Carlos Menem, ex-presidente da Argentina e atual senador pela província de La Rioja, morreu neste domingo (14) aos 90 anos, informou o jornal argentino Clarín. Ele estava internado há vários dias com uma infecção urinária que se complicou e exigiu a internação devido a problemas cardiológicos.

Menem governou a Argentina entre 1989 e 1999, com uma política que ficou conhecida como “menemismo”, que consistia em privatizações e modificações nos serviços públicos.

Em 2019, Menem foi condenado a três anos e nove meses de prisão por fraude na venda de um imóvel na década de 1990. Segundo a Suprema Corte argentina, o ex-presidente desviou recursos públicos na transação comercial.  No entanto, ele acabou não sendo preso porque a prisão precisaria de uma condenação também pelo Senado, o que não ocorreu.

Metrópoles

Via G1

Nem aproximação do governo de Jair Bolsonaro com o ex-presidente americano Donald Trump impediu uma queda expressiva do comércio entre Brasil e Estados Unidos em 2020, em meio à pandemia do coronavírus.

Levantamento da Amcham Brasil com base nos dados do Ministério da Economia dá conta de que o intercâmbio comercial entre os países teve o pior resultado em 11 anos, desde o desenrolar da crise do subprime.

Além de uma pauta comercial baseada em produtos mais trabalhados, as barreiras tarifárias impostas por Trump, que não puderam ser revertidas, prejudicaram a indústria brasileira, segundo a entidade.

De acordo com dados oficiais, a corrente de comércio em 2020 — soma entre exportações e importações — foi de US$ 45,6 bilhões, redução de 23,8% em relação a 2019. Foram vendidos US$ 21,5 bilhões (-27,8%), enquanto as compras somaram US$ 24,1 bilhões (-19,8%). Houve, portanto, déficit de US$ 2,6 bilhões.

O resultado destoa da média da balança comercial brasileira. A somatória das movimentações foi de US$ 368,847 bilhões em 2020 contra US$ 401,4 bilhões em 2019, uma redução de 9%.

O Brasil exportou US$ 209,9 bilhões e importou US$ 158,9 bilhões, quedas de 6,1% e 9,7%, respectivamente. No agregado, houve superávit de US$ 50,9 bilhões.

“O setor siderúrgico foi muito afetado. Há restrições em vigor desde 2018, que tiveram efeito nos dois anos passados, mas foram ainda mais negativas em 2020”, afirma Abrão Neto, vice-presidente executivo da Amcham Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro enviou uma carta para cumprimentar o presidente Joe Biden, que tomou posse como 46º presidente dos Estados Unidos nesta quarta-feira (20). Em rede social, Bolsonaro cumprimentou Biden e destacou a relação firme entre os dois países.

“A relação Bandeira do Brasil e Bandeira dos Estados Unidos é longa, sólida e baseada em valores elevados, como a defesa da democracia e das liberdades individuais. Sigo empenhado e pronto para trabalhar pela prosperidade de nossas nações e o bem-estar de nossos cidadãos”, afirmou o presidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Para marcar essa data, enderecei carta ao Presidente dos EUA, Joe Biden, cumprimentando-o por sua posse e expondo minha visão de um excelente futuro para a parceria Brasil-EUA”, disse o presidente em outro post. Bolsonaro só reconheceu a vitória do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, sobre Trump 38 dias após o pleito norte-americano.

Joe Biden foi empossado nesta terça-feira (20) como o 46º presidente dos Estados Unidos, assumindo um país profundamente dividido e com o maior número de casos e mortes da Covid-19 em todo o mundo. O democrata, aos 78 anos, se torna o presidente mais velho da história da nação em uma cerimônia que foi drasticamente reduzida em Washington, despida da tradicional pompa e circunstância dado a pandemia e preocupações com a segurança após a invasão do Capitólio em 6 de janeiro por apoiadores do ex-presidente Donald Trump. Após fazer o juramento, conduzido pelo Juiz-Chefe do país, John Roberts, Biden discursou, dizendo que a sua posse é o “triunfo da democracia”. “Através de um desafio único, a América foi testada e se levantou à altura. Hoje, celebramos o triunfo não de um candidato, mas de uma causa —a causa da democracia”, afirmou. “A vontade do povo foi ouvida, e a vontade do povo foi atendida. Aprendemos novamente que a democracia é preciosa, a democracia é frágil. E nesta hora, meus amigos, a democracia prevaleceu”.

O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na manhã desta quarta-feira (20), horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo.

Entre as principais estão medidas sanitárias e econômicas de combate à pandemia, o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima. Também foi anunciada a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Veja as principais medidas anunciadas:

Meio ambiente

Retorno ao Acordo de Paris para o Clima;

Reverter as ações ambientais de Trump “para proteger a saúde pública e o meio ambiente e restaurar a ciência”;

Saúde

Acabar com o processo de saída dos EUA da OMS (Organização Mundial da Saúde);

Obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados;

Política externa

Parar a construção do muro na fronteira com o México;

Reverter o veto de Trump à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA;

Economia

Estender a moratória para despejos até 31 de março;

Estender a pausa no pagamento de financiamentos estudantis até 30 de setembro;

Outras medidas

Lançamento de uma série de iniciativas governamentais para promover a igualdade racial;

Prevenir e combater a discriminação com base no gênero ou na orientação sexual;

O gabinete de transição afirmou que as ações executivas visam adotar “ações para lidar com a pandemia da Covid-19, fornecer alívio econômico, combater as mudanças climáticas e promover a igualdade racial”.

Segundo o comunicado, Biden “assinará uma combinação de ordens executivas, memorandos, diretivas e cartas para dar os passos iniciais” horas após a posse, que está marcada para o meio-dia em Washington (14h em Brasília).

“O presidente eleito Biden agirá não apenas para reverter os danos mais graves do governo Trump, mas também para começar a fazer nosso país avançar”, aponta o comunicado.

Biden promete para os 100 primeiros dias de governo vacinar 100 milhões e mudar completamente a abordagem de combate à pandemia, para reduzir seu impacto econômico e social.

G1

20
jan

Joe Biden assume com propostas impactantes

Postado às 9:51 Hs

O Governo de Joe Biden e Kamala Harris nos Estados Unidos começa hoje ao meio-dia de Washington (14h de Brasília), com perspectiva de mudanças profundas. As informações são do Blog do Riella.

A cerimônia de posse do presidente e da vice-presidente será realizada sob medidas de segurança, sem presença de público. Será a primeira transferência de poder desde 1869 em que o presidente anterior (Donald Trump) não estará presente para passar o cargo.

Joe Biden deverá reverter políticas de Trump já nos primeiros dias. Ele vai priorizar o combate à Covid-19. Pretende também injetar US$ 700 bilhões na economia e resgatar o multilateralismo na política externa. Repercute a proposta de aumento do salário mínimo federal para US$ 15 por hora (cerca de R$ 80). Biden promete também investir US$ 2 trilhões em energia renovável.

Há a promessa de gastar US$ 400 bilhões em compras governamentais direcionadas a produtos da indústria americana. Biden garante levar os EUA a ingressar novamente no Acordo de Paris, que prevê a redução dos gases de efeito estufa em até 28% até 2025.

Permanece como incerta a postura diante da China, levando-se em conta o desafio da disseminação do 5G no mundo (inclusive no Brasil). E destaca-se a intenção de alterar profundamente a política migratória imposta por Trump.

Donald Trump se tornou o primeiro presidente da história dos Estados Unidos a ter dois processos de impeachment aprovados na Câmara.Ontem, a Câmara aprovou pela segunda vez um pedido para que ele seja afastado do cargo, a apenas seis dias do final de seu mandato.

Foram 232 votos a favor e 197 contra, e quatro deputados não votaram. Entre os que votaram a favor estão 10 membros do Partido Republicano, o mesmo de Trump. Outros quatro republicanos não votaram. Os democratas foram unânimes nos votos a favor.

Desta vez Trump foi considerado culpado por incitar à violência que resultou na invasão do Capitólio, a sede do Congresso americano, na semana passada. Antes, em 2020, ele havia sido declarado culpado por obstrução ao Congresso e abuso de poder.

Diferentemente do Brasil, o presidente dos EUA não é afastado quando o processo de impeachment é aberto no Senado. A sua remoção ocorre de forma definitiva após o processo ser analisado e aprovado pelos senadores.

Trump deve permanecer no cargo até a próxima quarta-feira (20), quando Joe Biden toma posse como novo presidente.

Em seu primeiro processo, Trump foi absolvido no Senado, de maioria republicana. Naquele caso, nenhum deputado de seu partido votou por sua condenação, e apenas um senador o fez.

Agora, porém, dez deputados republicanos foram favoráveis a seu afastamento. Isso estabelece um recorde: antes, apenas cinco deputados tinham votado pelo impeachment de um presidente de seu próprio partido, quando cinco democratas ficaram contra Bill Clinton, em 1988.

 

 

Joe Biden foi oficializado nesta segunda-feira (14) como o 46° presidente dos EUA. A confirmação veio após as votações no colégio eleitoral. A chapa democrata, composta por Biden e advogada Kamala Harris, governará o país a partir de 2021.

De acordo com as regras do sistema eleitoral norte-americano estabelecidas na Constituição, são os 538 membros do Colégio Eleitoral que, na prática, oficializam quem comandará o país durante quatro anos.

Dessa forma, apesar de a chapa democrata formada por Joe Biden e Kamala Harris ter sido declarada vitoriosa nas projeções da mídia desde 7 de novembro, apenas a partir desta segunda-feira, após a votação do Colégio Eleitoral, eles são considerados oficialmente presidente e vice-presidente eleitos dos EUA.

Normalmente, a votação no Colégio Eleitoral não apresenta grandes surpresas, mas com a grande pressão de Trump para tentar invalidar votos em estados-chave onde foi derrotado por Biden, havia temores de que a reunião deste ano pudesse ser menos tranquila.

O próximo compromisso do presidente eleito é a posse no dia 20 de janeiro, em que ele faz o seu juramento e assume o compromisso de conduzir o país.

CNN Brasil 

Via Agência Brasil

O democrata Joe Biden ganhou a Presidência dos Estados Unidos neste sábado (7), após uma dura campanha eleitoral, e prometeu que trabalhará para unificar um país profundamente dividido, mesmo com o presidente Donald Trump se recusando a aceitar a derrota.

A vitória de Biden no estado da Pensilvânia colocou-o além dos 270 votos necessários no Colégio Eleitoral para conquistar a Presidência, encerrando quatro dias de suspense e levando seus apoiadores para comemorações às ruas das principais cidades.

“As pessoas desta nação falaram. Elas nos deram uma vitória clara, uma vitória convincente”, disse Biden aos partidários em um estacionamento durante seu discurso de vitória, em sua cidade, Wilmington, Delaware.

“Prometo ser um presidente que não busca dividir, mas unificar”, disse ele, dirigindo-se diretamente aos apoiadores de Trump.

“Agora, vamos dar uma chance um ao outro. É hora de colocar de lado a retórica dura, baixar a temperatura, nos vermos novamente, nos ouvirmos de novo”, declarou. “Esta é a hora de curar na América.”

Ele foi apresentado por sua companheira de chapa, a senadora norte-americana Kamala Harris, que será a primeira mulher, a primeira negra americana e a primeira americana de ascendência asiática a servir como vice-presidente.

Felicitações vieram de várias partes do mundo, incluindo do conservador primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, e da chanceler alemã, Angela Merkel, tornando difícil para Trump manter suas repetidas afirmações, sem evidências, de que a eleição foi fraudada.

Trump, que estava jogando golfe quando as principais redes de televisão projetaram que seu rival havia vencido, imediatamente acusou Biden de “se apressar em fingir que é o vencedor”.

“Esta eleição está longe de terminar”, disse ele em um comunicado.

Trump entrou com uma série de ações judiciais para contestar os resultados, mas as autoridades eleitorais em estados de todo o país dizem que não há evidências de fraudes significativas, e especialistas jurídicos dizem que os esforços de Trump provavelmente não terão sucesso.

A CNN americana acaba de anunciar que, segundo as suas projeções, o candidato democrata Joe Biden conseguiu os 270 votos para ser eleito presidente dos EUA no colégio eleitoral. Mas agora deve começar o processo legal de recontagem de votos impetrado pelo presidente Donald Trump, do Partido Republicano.

De acordo com as apurações parciais em estados-chave, além de cálculos estatísticos e demográficos sobre a proporção de urnas ainda não apuradas, já não é mais possível para o presidente Donald Trump chegar a 270 delegados no colégio eleitoral.

Biden conquistou a vitória em Michigan e Wisconsin, dois estados cruciais para chegar à vitória, na tarde de quarta-feira (4). Em ambos estados, a apuração está praticamente concluída. Nesta sexta (6), Biden ultrapassou Trump na Geórgia e na Pensilvânia.

A indefinição deve se arrastar para os tribunais. Ao longo da semana, o presidente Donald Trump apresentou ações judiciais em diversas instâncias da Justiça americana questionando a contagem e acusando fraude na contabilidade de votos enviados pelo correio.

Há ainda a hipótese legal de recontagem em parte dos estados onde a margem entre os candidatos for inferior a um percentual pré-definida. Na Geórgia, a recontagem é provável diante da perspectiva de vitória de Biden por menos de 0,5 ponto percentual.

A litigância da parte de Trump ainda deve aumentar. Na noite desta sexta-feira, o presidente foi às redes sociais dizer que o adversário não deveria se autoproclamar presidente uma vez que “os processos estão só começando”.

CNN Brasil

O ex-vice-presidente Joe Biden será o próximo presidente dos Estados Unidos. A projeção é do Decision Desk HQ e foi realizada depois de o democrata virar a contagem na Pensilvânia.

O Decision Desk HQ organiza e fornece resultados e projeções eleitorais nos Estados Unidos a vários veículos de imprensa. O triunfo de Biden na Pensilvânia, sozinho, é suficiente para ele superar os 270 votos necessários no Colégio Eleitoral, sem depender de outros resultados.

Além disso, Biden também já superou a vantagem de Trump na Geórgia, e, neste momento, mantém a liderança no Arizona e no Nevada. Joseph Robinette Biden Jr. completa 78 anos de idade em 20 de novembro. Ao tomar posse, em 20 de janeiro de 2021, se tornará o homem mais velho da História ao assumir a presidência dos Estados Unidos.

O Antagonista

17
out

Opinião: A hora do tudo ou nada

Postado às 11:24 Hs

Donald Trump está perdendo a eleição para o coronavírus. O presidente tanto fez e tanto esperneou que acabou contraindo o vírus e literalmente perdeu o rebolado. O cancelamento de debates acabou virando contra Trump, que agora faz de tudo para reequilibrar a disputa. Na última pesquisa do Wall Street Journal, o mais lido pela elite conservadora, branca, rica e protestante, Biden estava 11 pontos na frente de Trump. O cruzamento de diversas as pesquisas de opinião, indica que esta tendência está se consolidando faltando menos de duas semanas para a eleição. Na média da maioria delas, Joe Biden terá 290 delegados e Trump 163. Em 2016, Trump perdeu nas costas Leste e Oeste, mas ganhou na Flórida, Texas e no meio dos Estados Unidos, conseguindo o número mágico de 270 delegados necessários para vencer no colégio eleitoral. Nas eleições deste ano, os democratas de Joe Biden sabem que se a vitória não for inquestionável, Trump tentará judicializar o processo de apuração criando todo tipo de problema, como aconteceu em 2000, quando George W. Bush venceu Al Gore.

Pesquisa Washington Post/ABC News mostra o ex-vice-presidente Joe Biden com 12 pontos percentuais à frente do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na disputa à Presidência do país. O democrata tem 54% das intenções de voto contra 42% do republicano.

O levantamento, divulgado no domingo (11.out.2020), foi feito de 6 a 9 de outubro –1 dia depois do republicano, com covid-19, ter alta do hospital. Foram entrevistadas 1.014 pessoas por meio de ligações telefônicas. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Como se não bastasse a previsão de mais uma semana turbulenta para o presidente Jair Bolsonaro e os filhos, diante dos desdobramentos das investigações de Fabrício Queiroz, preso na última quinta-feira (18), um caso antigo que aguarda desfecho volta à tona para tirar ainda mais o sono do presidente: o famoso telefone celular do ex-ministro e desafeto Gustavo Bebianno. Desaparecido, o celular voltou a ser citado por pessoas próximas a Bebianno – ex- coordenador da campanha de Bolsonaro, falecido em março passado, vítima de infarto – e pode vir a ter seu conteúdo investigado dentro de pouco tempo. Em matéria da jornalista Thaís Oyama, publicada no Portal UOL de ontem (21), ela afirma ter recebido a confirmação de uma fonte que era amigo do ex-ministro de que o celular estava realmente nos Estados Unidos, mas já retornou ao Brasil. O aparelho teria registros de conversas durante o período de um ano e meio entre Bebianno e Jair Bolsonaro. Thaís Oyama é a autora do livro “Tormenta”, lançado recentemente, que relata o primeiro ano do governo Bolsonaro. É considerada, nos últimos tempos, uma das jornalistas mais bem informadas sobre os meandros do Executivo Federal e das relações entre o presidente e seus ministros.
13
ago

Aline Couto agora é Avante

Postado às 18:47 Hs

Via Blog Carol Ribeiro

A vereadora Aline Couto, desde o ano passado sem partido, definiu seu destino partidário para a disputa eleitoral de 2020. A sigla que vai receber a parlamentar de Mossoró é o Avante. Aline esteve hoje (12) em Natal ao lado do presidente municipal da legenda, Novinho, em conversa com a presidente estadual, Karla Veruska, e o vereador natalense Raniere Barbosa.  “Em 2012 saí candidata nesse partido, que era o PTdoB. Fiz parte dessa equipe de 2012 até 2015. Temos laços fortes de amizades por lá”, diz a vereadora.  O Avante abriga o deputado estadual Dr Bernardo, e pode receber o vereador Genilson Alves, que tem posicionamento oposto ao de Aline na Câmara Municipal. O partido deve realizar um evento de filiação no próximo dia 11 de setembro em Mossoró. Aline Couto foi eleita pelo PHS para seu primeiro mandato eletivo em 2016 com 916 votos.

Portal Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos Donald Trumppoderá designar Eric, um de seus cinco filhos, para assumir a embaixada americana em Brasília. A pretensão foi revelada um dia após o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), sugerir a possibilidade do filho Eduardo também ser embaixador no país norte-americano.

Segundo fontes do governo brasileiro ouvidas pelo jornal O Globo, Eric Trump viria para o Brasil caso o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)acabe nomeado representante em Washington DC. Por coincidência, ambos os filhos têm 35 anos, que, no Brasil, é a idade mínima para atuar como embaixador

A informação divulgada pelo jornal é que essa possibilidade dependeria mais do Brasil que dos Estados Unidos. Ainda segundo a reportagem, o que mais se ouve em na capital americana é que a atuação da embaixada brasileira é “muito protocolar, burocrática e apagada”. O envio dos filhos dos dois presidentes pode fortalecer as relações bilaterais entre os países.

O ex-estrategista da campanha de Trump, Steve Bannon, comemorou ao saber da ideia do presidente Jair Bolsonaro de indicar o filho. Um dos ideólogos da onda nacionalista de direita, Bannon considerou o movimento como “muito inteligente” e, em seguida, disse que Eduardo vai chegar ao posto já sabendo os atores, as questões e as oportunidades.

O eleitor que não votou e não justificou a ausência às urnas nas últimas três eleições (regulares ou suplementares) poderá ter o título cancelado. Para não correr esse risco, o cidadão pode consultar a situação do seu título diretamente no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet, informando seu nome completo e a data de seu nascimento.

As pessoas que estão nessa situação precisam comparecer aos cartórios eleitorais até o dia 6 de maio. É importante lembrar que cada turno de um pleito corresponde a uma eleição.

A lista com os nomes dos eleitores em situação irregular já foi divulgada pelos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em cada estado e no Distrito Federal, conforme prevê a Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.594/2018.

Consequências da não regularização

Confira, a seguir, alguns impedimentos aos quais os eleitores em situação irregular estão sujeitos:

– Obter passaporte ou carteira de identidade;

– Receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como de fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

– Participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias;

– Obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;

– Inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado;

– Renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;

–Praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda;

– Obter certidão de quitação eleitoral, conforme disciplina a Resolução-TSE nº 21.823/2004;

– Obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado.

13
mar

Em Novembro

Postado às 16:06 Hs

Pela terceira vez, o Brasil vai sediar uma Cúpula do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que está confirmada para 13 e 14 de novembro, em Brasília. Líderes e chanceleres dos cinco países participam do encontro. Em 2010, a runião ocorreu em Brasília e, em 2014, em Fortaleza. Sob a presidência rotativa do Brasil, as prioridades do Brics se concentram em acordos de cooperação em ciência, tecnologia e inovação, incentivos para a economia digital, combate aos ilícitos transnacionais e financiamentos para atividades produtivas.
mar 1
segunda-feira
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