balísticos que atingiram Israel caíram sobre a base aérea de Nevatim, no sul do país, disse Hagari, acrescentando que causaram apenas danos estruturais leves. A base estava funcionando e continuando suas operações após o ataque, com aviões continuando a utilizar a base, acrescentou.

Algumas das armas lançadas contra Israel foram disparadas do Iraque e do Iémen, acrescentou Hagari.

CNN Brasil

As pessoas em todo mundo desperdiçaram por dia o equivalente a um bilhão de refeições em 2022, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Esse cálculo é provisório e a quantidade de alimentos desperdiçados pode ser muito maior, apontam os responsáveis pelo Índice de Desperdício de Alimentos.

Embora ainda existam 800 milhões de pessoas que sofrem com a fome, o mundo desperdiçou mais de um bilhão de toneladas de alimentos em 2022, o equivalente a mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,21 trilhões na cotação da época). Isso representa aproximadamente quase um quinto de tudo o que é produzido, “uma tragédia global”, diz o texto.

“Milhões de pessoas passarão fome hoje enquanto os alimentos são desperdiçados em todo o mundo”, afirma Inger Andersen, diretora-executiva do Pnuma. E esse não é apenas um fracasso moral, mas também ambiental, destaca ela.

Foto: Reprodução/Kremlin (via Telegram)

Vladimir Putin venceu a eleição russa e se manterá no poder até 2030. A informação foi confirmada pela TV estatal Russia-24.

Os resultados iniciais de pesquisas de boca de urna indicam uma vitória com cerca de 88% dos votos apurados até por volta das 15h35 deste domingo (17). Os resultados oficiais, segundo a TV estatal, confirmaram o indicado pela pesquisa. O favoritismo de Putin foi confirmado após três dias da votação que começou na sexta-feira (15) e terminou neste domingo por volta das 15h (horário de Brasília). Mais de 8 milhões de pessoas votaram online, segundo o órgão.

O atual presidente não tinha outros concorrentes com real chance de vitória. Isso porque os outros três candidatos, todos deputados são considerados fantoches — eles votaram a favor da guerra na Ucrânia no Parlamento e já fizeram declarações públicas de apoio a Putin.

Maior país do mundo em área territorial e com uma população de 141 milhões de habitantes, a Rússia adotou a votação em três dias para dar conta de regiões com 11 fusos horários diferentes. São cerca de 114 milhões de eleitores, incluindo ucranianos convocados a votar nos territórios ocupados por tropas russas.

A eleição surge no contexto de uma repressão implacável que sufocou os meios de comunicação independentes e grupos de direitos humanos proeminentes. O mais feroz inimigo de Putin, Alexei Navalny, líder da oposição ao presidente russo, morreu em uma prisão no Ártico em fevereiro, e outros críticos estão na prisão ou no exílio.

Presidente mais longevo desde Stalin, Putin mudou a Constituição para poder ficar no cargo até 2036

Putin está no poder há 24 anos e é o presidente mais longevo da Rússia desde Josef Stalin, da época da União Soviética. Caso eleito, o que a imprensa internacional dá como certo, o atual presidente terá a chance de ultrapassar os quase 30 anos de Stalin no comando. Em 2020, Putin mudou a Constituição para poder ficar no cargo até 2036.

Homenagens ao opositor morto

Navalny foi homenageado neste terceiro dia de votação. Na capital russa, pessoas visitaram o túmulo do líder opositor morto e, sobre ele, colocaram um modelo da ficha de voto em que se lê o nome dele.

Pelo menos meia dúzia de casos de vandalismo em locais de votação foram relatados na sexta (15) e no sábado (16), incluindo um bombardeio incendiário e pessoas derramando um líquido verde nas urnas. Em 2017, Navalny foi atacado por um agressor que lhe salpicou desinfetante verde na cara.

Neste domingo, Yulia Navalnaya, viúva de Alexei Navalny, participou de um protesto contra Putin e votou na embaixada russa em Berlim. Segundo a BBC, Navalnaya disse aos repórteres ter colocado o nome de Navalny na cédula de votação.

G1

Foto: ABIR SULTAN POOL/Pool via REUTERS

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, neste domingo (18), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “cruzou uma linha vermelha” em suas declarações mais recentes sobre a guerra na Faixa de Gaza.

Durante a coletiva de imprensa que encerrou sua viagem à África, Lula disse que o Exército israelense comete genocídio contra os palestinos e fez alusão à matança de judeus na Alemanha nazista de Adolf Hitler.

“As palavras do presidente do Brasil são vergonhosas e graves. Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender”, publicou Netanyahu no X (antigo Twitter).

Imagem: reprodução/X

“Comparar Israel ao Holocausto nazista e a Hitler é cruzar uma linha vermelha. Israel luta pela sua defesa e pela garantia do seu futuro até à vitória completa e faz isso ao mesmo tempo que defende o direito internacional”, acrescentou o premiê.

Netanyahu, juntamente com seu ministro de Relações Exteriores, Israel Katz, decidiram convocar o embaixador brasileiro em Israel para uma “dura conversa de repreensão”. Essa reprimenda deve acontecer nesta segunda-feira (19).

CNN Brasil

Foto: Twitter “X”/reprodução

Após a reunião desta quinta-feira (14) em São Vicente e Granadinas, os governos da Venezuela e da Guiana concordaram em continuar o diálogo sobre a disputa pelo território de Essequibo.

“A Venezuela e a Guiana manifestam a sua vontade de continuar o diálogo, para resolver a controvérsia em relação ao território de Essequibo”, informou a conta no X da Imprensa Presidencial Venezuelana. O acordo foi selado com um aperto de mão entre o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o presidente da Guiana, Irfaan Ali.

A Venezuela voltou a reivindicar o território de Essequibo, na fronteira entre os dois países, nos últimos anos após a descoberta de uma reserva com potencial para produção de cerca de 11 bilhões de barris de petróleo e gás offshore.

CNN Brasil

O presidente eleito Javier Milei (LLA) tomou posse como novo mandatário da Argentina, neste domingo (10/12), ao lado da vice, Victoria Villarruel. Às 11h em Buenos Aires — mesmo horário de Brasília —, os dois eleitos chegaram ao Congresso da Nação Argentina. O agora ex-chefe de Estado Alberto Fernández passou a faixa e o bastão presidenciais para Javier Milei, pouco antes das 12h, após o ultraliberal fazer o juramento à nação.

Em seguida, sob gritos de “liberdade, liberdade”, Milei assinou o termo de posse e se tornou oficialmente presidente da Argentina.

Logo depois, iniciou o primeiro discurso como chefe do Executivo. Milei falou da inflação que assola o país, apresentou dados sobre a economia, criticou antecessores e prometeu uma “nova era” no país.Ao lado do presidente empossado, Victoria Villarruel também fez o juramento à nação e assumiu o cargo de vice-presidente do país.

Na tarde deste domingo, está previsto o juramento dos ministros, que começa por volta das 17h30 na Casa Rosada. A transição do governo estará concluída com um evento de gala no Teatro Colón. Depois, haverá uma cerimônia na Catedral de Buenos Aires.

Quem representou o governo brasileiro no evento foi o ministro das Relações Exteriores (MRE), Mauro Vieira. Compareceram à posse, ainda, o ex-presidente Jair Bolsonaro e os governadores Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado e Jorginho Mello.

Metrópoles

Foto: REUTERS/David ‘Dee’ Delgado

A Guiana formalizou um pedido de reunião ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir a situação na região de Essequibo. A solicitação foi feita pela representação do país junto às Nações Unidas e agora será analisada pelo Equador, país que ocupa a presidência rotativa do conselho em dezembro.

Assim, cabe ao Equador marcar uma data para que os quinze países-membros se reúnam. Normalmente, esses pedidos costumam ser atendidos em questão de dias — uma das principais funções do Conselho de Segurança é justamente se reunir em caso de urgência. Por isso, o órgão pode ser acionado a qualquer hora e em qualquer dia da semana.

Na reunião, os países-membros devem ouvir mais sobre a situação na região e, a partir disso, discutir quais medidas podem ser tomadas. Os representantes podem propor resoluções ou comunicados conjuntos que atuam como uma forma de pressão internacional sobre os líderes dos países.

CNN Brasil

O governo brasileiro ainda não informou a presença de Lula

A futura chanceler da argentina, Diana Mondino, se reuniu com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, em Brasília, neste domingo (26). Após a reunião, ela concedeu entrevista a jornalistas e disse que a parceria com o Brasil vai continuar.

“Repito o que na Argentina já repeti muitas vezes: uma coisa é a crítica à ideologia e a outra é à pessoa. Isso é totalmente diferente. E temos que separar Estado, de governo, de pessoas. A parceria vai continuar, o melhor e o mais rápido que pudermos”, ponderou a chanceler.

Diana Mondino frisou, ainda, que Argentina e Brasil são “países-irmãos”. Segundo o Palácio Itamaraty, a futura chanceler entregou convite para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participe da posse de Milei, marcada para 10 de dezembro.

O presidente eleito da Argentina, Javier Milei, convidou o presidente Lula (PT) para sua posse por meio de um acarva enviada ao petista neste domingo (26). Segundo o jornal Folha de S. Paulo, no texto, Milei fala em “trabalho frutífero” e “construção de laços”.

“Sei que o senhor conhece e valoriza cabalmente o que significa este momento de transição para o processo histórico da Argentina, seu povo, e naturalmente para mim e minha equipe de colaboradores que me acompanharão na próxima gestão do governo”, diz Milei no documento.

“Em ambas as nações temos muitos desafios pela frente e estou convencido de que uma troca nos campos econômico, social e cultural, baseada nos princípios da liberdade, nos posicionará como países competitivos em que seus cidadãos podem desenvolver ao máximo suas capacidades e, assim, escolher o futuro que desejam.”

“Em ambas as nações temos muitos desafios pela frente e estou convencido de que uma troca nos campos econômico, social e cultural, baseada nos princípios da liberdade, nos posicionará como países competitivos em que seus cidadãos podem desenvolver ao máximo suas capacidades e, assim, escolher o futuro que desejam.”

Na carta, Milei também diz esperar que a atuação conjunta entre os dois países se traduza em “crescimento e prosperidade para argentinos e brasileiros”. O presidente eleito encerra o documento com saudações de “estima e respeito” a Lula, esperando vê-lo na posse.

“Sabemos que nossos países estão estreitamente ligados pela geografia e história e, a partir disso, desejamos seguir compartilhando áreas complementares, a nível de integração física, comércio e presença internacional, que permitam que todo esta atuação conjunta se traduza, de ambos os lados, em crescimento e prosperidade para argentinos e brasileiros”, afirma.

“Desejo que o tempo em comum como presidentes e chefes de governo seja uma etapa de trabalho frutífero e construção de laços que consolidem o papel que a Argentina e o Brasil podem e devem cumprir na Conferência das Nações.”

De acordo com a Folha, a carta foi entregue pela futura chanceler da Argentina, Diana Mondino, ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Mondino se encontrou neste domingo com Vieira e os embaixadores dos dois países no Itamaraty.

“Foi uma grande ocasião e um gesto dela de querer ser portadora pessoal dessa carta do presidente. Foi uma reunião produtiva em que discutimos vários temas e ela já está de regresso”, disse Vieira à imprensa após a agenda.

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